Aula de Português instrumental focada em concursos policiais, abordando funções da linguagem, elementos da comunicação e redação.
Key Takeaways
- Português instrumental é fundamental para concursos policiais e inclui gramática, interpretação e redação.
- Conhecer os elementos da comunicação e suas funções ajuda na resolução de questões de concursos.
- Termos como locutor (emissor) e interlocutor (receptor) são frequentemente usados em provas.
- Estudar o código (língua) é essencial para entender mensagens em provas e na vida prática.
- A redação, especialmente a dissertação argumentativa, é decisiva para aprovação em concursos.
What the video covers
- Apresentação do professor Hélio Lúcio, especialista em redação e concursos policiais no estado de Goiás.
- Explicação sobre a importância do português instrumental para concursos públicos, especialmente nas carreiras policiais.
- Estudo das funções da linguagem e dos seis elementos básicos da comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, situação e canal.
- Destaque para os termos locutor e interlocutor usados em provas de concursos para emissor e receptor.
- Discussão sobre o código como a língua falada e sua importância para a compreensão da mensagem.
- Análise de charges como forma de exercício para identificar locutor, interlocutor e intencionalidade comunicativa.
- Introdução à gramática com foco em orações coordenadas, conforme provas recentes da Polícia Militar.
- Abordagem sobre redação, especialmente dissertação e dissertação argumentativa, temas frequentes em concursos.
- Importância da participação ativa dos alunos para tirar dúvidas e aprender de forma prática e eficiente.
- Reforço da ideia de que o domínio da língua portuguesa é essencial para aprovação em concursos públicos.
Chapters
- 00:00Apresentação e introdução ao português instrumental
- 07:44Elementos básicos da comunicação: emissor e receptor
- 13:35Código, mensagem, situação e canal na comunicação
- 27:02Análise de charges e intencionalidade comunicativa
- 33:02Gramática: orações coordenadas em concursos
- 37:21Redação: dissertação e dissertação argumentativa
- 43:42Dicas práticas e participação dos alunos
- 46:42Conclusão e reforço da importância do português
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Speaker A
Então, pessoal, bom dia para vocês. Meu nome é Hélio Lúcio, eu sou professor de língua portuguesa e redação aqui no estado de Goiás.
Speaker A
Eh, eu sou especialista em redação e preparatório para concursos nas carreiras policiais, né? Então, por
Speaker A
gestão de segurança pública privada já passaram muitos alunos por mim e teve muitas aprovações, ou seja, tem muitos policiais civis e militares que passaram por mim e foram aprovados nas carreiras policiais, ok? Então, nós vamos estudar hoje o português instrumental. Esse
Speaker A
português instrumental envolve o quê? Eh, envolve também as matérias que caem em concurso público nas carreiras policiais. Eh, envolve o modo de falar, envolve eh também a gramática da língua portuguesa e também a redação para as principais bancas de concurso, do que
Speaker A
eles mais pedem, certo? Eu vou precisar muito da participação de vocês nessa aula, eh, porque ela vai ser uma aula muito prazerosa, vai tirar muitas dúvidas, porque como eu falei para vocês, língua portuguesa eh em concurso público é a, se eu não me engano, é a
Speaker A
matéria mais importante que vocês devem aprender, porque é o ponto de corte, né, praticamente é a que vai te colocar lá em primeiro lugar, principalmente a redação. Então, é muito importante estar estudando o português. Língua portuguesa, o pessoal
Speaker A
não vem falar assim: "Ah, professor, é difícil língua portuguesa?" Não, língua portuguesa não é difícil. Eh, sabendo as regras, a morfossintaxe da língua portuguesa e estudando de uma forma mais eficiente e prática, vocês conseguem aprender e colocar isso aí
Speaker A
para frente na prática, nas provas de concurso público, certo? Eu vou mostrar para vocês nessa aula o tanto que é fácil aprender o português, certo? Nós vamos iniciar a aula hoje falando sobre uma matéria que cai muito em concurso
Speaker A
público, que é as funções de linguagem. Eu vou, eu vou tá eh compartilhando com vocês aí.
Speaker A
Aí eu queria que vocês me falassem se tá ok. Momento. Eu tô ouvindo. Tá tudo ok o áudio, né?
Speaker A
Tá ok. Tá tudo ok, professor? Tá, tá bom o áudio. Pronto. Tá mostrando para vocês aí a tela.
Speaker A
Tá, tá compartilhando, professor. Ok. Só um momento. Eu não voltei vocês mais, mas daí vocês vão me falando, tá?
Speaker A
colocar aqui. Pronto, nós vamos falar hoje sobre linguagem, certo? Eu vou conversando com vocês, aí vocês, se tiverem alguma dúvida, vão me perguntando.
Speaker A
Eh, pessoal, uma das principais matérias em concurso público são essas aqui, comunicação e intencionalidades discursivas dentro do texto, que no caso é interpretação de texto, elementos básicos da comunicação, né, e as funções da linguagem do texto. Então nós vamos estudar praticamente a primeira
Speaker A
parte disso. Depois nós vamos entrar em um pouco da gramática que caiu no último concurso da Polícia Militar, que são orações coordenadas. Eu tava dando olhada na prova, eu vi que caiu bastante orações coordenadas e depois nós vamos entrar na dissertação e na dissertação
Speaker A
argumentativa que eu vou estar explicando para vocês sobre essa área que cai muito em concurso público também, ok?
Speaker A
Pessoal, quando você pensa em comunicar, todo ato de comunicação envolve seis elementos básicos na comunicação essenciais.
Speaker A
Quais são esses elementos básicos da comunicação essenciais? São o emissor, o receptor, a mensagem, o código, a situação e o canal, correto?
Speaker A
Então eu pergunto para vocês, quem é o emissor? Alguém sabe falar quem é o emissor olhando nesse slide que tá aqui?
Speaker A
Quem tá falando? Muito bem, é quem tá falando. Olha só, geralmente na prova cai locutor, certo?
Speaker A
Se vê alguma pergunta, pode ser que venha como emissor ou um locutor. Eles gostam de usar esses termos mais difíceis para complicar mais a situação na hora da resolução da questão, certo? Mas o termo emissor, que é quem fala, quem emite a
Speaker A
mensagem, pode ser chamado de emitente, de locutor, de codificador e de falante, ok? Então, podem ser chamados desses termos aí. E quem é receptor? Alguém sabe falar quem é receptor? Olhando no slide, é quem tá recebendo, quem tá ouvindo,
Speaker A
né professor? Isso, quem tá ouvindo. E no concurso público, qual é o termo que eles vão utilizar para poder fazer alguma pergunta? Interlocutor. Ou seja, no concurso público, geralmente nas provas de língua portuguesa e interpretação, eles vão usar muito o termo locutor e
Speaker A
interlocutor. Então, gravem bastante isso. Locutor, interlocutor. Locutor é aquele que emite a mensagem. Interlocutor é aquele que recebe a mensagem. Então, você tem que lembrar bastante desses dois termos aí.
Speaker A
Lembrando que o receptor é aquele que recebe a mensagem, que também pode ser dado o nome de destinatário, interlocutor e decodificador. E a mensagem?
Speaker A
E a mensagem, quem que seria a mensagem? Mensagem é o conteúdo que é transmitido dentro do texto. E o código, pessoal, o código é a língua falada.
Speaker A
Se você entende a língua falada, é porque você estudou. Por exemplo, vou perguntar para vocês. Vocês estão entendendo o que eu estou falando com vocês?
Speaker A
Sim. Por que que vocês estão entendendo? Oi. Sim, tô me entendendo. Então, por que que vocês estão entendendo o que eu estou falando? A pergunta é essa.
Speaker A
Alguém sabe falar por quê? Porque o senhor é um locutor e a gente tá ouvindo aí a mensagem que o senhor tá passando, tipo assim, poderia ser uma dessas respostas, mas vocês estão entendendo o que eu estou falando porque
Speaker A
vocês estudaram o código e o código é quem? É a língua portuguesa. Então, lá atrás, quando vocês começaram com 4, 5 anos, vocês foram pré-alfabetizados.
Speaker A
Depois vocês entraram num ensino fundamental para chegar onde vocês estão hoje. Então vocês estudaram o quê? O código. Se eu chegar aqui em você e falar assim: "Hello guys, how are you?
Speaker A
Speak for me now. Have problem." Vocês entenderam o que eu falei? Não. Ok. Então, pera aí. Eu não tô, eu não tô vendo quem tá falando, mas quem é que falou agora?
Speaker A
Vladir. Lucas. Ah, sim. Então ele entendeu o que eu tô falando agora porque ele estudou o quê? O inglês.
Speaker A
Percebeu a diferença entre código? Então o código é a língua falada. Agora deixa eu falar com vocês assim.
Speaker A
Vocês entenderam o que eu falei? Aí já não dá. Não, eu também não. Não, não entenderam o que eu falei porque essa língua que eu falei agora é o holandês.
Speaker A
Então você só iria entender o holandês se você tivesse estudado o quê? O código, que é o quê? A língua falada, certo? Então, não esqueçam disso. No concurso público, eh, vai ter o código.
Speaker A
Então, se eles perguntarem o que que é o código, é a língua falada. Ok? E a situação, o que que seria na situação?
Speaker A
Situação que envolve o referente e o contexto do texto, ou seja, é o que envolve a situação entre o emissor e o receptor.
Speaker A
Mas eu vou falar isso aí no próximo slide. E o canal, o canal, pessoal, é o meio como eu transmito essa mensagem.
Speaker A
Por exemplo, eu estou transmitindo uma mensagem para vocês agora através de quê? De computador.
Speaker A
Através do computador. Eu poderia, por exemplo, se eu mandasse uma mensagem para vocês por celular, qual que seria o canal? O canal seria o celular.
Speaker A
Se eu mandar um e-mail para vocês, qual que seria o canal de comunicação? O e-mail. Se você tá assistindo a um jornal na televisão, qual que seria o meio de comunicação?
Speaker A
Televisivo. Então, canal é o meio de comunicação a qual eu estou passando para vocês. Nesse próximo slide aqui, nós vamos analisar ele.
Speaker A
Por exemplo, na prova de concurso cai muito eh essa charge, certo? E aí vocês têm que analisar elas assim, claramente e minuciosamente. Por quê? Porque essas eh essas charges claramente ela complica na resposta. Primeiro você tem que achar quem que é o locutor,
Speaker A
depois quem que é o interlocutor e também vocês têm que achar a intencionalidade comunicativa do autor. O que que é intencionalidade comunicativa do autor?
Speaker A
É porque o seguinte, toda charge, eh, todo texto, quando o autor vai elaborar alguma coisa, ele tem uma intencionalidade, ele tem uma intenção, né? E essa intenção é o conceito do texto ou o conceito da charge. Por exemplo, nessa charge aqui, se vocês
Speaker A
analisarem primeiro a imagem, primeiro você tem que analisar a imagem. Que que vocês obser...
Speaker A
Eu não tô vendo um rapazinho aí, não. É um bichinho, né? Parece um bichinho.
Speaker A
É. Que bicho é esse? Parecendo um macaco, né? É, parece um macaco. É um macaco. É um macaco.
Speaker A
E aí, eh, nessa, nessa, nessa segundo personagem aí, a gente percebe que ele é o quê?
Speaker A
Ele é o é o ouvinte, né? O ouvinte é o interlocutor. Intercor. Interlocutor. Então, mas na imagem é parece que é uma mulher ou é o rapaz?
Speaker A
Um rapaz. Parece que é um cara. É um rapaz. É um rapaz. Muito bem. E o que que você nota nesse rapaz?
Speaker A
Ele tá meio assustado, né? Está cego, né? Muito bem. Ele é um rapaz cego.
Speaker A
Sim. Certo. Então, quando vocês pegar pegarem a prova do concurso, o que que vocês vão olhar sem medo? Porque na prova de concurso tem muitos pegas, entendeu, que levam você ao erro. Vocês vão olhar primeiro a imagem e depois vocês vão ver
Speaker A
o quê? o contexto na primeira na primeira na primeira parte da charge fala o seguinte: "O que você acha desse papo sobre racismo, Rafael?
Speaker A
Então, pergunta para o rapaz que se chama, qual que é o nome dele?" Rafael.
