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38 Derivados

Aula sobre empreendedorismo e saboaria na meliponicultura com Tiandra e Janaína, focando em produtos e sustentabilidade.

Key Takeaways

  • Meliponicultura pode ser tanto hobby quanto fonte de renda, dependendo do interesse do meliponicultor.
  • Empreender na meliponicultura exige identificar oportunidades e desenvolver soluções para o mercado local.
  • Produtos derivados das abelhas são diversificados e podem agregar valor, como biocosméticos e alimentos.
  • A capacitação e o apoio institucional são fundamentais para o sucesso e sustentabilidade do negócio.
  • A valorização do produto artesanal está ligada ao cuidado, qualidade e conexão com o consumidor.

What the video covers

  • Apresentação das professoras Tiandra e Janaína, especialistas em meliponicultura e biocosméticos.
  • Discussão sobre o empreendedorismo dentro da meliponicultura, destacando a transição do hobby para negócio.
  • Explicação sobre os produtos derivados das abelhas, como mel, própolis, cera e biocosméticos.
  • Importância da educação ambiental e do trabalho com escolas para divulgação da meliponicultura.
  • Desafios técnicos e financeiros enfrentados pelos meliponicultores para manter e expandir o negócio.
  • Exemplos práticos de produtos comercializados, como atrativos, bombons de pólen e extratos de própolis.
  • Dicas sobre estruturação, custos, embalagem e venda dos produtos artesanais.
  • Apoio de instituições como SENAR e Sebrae para capacitação e organização dos empreendedores.
  • Discussão sobre a valorização dos produtos artesanais e o cuidado na escolha dos insumos.
  • Incentivo à criatividade e inovação para tornar a meliponicultura uma atividade sustentável e rentável.

Answers

Questions about this video

O que é meliponicultura e qual seu potencial empreendedor?

Meliponicultura é a criação de abelhas nativas sem ferrão, que pode ser tanto um hobby quanto uma atividade empreendedora, gerando produtos como mel e biocosméticos.

Quais produtos podem ser derivados da meliponicultura para venda?

Os principais produtos são o mel, própolis, cera, extratos e biocosméticos, além de produtos artesanais como bombons de pólen e sabonetes.

Como o empreendedor pode se capacitar para atuar na meliponicultura?

É importante buscar cursos e apoio de instituições como SENAR e Sebrae, além de participar de associações e feiras para trocar experiências e aprender técnicas.

