Aula ao vivo da Meliponicultura Rio do Sul com a convidada Vanda (Conexão Abelhudos) sobre organização e exposição de eventos de abelhas sem ferrão, com dicas práticas de divulgação e logística.
Key Takeaways
- Eventos de meliponicultura estão crescendo e exigem planejamento profissional
- Planejar o número de visitantes e a logística é essencial para o sucesso do evento
- O conhecimento precisa ser aplicado e compartilhado para gerar impacto real
What the video covers
- Aula ao vivo transmitida com atraso, em dia de semana diferente, com o professor e a convidada Vanda
- Abertura com avisos sobre enchentes na região, prazos de formulários de presença e relatórios
- Evolução dos eventos de meliponicultura desde 2006, com mais encontros estaduais e regionais
- Vanda apresenta sua trajetória: bióloga que descobriu as abelhas sem ferrão após um afastamento por depressão
- Defesa do conhecimento aplicado: conhecimento só liberta quando é posto em prática
- Orientações sobre planejamento de eventos: previsão de público, logística e estrutura do local
- Cálculo de insumos para degustações de méis e exemplo de organização para grandes grupos
- Discussão sobre engajamento de públicos diferentes (pré-escola, ensino médio) e comunicação adaptada
- Trechos finais com demonstrações culinárias usando mel de abelhas sem ferrão (manteiga de ervas, drinks, receitas)
- Divulgação do livro da convidada sobre eventos e menção a parcerias e redes sociais
Chapters
- 00:00Abertura e avisos da aula
- 06:00Apresentação da convidada e boas-vindas
- 16:20Trajetória da convidada e a descoberta das abelhas sem ferrão
- 36:00Por que expor trabalhos sobre abelhas
- 52:00Planejamento e organização de eventos
- 76:00Engajamento de públicos e comunicação
- 93:00Degustações de méis e demonstrações culinárias
- 120:00Encerramento, divulgação e agradecimentos
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Speaker A
Finalmente estamos aí ao vivo, pois é, pois é, pois é, com três minutinhos de atraso estamos aqui para mais uma aula hoje, no dia diferente, né? Vocês que estão acostumados aí na terça-feira e quinta, hoje estamos na quarta, repetindo a aula
Speaker A
do da semana passada, quarta-feira, digamos assim, né? E vamos ter mais uma aula ainda na quarta lá mais para frente.
Speaker A
Eh, dessa vez ficaram um pouco mais aulas acumuladas assim para o fim do ano, e geralmente eu tenho o curso mais apurado no início do ano e sobrando então mais folgas assim para para a parte do fim do ano.
Speaker A
Hoje nós temos um dia um pouco diferente aqui também. Nós temos, eh, trovoadas desde a madrugada aí, choveu forte aí nas cabeceiras do rio, o nosso rio aqui está saindo do leito, está entrando em partes da cidade, partes mais baixas já estão
Speaker A
com retirada de moradores e assim por diante. Eh, e nós temos programado uma aula para amanhã, mas como essa aula é virtual é independente se eles cancelarem as aulas aqui no Instituto Federal, né? Nós vamos ter a nossa aula de qualquer
Speaker A
maneira né? Eh, porque ela é virtual, então eu acho que não teria nenhum problema com relação a isso, a não ser que eu não tenha energia aqui em casa, né? Hoje de manhã saiu, ficou duas horas fora, sem energia
Speaker A
e se por acaso acontecer isso, né? Vocês vão saber que é por causa do do mau tempo que a gente tem aqui. Agora não está troveando, não está chovendo mas tem umas previsões aí de de chuva ainda né?
Speaker A
Mas torcendo que tudo eh possa passar com os menores danos possíveis, né? Lembrando que estamos também na na finais, né, e do né, do dos trabalhos, dos relatórios, das das presenças.
Speaker A
E eu acabei nem fechando ainda aquelas aqueles formulários por falta de tempo, quer dizer, eu peguei o feriado e disse: "Não, feriado não vou trabalhar". [risadas] Feriado é feriado.
Speaker A
E aí eu não trabalhei, realmente eu não não não fiz nada assim relacionado, só respondi lá o pessoal do WhatsApp que na verdade é trabalho também, né, mas eu eu acabei só fazendo isso, né?
Speaker A
Eh, aí vamos se acumulando as coisas, hoje eu eu dei um pegão aí na parte do do do ensino médio e daí eu vou fazer, a partir de amanhã vou retomar, né, os os trabalhos relacionados aqui à meliponicultura. Então, se você não
Speaker A
respondeu algumas daquelas chamadas do 27 até o 41, ainda tá aberto lá. Aproveita porque amanhã daí quando eu fechar daí eh, não vai ter mais como responder, OK?
Speaker A
Hoje nós temos uma convidada, né, vocês já conhecem, que é a Vanda. E então nós vamos ter a nossa aula hoje sobre organização de eventos. A gente, quando eu comecei lá em 2006 na meliponicultura, os eventos eram bem pipocados assim.
Speaker A
Eu ia, por exemplo, lá pro Paraná pro seminário, sempre quando tinha condições, quando se encaixava aí no no meu horário e tal, né?
Speaker A
Eu ia lá pro seminário paranaense de meliponicultura. E quando, mais tarde, comecei a frequentar os encontros catarinenses.
Speaker A
E assim, à medida que o tempo foi passando, a gente foi percebendo que cada vez mais eventos têm acontecido dentro da meliponicultura. E você aí na sua região também deve ter percebido isso. E às vezes tem essa questão de saber, pô,
Speaker A
será que eh, existe alguma já existe alguma coisa assim que a gente possa nos orientar para melhorar cada vez mais esses eventos.
Speaker A
Então, eu tenho essa convidada especial aqui que vai nos contar um pouco, né, como é que é, ou muito, né, não só um pouco, mas vai nos contar muito de como é organizar, participar, enfim, detalhes que podem fazer diferença na
Speaker A
sua divulgação. Então, Wanda, o meu boa noite para você também. Diga lá. Boa noite, professor. Boa noite a todos os alunos.
Speaker A
Eu quero iniciar aqui eh parabenizando todos vocês e agradecendo pelo carinho na primeira aula. Foi, assim, sensacional o feedback de vocês, né? Muitos alunos entraram em contato comigo.
Speaker A
Eh eu gosto muito de dar aula aqui no IFC, mas eu vou confessar para vocês que a turma de vocês vai ficar aqui, ó, no meu coração, porque eu nunca vi uma turma com alunos tão engajados, interessados, que
Speaker A
perguntam, que participam, que entram no no chat e falam, depois entram em contato com a gente. Vocês têm entrado em em contato comigo eh ao longo desses meses, né, para tirar dúvidas para eh trocar ideia, para saber sobre eventos. Isso é muito legal.
Speaker A
Eh uma quantidade muito grande eh adquiriu o livro também, né? Não É uma turma que entende a importância, né, de investir no conhecimento aí.
Speaker A
Quem leu aí, depois conta aqui no no chat quem já leu, quem já recebeu o livro. Então, assim, eh uma turma realmente diferenciada, tá? Vocês tão de parabéns mesmo e continuem assim.
Speaker A
E vocês já me conheceram, né, na primeira apresentação, tanto a mim como aos meus filhos.
Speaker A
Eu vou projetar, então aqui o início da tela para a gente já começar a falar sobre a exposição de trabalhos relacionados a abelhas. Então nós vamos falar algumas considerações aqui que são importantes para você saber.
Speaker A
É, preciso saber se está aparecendo na tela de todo mundo aí completo ou não.
Speaker A
[roncando] Vocês conseguem me responder aí se estão visualizando? Ah, o pessoal aqui dando feedback do livro que já leu, que interessante, que gostou. Obrigada.
Speaker A
Apareceu, né? Está a tela inteira então para vocês? Que aqui para mim está só um um pedacinho.
Speaker A
Perfeito então. Vamos lá. Então estamos aqui nessa fotografia, eu e a minha família, né? É, nós somos a Conexão Abelhudos uma empresa familiar que trabalha a educação ambiental através da vida das abelhas.
Speaker A
E primeiro eu quero falar assim, por que que a gente deve expor trabalhos sobre abelhas, né? Para que professora que eu vou falar sobre abelhas?
Speaker A
Porque não adianta nada vocês adquirirem todo esse conhecimento que vocês adquiriram até aqui e esconder, né? Eu eu gosto muito de usar essa frase que conhecimento não liberta ninguém. Todo mundo fala: "Ah, o conhecimento liberta". Liberta nada.
Speaker A
Liberta se for aplicado. Se o conhecimento não for aplicado, você não passa de um obeso cerebral aqui.
Speaker A
Que que é um obeso cerebral? Uma pessoa com um monte de coisa assim na cabeça, só falta explodir a cabeça de tanta informação e que ela não usa para nada na vida. Então, não tem função, né?
Speaker A
Então, a gente precisa pegar e aplicar esse conhecimento. Aí sim, ele liberta. O conhecimento aplicado liberta vidas, como libertou a minha, por exemplo.
Speaker A
Eu, eh, antes de conhecer as abelhas sem ferrão, eu já era bióloga, tinha tido contato com as abelhas na minha graduação, com o meu cunhado, né, que era apicultor também.
Speaker A
Mas eu não conhecia as abelhas sem ferrão. E foi passando por um processo de depressão, onde eu sofri uma situação de violência numa escola, eh, da prefeitura de São Paulo.
Speaker A
E os médicos decidiram me afastar da sala de aula. Longe da sala de aula, eu deprimi, porque eu gostava de ensinar, gosto de ensinar, né?
Speaker A
E fui tentar ler e entender o que que estava acontecendo ali comigo, com meu cérebro né?
Speaker A
Até que eu, eh, li algumas coisas falando que eu teria que frequentar ambientes novos, conhecer coisas novas, pessoas novas.
Speaker A
E aí eu fui me meter a fazer curso de tudo o que é coisa que vocês imaginarem, né? E fui fazer curso de amigurumi, de crochê, de orquídea.
Speaker A
E uma bela manhã, aqui no viveiro municipal da minha cidade, eu fui fazer um curso de abelha sem ferrão.
Speaker A
Eh, isso já estava ali quase, eh, com o isolamento, chegando o isolamento social na pandemia. A gente ainda não tinha fechado, então ainda foi presencial.
Speaker A
E eu fiquei admirada de saber que, como é que era possível eu ser bióloga e não saber que existiam tantas abelhas assim no meu país correndo risco de extinção. E aí eu quis estudar mais, quis me aprofundar, só que a pandemia.
Speaker A
Mas o lado bom da pandemia é que vários cursos online começaram a aparecer, né? E e eu consegui então estudar daqui da minha casa mesmo.
Speaker A
E em paralelo, os meus filhos queriam muito empreender, queriam fazer alguma coisa para ganhar o próprio dinheiro deles.
Speaker A
E começaram a comercializar o mel desse meu cunhado que é apicultor, que eu contei para vocês.
Speaker A
Nisso que ele tava, que eles, né, pegaram ali o dinheiro emprestado, 10 potinhos de de mel, venderam tudo no mesmo dia e já tiveram que reinvestir o dinheiro eh para comprar mais mel e foram vendendo mais, mais, mais, até que
Speaker A
chegou num ponto que o meu cunhado, por ser um hobby, né, apicultura para ele já não dava mais conta da demanda. Então nós tivemos que começar a fazer parcerias, conhecer apiários, conhecer propriedades para colocar caixa de abelha, para começar a cuidar e assim
Speaker A
a coisa foi crescendo. Ao mesmo tempo, meus filhos pediram para fazer um canal no YouTube, queriam fazer um Instagram, fiz também.
Speaker A
O trabalho começou a ficar conhecido eh Brasil a fora aí até em outros países.
Speaker A
E graças a Deus, né, depois do do retorno aí do do presencial, né, nós percebemos que a Conexão Abelhudos, ela já tinha uma certa relevância na meliponicultura. A gente chegava nos lugares, as pessoas já nos conheciam, já nos reconheciam,
Speaker A
né? E isso foi muito gratificante para a gente. É e nesse meio tempo, cadê a depressão?
Speaker A
Depressão foi se embora, porque quando você tá vivendo o propósito do seu coração, não tem espaço eh para a depressão, né? Tem um Um ou outro que você fica triste, um dia ou outro que se acorda ali meio mal, mas não é mais
Speaker A
aquela sensação horrível. Né? Então, tudo isso por quê? Porque alguém que tinha esse conhecimento ousou falar.
Speaker A
Né? De um jeito muito simples, né? O professor na época, ele não tinha muita didática, não tinha é muita técnica que a gente que estudou, né? Para saber como falar, como ensinar.
Speaker A
Mas mesmo assim, o ato dele é foi algo que me ajudou a sair dessa depressão e que hoje eu falando para outras pessoas também, eu recebo muitos relatos de clientes, né? Que não só de depressão que sararam, mas
Speaker A
que nunca mais o filho ficou internado por causa de um própolis que toma, que nunca mais teve problema de insônia depois que começou a tomar uma colher de mel e assim vai, gente. Uma série de de histórias e de relatos de vidas que vão
Speaker A
sendo transformadas quando a gente tem a coragem, a ousadia de falar. Né? Mesmo com insegurança, mesmo com medo. Ah, e se não gostarem de mim? Tudo bem.
Speaker A
A Às vezes alguém não gosta do jeito que eu falo, mas vai gostar do jeito que você fala. Então, você precisa falar.
Speaker A
Tá? É E além disso, né? Dessa história toda, desse relato que eu passei da minha vida para vocês, também tem as mentiras que circulam aí pela internet. Então, a gente precisa desmistificar tudo isso. E eu deixei aqui algumas coisas que vocês já devem
Speaker A
ter visto, já devem ter estar cansados de ver, né? Que essa é uma E por favor, gente, quando forem expor o seu trabalho ou falar sobre as abelhas, fazer uma palestra, né? Postar alguma coisa no Instagram, repostar, não repostem essas mentiras, ó. Isso
Speaker A
aqui, por exemplo, é uma fake news. Mensagem motivacional sobre um poster da NASA que fala que é na NASA tem um poster dizendo que a abelha não sabe voar.
Speaker A
Eh, a abelha sabe voar, mas ela não entende nada de aerodinâmica, né? Ela não entende nada de física, mas ela voa mesmo assim, que o corpo dela não foi preparado para voar.
Speaker A
E isso é mentira, tá? A abelha realmente, ela não tem um formato aerodinâmico no corpo, mas ela voa fazendo vórtices ali com as asas, então é um é um outro jeito de de voar e não tem coisa nenhuma de de de poster
Speaker A
falando isso na NASA. Se fosse assim, se a abelha voa porque não entende nada de física, então a vaca devia voar também, devia haver cavalo voando, cachorro voando, que eles também não entendem nada de física, né? Então, não saiam repetindo
Speaker A
essas bobagens. Essa fake news, ela sempre volta num formato novo, com um influencer novo falando, então fiquem atentos quando vocês ouvirem isso, porque é mentira, tá?