Speaker A
Rafael. Muito bem. E aí o Rafael responde: "Eu só queria que esse povo visse o mundo como eu vejo, né? Como é que o o Rafael vê o mundo?
Speaker A
Como que ele vê o mundo ouvido? Subcuro, né? Não vê nada. Subscuro, não vê nada.
Speaker A
É, ele não vê nada, né? Mas a pessoa cega, ela costuma tratar as pessoas por iguais. Por exemplo, ou agora nós estamos falando muito em racismo, né?
Speaker A
nos estágios, nos estádi e assim por diante. Rafael teria esse racismo? Porque ele não teria esse racismo? Por quê? Porque ele imagina as pessoas de uma maneira só. Ele não classifica as pessoas por ele ser sério, como brancas,
Speaker A
morenas negras gordas magras feias bonitas. Ele vê a pessoa de uma maneira só, sem discriminação nenhuma, entendeu? Então, por isso ele tá falando aí, ó. Eu só queria que esse povo visse o mundo como eu vejo, certo? Então ele
Speaker A
vê o mundo de uma maneira igual, sem discinação de uma só forma, certo? Aí na terceira charge fala o seguinte: "Mas Rafa, você é cego?" Ele falou assim: "Exatamente, exatamente por ele ser cego, ele não distingue as pessoas, nem classifica as
Speaker A
pessoas por elas ser alta, baixa, magra, gorda, branca. ou ou preta, né? Porque hoje hoje você não pode falar que é que é negro, é preto, né? Porque tem toda uma história aí por trás do negro, né?
Speaker A
Mas depois a gente entra nesses nesse assunto. Então o Rafael ele não distingue as pessoas, certo? Ele coloca as pessoas tudo todas iguais. É o que nós deveríamos fazer, na verdade, né?
Speaker A
Nós deveríamos tratar as pessoas por iguais. Tem instituição de classe social, se é pobre, rica, ou o que for.
Speaker A
Por quê? Geralmente tem um ditado, né, que fala que quando nós fomos morrer, todo mundo vai pro mesmo lugar, certo?
Speaker A
Então, para que ter essa distinção, né, esse esse racismo que se encontra hoje impugnado na nossa sociedade, cada vez mais presente, né, principalmente na na Europa. Na Europa, somente, por exemplo, um país que eu vou falar racismo, é
Speaker A
Portugal. Ontem mesmo tá vendo reportagem que um artista brasileiro que tem dois dois filhos negros sofreram racismo.
Speaker A
Eh, em Portugal a uma mulher, não sei se era portuguesa, pedindo para que voltassem paraa África os filhos dela, né? Teve uma aí ela entrou na briga, chamou a polícia, só que lá em Portugal, por exemplo, não tem leis severas para
Speaker A
para o racismo, assim como tem aqui no Brasil, certo? Então assim, só para mostrar para vocês que esse tema sobre racismo, ele é um tema de muita atualidade e pode ser que caia em matéria de concurso público, porque tá
Speaker A
acontecendo os estádios de futebol cada vez mais presente isso, né? chamando os jogadores de maca banana no estádio e assim por diante. Ontem mesmo também estava vendo uma reportagem, isso é um assunto de atualidade que e existe um
Speaker A
aumento muito expressivo desse nos estádios de futebol entre os jogadores e entre os até os atletas sobre o o tema racismo certo?
Speaker A
Vocês entenderam o que que eu fiz dessa análise dessa charge, pessoal? É, se fosse pegar no no só as falas, não ia entender nada do que que tava acontecendo né professor?
Speaker A
Não entender nada. Tá vendo? Se você só ler, você tá vendo que três quadrinhos desse fez eu fazer uma reflexão sobre o o assunto principal, porque vocês entenderam qual que é a intencionalidade comunicativa do autor. Qual que é a
Speaker A
intencionalidade comunicativa do autor, pessoal? Vou ver se já valem três pontos. Qual que é?
Speaker A
Era justamente transmitir essa mensagem, professor, porque a gente não tava, a gente não consegue enxergar eh transmitir exatamente isso, eh, que tudo fosse visto de uma forma mais clara, assim, sem distinção nenhuma.
Speaker A
É, como tratamento tudo tudo igual, né? Sem racismo, igual igual o senhor falou que tá agindo muito nos campos de futebol, ainda mais esse ano mesmo foi o que mais aconteceu no nos estádios.
Speaker A
Justamente. Você você deve ter visto alguma reportagem, né, sobre isso? E poucos dias agora nesse jogo do São Paulo agora, teve um rapaz agora que fez isso aí e a polícia passou por ele e não fez nada, né? Mas depois ele foi
Speaker A
indiciado né? justamente. Então, por isso, eh, pode ser que ca questões de língua portuguesa nessa na prova que vocês vão fazer agora sobre o racismo, entendeu? do racismo no futebol. Pode ser que caia assuntos relacionados a isso. Então, fiquem
Speaker A
atento na atualidade, porque o que que cai realmente em concurso público em relação coisas que estão acontecendo dentro do geralmente caem coisas relacionadas à polícia, né, à segurança e pode ser que caia, tem banca, por exemplo, a IAD que coloca mais a
Speaker A
atualidade, certo? Então pode ter que cair eh esse tipo de assunto, tanto na prova de língua portuguesa para interpretação de texto, quanto na no teor da redação, OK? Então, a intencionalidade comunicativa do autor é racismo. Somente isso, falar sobre racismo. Então, quando
Speaker A
eu perguntar qual é a intencionalidade, intencionalidade comunicativa do autor, você vou falar assim: racismo.
Speaker A
Racismo. OK. Sim. Agora, lembra dos elementos basos da comunicação? Locutor interlocutor lembra? Sim, nós vamos agora tentar achar dentro desses três quadrinhos, certo?
Speaker A
Quem que é o emissor ou remetente dentro dessa charge? Que é o elemento que emite e codifica a mensagem. Quem que tá emitindo a mensagem?
Speaker A
É o rapaz cego. Não. Quem começou a mensagem? Macaco. O macaco. Então o macaco será o quê?
Speaker A
O locutor. O locutor ou o emissor, que é o que emite a mensagem. Muito bem para você ter usado esse termo locutor, porque vocês sabem que isso é o que mais cai na banca, o termo mais difícil que se envolve o essa
Speaker A
matéria. Agora, quem que é o receptor ou interlocutor ou destinatário? O Rafael, nós o Rafael, porque o Rafael que tá recebendo a mensagem de quem? Do macaco.
Speaker A
Certo. Agora, o que que é a mensagem? O que que é que tá falando na mensagem?
Speaker A
Que a mensagem é o conteúdo transmitido pelo emissor. Qual que é o conteúdo transmitido pelo emissor?
Speaker A
sobre o racismo. Muito bem. Racismo, conteúdo transmitido pelo missor. E aí também pode ser o quê?
Speaker A
Pode podemos falar que é a a podemos falar que a intencionalidade comunicativa do autor. Então, intencionalidade comunicativa do autor, racismo. Qual que é a mensagem? Racismo. OK.
Speaker A
Código. Agora essa aí você sabe. Código. Qual que é o código? O código aqui fala que é o conjunto de signos usado na transmissão e recepção do mercado. Quando eu falo signos, são signos linguísticos. Qual que é a língua
Speaker A
que estamos falando aqui? Português. Posso professor? Isso. A resposta que vocês t que falar é o quê?
Speaker A
A língua portuguesa, certo? A língua portuguesa. Esse é o código. Quem que é o referente? O referente, pessoal, é o assunto ou a situação que envolve o emissor e o receptor e o contexto linguístico. Então, é quase igual a mensagem. A referência
Speaker A
à situação é o quê? que envolve o emissor exceptor. Eles estão falando sobre o racismo de forma o quê? geral sobre o racismo, sobre a igualdade entre as pessoas, sobre o sobre o como as pessoas deveriam ver, né, sem ter esse
Speaker A
esse racismo dentro da sociedade. Então, o referente é quase igual a mensagem, que é o assunto que envolve o emissor e o receptor. Então, o assunto que envolve o emissor e o receptor também é o racismo e a igualdade entre as pessoas.
Speaker A
OK? OK. E por último, o canal. O canal seria o quê? Agora aqui, qual que seria o canal?
Speaker A
Meio físico. Seria o meio físico, amizentagem e a conexão psicológica. Então, qual é o canal de comunicação que tá tendo aqui agora?
Speaker A
Eh, e-mail na e-mail não, e-mail. Quando eu envio o e-mail, você recebeu algum e-mail?
Speaker A
Não, não, não recebeu. Então não é e-mail. Seria o quê? Comunicativo. Não, qualquer pergunta repete para mim fazer, por favor.
Speaker A
Professor pergunta. Qual seria o canal de transmissão dessa mensagem aqui? Eu vou falar a resposta.
Speaker A
é o meio físico do pela mensagem e a conexão psicológica. Então, qual que é o o modo de transmissão?
Speaker A
Seria o computador. Oi. Ah, pelo computador. Charge né? Isso teria a charge, mas o meio que eu tô transmitindo para vocês, essa mensagem é o computador, certo? Então, pode ser por e-mail, pode ser por celular, pode ser pelo
Speaker A
computador, pode ser pela televisão, entendeu? Então, meio que transmite mensagem que que vai ser vai ser vai ser dado como canal.
Speaker A
OK. OK. Pessoal, perceberam essas coisas que ficam tão fácil quando você for responder uma prova de língua portuguesa? Porque podem cair cair uma uma charge lá e aí pergunta para vocês quem é o interlocutor? Ou seja, pergunta se o que que o interlocutor
Speaker A
está fazendo de referência dentro dessa charge, né? Aí perguntando qual é a mensagem que o locutor está transmitindo?
Speaker A
O código, o código representa o que é dentro dessa mensagem. Então agora fica mais claro para vocês na hora que eles usarem esses termos locutor, interlocutor, código, a referência, o canal dentro de um texto de um concurso público.
Speaker A
Alguém tem alguma pergunta para fazer dessa dessa dessa primeira parte? Tenho não, professor. Não tem, né? Então, qual que é o nome dessa matéria que cai em concurso público, pessoal? Elementos básicos da comunicação, ou seja, é uma forma de
Speaker A
organização da comunicação. Então, na nossa comunicação existe uma organização por trás. Sem essa organização não tinha comunicação, certo? Então, os elementos da comunicação são emissor, receptor, mensagem, código, referente canal. São quantos, pessoal? São seis elementos básicos da comunicação.
Speaker A
Beleza? Se alguém tem pergunta, então vamos continuar. Lembra que eu falei para vocês sobre a intencionalidade discursiva do autor?
Speaker A
Então, todo texto que o o autor for elaborar tem uma intencionalidade comunicativa, certo? O que que é essa intencionalidade? É uma intenção de passar uma mensagem, certo? Então, por exemplo, se eu elaboro um texto, tem que ter começo, meio e sim e tem que ter uma
Speaker A
intenção. Qual é a mensagem que eu vou passar dentro daquele texto? Por exemplo, aqui, se você tá vendo eh essa figura, essa imagem aí de um outdoor, o que que vocês entendem dela?
Speaker A
Olhando a imagem e olhando o contexto dentro da desse outdoor, que que vocês entendem?
Speaker A
Vamos lá ver, valendo três pontos agora, hein? Eu tô vendo um rapaz com pé enfachado.
Speaker A
Alguma coisa sobre acidente, não é, professor? O acidente, um rapaz com pé enfachado, tal. O que que esse outdoor ele quer falar? Por exemplo, se você parassem de ver esse outdoor na sua cidade, que que vocês imaginaria que esse outdoor
Speaker A
gostaria de passar? Que tipo de mensagem? Então, para mim esse outdoor ele transmite sobre bebidas, né, sobre alcoolismo e alguma coisa sobre acidente.
Speaker A
Muito bem. Sobre o acidente, porque ele fala o seguinte, ó. Parar no carnaval basta o Brasil. Então, por que que também ele fala sobre acidente? Porque aqui, ó, nessa parte tá falando assim, ó, evite acidente no carnaval. COT. Esse
Speaker A
COT eu acho que é uma um órgão do Detrã, não sei de qual estavam, certo?