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00:02
Speaker A
Olá, olá, olá. Boa noite, boa noite. Nós estamos aqui apanhando da tecnologia, [risadas], mas faz parte.
00:22
Speaker A
Eh, nós estamos aqui hoje no dia 17 de setembro, não, outubro, 17 de setembro. Nós vamos ter uma aula hoje sobre empreendedorismo e também mais uma
00:44
Speaker A
aula sobre saboaria. OK? Então, eh, nós temos duas professoras convidadas lá do Rio Grande do Sul, uma que é a Tiandra e outra que é a Janaína. Então, eh, eh, Tiandra estava até agorinha aqui, agora deu um problema, caiu de novo a ligação
01:04
Speaker A
ali com ela. A gente espera que, eh, continue funcionando daqui a pouco, né? Mas eh se de repente der algum BO aí, digamos, vocês já sabem que é problema de conexão aí. Então hoje é o dia 17, né, como eu
01:20
Speaker A
falei, e eu desejo a vocês uma boa noite. Não importa onde vocês estejam, todos estão aí bem-vindos. Eu já vou apresentar para vocês, então, aqui a Tiandra, talvez alguns de vocês já conheçam. Eu vou pedir então para ela se
01:31
Speaker A
apresentar aí para vocês. Boa noite, Tiandra. Boa noite, professor. Obrigada pelo convite. Tá aqui mais uma vez dando uma aulinha, uma conversa, né?
01:47
Speaker A
Ã, eu sou Tiandra Sangalete, eh, idealizadora do Meliponário Rainha do Sul. Eu sou bióloga e sou do Rio Grande do Sul, aqui de Passo Fundo, no norte do estado. Eu já trabalho com meliponicultura há uns 10 anos.
02:01
Speaker A
E atualmente eu trabalho com biocosméticos, que depois a gente vai conversar um pouquinho, mas já tô na caminhada aí das abelhas há uns 10 anos, mais ou menos.
02:16
Speaker A
Muito bem, então, né? Então, hoje vai ser uma uma dupla, né, uma aula duplicada, onde na primeira parte até às 8:30 nós vamos ter a participação da Tiandra e depois das 8:30 até às 10 a gente vai ter a participação daí da
02:31
Speaker A
Janaína. E a Tiandra vai falar um pouco mais sobre a questão do empreendedorismo e justamente essas novas ideias que vêm aparecendo aí dentro da Meliponicultura, que talvez, né, alguns de vocês vão se interessar, obviamente não é um assunto para todo
02:43
Speaker A
mundo, assim como eh qualquer assunto da Meliponicultura, não é 100% que vai empreender, né, nesse setor que você vai nos apresentar.
02:54
Speaker A
Mas vamos passar então já para a apresentação. Eu vou projetar aqui a tela da apresentação e aí damos prosseguimento. OK.
03:02
Speaker A
OK. Então, primeiro eu quero pedir desculpa porque eu tive que entrar pelo celular que o meu WhatsApp não entrou em nenhum dos computadores aqui de casa.
03:17
Speaker A
Não sei o que aconteceu. Não sei se é muita mensagem nos meus grupos. Eu participo de muito grupo, não sei. É sempre assim. Quando tem aula acontece alguma coisa, mas a gente vai passando, né, conforme a gente vai
03:36
Speaker A
conversando. E como o professor falou, né, não é exatamente uma aula, eu não tô aqui para ensinar na A gente tá aqui para conversar a respeito de um assunto e das possibilidades que existem dentro da meliponicultura, né? Ela vem, a meliponicultura, ela vem
03:54
Speaker A
evoluindo bastante com o passar do dos anos. Antigamente era mais restrito, hoje já tá nas mídias, já tá em acesso a um público maior. E claro que com isso se diversificou bastante. Então é sobre isso que a gente vai conversar,
04:10
Speaker A
né? Vai ser uma conversa, não tô aqui para ensinar nada, mas para compartilhar algumas coisas que eu andei vendo, que eu ando eh estudando, que eu ando presenciando nas feiras ou nas cidades onde eu vou. E quem sabe fazer aí surgir
04:28
Speaker A
algumas ideias para vocês, tá bom? Pode passar professor. Essa aí é a minha apresentação. Então ali só falando um pouquinho sobre mim, eu sou formada então em ciências biológicas, né, e pós-graduada [suspirando] aqui pela Universidade de Passo Fundo. Também sou formada pelo
04:37
Speaker A
curso, né, que hoje estou dando aula. Ã, me formei há uns, acho que dá uns 3, 4 anos atrás.
04:55
Speaker A
H, hoje, atualmente, aqui no meu meliponário, eu conto com 12 espécies de abelhas nativas, né, todas aqui da da região do do norte do Rio Grande do Sul. E com essas abelhas eu também trabalho com educação ambiental, né?
05:11
Speaker A
Então, às vezes as escolas vêm aqui ou a gente vai para as escolas, a nossa associação aqui também, ã, trabalha com as escolas, a gente tem a associação aqui, que também desenvolve esse trabalho de educação ambiental e também crio
05:31
Speaker A
produtos, né, que utilizam os insumos das abelhas, como o mel, a cera, o própolis, eu tenho uma linha aí de biocosméticos e também a gente trabalha dando dando cursos, né, desse tema. Pode passar então, só pra gente falar um pouquinho
05:52
Speaker A
sobre o empreendedorismo na meliponicultura, né? 99% dos meliponicultores, né, a gente se identifica mais com o hobby da meliponicultura. A gente inicia nessa caminhada, né, por uma experiência terapêutica, porque a gente gosta das abelhas, a gente acha bacana, né, a
06:15
Speaker A
criação e a gente entra nesse universo aí mais por prazer, né, pelo hobby, então por ser uma atividade terapêutica, mas como muitos aí desenvolveram eh empreendimentos na Meliponicultura, nessa atividade prazerosa, então eu quis mostrar aqui que sim, que é possível e
06:26
Speaker A
que todos podem fazer, desde que se tenha essa vontade, como o professor Sig falou, né? Muita gente ainda fica no só no hobby e tá tudo bem, ótimo.
06:43
Speaker A
Mas tem gente que quer empreender ou para tornar isso uma fonte de renda ou pelo menos para custear, né, a atividade, porque a gente sabe que não é uma atividade tão barata assim. A gente precisa de investimento para novos
06:53
Speaker A
genótipos, a gente precisa de caixas, a gente precisa de insumos para manejo, né? Então não é uma um hobby tão barato.
07:06
Speaker A
E foi o que aconteceu comigo quando eu comecei na meliponicultura. É claro que a gente, a nossa vontade é aumentar o plantel. A gente começa com uma jataízinha aqui, outra ali e daí já conhece a manduri, já conhece as, já
07:19
Speaker A
conhece os escaptos, conhece as mandassaias, conhece bugia e vai conhecendo. E a vontade de ter um plantel maior só aumenta, né? Eu sempre digo, é um vício comprar abelhas.
07:41
Speaker A
Eu, Tiandra, não gosto de vender, mas adoro comprar. Então, por isso que eu fiquei pensando no início da minha atividade como que eu poderia tirar algum alguma renda dela para que ela fosse viável, para eu poder não tirar o dinheiro do bolso, para eu poder
07:59
Speaker A
então, né, tornar minha atividade autosustentável. Aí a gente pensou, eu pensei na na, né, como eh por que como eu vou fazer para tirar pelo menos os custos dessa atividade, como que eu vou fazer para poder monetizar a meliponicultura
08:10
Speaker A
de uma forma de ganhar dinheiro em cima, né? Pode passar. E aí a gente pensa, né, pelo menos no meu caso, o que que eu poderia fazer?
08:27
Speaker A
Fiquei pensando, o básico que eu tinha era fazer atrativo, que todo mundo quando tem um restinho ali já faz o seu próprio atrativo. Sobrava, sobrava um pouquinho, eu vendia esse atrativo. Aí depois eu comecei a coletar o mel da
08:44
Speaker A
Jataí, o própolis para fazer extrato de própolis e vender o mel. Aí depois eu vi a necessidade de fornecer eh bombons de pólen, por exemplo, né? Ou será mista. Então, eu fazia para mim e fazia um pouquinho mais
09:01
Speaker A
para venda. Então, aí eu comecei a crescer e me identificar como empreendedora no ramo das abelhas, por mais simples que fosse, mas eu apliquei essa definição aqui do empreendedorismo, né, que é a capacidade que uma pessoa tem de identificar
09:21
Speaker A
problemas e oportunidades e desenvolver soluções, investir recursos na criação de algo positivo para a sociedade. Ou seja, eu vi que havia uma lacuna que as pessoas pediam, né, aqui na minha região não tinham acesso aos atrativos, então eu fornecia, comecei a
09:41
Speaker A
ganhar um dinheirinho com atrativo, depois eu evoluí para própolis, eu evoluí para mel e assim eu fui, né, desbravando o mundo do empreendedorismo e aprendendo a ser empreendedora, mesmo que de forma bem simples, mas identifiquei aquela falta, né, e comecei
09:54
Speaker A
a resolver os problemas das pessoas, né, no sentido da meliponicultura. Muitos me pediam bombom de pólen, então eu fiquei um tempão, agora até faço de vez em quando, mas não é mais o meu forte, mas eu fiz um bom dinheirinho para poder ir
10:10
Speaker A
investindo, né, fornecendo o bombom de pólen no passado. Então, a gente vai caminhando e vendo essas oportunidades surgindo. Pode passar.
10:26
Speaker A
Mas como o professor falou, né.
10:33
Speaker A
Eu não preciso tirar só dinheiro do bolso. Como que eu posso contribuir? Quais são as minhas habilidades, os meus dons, o que que eu sei fazer que eu poderia trabalhar dentro da melonicultura? Porque todas as pessoas elas são diferentes, cada um vai ter os
10:50
Speaker A
seus dons, né? Então, algumas pessoas têm mais habilidades para trabalhos artesanais, outras vão ter mais habilidades para construção de caixas e tá tudo bem. Então, a gente tem que se perguntar o que eu poderia fazer, né?
11:02
Speaker A
Quais são as minhas habilidades de que e de que forma eu posso juntar essas habilidades na na área na da meliponicultura? Pode passar.
11:17
Speaker A
Agora eu tô puxando aqui um pouquinho pro meu lado, que é o lado de quem gostaria de fazer produtos, né?
11:26
Speaker A
Desculpa, caí, mas tá tudo bem. H, eu consigo tirar alguma matériapra do meu plantel, porque tem gente talvez que esteja começando, né, que não tem um plantel assim que tem um volume de matériapra.
11:39
Speaker A
Ã, eu conseguiria tirar mel, própolis ou serumen ou cera? Já tenho uma marca, nome e logo do meu meliponário.
11:48
Speaker A
E quais os meus objetivos, né? eu quero empreender de que forma, que linha que eu quero seguir. Então isso esses são os primeiros passos assim para quem deseja, né, montar alguma coisinha ali nos no na meliponicultura, o seu o seu colocar o
12:06
Speaker A
seu empreendedorismo, né, nativa. Já tenho uma logo, uma marca do meu meliponário. Isso é acho que é a primeira coisa que a gente tem que fazer, né? pensar numa marca para que o pessoal veja e saiba, olha aí essa marca
12:19
Speaker A
que esse meliponário, né? Meliponário rainha do Sul é da Tiandra. Então a gente tem que pensar nisso. Quem não tem, eu acho bem legal fazer. E hoje a Iá tá aí para ajudar, né? Antes a gente quebrava a cabeça,
12:32
Speaker A
ficava horas pensando, precisava ter ajuda de um profissional. Não que agora não precise, mas a inteligência artificial tá aí. Eu já vejo muitas pessoas montando sua logo bem bacana com a ajuda da da inteligência artificial.
12:45
Speaker A
Pode passar. E sobre as possibilidades da meliponicultura, então aqui acho que desconfigurou um pouquinho, mas dá para entender. Ã, tem os produtos diretos e os indiretos, né? Então, os diretos que a gente chama dentro da do empreendedorismo, dentro da
13:06
Speaker A
meliponicultura são as caixas decoradas, pasto meliponícola, o turismo ambiental, que a gente vai ver depois cada um desses aqui. Educação ambiental, aluguel de colônia, de colônias, material didático, produtos para manejo mais modernos e eficientes, além de, claro, da venda de colônias, né, e da venda de
13:25
Speaker A
caixas simples, que é o básico do básico. E também dentro da desse tem os produtos indiretos que seriam com os insumos, né? São os biocosméticos com os insumos das abelhas, as a parte toda a parte culinária que tá sendo bem
13:42
Speaker A
desenvolvida de bebidas, biojoias também eu vejo o pessoal fazendo no no nos cursos aí no nas feiras vendendo biojoias já com tema de abelha, com tema de flores e artesanatos em geral voltados paraa atividade da meliponicultura. Pode passar.
14:03
Speaker A
Aí a gente pensa, né, mas já tem tanta gente fazendo, né, a mesma coisa, né, tanta gente já vendendo caixa já. Agora, ã, a gente meio que desbravou aí os os biocosméticos, já tem tanta gente fazendo também. Ã, mas o que tem, né,
14:19
Speaker A
realmente tem, mas o que que a gente pode fazer para se destacar, para sair do daquela do do patamar ali de de só mais um na mundo, entendeu? Só mais um na multidão.
14:30
Speaker A
Pode passar. Então eu acho que a chave disso é a qualidade das coisas que a gente vai fazer, né? Então pensar, bom, quero empreender, quero ã fazer algo aí bacana dentro da meliponicultura que vá gerar uma fonte de renda.
14:49
Speaker A
Começa a pensar e fazer direitinho desde o início, né? Então, a gente vai dar alguns exemplos aí da nas diversas áreas da meliponicultura que o pessoal já está trabalhando há algum tempo e que são ideias, né, para quem quiser também
15:03
Speaker A
seguir. Pode passar. A primeira coisa, ã, que a gente vê dentro da melipanicultura, que vem lá da do início, né, é a venda de colônias.
15:18
Speaker A
Isso é certo, né? a gente só começa ou capturando ou comprando de alguém. E isso é a base da meliponicultura, a criação e a venda de colônias. Se a gente manter os nossos plantéis, os nossos genótipos.
15:33
Speaker A
Se eu for vender abelhas, qual daquelas ali da imagem vocês achariam que ficaria bacana, que não sujaria o meu nome, que que eu teria uma imagem boa para as pessoas? É claro que as aquelas colônias que estão bonitas, né? Eu coloquei umas
15:49
Speaker A
fotos de umas colônias bem fraquinhas ali pra gente ver que a gente a gente sabe que existe no meio muitas pessoas que fazem isso com os iniciantes, né? Ã, vendem, mostram uma foto e quando vendem a colônia e quando a gente vê ã a gente
16:08
Speaker A
comprou uma colônia fraca, uma colônia que não estava adequada paraa venda, quem nunca passou por isso, né?
16:15
Speaker A
Então eu sempre digo, quer fazer o seu empreendedorismo, né? Quer fazer o seu negócio, faz bem feito desde sempre, porque é o teu nome que vai tá aí na boca do povo.
16:27
Speaker A
E a gente sabe que o boca a boca é [suspirando] é a alma do negócio, né? A gente pode vender 10 coisas boas. Se vender uma colônia fraca, uma colônia que não tá legal, aí o teu nome já vai
16:41
Speaker A
se queimar e você já vai perder todo o teu trabalho que tu venho construindo.
16:45
Speaker A
Então, sempre o que vai te destacar mesmo em qualquer atividade que você vá desenvolver vai ser a qualidade e a apresentação, né, do que tu se propõe a vender, seja produto, seja colônia, seja caixa, qualquer coisa pode passar.
17:06
Speaker A
Aí também o pessoal vende muito caixas de abelha. Perfeito. A gente precisa de pessoas que saibam fazer as caixas paraas nossas colônias, para nossas multiplicações.
17:20
Speaker A
Então você fazendo uma caixa bacana, o pessoal paga bem, o pessoal paga o valor justo se a caixa for boa. Quantos de nós já compraram, né, caixas com madeira que não era legal, madeira muito fina?
17:34
Speaker A
Então, apresenta pro teu cliente uma caixa bacana, quem tem esse dom da marcenaria. E meu sonho era que meu marido tivesse, aí eu não gastava tanto dinheiro com caixas, mas não aconteceu aqui. Ã, então é uma é uma é uma uns uma área que é
17:55
Speaker A
certo que vai dar que vai dar super certo, porque a gente precisa de caixas, né? A gente que que na criação de abelhas a gente precisa, né? E aí tem caixas para Manduri, tem caixas para Guaraipo, tem tem caixa baú, tem caixa
18:06
Speaker A
ímpar. Cada abelha e cada região, né, é mais ou menos padrão, mas tem cada uma, às vezes tem algumas suas peculiaridades e cada meliponicultor vai se adaptar a uma caixa de preferência. Não existe certo ou errado, existe um padrão mais
18:23
Speaker A
ou menos, né? Mas, por exemplo, eu aqui, Tiandra, para mandar saia eu prefiro caixa baú.
18:30
Speaker A
Tem gente que não gosta de caixa baú, que gosta de de mandar saio em caixa ímpar, que faz divisão por módulos, prefere. OK. Eu, Tiandra, prefiro caixa baú. Eu gosto de fazer multiplicação, né, onde a gente tira os discos e cria e
18:45
Speaker A
tudo, né? Não é por por módulo. E isso vai de cada meliponicultor, né? Eu já vi uma saia lá do eh São Paulo lá em caixa de 15x 15. Aqui a gente acha pequeno, né? a gente tem um tamanho mínimo de
19:00
Speaker A
18x1 para mandar saia, então também varia um pouquinho de cada região, né? Então caixas é a gente tem que se adaptar aí com o que a gente prefere, né? Então, mas é só para falar que é um que também é um negócio certo, quem tem
19:16
Speaker A
o dom da marcenaria e todo mundo compra a caixa, todo mundo é o insumo principal que precisa para tuas colônias. Então é super certo. Pode passar um outro exemplo [suspirando] atrativo, né? Como eu falei, eu comecei a vender
19:32
Speaker A
os atrativos. O que que eu percebi que me diferenciou quando eu comecei a vender, né, de algumas outras pessoas que vendiam aqui na região.
19:42
Speaker A
Se eu apresentasse para vocês alguns atrativos, desses ali também, quais que a gente se sentiria seguro de comprar, né, de pagar. Olha, vou pegar esse aqui que esse aqui vai dar certo. Podem ser todos esses dessas imagens iguais, mas o
19:59
Speaker A
que vai vender, eu posso colocar um preço até maior, vai ser os padronizados com rótulo bacana, com uma explicação, com uma apresentação boa. O líquido às vezes pode ser até a mesma coisa. A mesma coisa pro mel que a gente vai ver
20:13
Speaker A
lá depois no exemplo, no próximo exemplo. A gente sempre vai comprar o que tiver melhor apresentável, porque vai ã mostrar o capricho que você tem e a tua a tua fidelidade no teu produto, né? O empenho, a tua dedicação em
20:32
Speaker A
selecionar aquele atrativo e misturar e deixar ele decantar, deixar ele curtir, colocar numa embalagem. Então você se dedicou para aquele produto e a pessoa vê isso. Então empreender também tem que ver esses detalhes, né? Não é só colocar
20:48
Speaker A
qualquer, né? O atrativo numas garrafinhas ali mais ou menos. Sempre vai ter quem compra, mas você não vai conseguir vender uma quantidade bacana assim que o pessoal confie no teu trabalho. Então por isso que é sempre importante uma boa apresentação, o
21:02
Speaker A