Speaker A
Eh, uma outra aqui que a gente Nossa, isso aqui Ó, num programa famoso de televisão, vocês estão vendo aqui a apresentadora, famosa também, ensinando truques para saber se o mel é de verdade ou não. E aí o cara ensinando o truque da bolha, o
Speaker A
truque de rodar o mel no prato, se rodar eh eh e ficar com a memória genética do favo, em formato de favo, é porque é mel de verdade. Gente, o favo nem tem genética, quanto mais memória genética, tá? Isso é um monte de baboseira. Esse
Speaker A
teste do palito de fósforo aí, eh se o mel falsificado for muito bem denso, o palito também não não vai apagar, vai continuar aceso. E se for um mel de abelha nativa, que é muito mais úmido, o palito vai apagar. Por isso é
Speaker A
um mel falso? Então assim, vocês já tiveram uma aula, eu acredito, nessa altura do ano, mostrando como são os verdadeiros testes para saber se o mel é verdadeiro ou falso, tá? Então, que são testes laboratoriais, uma série de testes diferentes que vocês viram lá,
Speaker A
né? Para verificar o HMF, prova de cinzas, densidade. Então, essas coisas que que falam aí de testes caseiros, gente, até o teste do iodo, ele é um teste que pode ajudar, ele pode sim dar uma pista, tá? Mas tem falsificadores que já
Speaker A
aprenderam a falsificar o mel de tal forma que não passe, eh, percebido pelo teste do iodo, né? Então, já aprenderam a driblar esse teste.
Speaker A
Então, nem ele é 100% seguro, né? A gente sabe que é seguro quando tem as análises lá no laboratório, né? Infelizmente, hoje em dia, até o selo de inspeção os caras falsificam, né? Então, a gente até fala assim: "Conheça o trabalho do teu
Speaker A
fornecedor né?" Que eu acho que é, ainda é um jeito mais seguro. Hã, outras coisas aqui, né? O Bee Movie, ele é um filme muito bonitinho, tudo, mas a forma como ele fala, né? Que o ser humano tem roubado e comido o mel há
Speaker A
séculos, eh, na verdade, o meleiro, né? Que é aquele cara que vai lá na natureza, derruba uma árvore centenária, leva embora todo o mel da abelha e deixa ela morrendo à míngua, esse sim rouba o mel. Mas o apicultor,
Speaker A
meliponicultor não, ele tem uma criação racional. Então, é muito importante, se vocês forem usar esse filme, explicar isso para as crianças. Um outro erro que ele tem também é que são machos trabalhando na colônia e a gente sabe
Speaker A
que a força maior de trabalho ali dentro são as fêmeas, as operárias, né? Então, eh, muito cuidado porque ele é bonitinho, mas ele ensina algumas coisas erradas.
Speaker A
Essa aqui é uma startup que até a professora Lídia Barreto, que organizou o Combrapi aqui em São Paulo, em 2024, falou que eles tentaram vir para o Brasil.
Speaker A
É, e ela falou: "Não, aqui se depender de mim no Brasil vocês não entram".
Speaker A
Que ela promete um mel livre de abelhas, ou seja, é um mel em laboratório que eles juram que pegam o néctar das flores e conseguem transformar em mel sem usar abelha.
Speaker A
E que isso ajudaria a salvar a abelha. Claro que não, se eles estão pegando o néctar da flor, o néctar que deveria estar indo para a abelha tá indo para fazer alguma coisa sintética no laboratório, então não tá
Speaker A
ajudando a salvar a abelha, né? Ah. Aqui é um vídeo, né, da da Rafaela Tuma, são hilários os vídeos dela, mas isso aqui deu um trabalhão, até hoje o pessoal fala: "É vômito de abelha". Mel não é vômito de abelha, o mel
Speaker A
é uma substância produzida num órgão específico da abelha que não tem nada a ver com estômago de é, é produzido ali, né, no no papo ou vesícula nectarífera, é um nome mais assim, mais fácil usar papo mesmo, que faz a transformação e aí ela realiza
Speaker A
transformações químicas, físicas, então é uma série de coisas aqui também que a gente acaba tendo que desmistificar porque as pessoas acreditam que é verdade né?
Speaker A
E esse daqui, mel vegetal doce sem culpa, tem mais açúcar, né, do que o canavial, mas o cara jura que é mais saudável do que comer mel de verdade, mas essa textura horrorosa que nem mel parece, né é
Speaker A
cara usa aromatizante artificial e fala que é mais saudável que o mel e aí fica expondo aqui o físico dele para para dizer que olha, tá vendo, é saudável mesmo, mas é duvido, ninguém consegue ficar num físico desse aqui se entupindo de
Speaker A
açúcar, né, e de coisa é é que não é saudável, né, a gente sabe.
Speaker A
Então, por isso que vocês tem que falar, porque esse povo todo aqui, ó, não tem medo de falar, de ir na rede social, de fazer a ilustração, de fazer um filme, de ir no programa de televisão, de ir no
Speaker A
podcast e falar um monte de bobagem. E vocês que sabem a verdade, às vezes ficam com vergonha de falar. Então, não tenham vergonha.
Speaker A
Falem, porque enquanto a gente se cala, eles gritam. E eu gosto de falar isso daqui, que é não dividir o conhecimento, transbordar.
Speaker A
Porque vejam bem, o conceito de dividir. Então, imaginem que esse copo cheio aqui é o seu conhecimento.
Speaker A
Se você vai dividir, você vai ficar com um pouquinho menos. Aí alguém quer que você divida novamente ó.
Speaker A
Copo menos ainda. Vai chegar uma hora que vai acabar, que vai esgotar. Mas, se você aprender a transbordar o seu conhecimento, aí é diferente. Imagina que eu vou pegar esse copo aqui, ó, e eu vou colocar debaixo de uma fonte
Speaker A
aqui, ó, uma cachoeira, uma fonte de água que não para. Esse copo, ele vai estar sempre cheio, ele vai estar transbordando. Então, não importa o para quantas pessoas você passa essa informação, ele vai estar sempre cheio, ele nunca vai se esvaziar.
Speaker A
Tá? E o que que é você se conectar na fonte? Na fonte do conhecimento. Tá sempre lendo, sempre estudando, sempre aprendendo e sempre se permitindo ser usado por Deus para falar também.
Speaker A
Tá? Porque Deus é que nos dá a maior fonte de sabedoria. Ela vem dele, ele nos dá a criatividade.
Speaker A
Nós somos a imagem e semelhança de um criador, né? Independente da da sua fé, é e esse criador, esse poder da criação, está dentro de cada um de nós. Que, como nós somos a semelhança, nós somos criativos também. Então, você sempre vai
Speaker A
ter criatividade. Às vezes, o mesmo assunto vai ser falado por 100 pessoas diferentes, cada uma vai explicar de um jeito.
Speaker A
Por quê? Por causa dessa dessa criatividade. Tá? Então, conecte sempre na fonte, transborde o conhecimento sem ter medo, tá? Porque toda vez que você ensina, você também aprende mais, você se conecta com outras pessoas, você cria novas possibilidades,
Speaker A
tá? Eh, e aí tem muita gente que me pergunta assim: "Mas, eh, professora, se eu entregar aquilo que eu tenho, vão me copiar".
Speaker A
Tudo bem, já aconteceu comigo também, né? Eu já tive um curso inteirinho, eu idealizei um curso todinho, eh, apresentei ele numa universidade e uma pessoa muito simpática, muito, sim, que dá vontade de pegar no colo e levar para
Speaker A
casa, de tanta simpatia que a pessoa tem, eh, queria fazer uma reportagem comigo, né? E eu ali na inocência, ainda em começo, mais ou menos começo de carreira né?
Speaker A
Falei: "Nossa, que incrível, minha primeira reportagem, eu vou dar entrevista para alguém". Essa pessoa pediu para filmar o meu curso, filmou meu curso todinho.
Speaker A
E, algumas semanas depois, esse curso estava sendo ofertado por uma pessoa muito famosa na meliponicultura, exatamente a a minha ideia ali todinha, todinha. Ou seja, a pessoa eh filmou vendeu a ideia, eu acredito que talvez essa pessoa nem saiba, né, que que a
Speaker A
ideia foi roubada. E, a pessoa ainda teve a pachorra de me ligar e de falar que se eu ofertasse o curso, pelo fato dele ter sido registrado por essa pessoa, eu seria processada.
Speaker A
E depois, em outros eventos que a gente vai por aí, conversa com as pessoas e fica sabendo que essa pessoa faz isso com muita gente.
Speaker A
Então, assim, o que não interessa vira reportagem mesmo, né? E o que interessa rouba-se a ideia [risadas] e entrega para outras pessoas, né?
Speaker A
Mas eu vou fazer o quê? É a pessoa, ela é assim, né? Ela tá desconectada ali da fonte do criador, então ela precisa copiar. É diferente da gente se inspirar. Quando a gente se inspira em alguém né? A gente
Speaker A
é, vai pegando ali várias coisas diferentes que as pessoas fazem, fala: "Nossa, que incrível isso, que bacana isso, que legal que eu aprendi".
Speaker A
E aí você vai juntando num quebra-cabeça e faz de um jeito só seu, ali, diferente né?
Speaker A
É mas quem não tem isso precisa ficar roubando mesmo e vocês vão encontrar pessoas ao longo da vida que vão fazer isso com vocês. Você vai lançar um produto, alguém vai lá e vai lançar um produto igualzinho, não é? Se você não
Speaker A
tiver a patente ou se você tiver a patente, a pessoa muda uma vírgula e você só gastou dinheiro com a patente e não adiantou nada. Porque vão te copiar.
Speaker A
Mas se você tá conectado ali na criatividade, você sempre vai inventar coisas novas. Então, assim, esse curso, graças a Deus, ele não fez falta nenhuma para mim, porque Deus já me deu tantas ideias de outros cursos, de outras
Speaker A
palestras, de outras formas de mostrar o trabalho que tudo bem, tudo bem, não tem problema. Para mim é até uma honra, né?
Speaker A
É, ser copiada. Tem um livro muito interessante que é, ele é de um rapaz do marketing, né?
Speaker A
Me interessei por marketing porque minha filha tá estudando marketing agora. É, que ele se chama Roube como um artista.
Speaker A
É, recomendo que vocês leiam. É muito legal. Tem uma série, inclusive, de livros né?
Speaker A
E ah, não tem nada a ver com roubar, tá? Mas ele fala de como as pessoas nos inspiram e como a inspiração delas pode contribuir para o nosso trabalho, para a gente expor nosso trabalho.
Speaker A
Tá bom? É, Roube como um artista. Guarda aí o nome desse livro, que é um livro delicioso de ler.
Speaker A
Você lê em um dia assim e aprende muito. Tá? Então, bora, gente, transbordar o nosso conhecimento.
Speaker A
E aí, a gente precisa saber, né, antes de preparar um evento, né? Por onde que eu começo?
Speaker A
Então, tudo tem que ter anotações, né? Tem que coloca num papel, gente. Não confia só no celular e no computador, porque o arquivo se corrompe, se perde, é, entra um vírus, mas se você tem no bom e velho papel e caneta, você
Speaker A
consegue se organizar muito bem. É, então, quando você tá disposto ali a fazer um evento, você tem que saber que a sua apresentação pessoal e a sua linguagem tem que ser congruente com a atividade e a instituição que você vai falar.
Speaker A
Então, se às vezes é uma instituição que não tem nada a ver com você, né? Você fala assim: "Não, é, isso, essa aqui não é para mim. Esse não, eu passo, eu indico um outro colega, mas eu acho que
Speaker A
não é a minha linguagem". Tá? Eu vou dar um exemplo, por exemplo, de um evento que eu fui convidada para fazer, mas eu não me senti bem.
Speaker A
É, era um evento de pessoas que curtem coisas satanistas. É, para mim não tem nada a ver. Por quê?
Speaker A
Porque eu né? Eu acredito em Deus, eu não Então, eu agradeci tudo, mas eu não fui, né? Você tem Você tem que falar não quando você não quer.
Speaker A
E eu não estou falando assim com de religião, tá? Estou falando de princípios, por quê?
Speaker A
Eu fui convidada já, eu sou evangélica e eu fui convidada para dar uma palestra uma vez num centro de Umbanda.
Speaker A
E eu fui lá, porque eu fui falar das maravilhas, né, da criação de Deus, das abelhas, do mel, de saúde, de como isso pode ajudar as pessoas.
Speaker A
Qual o problema, né, de eu ir lá falar para pessoas que têm a religião diferente da minha, né? Para mim ali eh eu me senti muito bem. Quando terminou o o pai de santo me deu um abraço, falou: "Olha, ela é evangélica e em
Speaker A
momento nenhum ela perguntou: 'Olha, mas você é dessa religião, eu sou da outra, eu não quero, não vou me sentir bem'.
Speaker A
Ela veio aqui, nos ensinou e isso para mim é um verdadeiro amor de Deus, né? Me deu um abraço e olha aqui, que legal".
Speaker A
Né? Mas se se tem alguma coisa que para você não faz sentido, não se sinta obrigado, né?
Speaker A
Você também não pode estar se sentindo mal em estar em um lugar que para você ali, você sente que não é o seu chamado.
Speaker A
Às vezes é porque é para ser para outra pessoa, tá? Ouvi o cliente para saber se você está apto a falar do que ele vai pedir ou não.
Speaker A
Gente, isso é muito importante. Escutem o que a pessoa está falando, anotem para você não entregar uma coisa nada a ver. O cliente está te pedindo banana e você vai entregar abacaxi para ele. Isso é extremamente frustrante, coloca todo o
Speaker A
teu trabalho, a tua credibilidade em cheque tá? Então, escute. E se dentro daquilo que ele te pediu, você tiver apto, OK, você está preparado para isso. Se você não estiver, mais uma vez, indique um colega que esteja. Fala assim: "Olha,
Speaker A
disso eu não entendo muito, mas eu Eu um colega que eu conheço o trabalho que é sensacional, posso indicar ele para você? Não, tá?
Speaker A
Não é porque eu não quero fazer, mas é porque eu entendo que o seu evento, né, merece alguém que vai saber falar com propriedade. Então, se você quiser, eu vou te indicar esse outro colega e tá tudo certo, né?
Speaker A
Eh, crie uma planilha de custos. Então, assim, ó, ouviu o que o cliente quer, você consegue falar sobre isso.
Speaker A
Quanto que isso vai te custar? Tem muita gente que esquece que que tem o gasto com combustível, com pedágio, que tem uma certa depreciação ali do seu veículo, se você for utilizar, você vai percorrer muitos quilômetros, você gasta pneu, óleo,
Speaker A
né, os fluidos de de de freio, de tudo, que com o tempo vai provocar um desgaste no seu carro e que você vai gerar uma manutenção. Então, tudo isso você tem que colocar, né eh calcular ali mais ou menos para você
Speaker A
saber o quanto vai custar. Você vai ter que ir de avião para o lugar, não vai de carro, mas vai de avião, vai ter que pegar um ônibus, coloca os os custos.
