O árabe escrito não é o árabe falado
Quase ninguém mantém uma conversa em Modern Standard Arabic. Uma reunião no Cairo acontece em egípcio, uma entrevista em Beirute em levantino e uma chamada em Casablanca em Darija — e os três são escritos no mesmo alfabeto. Um modelo treinado principalmente com MSA de transmissões perde muita precisão na fala cotidiana, por isso a cobertura de dialetos é mais importante aqui do que um número de benchmark chamativo.