capricho desde o início da produção aí do que você se propõe a fazer. Pode passar.
21:11
Speaker A
A mesma coisa do mel, né? A gente sempre vai ver mé aí para vendas de diferentes formas, mas quais a gente se sentiria seguro ao comprar? Também pode ser o mesmo mel em todas as embalagens, mas a gente vai se sentir seguro daquele mel
21:30
Speaker A
que está bem apresentável, com um vidro bem limpo, um vidro um um vasilhame específico, de preferência vidro, né?
21:38
Speaker A
Porque mostra também que você coletou aquele mel com capricho, com cuidado. Então você colocando o cuidado na embalagem, a pessoa se sente bem mais segura para comprar, ainda mais mel que é, né, que é para consumo, ã, do que de
21:54
Speaker A
uma embalagem num litrão armazenado de qualquer jeito. Então, mesmo de novo, a mesma coisa, a apresentação, o teu produto, o teu capricho, é o que vai diferenciar você, né, da multidão. Pode passar.
22:11
Speaker A
Aí também só mais um exemplo de mel, né? Pode passar produtos para manejo. Tem o pessoal tá inventando muita coisa agora para um manejo mais eficiente. Antigamente se tinha lá um garfo dobrado, uma faquinha de cozinha, né? E era aí o que tinha.
22:33
Speaker A
Hoje já existem produtos específicos para manejo dentro da meliponicultura, né? Então o pessoal faz ou de madeira ou de inox para você poder fazer os teus manejos de forma mais eficiente e com uma performance melhor, né? tanto em eh
22:53
Speaker A
que nem aquele exemplo do do MA do Pampa, ele tinha um era um estojo que você fazia vários vários tamanhos e potes de de mel para colocar dentro da das caixas, enfim, né? Aqui tem a os bombons de pólen, ceramistas,
23:12
Speaker A
cera laminada. A cera é muito importante para pras colônias, né? na no período aí que ela para ela para faz formar as estruturas, né? As abelhas gastam muita energia, consomem muito mel e gastam muito energia para fazer a cera. Então é
23:27
Speaker A
importante você fornecer em determinadas épocas do ano a ser mista para elas poderem trabalhar, formarem as estruturas da colônia, né? Então aqui eu vi que o pessoal essa foto é minha de quando eu vendia a o pessoal não tinha
23:42
Speaker A
tempo, não é que não sabiam fazer, né? Eles não tinham tempo para se dedicar para fazer as lâminas de cera, os bombons de polemen, os potinhos, pá pá pá. Isso não que seja assim estritamente necessário, mas ele ajuda bastante no
23:58
Speaker A
desenvolvimento e no manejo, no cuidado das colônias. Então eu fazia e conseguia também ganhar o dinheiro em cima da falta de tempo das pessoas, porque isso em qualquer lugar a gente aprende a fazer. Mas as as a maioria das pessoas,
24:12
Speaker A
enfim, não tinha tempo. Então eu sempre digo, eu ganhei um dinheirinho, né, em cima da falta de tempo das pessoas. E tá tudo bem, né? Tem gente que não quer sujar a cozinha, tem gente que não tem o
24:23
Speaker A
tempo, que não quer lidar com isso e compra e ótimo, né? Aí a gente vai trabalhando.
24:30
Speaker A
Tem também aquele suplemento ali, o meleiro, que que é é um suporte energético para as abelhas em pó que desenvolveram, que é só colocar na colônia. também é bacana de se usar.
24:42
Speaker A
Então, o pessoal assim vai inventando eh produtos para que que otimize o nosso tempo cuidando das abelhas. Isso é empreendedorismo, é verificar lacunas que existem na atividade e preenchendo ela com soluções, né? O Mário também ali desenvolvia carimbos e hoje também tem
25:01
Speaker A
bastante gente desenvolvendo carimbos paraas caixas, para marcar as caixas que vendem. Então tem uma infinidade de de coisas assim, eh, para venda, né? Pode passar.
25:16
Speaker A
Ã, achei bem legal esse exemplo aqui. Ah, essa empresa, eu não sei se ela existe ainda esse empreendimento, enfim, eu conheci lá em Santa Maria de uns alunos da Universidade de lá, né? Eles desenvolveram, né? Ela é uma startup que
25:32
Speaker A
é uma uma pequena empresa, né? um grupo de pessoas ali que desenvolveram hã eh tá era, eles estavam em desenvolvimento, eu acho que era uma uma das disciplinas assim para formação deles, não me lembro direito, né? Mas eu peguei o o exemplo
25:49
Speaker A
que eles desenvolveram aí um aplicativo, né, que monitorava as colônias da parte interna, né? Então, monitoramento 24 horas ali eles coletavam, faziam um histórico de dados, né, a melhoria na desenvolviam para a melhoria da qualidade dos produtos, enfim, né?
26:08
Speaker A
Desenvolveram aí, acho que era um software, alguma coisa assim, um aplicativo para monitorar a parte interna da colônia. Então, a tecnologia hoje já existem outros outros eh outros aplicativos, outros aparelhos que fazem esse trabalho também e que, né,
26:28
Speaker A
para quem quer deixar a sua, o seu plantel aí bem atualizado, né, e quer acompanhar de longe, acompanhar no computador, os eles geram bancos de dados, né, e que é bacana isso também, é a tecnologia também dentro das caixas
26:44
Speaker A
das nossas abelhas. Então, ah, e isso vai se desenvolver cada vez mais, né? Muitas coisas novas ainda vão surgir nessa parte aí de de biotecnologia. Pode passar.
27:00
Speaker A
Também tem um pessoal que desenvolveu a a impressoras, aquelas 3D, várias coisinhas, né? Entre elas, o que eu acho bem legal desse desse rapaz aqui, acho que ele é de Santa Catarina e eu sempre compro dele, são essas entradas das
27:18
Speaker A
colônias, tanto pros alimentadores, para você acoplar o alimentador. A morada das abelhas também já trabalha com isso, mas cada um vai colocando, né, a sua purpurina em cima, fazendo, adaptando do seu jeito com o seu histórico. Eu achei
27:32
Speaker A
interessante essas entradas, eles tm umas entradas para mi antilimão, né? Então quando as mi sofrem um ataque de limão, ele fecha a entradinha ali, né? já tá pronta a tampinha, é só fechar ali e ajuda a resolver a a questão. Claro que não
27:50
Speaker A
soluciona porque ainda não desenvolveram dentro da E aí fica, né, uma um gancho para quem inventar algo, né, para solucionar o problema das abelhas limão, não sendo, né, o extermínio delas, mas ã no momento de sofrer um ataque aí fazer
28:09
Speaker A
algo mais apropriado, né? Por enquanto a gente só pode eh defender as colônias da forma que acha, né, mais conveniente.
28:18
Speaker A
Mas quem achasse ali um um detector de abelha limão, fizesse um raio aí de de sei lá 20 m, ó, tem abelha limão circulando, então daria tempo pra gente prevenir o nosso meliponário, né? É uma utopia, mas vamos lá. Então tem essas
28:35
Speaker A
essas pessoas, né, que estão vendo essas lacunas dentro das da atividade e tão estão tentando preencher essas lacunas.
28:43
Speaker A
E isso que é o empreendedorismo, é você detectar essas lacunas, essas essas esses lugares onde a gente pode inventar soluções e ir inventando. Eu uso muito essa uma entrada parecida com essa que é para as mandar saias. Aqui no Sul a
29:00
Speaker A
gente tem a, não entrando em detalhes, mas a gente tem um problema com as mandassaias no mês de março que elas morrem. Enfim, eu adoto o método de fechar as caixas e eu utilizo muito essas entradas, né, para
29:17
Speaker A
para fazer esse essa esse fechamento, porque ela é só rosquear e entra o ar ali, não prejudica a entrada de ar e elas ficam seguras ali dentro, né?
29:26
Speaker A
Então, eu adoto essas caixas, eu tenho em todas as minhas caixas essas essas entradas que facilitou muito a a eh né, nessas medidas de proteção que eu, Tiandra, utilizo aqui no meu meliponário nesse nesse período. Então, achei bem
29:41
Speaker A
legal. Pode passar também, né? A gente hoje a gente vê uma infinidade de caixinhas decoradas, uma mais linda que a outra, porque muitas pessoas, né, a melonicultura saiu daquela daquele modo mais rústico assim que tava lá num fundo de quintal e hoje
30:02
Speaker A
as pessoas já colocam elas em varandas, tem praças, tem hospitais, eu vi essa semana que tinha o meliponário nas escolas tem. Então as pessoas querem mostrar as caixas de abelhas, né? Não precisa ser só mais uma caixa feita a
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Speaker A
facão, que nem a gente chamava aqui, e deixar lá no fundo do quintal. Elas querem um meliponário bonito, um meliponário agradável, que tem um design bacana, né? E o pessoal inventa, né, um monte de decoração de caixinha. É uma
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Speaker A
mais linda que a outra. Hoje a gente já diz que tem mansão de abelha, né? Porque o pessoal é muito criativo. Aqui coloquei só três exemplozinhos, mas tem muitos mais desenvolvidos já. tem nossa, uma infinidade. E quando a gente vai nos
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Speaker A
nos eventos, nas feiras, né, de de meliponicultura, tem uma mais linda que a outra, tem didáticas, tem nossa, é uma infinidade. Então, tem um pessoal também que tá se especializando nisso, né? E o pessoal tá comprando, o pessoal a gente
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Speaker A
acha que, ah, é muito caro, o pessoal não vai comprar. compram, compram, pagam às vezes muito mais caro a caixa do que a abelha em si para colocar depois na caixa. Então o pessoal quer investir nisso. É algo gostoso, é um hobby
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Speaker A
gostoso, né? Você colocar uma caixa linda dessa na tua varanda. Então é algo também que dá super certo e o pessoal tá investindo pesado nisso aí porque é muito lindo que tá aparecendo aí. Pode passar.
31:31
Speaker A
Olha aí, ó. O Carlos, eh, ele é pintor, ele tem a o o a habilidade dele, entre outras muitas, né? Ele pinta muito lindo e ele tem todo o meliponário dele com as caixas que ele mesmo pintou. E nas
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Speaker A
feiras que eu vou ali em Santa Catarina, sempre tem as caixas dele para venda e vende tudo. Então é o pessoal que, como eu falei, né, usa suas habilidades, né, para trazer aí uma renda dentro da Melipanicultura. Pode passar
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Speaker A
também, né? Falando do pasto apícola, hoje o a família Heiser, né, o seu Ricardo Heiser, ele meio que domina aqui no Sul essa essa parte, mas a gente tem várias outras pessoas aqui, por exemplo, em Passo Fundo, tem o Jean, que faz
32:19
Speaker A
parte da nossa associação, que ele tem uma floricultura, então ele sempre tá trazendo também para nós, né, as plantas melíferas, né, que as abelhas gostam.
32:29
Speaker A
Então é só encomendar com ele, tem. Então a gente vai pesquisando e vai vendo, né? Isso o pessoal troca hoje na no nos nas feiras, troca sementes, troca mudas e até mesmo faz mudas para venda.
32:43
Speaker A
Então é bacana também. Às vezes a gente com as plantas que a gente tem em casa, a gente pode também fazer uma pequena produção de de estacas e de mudas, enfim, e vender nos eventos, por não, né? Tem muita gente que já faz isso
32:57
Speaker A
também. Não precisa ter uma loja de de revenda de mudas. A gente pode fazer do que a gente da do que a própria a gente tem aqui também no nosso quintal. Pode passar.
33:10
Speaker A
O turismo e a educação ambiental hoje também ã até a Jana vai falar melhor para vocês com isso, mas tá bem em alta porque o pessoal quer conhecer as abelhas e não tem aonde, né? né? O pessoal às vezes
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Speaker A
tem uma ou duas caixinhas ou não tem acesso ainda, quer mostrar pra família, quer mostrar para as crianças, quer ir viajar e tem um lugar diferente. Então, hoje muitos hotéis têm o seu meliponário. Muitos nas trilhas ecológicas ou nas próprias propriedades
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Speaker A
rurais já tem o turismo rural com a meliponicultura. Aqui o exemplo do Vini, ã, ele tem ele tem uma parceria com um hotel aqui, um não é um hotel, é um é um tipo uma um resort, alguma coisa assim, né, que faz
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Speaker A
essa parte de turismo rural. E lá eles têm um meliponário e ele dá o apresenta pro pros pros hóspedes que estão lá, fazem trilhas, experimentam o mel, ele já aproveita para vender, ele tem vários produtos bacanas também, já aproveita
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Speaker A
paraa venda. Então uniu aí a Meliponicultura com as atividades de lazer, né, desse Hotel fazenda. Acho que é um hotel fazenda. E isso existe já em nas propriedades rurais, não precisa ser o hotel. Então tem a possibilidade, se
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Speaker A
alguém tem um uma área de fazer, de explorar essa parte aqui. A o sindicato de dos trabalhadores rurais esses dias me eh conversou comigo perguntando se eu não tinha a ideia de fazer um espaço aqui na minha chácara paraa visitação,
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Speaker A
porque eles estão fazendo, tentando desenvolver a rota turística aqui, que na minha região não tem assim tanta coisa. que dê para para que seja uma rota turística, né? Então eles estão tentando fazer algumas coisas, né? E entrou na minha possibilidade aí no
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Speaker A
futuro, talvez de investir nessa área, né? Talvez não para pessoas assim de fora, mas talvez mais voltado para as escolas. é a minha seria a minha ideia, mas isso é pro futuro. Então as pessoas buscam esse tipo de atividade diferente,
35:30
Speaker A
porque hoje a melonicultura, como eu falei, tá muito na mídia, tá muito em alta, não é algo mais desconhecido e as pessoas querem ter contato, querem ver de perto, querem tocar, querem experimentar o mel. Então essa parte do
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Speaker A
turismo e a Jana vai conversar com vocês, né, bem detalhado sobre isso. Ela tem um empreendimento maravilhoso aqui em Viamão, aqui no Sul. ela vai poder falar melhor para vocês as os trabalhos deles ali, tá? Pode passar.
35:58
Speaker A
Aqui também é uma ideia bem legal que eu vi que é o projeto se chama Kombi.
36:05
Speaker A
O que que é essa Kombi? É uma Kombi que leva as colmeias, leva todo um trabalho de apresentação e educação ambiental para onde quer que chamem, né? Então ele não fica trelado numa propriedade só, ele é móvel, ele é itinerante. Então as
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Speaker A
empresas contratam eles, eu não sei se tá atuando ainda, tá? mas contratavam eh as escolas, institutos hospitais enfim qualquer [suspirando] qualquer estabelecimento que solicitasse para fazer um dia diferente, né, numa praça, por exemplo, ou numa atividade da da empresa, chamavam eles e eles iam lá,
36:48
Speaker A
falavam, faziam eh colocavam toda a amostra assim, a mesa, as colônias e explicavam sobre a importância das abelhas, né, davam toda uma aula voltada à educação ambiental, as pessoas provavam mel, as pessoas faziam uma experiência bem bacana, olhavam as
37:06
Speaker A
abelhas, conheciam e era um laboratório, era um meliponário itinerante. Então, olha que que legal, né? Uma ideia bem legal. Achei, achei fabuloso isso aí.
37:17
Speaker A
Então, eles levavam para várias cidades assim e claro que eles tinham cuidado com as abelhas, né? Eles faziam a rotação para não levar sempre as mesmas comeéias, para não estressar, enfim, eles tinham todo esse cuidado. Mas era uma apresentação bem legal. Eles faziam
37:33
Speaker A
um circuito do de como seria a vida sem abelhas, como é que é com as abelhas, né, para que elas são importantes.
37:41
Speaker A
Enfim, achei bem legal esse exemplo para trazer para vocês também que é uma ideia bem bacana. Pode passar.
37:50
Speaker A
E aqui então agora eu vou puxar a brasa pro meu assado, que é o que eu realmente tenho um pouco mais de domínio para falar, que são os produtos, né?
38:01
Speaker A
Desenvolver eh o desenvolvimento de produtos com os insumos das abelhas. Então o que que a gente pode usar e quais produtos a gente pode fazer? Então hoje tem uma infinidade de de produtos de biocosméticos e se trabalha muito
38:17
Speaker A
cosméticos artesanais. ou cosméticos artesanais naturais, que seria a minha linha, que eu não uso nenhum tipo de corante, nenhum conservante sintético, enfim, [suspirando] ã, que a gente consegue desenvolver utilizando tanto o mel quanto a cera, quanto o própolis das abelhas, né? O mel
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Speaker A
a gente sabe que é muito hidratante pra pele remineralizante tem as vitaminas, tem ã sais minerais, tem várias coisas no mel que ajudam a promover a hidratação da pele. A cera de abelha, ela é rica em vitamina A e ela é
39:00
Speaker A
um ácido gr muito muito bacana assim e misturado daí com óleos vegetais, com manteigas vegetais. vocês já tiveram, né, a aula de Emel Panicultura, que ela de Emeli Produtos com a professora Gena, ela deve ter falado isso também para
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Speaker A
vocês, que, né, a infinidade de produtos que se pode fazer, né, com os insumos das abelhas. O própolis, ele tem açãoingente antisséptica bactericida então ele é ótimo pra pele também para e ele tem essa ação ãringente que é pra
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Speaker A
pele. A gente faz com ele produtos para pele oleosa, por exemplo, e o mel hidratação da pele. Então são antagonistas, né, né, em se desenvolver, quando a gente fala em se desenvolver produtos, né, paraa pele com esses dois
39:45
Speaker A
insumos. Então é bacana porque tem um universo inteiro a ser explorado também nesta parte de melutos que a gente chama, que é os produtos que a gente desenvolve com os insumos das abelhas.
39:57
Speaker A
Pode passar. E aí eu trouxe vários exemplos de várias meninas já que estão empreendendo.
40:04
Speaker A
Algumas são minhas alunas, outras são amigas só. Então não que não as alunas não sejam amigas, né? Mas já foram algumas já foram minhas alunas, outras não. São só companheiras de trabalho, né, amigas. Então pode passar. Então tem
40:17
Speaker A
várias meninas já na na Meliponicultura desenvolvendo as suas linhas de cosméticos. Essa é a Jana que vai conversar com vocês. Ela também foi junto comigo e uma das pioneiras aqui do Sul a fazer os os miocosméticos, né, com