Speaker A
Então ele quer falar, conscientizar as pessoas que para não beberem, né, e não se beber não dirija, né? Então eles querem conscientizar as pessoas que o Brasil praticamente todo mundo sabe que no carnaval, pelo menos eh antes da
Speaker A
pandemia ele parava, né? Então o Brasil, praticamente o Brasil para no carnaval, então ele não eh aí tá conscientizando para você não beber, né? E se beber não dirigir, porque parado, ficar parado em casa, já basta o período do carnaval,
Speaker A
certo? Então isso aí faz toda uma reflexão sobre sobre a questão da bebida alcoólica, sobre a questão de dirigir, sobre a questão de respeito ao ser humano na vida e assim por diante, né?
Speaker A
Aí eu pergunto para vocês novamente, quando o cara, eu vou falar de uma outra forma, quando o cara pensou em fazer esse outor, ele pensou em transmitir qual mensagem, qual é a intencionalidade dele em uma palavra só? Que que vocês vocês falaram?
Speaker A
Evitar acidente, né? Pronto. Evitar acidente. Conscientizar para o quê? Evitar acidentes. Evitar acidente. Muito bem.
Speaker A
Então eu quero que vocês entendam uma coisa. Toda vez que for el que alguém for elaborar um texto ou que alguém for fazer uma char ou que alguém for fazer um outdoor, sempre tem uma intencionalidade.
Speaker A
E essa intenção é transmitir o quê? Uma mensagem, certo? Então você tem que lembrar disso.
Speaker A
Geralmente, pessoal, essas intenções do texto, elas são explícitas ou implícitas. O que que são explícitas dentro do texto?
Speaker A
É quando você tá lendo um texto e de repente você já lêu um texto, de repente você já sabe daqu do que que se trata aquele texto de maneira rápida. Vocês já pegaram algum texto? Tá lendo aquele texto, vocês identificaram o que que o o
Speaker A
autor queria falar naquele texto de maneira rápida? Já aconteceram isso com vocês? Já. Geralmente passava isso na televisão. Mas para que que esse povo tá passando esse trem rápido desse jeito? A gente não entende nada. Você passava pode falar
Speaker A
uma propaganda da de pirona. Não sei o quê, não sei o que, não sei o quê, não sei o quê. Evite não sei o quê. Sabe?
Speaker A
Não sei se você lembra dessa palpaganda que da da de pirona que passava na televisão, qualquer coisa, né, assim que passa rápido, vez não sei o que, não sei o quê, não sei o quê, passava rápido. Aí eu ficava meio sem entender, falei: "Mas
Speaker A
por que que povo passa esse tem tão rápido? Essa mensagem tão rápido?" Então aí explica é quando, por exemplo, você entende logo de cara que tá, certo?
Speaker A
implícita é quando você demora a entender o que que tá falando. Por exemplo, se vocês vão vocês vão fazer concurso, né, vocês vão pegar textos a quais de cara você vai vai dar a resposta lá na alternativa B, por
Speaker A
exemplo. Por quê? que o texto é explícito. De cara você consegue ler, saber qual a intencionalidade comunicativa do autor, porque ele é explícito. Geralmente, eh, o autor deixa claro a resposta no início do texto, nos textos explícitos, no
Speaker A
início ou no meio do texto, certo? Agora os termos implícitos, você vai ler o texto uma vez, não vai entender. Vai ler de novo, não vai entender. Aí na terceira vez que você for ler, você vai entender por quê? Porque a resposta do
Speaker A
autor, a intencionalidade comunicativa do autor, ela vai estar aonde? No final do texto, lá no finalzinho, na conclusão do texto e às vezes de maneira bem oculta, em que você vai ter que ler o texto devagar. analisando os
Speaker A
personagens, analisando os fatos, acontecimento entre o emissor e o receptor, para vocês saberem o que que é realmente que o o autor gostaria de passar dentro daquele texto. Então, damos o nome de intencionalidade implícita, certo? Então vamos só
Speaker A
recapitular isso. A intencionalidade do do autor pode ser explícita, que é de cara, você já sabe que tá falando, como por exemplo, eh, as propagandas que estão bem claras a respeito de algum produto.
Speaker A
Como a intencionalidade pode ser implícita quando você tá lendo o texto, naquele texto você não consegue entender o que tá falando. Então, a intencionalidade vai ser o quê? Impite.
Speaker A
OK. Vocês entenderam essa parte, pessoal? Aham. Entendi. Sim. Claro para vocês? A explícita é uma forma mais rápida, né?
Speaker A
Deim a implícita é uma forma subtendente, né? Uma Isso. Subtendida, implícita. E aonde é que vocês encontram a inten intencionalidade explícita?
Speaker A
Já entendeu? Comunicação. Não entendi. Sen explícita que o senhor falou isso. É explícita. É explícita. A gente se encontra numa forma mais rápida de comunicação.
Speaker A
Certo. E aonde é que você encontra a explícita? Eu falei. Explícita é exemplo. O senhor acabou de explicar pra gente, né? Aí eu já entendi. Aí a pessoa explica, explica e a pessoa não entendeu ainda, né? Modo que eu entendi aí.
Speaker A
Mas colocando isso dentro de um do texto, a explícita ela vai estar no início ou no meio do texto. Gravem isso.
Speaker A
E a implícita geralmente ela vai estar aonde? No final do texto de maneira oculta.
Speaker A
Entendi. Lembram disso? Então, recapitulando, implícita no início ou no meio do texto, a intencionalidade que é a resposta e aí no final no final do texto.
Speaker A
OK. OK. Então, vamos lá. Agora nós vamos entrar paraa terceira parte de matéria que cai também no concurso da polícia.
Speaker A
Itar. Essa é a matéria que demais nos concursos, pessoal, as funções da linguagem, certo? Então você vai, vou fazer prova agora, pode ter certeza que vai tá lá essa matéria aí no de concurso público, certo? Funções da linguagem. O
Speaker A
que que é função da linguagem? Por exemplo, toda vez que você for ler um texto, aquele texto ele tem uma função, certo? E nós vamos estudar quais são essas funções dentro de cada texto, correto?
Speaker A
Então, as funções são essas aqui, ó, a função emotiva, a função conativa, a função diferencial, a função metalinguística, a função fática e a função corética.
Speaker A
Quantas funções são? 1 2 3 4 5 6 são seis funções, certo? Sendo que a função emotiva tá ligada a quem? Ela faz parte, faz ligação com quem? Com o emissor que nós acabamos de estudar, que são os
Speaker A
elementos base na comunicação, que o emissor é aquele que emite a metagem. A função conativa, ela tá ligada a quem?
Speaker A
ao receptor, que é aquele que recebe a mensagem. A função referencial tá ligada a quem? A referente, né? Aquele que que é referente? É a mensagem em si, né? Que a mensagem que é transmitida entre o emissor e o receptor. E a
Speaker A
metalinguística. A metalinguística tá ligada a quê? Ao código. Código, por exemplo, é a língua portuguesa.
Speaker A
E a função fática. A função fática tá ligada a quem? ao canal. O canal é um meio que eu transmito quem? A mensagem.
Speaker A
E a função poética, a função poética ligada a quem? A mensagem. E a mensagem é aquilo que eu transmito, conteúdo transmitido, certo? Então tudo isso que eu acabei de falar das funções da linguagem, ela tá ligada ligada diretamente
Speaker A
a esses elementos básicos da comunicação, né? Você tem que lembrar disso. O exemplo emotiva emissor ativa receptor referencial referente metalinguística código canal poética mensagem.
Speaker A
OK? Então, vamos entrar na primeira função de linguagem, que é a função emotiva. Pessoal, o próprio nome já fala, né? função emotiva. O que que vocês entendem quando eu falo uma função emotiva sem eu explicar? Que que vocês entenderiam
Speaker A
disso? Falei agora pontos. Um emissor, não, um emissor aqui, tá ligado? Emissor, eu vou voltar lá ó.
Speaker A
Ó, meotiva ligado ao amissor. OK. Mas a pergunta que eu fiz para vocês é: quando eu falo em função emotiva, o que que vocês entendem de função emotiva?
Speaker A
Função emotiva está ligada a emoções, sentimentos, certo? Se você pegar o texto, tá lendo aquele texto e você percebe que tem emoções, logo de cara você vai classificar aquele texto como quê? Função emotiva. Tô lá fazendo concurso público. Aí tem lá uma
Speaker A
pergunta: "Classifique o texto, classifica as funções de linguagem." Aí tem lá esse texto e de repente você percebe que nesse texto tem emoções e sentimentos. Aí dentro das alternativas você vai lá e coloca o quê? função emotista. Vamos ver onde é que tem
Speaker A
sentimentos dentro desse texto. Vocês me ajudam a chave? Ó, o texo fala: "Posso te falar dos sonhos, das flores, de como a cidade mudou". Nessa primeira parte aí, o que que tem de sentimentos na primeira? Flores, sonhos, sonhos,
Speaker A
sonhos, sonhos, sonhos, flores, sonhos, flores também. Nessa segunda parte que eu vou ler, posso te falar do medo, do meu desejo, do meu amor. Que que tem de sentimento aí?
Speaker A
O amor. Emoção, amor. Que mais? Que mais além de amor? Medo. Medo. Que mais além de medo?
Speaker A
Desejo. Desejo. Muito bem. Então tem medo, desejo e amor. Muito bem. E outra parte, ó. Posso falar à tarde que cai e aos poucos deixa ver no céu a lua e um dia eu te dei. Que que tem de
Speaker A
sentimento aí? Céu e a lua. Céu e a lua. Muito bem. que eu te dei.
Speaker A
Que eu te dei. Muito bem. E só certo. Vocês percebem que esse trecho aí é praticamente eh uma função emotiva?
Speaker A
Sim, com certeza. Pessoal, deixa eu só ver aqui. Parece que alguém entrou. Deixa eu ver aqui só um momento para eu tenho que aceitar aqui. Eu vi um barulho.
Speaker A
Acho que alguém entrou aqui. Eu tenho que aqui alguém tá pedindo participar. Permiti. Ainda bem que eu vi o barulho, né?
Speaker A
Senão. OK. Eu acho que caiu de novo. Deve pedir para participar de novo. OK. Vamos voltar.
Speaker A
Então, voltando à função pessoal, eu vou ter que voltar. Então, tá vendo que esse trecho aí ele é uma musicalidade, é uma música da Ivete Zangalo. Então, dentro desse texto, quando você pegar um texto na hora do concurso público, você
Speaker A
vai observar que ele tem uma função emotiva. Por quê? Porque envolve emoções e sentimentos. Aqui são as características do texto da função exemutiva. Quando você pegar um texto em que tiver, por exemplo, uma chamada expressiva ou então que ele tiver um um dado ao
Speaker A
emissor, deixa eu deixa eu aceitar de novo lá. É, o João Paulo conseguiu, conseguiu entrar, João Paulo, o João Paulo tinha saído, né? Eu acho que ele conseguiu agora entrar.
Speaker A
E aí, professor, o senhor tá bom? Tô, tô bem. Você tá entrando agora ou você já tava?
Speaker A
Eu estou entrando agora. Ah, tá. Porque eu tinha te aceitado aí. Humum. Não, tudo bem, então. Seja bem-vindo viu?
Speaker A
OK. Muito obrigado então pessoal aí dessa função emotiva lá vocês percebem voltando a assunto que essa função emotiva ela fala as características dela é o quê?
Speaker A
Eh, ela também é chamada expressiva e a função ela dada eh a importância ao emissor, que é aquele que emite a mensagem, né? E quando no texto vocês vão encontrar o quê? Verbos e pronomes em primeira pessoa, né?
Speaker A
Presença comum do ponto de exclamação. Sabe de como que é o o ponto de exclamação? Vocês lembram de dele?
Speaker A
é aquele que tem um o traço e o pontinho embaixo. Esse é o ponto de exclamação.
Speaker A
E o que que são interjeições? Lembrem, se eu falar assim, obba, isso são interjeições, certo? Então, quando tiver ponto de exclamação e interjeições, vocês vão lembrar que pode estar associado à função emotiva, tá?