Speaker A
Vai ter que se hospedar, vai ter que comer, porque é um evento o dia inteiro, um evento de dois, três dias, você tem que calcular tua alimentação, tua hospedagem.
Speaker A
Porque senão você acha que lucrou muito ali, vendendo o teu produto ou cobrando um x valor pela palestra, pela vivência, pelo curso, mas quando você vai ver, você ficou no negativo, você teve prejuízo, você gastou, né, [roncando] para
Speaker A
para trabalhar. Eh, feito também a planilha de custos, certifique-se de que a proposta está dentro da lei. Então, o evento, ele vai exigir que você dê nota fiscal?
Speaker A
Quando você vai prestar serviço para prefeituras, por exemplo, né, para o estado, para algum órgão governamental, alguma ONG, eles sempre pedem a nota fiscal.
Speaker A
Né, algumas instituições, é, particulares também. Ah, você vai levar a abelha para expor, abelha viva, tem que ter a GTA, guia de transporte, é, transporte animal.
Speaker A
Dependendo do seu estado, do seu município, você tem que emitir algumas autorizações. Então, faça tudo bonitinho, dentro da lei, para que ninguém venha aí com maldade, com uma inveja, te denunciar ou sem querer mesmo, você cai numa fiscalização
Speaker A
e acaba tendo problema, não consegue nem realizar o evento e ainda perde as abelhas né?
Speaker A
Né, perde aí o todo o teu trabalho que você preparou com tanto carinho. Conhecer o espaço físico é fundamental.
Speaker A
Então, se você puder ir pessoalmente até o local vá. Faça a medição, vê se vai caber ali tua mesa, tudo o que você tem para levar, se vai levar um acervo, seja o que for.
Speaker A
Conheça o espaço, verifique se tem tomadas, como que é a iluminação, um, uma série de detalhes ali.
Speaker A
Não tem como? Peça [tosse] para o dono desse espaço fazer um vídeo, fotos e te mandar para você ter uma noção, tá? Te mostrar as medidas ali, escrever para você saber se preparar direitinho.
Speaker A
E faça um contrato, gente. O contrato, ele protege ambas as partes, tá? Com uma clareza das atribuições de quem vai fazer o quê, porque às vezes, numa conversa, é, a pessoa entende que você vai fazer alguma coisa e você falou outra coisa completamente
Speaker A
diferente, aí chega no dia da maior confusão. Ah, mas você falou que ia ter tal coisa.
Speaker A
Tá? se você tem um contrato, você tá protegido ali, fala: "Não, olha, tava aqui no nosso contrato, tá vendo? Foi assim assim assim".
Speaker A
É até bom porque antes a pessoa lendo vai falar assim: "Olha, eu senti falta de tal item. Você você vai poder apresentar? Você vai poder falar sobre isso?" Aí você já alinha tudo antes com a pessoa, antes de do problema surgir.
Speaker A
Tá? Pra quem eu vou falar? Isso também é muito importante. Eh, são universitários, são pós-graduandos, mestres, doutores? Você vai usar uma certa linguagem, mais científica, mais acadêmica.
Speaker A
Você não vai usar essa mesma linguagem que você vai falar com doutores pra criancinhas de pré-escola, né? Pra um aluno do ensino fundamental, do médio.
Speaker A
Você não vai falar lá pra um adolescente que tá no terceiro ano do ensino médio do mesmo jeito que você fala pra pré-escola.
Speaker A
Ou pro EJA, que é educação de jovens e adultos, só porque eles estão lá na sei lá, no segundo ano da do ciclo inicial.
Speaker A
Mas ele não é criança, ele é um adulto, então o jeito de falar com ele também é diferente, mas ele ainda não tem eh, um um conhecimento ali, ele tá começando a entender, então é uma forma diferente de falar.
Speaker A
Você vai falar com a peonzada lá, informação de sipa? Você tem que ir se adequar à linguagem deles pra eles entenderem o que você tá falando.
Speaker A
É um público em geral? É misto? Tem pessoas com deficiência? Você vai precisar de um intérprete de libras ali, de repente?
Speaker A
Né? Tem que saber de tudo isso pra você conseguir se adequar àquilo que você pretende entregar. Tem alguns exemplos aqui que nós mostramos, né? Então, alunos aqui do oitavo, nono ano, mais ou menos, numa escola.
Speaker A
Aqui um grupo de escoteiros aqui da região do Alto Tietê, a gente mora. E aqui um evento que foi na Universidade de Mogi das Cruzes.
Speaker A
Que tinha um público misto. Mas uma boa parte de alunos de curso técnico e de faculdade também.
Speaker A
E aí também tem o como eu vou falar. Né? O A forma como eu apresento o trabalho também é diferente para cada público.
Speaker A
Então aqui ó, foi uma escola que a gente foi que tinha bebês de três a cinco anos. Então eu levei coisas lúdicas, né?
Speaker A
A gente leva um desenho. A gente leva as coisinhas ali para a criança tocar, mexer.
Speaker A
É. Fizemos pintura facial de abelhinha nas crianças. E eu levei um um joguinho. Onde assim, me deu um desespero, tá?
Speaker A
Porque eu nunca tinha falado para nenê de três anos. Eu falei: "Gente, o que que eu vou ensinar para bebê de três anos?" Então eu levei um um Mostrei para eles um joguinho, até tem no meu canal do
Speaker A
YouTube, onde vão aparecendo as abelhas e o nome delas, né? Então como essas crianças não sabiam ler, eu fui falando o nome.
Speaker A
Depois quando a gente foi para uma área externa da escola, tinha um pé de mirra florescendo, né? Era inverno, vocês podem ver que as crianças estão de blusinha de frio.
Speaker A
Então a mirra tava linda nesse dia, tava sol. E as crianças começaram a identificar.
Speaker A
As crianças olha a ápis, olha a jataí, olha a mirim, que eles Eles viram lá no vídeo, né? Que eu mostrei. Então a gente pensa assim: "Ah, é só porque é nenêzinho, né? Tem que é não vai saber?"
Speaker A
Pois eles estavam identificando, coisa que muito adulto não sabe fazer, eles estavam fazendo. Né? Aqui A gente tava no Congresso de no Combrapi de 2024.
Speaker A
Esse ano a gente também palestrou. É. Mas os meus filhos não foram, não puderam estar comigo lá presencialmente, né? Mas esse aqui foi muito legal porque os meninos também ensinaram algumas coisas referente a linguagens de sinais com as abelhas.
Speaker A
Eh, aqui uma apresentação de um trabalho científico, né, no congresso também. Aqui o Congresso Internacional de Apiterapia, né, que o próximo agora vai ser lá no Equador, mas para nossa sorte foi numa cidade aqui pertinho de casa, muito
Speaker A
legal. Então ali eh, já era um público mais formado por fisioterapeutas enfermeiros médicos né, o o e outros interessados em apiterapia. Já foi uma coisa mais científica, mais formal.
Speaker A
Outra coisa que é importante vocês saberem é o uso dos recursos que você vai precisar em relação ao espaço.
Speaker A
Então pesquisem. O espaço é o ar livre, como esse aqui, por exemplo, que foi lá no Sesc.
Speaker A
Eh, haverá interferência de ruídos externos? Então, sei lá, às vezes é um lugar que tá rolando um show, um evento grande que tem barulho de música, né? Você vai ter que se adequar para isso, para transmitir sua mensagem mesmo
Speaker A
no meio ali desses ruídos. Quantos visitantes estão previstos? Isso é muito importante você saber.
Speaker A
De repente você prepara eh 100 brindes e é uma exposição pequena, só para 20 pessoas. Você gastou dinheiro à toa, fez, né, sem, fez 80 brindes a mais.
Speaker A
Ou você leva lá uma quantidade de mel para vender e o evento sei lá, você leva 100 méis e o evento recebe 15.000 pessoas. Vai embora tudo no primeiro dia, você vai ficar sem nada depois, nem para vender,
Speaker A
nem para mostrar né? Então, planeja sempre quantos visitantes estão previstos para esse esse lugar onde você vai expor o trabalho.
Speaker A
Haverá uso de recursos audiovisuais ou não? Eles vão te fornecer mesa ou você tem que levar? Vão te fornecer um suporte, uma bancada, né?
Speaker A
Alguma coisa para você pendurar um banner? Nem aqui, ó, não tinha lugar para pendurar nada, né? Mas tinha as mesas que eles deram, então eu já sabia que eu ia ter que levar eh tudo isso e eh a a as
Speaker A
fotos, as imagens, eu ia ter que acomodar aqui em cima da mesa, porque não ia ter onde pendurar.
Speaker A
E lembrar também dos recursos, não só do que você vai mostrar para as pessoas, mas também dos recursos para a sua equipe, né? Então, eh água, fundamental, se não você passa mal ao longo do dia, já pensou? A pessoa
Speaker A
desmaiando ali com fome ou algo parecido, eh então leva água, alimentação, se vai precisar pagar transporte para esse pessoal? A exposição é ao ar livre, que nem a gente já expôs na praia de Bertioga, um sol danado em pleno janeiro, né?
Speaker A
Tinha que ter protetor solar, se não a gente ia ficar derretendo. Repelente, né? Vai que é um lugar cheio de mosquito, você vai ficar toda cheia de picada de borrachudo ali se coçando, você não vai nem nem lembrar
Speaker A
a mensagem que você tem que passar, né? Então se atentem a esses detalhes. Se você vai precisar levar um microfone e é interessante você usar uniforme, tá?
Speaker A
O uniforme, ele ajuda quem tá indo assistir a exposição a identificar que você é você, que você é a pessoa que tá lá para transmitir essas informações para elas.
Speaker A
Ah, então é muito importante criar essa identidade visual da sua marca. Eh, e faça uma formação prévia, ou seja, combina antes com a sua equipe, né, com você ou mais uma pessoa que você for, eh, ou com quem vai mediar ali,
Speaker A
intermediar a tua palestra, atuação, né, mas combina antes, né? Se for em equipe, divide o que cada um vai falar, para ficar umas falas organizadas, para um não ficar atravessando o outro na fala, só que todo mundo tem que saber explicar
Speaker A
todas as coisas, senão você fica parecendo a quinta série apresentando seminário na escola, né?
Speaker A
Agora eu falei a minha parte e o meu amigo vai falar a parte dele. Não, não é assim, tá? Eh, é uma história que vai continuando, assim que um acaba de falar, o outro já sabe que é a vez dele
Speaker A
e continua e e vai aquela história bonita assim, parar, deu uma dor de barriga em um, precisou ir no banheiro, o outro cobre essa parte e fala no lugar, sem problema nenhum, tá? Por isso que todo mundo precisa saber,
Speaker A
se ajuda, o outro deu uma escorregada, às vezes sem querer a gente fala alguma coisa errada, o outro vai lá e dá uma consertada, corrige, não deixa a informação ir errada, né, para a cabeça do do do cliente ou da
Speaker A
pessoa do do espectador ali. E assim você vai transmitindo sua mensagem. Use recursos o mais sustentáveis possível, tá? Então, eh, se nós somos abelhudos, nós temos que pensar no meio ambiente, né? Então, evitar, por exemplo, uma decoração ali
Speaker A
com isopor, com a colher descartável para dar a degustação do mel, essa é bem polêmica, mas a gente já já vou falar dela.
Speaker A
Eh, bexiga, né, balão de látex e outros materiais que não são recicláveis, que são prejudiciais ao meio ambiente, tá?
Speaker A
Eh, então, por exemplo, eu vou dar um exemplo aqui. Nós optamos pela embalagem plástica, ideal para alimentos, no nosso mel. Por quê?
Speaker A
Porque o vidro no Brasil praticamente não recicla. Assim, você pode faz o teste aí na casa de vocês, coloca o separa a reciclagem e e deixa lá uma caixinha com o plástico, com o vidro e vê qual que o catador vai levar. Eles
Speaker A
não levam o vidro. Por quê? Não tem interesse comercial. Então acaba que gera mais lixo. Então, o plástico, pelo menos, por mais que tenha um limite, ele é é, ele dá para ser reciclado, né? Então, é assim, é muito complicado, porque
Speaker A
no planeta tudo que a gente faz interfere. Se você tiver andando pelado, sem roupa, na mata, você já tá interferindo, porque de repente você tá pisando eh, em cima de um, de um bichinho que você acabou de matar, você tá pisando em
Speaker A
cima de uma da entrada de uma abelha que nidifica no chão. Então, assim, um, tudo que a gente faz, a gente interfere no meio ambiente, mas a gente tem que ponderar e ver que que faz é, é menos impacto, né? Então, por isso
Speaker A
que a gente optou assim. E uma outra coisa que a gente escolheu também é fazer a degustação de mel dessa forma aqui, ó. Então, eu tenho uma, uma pipeta aqui.
Speaker A
Tô colocando na mão, coloca uma gotinha na, na costa da mão da pessoa. Por que na costa? Porque normalmente é a parte que tá mais limpa, né? Então, pede para a pessoa higienizar a mão ali com o álcool em gel rapidinho.
Speaker A
Secou o álcool em gel, enquanto você tá explicando alguma coisa, a pessoa vai lá, degusta, né? E assim, eu evito o excesso de uso de colherinha de plástico. A colherinha de madeira, ela altera o sabor, tá? Ela dá um gosto diferente. Eu já já
Speaker A
testei a opção de colherinha de bambu. Também de de diminui a percepção, parece que ela rouba um pouco dos aromas do mel.
Speaker A
Eh, e aí, por que que a gente faz isso, né? Dá uma olhada aqui. Eu dei um fiz uma conta basiquinha aqui, né? Se eu pegar uma colher para oferecer uma degustação de quatro tipos de méis, para 100 pessoas,
Speaker A
em 12 eventos que eu for no ano. Então, ao ano, eu produzi 4.800 colheres para serem jogadas no lixo, vão ficar poluindo ali.
Speaker A
Né? Então, por isso a gente criou essa alternativa. Isso é um evento, gente, simplizinho que eu dei um exemplo, tá? Mas se você pega um evento de grande porte, como a Brasil Honey Show, por exemplo, que na primeira edição foram 50.000
Speaker A
pessoas. Agora, gente, eles já estão A gente participa todo ano, a gente já tá na quinta edição.
Speaker A
Já são mais de 100.000 pessoas ali. Imagina a quantidade de lixo que cada expositor vai gerar eh, oferecendo a colherinha de plástico.
Speaker A
Então, a gente tem que pensar bem, né, nessas alternativas. Quando você for mostrar o seu trabalho, também é ideal que você prepare uma sequência didática, ou seja, algo que tenha um começo, meio e fim, com fazendo sentido ali para quem tá
Speaker A
assistindo, tá? Se você joga tudo na mesa ali, ploft, de um jeito aleatório, você dificulta a compreensão do público.
Speaker A
Então, a gente já viu expositor, coitadinho que coloca, eh, tudo misturado, mas misturado mesmo, gente, na mesa, assim, não é nem nem faz uma pilha de cada um.