40:31
Speaker A
os insumos das abelhas. Pode passar. E a gente vai desenvolvendo. Tem a Lala também e a irmãodela que estão nas feiras sempre com vários produtos, né? A Lala também desenvolve biocosméticos, né? Com os insumos das abelhas, velas.
40:47
Speaker A
Elas trazem uma diversidade de artesanatos voltados pela com paraa melipanicultura. Tem brinco, tem pano de prato, tem ã toalha, tem bolsa, tem camiseta.
41:01
Speaker A
Nossa, é uma infinidade de coisas que elas trazem. Então, cada feira fica mais rica com essa diversidade de produtos, né? Porque antigamente você ia num evento de abelhas, era caixa, colônia e atrativo e ponto, era o que tinha. E hoje a gente
41:18
Speaker A
consegue ver uma diversidade de produtos. Então é cada pessoa empreendendo no seu nicho, nas suas habilidades, no que gosta, no que sabe fazer para desenvolver esses produtos, essas artes, esses materiais. Pode passar aí também, ó. Essas duas plaquinhas ali
41:38
Speaker A
eu comprei, estão na minha casa. Achei lindo. Era de um artesão que eu fui também num congresso em aqui no Sul, não me lembro onde, acho que era Santa Maria. E junto ali de desse desse artesão que tinha essas essa essa essa
41:52
Speaker A
arte, tinha a esposa dele que tinha ou sobrinha, agora não me lembro, mas que tinha o dom de bordar e para o evento bordou algumas peças, né, com a as imagens aí das abelhas e também vendeu tudo. Tem uma outra menina que era
42:12
Speaker A
esposa de um meliponicultor que tava vendendo colônias. ela fez bottoms, né, voltados aí com o tema da meliponicultura, de abelha, de flor, enfim, e também vendeu super bem. Então, veja bem, cada pessoa aplica o seu dom, né, numa oportunidade de ganhar uma
42:31
Speaker A
renda, né? Então, às vezes nem é o forte, né, o foco, às vezes nunca ouviu falar de meliponicultura, mas tem um amigo, tem um parente que vai lá e pensa: "Opa, aí eu posso desenvolver algo, né, para que se venda nessa nessas
42:48
Speaker A
feiras esses eventos". Então, é bem bem interessante também esses esses três exemplos. Pode passar aqui. Mesma coisa. O Carlos, ele pinta quadros de abelhas, né, com o tema das abelhas nativas. Então também sempre nas feiras que ele tá presente, tem as artes
43:07
Speaker A
dele. O pessoal também sempre compra, porque não é algo que a gente pode comprar na internet, por exemplo, né? É só ele que tem essa arte. Então são peças únicas, né? Esses dois azuis azuis aí eu comprei, são meus. Então são
43:25
Speaker A
oportunidades da gente de adquirir essas peças de forma artesanal dos próprios, né, artesãos. Então bem bacana também pode passar.
43:36
Speaker A
E aí também desenvolver mentorias e cursos, né, tanto mentorias ã paraa atividade da meliponicultura em si, né, criação e manejo, e também quem tem os seus dons, né, por exemplo, eu tenho habilidades de fazer os os biocosméticos, eu também dou cursos e
43:55
Speaker A
mentorias nessa minha área, né? que tem um exemplo do Jansen, tem outros tantos exemplos que ele é um expert em dar cursos, ensinar as pessoas que querem iniciar na atividade da Melipanicultura e iniciar a atividade e e ter sucesso
44:10
Speaker A
com ela. E sucesso que eu digo, não sucesso em manter vivo o seu plantel, né, que a gente sabe que não é tão fácil às vezes. Então são pessoas que colocam as suas habilidades e e o seu conhecimento à disposição das outras
44:26
Speaker A
pessoas. né? Então, seria um material, ele vai passar o conhecimento e também é uma forma de empreender. Você tá, você estudou, você fez a tua bagagem e agora você vai vender esse teu conhecimento.
44:40
Speaker A
Então, é bem bacana também as pessoas que trabalham com isso. Pode passar. E aí eu queria conversar com vocês sobre os cursos, né? Chegando nesse momento que eu além de vender os produtos, a gente também trabalha com cursos, a
44:58
Speaker A
gente ensina a fazer. Na minha na minha área de de biocosméticos, a gente tem uma parceria com a Academia de Cursos da Abelha Repóter, que a gente disponibiliza paraas pessoas que querem aprender uma atividade nova, ã, a então trabalhar, né, tanto na parte
45:18
Speaker A
de saboaria, que é a minha parte, na parte de cosméticos com mel, cosméticos com cera, cosméticos com própolis, a Raquel tem uma linha de bebidas com mel, a gente tem uma fermentados com o professor Marcelo que faz hidromel, que
45:33
Speaker A
faz vinagre, ã, tem blends com mel. Então ela, a gente tem uma uma academia de cursos que ensinam várias, são mais de 12 cursos, se não me engano. Cada curso vai ter um tema, então também é uma oportunidade
45:48
Speaker A
para quem quiser aprender, né, sobre alguns desses temas, a gente também tá disponível aí para quem quiser fazer a sua inscrição aí e participar. Pode passar.
46:03
Speaker A
Esqueci. Obrigada, filho. [suspirando] Na minha, as minhas aulas, a gente lançou um curso novo agora de maquiagens com os insumos das abelhas, onde a gente utiliza a cera de abelha como base para fazer uma linha inteira de de maquiagem.
46:21
Speaker A
Então, é bem legal, né? as meninas que estão aprendendo comigo já estão quase lançando aí as suas linhas, né? Dentro da minha carga horária, eu tenho ainda o curso de saboaria para iniciantes, né?
46:34
Speaker A
Para quem quiser aprender a fazer a parte da saboaria, né? Que nunca teve contato, também tem essa possibilidade.
46:42
Speaker A
Tem outros cursos ali também para fazer, né? Então é bacana a gente aplicar esse conhecimento que tem pessoas que têm vontade de aprender e não sabem aonde, né? Então a gente oferece também esses cursos para quem quer, então nessa
46:58
Speaker A
parte, né, de de insumos das abelhas, criar produtos, criar uma linha de produtos, a gente também ensina a fazer para quem tem esse tem esse interesse, né? Então aí eu puxei a brasa um pouquinho pro meu assado para também
47:13
Speaker A
divulgar os cursos que eu faço e paraa aula do professor aqui, como eu tenho um carinho muito grande pelo curso, que eu já fui egressa, né, já fiz o curso e o professor sempre nos chama para conversar um pouquinho com vocês, eu
47:29
Speaker A
consegui um desconto de 20%, então para quem, pros alunos que assistiram a aula hoje, que quiserem se interessar em fazer alguns desses cursos, os meus estão com 20% de desconto. Tá bom, pode passar professor.
47:47
Speaker A
E era isso, né? Ã, eu sempre digo, quando a gente quer empreender, seja o empreendimento mais simples que for, né?
47:54
Speaker A
Se eu quiser só vender, por exemplo, atrativo de abelha, né? Ã, eu tenho que começar sempre devagar, sempre conhecer, né, para quem que eu vou oferecer esse produto, né? Criar um plano de negócios.
48:06
Speaker A
Bom, eu vou precificar o meu produto, eu posso ganhar X de valores. Então, fazer uma, por mais simples que seja, fazer ele de forma organizada, porque a gente nunca sabe quando a gente vai dar um passo à frente, um passo além e isso
48:20
Speaker A
começar a se tornar aí, como aconteceu no meu caso, né, que era só um um uma um dinheiro que entrava para eu tornar o meu minha atividade autossustentável e ele acabou se tornando uma importante fonte de renda para minha família, né?
48:36
Speaker A
Então, não é a minha renda principal, mas é um complemento da renda bem significativo.
48:43
Speaker A
Não tinha essa ambição, mas foi acontecendo. Então, começar certinho desde o início, porque daqui a pouco o teu negócio, por menor que seja mais simples, ele vai evoluir e vai se tornar bem importante, né? vai tomar o teu
48:57
Speaker A
tempo, vai, você vai se dedicar a ele. Então, começar certinho já é, eu sempre digo, é, eu não comecei tão certinho, eu comecei meio assim, né? Então eu tive um pouco de dificuldade. Então, qualquer, eu sempre digo, qualquer coisa que for
49:11
Speaker A
começar, começar certinho, com calma, com, né, com com responsabilidade e sempre tratar bem o cliente. Então, isso são eh tratar as pessoas como a gente gostaria que nos tratassem, né?
49:25
Speaker A
Isso é sempre é sucesso sempre. Pode passar. Pode passar o último slide, professor. E é o que eu falo, né? Se precisar recomeça, porque o caminho do empreendedorismo, ele não é tão fácil, né? Nem sempre as coisas fluem da
49:47
Speaker A
maneira que a gente imagina. a gente tem que começar e recomeçar e dar errado e a gente refaz e começa de novo, enfim, né?
49:57
Speaker A
Faz parte do processo. Eu já tô no nos cosméticos faz uns 7 anos, né? E não foi fácil o início, né? Até hoje não é fácil. Por exemplo, para desenvolver essa linha de maquiagens, eu já tô trabalhando nela há mais de um ano, né?
50:13
Speaker A
Porque tem que testar cores, tem que testar matériapra e dá errado, você perde às vezes um lote de alguma coisa que não ficou bacana, você recomeça, faz parte do processo, tá? Então o errado é não é desistir e recomeçar, o errado é
50:29
Speaker A
não acreditar no nosso potencial, né? Acreditar que a gente é capaz, sim, de fazer as coisas e que a gente tem que se doar, né? para empreender, a gente tem que se doar muito. Então, mas é um caminho bem gratificante,
50:45
Speaker A
assim, é bacana você fazer algo e disponibilizar para as outras pessoas, né? Algo que você desenvolveu, algo que você produziu, né? E que você pensou naquilo, você pensou num produto, você pensou numa embalagem, você pensou numa forma disso chegar até as pessoas.
51:04
Speaker A
Então, eu acho bem gratificante, é bem satisfatório, bem bacana. E era isso, gente, era só uma conversa que eu tinha com vocês, ã, pra gente ver as possibilidades, né, da Meliponicultura, ver que que é muito mais do que só venda de colônias, é
51:21
Speaker A
muito mais do que só venda de caixas, né? É um universo inteiro para ser explorado. E cada um vai explorar de uma maneira diferente, né? De repente na aula aí tem pessoas que vão [suspirando] que vão fazer brotar coisas na meliponicultura
51:38
Speaker A
que a gente nem imaginava, né? Então é bacana colocar assim as ideias para funcionar e e inventar coisas, né? Fazer inovar, trazer coisas para dentro da melonicultura que antes não não se tinham, né? Então acho bem bacana isso.
51:56
Speaker A
E o potencial de cada um, gente, é infinito, né? a gente quando a gente quer, a gente vai lá e faz, né? Então é isso. É isso, professor. Não sei se o pessoal quer conversar alguma coisa.
52:11
Speaker A
Boas. E prosseguir, né? Eu vou passar o código número um. Você não tá com saudade dos códigos aí? [risadas] Eu lembro bem.
52:21
Speaker A
Então, o código número um é o seguinte. Vamos jogar cartas. Exatamente. Cartas. Vamos jogar cartas.
52:32
Speaker A
Anotem esse código aí para vocês. Agora nós temos nós temos disponível aí eh meia hora ainda para para perguntas. Eu vou projetar algumas aqui que apareceram por acaso. Eh, por acaso não, o pessoal postou aqui e as que
52:52
Speaker A
aparecerem relevantes eu vou postar aqui OK? Por exemplo, a Bwise está em funcionamento? Eu não sei, Gustavo, eu não sei se tá em funcionamento ainda, porque faz do anos que eu estive com eles lá em Santa Maria e eles estavam desenvolvendo ainda
53:12
Speaker A
aquela tecnologia. Então, eu não sei se te dizer se foi paraa frente ou não, mas posso perguntar. Eu tenho alguns contatos que conhecem eles. Eu posso perguntar para te informar.
53:24
Speaker A
Eh, sobre isso aqui não é uma pergunta, mas já existe um sensor que detecta abelha limão. Foi apresentado na Expo Inter. Eu não sei se você viu. Eu vi um o vídeo, mas eles tiraram do ar, não sei
53:36
Speaker A
porquê né? Tá. É o do do do Ele fez o É o Apmorn. Aham. Ele fez também o o detonador de forídeos, né? Ele desenvolveu também. E eu vi que ele tinha algo com eh sobre a abelha limão,
53:55
Speaker A
mas eu não consegui ver exatamente o que era. Até fiquei curiosa, mas depois eu não não vi realmente do que se trata.
54:03
Speaker A
Mas eu sei que ele tinha, ele é um inventor, né, o professor pardal da melepanicultura e ele tinha desenvolvido alguma coisa nesse sentido. Tomara que dê certo. Tomara. Olha, eu acho que essa pergunta tinha a ver com isso, mas eh
54:20
Speaker A
pelo que eu entendi, você treina um sensor e esse sensor você pega, por exemplo, pega uma limão ali e coloca ela no sensor. É que nem treinar um cachorro daí, né? Tipo, você treina o sensor para detectar esse tipo de cheiro. Daí quando
54:39
Speaker A
aparece a limão, ele vai ter um mecanismozinho assim que vai fechar a caixa. E aí se se entrou alguma limão, entrou, mas ela não sai mais também.
54:50
Speaker A
Sim. E aí tem um controle que você pode lá de Tóquio ou de Londres ou onde quer que você esteja, você pode acionar ali e abrir ou se for o caso, né?
55:00
Speaker A
abrir seria bacana só um alarme, né? Já pensou botar uma um alarme aqui dentro de casa?
55:05
Speaker A
Pé pé pé pé. Limão, limão. Então é, são tecnologias, né, que vão inventando. Eu vou ver realmente do que se trata. Eu não sei se aquela pergunta não foi sobre a a tecnologia da Biwise, mas eu posso falar também de outras, né, de outros
55:22
Speaker A
sensores que o pessoal tá desenvolvendo. Eles vão captar dados como umidade da colônia temperatura ã, fluxo de movimentação.
55:31
Speaker A
Tem algumas alguns sensores que contam quantas saída, quantas abelhas estão saindo, quantas estão entrando, esse fluxo, né? Quais são os horários de pico, quais são os horários de de maior entrada de néctar, de maior entrada de pollen, esse tipo de de dados assim, né?
55:49
Speaker A
Ã, acho que tem, não sei se tem contadores de célula, né? quantas células de cria vão se desenvolver, elas constróem por dia. Então, são esses tipo de dados que vão dar depois eles vai para um banco de dados, né, e vai te dar um relatório aí,
56:04
Speaker A
né, de como que tá a saúde de cada colônia. Eu creio que seja mais ou menos por aí, né? Esse tipo de dados que eles estão tão captando.
56:16
Speaker A
É, quais os valores dos cursos? Para quem tem curiosidade para ver sobre os cursos, valores, que cada curso vai ter um valor, né? Tem um tem uns que são X, outros que são mais extensos, né? A gente faz outras coisas, são X. Então,
56:31
Speaker A
cada um vai ter. Mas pode entrar em contato comigo que eu vou também já falar para Raquel sobre esse esse desconto de 20% pros alunos do do da aula de hoje. E aí a gente conversa sobre valores, negociações, formas de
56:46
Speaker A
pagamento, bem bem tranquilo, tá? Mas tem a partir de 399 até 999. Tem vários várias modalidades de curso que tem lá.
56:58
Speaker A
Qual técnica você usa para fazer aqueles potinhos com cera mista tão perfeitos? É, então tem a dá para fazer de várias formas, né? Mas eu utilizo uma é uma, era um pilão, na verdade, de fazer caipirinha [risadas] sabe? Aqueles pilãozinho? Aí você deixa
57:21
Speaker A
aquela madeira de molho na água. Ela tem ficar meio encharcadinha na água gelada. Aí você faz a derreque, a ceramista, eh, pode ser só ela ou pode ser num recipiente com água. Aí você mergulha, né? Mergulha uma, mergulha duas vezes
57:38
Speaker A
até sair o potinho. Porque se ele, se a madeira tá encharcada com a água, ela não gruda, ela descola fácil. Você só dá uma torcidinha nela assim ela sai, né?
57:48
Speaker A
Então, dá para fazer cúpulas, dá para fazer lâminas de cera, dá para fazer uma infinidade assim de de coisas que ficam deixam o manejo mais fácil. Tem que ser uma ceramista de qualidade. Para fazer a minha ceramta, eu uso um em torno de 40%
58:03
Speaker A
de cera de abelha sem ferrão para 60% de cera depis e coloca um pouquinho de óleo de coco. Ela fica mais maleável também.
58:16
Speaker A
das áreas citadas na aula, quais as que em sua opinião são mais rentáveis? Olha, o dinheiro grosso vem da venda de colônias, né, seguido da venda de caixas, porque é um produto que que não que não que não se gaste para
58:37
Speaker A
fazer isso, mas hoje para você vender uma uma bugia você é de R$ 800, R$ 1.000, 700, dependendo, né? Uma manda saia R$ 450, 500. Então é um dinheiro grosso ali numa caixa, não que o meliponicultor não investiu, porque ele
58:52
Speaker A
investiu naquela colônia, numa caixa boa, em produtos para manejo, né, para deixar aquela colônia apta para ser vendida. [suspirando] Mas, por exemplo, o os biocosméticos a gente tem que vender bastante para fazer R$ 500, por exemplo, né? Então, a
59:08
Speaker A
margem de lucro e o trabalho é maior. Mas assim, eu não gosto de vender abelha e acho que eu não conseguiria porque eu também não dou tão conta de cuidar das minhas, assim, as minhas aqui estão coitadas meio abandonadas, porque a
59:23
Speaker A
gente se envolve com muitas outras coisas, né? Mas eu não queria conseguiria vender abelhas porque, por exemplo, eu já tentei, mas nenhuma caixa eu não queria porque a aquela ali eu salvei de não sei aonde. Ai essa aqui
59:36
Speaker A
veio dessa genética, veio lá de outra cidade. É meu xodó. Ah, aquela outra ali tava fraca, tava fraca, eu salvei, né?
59:43
Speaker A
Agora tá linda, agora que tá linda, eu vou vender? Não, né? Vai ficar para mim.
59:47
Speaker A
Então assim, eu sempre inventava uma desculpa para não vender. Então eu cheguei ao ponto de dizer: "Não, não vou, não quero vender, não, não sou, gosto de comprar, mas vender eu não." Mas voltando a tua pergunta, eu acho que
60:00
Speaker A
o fluxo maior de dinheiro vem realmente, né, da venda de das matrizes, né, das colônias. Tanto que quando a gente vai nas feiras, por exemplo, né, eu fico feliz, né, quando eu faço ali 3.000, 3.5, quatro, quando muito, uma feira
60:18
Speaker A
muito boa e o pessoal que vende abelhas faz 15, 16, 20.000, então não tem nem o que comparar, né? Mas é o que eu falo, né, são enxames bons os as pessoas, né, ã, vendem por um preço bacana, um preço
60:33
Speaker A
bom, porque sabe que tá levando uma colônia que, né, dificilmente vai ter problema. Agora, se você encontrar uma colônia bem bem baratinha ali, uma caixinha lá, o barato pode sair caro, né? Então tem que tem que pesquisar e
60:48
Speaker A
tem que ver a qualidade, né? Por isso que tem que cuidar do seu nome.
60:55
Speaker A