Speaker A
Também tem expressão de estado da alma do omissor. O que que é a expressão de estado da alma do omissor? Seria eh os sentimentos. Vocês viram que nós achamos vários sentimentos dentro do texto que se caracterizam com um texto
Speaker A
emotivo, que nós achamos esse sentimento. Ele também vai ter a presença predominante em texto lírico, que é o lir lirismo, né? Que que é texto lírico, pessoal? Os textos líricos são aqueles textos que têm cantoria, que tem musicalidade.
Speaker A
Isso é um textos líricos. Autobiografias. O que que é autobiografias, pessoal? É quando, por exemplo, em vida eu faço uma biografia ao meu respeito. O que que é depoimentos, pessoal? depoimentos. É por, por exemplo, quando você vai lá na frente e
Speaker A
fala algo para alguma pessoa ou para turma ou para eh uma reunião que você quer eh falar de alguma pessoa em si, fazer um depoimento para ela de agradecimento e assim por diante. Isso é depoimento. E memórias é quando você
Speaker A
relata algo do seu passado, né? Então, basicamente a presença prominante em texto lírico vai estar, a autobiografia vai estar e o depoimento de memória. Mas o principal fato para você classificar um texto que seja emotivo é você encontrar expressões de estado da alma e
Speaker A
a musicalidade. Se tiver musicalidade, você vai desconfiar. Esa aí, esse texto é emotivo. E se tiver alguma coisa de sentimentos, esse texto é emotivo, certo? Dúvidas, dúvidas pessoal.
Speaker A
Ninguém tá com dúvida. Tá, deixa eu ver se caiu a conexão. Ninguém tá me respondendo.
Speaker A
Maniel Cleiton, João Paulo. Tranquilo, tranquilo. Alguma dúvida? Tranquilo. Meio qu meio cabe é meio, é meio cabeça e esquentado, mas como faz? Fazer o quê, né? Seja da vontade de Deus. Estamos aí.
Speaker A
Sim, sim. Roniel, alguma dúvida? Roniel? Por enquanto muitas, né? Mas eu tô prestando bem atenção nas suas explicações e tendo calma aqui.
Speaker A
E João Paulo, alguma dúvida? Que às vezes meu microfone não desligado porque a barulheira aqui tem é uma dúvida.
Speaker A
OK. Qualquer coisa, pessoal, perguntem porque vocês vão fazer concurso. Aproveitem essa aula, eh, para você tirar todas essas dúvidas, certo? Porque vocês podem perceber que isso vai cair no concurso. Então fiquem atento eh a tudo que eu tô falando
Speaker A
para vocês não ter essas dúvidas aqui. Deixa eu só ver se tá tudo OK aqui.
Speaker A
Professor, depois o senhor vai mandar esses conteúdo dessas aulas que o senhor passou pra gente e pra gente estudar de novamente, né? Que o outro professor passou.
Speaker A
Ahã. Eu vou enviar no grupo de vocês, certo? Aí hoje, no final da aula, eu vou mandar um exercício para vocês fazerem enviar novamente para mim.
Speaker A
Show. Certo. Certinho. Certo. Esse exercício vai valer nota. É como fosse uma prova. Vai valer nota aí com você dessa aula de hoje. Certinho.
Speaker A
Certinho. Então vamos continuar, pessoal. Continuar assim. Vocês conseguem ver? Opa, coloquei o slide errado. Se eu continuar assim que fica OK para vocês verem essa parte aqui, fica OK.
Speaker A
Fica assim, fica tranquilo. Assine e veja, né? Sim. OK. Então vou deixar assim, fica mais fácil para mim.
Speaker A
Eh, função conativa, pessoal. O que que é a função conativa? E lembra que eu tô falando para vocês, conativa é a conotação.
Speaker A
Existe a conotação e denotação. Lembra esses dois termos que vai estar lá no concurso quando vocês forem fazer a prova?
Speaker A
Vai tá falando, fazendo alguma referência entre conotação e denotação. Conotação, lembra disso, anotem aí, é o sentido figurado das palavras.
Speaker A
Que que é sentido figurado? que não existe sentido figurado, certo? Sentido figurado das palavras, conotação. Vai ter isso lá no concurso.
Speaker A
Denotação é o sentido real das palavras, é aquilo que eu estou falando da realidade, certo?
Speaker A
Conotação sentido figurado não existe. É fruto da minha imaginação e denotação é sentido real das palavras.
Speaker A
Nessa função que nós vamos estudar, e é a função conativa, vocês observam que que Deixa eu voltar lá de novo. Eu abro que eu ten que voltar. Então, por isso que eu não queria abrir normalmente.
Speaker A
Vocês observam, por exemplo, que tem uma revista aí, não tem uma revista? Nessa revista o nome dela é Verde. E nessa revista temos uma boca com dente branco, bem branco, né? Temos lá o início falando atração sexual.
Speaker A
Temos lá assina e veja, depois embaixo com 18% de desconto em seis meses em junto, ok?
Speaker A
O que que vocês observam nessa função conativa? Sendo que eu falei para vocês que a função conativa ela vem baseada em quê?
Speaker A
em fruto da nossa imaginação, que a a conotativa é a mesma coisa de conotação que a nossa imaginação.
Speaker A
É o é o sentido figurado das palavras. Então vocês observam que a revista tá chamando atenção com a boca, tá tá chamando atenção com o termo aí atração sexual, tá chamando atenção com um verbo no interativo que tá falando assim:
Speaker A
"Asse veja". O que que é verbos do imperativo? Vocês lembram daquela propaganda da casa do Bahia e o cara falava assim: "Quer comprar quanto? Quer pagar quanto?" Quer dizer, vocês lembram disso?
Speaker A
Até que ele foi processado, as casas do Bahia foi foram processad porque já que falava quer pagar força, as pessoas falou assim: "Ol, eu quero pagar X".
Speaker A
Eu tô lembrado dessa propaganda e tirar ela do ar também. Tiraram ela do ar porque as pessoas chegaram lá e falaram: "Não, eu quero pagar X nessa mesa".
Speaker A
que a propaganda não pode na, né? Então tem pessoas que entrar na justiça e ganhar certo?
Speaker A
O que que são verbos no imperativo? Verbos no imperativo indica ordem. Tá vendo se eu tô te dando uma ordem, tô falando assim assim, veja.
Speaker A
Quando eu falo assim para você, quer pagar quanto? Tô dando uma ordem. Se eu falar assim, veja esse exemplo também são verbos interativos. Então, toda vez que eu falar de verbos ou imperativos, vocês vão lembrar que são verbos que indica ordens,
Speaker A
certo? Então, toda vez que você olhar num texto que tem verbos imperativos que chamam atenção, certo? e que aí embaixo vocês podem ver aí, ó, com 18% de desconto seis meses tem juro. Primeiro eles vão te chamar atenção, depois eles vão usar o verbo
Speaker A
imperativo para forçar você fazer uma coisa que você não quer, né? Depois eles vêm tranquilamente para depois da hora do pagamento vocês pagarem sem sem ter a malícia que tá pagando um preço muito alto, né? Aí eles vêm
Speaker A
assim: "Ah, com 18% de desconto em seis meses tem juro. Quando é que vocês descontam? A função em também chamar ela de apelativa. Por que ela é apelativa? Porque ela apela para você fazer coisas, para você comprar, para você fazer eh às vezes faz uma
Speaker A
coisa muito cara, você acaba comprando porque o cara sabe usar essa função conativo, né? O vendedor tem que usar essa função comativa porque ele tem que apelar para você comprar aquele produto e às vezes o vendedor consegue fazer
Speaker A
você comprar quando você não quer comprar. Já aconteceu isso com vocês? Comigo? Graças a Deus não.
Speaker A
Agora ele quer vender não. Hã? Agora ele ele quer vender. Ele vai barulhar a mente do cliente, né? para poder vender aquela mercadoria, né, paraa pessoa, né, ele não quer perder a venda, então obter um lucro, é justamente ele vai abrir, ele vai tentar
Speaker A
entrar na sua mente usando a função conativa para poder vender aquele produto, entendeu? Então ele vai fazer de tudo porque é o trabalho dele de para vender. Às vezes, sabe o que que eles fazem também? Por exemplo, eles elogiam,
Speaker A
falam: "Nossa, tá tá bonito". Nossa, essa coisa é muito bonita, onde você comprou tal. Então, elogia a pessoa pra pessoa sentir com autoestiva lá em cima e fala: "Nossa, esse cara é gente fina, esse cara é legal". Aí ele elogia para
Speaker A
depois vender o produto, entendeu? Então essa função pessoal, função conativa, que é usada muito pelos vendedores, que é também chamada de apelativa, essa função ocorre quando o destaque é dado a quem? Ao receptor.
Speaker A
Quem que é o receptor? É aquele que recebe a mensagem, né? Observe que a intenção principal do anúncio é estimular o receptor a adquirir a revista. E as principais características dessa função são, ou seja, para você encontrar e classificar
Speaker A
essa essa função como conativa, tem que ter o quê? Eu já falei para vocês, verbo interativo, certo? Que indica o que, pessoal, que eu falei para vocês? O verbo imperativo indica indicar ordem, né? Muito bem. Indica ordens, certo? Quer pagar quanto? Veja
Speaker A
isso, compre isso, faça isso. Tudo são verbos imperativos. Verbos e pronome da segunda ou terceira pessoa, né? Porque eu tô dirigindo, eu tô fazendo referência a outra pessoa, não a mim.
Speaker A
Tentativa de convencer o receptor ao a ter um determinado comportamento. Qual o comportamento? de comprar, né, de fazer aquilo que eu estou querendo.
Speaker A
Onde é que vocês vão encontrar esse texto para vocês classificarem com função com artigo? Vocês vão encontrar esse texto em texto de publicidade e propaganda. Então, toda vez que você dentro de um, só fazendo na prova do concurso, vê que tem uma publicidade ou
Speaker A
propaganda e tá pedindo para você classificar essa função de linguagem, você vai classificar ela como função conativa, porque tem publicidade e propaganda e emprego da ambiguidade. Que que é ambiguidade, pessoal? É duplo sentido, né? Alguém sabe falar alguma coisa sobre
Speaker A
duplo sentido pra gente ter como exemplo? Agora valendo sete pontos aí na prova. Repete aí para mim, professor, fazendo um favor.
Speaker A
Ambidade é quando tem duplo sentido. Você entende as coisas de duas fórmulas, certo? Eh, alguém sabe me falar um exemplo de ambiguidade?
Speaker A
Não, não, professor. Eu mesmo, eu mesmo vou falar pro senhor. Faço a mínima ideia.
Speaker A
Tenta pensar aí que tem duplo sentido. Tenta lembrar, pessoal. Vamos ver se vocês conseguem acertar. Tem objetivo é anduvidade. Ô professor.
Speaker A
Oi. É anduvidade. Ambidade. Ambiguidade. Ambiguidade. Vixe Maria. Nunca ouvi falar. Ambiguidade. Tenta lembrar aí. Vamos ver se vocês conseguem raciocinar.
Speaker A
Se eu falassem para vocês, não sei se gosto do frio ou do calor. É, é, é tipo assim, é uma palavra que uma pessoa e e se identifique assim uma palavra diferente, diferente, tem assim.
Speaker A
É, é uma palavra, pode ser até uma palavra diferente, mas é uma palavra que eu faço vocês e vocês entendem ela de duas formas.
Speaker A
Ô Madre, eu quero, deixa eu falar para vocês. Ele sentou na cadeira e ele sentou na cadeira e quebrou o braço. Seria uma coisa ambíg ambígua.
Speaker A
Se eu falar para vocês assim, João foi atrás do táxi correndo, seria alguma coisa ambígua?
Speaker A
Ana encontrou, olha essa ambiguidade aqui, ó. Ana encontrou o gerente da loja com o seu irmão.
Speaker A
Vocês vão entender de duas formas. Quando eu falo Ana, Ana encontrou o gerente da loja com o seu irmão. Que que vocês podem entender? Qual forma que vocês vão entender isso?
Speaker A
Vocês tem duplo sentido aí. Ou a Ana encontrou o gerente, viu o gerente com o seu irmão, viu o gerente da loja com o seu irmão ou outra forma? Qual forma que vocês estão vendo aí? Por exemplo, João foi
Speaker A
atrás do táxi correndo. Aí como é que vocês imaginaria isso? João foi atrás do táxi correndo.