Speaker A
Eh, e aí tem Ali no meio tem sabonete, tem creme, tem mel, tem manteiga de mel, tem tudo.
Speaker A
[roncando] E a pessoa que olha aquilo, ela fica confusa, né? Então, quando você coloca em ordem, né? A pessoa até compreende o que você tá vendendo, o que que você tá oferecendo ali.
Speaker A
Eh, e lembre-se também, na hora de apresentar, que alguns termos comuns para nós, que somos meliponicultores, para os apicultores, não são comuns para todo mundo, tá? Então, você tem que explicar. Então, por exemplo, eu vou mostrar aqui uma
Speaker A
caixa inpa, né? Uma caixa, é um atrativo. Então, eu eu tenho que saber explicar para a pessoa o que que significa aquilo, tá? Porque nem todo mundo sabe os mesmos termos que a gente sabe.
Speaker A
Ah, provoque todos os sentidos, tá bom, pessoal? Eh, cada pessoa assimila melhor a mensagem de um jeito. Tem pessoas que são mais visuais, tem pessoas que são mais auditivas, outras são mais de tocar, outras, elas querem repetir o que você falou
Speaker A
para ver se elas estão entendendo mesmo. Então, eh, para cada pessoa, você vai ter que ter um jeito, eh, de tentar alcançar essas pessoas, tá?
Speaker A
Então, eu trago aqui alguns exemplos de paladar, por exemplo. Então, você vai fazer uma degustação de méis de abelhas nativas, né? No tato, deixa a pessoa pegar na iscapete, num hotelzinho de abelha solitária, um olfato, convida a pessoa para sentir
Speaker A
o cheirinho da cera mista, do gel própolis, né? Ou até o próprio aroma do mel.
Speaker A
A visão, né? Leva foto, leva lupa para a pessoa visualizar, para a pessoa enxergar ali. A eh, leva uma coleção entomológica, de repente, ah, audição, né? Fale em tom agradável.
Speaker A
Nem muito baixo. De modo que a pessoa não te escute, porque você tá falando muito baixo, e nem gritando, né? Como se a pessoa tivesse algum problema.
Speaker A
Que isso é irritante, né? Isso irrita, isso afasta o cliente. Né? Então, use um tom que seja agradável, né? Um tom de conversa ali com a pessoa.
Speaker A
Hã, emocione através da criatividade, tá? Então, além desses sentidos aqui, né? Provoque os sentimentos das pessoas também, né? Faz com que a pessoa se se emocione, usando aí a criatividade, uma surpresa.
Speaker A
Eu gosto muito de mostrar o trabalho dessa minha amiga aqui, que é uma bióloga, que se veste de sereia para fazer educação ambiental.
Speaker A
E ela tava oferecendo aqui uma palestra falando sobre abelhas e o ambiente marinho. Interessantíssima a palestra dela. E olha aqui como é que ela se apresenta?
Speaker A
Vestida de sereia. Vocês acham que é só as crianças que adoraram isso? Nada, [limpando a garganta] foi um monte de adulto lá depois tirar foto com ela. Foi uma sensação no no evento. O trabalho dela sempre onde ela vai,
Speaker A
ela chama atenção. Né? E quando você organiza assim, gente, é o utilizando todos esses sentidos, você também gera inclusão para pessoas com deficiência, porque de repente a pessoa é cega.
Speaker A
Né? E como é que vai fazer? Aí você só levou foto. E a pessoa cega. Então, você tem ali, às vezes, alguma coisa em 3D, né? Enfim, quando você provoca outros sentidos, você também inclui as pessoas com deficiência.
Speaker A
E, professora, se eu quiser organizar um evento de grande porte assim, né? Um grande encontro lá na minha cidade de meliponicultores, de apicultores.
Speaker A
Como é que eu faço para eu organizar? Aí você já não vai fazer mais sozinho ou só com a sua empresa, tá?
Speaker A
Aí eu até brinquei ali: encontre seu bando de loucos pelas abelhas. Porque, gente, é uma loucura mesmo organizar um evento grande.
Speaker A
Oi professor. Professor, lá em evento grande, agora vai ter um evento bem grandão aqui.
Speaker A
É mesmo, vai vir o código número um. [risadas] Então, o código número um, vocês têm que completar a frase que diz o seguinte: É errado dizer que o contrário de dormir é comer.
Speaker A
Então, a anota aí a palavra comer, OK? Obrigado. É, deixo vocês com esse código de comer aí, que quem não comeu ainda vai ficar com bastante fome daqui a pouco, que o Rubinho tá ali preparando as coisas já para mostrar
Speaker A
para vocês, viu? Deixar com bastante fome aí. É. Então, e por que que eu falo assim, um bando de louco pelas abelhas? Porque, gente, realmente é uma loucura, assim, né? Eu eu eu idealizei um evento aqui na na universidade onde eu me formei.
Speaker A
E eu realmente fiquei quase doida, assim, na semana. [risadas] Mas é muito satisfatório, é muito legal.
Speaker A
E essas pessoas aqui, né, que estavam no palco comigo, foram as pessoas que nos ajudaram eh na parte da organização mesmo, de botar a mão na massa, de divulgar, de fazer o marketing, de de chamar os meios de comunicação, né?
Speaker A
De rádio, de TV. Porque, assim, se quem não é visto não é lembrado, né? Então, você tem que você tem que divulgar o evento também, porque se você não divulgar não vai ninguém. É igual você fazer uma festa de aniversário e não
Speaker A
levar convite, né? É, então, ó, tem aqui o nome de todas as empresas que ajudaram a a organizar, né? Mas contando com expositores, com palestrantes, com outras pessoas, foram mais de 70 pessoas envolvidas na na frente do trabalho.
Speaker A
Tá? Organize esse evento com pelo menos seis meses de antecedência, tá? Não é uma coisa que você vai fazer de um mês para o outro, tá? Não é fácil, não é simples assim.
Speaker A
Crie uma identidade visual para esse evento, para se diferenciar dos demais. Envie os convites, tá? Então, para quem é que vocês querem que seja o público-alvo? Então, se é universitários, manda para as universidades.
Speaker A
Manda ali para quem vocês entendem que que vai ser interessante. É, a divulgação, como eu falei, estabeleça governanças, então, assim, o que cada um vai fazer, né? Então, você vai ser responsável é pela parte da da divulgação nas redes
Speaker A
sociais. O outro vai ser responsável pelo pelos crachás, pelos detalhes de mesa, de comunicação visual ali, de de setas indicando onde vai ter cada palestra, né? O outro vai ser responsável por receber os expositores, o outro para organizar o café.
Speaker A
O outro vai ficar no credenciamento, né? Então, se cada um tiver sua tarefa bem definida, né? No dia não vira uma confusão, porque senão fica tudo em cima só da pessoa que idealizou e a pessoa não vai dar conta de fazer
Speaker A
tudo, tá? Então, se cada um sabe muito bem a sua função, gente, o o evento fica redondinho, tá?
Speaker A
Fica bonitinho. E, ó, cuidem com o horário tá? É é é meio é bem desagradável quando o evento começa muito mais tarde, assim, você chega a ficar lá quase uma hora esperando o evento começar, né?
Speaker A
Então, cuida desses detalhes com antecedência para você também honrar quem chegou no horário, né? E e o compromisso que as pessoas têm depois disso também, né?
Speaker A
Às vezes a pessoa tem lá um aniversário para ir, tá com o filho que deixou na casa de alguém para ir poder assistir às palestras, as oficinas e você fica deixando isso tudo muito atrasado, é chato para as pessoas, né? Então,
Speaker A
cuida também do horário, tá? Eu deixo aqui algumas sugestões para vocês né? De temas abelhudos, então, você pode, de repente, organizar uma exposição de fotos, né? Uma foto só de ninhos naturais, de macro, de espécies diferentes, de meliponários
Speaker A
pela cidade ou no campo, de inimigos naturais, por que não colocar foto dos inimigos naturais das abelhas também, né? Das situações que matam as abelhas, então, a abelha que morreu lá no agrotóxico, que morreu por causa do fumacê na cidade, por causa de uma
Speaker A
queimada, por causa de uma maldade de alguém, mostra isso também, é conscientizar, nem tudo precisa ser bonitinho, precisa ser romântico. Às vezes as pessoas têm que ter um choque ali de realidade, né?
Speaker A
É Pode ser desenhos, pinturas, artesanatos, os produtos derivados das abelhas, né? Um evento de alimentos e bebidas, eu sei que recentemente teve lá no sul um evento de hidromel, gente, um congresso só de hidromel, olha que tudo, que chiquíssimo, né?
Speaker A
Ah um evento sobre plantas, sobre sementes melitófilas então né? Tem muitos temas aí que vocês podem colocar e que envolvam abelhas, né?
Speaker A
Então, aqui, ó, um exemplo. Aqui, ó, são ecobags e panos de de prato, pano de copa, né?
Speaker A
Com pinturas de abelha. Inclusive esse da capibelha aqui eu comprei. [risadas] Aqui é um artesão que faz mandalas, chapéus, é, porta celular, outros artigos em crochê que parecem com abelhas.
Speaker A
Tem aqui também o trabalho da nossa Carol Matos, muito querida, assim. É, e ela faz cosméticos incríveis, tá? Ela faz bálsamos labiais, sabonetes, cremes, esfoliantes, de massagem, muito muito legal o trabalho dela. A Eloana, a esposa do professor Sigui também, também
Speaker A
já tive a oportunidade de testar os produtos da Eloana, são maravilhosos. Aqui a gente, é, tem o nosso saudoso amigo Tiagueira.
Speaker A
É, pra quem leu o meu livro aí, gente, é, vocês podem ver lá na capa que tá escrito arte Tiago Sampaio, tá? O Tiago Sampaio é esse daqui, ó. Ele é um gênio que fez os desenhos, né?
Speaker A
E toda a parte ali de artística mesmo, de capa do livro, tudo. Infelizmente ele, é, já faleceu, né?
Speaker A
Mas o legado dele ficou aqui. Ele ainda fala sobre as abelhas através da arte que ele deixou, não só no livro, mas de uma série de outros trabalhos que ele fez com ilustração também. Ele é responsável pela logomarca de muitos meliponários
Speaker A
por aí, é, de restaurante, tem um restaurante que trabalha com conceito com abelhas, ele que fez a arte também.
Speaker A
Então é assim, gente, quando a gente transmite, é, dependendo da forma como a gente transmite a mensagem, né? A a nossa vida se eterniza ali.
Speaker A
Mesmo que a gente não estiver mais aqui, mas a gente ainda tá falando do nosso amor que a gente tem pelas abelhinhas.
Speaker A
Aqui é um evento na cervejaria, numa cervejaria, né? Que a gente tem a nossa marca, temos duas cervejas com mel.
Speaker A
Na época que ainda só tinha uma nessa foto, mas agora já tenho duas. Essa daqui é uma cerveja de limão siciliano, laranja, gengibre e mel.
Speaker A
E eu tenho uma outra cerveja de pão de mel, que leva as especiarias do doce, né? Do do do pão de mel.
Speaker A
Ah, pimenta da Jamaica e o nosso mel. Então, aqui a gente sabia que um motoclube e uma turma ia ter show de rock.
Speaker A
Então, o que que a gente fez? Colocou aqui, ó, sachezinho do mel dentro de uma caneca de chopp.
Speaker A
Eh, a gente colocou algumas placas explicando mel ajuda a prevenir ressaca. Pergunte-me como, né? Então, as pessoas vinham mesmo perguntar e e compravam o mel para evitar ficar de ressaca. A gente explicava, ó, se você beber água e tomar uma colherada de mel, vai
Speaker A
ajudar. Claro que com moderação. A gente ia orientando e explicando, né? E e foi muito bom porque a gente vendeu bastante, apesar de ser um evento assim meio totalmente fora, né? Do conceito de de abelha em si.
Speaker A
Aqui é o stand do nosso amigo Gaia, né? O Robson Gaia, que inclusive, gente, ele dá um curso de sommelier de mel, tá?
Speaker A
Muito legal o curso dele. Eu acho, a última vez que eu vi tinha mais duas vagas ainda. Vai ser agora no final de novembro o curso dele.
Speaker A
Passar no stand dele, gente, é uma experiência, não precisa de mais nada. Só o que você prova de mel, ó, que você vê aqui, ó, o mel preto, preto, preto.
Speaker A
O outro branco, né? Eh, isso aqui de de abelhas exóticas, né? Da Apis. E depois você faz toda experiência com as abelhas nativas, que também vai desde do mais escuro até o mais clarinho. É fantástico passar no stand dele. Vocês tiverem
Speaker A
oportunidade, né? De de ver o o abelha nativa em algum evento, vão lá fazer essa degustação porque é uma viagem pelo Brasil, literalmente, em forma de mel.
Speaker A
É, aqui, gente, nós fizemos da nossa casa, tá? Da minha casa aqui, um espaço de educação ambiental. Então, com agendamento prévio, nós recebemos famílias, recebemos grupos, né? De pessoas que visitam tanto o nosso meliponário urbano como vem a parte teórica também sobre as
Speaker A
abelhas tá? É, aqui aquele que eu falei para vocês em Bertioga, né? A Feira de Artes e Aromas da Mata Atlântica em Bertioga.
Speaker A
Então, a gente levou a proposta mostrando as abelhas que ocorrem naturalmente na Mata Atlântica.
Speaker A
Aqui é numa escola, tá? É, que era sobre jardins, né? Abelhas e jardins. Aqui o tema era Brasil e África. Então, a gente fez a conexão é, falando das abelhas africanas, né? As abelhas africanizadas que foram trazidas aqui para o Brasil,
Speaker A
falou das abelhas sem ferrão daqui e das abelhas sem ferrão que existem lá também.
Speaker A
Do hidromel que nós temos aqui com os povos tradicionais indígenas e o hidromel africano que também existe.
Speaker A
Então, olha só, uma temática aparentemente nada a ver, né? Brasil e África. Vou falar o quê sobre abelhas? Tem. Tem conexão.
Speaker A
Sempre tem conexão abelhuda, gente. É só vocês pensar, estudar um pouquinho que vocês acham aí como se encaixar nos eventos.
Speaker A
Aqui foi no Instituto Federal eh de São Paulo, no campus Suzano, tá? Onde nós também levamos essa proposta de falar a diferença entre abelhas eh sociais e abelhas solitárias na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Speaker A
Dia Mundial da Criatividade, né? Nós falamos, nós fizemos uma viagem no tempo com as abelhas, né? Nós explicamos aqui eh várias coisas e como a apicultura e a meliponicultura evoluiu ao longo do tempo com as criações humanas.
Speaker A
Ah, Brasil Honey Show, onde nós recebemos grupos de crianças para visitar o meliponário que tem lá no shopping, no shopping de Botucatu.
Speaker A
Para quem vive falando aí que abelha não dá dinheiro, saibam que o dono do shopping de Botucatu fez a fortuna dele com abelhas, tá?