Como calcular os valores de própolis e mel? Olha como calcular. Você vai precificar conforme tá tá tá o preço na tua região, né? Por exemplo, o quilo do mel de Jí, quanto tão vendendo na tua região? Ah, tão vendendo a R$ 150.
61:16
Speaker A
OK. Mas talvez você ganhe melhor fracionando esses, em vez de você vender por quilo, né? É o que eu faço aqui, eu fraciono em potes menores. Eu fraciono em potes de 220 g. Então, tu consegue ganhar um pouquinho mais ele fracionado.
61:34
Speaker A
Você faz uma embalagem bacana, né? Mas isso vai depender muito de como tá o valor aí precificado na tua região, né?
61:43
Speaker A
O própolis, geralmente o frasco de própolis no frasco de vidro bacana de 30 ml se vende em torno de 25 a 35 40, né?
61:56
Speaker A
Se você for colocar num num num fracinho de plástico, 20 ml vai ser um preço.
62:02
Speaker A
Então, tudo vai depender de de como você vai vender, do custo que isso vai ter, da tua embalagem, né, do teu rótulo, ã, e o e o e a quantidade que você vai vender, se comparado em fracionado ou
62:19
Speaker A
venda a granel. Tem gente que vende e tem um preço menor, ã, R$ 120. Se você comprar 10 kg, 10 L, enfim, né? Então tudo vai depender, mas tu tem que se basear pelo pelos valores da tua região
62:31
Speaker A
e no que você vai investir no na tua produção. Na sua opinião, daria para começar a empreender antes de ter um plantel usando matériapra de terceiros idôneos no intuito de criar uma marca?
62:47
Speaker A
Com certeza. Com certeza dá sim, até porque as matérias primas a gente pode comprar, né? Não precisa. Ou mesmo se você tem um plantel, mas o teu plantel é pequeno, você não tem ainda condições de tirar, né, os insumos, você compra dos
63:02
Speaker A
amigos, compra de terceiros, dá para comprar a cera, dá para comprar o mel, dá para comprar o própolis. E existem outras matérias primas em se tratando dos produtos, né, que vão junto com essas insumos que a gente elabora. Eu
63:16
Speaker A
sempre digo, a gente não faz receita, né? Nos cursos que eu dou, por exemplo, eh, porque a gente já, eu já comprei cursos no início que tinha uma lista lá com uma infinidade de produtos que você ia fazer, né? Aí ele tinha lá máscara ã
63:30
Speaker A
tonificante de mel. Só que chegava lá no curso, né, no PDF, eu lá é misturar mel com açúcar e água mineral e você faz uma máscara. Isso eu não posso vender, entendeu? Então, a gente não ensina receitas, a gente ensina formulações
63:47
Speaker A
estruturadas para que a pessoa possa vender a terceiros ou usar, enfim, né? Ã, então a gente pode sim começar mesmo sem ter um plantel, porque o o que a gente utiliza para fazer, né, dos insumos são essas três coisas: o mel, a
64:05
Speaker A
cera ou serumen e o própolis. É isso. Então você pode comprar isso junto com as outras matériaspras que você vai precisar comprar, né? Porque não é só com esses três insumos aqui que a gente vai fazer uma linha toda de
64:19
Speaker A
produtos. Às vezes o pessoal, né, pensa isso, mas não. A gente insere essas três matérias primas junto com outras matérias primas e faz formulações específicas para cada produto. Para um creme hidratante vai ter uma formulação, para uma uma manteiga corporal vai ter
64:37
Speaker A
outra formulação, para um shampoo sólido, para um sabonete, para uma pomada, para um hidratante labial, para um batom, para uma sombra. vai ter uma formulação específica aonde a gente vai inserir os produtos das abelhas. E por que que a gente quer inserir os produtos
64:53
Speaker A
das abelhas? Para valorizar a atividade, né? Para mostrar que não é só só criação de abelhas, só venda de colas. A gente também consegue usar as matérias primas disponíveis para fazer uma infinidade de de produtos, né? Eu vendo a a minha pomada de própolis,
65:09
Speaker A
vendo o meu hidratante labial, que é super sucesso nas feiras. Então são matérias primas e produtos que eu elaborei a partir, né, das minhas colônias. Mas sim, podemos comprar essas três matériaspras, né, junto com as outras matériaspras e fazer toda uma
65:25
Speaker A
linha bem tranquila. Não precisa ser meliponicultor para fazer meliprutos. Fazer cosméticos de meliprutos aqui no Mato Grosso do Sul é muito difícil. E aí na sua região foi fácil legalizar?
65:43
Speaker A
Então, essa parte da legislação é meia nebulosa ainda, por quê? Ã, existem vários tipos de de cosméticos. Tem grau um, tem grau dois, né? Agora, ah, e a gente tá na na parte dos artesanais.
66:03
Speaker A
A Anvis agora liberou a isenção do registro, tá? Porém, o pessoal tá equivocado achando que agora liberou geral. Não, porque o registro da Anvisa é a última parte, né? E antes que você tá pensando, eu sei, os meus cosméticos
66:23
Speaker A
eles não são registrados, tá? Eu vendo eles ainda como artesanal, eu não posso ainda vender em lojas, enfim, estabelecimentos, né? Ele ainda é caracterizado como ã irregular, vamos dizer assim, né? como a maioria dos cosméticos artesanais, tá?
66:42
Speaker A
Porque a Anvisa te libera da isenção do registro que é é o último patamar. Só que abaixo disso você precisa cumprir.
66:50
Speaker A
Você tem que ter local específico, você tem que ter responsável técnico, você tem que ter um um ambiente parecido com uma agroindústria para você produzir, você tem que ter ã o alvará sanitário, teu estabelecimento. Você tem que ter um
67:04
Speaker A
n de coisas para você conseguir, né, o selo de artesanal. E então a o registro da Anvisa é só a última parte. Toda a parte da da cadeia de baixo você tem que ter igual, da mesma forma, e isso já é bem difícil.
67:19
Speaker A
Então, claro que está simplificando. Ã, existem alguns alguns produtos que vão ser mais fáceis de isentar do da fiscalização sanitária, né? Por exemplo, ã, você pode produtos para para perfumaria, né? perfumes, eh, sabonetes e sei lá, velas, né?
67:46
Speaker A
Ã, você pode vender aquele produto como a função dele é limpar, tá? limpar e perfumar, mas você não pode, por exemplo, colocar num rótulo que o sabores de própolis vai fazer um tal vai trazer tal benefício pra pele, porque
68:03
Speaker A
você precisa daí você ele ele vai se enquadrar num cosmético de grau dois que você precisa comprovação da Anvisa com testes para comprovar que aquele própolis que você está falando que vai fazer bem, né, pra tua lesão na pele.
68:16
Speaker A
Então você pode vender o produto, você vai poder vender o produto se você disser de forma simples que aquele produto é um sabonete que vai lavar.
68:26
Speaker A
Então são coisas assim que ainda estão sendo sendo revistas, né? E e é é um é um assunto um pouco complexo.
68:39
Speaker A
Você pode, se você quer regularizar tua marca, né? Você pode ir atrás disso se você tem condição ou você pode terceirizar a tua marca, ou seja, né, o teu produto. Você vai dar, você vai ã eh, ir atrás de uma empresa, né, que
68:54
Speaker A
produz esses cosméticos e falar: "Eu quero um sabonete de mel que hidrate a pele, mas que traga no nome que ele vai trazer benefícios pra pele." Então, aquela ã ela vai ter o registro na Anvisa e você vai passar a formulação,
69:07
Speaker A
eles vão produzir aquele produto ali e você vai vender. Então você passa a ser um vendedor dos teus cosméticos, né?
69:15
Speaker A
Não, para mim, Tiandra, não serve essa modalidade, porque eu não quero ser só uma vendedora de produtos. Eu quero eu pesquisar, eu quero eu fazer, eu quero eu colocar a minha mão, a minha energia, o meu conhecimento no produto. Então,
69:32
Speaker A
para mim, isso não serve. Eu ainda não tenho condições de legalizar da forma que estão pedindo. A gente tá trabalhando aqui a nível municipal. para ver se a gente pode fazer algumas adequações, por exemplo, no meu atelier, para que a prefeitura me dê um aval
69:48
Speaker A
dizendo: "Você está apta a produzir tais e tais produtos no teu atelier, aqui no teu estabelecimento, a gente vai te dar uma autorização e tá tudo bem". Então, a gente tá trabalhando, eu acho que esse caminho mais fácil e aí cada município
70:03
Speaker A
vai poder, dependendo da boa vontade das pessoas, poder te dar uma autorização para você trabalhar. Mas assim, eles exigem coisas que eles exigem de de da gente que é artesão, que exigem exigem da natura, da dessas marcas famosas.
70:19
Speaker A
Então, eles nos empurram paraa marginalidade. Então, por isso que se se precisa trabalhar com o selo artesanal.
70:28
Speaker A
né? Mas claro, eu até entendo, porque são coisas que a gente passa na pele, tem que ter uma responsabilidade.
70:35
Speaker A
Mas é isso, né? Não é fácil a gente registrar a marca. São muitas, poucas pessoas que têm ou faz pass, né? Tem ajuda de uma universidade ou tem uma empresa por trás, um Sebrai, alguma coisa assim.
70:50
Speaker A
É um caminho complicado, mas se tu tá com curioso, Tiandra, os meus produtos eles não estão registrados.
71:01
Speaker A
Desenvolvi um aplicativo para celular e computador para controle de colmeias e treinei uma IA para respostas de dúvidas para meliponicultores com marketplace para venda de produtos e para meliponicultura.
71:15
Speaker A
Acho, olha só que legal. Com certeza tudo que vier para facilitar, para ajudar a atividade é super viável, né? E hoje a Iar tá aí, a gente só precisa saber usar ela de forma adequada, de forma correta, né? Tem
71:33
Speaker A
muito preconceito quanto a inteligência artificial e eu entendo isso porque torna as pessoas mais preguiçosas, né, no sentido de de procurar as coisas. Mas se usar essa tecnologia a nosso favor de forma correta, perfeito, perfeito.
71:48
Speaker A
Depois eu vou querer conhecer, né, esse aplicativo, o que vier para somar na melonicultura ou em qualquer atividade, né, mas se falando da nossa atividade, tá perfeito, só tem a acrescentar na atividade e é uma inovação, né?
72:03
Speaker A
Parabéns. Melhorando a informação nesse aplicativo, todos os usuários terão a possibilidade de vender seus produtos.
72:11
Speaker A
Olha aí, ó. Me interessa, [risadas] né? Então, dá pra gente conversar e fazer alguns testes para ver qual é a o alcance desse aplicativo. É bem bacana, né? Já existe algo semelhante aqui, eu não sei se foi pra frente, mas era mais
72:25
Speaker A
venda de colônias, eu acho. Aqui no Sul tinha alguma coisa parecida, mas não sei te dizer o que que é. E que bom que tu inovou, que bom que você pensou, né, nisso e vai agregar bastante, né, vai, você vai fazer a
72:40
Speaker A
ponte, pelo que eu entendi, né? de quem tem o produto para venda para chegar no consumidor final, né? O esse aplicativo vai ser isso, pelo que eu entendi, né?
72:49
Speaker A
Então, bem bacana. Facilita para quem vende, facilita para quem tá procurando alguma coisa. É o nome nome eu não sei qual é, né? Mas provavelmente alguém um dia vai inventar o chope. Não, o shope, [risadas] eu ia falar mesmo, o chope da
73:05
Speaker A
meliponicultura, né? Vamos colocar tudo ali e o pessoal compra aí com frete grátis. E o mel de ursu amarela maturado deve ser bom. Nunca provei.
73:21
Speaker A
Mas assim, eu vendo mel das minhas abelhas aqui em Natura, tá? Porque eu vendo aqui pros meus conhecidos, pros clientes que que que conhecem, que querem comprar. Eu nunca maturei o meu mel e nunca fiz nenhum tipo de outro
73:37
Speaker A
processo, né? Eu vendo ele ã em natura mesmo, porque eu quero preservar todas as vitaminas, todas as leveduras, né, que estão disponíveis no mel cru.
73:51
Speaker A
Então eu, Tiandra, gosto de vender assim, tenho aqui na minha geladeira, ele mantém, mantém o refrigerado e oriento a pessoa, né? ele tá refrigerado, você consome ele e deixa na geladeira, né? Uma preferência minha, mas sim, o mel maturado, ele vem
74:07
Speaker A
ganhando o mercado para que? Porque possibilita, né? Ou o ã a venda em prateleira, né? Ficar fora da geladeira.
74:15
Speaker A
Isso facilita muito quando se trata do mel das abelhas sem ferrão. Então é uma técnica muito boa.
74:24
Speaker A
Não sei se era isso que queria saber. Qual a validade de um bálsamo labial de cera de abelha com manteigas naturais?
74:33
Speaker A
Então isso é uma das coisas que a gente ensina no curso, porque se você utilizar só manteiga, ceras e óleos vegetais, ele vai ter um tempo de durabilidade. Se você colocar conservantes naturais, né, e existem alguns tipos de conservantes
74:50
Speaker A
naturais, ele vai ter outra durabilidade que daí ele vai não vai deixar as manteigas e os óleos rancificarem, que a gente chama, né? Então isso é uma das coisas também que a gente ensina no curso, né? como produzir, como utilizar
75:03
Speaker A
esses insumos naturais que estão disponíveis no mercado para ampliar também a validade dos produtos, né, utilizando ainda assim produtos naturais. Existem conservantes naturais, né, antioxidantes naturais que a gente pode sim utilizar para não sair da linha natural, 100% natural.
75:27
Speaker A
Para venda de colônias precisa ter todas essas dificuldades? Acho que é burocracia isso que a pessoa queria dizer.
75:36
Speaker A
Eu acho que se fala em GTA, né? E das licenças. O teu meliponário tem que tá legalizado junto ao órgão competente da tua da tua região para fazer as coisas certinhos, né?
75:47
Speaker A
Certinho. Então tem que tá legalizado o teu miliponário, tem que tá cadastrado e tem que fazer a venda sempre com o GTA. né? É o que a gente recomenda sempre. É claro que a gente sabe que acontece, né, a a venda
76:03
Speaker A
de de meliponares não registrados, enfim, isso tem quem compra e tem quem vende, mas tem quem faz certo e tem quem não faz, né?
76:14
Speaker A
Daqui a pouco o pessoal se liga aí, ocorre alguma denúncia, não sei, né? E acontece de dar uma uma zebra grande aí, né, multa e tudo mais, porque são animais silvestres, né? A gente tem que cuidar um pouquinho isso, mas não é difícil de
76:32
Speaker A
legalizar o meliponário. Ã, aí você faz o cadastro na da inspetoria veterinária, você vende as tuas abelhas com GTA aí, tá tudo certo. Não tem não tem muito custo não. E não é tão tão difícil.
76:47
Speaker A
[limpando a garganta] No nosso caso aqui no Mato Grosso do Sul, estou tendo acompanhamento do Senar. Posso falar desse assunto com minha professora?
76:56
Speaker A
Claro, o SENAR, Sebrais são ótimos parceiros sempre, né? Eles ajudam o empreendedor a se a se se estruturar, a se organizar até financeiramente eles dão cursos, né? Essa semana mesmo eu fui num num curso do do Sebrai aqui num
77:12
Speaker A
treinamento, né? de de marketing, de para se estabelecer no Instagram, como posicionar tua marca, enfim, bem bacana.
77:22
Speaker A
Então, eles são estão sempre ajudando, eles querem ajudar, né? Então, eles podem inserir em alguns projetos dentro do SENAR, do SEBRAI que que promovam esse tipo de assunto, né? E você vai chegar lá e diz: "Olha, eu tenho essa
77:34
Speaker A
atividade aqui, eu quero legalizar ou eu quero profissionalizar ela, eu quero organizar, eu quero estruturar, como que eu posso fazer?" eles vão te dar assessoria, né, toda, eles têm toda uma equipe de mentoria que vão te ajudar a organizar o teu a tua
77:52
Speaker A
atividade, o teu negócio, enfim, é muito válido sim. Bom, eh, aqui não tem mais perguntas, né? E a gente tá chegando também no horário ali.
78:05
Speaker A
Eu vou Eu não sei se você vai querer ficar na sala ou vai querer sair, né?
78:09
Speaker A
Talvez tenha outras coisas para fazer. Eh, tem um janta para dar para três crianças.
78:15
Speaker A
Então, tá, duas, duas crianças menores e uma criança grande. Então, ah, [risadas] imagino. Aham.
78:23
Speaker A
É igual em todo lugar, então. Sim. Muito bem. Então, vou permitir que você faça as suas considerações finais aqui.
78:32
Speaker A
Beleza? Então agradeço, né, mais uma vez a participação. Agradeço quem ficou na aula, ã, e quem gostou e quem não gostou, eu peço desculpa. Não é, como eu disse, não é uma aula, né? É uma conversa, trazendo alguns exemplos,
78:47
Speaker A
trazendo algumas ideias para quem sabe vocês pensarem também, bom, também quem sabe posso seguir por esse lado, né? E e é isso, o meu meliponário aqui fica à disposição, né? Para quem quiser seguir, né, o meu trabalho lá nas redes sociais.
79:02
Speaker A
é Rainha do Sul, só achar lá, Rainha do Sul_line Mel. E lembrando, né, que os nossos cursos estão disponíveis para quem quiser empreender no ramo da cosmetologia natural, da saboraria, tem Saboaria masculina, tem essa linha de maquiagens que eu vou lançar ainda essa
79:17
Speaker A
semana, a nossa linha de maquiagens que é um curso inovador, é o primeiro curso do setor abelha, né, trabalhando maquiagem específica com a cera de abelha. Então, bem bacana. E lembrando que pros alunos aqui do curso Professor SIG, tem vão ter 20% de desconto para
79:34
Speaker A
quem quiser, tá? E é um descontão, é um desconto bem bom, só aproveitar. Eu agradeço, certo?
79:42
Speaker A
Um beijão para todos. Eu agradeço a sua participação aqui, né? E fica sempre o convite pro ano que vem.
79:50
Speaker A
Sorte. Então, vou chamar chamar a outra colega lá. Boa noite, Jana. Olá, boa noite. Tudo bem?
80:00
Speaker A
Primeiro gostaria de agradecer, né? Está Sim. Vocês estão me escutando? Sim, eu estou escutando.
80:09
Speaker A
Ah, tá. Não, perfeito. Então, ah, primeiro eu gostaria de de agradecer mais uma vez a gente nessa parceria, nessa dobradinha de Andra e eu e falar um pouquinho do nosso trabalho, tá? Eu sou melonicultora já 7 anos. né? Crio
80:27
Speaker A
abri Nativa há 7 anos. Ã, comecei também sem muita pretensão, mas a medida que eu fui estudando paraa criação, eu percebi o potencial dos insumos. E aí eu fui estudar cosmetologia natural para poder desenvolver os nossos produtos, porque
80:43
Speaker A
aí eu decidi que eu realmente queria trabalhar com atividade com eluricultor, como a ti falou, não é uma atividade tão barata, né? né? Então, ã, desse trabalho com a desse desse estudo com a cosmetologia, a gente lançou uma uma
80:58
Speaker A
linha chamada mel e cravo. Essa linha de mel e cravo, nós temos ela já há 4 anos no mercado, ã, com 66 produtos. Depois eu comecei a ministrar alguns cursos também na área da cosmetologia natural e também trabalhar com linha branca. O que que é
81:20
Speaker A