Speaker A
Ambiguidade. Mas assim, é, você tá entendendo de duas formas, né? Atrás do tax correndo.
Speaker A
Tá meio estranho de tá atrás do tax correndo. Duplo sentido, né? Ou então assim, João pediu taxis correndo, correndo rápido, tá vendo? Rápido. Quem dizer assim, foi lá no aplicativo pediu táxi.
Speaker A
Aí dá para entender que parece que João foi atrás do táxi correndo, correndo que eu tô falando de correr mesmo, entendeu?
Speaker A
Ou pode ser correndo de pedir tax logo no aplicativo ou no celular ou correndo de correr atrás do táxi.
Speaker A
Tá entendendo o duplo sentido que tem aí? João foi atrás do táxi correndo. Ou ele foi pedir o táxi rápido pelo celular ou pelo aplicativo ou ele foi correndo de correr atrás de táx.
Speaker A
Entendeu o duplo sentido disso? Então, nesse caso, damos o nome de quê? De ambuidade, que é duplo sentido.
Speaker A
Pessoal, também temos a função referencial, certo? O que que seria a função referencial, pessoal? Quando você pega um texto que fala sobre a referência de alguma pessoa, né? Por exemplo, essa essa pessoa que eu tô falando aqui é o cânido portinari.
Speaker A
Aqui fala Portinar e valoriza ação do Brasil e da quem foi Portinar? Portinário bem de maneira bem breve, quando a função referencial é de maneira bem breve. Pício de imigrante italiano.
Speaker A
Când portário nasceu no dia 30 de dezembro de 1903 na fazenda de café nas proximidades de Prodó em São Paulo. Com a vocação artística florescenso logo na infância, Fortinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. Aos 14 anos de idade,
Speaker A
uma trupe de pintores, escultores italianos, que se atuavam na restauração de igrejas passa pela região de Brodsk e recruta Portinário como ajudante. seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro. Então aqui eu não falei da vida do do de Portinário, eu
Speaker A
falei só alguma parte de algumas partes importantes da da de Câ portinário. Então quando você faz alguma referência sobre alguma pessoa ou uma cidade ou uma região de forma rápida e de forma eficiente, que é a tentativa de informar
Speaker A
algo dando o nome de função referencial. Quais são as características da função referencial? Pessoal, vocês vão encontrar o quê?
Speaker A
Objetividade, linguagem direta, precisa e denotativa. Lembra que eu falei para vocês o que que é linguagem denotativa?
Speaker A
Linguagem denotativa é o sentido o quê? Real das pras palavras. Então, eu tô mentindo alguma coisa de cântinário, não. Eu estou falando a verdade sobre cântinário, certo? aquilo que aconteceu realmente com ele. Por isso, uma das principais características para você
Speaker A
encontrar um um texto com a função referencial é ter a função denotativa. Então, tem que ter objetividade, linguagem direta, precisa. Não teve todas essas características. Eu não fui direto no assunto, falei sobre ordinário, eu não fui preciso porque eu
Speaker A
dei a informação para vocês e eu não usei a linguagem notativo porque não é real isso que eu tô falando sobre realmente aconteceu sobre ele. Beleza?
Speaker A
Eu não fui claro na hora de falar sobre o assunto. Eu falei a realidade como ela é, como aconteceu com Fortnite.
Speaker A
E aonde é que vocês encontram, pessoal, esse texto eh dessa função referencial? Vocês contem texto de jornalístico, informativo jornalístico textos didáticos, que é os livros, textos científicos, mapa gráficos, legenda, recursos representativos. Então, quando, por exemplo, você tiver um texto e que tiver
Speaker A
todos esses itens, aí você vai classificar esse texto como função referencial ou denotativa. OK, pessoal? Essa aqui já é um pouco mais difícil. Deu para vocês perceberem o que eu expliquei para vocês? De onde é que vocês vão se encontrar e como é essa
Speaker A
função. Sim ou não? Deu sim. É, deu para entender. Deu para entender. Você falou meio meio difícil, mas deu para entender.
Speaker A
Então, olha só, vou voltar lá novamente. Ó, a função referencial. Eu estou falando de quem aqui?
Speaker A
Cândido Portinar, Cândido Fortinari foi quem? Um grande pintor do Brasil. Eu falei brevemente de Portinai, eu falei que ele era filho de imigrante italiano, certo? Eu falei de que ele nasceu? Eu falei aonde ele nasceu e eu falei eh
Speaker A
quando, como ele começou a pintar e se tornar um grande pintor. Eu só informei isso para vocês de uma maneira clara, objetiva e direta. Eu menti no que eu falei.
Speaker A
Não, não, não, não. Então, quando você não mente, quando você não mente no que você fala, você usa a linguagem denotativa, lembra?
Speaker A
É certo. Denotativa. Eu falei, eu falei forma clara, não foi de forma clara. Uhum.
Speaker A
Não foi de forma objetiva, foi. Não foi de forma direta, foi. Eu não fui claro na hora que eu falei as coisas. Sim. Eu não falei a realidade de como ela aconteceu. Sim. E aí para te entregar praticamente
Speaker A
a o a resposta de concurso público que vocês vão forem fazer, eu falei onde é que vocês vão encontrar esse tipo de texto? Quando você tiver um texto informativo da forma aula, classifica isso como função.
Speaker A
Quando você encontrar o texto jornalístico, classifica ele como função referencial. Quando você tiver um texto didáticos que fala sobre matéria, classifica ele como função referencial.
Speaker A
Quando você tiver um texto científico que fala sobre ciências, classifica também em função referencial. e assim por por pelos demais que eu coloquei aí como mapa gráfico, legendas, recurso representativo.
Speaker A
Beleza? Então, acabando, pessoal, a quase temos a função qu a metalinguística. Agora, ela fica mais um pouco complicada, certo?
Speaker A
A função metalinguística, a função metalinguística tem a intuição de ensinar o quê? A linguagem, né? Por exemplo, vocês estão percebendo que tá lá alvo, isso contra onde? No dicionário. Al SN. O que que é alvo? É um ponto a que se a se procura atingir
Speaker A
com árvore. Pode ser também chamado de mira, o fim ou a cor branca, certo? Isso é a classificação, a resposta. Quando você procura o termo a, como é que você acha a função metalinguística que tá relacionada ao código, né? O código é a língua falada.
Speaker A
Por exemplo, se você pegar um texto e que naquele naquele texto estava falando sobre a televisão e de como é feito, foi feito a televisão, você vai classificar ele como uma questão metalinguística, porque explica próprio ramo de segmento,
Speaker A
correto? Por exemplo, quando um cineasta ele faz um filme falando sobre cine, o que que é cineasta, pessoal? Cineasta é alguém que faz filme, né? Quando cineasta faz um filme falando dos cinemas, então está falando do próprio ramo segmento. Qual
Speaker A
que é o ramo seg dele? Cinema, certo? Quando, por exemplo, o poeta cria uma poesia, falando de poesia, agora, certo? Também damos o nome de função metalinguística. Por exemplo, também quando eu, professor de português, estou dando aula de português, falando sobre
Speaker A
português, usando o livro de gramática de língua portuguesa e usando o livro, o o dicionário de língua portuguesa, tudo que eu tô usando é português. Então, eu estou explicando o meu próprio ramo de segmento. Então, quando você explica o próprio ramo de
Speaker A
segmento, você dá o nome de quê? função metalinguística. Vocês conseguiram entender ou tá com alguma dúvida ou querem que eu explique mais sobre isso?
Speaker A
Consegui entender? Sim, professor, conseguiu. Uhum. OK. Então posso dar continuidade? Sim. Então vamos lá. Nós agora vamos terminar essa função de linguagem com função fática. O que que vocês estão vendo aqui agora? Vocês estão vendo em telefone, certo?
Speaker A
A função fática, ela está ligada diretamente a quem? Ao canal, que é o meio de comunicação.
Speaker A
Se eu estou, se eu pego o telefone, ligo na casa da minha mãe e falo: "Alô" e minha mãe não responde, ouve a função fática?
Speaker A
que a função fática é testar o canal, é testar para ver se a pessoa tem reciprocidade, é testar para ver se a pessoa me atende, é testar para ver se a pessoa responde o que eu perguntei.
Speaker A
Então, se eu falo assim pra minha mãe lá na casa dela, alô e ela não responde, houve função fática?
Speaker A
Não, não houve função fática. Agora, se eu ligo lá na minha mãe e eu falo alô e ela responde alô ou função fática. Sim.
Speaker A
Então a função fática, ela veio para fazer o quê? Testar o canal, certo? ocorre quando o canal é posto em destaque. O interesse do emissor ao emitir a mensagem é apenas testar o canal, tendo como objetivo prolongar ou
Speaker A
não o contato com o receptor ou testar a eficiência do canal que tenha o mesmo valor de um aceno com a mão. Então, se eu acenar a mão e a pessoa acenar a mão também, houve a função fácil. Agora, se
Speaker A
eu acenar a mão e a pessoa não acenar a mão, não houve função fática. Se eu mexer com a cabeça e cumprimentar a pessoa e a pessoa não mexer a cabeça e não me cumprimentar, não hou função fática. Agora, se eu mexer a cabeça e a
Speaker A
pessoa também mexer, houve função fática. E assim também vale como piscar os olhos e assim por diante. Então a função fática serve também tanto na forma de falar como na forma de expressar, como o dedo de joia. Se eu
Speaker A
fizer joia para você, você também fizer joia para mim ou função fácil. Se eu fizer joia e você não fizer, não ouve função fática, entendeu? Então, se eu falar bom dia e você falar bom dia, ouve função fática. Se eu falar bom dia e
Speaker A
você não falar bom dia, não houve função fática. Então, função fática é testar o canal.
Speaker A
OK, pessoal? Temos por último a função poética, certo? A função poética, pessoal, tá ligada à poesias. Olha, exemplo dessa poesia número um. Até onde existe amor de quem assume essa simples. Viver é um voo para a tricidade e a voz da verdade. Isso é
Speaker A
um poema, certo? E também a função poética tá relacionado a ditado popular. Exemplo, ditado popular. Deus ajuda a quem cedo madrugo. Agora eu pergunto para vocês, me falem um ditado popular que vocês lembram aí e gostaria de estar
Speaker A
falando um ditado popular agora valendo 10 pontos. Ó, esse esse aí mesmo que o senhor falou aí, Deus ajuda quem ser de madruga é um ditado popular que eu desde quando eu nasci eu ouve esse trem dos meus avós,
Speaker A
sabe? E não só desse como de outras pessoas também, pra gente levantar mais cedo para poder, né? É igual, por exemplo, se você quer trabalhar, tá em busca de um emprego, você acelera cedo, né? Porque se tiver uma vaga, ela pode
Speaker A
ser sua, né? Se Deus quiser, ela pode ser sua. Se levantar à tarde, já não vai achar aquela vaga.
Speaker A
Já não consegue. Mas agora me fala um ou outro aí. Ditado popular. Me fala uma outra, um outro ditado popular. Sir lembrar aqui.
Speaker A
Pera aí que tem uma pessoa querendo entrar. Deixa eu ver aqui. Deixa eu tem um pessoa querendo entrar aqui na aula e eu tenho que improvisar.
Speaker A
Pera aí. Ah, não apareceu não. É o É o João Paulo. Ah, o João Paulo já entrou né?
Speaker A
João Paulo. Ver se ele consegu Eu eu tô aqui. Você que pediu para entrar, não foi?
Speaker A
Não, eu já tô aqui. U, já tá aí. Foi 911 porque eu acabei de receber sua mensagem aqui. Eu vi agora.
Speaker A
OK. Então pessoal, eita, mas vocês estão ruim aí de estado popular. Pode ser a males que vem para o bem.
Speaker A
Tem sim, tem aqui também assim, tem aqui também assim, ó. Deus dá a coberta conforme o gril, né? Tem esseado também.
Speaker A
mais estado popular aí na casa da pegar até aqui também assim lá onde tem aqui também assim na onde tem essa também professor assim na onde ah lá na onde ajuda perdeu as botas lá tem citado também isso também né?
Speaker A
Se eu colocar assim também assim, ó, burro preso também passa. Isso Maria vai com azul também assim, ó.