Speaker A
[risadas] Basta saber como fazer. Eu não sei ainda, tá, gente? Assim, se eu soubesse, eu também já teria meu próprio shopping, mas que tem como tem.
Speaker A
Se deu para uma pessoa, né, que veio ali da simplicidade, como é a história dele, né? Eh quem tiver disposto aí a percorrer esse caminho também né? Pode fazer fortuna, quem sabe.
Speaker A
[suspirando] Aqui eh Associação Novo Rumo em Atibaia. Nós falamos com jovens que têm necessidades educacionais especiais, então jovens com paralisia cerebral, síndrome de Down, eh e outras eh eh condições genéticas, né? Outras condições aí neurodivergentes, inclusive com o nosso livro, né? Então
Speaker A
aqui essa moça, ela tá apresentando o nosso livro para os outros. Eh para para os outros as famílias que estavam ali assistindo.
Speaker A
Ah, aqui o encontro de meliponicultores em Santos, onde nós fizemos o lançamento do livro. Aqui foi uma corrida de rua.
Speaker A
Essa galera que tá aqui é a turma da Suzano Vôlei, tá? Eh, na Suzano Vôlei, inclusive, a gente tem muito orgulho de falar que aqui na nossa cidade nós temos, Rubinho, são quantos agora que tem na seleção de
Speaker A
vôlei brasileira? São dois ou três? Dois né? Dois dos jogadores da nossa cidade eles estão também na seleção brasileira.
Speaker A
Né? E degustando o mel aqui e entendendo qual a importância do mel para quem pratica atividade física.
Speaker A
Aqui um evento eh, chamado Meta Day, na Fatec e Etec. Aqui um evento grande, onde as mulheres empreendedoras da cidade aqui de Suzano estavam falando.
Speaker A
E aqui, gente, olha só, é uma a eh, uma açaíteria que a gente fez parceria, tá?
Speaker A
Inclusive, a gente vai tá mostrar uma das receitas que a gente fez parceria lá, que a gente testou, né? E lá eles colocaram um hotelzinho de abelha e tem todo um trabalho também que foi feito explicando sobre a importância
Speaker A
das abelhas para polinização do açaí, da castanha, né? Do mel e de outros acompanhamentos que vão no açaí.
Speaker A
Tão vendo só como a abelha, gente, tá em tudo? Né? Outra forma de expor o seu trabalho é nas redes sociais, então você fazendo aí o seu Instagram, o seu canal no YouTube, né? Para quem tem paciência de usar. Eu
Speaker A
ainda não, eu ainda não me atrevi, né? Mas o TikTok, tem o TikTok também, o pessoal tá me cobrando isso, não não em algum momento eu vou entrar ou não.
Speaker A
É, mas é interessante também, né? Você não vai entrar no TikTok lá para ficar fazendo dancinha besta, lógico. Você vai falar sobre abelha, vai falar sobre seu trabalho, vai fazer live de vendas, é uma forma, né?
Speaker A
É, você pode criar um e-book, você pode criar o seu livro, quadrinhos, né? Isso é, calendários permanentes, agendas também são jeitos de mostrar o seu trabalho, né? A gente tem é, um calendário, eu tenho até ele aqui, ó. Deixa eu ver
Speaker A
se, não sei se eu tô aparecendo aí na tela para vocês, mas se estiver, vocês vão ver aqui, é um calendário do meu amigo Sidney Cardoso, fotógrafo maravilhoso que trabalha também fazendo o resgate consciente de abelhas, vespas e outros
Speaker A
polinizadores. E aí ele tem esses calendários, né? Muito legal. Ele faz posteres, banners, fora o livro dele que é sensacional também, que é o Abelha Cores e Vida.
Speaker A
Então assim, gente, é, cada um tem o seu jeito de expor. Tem gente que não leva muito jeito para vídeo, mas leva jeito para escrever.
Speaker A
Não escreve muito bem, mas tem um olhar ali para fotografia sensacional, né? O outro, é, já gosta mais de, de um teatro, por exemplo. O outro gosta de música, então vai fazer uma música sobre as abelhas, vai, então gente,
Speaker A
deixa a criatividade fluir aí na mente de vocês, tá? Ó, programa de rádio, então são coisas aqui que nós já participamos, tá?
Speaker A
É, aqui foi, é um programa que tem na Rede TV, Miados, é, Latidos e Miados, Miados e Latidos TV. Eles vieram aqui conhecer nossa casa, aqui foi um podcast que a gente fez.
Speaker A
Aqui também, a a foi o dia que eu falei: "Mãe, eu tô na Globo", [risadas] que a gente saiu numa reportagem, num programa eh, que passa nos sábados à tarde, então assim, você vai, você vai recebendo convites, conforme o seu trabalho for crescendo,
Speaker A
você vai recebendo convites para aparecer também em outros lugares, né? E levar essa mensagem, gente. Vai atingindo o máximo de pessoas que vocês conseguirem conscientizar.
Speaker A
E aí, depois de eu falar tudo isso, pode ser que alguns de vocês já estejam meio agoniados, falando assim: "Caramba, quanto detalhe, quanta coisa, né?" E aí, eu uso uma frase que eu sei que o professor sempre fala nas aulas dele,
Speaker A
né? Que dizem que a natureza é perfeita, mas a natureza não é perfeita, quando ele mostra ali, eh, algumas falhas na postura da, das rainhas, por exemplo, né?
Speaker A
Que a gente vê até aqui nessa imagem, né? Olha o rio aqui, vê se o rio corre retinho, igual o ser humano que vai canaliza né?
Speaker A
Não, ó, gente, o rio aqui, ó, serpenteando aqui, todo torto, para lá, para cá.
Speaker A
Olha aqui os vegetais, ó, não é tudo padronizado, tudo do mesmo tamanho, né? Tem um raminho aqui, outro ali, outro.
Speaker A
Então assim, se a natureza, se tudo que é natural não é perfeito, por que que nós devemos exigir a perfeição de nós mesmos, para começar, né?
Speaker A
Você ficar assim, eh, exigir o, o perfeccionismo, ele é uma forma disfarçada de procrastinar, de deixar para depois aquilo que você deveria estar fazendo agora, tá? Que nem, a minha casa aqui, eu tenho um sonho de ter um espaço,
Speaker A
né? Grande, onde eu possa receber muitas pessoas turísticos tenho mas eu posso fazer isso, isso agora?
Speaker A
Não. O que que eu posso fazer? É mostrar na minha casa. Então, eu tomo cuidado com quem eu vou receber aqui, obviamente, né? Mas eu abro a minha casa, eu transformei minha casa num espaço de educação ambiental. É perfeito? Não, as
Speaker A
pessoas passam por dentro da minha lavanderia para chegar até o meliponário. Mas saem daqui querendo ser meliponicultores, querendo salvar as abelhas, consumindo mel, né? Se tornando consumidores ali é assíduos e defendendo a nossa causa.
Speaker A
Então, é isso, gente. Não fica esperando depois que tiver tudo perfeito começar, porque nunca vai estar perfeito, tá?
Speaker A
E aí, eu deixo a lição para vocês de permitirem-se viver as conexões extraordinárias, tá? Aqui é quando a gente começou, tá bom? Primeiro convite que nós recebemos para ir presencialmente, ó, vocês podem ver que ainda tinha o a exigência do uso
Speaker A
de máscara, né? Para sair na nas ruas. Nem tínhamos uniforme, nem estávamos preparados. Quando a pessoa me chamou, eu falei: "Mas eu não estou pronta, eu não sei, eu nunca, a gente nunca falou assim".
Speaker A
"Ah, estão prontos sim, porque eu vejo o canal de vocês, vocês falam bem e vem aqui, vem falar".
Speaker A
Fomos. Deu certo. Aqui é o nosso primeiro vídeo no no nosso canal do YouTube, né? É, no Conexão Abelhudos.
Speaker A
Também é o nosso jeitinho, ó, sem uniforme, né? Tudo muito simples, não é o áudio da melhor qualidade, nem a imagem da melhor qualidade, mas a gente começou, Aline.
Speaker A
Aqui é o primeiro dia, né? Quando eles começaram a vender, que eu falei ali dos potinhos de mel, ó.
Speaker A
Também não tinha uniforme, não sabiam falar. Aqui nesse cartaz que eles imprimiram estava escrito "sabor, mel sabor eucalipto, sabor silve". A gente nem sabia usar o termo correto, né? Que é mel da florada de eucalipto, da florada silvestre.
Speaker A
A gente nem sabia, mas a gente foi aprendendo no no no percurso, né? Cometemos um monte de erros, corrigimos o erro, né? Tivemos a humildade de falar: "Olha, eu já falei isso daqui, mas era errado, tá? Não é assim que funciona".
Speaker A
É. Porque a gente também tem que admitir quando erra, a gente não é perfeito, como eu disse ali, né? Mas não deixar a pessoa é com a informação errada.
Speaker A
E aqui, ó, depois quando a gente já tava lá mais uniformizado, né? Mais prontinho, uma embalagem já com a própria identidade visual. Vocês vê que aqui a gente não tinha nem rótulo, pessoal, ó.
Speaker A
Ó como é que começou. Mas aqui, ó, já começou a levar saúde para as pessoas. Estávamos na pandemia, todo o mundo precisando de saúde, as pessoas com sintomas gripais, querendo se prevenir, né? E foi assim que a gente ajudou as pessoas,
Speaker A
né? E continua ajudando. Hoje, nossa embalagem, nós conseguimos o SIF esse ano, né? Então a gente pode comercializar o mel para o Brasil inteiro, inspecionado, aprovado pelo Ministério da Agricultura.
Speaker A
Mas tudo tem um começo, né? [limpando a garganta] E aqui, é, eu deixo uma frase de um livro milenar de sabedoria, né? Que diz que o fim das coisas é melhor do que o seu início.
Speaker A
E o paciente é melhor que o o orgulhoso, né? Então, tenha paciência com você mesmo, você tá no trajeto, você tá aprendendo, as pessoas estão aprendendo também, estão começando a conhecer o seu trabalho.
Speaker A
Quando alguém desconfiar de você, gente, a desconfiança é natural, tá? Porque é, no Brasil cerca de 70% dos méis são falsificados. É natural que o cliente chegue em você e pergunte: "Mas seu mel é de verdade mesmo?" "Ah,
Speaker A
mas essa abelha é sem ferrão mesmo?" Porque todo mundo vê notícia de abelha ferruando, das pessoas, né, em pânico, até morrendo.
Speaker A
Então, ele não tá desconfiando de você, ele tá tentando entender, né? Então, tenha essa paciência.
Speaker A
E um dia, ó, essas criancinhas aqui, começando, mal imaginavam que o mel delas ia servir um rei, tá? Esse aqui foi um rei que visitou a nossa cidade, né, soberano do reino de Bailundo, no sul de Angola.
Speaker A
Esse rei, ele participou de um banquete feito com a chef Carol Galindo, aqui da minha cidade.
Speaker A
E ela usa o nosso mel, nós aqui que fornecemos o mel que vão nos nos pratos, né?
Speaker A
E ela preparou uma salada feita com o mel da gente aqui. Então, olha só, quem diria, né, que um dia um rei ia comer algo que a gente produz.
Speaker A
Né? E mas aí eu falo assim: "Poxa, é o rei, mas tirando o rei, quan- quantos reis e rainhas da sua casa ali, da sua família, quantas crianças, quantas pessoas tiveram essa oportunidade também, né? E hoje vivem com mais saúde, com
Speaker A
mais sabor a sua mesa, porque a gente quis começar, mesmo sabendo que não éramos perfeitos e que nunca seremos.
Speaker A
Tá? Então, encerro aqui com muita gratidão para vocês. Para quem ainda não segue, ô, pessoal, me segue lá no Conexão Abelhudos, no meu Instagram, tá? O nosso YouTube.
Speaker A
A gente deixou um legado lá, já não é, faz mais sentido para a gente ficar postando todo mês, igual a gente postava, mas tem bastante informação interessante, tem bastante coisa bacana para vocês aprenderem, mas no Instagram a gente
Speaker A
está lá todo dia, tá? Tem aqui o meu e-mail, se precisar tirar alguma dúvida, tem o meu WhatsApp também.
Speaker A
A gente fica aí à disposição de vocês. E agora a gente vai para segunda parte da aula.
Speaker A
Nós vamos fazer as coisas ao vivo. Vem cá Rubinho. Esse aqui é o Rubens.
Speaker A
Tudo bem, gente? Sou o Rubens. Conta um pouquinho [roncando] sua história aí para eles.
Speaker A
Sou Rubens, atualmente eu tenho 17 anos. Sou filho da Vanda, né? Tenho dois irmãos, o Fabrício e a Júlia.
Speaker A
E desde pequeno eu sempre gostei bastante de cozinhar. É, eu gostava de ficar brincando com aquelas panelas de de criança, sabe?
Speaker A
E aí, é, minha mãe percebeu esse sonho e tudo mais. E eu queria fazer, né? Eu comecei a a gente começou a empreender e tudo mais.
Speaker A
E depois de um tempo eu achei um curso de gastronomia para crianças. E aí eu me interessei por esse curso.
Speaker A
E eu falei para minha mãe: "Mãe, posso fazer? É, posso fazer, né?" Aí ela falou: "É, eu vou pagar e tudo mais".
Speaker A
E aí com o dinheiro da venda do mel, dos produtos, eu consegui pagar para fazer esse curso. Claro, é uma meus pais me deram uma ajuda, eu sempre tinha o reforço deles, podia contar com com eles.
Speaker A
E é isso. Eu Foram dois anos, né? Foram dois anos de curso. E eu aprendi algumas receitas nesse cursos e outras eu consegui, é, aprender e fiz algumas receitas aqui que eu vou mostrar para vocês hoje. São algumas receitas, né? É, tanto doce,
Speaker A
tanto salgado, que vocês vão aprender a fazer hoje. Vamos lá, gente? Porque é assim, quando a gente ouve falar de receita com mel, principalmente com mel de abelha nativa, é, é tudo muito gourmetização, né? É assim, aquelas coisas dos grandes chefs,
Speaker A
da alta gastronomia. Então às vezes a gente pega um livro e tem lá pedindo um é um presunto Parma com queijo da cabra da montanha do Tibete, você fica assim: "Meu Deus do céu, onde que eu vou achar
Speaker A
esses ingredientes? As coisas caras, não sei, não sei nem onde vende isso, né?" Então as coisas muito complexas. E o nosso objetivo aqui com essa aula agora é desgurmetizar.
Speaker A
Não que o mel de abelha nativa não tenha que ser gourmet, tem que ser sim, tem que estar lá nos restaurantes da alta gastronomia, mas ele também tem que estar na mesa do brasileiro de forma simples, né? É
Speaker A
de forma que que seja você consiga fazer ela no dia a dia. Por isso que as receitas [limpando a garganta] são são simples, são bem básicas para você conseguir fazer elas no seu dia a dia, na correria do dia a dia,
Speaker A
para você conseguir usar o mel de uma maneira todo dia. É, e orientar os seus clientes também, tá? Porque é a primeira coisa que a pessoa pergunta, né? Mas é como é que eu onde que eu uso esse mel? Como que eu
Speaker A
posso usar esse mel? Então aqui a gente vai dar um norte mais ou menos para vocês conseguirem dar essas dicas também para os clientes de vocês.