a linha branca? A linha branca é quando existem outros eh quando tu quer produto, como é que posso explicar? A linha branca é o seguinte, é quando tu produz ã produtos para outras empresas com a marca deles. Aí ela simplesmente
81:37
Speaker A
vai produzido por tal. O nosso cosmético é um coro cosmético também artesanal, tá? Porque como a Tiandra falou, tem toda essa dificuldade, né, em questão da legalização, mas mesmo assim a gente conseguiu, ã, abrir o mercado, ter uma uma plataforma
81:56
Speaker A
de plataforma de e-commerce, a gente conseguiu eh desenvolver esse trabalho, fazer grandes parcerias, né? Então, a gente produz já bastante tempo para alguns outros meriponários, produz para piários, a gente produz para lojas também.
82:14
Speaker A
E isso na linha de cosméticos. Aos poucos, eh, as coisas elas foram acontecendo e a gente foi desenvolvendo outras atividades, tá? Nós aqui no Parque Mecravo, a gente além dos cosméticos, a gente também trabalha com primeiro foi com polinização. Eu sou
82:35
Speaker A
muito curiosa, sou muito inquieta, então eu comecei a estudar sobre polinização e aí a gente começou a desenvolver um trabalho com aluguel de colônias, né, elonídeos para para produtores, né, para colocar estupa de morango, para colocar em olivais.
82:55
Speaker A
e também prestar consultorias, né, para outras eh para lugares onde tinham as colônias, miliponários didáticos. E depois a gente começou a desenvolver também eh implantações de meliponários, onde a gente faz a implantação e também a gente, além de fazer a implantação de
83:13
Speaker A
meliponário, a gente também presta consultoria para esses locais. Um exemplo é o miliponário da Assembleia Legislativa. Eu também, como tiandra, eu não sou muito de vender colônias.
83:24
Speaker A
Mas eh a gente procura sempre eh hoje tá dentro da atividade, nós somos, eu posso dizer que nós somos uma das primeiras famílias que vive 100% da me punicultura, tá? À medida que esses negócios eles foram desenvolvendo, eu
83:41
Speaker A
fui obrigada, eu já não tinha mais braço sozinha, eu fui trazendo a minha família para trabalhar comigo, né? Primeiro foi minha filha, somente na área dos cosméticos, depois o meu marido e hoje o meu filho mais novo também trabalha com
83:54
Speaker A
com a gente. Ã, como a gente não tinha aquela, eu não queria muito aquela coisa, o meu trabalho era mais na parte da conscientização, na parte da preservação. Então eu, em vez de vender uma colônia para uma pessoa que muitas
84:09
Speaker A
vezes não sabia cuidar, o que que a gente, o que que eu pensei? Eu vou criar um outro projeto que é essas implantações. Normalmente a gente implanta em praça, a gente implanta em lugares públicos, né? E aí também a
84:24
Speaker A
gente tem aquele ganho mensal da consultoria, porque a gente continua acompanhando aquelas colônias, elas não são implantadas lá e simplesmente largadas, né? Um exemplo, a gente nós somos, a gente plantou o ano passado o meliponário da Assembleia Legislativa da
84:42
Speaker A
Praça de Voti, a gente tem vários pontos turísticos que a gente também faz essa que a gente faz essa implantação e tem esse acompanhamento, tá? E também ã a gente desenvolveu turismo, né? a gente partiu para uma outra parte, porque o
84:59
Speaker A
que que a gente, o que que eu notava muito quando eu chegava nas feiras com os meus cosméticos, quando a gente chegava numa uma feira, por exemplo, uma feira que era um nicho de apicultura e melipunicultura tá?
85:14
Speaker A
As pessoas elas conheciam as abelhas, elas tinham as informações, elas conheciam o mel. Mas quando a gente ia para feiras maiores, por exemplo, uma Expo Intern, um Agroponte, né, que é uma feira de Santa Catarina, uma feira aqui
85:27
Speaker A
do Rio Grande do Sul, as pessoas sequer sabiam da existência das abelhas antigas, quem dirá a importância delas.
85:34
Speaker A
Então, a partir disso, a gente teve a ideia de criar um espaço turístico onde o nosso principal a nossa principal atração são as abelhas nativas, que é o Parque Macrva. Hoje nós estamos eh há dois anos em operação e eu brinco, a
85:52
Speaker A
gente tem, o nosso público hoje é de 3 anos a 80 anos, né? Então isso é muito gratificante porque a gente tem um fluxo hoje, para vocês terem uma ideia, nosso primeiro semestre a gente recebeu 2.000 pessoas, 2000 e um pouquinho, tá? Então
86:10
Speaker A
isso é um fluxo muito grande. Hoje dentro da área de turismo, a gente trabalha, recebe famílias, a gente recebe escolas, a gente recebe faculdades para visitas técnicas e e também a gente faz parte de um roteiro, né? Então essa parte de turismo rural,
86:31
Speaker A
isso nos trouxe eh um ganho muito grande, uma visibilidade muito grande em questão eh do nosso trabalho, né? e a questão de diversificar tudo que a gente faz. E além disso, a gente também tem a nossa loja, como vocês veem, né? uma pequena,
86:52
Speaker A
uma uma pequena lojinha aqui, onde a gente tem os nossos produtos, né, para venda e também produtos de parceiros aqui. Então, a gente dentro da atividade, ah, e nós também aqui no parque, né, nós também operamos como um
87:07
Speaker A
centro de treinamento. Nós temos três propostas. A gente tem um curso que é para iniciante. A gente tem um um curso que é focado em todos os tipos de multiplicação e também temos o curso de manejo de inverno. Então a gente
87:24
Speaker A
conseguiu ampliar bastante o trabalho, né, a a criar produtos, né, todos eles dentro da minipunicultura, né? Eh, também sou professora de cosmética, como eu falei, né? Hoje, infelizmente, por por tudo que a gente faz, por todas as coisas que a gente desenvolve. Hoje
87:46
Speaker A
eu já não tenho mais tanto, eu também participava da plataforma da CAR, mas hoje eu também não, já eu não consigo mais, até porque a gente opera quase todos os finais de semana, então eu não consigo mais hoje, assim, hoje os cursos
88:00
Speaker A
que a gente ministra é mais é para empresas ou um convite como esse de hoje, algo que a gente vai fazer de repente para matéria. Então a gente acaba ficando um pouco mais inchado porque quanto mais coisas tu faz menos
88:14
Speaker A
tempo tu tem, né? H, então a gente, eu recebi esse convite do professor Zig, né? Sabia que a Tiandia falar sobre empreendedorismo e eu quis falar um pouco, eu quis falar um pouco, né, mostrar para vocês todas as
88:29
Speaker A
atividades que a gente pode desenvolver com meliponicultura, mas eu vou fazer para vocês uma oficina de saboraria, tá?
88:35
Speaker A
Eu sei que vocês tiveram uma oficina de saboraria, inclusive com a minha aluna querida, né? H, mas eu quero falar também dos dos três tipos de saboaria que existem, tá? Vou mostrar alguns modelos aqui que são sabonetes que a
88:51
Speaker A
gente que são os nossos da nossa marca, tá? Esse aqui é um sabonete glicerinado, que é um sabonete mais fácil de fazer. É o sabonete para iniciante mesmo. É uma prática ã que praticamente ela já vem uma base pronta,
89:09
Speaker A
que é essa base aqui, ó. Tá? Existem outras marcas no mercado. Essa base, ela é praticamente, tu vai colocar os aditivos, né? Tu vai acrescentar os aditivos que vão te dar ã a macieza na tua pele, vão te dar a
89:25
Speaker A
hidratação, né? Vai dar o perfume. Então, praticamente isso vai acrescentar os aditivos. Depois a gente tem outros processos também na saboaria, que é esse aqui ó.
89:39
Speaker A
Esse aqui é um sabonete um pouquinho mais desenhado, não sei se vocês vão conseguir ver, tá? Esse aqui é o cold process, que é um sabonete que a gente faz esse processo a frio, ó.
89:50
Speaker A
Ele é um sabonete para quem gosta de fazer um um produto mais elaborado, com mais cores, né? A gente consegue brincar bastante com texturas, a gente consegue brincar bastante diversificar bastante, né? a questão principalmente dessa parte mais decorativa, tá? Ele é um sabonete
90:09
Speaker A
que diferente desse aqui, ele passa por um processo, né? Um processo de saponificação com a lixívia, que é a soda cáltica, né? que eh são as gorduras ã com a soda cáltica, que elas formam os cristais de sal que que fazem o sabonete
90:26
Speaker A
fica duro. Esse sabonete aqui em processo a frio, ele pode levar tempo de cura dele de 4ro semanas até 6 meses, dependendo o tipo de sabonete que tu faça. Então, em questão de venda, ele tem que ser um pouquinho pensado, né? Tu
90:45
Speaker A
tem que saber fazer. Mas também a gente tem um sabonete que é esse aqui, ó, que ele é o Hot Prosis. É um sabonete que basicamente ele já ele faz uma massa cozida dele, é um processo a quente. Tu
90:59
Speaker A
esquenta os olhos, a rolívia tá quente e tu faz esse processo de sapanificação. E o momento que ele esfria, ele é um sabonete que ele já ele já está pronto, tá? Tu já pode utilizar ele, ele não precisa de um tempo de cura. A gente
91:14
Speaker A
deixa ele na prateleira. H, por dois a qu dias, só mesmo paraa perda de água, para que ele fique eh bastante resistente né?
91:26
Speaker A
Ã, que para que ele tenha uma durabilidade maior em questão do contato com a umidade, em questão do dos do cosméticos, assim, principalmente da parte de saboraria. A saoaria, além de terapêutica, tu também consegue desenvolver, tu consegue utilizar vários
91:44
Speaker A
insumos. a gente trabalha somente com insumos naturais. Tu consegue trabalhar com as ervas de chá, tu consegue trabalhar com argilas, tu consegue trabalhar com extratos secos. Então tudo isso, o que que é o interessante? O interessante é primeiro que tu estude o
92:02
Speaker A
que tipo de produto tu quer desenvolver. Por exemplo, se eu tenho uma pele mais oleosa, eu tenho que saber quais são as ervas, quais são as argilas que eu vou utilizar para aquela, para que eu tenha um resultado mais rápido, né? Para que
92:17
Speaker A
eu tenha uma melhora na minha pele. Se eu tenho, se eu quero um sabonete, por exemplo, paraa mancha, né? Então eu vou utilizar insumos junto com os insumos das abelhas que vão me ajudar a ter esse resultado. Então eu
92:33
Speaker A
sempre falo que a gente tem que estudar um pouco primeiro as plantas medicinais, tá? Ã, para depois a gente sair desenvolvendo. Outra coisa, a questão dos materiais, tá? H, vocês vão ver uma infinidade de produtos hoje, principalmente formas, tá, de silicone.
92:52
Speaker A
Ã, existe uma infinidade de materiais, mas assim, ó, quem quer começar a empreender nessa boaria, o que que eu recomendo? Primeiro, ã, vou começar com quantos produtos? Eu vou começar numa linha de quatro sabonetes, tá? Por exemplo, quais são os materiais que eu
93:11
Speaker A
vou precisar? Eu vou precisar de uma chapinha elétrica, tá? Isso aqui ela é um investimento, é um pouquaria, mas é uma peça que te dá um retorno, ele te ajuda o controle da temperatura, porque se tu queimar a base, tu acaba
93:28
Speaker A
desperdiçando, acaba indo fora, tá? Tu vai investir nesses canecos de alumínio, balança, forma de silicone, ã, espátulas. Esse é o material que tu vai precisar de primeira mão, né? Tu não precisa comprar uma grande quantidade de material.
93:47
Speaker A
Esses são para te iniciar o teu trabalho. Depois disso, tu vai começar assim, ó, utilizando, ã, ervas que são mais comuns, né? Por exemplo, lavanda, calêndula, tá? Tu pode fazer um sabonete somente de mel.
94:03
Speaker A
Ã, tu pode utilizar além da lavanda, calendula, alecm, tá? Esses são são a são os sabonetes bases, vamos dizer assim, para te começar a vender.
94:16
Speaker A
Momento que tu fez um lote, vendeu aquele lote, compra mais insumos e aí tu vai aumentando a tua linha de sabonetes. Ã, como é que a gente pode transformar esses essas ervas medicinais? a gente pode usá-las na saboria, a gente pode utilizar a erva
94:34
Speaker A
seca, a gente pode utilizar através dos tratos alcoólicos, né? A gente pode pegar a nossa erva e deixar ela macerando num álcool. A gente pode pegar a nossa erva e deixar, por exemplo, macerando num óleo vegetal para extrair
94:50
Speaker A
as propriedades dela e passar isso pro pro nosso sabonete, tá? Também quando tu faz em óleo vegetal, aqui a gente tem um extrato, tá? Que é aqui é cúrcuma com azeite de oliva, tá?
95:06
Speaker A
Por que que eu usei o azeite de oliva? Para dar uma hidratação melhor na pele, tá? E a cúrcuma, ela tem ação anti-inflamatório. Além dela ter ação anti-inflamatório, ela também, vocês estão, não sei se vocês conseguem ver a
95:18
Speaker A
coloração, ó, que ela vai deixar o meu sabonete mais natural, ó. Ela vai deixar o meu sabonete de mel com o potencial de ser um sabonete anti-inflamatório, tá? E ela vai dar cor já pra minha base.
95:34
Speaker A
Ã, uma outra coisa que a gente tem ou uma outra coisa que a gente coloca no sabonete é o lauril, tá? Eu posso fazer o sabonete sem somente com a base glicerinada, sem nenhuma adição de lauril. O que que é o lauril? O auril
95:53
Speaker A
ele vai dar a espumação, não a limpeza, a espumação. A gente tem esse conceito que para te tomar um banho, né, tu sair limpo daquele banho, tu tem que ter uma espumação. Isso não é verdade, mas a gente tem esse conceito. Então, a gente
96:10
Speaker A
utiliza um lauril que esse aqui é derivado do milho, que é um lauril natural, ele não é poluente, ele não é aquele laurilio ambiente.
96:22
Speaker A
Hã, além do lauril, a gente utiliza o mel, é claro, o própolis, que aqui a gente utiliza o extrato de própolis, mas em outras formulações a gente pode usar também a borra do própolis, tá?
96:38
Speaker A
E aqui para colorir eu trouxe a mica, tá? Mas a gente pode utilizar as argilas. A mica é um mineral colorido e a gente pode utilizar também as argilas.
96:52
Speaker A
ou para colorir, a gente pode utilizar o extrato. Como eu falei para vocês antes, aqui a gente vai fazer uma formulação bem simples. Eu trabalho sempre com balanço. Eu acho que é uma maneira de tu não errar, de não perder material, tá?
97:10
Speaker A
Então aqui a gente vai fazer nessa formulação, a gente vai utilizar a minha base. É essa mesma base aqui, é uma base transparente. Ela falei sobre as bases.
97:21
Speaker A
As bases existem a base transparente, existe a base branca e a base perolada, tá? A diferença delas é mais é estética mesmo. Ã, vocês podem comprar qualquer tipo de base de acordo com o que vocês querem desenvolver. Aqui a gente vai utilizar
97:39
Speaker A
500 g de base glicerinada. Eu gosto de deixar a base já picada dentro do, eu acho que é o mais prático pra gente poder trabalhar.
97:50
Speaker A
O meu material, ele já tá previamente higienizado aqui. Então, a gente vai colocar 500 g de base.
98:27
Speaker A
E em outro recipiente a gente vai separar os nossos aditivos. Como eu falei para vocês, esse é um método muito simples, tá? Isso é um método que qualquer pessoa consegue fazer porque não não leva, não precisa de tantas fases. É uma é um sabonete que
98:47
Speaker A
basicamente a gente vai derreter a base e vai acrescentar os aditivos. Aqui a gente vai utilizar 10 g de lauril.
99:04
Speaker A
Vamos utilizar aqui do nosso extrato de açafrão, a gente vai utilizar mais 10 g.
99:22
Speaker A
20 g de mel. Vou utilizar, como eu quero, além de antiinflamatório, eu também quero potencializar o sabonete para que ele tenha uma função cicatrizante, bactericida, eu vou utilizar o extrato de própolis, tá? Então aqui eu vou botar 10 gotinhas.
100:08
Speaker A
Nesse sabonete nós vamos utilizar a essência. É uma essência sintética, mas é uma essência livre de parabeno, tá? Se eu quisesse fazer o sabonete somente com os extratos e fazer ele sem essência, eu poderia fazer, não teria problema
100:25
Speaker A
nenhum. Ele vai ficar com cheiro suave, ele vai ficar com cheiro mais do açafrão, né? Que vai ficar um cheirinho bem suave.
100:34
Speaker A
Mas eu também posso utilizar o óleo essencial, tá? Aqui a gente vai utilizar para 500 g, a gente vai utilizar 10 ml. 10, desculpa, 10 g.
100:54
Speaker A
Enquanto a minha base vai derretendo, ó, eu vou dando uma misturadinha. Qual a temperatura que eu devo deixar a base?
101:06
Speaker A
A base ela, a temperatura ideal para mim colocar os meus aditivos é o momento que ela derreter. Eu sempre tenho que ter um cuidado para que ela não ferva, tá? Porque o momento que a gente deixa a base ferver, ela acaba
101:20
Speaker A
perdendo as propriedades. Ah, eu vi a Tiandra falando em questão da acompanhar a aula da Tiandra e ela falando em questão de valorização, né?
101:35
Speaker A
Vamos fazer uma conta, uma conta. Por que que eu, tá, eu, Jana, preferi, ã, em vez de vender colônias, eu preferi fazer cosméticos, tá? Primeiro porque eu também tenho um apego nas minhas colônias.
101:52
Speaker A
Ã, para vocês terem uma ideia, a gente aqui no parque a gente cria 16 espécies de abelhas nativas. Eu tenho todas as minhas primeiras caixas, tá? E quando a gente vai fazer hoje aqui, a gente tem cerca de 400 e 400 e
102:09
Speaker A
pouquinhas colônias nesse meniponário e a gente tem outros meniponários para produção. Então o que que eu faço?
102:16
Speaker A
Quando eu vou fazer uma implantação, eu compro algum lote de outro criador, tá? Normalmente a gente, eu cuido dessas abelhas primeiro para depois eu fazer a implantação. As minhas abelhas quase não saem do parque para vocês terem uma
102:31
Speaker A
ideia do apego do da pessoa. Ã, então assim, nós não participamos, a gente participa de feiras, tá? Mas sempre com os cosméticos. A gente não leva abelha para feira. É uma uma política que a gente criou aqui somente
102:48
Speaker A
para exposição, tá? Aí, por que que eu resolvi trabalhar com cosméticos e não com a venda de colônias, tá? Não, não sou contra a venda de colônias, pelo contrário, a gente precisa manter esse mercado, tá?
103:00
Speaker A
Mas eu preferi por quê? Vamos fazer um um pensamento aqui. Eu tenho uma colônia de Jataí que se eu fosse vender hoje, eu venderia por R$ 350, tá?
103:13
Speaker A
Se eu deixar, se eu tiver um ano muito bom de pasto, tá? Se eu deixar ela produzindo, uma melgueira, ela produz em torno de 700 700 ml de mel, tá? De 700 a 1,5 L, dependendo da colônia de Jataí,
103:31
Speaker A
tá? do pasto, né, que ele é oferecido. Ã, se eu extrair esse mel e eu for vender o mel, aqui na minha região, a gente consegue vender o mel fracionado em torno de R$ 400.