Speaker A
União é a união faz a força também. É um E tem esse também que é muito usado, ó.
Speaker A
Apressado come cru. Come cru. Minha mãe falava isso também. E esse e esse também é muito usado, ó.
Speaker A
antes só do que mal acompanhado. Mal acompanhado. É, eu também ouvi muito isso. Isso aqui te dar um Pois é. Então, pessoal, quando tiver poesia, certo? E quando tiver ditado popular, você vai classificar como função o quê?
Speaker A
Poética, certo? Quando tiver poesia e ditado popular, vocês vão classificar com fusão poética. Então essa aí também é fácil de identificar no texto, né? Se tiver uma poesia ou tiver um despazular, você vai lá e marca alternativa função poética.
Speaker A
Fácil, né? Agora, pessoal, vamos rir um pouco que a aula, o a primeira parte que foi bem intensa, não foi? Vocês conseguiram entender do que eu, do que eu realmente falei para vocês?
Speaker A
Avim, graças a Deus. Tranquilo. Ficou claro. Claro. Função poética. Beleza. Eu vou mandar esse conteúdo para vocês. Eh, vocês preferem que manda no no WhatsApp? Eu acho que eu vou mandar no WhatsApp para vocês o conteúdo.
Speaker A
Melhor né? É, fica melhor. Fica melhor. Fica melhor. E até tava conversando com o Leandro e falou: "Não, manda no WhatsApp também que eles eles têm acesso". Vamosir um pouco da língua portuguesa, pessoal. Olha essa imagem. O que que vocês observam nessa imagem?
Speaker A
Uma placa de endereço, né? Uma placa de uma placa de aviso, né? Então, mas lê aí para mim essa placa de aviso aí. Que que vocês estão entendendo? Essa placa de aviso, ela tá correta?
Speaker A
Atenção, esta esta obra não se responsabilize por qualquer dano por qualquer danos que seja na viatura junto a obra junto à obra.
Speaker A
Viatura junto à obra. Tá tudo errado aí, né? Tá tudo errado. Vamos lá ver se tá errado. Atenção, esta obra não se Olha o responsabiliza dele, ó.
Speaker A
Respons está como que que como é que você responsabiliza aí? É com S, né? Mas colocou com Cid e essa parte, ó, por qual? Qual? Qual é por C?
Speaker A
Não, qualquer danos que haja aja é assim mesmo pessoal? Não, também não. Nas viaturas junto à obra.
Speaker A
Tá vendo erro ortográfico aí, né? Aham. Olha a próxima aí. Tá certo. Lava Jato.
Speaker A
O artesiano Pog Gilson está funcionando. Funcionando. Tá certo. Funcionando. Funcionando. Tá não. Tá não.
Speaker A
Que que tá funcionando? No lugar do S lá é um C, né? Só isso e funcionando.
Speaker A
Tem mais coisa errada aí. Que mais? Lava Jatilson. Start. Quem mais tá errado aí, pessoal?
Speaker A
É o Star. O star. Star, né? Né? Está funcionando, não é funcionando, funcionando. Funcionando é com u, certo? Ele colocou com o funcionando. Tá vendo?
Speaker A
Funcionando. Agora vamos ver essa. É funcionando. Agora vamos ver essa outra parte, ó. Servindo. Servimos espaguete ao alho e óleo com molho bolono. Bolo tá errado, hein? Espaguete tá errado.
Speaker A
Bolonho rosa tá errado. Aí ele fala tempero diferenciado, prato bem ch bem cheio também. Tá errado. Outra coisa tá errado aí. Ovo de codórnia.
Speaker A
Ovo de codórnia tá errado também, né? Olha o opcional aí ó. Tudo errado, pessoal. Isso aqui eu peguei de lugares que são reais. Viu?
Speaker A
São cartazos reais, não tem nada a inventar não. Eu também tirei foto dessa parte, ó. Espaço de beleza, ó. Olha o jeito que tá escrito espaço.
Speaker A
Nunca existiu esses dois S aí, não. Não existe. Então, nunca existi não. Ué, a NASA tem que tem que resolver estudar esse povo aí também.
Speaker A
Seria fácil. O que mais tá errado aí? Temos aí cabeleireira, cortes, escovas tratamentos química em geral, maquiagem. Sou esteticista. Então, o que que você vai errado aí além disso, do espaço?
Speaker A
Tu fala sobrancelha ou é sobrancelha? Sobrancelha. sobrancelha, né? Sem o M aí, né? Então, para você ver mais uma parte do nosso Brasil, pessoal, vocês tm noção, é uma porcentagem exata muita gente no Brasil não sabe ler, não sabe, é muito a
Speaker A
taxa de analfabetismo no Brasil. E aí eu tô mostrando para vocês o fatos reais que acontece no dia a dia no nosso país.
Speaker A
Olha o borracheiro, como é que ele escreveu? Borracheiro todia ao feriar. Parece espanhol, ó.
Speaker A
Todo dia há o feriado. A gente tá feriado. Complicada a situação, né? Olha esse aqui. Vamos ver se vocês conseguem entender isso aqui. Ser moça é fácil, difícil é ser virgem. Que que vocês entenderam dessa parte aí?
Speaker A
Demoraça. É fácil difícil. É igual você falou mesmo. É. Tá espanhol né? Agora essa parte nem espanhol, tá? Não sei que língua que é essa daí não, ó.
Speaker A
Língua não sei que língua é essa. E essa daqui, ó, quem avisa, amigo é, ó.
Speaker A
Essa placa é um aviso. Esse nunca tem dono. Se eu pegar o filha da que que anda amassando ele, eu vou amassar a cara dele também. Tudo errado, pessoal.
Speaker A
Tudo errado. Tá vendo aí? Tá tudo errado. Tudo errado. Olha a outra parte aqui, ó. Para Rio Bull. Que que tá errado aí?
Speaker A
Verdura, agrotóxico. Sem agrotóxico. Que que tá errado? É agrotóxico sem, né? E Agrotóx tem um acento o agrotox tá errado.
Speaker A
Agrotox tem um acento aí, né? Muito bem. E essa parte aqui, ó, já viram geralmente é o, né?
Speaker A
Errado. Tá errado, né? Tá errado também. Tá errado também. Tá errado. Agora outra parte aí. Pera aí só mostrar para vocês.
Speaker A
Tá acabando essa primeira parte, ó. Olha isso aqui, ó. Para Jesus não existe. Existe impossível. Fala com ele. Que que tá errado aí?
Speaker A
Talvez exista, né? Impossível também é 2s. S, né? Não consigo. Existe já existe um X, né?
Speaker A
Isso. Existe X. Impossível seria como? É impossível é com 2S, né? Impossível. Isso. Com 2S. Viu só como tá complicada a situação aí? Olha esse outro exemplo. Maria Rodrigo executando seu projeto sem compromisso.
Speaker A
Verniz, vacina la que tudo errado. Tudo errado. Executando. Tudo errado. Olha essa aqui. Não me inveja em trabalha a sua inveja e a minha felicidade. Que que tá errado aí?
Speaker A
Praticamente tudo na produção. Oi, Roniel. Fala de novo. Praticamente tudo, né? Tudo, né? Tudo errado.
Speaker A
Não dá nem para ter inveja dessa pessoa, né? Olha esse outro exemplo aí. Eh, água e luz ao lado.
Speaker A
Ele colocou tudo junto, né? Ao lado, ao lado. Como tá tudo junto aí? Deveria tá com pessoal. E essa luz aí existe essa luz aí?
Speaker A
Existe não. Essa aí não. Com S não. Olha só. Vamos ver o próximo. É fácil falar de mim, difícil fazer o que eu faço.
Speaker A
Nada a ver, né, pessoal? Tudo errado. E por último, pessoal, essa aqui, ó. Não fazer os maiores. Agora vocês vão ter queação ali. Não fazer os maiores nas pedras.
Speaker A
Quem apanhado vai ver porque nós somos pessoas, nós somos animais. A gen e gene é a base da saúde na eu admiro como os povos cubre parece que são atrasados.
Speaker A
Será que não sabe ler? O que caça nas pedras é só uma capa? Que que ele tá querendo falar aí pro pessoal?
Speaker A
Vamos lá, Cleiton. Vamos lá, Romilton. Que que ele tá querendo falar aí? Agora valem três pontos, hein?
Speaker A
interpretação de texto. Aí tem muita tem muita palavra errada aí, né? Meio difícil de entender.
Speaker A
Mas o que que você acha que ele tá querendo falar aí? Roniel, o que que você acha, Roniel?
Speaker A
É, professor, quase não tô entendendo essa frase e a interpretação que ela está passando.
Speaker A
Na verdade, eu vou falar para tudo derrota aí, porque é difícil de fazer essa interpretação. O que ele tá falando aí é para não fazer feeses na pedra, só isso.
Speaker A
Fezes uma placa que tava aí bem verídico, né, pro pessoal que passava ler. Esse é o nosso Brasil. Ou seja, tem muito analfabeto funcional, muita gente que entra na faculdade e não sabe escrever, não sabe ler. Tem muita gente
Speaker A
que não sabe sem se tem estar na faculdade, sabe ler ou se quer escrever.
Speaker A
Então o Brasil tem muito ainda para aprender na língua portuguesa, pessoal. Muito olha só, eh eh vou dar um intervalo agora na segunda parte eu vou entrar com a matéria dos exercícios que vocês vão fazer, que é a matéria que tá no último
Speaker A
concurso da Polícia Militar. e vou entrar com redação para concurso, tá? Que é a dissertação e a dissertação argumentativa.
Speaker A
OK? Então, vou dar aí 15 minutos. Que hora que nós voltamos? 10:20. Pode ser, pode ser, pode ser.
Speaker A
Não perca, pessoal, não perca a segunda parte porque a segunda parte é no final vocês vão fazer um exercício que vai valer nota, certo? e vou ensinar vocês a redação para concurso. Vocês vão fazer agora concurso agora da Polícia Militar.
Speaker A
Então fiquem atento que e da Polícia Civil fiqu atento que eu tô até ensinando um pouco da redação para vocês.
Speaker A
Aí o que vale nota? Oi? O que vale nota aí? É o exercício que eu vou ensinar para vocês. O eu vou mandar um exercício para vocês e aí eu vou ensinar a matéria para vocês fazerem esse exercício que vai valer nove quando
Speaker A
vocês voltarem, tá bom? Então vou dar um intervalo aí. Ah, entendi. Vamos dar um intervalo aí de até 10:20, se Uhum. Senhor vai dar o reforço agora para nós fazer a a o teste depois para nós mandar, né?
Speaker A
Isso. Correto. Correto. Certo. Então até então até mais. Eh Olá, amigos do canal, mais um vídeo aqui no nosso Instagram e também no nosso YouTube. Se você não me conhece, meu nome é Alan, sou presente aqui do clube
Speaker A
pisto. Nós temos clube de tiro e loja, tá? Apesar de ser loja, esse não é um vídeo de venda, esse é um vídeo de apresentação da Glot G20, calibre 10 mm, tá? Todos os nossos dados para contatos estão aqui embaixo. Qualquer dúvida
Speaker A
manda aí nos comentários ou manda aí diretamente pelos nossos contatos que estão aqui na descrição do vídeo, tá?
Speaker A
Lembrando que nós temos um canal no YouTube, foi derrubado. Então esse aviso. Bom dia, amigos do canal CC Assalariado.
Speaker A
Hoje eu vou já existem as armas que é a Glock G25. Só que eu vou est fazendo esse review porque agora a gente não tem mais aquela burocracia para poder efetuar a compra da Glock G25. Hoje em dia nós já temos
Speaker A
nas lojas, né, e a gente sendo cidadão comum e cumprindo com os requisitos que é exigido pelo Sinarme, pelo Sigma, você já pode adquirir na loja, né? E eu tô aqui na loja Fogo Central, que tá acendendo cedendo o espaço e as armas,
Speaker A
né, para mim poder estar divulgando para vocês, né, e fazendo o review das Glocks. Então, vamos lá, vou tá abrindo aqui junto com vocês aí.
Speaker A
Aqui é a G25 preta. E temos também a G25 chamada de OD, né? Que para mim é preto com verde oliva, né? Deixa eu mostrar para vocês aqui.