Speaker A
Tá? Uhum. É, agora, professor, eu vou sair daqui que eu estou no computador e vou entrar pelo celular, porque eu vou ter que ficar mostrando aqui para o para o pessoal. Eu vou vou ficar me movimentando agora.
Speaker A
Tá? Tá bom, tá bom, eu espero aqui. Até daqui a pouco. Saí. Entrei. Ô, Júlia e Fabrício, se puder Bom, vou esperar então aqui a a volta dela, né?
Speaker A
E assim, ela vai pegar o o para ficar filmando ali a, as receitas ali ao vivo.
Speaker A
Eu espero que vocês [suspirando] já tenham jantado, porque senão vai dar muita vontade de vocês comerem, ok?
Speaker A
[risadas] Ó, já voltou. É. Daqui o Fabrício vai dar uma ajuda também. Tem horas que eu vou filmar, tem horas que ele vai filmar.
Speaker A
Tá? O Rubinho tá se paramentando aqui, tá colocando a toquinha. Lembrando sempre que quando a gente for lidar com alimentos, ter as boas práticas, usar o utensílio limpinho, lava a mão, unha curtinha, se for mulher sem esmalte, né? Porque às vezes também tem gente que
Speaker A
vai querer produzir algum produto alimentício para vender, então sempre ter as boas práticas é interessante. Até aconselho vocês, se se tiverem oportunidade de fazer pelo Senar, pelo Sebrae, por alguma instituição aí, existe até de forma remota, cursos de boas práticas na produção de
Speaker A
alimentos, tá? É, mas tem, tem que ser curso de entidade reconhecida, por isso que eu falei do do Senar, né?
Speaker A
É, do, do Sebrae, porque tem certos eventos que quando você vai levar alimento, eles exigem que você apresente um certificado atualizado de boas práticas, tá?
Speaker A
Então, é uma dica também que eu deixo aí para vocês. E nós vamos começar agora com uma bebida né?
Speaker A
Ô Vanda, só um pouquinho. Tem como virar, eu não sei se dá para virar o celular, eu acho que fica melhor.
Speaker A
Assim? Vira aí. Não, daí tem que mudar lá para retrato, não? Pera aí. Pera aí que meu celular é meio chatinho, mas ele vê se foi.
Speaker A
Sim, sim, agora sim. Sim. Agora [risadas] eu vou tentar virar a câmera aqui, Porque senão não vou conseguir mostrar.
Speaker A
Ah. Não era esse, né? Ele travou. Saiu. Todo ano, gente, todo ano é a mesma história.
Speaker A
Agora foi. Agora vocês estão vendo aqui a cozinha, né? Uhum. Sim sim. Estão vendo?
Speaker A
Sim? Sim, dá para ver. começar aqui. Com um drink, gente, ele é sem álcool, mas vocês podem fazer a versão com álcool também, usando o gin, mas esse aqui é sem álcool tá?
Speaker A
Os ingredientes vão ser, é, água com gás. Esse aqui é o fruto das abelhas, né? É o extrato de própolis azul, da abelha mandaçaia.
Speaker A
Essa abelha, é, esse aqui é lá de Santa Catarina. Ele só acontece em condições muito específicos lá na Mata Atlântica.
Speaker A
Vai ter o mel de Jataí, de mandaçaia smith, na verdade. Esse é o mel de mandaçaia smith.
Speaker A
E também um Isotônico. Isotônico. Isotônico. Ela é uma bebida que vai ficar azul, tanto por causa do própolis azul, tanto por causa do isotônico.
Speaker A
A gente vai começar pegando um pouquinho da da água com gás. E vai colocar um pouquinho aqui.
Speaker A
Colocar mais. Logo em seguida, a gente vai pegar a própolis azul. E vai colocar algumas gotinhas.
Speaker A
Gente, é incrível, ela fica azul mesmo, muito legal de ver. Colocar um pouquinho mais para dar para dar cor.
Speaker A
Uhum. Tão vendo? Ela já tá começando a ficar um pouquinho azulada. Agora a gente vai vai partir pro mel de mandaçaia smith.
Speaker A
Nesse caso eu vou pegar aproximadamente uma colher de chá. E o legal desse mel, gente, é porque quando você usa o mel de ápis pra drinks, ele é muito viscoso, então ele é ele é difícil de misturar no drink. Mas
Speaker A
quando a gente usa o mel de abelha nativa, ele dissolve melhor, né, na na água, então fica mais simples.
Speaker A
Uhum. E agora a gente vai pegar um pouquinho de isotônico. Mais. Uhum. E aí ele vai ficar um pouquinho mais azulado.
Speaker A
Uhum. E faça assim, tá pronto o primeiro drink. Uhum. Muito bom. Saúde e sabor.
Speaker A
[risadas] Agora a gente vai pro próximo, que é um patê de ricota com o mel de borá.
Speaker A
Aqui ó. Essa aqui é a ricota. Eu vou pegar meia ricota. Vou triturar um pouquinho, se desfazendo aqui no triturador.
Speaker A
Pra quem tem um mixer aí ou um processador, quem não tiver pode fazer no liquidificador.
Speaker A
Ou também, é, na manualmente mesmo, assim, esmagando com um garfo, né? Também dá pra fazer.
Speaker A
Agora a gente pega meia caixinha de creme de leite. E vai jogando e misturando.
Speaker A
Uhum. Pronto. Os tomates, eles já estão lavados e cortados também. E vai dar um pouquinho de cor pro nosso patê.
Speaker A
Agora, esse aqui é opcional, é uma pimenta. Essa aqui é uma pimenta caseira. Ela é bem forte, então eu vou pegar só um pouquinho, eu vou colocar algumas gotinhas nele.
Speaker A
Senão ele fica bem forte mesmo. Mas a pimenta, ela é a gosto. Se você quiser colocar mais, se você quiser colocar menos, se você não quiser colocar, fica a seu critério.
Speaker A
E agora nós vamos pegar um pouquinho do mel de borá. Esse mel, ele costuma harmonizar com queijos e pratos mais salgados.
Speaker A
Esse tantinho aqui. Vou colocar um pouquinho mais. E agora, gente, é só bater. E é importante a gente falar também que os méis das abelhas sem ferrão, eles são mais utilizados para finalizar pratos ou para pratos que não precisem
Speaker A
ir ao fogo, né? Sim. Porque quando mistura, eh, principalmente com coisas lácteas, ele tende a desandar um pouco, né? Agora, quando você usa só na finalização, eh, você não perde ali, você mantém uma boa parte dos aromas dele, né?
Speaker A
E agora vai fazer um pouquinho de barulho. Vamos dar uma verificada. Olha como ficou.
Speaker A
Tem, tem um tomatinho que ainda ficou ali mas Uhum. já dá para já dá para entender bem o conceito como é.
Speaker A
Coloca ali, ó, vai servir com uma bolachinha, com pão. Uhum. Uhum. E um truque para ficar bem bonito o seu prato, para você conseguir enfeitar, você vai pegar um tomate e um alecrim.
Speaker A
Vai colocar o tomate aqui. E o alecrim aqui. Fica muito chique. Olha só gente.
Speaker A
Aí ó, já pensou receber seus convidados aí ó. Com um. Né? Esse pratinho aqui, muito perfeito pra petiscar.
Speaker A
Uhum. Falando em petisco, vamos falar de outro petisco que é muito bom também, que é a pipoca.
Speaker A
Ela é uma pipoca com mel e e leite Ninho também. Uhum. Nesse caso aqui, a gente tem uma pipoqueira já.
Speaker A
E eu vou jogar essa quantidade pequena aqui de milho. Aqui dentro. [roncando] Coloca a tigela primeiro, se não vai voar. Já voa com a tigela, sem tigela então.
Speaker A
Aqui a gente tá fazendo na pipoqueira gente, pra ser mais prático de mostrar na aula, mas você pode fazer na panela mesmo tá?
Speaker A
Uhum. Enquanto tá fazendo a pipoca ali, a gente vai mostrar outra receita. Aham. Vamos fazer o abacaxi com mel.
Speaker A
Nesse caso, a gente já tem o abacaxi. A gente cortou ele perfeitamente no meio.
Speaker A
Uhum. E a gente cortou dessa maneira aqui. E aí vai ficar os pedacinhos. É. O jeito de cortar gente, ó, você vem com a faca.
Speaker A
Aqui embaixo, em toda lateral do abacaxi, no meio. E depois corta assim, então fica fácil pra quem vai se servir.
Speaker A
Dele tá? Vai fazendo assim. Olha lá. Entendeu? Tá mostrando como é. Depois. Vai cortando os pedacinhos.
Speaker A
E termina cortando no meio. Certo. E aí? A gente vai usar o mel de tiúba nesse aqui.
Speaker A
Esse mel, ele só acontece, ele é uma dessa abelha. É do Maranhão. É do Maranhão.
Speaker A
Vamos lá. Nesse caso aqui. A gente vai pegar uma colherzinha, uma colher e vai jogar por cima assim, ó.
Speaker A
Vai jogar um fiozinho. E agora, a gente vai pegar um um limão. Recomenda-se pegar um limão de uma casca grossa, porque a gente vai usar as raspas do limão dele.
Speaker A
Vai pegar um raspador. A pipoca já ficou pronta. Pronto. Vai pegar o raspador e vai raspando por cima.
Speaker A
Isso aqui, gente, fica uma delícia, porque o mel, o mel da tiúba, ele é bem docinho, né? Você pode fazer com mel de ápis também, se não tiver na sua casa.
Speaker A
E aí ele quebra um pouco daquela acidez do do abacaxi, fica delicioso. E o limão dá o toque final, assim, tanto de visualmente, porque fica bonito, como fica gostoso, gente. Chegou uma visita surpresa, assim, não tem uma sobremesa, alguma coisa assim para
Speaker A
servir, faz um desse que é sucesso na certa. E agora, você vai pegar uns palitos de dente e vai colocar em cada pedacinho.
Speaker A
Já deixa pronto para a pessoa se servir, ó. Uhum. Prático, gente, tudo prático. E aí, como você cortou daquela maneira, ele já vai estar mais solto o abacaxi.
Speaker A
E é só você pegar o um pedacinho e se servir. Uhum. Gente, olha que esse menino já jantou hoje hein?
Speaker A
Eu vou engordar [risadas] de tanto comer. Fica uma delícia. Para esse, relembrando, a gente utilizou o mel de tiúba.
Speaker A
Uhum. Voltando para a pipoca, ela já ficou pronta. Uhum. E a gente, para essa aqui, a gente vai usar o mel silvestre.
Speaker A
Ele combina um pouquinho com a pipoca. É, esse é o mel de ápis, tá? Não é da abelha sem ferrão.
Speaker A
Porque precisa ser um pouquinho mais viscoso. Pra dar certo. Se você colocar o mel de abelha nativa, nessa receita não vai funcionar.
Speaker A
Porque aí a pipoca vai ficar murcha. Tá? Então deu uma mexida ali na pipoca.
Speaker A
Coloca um pouquinho mais de mel. E aí, o objetivo gente é que fique bem, bem cheio de, de mel mesmo na pipoca.
Speaker A
Uhum, é pra ele ficar bem grudento, por isso que tem que ser um mel viscoso. Porque a gente vai pegar o leite Ninho agora e vai despejar por cima.
Speaker A
Ó, o leite em pó, aí se quiser pegar a colherinha Rubinho pra mexer. Uhum.
Speaker A
Que que vai acontecer? O leite em pó vai grudar nesse mel, ó. [roncando] Olha que delícia.
Speaker A
Sem, se você quer uma coisa mais fit, você pode usar o whey protein também.
Speaker A
Uhum. Tá, também também dá certo e fica muito gostoso. Também fica bom. E aí, o mel, ele vai, é, o mel vai fazer com que o leite Ninho grude na pipoca. Então não vai ser aquela pipoca que vai ficar caindo toda
Speaker A
hora migalha no chão. Ela vai ficar mais grudada no, na pipoca e aí é só comer.
Speaker A
Ai gente, essa aqui, até eu vou comer agora. E se quiser finalizar também, pra dar um, um toque que vai ficar especial, pegar a raspa do limão e colocar aqui, a gente vai colocar também.
Speaker A
Gente, nunca mais vocês vão querer comer pipoca doce de outro jeito. Ficou muito gurmezona.
Speaker A
Com a raspa de limão e Se você tiver aqueles cristaizinhos de laranja, sabe, laranja cristalizada?
Speaker A
Quiser colocar no meio também. Pra quem gosta fica uma delícia. Dá uma mexidinha. No caso aqui ficou um pouquinho de, um pouco raspas de limão, se você quiser colocar mais, pode colocar.
Speaker A
E perfeito. E aí partiu Netflix. Com pipoca abelhuda. Uhum. E agora a gente vai pra uma receita clássica que eu gosto bastante de fazer, uma receita que eu aprendi no curso, é, e eu adicionei mel na, nela, que deu super
Speaker A
certo. Essa é a manteiga de ervas com mel. Vem cá. Uhum. Pra isso a gente vai, vai pegar um bowl, um bowl, uma tigelinha, vai pegar uma manteiga.
Speaker A
E vai precisar também de algumas ervas. Nesse caso aqui a gente está usando a cebolinha.
Speaker A
Salsa né? A salsa, pode ser. E também o manjericão. Nesse caso aqui é o manjericão roxo.
Speaker A
Uhum. Pra otimizar as coisas eu já deixei eles, eles picados aqui. Aqui tem a salsa, o manjericão e e a cebolinha.
Speaker A
Você vai pegar a manteiga e vai colocar algumas colheres de manteiga aqui. Aí pode, não precisa ser uma quantidade exata, pode ser a quantidade que você vai usar mesmo, se você vai pretende receber muitas pessoas em casa, você usa uma maior quantidade. Se você
Speaker A
quiser fazer só pro fim de semana, pra você conseguir curtir você pega uma quantidade menor. Fica a seu critério também.
Speaker A
Você vai pegar as ervas e vai [limpando a garganta] jogar aqui. Vou colocar um pouquinho de orégano também, que dá um saborzinho, fica excelente.
Speaker A
Você vai pegar também meio limão. [limpando a garganta] E vai se espremer ele na manteiga.
Speaker A
E agora, o mais importante, nós vamos usar o mel da tubuna. É outra abelha sem ferrão.
Speaker A
Vamos colocar se a manteiga com sal ou sem sal. Com sal. Com sal. É é é é bom que seja com sal, mas é isso.
Speaker A
Agora a gente vai pegar duas colherzinhas do mel e vai jogar aqui. Acho que até três, se se duvidar.