103:49
Speaker A
Bom, se eu tirar 1 L da minha colônia, se eu conseguir tirar 1 L de mel de jataí na minha colônia, eu já tirei mais do que se eu fosse vender o enxame.
104:00
Speaker A
Se eu pegar 20 g desse mesmo mel e produzir sabonete, o que que vai acontecer? Eu vou conseguir vender cada sabonete em torno de R$ 12 a R$ 15.
104:21
Speaker A
E esses 20, essas 20 g de mel que eu produzi, tá? Que a minha, minha abelha produziu, ela vai me render em torno de seis a oito sabonetes, dependendo da gramagem.
104:33
Speaker A
Então, vocês fizeram a conta? É óbvio que o cosmético a gente vai levar um tempo um pouco maior para vender do que o enxame. Mas o enxame também a gente precisa de tempo, tá? Tu não pode eh um bom criador, ele não vai
104:52
Speaker A
pegar o enxame hoje uma captura ou uma multiplicação e ele vai sair vendendo, né? Ele vai deixar essa vai deixar essa criança, essa essa colmeia se estabilizar. ele vai deixar essa se desenvolver, né, para depois ele sair, para depois
105:09
Speaker A
ele fazer o negócio com ela. Só que nesse período ele tem o tempo, ele tem o cuidado, ele tem a caixa que ele colocou, ele tem a cera que ele vai oferecer para ela nesse período que ela tiver lá, ele vai ter todo o trabalho,
105:21
Speaker A
todo manejo. Então assim, pensando a longo a longo prazo, produzir, né, seja o mel, ã, ou os biocosméticos, ela vai, ele vai te trazer um retorno financeiro maior do que se tu vender o teu plantel, né, pensando, claro que tem
105:46
Speaker A
pessoas eh tem eh no caso, no meu pensamento, foi isso que eu achei, pessoal. Olha só aqui, ó. Eu derreti a base ó.
106:02
Speaker A
Essa base tá pronta. Eu posso utilizar um termômetro também, daqueles termômetros de cozinha, ou eu basicamente posso simplesmente pegar aqui, ó. Se eu conseguir pegar ela, tá?
106:13
Speaker A
E não queimar. Deixa ela tá em torno aqui deuns, ela tem em torno deuns 40º, mais ou menos, de 35 a 40º.
106:22
Speaker A
Tá? Se eu conseguir pegar a mão, já é o suficiente para mim colocar os meus aditivos sem estragar os meus aditivos, tá? Não vai ficar quente o suficiente para para prejudicar, para evaporar qualquer tipo de aditivo.
106:45
Speaker A
Somente de colocar o extrato, olha a coloração que ele ficou. Não sei se vocês vão conseguir ver aqui.
107:02
Speaker A
E agora eu vou colocar na minha forminha. Esse sabonete ele vai solidificar em torno de 4 horas. Ele já vai tá solidificado.
107:19
Speaker A
Eu gosto de deixar ele pelo menos 24 horas tá? Ã, fora da forma. Gosto de deixar ele descansando ali 24 horas. Por que que eu gosto de deixar ele descansando? Porque essas bases elas são feitas com álcool, então ela acaba ficando com um pouco de
107:37
Speaker A
de cheiro. Aqui é o álcool de cereais que eu vou usar para finalizar, para tirar as bolinhas do sabonete.
107:51
Speaker A
E depois de pronto, ele vai ficar assim, ó, como esse aqui, ó. Vocês viram que a gente não colocou nenhum tipo de corante ou aditivo. Ele vai ficar com uma cor bem suave, né? Isso aqui é somente a cor
108:06
Speaker A
do açafrão. Isso daqui. Maneiras de embalar esse sabonete. Aqui a gente usa um celofan, biodegradável, porque todos os nossos produtos a gente tem a preocupação com o meio ambiente. Então a gente utiliza papel, a gente utiliza o celofan, a
108:30
Speaker A
gente utiliza o vidro que são embalagens retornáveis. né? Mas a gente pode utilizar a nossa imaginação em questão das embalagens. Ã, a gente pode utilizar um papel mais fino, a gente pode fazer com pano de cera, a gente pode enrolar ele com pano de com
108:51
Speaker A
aquele tecido de xita, né? Então, ah, deixa eu mostrar uma outra coisa para vocês que eu acabei esquecendo de pegar aqui, ó.
109:03
Speaker A
crochê. Então assim, existem várias coisas que a gente pode e tudo isso isso acaba agregando valor aos nossos produtos, né?
109:14
Speaker A
Então a gente acaba a gente acaba agregando valor, né? Um por exemplo, um sabonete que ele é embalado com somente com celofone biodegradável, né? Ã e um rótulo, ele vai custar em torno de R$ 12. Mas se eu utilizar, por
109:34
Speaker A
exemplo, fizer um kitzinho com sabonete e a esponja, eu já posso vender ele por R$ 20, R$ 25, né? Tudo depende do mercado, né? Depende da proposta que vocês têm.
109:47
Speaker A
Ô, J aqui a gente Oi, agora eu quero vender o meu produto aqui. [risadas] Então, vende.
109:53
Speaker A
Eu quero passar o código número dois para eles. E o código número dois é o seguinte. Eu tropecei numa lata.
110:04
Speaker A
Eu tropecei numa lata. L a t a lata. Obrigado. De nada. Então, eh, quando a gente vai começar, principalmente no, principalmente a gente vai começar na parte ã cosmética, o a gente sempre pensa assim, ó. Primeira primeira coisa
110:25
Speaker A
que eu aconselho, façam cursos. Hoje quando eu e a Tiandra começamos não tinha essa variedade de cursos, não tinha opções, né, de cursos. A gente teve que meio que correr atrás, desenvolver produtos. Hoje já tá muito mais fácil o mercado. Hoje tem várias
110:41
Speaker A
opções de cursos, né? Nós temos vários professores muito bem capacitados. Ã, invistam em matériaspras sempre de qualidade, tá? H, procurem assim, ó, sempre comprar insumos que tenham a certificação.
111:01
Speaker A
Por exemplo, essa base aqui, ela é uma base um pouquinho mais cara, mas é uma base que tu não vai ter perda. Às vezes tem alguns tipos de base que tu vai comprar ali, ã, em torno de R$ 10, R$
111:12
Speaker A
15, só que tu vai fazer o teu sabonete. No momento que tu colocar o aditivo, teu sabonete, ele vai ficar todo mole, sabe?
111:20
Speaker A
Ele vai levar um tempo maior de cura. Então, eh, invistam em bons produtos, né? Até porque a gente, eh, criando abelha Nativa, nós temos um produto premium, né? As nossas abelhas, elas o mel é um mel valorizado porque é
111:38
Speaker A
uma produção baixa. Então, o nosso produto tem que ser um produto que tem uma valorização. Eu não posso vender um sabonete desse de 80 g pelo mesmo preço que a gente compra um sabonete no mercado, um Palmo Live da vida. né? Até
111:53
Speaker A
porque assim, o custo benefício, o nosso sabonete, ele tem um um ele tem infinitamente assim, ó, ele vai um sabonete que ele vai te tratar, ele é um sabonete que ele não vai te deixar com a pele ressecada, ele é um sabonete que
112:07
Speaker A
ele vai te ajudar de certa maneira eh em questão de um tratamento, por exemplo, assim, ele vai te dar uma, ele vai te deixar a pele com mais umidade. Se tu tiver algum tipo de alergia utilizando o mel e o própolis, ele vai ajudar nessa
112:23
Speaker A
nessa alergia. Então a gente tem que valorizar os produtos que as abelhas fazem, né? A gente pode utilizar cera também que dá uma hidratação ainda maior no sabonete.
112:34
Speaker A
Então a gente tem que ter esse carinho, esse cuidado, porque não adianta a gente fazer um produto natural, um produto que foi pensado, né? um produto que foi idealizado, um produto utilizando um insumo nobre como mel, própolis, das
112:51
Speaker A
nossas abelhas e a gente não valorizar esse produto, tá? Ã, comecem questão de venda. Eu sempre, eu sempre digo assim, tentem utilizar o que vocês já têm na casa de vocês, por exemplo, reutilizem vidros, reutilizem potes, tá? E porque
113:10
Speaker A
quanto menos insumos vocês comprarem com quanto menos vocês gastarem com esses materiais, mais recursos vocês vão ter para investir numa boa logo, para investir numa boa rotulagem, né, num num bom papel. Criem a personalidade de vocês, criem a
113:29
Speaker A
personalidade dos produtos de vocês, a identidade de vocês, para que quando as pessoas forem passarem alguma feira, quando as pessoas elas chegarem em algum lugar, elas olhem aquela aquele rótulo e eles vejam que é de vocês, tá? Ã, um
113:47
Speaker A
mercado muito bom que a gente trabalha, que a gente acaba não trabalhando tanto, tá? Mas é um mercado muito legal, é um um mercado que dá bastante retorno em questão de saboaria, é as lembrancinhas, tá? Ã, a gente já teve oportunidade, a
114:02
Speaker A
gente já fez algumas lembrancinhas, mas não é no nosso foco. Como eu disse para vocês, a gente, nosso foco maior é na linha branca, nos produtos que a gente faz, que a gente desenvolveu para nós e na linha branca.
114:14
Speaker A
Mas assim, ó, o mercado de lembrancinhas, ã, com tu consegue fazer vários produtos. O mel ele é o mel ele é um sinônimo de prosperidade. Então, por exemplo, tu consegue, a gente um, há um tempo atrás a gente fez um kit muito
114:29
Speaker A
bacana para noivos, tá? Pros noivos darem de padrinho, pros padrinhos. Então, ã, esse mercado de lembrancinhas é um mercado que cada vez mais tá crescendo, né? E são produtos com alto valor, produtos que tu consegue fazer com os mesmos insumos, só que tu tem que
114:49
Speaker A
ter um pouquinho mais de carinho, um pouquinho mais de cuidado. Tu tem que colocar uma flor a mais, uma embalagem mais caprichada, só que isso compensa na venda. Enquanto tu vende o mesmo sabonete que tu que tu venderia uma
115:03
Speaker A
embalagem de de celofun, como como eu falei, a R$ 12, tu vai vender uma caixa para noivo, cada sabonete ele vai te sair em torno de R$ 18 a R$ 24, né? Por exemplo, se tu fizer um sabonete
115:17
Speaker A
enrolado ele com a com a juta. Então assim, eh pensem, sabeem? Procurem qual é o o mercado de vocês e pensem, né?
115:28
Speaker A
Tentem analisar, tentem pensar como vocês podem viabilizar isso, né? Como vocês podem valorizar os insumos das abelhas. Às vezes até um um sabonete com uma cartinha, ã, com uma tagzinha, né, que a gente coloca ali falando mais alguma coisa, né, sai o príncing fora da
115:50
Speaker A
caixa, vamos dizer assim. Ah, uma coisa que eu acabei não falando, é muito importante, a gente sempre quando a gente fizer essa boaria, isso é importantíssimo, é a gente colocar os produtos, tá? É a etiqueta de segurança. Na etiqueta de
116:05
Speaker A
segurança, a gente vai colocar todos os insumos que a gente utilizou, tá? Não precisa colocar as quantidades, mas por exemplo aqui, ó, eu tenho que colocar que eu utilizei a base glicalinada, eu tenho que colocar que eu utilizei aqui ã
116:20
Speaker A
o meu extrato, o mel, a própolis, tá? H, tem que colocar todos os insumos que a gente utilizou, data de fabricação, o dia que a gente fez e qual é a nossa data de validade.
116:33
Speaker A
No caso, como a gente tá utilizando a nossa, a gente tá utilizando uma base glicerinada, a gente vai pegar a data do fabricante, tá? Aqui atrás tem a data de do fabricante, ó. Essa aqui mesmo é valid válido até julho de 2027. Então
116:51
Speaker A
esse sabonete ele vai ter essa validade, tá? Então a gente sempre vai pegar a data do fabricante. E essa etiqueta de segurança é muito importante. Por quê?
117:02
Speaker A
Porque a gente tá lidando com a saúde das pessoas, né? Hoje em dia as pessoas elas são extremamente alérgicas, né? E a gente tem que ter esse cuidado e também é a segurança que a pessoa tá comando, comprando um bom produto, embora seja um
117:16
Speaker A
produto artesanal, ela tá comprando um produto que quem fez teve a preocupação, teve o carinho de colocar ali cada insumo, cada matériapra que foi usado, né? Então isso é uma uma preocupação bem importante. Isso valoriza os produtos, tá? Eu vou mostrar para vocês, ã, uma
117:37
Speaker A
rotulagem do nosso sabonete que eu acabei tirando ali. Bom, esse aqui é a rotulagem do nosso sabonete.
117:49
Speaker A
Como eu disse para vocês, a gente trabalha ã com uma pegada mais, além de ser um produto natural, a gente trabalha mais com uma pegada ecológica. Então, a gente utiliza papel pardo. Aqui a gente tem um selinho, ó, que não vai dar para
118:05
Speaker A
enxergar, mas esse selinho aqui tu consegue ver que é um selinho, ã, tem uma jataí, que é o símbolo do parque, e aqui nesse selinho contém insumos das abelhas ativas. Então, quando as pessoas elas olham os nossos produtos aqui, que
118:21
Speaker A
elas veem esse selinho, eles sabem que esse selinho foi que esse produto foi fabricado por nós, né? Então aqui, ó, a gente tem a composição, a recomendação. Que que é essa recomendação? Para que tipo de pele a gente desenvolveu esse sabonete? Esse
118:38
Speaker A
aqui é um sabonete de lavanda, então ele é um sabonete com propriedades cicatrizantes, né? Então tudo isso tá especificado aqui. A gente coloca também ã os nossos contato.
118:53
Speaker A
Outra coisa que a gente coloca aqui a validade, como eu falei para vocês, e a gente coloca também dentro da rotulagem, tá? uma um no caso do sabonete natural, a gente coloca um dizer que a gente pode cortar o sabonete natural, que ele acaba
119:11
Speaker A
tendo um desgaste maior do que como ele não tem conservante, ele acaba se desmanchando mais se ele ficar enopado.
119:18
Speaker A
Então que a gente use primeiro a metade, depois a outra metade do sabonete natural. Então, por incrível que pareça, a gente pensa assim: "Ah, mas é muita informação". Não é? As pessoas leem. As pessoas leem e às vezes assim elas vêm e
119:32
Speaker A
elas elas leem e depois elas comentam contigo. Ah, realmente eu fiz isso. Eu utilizei metade do sabonete, eu vi que o meu sabonete teve uma durabilidade muito maior do que se eu tivesse usado o sabonete inteiro, tá? Então é uma
119:49
Speaker A
preocupação que as pessoas que a gente tem que ter, é um carinho que a gente tem que ter com o nosso cliente que acaba retornando em venda. E ã os produtos a gente vai, o que que é o
120:02
Speaker A
ideal? Assim, a gente quando a gente começa a fazer, principalmente a parte de saboraria, como é uma coisa muito gostosa, a gente se empolga fazendo vários tipos de sabonete, querendo fazer várias coisas e e chega um ponto que
120:17
Speaker A
assim, ó, tu acaba meio que te perdendo. O ideal é sempre vocês trabalharem com uma linha mais enxuta, com menos, trabalhar com kitzinho para ganhar valor nos sabonetes. Isso é bem interessante assim. Eu acho que eu vou ficar sem
120:32
Speaker A
bateria. Só um minutinho. Liguei. Então isso é uma coisa que é bem interessante a gente trabalhar sempre pensando pensando no nosso cliente também no nossa na nossa na nossa venda, né? Porque é a maneira que a gente vai
120:59
Speaker A
ter esse retorno financeiro é através a gente quer que o cliente compre uma vez, goste do produto e compre de novo, né?
121:08
Speaker A
Então, não sei se tem alguma pergunta, professor. Tem algumas ali. Vamos dar uma olhada.
121:21
Speaker A
Vamos dar uma olhada. Como foi, como é esse trabalho com a polinização com abelhas sem ferrão?
121:41
Speaker A
Trabalho com a polinização, ã, depende da cultura que tu vai fazer a polinização. A gente trabalha com aluguel de colônias, tá? Como funciona?
121:51
Speaker A
Primeiro a gente vai faz uma avaliação, vê o que que a pessoa quer polinizar.
121:57
Speaker A
Por exemplo, a gente amanhã a gente tá entregando 25 caixas para uma para uma polinização de oliveiras, tá? A oliveira, ela não é polinizada, ela é polinizada pelo vento, mas a gente notou esse esse esse agricultor, ele notou que
122:18
Speaker A
quando as quando ele colocou as abelhas nativas, ele teve um aumento no de produtividade, cerca de 8%. Então a partir dali ele começou, a gente começou a levar essas colônias para lá, né, fazer um trabalho em parceria. Então a
122:32
Speaker A
gente fecha as colônias de noite, leva para lá, deixa todo o período de floração e depois que passa a floração, a gente recolhe essas colônias de lá, tá? Essas colônias, ã, paraa polinização, a gente entra com manejo de pelo menos dois meses antes, né? Eh,
122:54
Speaker A
a gente entra com manejo de principalmente de alimentação energética para que quando elas cheguem lá elas tenham maior necessidade de pólen, elas têm uma boa reserva de alimento energético e elas têm uma necessidade maior de procurar de oferta de polen.
123:10
Speaker A
Então, é basicamente isso aí, dependendo da cultura, é o tamanho da abelha que a gente que a gente oferece né?
123:22
Speaker A
Na estante atrás de você há umas garrafas grandes, é cachaça, cerveja, espumante, hidromel ou mel. Ah, como eu disse para vocês, a gente hoje tá fazendo a oficina aqui na a gente tá fazendo oficina no salão, onde a gente
123:34
Speaker A
tem lojinha. Aqui nessa nossa lojinha a gente tem como se fosse uma economia eh circular, vamos dizer assim, né, ou solidária. A gente tem vários parceiros aqui, a gente tem vinhos que são produzidos em viam mão, tá? E aqui a
123:51
Speaker A
gente também tem hidroméis que são produzidos por um outro parceiro mel parceiro nosso. Ele tem um hidromel ã depis e hidromel de abelha nativo.
124:03
Speaker A
Nós temos geleias também, tem várias coisas aqui. Eh, que tipo de álcool e que nível de concentração você utiliza para o extrato de cúrcuma? Que outras plantas podem ser utilizadas? Eu utilizo em torno, depende, tá? Assim, ó, a cúrcuma, a
124:24
Speaker A
cúrcuma como normalmente a gente utiliza o pó dela. Eu, eu utilizo o álcool 92%, álcool de cereais, e eu utilizo 5% de cúrcuma e 95 de álcool, tá? Quanto maior a matéria, maior volume, a gente acaba utilizando um pouco menos de álcool.
124:43
Speaker A
Por exemplo, se eu fosse fazer com as folhas, eu utilizaria menos. Eu utilizaria 3% de de folha por causa do volume e 97 de álcool cereais.
124:58
Speaker A
A outra, ah, ele perguntou também quais são os outras. A gente pode utilizar, por exemplo, assim, ó, se eu quiser fazer um aromatizador natural, tá? Eu posso utilizar lavanda, eu posso utilizar, eu posso utilizar lavanda, alecm, eu posso fazer secar a casca do do limão e
125:17
Speaker A
fazer com, com a casca do limão seca, né? Posso utilizar tanto para aromatizador quanto para extrato alcoólico.
125:31
Speaker A
Eh, o selo você imprime em uma gráfica ou você tem sua própria impressora especial?
125:37
Speaker A
A gente utiliza essa impressora jato de tinta pras pras rotulagens. É a jato de tinta que a gente utiliza.
125:52
Speaker A
Eh, nesse sabonete de natural, só mesmo a, ah, não sei se é não sei se é uma mxaria de mel.
126:02
Speaker A