Speaker A
Carregador desmoniciado, arma sem munição, apontando pro chão aí, efetuando um disparo a seco, né? Para poder começar o review.
Speaker A
A grande esperar Glock. Ela está aqui, né? Eu vou começar falando para vocês o que dela? O sistema dela que é tão tão comentado aí que se chama safe safe action, né? Ela tem a trava do gatilho.
Speaker A
Vocês veem aqui. Eu não vou desmontar a arma, né? Só que aqui dentro no percussor ela tem a trava no percursor e a famosa trava anti-queda, que ela não dispara caindo, né? evitando acidentes.
Speaker A
E aí, então, sendo esse sistema safe action, ela não é nem ação simples e nem duplação. É um sistema da Glock específic específico da Glock. Eh, o cano dela é de 70 g.
Speaker A
Opa voltei. Todo mundo aí aqui, professor Rel. Pronto professor. Pronto. Então, agora nós vamos eu vou ensinar os exercícios, certo?
Speaker A
E vou falar um pouco da redação para concurso. Então, vamos lá. O que eu vou ensinar hoje para vocês é sobre as orações coordenadas.
Speaker A
E essas orações coordenadas, pessoal, já caiu, ela caiu no concurso público. Agora deixa eu compartilhar aqui a tela.
Speaker A
Só um momento que melhor a tela inteira aí vocês verem melhor. Pronto. Vocês vocês estão vendo aí a essa imagem?
Speaker A
Não, professor. Estão vendo? Não. Não tão vendo? Então deixa eu, deix eu tentar de novo.
Speaker A
E agora também não. Agora sim. Agora sim apareceu. Beleza. Uhum. Eh, vocês conseguem ver esse quadrinho aí amarelo?
Speaker A
Sim. É só isso. Coordenadas. Uhum. Beleza. Isso aqui, essa matéria, é, a matéria de hoje, é a matéria que caiu bastante no concurso da Polícia Militar, que são quem? As orações coordenadas, certo? Orações coordenadas. O que que são orações coordenadas, pessoal?
Speaker A
As orações coordenadas, eh, são orações que servem para ajudar vocês a fazer uma boa redação, ajuda, ajuda vocês também a formular frases, orações, eh tudo isso nesse nesse aspecto, certo?
Speaker A
E as orações coordenadas, elas são duas, elas são as aditivas. Deixa eu tentar tirar aqui.
Speaker A
São duas. Elas são as aditivas. Opa opa duas são as sintéticas. Acho que final e são as sindética.
Speaker A
Aí vocês me perguntam, professor, eh, mas as sindicas, por que existe as sindicas e asindéticas, né? As sindicas, pessoal, significa que possui o quê? Conjunções.
Speaker A
E as assindéticas significa que não possuem conjunções, certo? Aí você me pergunta assim: "Professor, mas o que que são eh as conjunções?" Alções são pequenas palavras que servem para vocês formularem frases e orações, mas aí tem uma diferença bem grande
Speaker A
entre frase e oração. Exemplo, olha só, antes de entrar nas conjunções, frase, oração, deixa eu colocar aqui maior vocês conseguem entender, ver.
Speaker A
Oração. Estão tão acompanhando aí, né, pessoal? Dá para ver aí, né? Uhum. Pessoal, qual que é a diferença? Antes de entrar nas nas orações coordenadas, eu vou explicar essa parte aqui para vocês poderem entender. Orações coordenadas.
Speaker A
O que que é frase? Frase é não tem verbo certo? E oração tem eh exemplo de ordem de frases. Eh, deixa eu tentar pensar aqui.
Speaker A
Bom dia. Bom dia. É um exemplo de frase. Tem verbo aqui, pessoal, ó. Tem verbo?
Speaker A
Não tem verbo. Então, quando não tem verbo, é frase. Agora se eu colocar aqui, ó, eu gosto de estudar.
Speaker A
Tem verbo aqui? Eu gosto de estudar. Tem ou não? Hum. Tem. Eu é o verbo.
Speaker A
Não, eu não é verbo não. Não, eu é pronome. Pronome. Eu preciso parudar muita participação de você.
Speaker A
Eu gosto, né, gosto é o verbo, né? Gosto é o verbo. Gosto é o verbo.
Speaker A
Então, olha só, quando tem verbo, quando não tem verbo, é frase, correto? Alguma pergunta até aí?
Speaker A
Por que que a oração que tem verbo, que eu gosto é um verbo? Estudar é outro verbo.
Speaker A
É o verbo. Estudar é gosto de estudar. Certo. Agora assunto da oração. Por que que eu voltei a falar sobre voltei voltei atrás para falar sobre frase de oração. Isso aí cai bastante confuso também. Para entrar nas orações coordenadas.
Speaker A
Sim. Éticas. e a sintética. É sendo que, pessoal, as orações coordenadas sintéticas, ela possui conjunções, coordenário assiméticas.
Speaker A
Ela não possui contra, né, professor? Mas que que é essas conjunções, pessoal? Prestem atenção que eu vou mostrar para vocês quais são essas conjunções, mas eu quero que vocês entendam o que que é sindética. e a sintética certo?
Speaker A
Eu quero que vocês gravem isso. Sindéticas possui conjunções. Assintéticas possui conjunções. Certo? Gravaram isso?
Speaker A
Agora eu vou mostrar para vocês aquela tabelinha que eu tenho aqui das orações coordenadas, certo?
Speaker A
E temos uma classificação das orações coordenadas. Agora você sabe o que é orações, né? Orações é quando tem verbo, certo?
Speaker A
Tem conjunções. Onde é que tá essas conjunções aqui, ó? Tá vendo, ó? em mais também não só como também bem com mas porém toda tudo entretanto, no entanto, isso são conjunções. Essas conjunções vocês podem utilizar ela para poder
Speaker A
elaborar orações, frases e vocês podem utilizar ela em toda a sua redação. Ou seja, quando você for fazer uma redação, você pode utilizar todas as conjunções sem dó. Pode us. Quanto mais vocês usarem conjunções em uma redação, maior vai ser só a nota. Vocês sabiam
Speaker A
disso? Sabem disso? Não sabia não. Não, eu não sabia. Eu não sabia não. Pois é. Então fiquem fiquem espertos.
Speaker A
Quanto mais vocês usarem essas conjun existe mais delas, a sua nota na redação será maior, tá? Então vamos lá. Existe quantos tipos de conjunções? Uma, 2, 3, 4, 5. Que são as aditivas, as advers alternativas, a conclusivas e a explicativa.
Speaker A
Na na na orações coordenadas aditiva temos as conjunções é nem mais também, como também nem conta, certo? Assim tem mais, tem mais conjunções aditivas, não é somente essas não. Nas adversá, ah, lembrando que ativa dá a ideia de soma e
Speaker A
adição, de somar algo, entendeu? De adicionar algo. As adversativas dá a ideia de adversidade, certo? E quais são as conjunções de advers de adversativas?
Speaker A
Mas porém todavia contudo entretanto e no entanto, certo? as alternativas da de da ideia de ter alternância, né? De alternar ou ou quer quer já.
Speaker A
as conclusivas da ideia de conclusão. Inclusive vocês podem utilizar a oração conclusivas para você terminar a sua redação lá na conclusão.
Speaker A
Logo, portanto, por isso, assim, por consequente. Essas são as positivas, as explicativas que dá a ideia de quando você quiser explicar algo, que são as conjunções que, por, por quanto, pois e etc.
Speaker A
Agora vamos voltar nos exemplos aqui. Exemplos aditivas. Eu coloquei uma oração aqui, ó. Pedro é gentil e Pedro é educado e gentil. Eu vou perguntar para vocês agora, prestem aonde é que eu usei a conjunção aditiva na oração
Speaker A
Pedro é educado e gentil. Aonde é que eu usei? Bom, pessoal, vou precisar da resposta de vocês.
Speaker A
Pedro educado gentil. Pedro educado gentil. Aonde é que tá uma conjunção aditiva? Aí gentil.
Speaker A
Gentil. Gentil. Pessoal, olha aqui o gráfico aqui. Conjunções. Tá vendo aqui, ó? Uhum. Conjunçõ.
Speaker A
Ah, agora sim. Não é ou e gentil. E gentil, né? E não é gentil. E é gentil.
Speaker A
Muito bem. Então essa conjunção e ela é classificada como conjunção o quê? Aditiva. Pessoal, olha só.
Speaker A
Vou colocar aqui para vocês verem. Pedro é educado e gentil. Bom, me ajuda a classificar aqui.
Speaker A
Vamos lá ver como é que vai ficar. Pedro é educado e gentil. A aonde que você observar que tem a conjunção, você vai colocar um traço separando.
Speaker A
Deixa eu ver aqui. Cadê o traço contado? Aqui é espanhol. Po, é difícil eu achar.
Speaker A
Acho. Pronto. Ó, aí onde você achar a conjunção, onde que tá a conjunção aqui, pessoal? Preciso da ajuda de vocês agora. Onde é que tá a conjunção?
Speaker A
No e no no e, né? No e no e tá vendo o traço que eu coloquei aqui?
Speaker A
Vocês estão vendo? Quando você achar a conjunção, antes dela, você vai colocar um traço separando igual eu fiz aqui, ó. É, então aqui você vai classificar ela com o oração.
Speaker A
Ela é coordenada. Que que é as coordenadas? Porque tem conjunção. Ela vai ser coordenada sintética ou assindética pessoal?
Speaker A
Sindética é quando tem conjunção, a sindética é quando não tem conjunção. Então ela vai ser classificada como oração coordenada sindica ou assindética.
Speaker A
Sindética, professor. Muito bem. É sindética. E ela vai ser considerada por ação coordenada sindica. O quê? Vamos, vamos lá na tabela para ver onde é que tem esse aqui. Nessa tabela aqui, onde é que tem? Na aditiva, na adversativa, na
Speaker A
alternativa, na conclusiva ou na explicativa? Onde é que tem esse aqui? Aditivas. Hã, aditivas.
Speaker A
Muito bem. aditivas, né? É na aditiva. Oração, corda sintética, adiv. E essa essa parte aqui, ó, Pedro Educado, como é que você vai classificar ela?
Speaker A
O horá principal. Então recapitulando você tem que achar a conjunção. você separa igual eu separei o do restante da orar da outra oração.
Speaker A
Então você vai colocar ela ação principal, entendeu? Colocar conta aqui. Eu vou vou pegar essa adversativa.
Speaker A
Muito não sei. Teve um bomar. O teve um bom peso. Agora eu vou aqui na na hora onde é que tá a conjunção aqui nessa oração?
Speaker A
Olhando na tabela de onde é que tá o orar. Onde é que tá a conjunção? Quer dizer, nessa tabelinha é só procurar na tabela, pessoal.
Speaker A
Procurou na tabela? Achou a pessoal hoje ficar a construção? Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Precisando de vocês, hein?
Speaker A
Não acharam. Ah, eu não achei não, professor. Roniel não achou. Relativa é adversativa. Então, mas eu quero saber aonde é que tá aqui ó.
Speaker A
Tem adversativo. Mas onde é que tá a conjunção aqui, Roniel? Mas porém, deixa muito bem, porém, porém tá aqui, ó conjunção porém.
Speaker A
E na oração vocês acharam, acharam o porém aqui, tá vendo? Porém aqui. Então, essa vai ser o quê? a conjunção.
Speaker A
Então vou voltar na oração. Não se esforçou muito, vírgula, porém obteve um bom espaço. Que que você tem que fazer aqui agora, que que você tem que fazer aqui agora?
Speaker A
Oi? Separou, né? Muito bem. Então eu vou vir aqui separar colocando o traço. Aqui vou até fazer assim, ó, para ficar melhor. Separei essa primeira parte. Você vai fazer o quê? O que que ela vai ser aqui? A
Speaker A
primeira parte, primeira parte é como é que você vai classificar as perguntas a sintética, professor, ou a oração oração principal.
Speaker A
OK. Uhum. Agora vamos na segunda parte aqui. Onde tá a conjunção? Aqui tá em porém.
Speaker A
Porém, achou a conjunção. Então aqui na segunda parte você vai classificar com oração sindética.