Speaker A
E aí você vem e mistura essa manteiga. A gente já fez, inclusive, é para vender, a gente é estava fazendo um curso que era uma semana a numa semana uma parte do curso, né?
Speaker A
Depois de 15 dias foi outra parte do curso. E aí a gente levou, era um café colaborativo, né? Um café coletivo, a gente levou essa manteiga.
Speaker A
O pessoal, não, eu quero para comprar. Não, mas eu ensino a fazer. Não, mas eu não quero fazer, eu quero comprar.
Speaker A
Aí tudo bem. Aí a gente é ensinou a pessoa a fazer, é mas não quis, quis comprar. A gente levou vendeu né Rubinho?
Speaker A
Uhum. Ainda ganhou um dinheirinho com ela. Então é uma receita que vocês podem fazer, de repente, também. Aqui, ó, gente, deixa eu mostrar um detalhe.
Speaker A
Como a gente tá no meio da aula, não dá tempo de ficar batendo muito, mas o ideal é que vocês batam bastante ela. Às vezes se você tiver até um mixer, pode ser também, para que esse limão absorva bem na
Speaker A
manteiga. O limão ali tira um pouco daquele gosto meio meio remoso, assim, da né? De que tem em toda a gordura mesmo, assim.
Speaker A
Então ele deixa mais agradável [roncando] ao paladar. Fica muito bom. E aí, uma dica, né? Eu transferi para um para um um uma tigelinha melhor.
Speaker A
Você vai pegar um pedacinho de papel e vai passar nas bordas. E aí, você vai limpar elas. Vai ficar bem mais apresentável.
Speaker A
Você vem e dá essa limpadinha. E aí, você serve. É Você serve com uma bolacha para você passar ela.
Speaker A
Uhum. Para finalizar, [limpando a garganta] eu vou usar uma folhinha de manjericão e vou colocar ela aqui em cima.
Speaker A
Certo. E agora? Agora vem. Pega [risadas] um petisco da sua preferência. Passa bastante. E Uhum.
Speaker A
E amanhã academia em dobro. [risadas] Ficou uma delícia. É muito bom essa manteiga. Uhum.
Speaker A
Inclusive, é tem uma história, né, dessa manteiga. Uhum. Da É Como eu disse, eu gosto bastante dessa receita. É uma das primeiras receitas que eu aprendi a fazer.
Speaker A
E tem uma é uma participante do MasterChef do MasterChef, do programa, né? A Juliana Nardelli.
Speaker A
Nardelli. Que ela também é durante a o seriado, a gente foi vendo que ela também usava produtos de abelha sem ferrão.
Speaker A
E aí, a gente conseguiu ter contato com essa com a Juliana Nardelli. E a gente se encontrou lá em Balneário Camboriú, em Santa Catarina para gravar um um um vídeo junto para o canal dela.
Speaker A
É falando sobre as manteigas é justamente dessa receita, da da receita da manteiga de ervas e mel.
Speaker A
Uhum. Depois de um tempo, a Juliana Nardelli lançou um livro. Esse livro aqui. As 50 receitas dos meus primeiros 50 anos.
Speaker A
E aí, a gente viu o livro e a gente viu que a receita da manteiga de dessa manteiga de ervas com mel tá no livro.
Speaker A
É uma uma grande honra pra gente, né? Quem não conhece o trabalho aí da Juliana Nardelli é fantástico, assim. Ela ensina a fazer várias receitas tanto com mel como sem mel também, assim.
Speaker A
E é uma influencer muito bacana aí de Santa Catarina também. Uhum. Tá? Super humilde, super acessível. É uma pessoa aí que de repente, se vocês até convidarem pra um evento, se ela tiver na agenda, ela topa, viu, gente?
Speaker A
Uhum. E agora nós vamos pra um prato salgado. A gente falou bastante de coisas doces ou então de petiscos. Vamos pra uma coisa salgada.
Speaker A
Eu tô falando do molho de mostarda com mel. Nesse caso, a gente vai usar uma mostarda, azeite e o mel novamente da abelha borá.
Speaker A
Também vai utilizar meio limão. Aí você pega um bowl. Abre a mostarda, né? [risadas] Coisas ao vivo, gente.
Speaker A
A gente abre, então um pouquinho difícil, foi? E aí vai colocando a mostarda aqui.
Speaker A
E aí você vai pegar uma colher de azeite de oliva. Uma colherzinha e solta.
Speaker A
Também vai utilizar uma colher do mel da abelha borá. E aí é a mesma coisa, se você precisar fazer mais molho, você aumenta as proporções.
Speaker A
Uma colher do suco de limão também. Não precisa espremer o limão inteiro, tá, gente? É só Só um pouquinho do suco.
Speaker A
[limpando a garganta] aproximadamente uma colher aí. Agora é só vir e misturar. E mexer bastante, pode mexer Rubinho, paciência.
Speaker A
E o legal é que esse molho aqui, ele serve para salada. Ele serve para você colocar em frango, por exemplo, você quer assar um frango, ele vai fazer aquela crostinha, igual frango de padaria, sabe?
Speaker A
Ele fica bem dourado também. É, se você quiser adicionar uma páprica defumada, quiser adicionar um açafrão, [limpando a garganta] né? A cúrcuma, fica muito gostoso também.
Speaker A
Carne de porco fica sensacional. E ele pode ser um molho de churrasco também. Você quando tiver pronto, você usa um um pincelzinho desse assim, ó.
Speaker A
E aí você vai pincelando. Em cima daquele franguinho, de um queijo coalho no churrasco, fica uma delícia, gente. Ele é bem versátil assim.
Speaker A
É que no caso agora a gente tá, não tem um um frango para demonstrar, né? Mas acho que é fica bem fácil de entender.
Speaker A
Você vai pegar um pincelzinho e pincela pelo frango inteiro. E aí no final, né? Depois, se você colocar antes dele assar, ele vai dar aquele aspecto mais dourado e ele também vai ficar bem crocante.
Speaker A
Uhum. E é isso. Agora a gente vai para outra receita que é é a batata doce com mel.
Speaker A
Por incrível que pareça, gente, combina muito né? Fica uma delícia. Ela é um pouquinho mais fitness também, né mãe?
Speaker A
Sim, batata doce, pessoal que que quer emagrecer aí, que faz dieta, gosta de usar, né?
Speaker A
Uhum. Então, a gente vai deixar ela em forma de chips, tá? Então, quem tem habilidade de cortar fininho, corta fininho, quem não tem, pode usar um desses cortadores Pode ser só um pouquinho?
Speaker A
Uhum. E a gente vai colocar aqui na air fryer. Deixa eu liberar o espaço aqui.
Speaker A
Ó. No caso, elas vão ficar nesses formatinhos aqui de rodela. Eles são bem fininhos.
Speaker A
E aí também vai ficar bem crocante. Uhum. Nós vamos usar a air fryer, mas se você não tem air fryer, pode fritar mesmo, tá? Numa fritadeira normal.
Speaker A
E a dica é você espalhar elas pela air fryer, né? Porque aí elas não vão ficar elas juntas, elas separadas, elas ficam mais crocantes também.
Speaker A
Uhum. E aí, enquanto a air fryer faz o trabalho dela. vai trabalhar, coloque 10 minutos a 180º, 200º, e vai checando aos poucos. Conforme vai passando o tempo, você vai checando ela para ver se fica, se já tá crocante, se
Speaker A
tá no nível que você deseja. Que aí não corre risco de queimar também né?
Speaker A
É, também não corre o risco de queimar. Uhum. E agora, é, enquanto essa aí vai fazendo, vamos partir para o último prato, que é a sobremesa.
Speaker A
É um sorvete de cupuaçu com mel, mel de jataí e pólen. E a ganache de chocolate, né?
Speaker A
E a ganache de chocolate também. Vamos começar com a ganache? Vamos começar com a ganache.
Speaker A
No caso aqui, já tem alguns pedacinhos de chocolate, e você vai colocar no micro-ondas de 15 em 5, de 15 em 15 segundos para ela derreter.
Speaker A
Então, você vem e coloca 15 segundos. Enquanto isso, separa uma meia caixinha de creme de leite.
Speaker A
Sabe aquela caixinha de que a gente usou na, no creme de ricota? A gente usou meia caixinha. A gente vai usar o resto dessa caixinha para fazer a ganache.
Speaker A
Deu os primeiros 15 segundos. Mexe um pouquinho, pega uma colher para você mexer. Quem não tiver o micro-ondas ou não gosta de usar o micro-ondas, também pode derreter esse chocolate em banho-maria.
Speaker A
Aí espera. Enquanto espera, você pega um drink, um drink não sei por que está azul, né, gente?
Speaker A
Aí você vai, vai tomando um pouquinho. E quando ficar pronto, você vem, pega e dá uma outra mexidinha.
Speaker A
Está quase ficando no ponto que a gente quer. Acho que mais uma ou duas vezes e ele já vai estar bom para fazer o ganache.
Speaker A
Vem cá, coloca mais 15 segundinhos e espera. E dessas receitas que a gente está mostrando para vocês, pessoal, é, a gente está dando a sugestão aqui de qual mel de abelha nativa usar, mas vocês podem ir fazendo os testes aí na casa de vocês com outras
Speaker A
espécies também, com a com a espécie que você tem aí no seu meliponário, né? Com a abelha que ocorre aí na sua região.
Speaker A
Aqui, chegou no ponto que a gente quer, derreteu, a gente vai pegar o creme de leite e vai jogar aqui.
Speaker A
Aí vai misturando, misturando. Até chegar no ponto que esteja bem homo homogêneo. Hum, põe mais perto da luz aqui para o pessoal ver.
Speaker A
Que na câmera é que está. Aham. Gente, improviso, gente, não é estúdio profissional de cozinha não, é na cozinha da nossa casa.
Speaker A
Uhum. No caso aqui eu acabei usando um pouquinho mais de de creme de leite do Deixa eu continuar mexendo para você enquanto você pega o creme de açúcar.
Speaker A
Enquanto isso eu vou passar uma outra receita aqui. Uhum. Posso passar uma receita aqui?
Speaker A
Pode. é a seguinte. A receita é a seguinte. É borrachudo não é ave. É o código número dois aí para o pessoal.
Speaker A
Borrachudo não é ave. A v e, ave. Obrigado. Aqui ó. Uhum. Chama. Aqui Falta colocar o mel ainda.
Speaker A
Uhum. Esse é do mel. Vamos pegar o mel que já tá aí. Esse mel aqui foi a gente mesmo que produziu.
Speaker A
Não, esse é no Esse é Pera aí, gente. O que vai na ganache é é esse.
Speaker A
É, verdade. O que vai na ganache é o mel silvestre. Vamos colocar um pouquinho.
Speaker A
E vamos misturar de novo. Misturado? A gente vai pegar uma taça. Essa taça aqui, ela tá com algumas frutas. Tá com uva, tá com kiwi, tá com manga.
Speaker A
É opcional. Você pode colocar frutas ou não, você pode colocar por cima também, como a gente vai fazer daqui a pouco. A gente vai colocar amoras por cima.
Speaker A
Uhum. Vai com a fruta da sua preferência, né? Uhum. Você vai pegar o a taça e vai pegar o uma colherzinha assim e vai jogando nas laterais.
Speaker A
Vai fazendo um movimento meio esférico, meio circular com a mão. Que aí ele vai grudando direitinho aqui, ó, nas laterais do copo. E aí vai ficar aquele desenho bonito que a gente vê nas lanchonetes, que a gente vê no,
Speaker A
em vitrine, no cardápio. Fica muito bom. Tá vendo? Fica muito legal. Agora, esse aqui é o nosso cupuaçu.
Speaker A
Vamos pegar uma bola bem generosa e colocar na taça. E mais uma. Vamos pegar um pouquinho mais do ganache e colocar para ficar bem chocolatudo.
Speaker A
Ficar bem gostoso. Pegar mais uma bola. E é hoje que a dieta foi por água abaixo.
Speaker A
Uhum. [risadas] Perfeito. Mentira, gente, eu não tô de dieta não. Ela vai ficar assim.
Speaker A
E agora, é agora que entra o mel de jataí. Uhum. Vamos pegar novamente mais uma colherzinha.
Speaker A
Isso aqui é a gosto. Você pode colocar mais, você pode colocar menos. Uhum. Tanto faz a quantidade.
Speaker A
Usa como uma calda mesmo, em vez de usar aquelas porcarias de calda açucarada, cheia de corante, cheia de açúcar que faz mal para saúde, né? Usa o mel de abelha nativa. E assim, gente, o creme de cupuaçu harmoniza
Speaker A
muito, muito mesmo com o mel de jataí. Porque os dois eles são azedinhos, né?
Speaker A
E a harmonização, ela se dá ou por coisas muito diferentes, ou por coisas muito iguais.
Speaker A
No caso, como o cupuaçu e o jataí são os dois azedinhos, eles harmonizam. Essa é a receita que a gente desenvolveu lá naquela açaíteria que eu falei para vocês, que eu comentei com vocês.
Speaker A
Fica assim, gente, de dilatar a pupila dos olhos, viu? E agora para finalizar, além do mel, você vai pegar o pólen.
Speaker A
Caso esse aqui não é o samburá, tá gente? É o pólen apícola mesmo. E você vai polvilhar um pouquinho por cima assim.
Speaker A
Tá vendo que bonito fica? Uhum. E aí a gente vai pegar agora as amoras que eu falei.
Speaker A
Essas amoras aqui que foram polinizadas pelas abelhas aqui de casa. A gente tem um pé de amora aqui em casa e a gente tem as abelhinhas com também, né?
Speaker A
E cresceu essas amorinhas aqui. E a gente vai colocar aqui no nosso cupuaçu. Eita.
Speaker A
Não parece coisa de cardápio, gente? Olha que delícia. Uhum. Fica muito bom. Só desfrutar.
Speaker A
Vou até pegar com uma amora aqui, ó. Aqui tá o nosso pólen, o mel já tá aí, um pouquinho da nossa ganache e a amora.
Speaker A
Acho que comeria um 1 L disso aqui facilmente. Muito bom. E agora, enquanto a gente tava aqui fazendo o nosso sorvete de cupuaçu, a nossa batata doce ficou pronta. Vamos lá ver um pouquinho.
Speaker A
Uhum. É o chips. Vamos colocar elas Opa. No prato. Elas deram uma torradinha. E agora a gente vai pegar o mel de borá novamente.
Speaker A
Ou você pode usar qualquer outro mel que você quiser também. Com o mel de ápis fica uma delícia, tá?
Speaker A
Uhum. É. Ele fica bem crocante assim, bem, bem diferente, bem gostoso, pessoal. No caso o mel de umbu do Pará ele harmoniza, mas os outros méis também harmonizam. Aí é uma questão de preferência mesmo.
Speaker A
Cuidado que tá quente. Fica uma batatinha chips. Uma delícia. Ao invés de você pegar um Ruffles pra comer, você pega uma batata doce com mel, que ela é saudável, vai mel.