Na verdade não é uma mxaria, tá? Porque nessa base glicerinada a gente pode usar até 30% de aditivo. Então esses 30% são todos esses insumos adicionados. Então por isso que a gente utiliza só 20 g de mel.
126:23
Speaker A
Além de sabonetes, que outros produtos vocês produzem? A gente tem sabonetes, a gente tem descongestionante natural, cicatrizante, shampo e condicionador sólido, máscara para cabelo.
126:39
Speaker A
A gente tem toda uma linha de skincare que são sabonetes faciais, sérum, creme de tratamento, máscara facial. A gente tem uma linha de masculina também que é cera para cabelo, barbigode.
126:54
Speaker A
A gente tem balme e tem um um sérum masculino também. Tem um shampoo que é um shampoo com sabonete, tá? Ele pode utilizar na barba, no cabelo. A gente sempre tem a preocupação de fazer produtos com múltiplas funções. Ã, o
127:10
Speaker A
sérum facial, por exemplo, tu utiliza no rosto, ele é com é um sérum noturno, né?
127:16
Speaker A
Rosa mosqueta. Tu utiliza no rosto, mas tu pode utilizar ele na ponta do cabelo, pode utilizar na cutícula.
127:22
Speaker A
A gente tem desodorante natural, desodorante rolon. Deixa eu ver se eu esqueci de mais alguma coisa. Ah, ah, lip balm também a gente tem. Ã, a gente tem uma outra pomadinha pequena que a gente coloca que é para colocar na
127:37
Speaker A
bolsa, extrato de própolis. A gente tem uma linha bem grande de produtos. A receita de sabonete vai estar disponível?
127:50
Speaker A
Sim, vou mandar pro professor. Inclusive tem mais quatro ou cinco formulações, todas testadas e aprovadas, mas eu recomendo, quem quer empreender, façam o curso ali da Tiangra, tá? Eu hoje, como eu disse, eu não tenho tempo para ministrar os cursos. a gente assim,
128:07
Speaker A
eu tô fazendo mais cursos paraa empresa, eh, alguma empresa que nos contrata, a gente vai, faz as oficinas, mas eu não tô conseguindo ministrar mais cursos, mas assim, é um curso, a plataforma da cara é uma plataforma muito diversificada que
128:23
Speaker A
vale muito a pena vocês fazerem o curso. Você precisa de uma guia do GTA ou você faz na sorte mesmo? Não, a gente, o nosso meliponário aqui no Rio Grande do Sul a gente não tem um registro somente
128:37
Speaker A
na inspetoria veterinária, né? A gente tem o registro também no IBAMA, ã, na Secretaria de Agricultura e tem mais um do sistema Solta que não tô lembrando agora. Ibama, agora tenho mais um. A gente faz a GTA cada vez que a
128:54
Speaker A
gente leva as colmeias, a gente traz as colmeia, a gente faz o GTA. Quais as espécies que vocês utilizam na polinização das oliveiras?
129:04
Speaker A
Nas oliveiras a gente utiliza jataí, mirindroriana miringuaçu ã, e as escatonas tubicudo. Em relação ao aluguel de colmeias, a quantidade de enxames por hectárea calculado com base em quais fontes científicas?
129:24
Speaker A
Na verdade, assim, ó, não, a gente não utilizou uma fonte científica. O que que a gente utilizou? A gente utilizar, utilizou em questão de adençamento.
129:34
Speaker A
Por exemplo, lá são 112 haares, tá? Então, a gente utiliza dentro eles têm alguns corredores lá porque a oliveira ela fica no sol, né? Exemplo da oliveira.
129:48
Speaker A
H, então eles têm alguns corredores ecológicos que a gente concentra essas colônias dentro dos corredores ecológicos. Ã, dentro desse corredor ecológico, normalmente a gente utiliza duas caixas a em torno de 10, 15 m. Ã, tipo assim, como é que eu posso
130:08
Speaker A
explicar? A gente utiliza dois pedestais, passa 15 m mais dois pedestais para ficar mais fácil, senão vou acabar me enrolando.
130:20
Speaker A
A essência que você utilizou na produção do sabonete é de quê? Essa utilizei essa essência utilizou de mel.
130:30
Speaker A
Teria alguma receita de shampoo sólido anticaspa? Anticaspa, sim. Tu consegue adicionar para anticaspa. tu consegue adicionar o vinagre. Ele tem um ele tem uma, ele tem um uma ele ajuda muito no na ele ajuda muito na questão da
130:52
Speaker A
da oleosidade do cabelo, tá? E além disso ele ajuda também na na limpeza. Aquela aquela gordura que forma, né, no couro cabeludo, ele ele controla muito isso, o vinagre.
131:07
Speaker A
Além do azeite, pode se utilizar outro tipo de óleo para produzir o extrato de ervas? Se sim, qual o tipo de óleo?
131:16
Speaker A
Tudo vai depender do tipo de do que tipo de extração que tu quer fazer. Por exemplo, assim, ó. Se tu quer utilizar um óleo que um não seja tão ã que tenha, como é que eu, como posso te dizer? Pera
131:30
Speaker A
aí, deixa eu pensar. H, tu quer utilizar um óleo que ele não seja eh, ele um óleo, um óleo mais leve, tá? Não seja um óleo tão viscoso, depende para que tu vai utilizar. Por exemplo, se eu for
131:42
Speaker A
fazer um cérum, eu vou utilizar semente de uva, macadâmia, germe de trigo, tá? Ã, se eu for utilizar para saboraria, eu vou utilizar azeite de oliva, eu vou utilizar girassol, tá? Então, tudo depende da função do óleo que tu vai o o porquê, qual o
132:03
Speaker A
produto que tu vai desenvolver, né? Então, por exemplo, se é um produto para te passar na pele, tu vai utilizar óleos mais leves. Se é um produto para te utilizar no sabonete, até por questão do custo, tu vai utilizar esses óleos que
132:17
Speaker A
são um pouquinhos mais espessos, assim, sempre procurando, ã, procurando qual a propriedade que tu tá que tu quer desenvolver no teu produto.
132:28
Speaker A
Quanto tempo levou, você levou para iniciar o seu negócio até alcançar a lucratividade e a estabilidade?
132:36
Speaker A
Depende. Eh, eu posso dizer assim, ó. A primeira parte foi a parte de cosmético, que era eu e a minha filha só trabalhando. A gente, como a gente já desde o início, a gente não só desenvolveu os produtos, como a gente já
132:53
Speaker A
começou a fazer essa parte de linha branca, a gente teve um retorno bem rápido, tá? bem rápido. Tanto é que a gente seguiu investindo ã relacionado a a polinização.
133:10
Speaker A
A polinização foi uma coisa que a gente teve que fazer um investimento, né, bem alto, um número bem grande de colônias, tá? E além do número de colônias, a gente tem que pensar o seguinte, essas [limpando a garganta] colônias elas não
133:22
Speaker A
vão ficar ã todo o tempo alugadas, né? Elas retornam. Então, tu tem que pensar também num local para te colocar ela. O que que a gente fez? A gente fez parcerias.
133:34
Speaker A
Ã, pra gente tirar o retorno dessas colônias que a gente investiu, daquele valor do primeiro investimento, a gente levou, eu acho que esse ano vai ser o primeiro ano que vai ser um ano de ganho, assim, são 4 anos, né, que a
133:49
Speaker A
gente levou para fazer o pagamento total da dessas colônias. primeiro ano que a gente vai ser, vamos dizer assim, que a gente elas estão pagas e a gente vai ter lucro, tá? Mas o nosso lucro também tá na produção de mel, né? Ã, vamos dizer
134:06
Speaker A
assim, que a gente bem consegue tirar a parte do investimento na produção de mel.
134:13
Speaker A
Ã, em questão do turismo, tá? O turismo. Nós estamos ã há dois anos operando no turismo. Então o turismo é uma coisa que vai levar muito tempo ainda pra gente dizer assim: "Ó, tô com saldo positivo." Por quê? Porque a gente ainda tá
134:28
Speaker A
investindo. A gente comprou uma propriedade, a gente não morava aqui. A gente comprou a propriedade com a finalidade finalidade do parque. A gente reformou toda essa propriedade, adequou para poder receber ã essas pessoas, né?
134:43
Speaker A
a gente buscou a capacitação também. Então isso é uma coisa que vai demorar um pouquinho ainda pra gente tá estabilizado, mas eu posso dizer assim, ó, pelo número de visitantes, primeiro ano que a gente abriu, a gente teve em torno de 500 visitantes.
135:01
Speaker A
A gente tá no segundo ano, primeiro semestre, a gente teve 2.000 pessoas nos visitando, então mudou, né, um pouco.
135:12
Speaker A
Qual é o valor por colônia alugada de Jataí, Tubuna e Mandaguari amarela? Mandaguari amarela eu vou ficar te devendo, tá? Porque eu não tenho Mandaguari amarela aqui. Nós não temos nem Mandaguari. No Rio Grande do Sul a gente só tem tubo.
135:28
Speaker A
Ã, o valor das colônias é em torno de, depende, por exemplo, mirim, em torno de R$ 50, de R$ 50 a R$ 100. depende tudo número de colônias que tu vai alugar para uma propriedade, o tempo que ela de
135:42
Speaker A
permanência que ela vai ficar, porque a gente tem floradas que são muito rápidas, né? E tem floradas que demoram um tempo maior.
135:51
Speaker A
Então tudo isso é negociável. Qualquer coisa que aconteça com a colônia é responsabilidade ã do locador.
136:06
Speaker A
Cera para o cabelo. Qual a função? A cera misturada com alguma coisa? Hum. Cera pro cabelo para deixar o cabelinho em pé assim ã durinho.
136:18
Speaker A
Ela é a base dela é a cera de abelha, né? É aquela aquela que deixa a barba assim bem alinhada, o cabelo tu consegue fazer tupete.
136:34
Speaker A
Tem uma margem de valor para iniciar uma saaria? Ah, vou te dizer que assim, ó, pelo menos uns R$ 500, tu consegue comprar ali o os insumos básicos assim para iniciando sabia. Eh, consegue comprar um material base e um pouco de insumo. Uma
136:56
Speaker A
base dessa aqui, ela tá em torno de 28 a R$ 30, dependendo da marca, né? Então, tu consegue com valor baixo.
137:09
Speaker A
Vocês têm mel de melipo na Mondori? Qual o valor? Na verdade, no Rio Grande do Sul, a gente não pode eh a Mondoria, ela não faz parte, né, da nossa lista da SEMA. Então a gente, nós somos credores de
137:29
Speaker A
de Melipan Mondre, tá? Nós temos, mas o nosso o nosso plantel é somente para visitação, cunho científico, para que as pessoas conheçam. A gente não tira nenhum insumo delas.
137:46
Speaker A
Não vende, não produz mel, nada, nada, nada. Para o desodorante rolon, vocês utilizam na base hidróxido de magnésio ou alum antitranspirante?
137:58
Speaker A
Alumem, aquela antiga pedra pome, sabe? Potássio. O que é linha branca? A linha branca é quando tu produz para outra marca. Por exemplo, aqui a gente tem uma parceria com o Vinícius do Bela Marta, que eu produzo toda a linha de cosmético dele.
138:21
Speaker A
Produzo batom, produzo sabonete, eu produzo os bálsamos. Ã, tudo com a marca dele, tudo com a logo dele. A única coisa que eu coloco ali é produzido por crav.
138:39
Speaker A
para fazer protetor labial, tem alguma receita? Ã, protetor labial, eu não vou saber te dizer agora de cabeça, mas a base dele é a cera, né? Ã, manteigas de boa qualidade. A gente aqui utiliza manteiga de cacau e manteiga de karetê. Ou eu tô
138:59
Speaker A
trocando agora pra gente utilizar as mantigas eh do Brasil, aqui as brasileiras. Eu tô utilizando a murumuru, o mel, né? Eu gosto de colocar trópolis e gosto de colocar o óleo essencial e a cera né?
139:17
Speaker A
A cera de abelha não fica pegajosa, dificultando a remoção, teria que usar um shampoo antiresíduo?
139:25
Speaker A
Não, na verdade a gente usa porque assim, ó, a linha cosmética tu tem que usar o tu pequenas proporções, né? Tudo é fracionado.
139:37
Speaker A
Então, por exemplo, assim, ó, pro shampoo sólido, a gente utiliza 1% de ser de toda a base. Por exemplo, eu faço 1 kg de shampoo sólido, né? Ele vai me render aqui. Deixa eu pegar uma caixinha de shampoo sólido. Eles são, ele tem 75
139:56
Speaker A
g, tá? O nosso shampoo sólido. Ele tem 75 g. E para 1 kg ele vai me render em torno de 12 pastilhas e eu vou utilizar ali uma graminha de cera. Então as porcentagens elas são bem importantes assim,
140:18
Speaker A
realmente se tu colocar se tu e outro se tu colocar muita cera, ele vai ficar muito duro, né? Porque a cera ela vai solidificar.
140:31
Speaker A
Bom, aqui as perguntas não tem mais. Eu vou aproveitar para falar o código número três, então. E é o seguinte, é importante ter amor.
140:47
Speaker A
Então, a palavra amor vai no código número três, amor. A m O R. O professor tá romântico hoje.
140:58
Speaker A
Eu [risadas] capaz, eu já tropecei na lata. Pois é, né? Primeiro jogou carta, depois tropeçou na lata e agora tá romântico.
141:13
Speaker A
É, então tá. Então, eh, na ausência de perguntas, eu vou permitir, então, que você faça as suas considerações finais aqui.
141:25
Speaker A
Pessoal, gostaria de agradecer por estarem até essa hora da noite comigo aqui, né? H, espero que vocês tenham pelo menos eh conhecido um pouco da das nossas atividades, um pouco da linha cosmética, um pouco que vocês tenham assim, eu vou dizer para vocês uma
141:44
Speaker A
coisa, esse curso para mim foi muito importante, foi um curso que eu aprendi muita coisa, fui formei lá em 21 ou 22, não lembro é que foi, mas foi mais ou menos por aí. E e para mim ele
142:00
Speaker A
me abriu o mundo, tá? Eu a questão da polinização mesmo, o primeiro gancho que eu tive da polinização foi numa das aulas que a gente teve, né? A partir dali eu fui buscar ã um curso da Embrapa, que saiu acho que uns um ano
142:17
Speaker A
depois e aí eu comecei ler algumas coisas e e hoje é uma oportunidade de trabalho também. Por exemplo, se eu não tivesse o parque e eu não fizesse os cosméticos, eu dentro de viamão eu não teria condições. Hoje eu não tenho, hoje
142:35
Speaker A
dentro de viamão não tenho condições de alugar a colônia para todos os lugares. E não me pedem só, já me pedem em vacaria, já me pediram em Eudorado. Ã, porque são várias várias são vários produtores e cada vez mais tá se vendo a
142:50
Speaker A
necessidade da da polonização e tá se vendo o resultado nesse trabalho. Então, não fiquem somente ã focados num produto, porque, por exemplo, sendo sincera, se eu tivesse somente uma atividade, se eu só produzisse eh os cosméticos, eu teria como uma segunda
143:13
Speaker A
renda atividade. Hoje, como a gente tem vários produtos, a gente desenvolve várias coisas, a gente consegue viver somente da atividade do menino para cultura, né? E busquem sempre orientação, estudem. Tem vários cursos além do do IF, existe o curso da
143:31
Speaker A
Embrapa, que são cursos muito interessantes. Existem eh a plataforma de CENAR que te abre um leque de oportunidades, né? Tem SEBRAI, estudem, busquem informação. Ã, quanto mais conhecimento, nunca é demais, sabe?
143:49
Speaker A
conhecimento é a chave pro sucesso de qualquer negócio, principalmente para quem quer empreender, tu tem que buscar conhecimento.
143:58
Speaker A
Eh, turismo, o turismo, a gente aqui pratica o turismo de natureza. O turismo ele é conhecimento, né? Então, assim, junto com o turismo veio a gastronomia, né? a gente tem na nossa gastronomia, a gente tenta eh inserir o mel, porque as pessoas elas
144:15
Speaker A
não têm o hábito de consumir o mel na consom mel como remédio, não como uma alimentação, né? Então a gente traz isso. Então também a gente teve que estudar um pouco de gastronomia para poder trazer isso. Então para quem quer
144:30
Speaker A
empreender, estudem, né? Corram atrás, trilhem os objetivos de vocês e corram atrás. E gostaria que quem for possível consiga, né, acompanhe o nosso trabalho que é @parquemmecravo, tá? Ã, hoje tem muito mais ã para quem quer empreender na área da
144:51
Speaker A
melonicultura, existe um mercado aberto, né? Existem cursos que isso facilita muito. Quando eu comecei, eh, eu fiz vários cursos assim que tinha opção na época que eu me identific identifiquei mais foi com a parte de cosmetologia, né? Mas mesmo assim não
145:11
Speaker A
tinha um curso específico paraa produção, não tinha a formulação para cada sabonete com mel, não tinha formulação para fazer o shampoo sólido, né? Hoje já é mais fácil. Hoje já tem o shampoo sólido. Eu me lembro que eu
145:26
Speaker A
fiquei quase um ano tentando acertar porque eu ficava duro demais, ficava mole, sabe? Então assim, eh, vai fazendo teste, é erro, acerto, né? Então hoje já tem essa estrutura de cursos. Isso é uma coisa que vai ã vai facilitar muito a
145:45
Speaker A
vida de vocês, né? Então, e assim, é uma maneira que a gente tem de rentabilizar, né? é uma maneira que a gente tem de fazer o que gosta, que é cuidar das abelhas, né? Quem tem a oportunidade de
145:58
Speaker A
trabalhar com que gosta é uma pessoa muito mais feliz, né? E eu tenho eu tenho que agradecer mais uma vez pela oportunidade do professor nos me trazer junto com a Tiandra, né? A gente fazer essa dobradinha.
146:12
Speaker A
Mas é isso, sigam a gente, acompanhe o nosso trabalho, a gente tá à disposição, podem mandar mensagem. Eu vou mandar pro professor agora um PDF para ele disponibilizar para vocês com algumas formulações de saboaria, né? E qualquer dúvida é só nos procurar.
146:29
Speaker A
E quem é do Rio Grande do Sul venha nos visitar. Vamos estar em Santa Catarina em dezembro, professor. Santa Rosa de Lima.
146:39
Speaker A
É. Uhum. Eu tô corrigindo aqui que eu falei uma palavra e botei outra aqui no Só só vou terminar de corrigir aqui.
146:51
Speaker A
Concluído. Eh, eu disse que eu tropecei numa coisa e botei outra na resposta aqui. Olha só que coisa. Mas agora tá corrigido. Agora é aquela palavra mesmo. Então eu vou lá desconsiderar as primeiras respostas. se alguém mandou errado ali e quem teve a
147:12
Speaker A
resposta certa ali [risadas] acertou com a palavra errada, né? Então foi isso. O código número dois realmente estava errado aqui nas respostas, então, mas eu iria considerar do mesmo jeito, né, quem escreveu a palavra ali. Tá certo, Jana? Eu agradeço então a sua
147:30
Speaker A
participação aqui. Eh, foi muito bom, né, pessoal aí elogiando a sua participação aqui e a gente vai se encontrar então na semana que vem, onde eu estarei em ação aí falando sobre a simbiose nas abelhas, enfim, aquela tentativa que foi feita de a gente fazer
147:51
Speaker A
inseminação em rainhas, né? Então, a gente vai conversar um pouco sobre isso aí. A gente se encontra, então, na terça-feira que vem. Fica aqui o meu abraço, um bom fim de semana para todos vocês e até lá.
148:06
Speaker A
Obrigada, pessoal. Boa noite,
Topics:meliponiculturaempreendedorismobiocosméticosabelhas nativasmelprópoliseducação ambientalprodutos artesanaissustentabilidadeRio Grande do Sul

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