Speaker A
É uma delícia, é muito bom. E é crocante também. Bem crocante. Uhum. E eu acho que foi tudo, não é?
Speaker A
Sim. Por enquanto é isso. Se Por enquanto a gente tem essas receitas pra mostrar pra vocês, gente.
Speaker A
Muito obrigado por terem prestado atenção. Espero que vocês, é, consigam reproduzir elas em casa. Se vocês tiverem uma dúvida, se ficou alguma dúvida de como fazer, só mandar pra gente, a gente vai responder e a gente vai ir sanar as suas
Speaker A
dúvidas pra você conseguir fazer essas receitas na sua casa. E se fizer, tira uma foto e marca a gente lá no Instagram, né? Conexão Abelhudos.
Speaker A
Marca a gente lá, a gente até responde nos nossos stories também. A gente consegue ver que a gente tá conseguindo levar nossa mensagem, mensagem adiante, a gente tá conseguindo trazer, é, o melhor das abelhas pra vocês.
Speaker A
Tá bom. Agora a gente vai sentar ali pra tirar as dúvidas de vocês. Só vou voltar a câmera.
Speaker A
Agora voltou certinho. [sino] E bem no tempo. Bom, é então. Pessoal aí tá com problemas aí, pelo visto.
Speaker A
Como assim? Muitas receitas boas, eles tão passando fome agora. [risadas] Deixa eu ajeitar. Bom, eu vou projetar as, perguntas que eu que eu achei aqui.
Speaker A
Aí vocês vão respondendo. Primeiro vai ter aquela parte mais da organização, depois vai mudar então para a parte da culinária, ok?
Speaker A
Uhum. Vou deixar só você aí na imagem. Se eu estiver fazendo ah atividade, palestra de forma voluntária, a emissão de nota fiscal traz algum benefício futuro para a entidade realizadora em captação de recurso para esta entidade?
Speaker A
Não, porque se é voluntário você não pode cobrar. E se você não cobrou, não tem nota para emitir, né?
Speaker A
Eh, referente à emissão de nota fiscal da palestra voluntária, é possível não pagamento de encargos, impostos, etc?
Speaker A
Não, como eu disse, né? Eh, se é voluntário não tem cobrança, tá? Aí não precisa emitir nota fiscal.
Speaker A
É só para quando você cobra. Essa foto da sereia está pequena, não vejo o rosto. Conheci uma do Rio de Janeiro, só sei o nome artístico, Carla Tentem. É ela?
Speaker A
Não, essa essa é o nome artístico dela é a Sereia Lutyen, o nome dela é Camila.
Speaker A
Ela é daqui da região do Alto Tietê, de São Paulo. Eh, veio repi eh não sei se aqui a pergunta está diferente, né?
Speaker A
Tenho um evento de grande porte, tem financiadores. Quem são no conceito? Realizadores, apoiadores? Quem entrou como palestrante é realizador ou apoiador? Já que ele não estava na organização.
Speaker A
Peraí, vamos responder isso por partes. [risadas] Tá? Eh, primeiro você pode pedir doação. Então pode entrar pessoas que vão fazer a doação. Quem vai fazer a doação é um apoiador, né?
Speaker A
É um financiador, no caso. Pode deixar a pergunta aí, professor, para mim entender parte por parte.
Speaker A
Tá. Quem entrou como um palestrante, gente, é ele não não é realizador porque realizador é quem tá trabalhando ali para organizar, é inclusive é quem convidou o palestrante.
Speaker A
Ah, então, por exemplo, eu vou participar de um evento agora em Piracicaba, né, que é um meliponário chamado Abelhas Piracicaba, do senhor Carlos.
Speaker A
O senhor Carlos é o realizador, é ele que vai lá, conversa com a prefeitura, que cede o espaço, ele convida as pessoas para irem, né, para para expor.
Speaker A
É, a palestra é voluntária, então, ele é o realizador, tá? Ele é quem realizou.
Speaker A
Então nós somos os apoiadores, é quem tá indo lá oferecer algum conhecimento, alguma exposição, a venda de um produto, tá?
Speaker A
Sobre evitar isopor, o que fazer com os criadores que usam caixa de isocom? É da preferência, né, de de cada um, assim. É, eu não vou criticar a pessoa porque é, a gente tá falando de um uso de forma desnecessária,
Speaker A
tá? Então, por exemplo, vou fazer uma abelhinha de isopor para enfeitar meu stand ou ensinar as crianças a fazer uma abelhinha de isopor na escola e que depois vai ir tudo para o lixo, né?
Speaker A
É, a caixa é para abelha, diz o professor, até onde eu conheço, ela leva uma misturinha de cimento ali e ela dura, né? Forever ali.
Speaker A
Se não, né? Dura muito, por muito tempo. Então, é um material interessante de você usar nesse sentido.
Speaker A
Tá? Quando eu falei sobre procurar os usos mais sustentáveis, assim, mais adequados, eu falei mesmo dessa coisa de, de de, usar o que não, não precisa, sabe?
Speaker A
Não é necessário. Poderia, por gentileza, me indicar um própolis azul pra comprar? Ah, eu acho que a Eloana tem, não tem, professor?
Speaker A
É, a Eloana não, não é que a gente, a gente tem um fornecedor, né? A gente conseguiu com um fornecedor.
Speaker A
É, com a esposa aí do professor Zig e a que a gente usou aqui é do nosso amigo aqui de São Paulo, o Ferrão Apicultor.
Speaker A
Ele, ele que conseguiu fazer o registro, né? Ele conseguiu ter o registro do SIF.
Speaker A
Então, é, vocês também podem tentar entrar em, lá em contato com, com ele no, no Instagram, Ferrão Apicultor. Aí fala que assistiu sobre essa própolis na aula, mas com o professor aí tá mais acessível, né? Tá mais fácil de
Speaker A
conseguir, que é a esposa dele que, que tem. É, professora, vamos ter acesso a essas receitas?
Speaker A
Ai, só assistindo a aula de novo, né, Rubinho? Não tem. O Rubinho até, ele até tava escrevendo um livro, gente, mas ele ele entrou numa escola muito puxada do ensino médio, muito, muito, muito assim.
Speaker A
Tá em fase agora de preparação pré-vestibular, pré-Enem. Então, o livro, ele deu uma pausa, né? Para um Tive que adiar porque é muita coisa para fazer, não dá conta de fazer todas as coisas ao mesmo tempo.
Speaker A
E é isso, acho que as receitas só no próximo ano mesmo. É, isso se a faculdade também não É.
Speaker A
Mas uma hora sai, gente. Uhum, uma hora esse livro vai sair. ah. [risadas] Vocês usam mel de uruçu amarela em suas receitas?
Speaker A
Ah, eu, eu amo mel da uruçu, eu sou suspeita de falar, assim. Aí, eu gosto muito de, de cortar a tâmara no meio, corta a tâmara no meio, tira o caroço, coloca um morango, umas gotinhas de laranja e o mel da
Speaker A
uruçu, para você ver que delícia que fica. Muito bom. Repete o nome do livro da Juliana Nardelli, por favor.
Speaker A
Ah, tá. É, inclusive, ela tá com uma promoção agora em novembro, que eu vi ontem no story dela, que quem pedir agora em novembro, é, o envio é por conta dela, tá? É o, o, o frete aí vai sair grátis.
Speaker A
São as 50 receitas dos meus 50 anos. Gente, é, é uma delícia o livro, viu?
Speaker A
Muita receita boa. Em cada receita aqui. Ah, é. Pelo amor de Deus. Não só de, de mel, tá? Mas é receita de, de, de tudo mesmo, assim, bem prático para a gente fazer em casa e pode uma masterchef, né?
Speaker A
Uhum. 50 tons de mel, é isso. Aham. [risadas] Gostei, gostei. Qual era a potência do micro-ondas ali que você usou?
Speaker A
Eu acho que ela tá na média. Mas chocolate assim, gente, chocolate é meio inimigo do, do calor, né?
Speaker A
Então, se puder usar até É potência baixa média melhor. É na média, Rubim. Tá calibrado para média.
Speaker A
Envia por Sedex? Agora eu não sei do que está falando. Eu acho que é da manteiga.
Speaker A
Não sei se era da manteiga. [risadas] Ah, eu não sei se tá falando da da da receita, do livro.
Speaker A
Se é da cerveja, nem mostrei para vocês a cerveja, né? Ó. A cerveja a gente envia pela Shopee, ó.
Speaker A
Essa aqui é a de pão de mel que eu falei. Ó. E essa aqui é a de limão siciliano com laranja e gengibre e mel.
Speaker A
A renda de vocês vem das abelhas, produtos das ASF? Vocês têm outras fontes de renda?
Speaker A
Sim. Eh, ela a gente tem sim, eu e meu esposo, a gente tem outra profissão.
Speaker A
Eh, mas é de no meu caso é meio período. No meu do meu esposo são quatro dias por semana, é que ele trabalha eh 12 horas por dia, quatro dias por semana.
Speaker A
E aí de vez em quando tem umas folgas, umas coisas assim, que é quando a gente consegue eh, realocar para participar dos eventos.
Speaker A
Mas ela já tá quase empatada. A renda do do nosso trabalho, né? No Nós somos funcionários públicos.
Speaker A
Com a renda da empresa, já tá assim empatando. Quando a gente conseguir dobrar, acho que a gente sai dos nossos empregos, aí fica só com a Casa das Abelhas.
Speaker A
Ela estava falando cerveja mesmo. E falando nisso, vai ter sorteio? [risadas] Ai, gente, olha, eu fiz ano passado e não foi uma experiência legal, por quê?
Speaker A
Pra eu mandar pelo correio, saiu mais caro do que a cerveja mesmo, assim. Então eu eu prefiro não fazer, porque aí ai, ficou um climão tão chato, assim, o rapaz não gostou muito, sabe?
Speaker A
E como ela tem um custo mais alto, pra gente também pagar o frete, tudo, aí fica meio complicado, pessoal.
Speaker A
Mas lá na na Shopee vai ter agora no dia 11/11 aquela promoção de frete grátis, de cupom, de um monte de coisa, de repente vocês conseguem pegar ela num preço mais barato.
Speaker A
Sim. É, essa questão aí de mandar pelo correio, essas coisas que tem líquido, né? É problemático aí pelo pelos correios.
Speaker A
Hoje É. Hoje eles nem pegam mais, né, esse tipo de coisa. É, então, eu fiquei sabendo que não também. Eu não sei, né, porque como a gente é assim, a gente vende presencialmente nos eventos, as pessoas também buscam
Speaker A
aqui na minha casa, quem é cliente recorrente encomenda, a gente tem parceria com restaurantes também que né, que faz parte do do cardápio de de restaurante.
Speaker A
É, e o e-commerce é pela Shopee mesmo, então a Shopee é que se encarrega do do do frete, de tudo, então pelo correio, assim, é é muito pesado, muito puxado.
Speaker A
E eu não confio muito não se chega inteira pelo correio. Bom, aqui as perguntas acabaram.
Speaker A
É então, eu vou passar aqui o código número três. Eh. Já falou com o seu botão hoje?
Speaker A
[risadas] Eu falo com os meus botões de vez em quando né? E o código, então, é: você já falou com o seu botão hoje? Né? Tem um espaço aí, o código. Botão.
Speaker A
Né? Então, para chamar o elevador é no botão também né? Elevador elevador. [risadas] Piada antiga essa aí.
Speaker A
Bom eu Eu quero agradecer, então, a participação de vocês, né? Nós estamos aí na na reta final. Eu eu queria lançar o o edital amanhã, né, para Mas eu não recebi a resposta da do gabinete né?
Speaker A
Para lançar o edital do próximo curso já. Eu queria lançar amanhã, mas se não der amanhã, sexta ou semana que vem, mas ele tá aí na boquinha da do forno saindo né?
Speaker A
Então, eh, vamos ver se ano que vem, né, podemos contar de novo aí com essa turma bem animada aí, né?
Speaker A
Nós sim. Eh. Eu vou, então, permitir que vocês façam as suas considerações finais. Ah, gente, eh, a nossa mensagem é isso, né? Que vocês eh, não guardem, né, o conhecimento aí, né?
Speaker A
Transborda, como a gente ensinou. Né? Apliquem essas receitas em casa. Não esquece de marcar a gente lá no Instagram.
Speaker A
Tá bom? Marca aqui se você tá assistindo essa aula, tira um print aí da tela.
Speaker A
Marca a gente lá também, que isso é uma forma de ajudar a gente, de apoiar nosso trabalho porque lá, tudo o que a gente entrega é gratuito, né? A gente grava conteúdo todo dia, né? Ou no story, ou reel, ou ou feed,
Speaker A
de graça para todo mundo ali. Então, é uma forma de apoiar para que a gente consiga depois ser convidado aí para os eventos e ir vender nossos produtos e continuar eh não só ajudando a nossa renda, mas ajudando as famílias
Speaker A
também, ajudando as pessoas a terem mais saúde, né? Levar mais sabor aí para a sua mesa.
Speaker A
O brasileiro, ele consome cerca de duas colheres de mel por ano. É muito pouco.
Speaker A
É muito pouco. E 67 L de refrigerante. Olha que absurdo. Refrigerante é uma bebida açucarada, que faz mal para a saúde, que tira o cálcio dos ossos, né?
Speaker A
67 L per capita é a média assim. Tem algo errado. Tem algo errado com os nossos hábitos.
Speaker A
Cabe a nós mudarmos o hábito das pessoas né? Então, que a gente possa inspirar aí.
Speaker A
Quando vocês postarem, quando vocês fizerem a receita e postar, vocês estão deixando outras pessoas com vontade, querendo comer o mel também, querendo ter eh essa opção mais saudável aí, né?
Speaker A
Ajudem. Vocês vão estar ajudando outras pessoas também, não só se ajudando. Tá bom? Obrigada mais uma vez.
Speaker A
Tá? E fiquem com a gente aí. Só chamar a gente lá no WhatsApp, no Instagram, que a gente vai ter o prazer de de falar com vocês.
Speaker A
E ó, quem não eh conseguiu comprar o livro lá na primeira aula, eu vou abrir hoje de novo, mas só para as 10 primeiras pessoas, tá?
Speaker A
Eu só vou conseguir para os 10 primeiros hoje. E aí eu envio também ainda essa semana.
Speaker A
Fechou? Beijo. Tchau, até mais. Então, tá aí, né? Tá aí o Eu espero que vocês tenham gostado dessa aula né?
Speaker A
E que a gente possa também levar essa mensagem sempre adiante. Lembrando que amanhã, então, nós teremos nossa aula, independente da, se houver suspensão aqui. O rio está subindo bastante aqui, já tem vários pontos interditados.
Speaker A
Vários alunos que não poderão vir, nem servidores. Mas né? É de qualquer forma, como eu estou em casa, a não ser que falte energia, né?
Speaker A
Mas se tiver energia, a aula é para ocorrer amanhã à noite, certo? Fica então aqui o meu abraço, meu boa noite e até lá.
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