Speaker A
Sindética. Muito bem. Sindética é o quê? Opa, tem que colocar coordenada, tá? Por que que ela coordenada? Porque ela tem conjunção, tá? E ela é sindética.
Speaker A
Por quê? Porque ela tem conjunção. Temção lá. Porém, ação coordenada sindética. O quê? Vamos voltar lá na na tabelinha. Olha aqui a tabelinha, ela sintética. O quê?
Speaker A
Adjetiva. Adversativa. Olha a tabelinha aqui, ó. Então, pessoal, mostrando para vocês, é só você olhar na tabelinha, você vai conseguir classificar as conjunções. É só colocar separa a oração principal.
Speaker A
que é tudo que vem antes da da conjunção, igual tá aqui, separei, certo? E o restante se classifica oração coordenada sintética a de ativativo, viu? Então, o que que você tem que fazer no exercício que eu vou passar para
Speaker A
vocês? Vocês tente olhar na tabelinha e classificar, separar e classificar. de acordo que tá pedindo funções aqui e vocês devem utilizar muito na na sua relação, tá? Vocês pode colocar na relação por completo.
Speaker A
Agora eu vou mostrar o exercício que eu passei para vocês. Vou explicar o exercício. Vocês vão ter que fazer e entregar depois para mim sobre as orações coordenadas.
Speaker A
Uhum. tá abrindo aqui. Só um momento. E aí, esse exercício vou mandar lá no grupo para vocês fazerem, tá?
Speaker A
Positivo. Olha aqui, o exercício número um tá falando o seguinte, ó. Leio os enunciados a seguir. Minha irmã saiu, mas mais mas mais voltará logo.
Speaker A
Acordei tarde, portanto chegará chegarei atrasado. A vida era proveituosa e divertida. Não anda nem deixa os outros passarem. Ora, hora de e e tá e e tava hora levantava.
Speaker A
Agora deitava, tá? Dei separado aqui, ó. Deitava. Ha, deitava, hora levantava. Ok? Aí, o que que tá mandando vocês fazerem aqui? Eu vou explicar agora para vocês. Tá pedindo para vocês assinalar a sequência correta em relação às conjunções destacadas nas
Speaker A
orações por exemplo. A primeira oração, ela é adversativa. Aí vocês vão observar e procurar na tabelinha se ela é adversativa. Aquela tabela de amarelo que eu mandei para vocês. Tá vendo que as conjunções tá em falar mais quanto e nem hora horas. Aí
Speaker A
tá lá a segunda opção, ela começa com é o a terceira letra C, ela começa com a adversativa. Então você vai marcar a sequência correta, OK? Olhando aonde naquela tabelinha que eu vou mandar para vocês.
Speaker A
A questão número dois, em relação ao sentido que cada conjução expressa na nas orações a seguir, faça a numeração de forma correta. Então, dentro do parênteses, aí você vai colocar a numeração correta. A letra A, ela vai ser aditiva, ela vai ser
Speaker A
explicativa, ela vai ser confusiva. Então você vai colocar aí qual é a frequência correta dentro da da do parênteses. Aí a ler uma tirinha a seguir e responder na fala do sargento a emprego de duas conjunções. ela respectivamente
Speaker A
é um uma conjunção aditiva ou conclusiva, uma conjunção adversativa ou alternativa, uma conclusão explicativa ou conclusiva, uma conjunção aditiva ou adversativa. Então você vai marcar dentro marcar uma das alternativas que vocês vão ler primeiro o a charge e ver
Speaker A
aonde é que vocês vão encontrar essas conjunções. E só tem duas conjunções. Aí vocês vão classificar ela se ela é aditiva ou conclusiva ou se ela adversativa e alternativa. Até aí vocês entenderam?
Speaker A
Aham. Sim, eu entendi. Eu tô entendendo aí. OK. E a questão número quatro é a matéria que eu vou explicar agora depois da oração coordenada.
Speaker A
Vocês vão reescrever as orações usando elemento de coesão para elaborar um texto com elas, certo?
Speaker A
Ou seja, vocês vão juntar tudo isso aí e dar sentido ao texto. Por exemplo, os homens não ficam deslumbrados na frente de uma vitrine, pois eles não compram por impulso.
Speaker A
Tá vendo? Eu coloquei o pois aqui para juntar com a letra B e dar sentido ao que eu estou falando, entendeu? Então vocês vão usar orações para poder juntar essas essas frases aí para poder fazer com que ela fique
Speaker A
competente. E aonde é que vocês vão buscar palavras? Por exemplo, eu coloquei aqui, ó, por isso.
Speaker A
Onde é que vocês vão olhar isso? Naquela tabelinha de amarelo que eu passei para vocês.
Speaker A
Correto? Correto? Então eu quero dúvida em relação a esse exercício que vai valer nossa que eu passei para vocês. São essas questões.
Speaker A
Eu quero que vocês perguntem que que você tá ficou com dúvida aí para não errar o exercício. Tem que tirar a nota máxima aqui, viu pessoal?
Speaker A
Que que vocês ainda estão com dúvida? Na questão número quatro, a questão número três, a questão número dois ou Não, professor, eu tô com muita dúvida.
Speaker A
Não, não. E nas orações condenadas vocês estão com dúvida? Naquela, nessa matéria que eu ensinei para vocês, essa aqui, ó.
Speaker A
sintética e sintética. Sintética. Tem alguma dúvida? Se tiver pergunta agora, aí eu tiro a dúvida de você, porque é através dessa tabelinha aqui que vocês vão conseguir fazer os exercícios que eu vou mandar para vocês lá no Google.
Speaker A
OK. Não, professor, tá com dúvida? Não, tô OK. OK. Então, vou continuar. Então, pessoal, agora eu vou entrar na matéria do concurso, tá? Essa aqui também é uma matéria do concurso. Caiu na na Polícia Militar, se eu não me engano, foi três
Speaker A
questões relacionadas a orações coordenadas. Beleza? E aí eu vou entrar agora em coisão incoerente. É a cobra cobra na redação do concurso. Ou seja, se você para você fazer uma boa redação, você tem que fazer uma uma boa redação
Speaker A
contendo coesão e coerência. Mas aí eu pergunto a vocês, o que é coesão e coerência, né? Eh, o aspecto mais principal é você saber o que que é isso.
Speaker A
Ou seja, mais que a metade da sua na redação, eles vão analisar se você fez uma redação que tenha coesão e coerência. Vocês já viu falar sobre coesão e coerência?
Speaker A
Vocês já estudaram sobre coesão e coerência? No concurso que vocês vão fazer, vocês irão fazer, tá lá uma uma parte nota que vai pedir para você colocar na sua redação coesão e coerência, tá? Eh, vocês já viram falar
Speaker A
sobre coisão de coerência? Sim ou não, pessoal? Não para noção. Não, eu não. Nunca vi com Então vamos lá.
Speaker A
A coesão, pessoal, nada mais é que a ligação harmoniosa entre os parágrafos, fazendo que os mesmos fiquem ajustado entre si, mantendo uma relação de significância.
Speaker A
Para melhor entendermos como se processa, imaginemos um texto sobrecarregado de palavras que se repete do início ao fim.
Speaker A
Então, para evitar que isso aconteça, existe termos que substituem a ideia apresentá-los, evitando assim a repetição. Ou seja, o que que é coisão de maneira prática? É a não repetição de palavras, de termos. Ou seja, porque às vezes vocês estão
Speaker A
fazendo uma redação, vocês ficam repetindo repetindo repetindo repetindo a mesma coisa, as mesmas palavras. Então, dentro de um parágrafo, vocês não podem ficar repetindo, certo? A mesma palavra. Você só pode repetir aquela palavra no outro parágrafo. Então, dentro do mesmo
Speaker A
parágrafo, você não pode repetir, ok? Então, aqui tem um exemplos, no exemplo para vocês não fazerem a repetição.
Speaker A
Vamos analisar. Tamanha é a magia das palavras, pois imagina se você fosse repetir, ficaria nesse lugar que tá amarelo aí, ficaria da seguinte forma: "Tamanha magia das palavras, pois as palavras expressam a coordenar, de conscientizar, de sentirmos que somos
Speaker A
capazes. Pessoal, observa uma coisa. Imagina você repetindo o teu principal, que é palavra, no lugar que tá de de amarelo.
Speaker A
Aí ficaria errado, não ficaria. Então o que que eu fiz para não repetir palavras? Eu usei elas e as mesmas. Não ficou melhor? Olha lá.
Speaker A
tamanha magia das palavras, pois elas expressam a força do pensamento, as mesmas têm o poder de transformar, de conscientizar, de sentirmos que somos capazes. Então, o que que eu fiz? Eu fiz a substituição do termo palavras para poder o texto ter coesão,
Speaker A
certo? Não ficou melhor? Que que vocês acharam? Muito melhor. Muito melhor, né? Olha que exemplos aqui ó.
Speaker A
Eh, Carlos trouxe dois computadores dos Estados Unidos, perguntou-me se eu queria comprar um. Se no início eu falei, Carlos trouxe dois computadores dos Estados Unidos, eu preciso ficar repetindo de novo no final. perguntou-me se eu queria comprar um computador. Não,
Speaker A
não preciso. Porque no início da oração eu falei que Carlos trouxe dois computadores. Então, um desses computadores era para mim. Então não há necessidade de você colocar depois do um computador novamente.
Speaker A
Outro exemplo, caravista é um cachorro. Ele está, ele sempre está ele, ele ele está sempre com sono. Então eu poderia colocar assim: Cara visto é um cachorro.
Speaker A
Cara visto está sempre com sono. Em vez de eu repetir cara visto novamente, eu coloquei o quê?
Speaker A
Ele pronovido. Não ficou melhor. Agora outro exemplo. Agora Marília é aluna do curso de ciências contábeis.
Speaker A
Marília está muito feliz. Eu poderia repetir Marília de novo, né? Mas o que que eu fiz? Coloquei ela um pronome para não repetir María novamente.
Speaker A
E ficou melhor, né? Olha outro exemplo. Joãozinho entrou depressa no supermercado. Aí em vista de eu colocar Joãozinho parecindo de alguém, eu coloquei o quê? O garoto parecia estar fugindo de alguém. Então para não repetir Joãozinho novamente, eu coloquei o quê?
Speaker A
Eu coloquei o quê, pessoal? Garoto. Garoto. Por que que eu coloquei garoto? Porque Joãozino dá ideia de garoto. Dá, dá ideia de garoto e o menino. Por isso eu coloquei garoto.
Speaker A
Professorzinho. Professor, oi. No lugar de garoto, pode colocar ele também em vez de repetir, em vez de falar garoto, igual você falou o Joãozinho.
Speaker A
Ele parecia que tá fugindo de alguém. Sim, poderia colocar ele também. O ideal é não repetir a palavra no no mesmo parágrafo.
Speaker A
Entendi. Entendi. Aonde eu poderia colocar, Joãozinho, poderia colocar no outro parágrafo da redação. Ou seja, quando o corretor tá tá lendo sua redação e vê que você tá repetindo a mesma palavra, você só vai perder pontuação, porque o corretor ele já já
Speaker A
sabe que você tá falando daquele determinado as. Então não há necessidade de você ficar repetindo a mesma palavra, entendeu? Não há necessidade.
Speaker A
Outro exemplo aí, ó, João Marcos foi aprovado no vestibular. Aí eu coloquei o quê? Ele estava feliz pela conquista.
Speaker A
Ou melhor, né? Eu poderia falar João estava feliz pela conquista. Eu coloquei ele, ele não gosta de estudar. Como eu como eu comecei com pronome ele aí no na segunda parte eu coloquei o nome dele, Mateus só quer saber de dormir.
Speaker A
O melhor, pessoal, o que a gente acabou de estudar agora foi, qual que é o nome?
Speaker A
Coesão, coesão. Coesão. Não esqueça desse cero e de como ele deve ser feito no concurso público. Se você seguir essas regras que eu tô falando aqui para você de não repetir a mesma palavra dentro do mesmo parágrafo, sua nota de redação vai subir muito,
Speaker A
certo? Vai subir bastante redação, né? É redação, correção, né? para concurso. Isso. Não repetir o mesmo termo dentro do primeiro parágrafo.
Speaker A
Não. Continuando, agora vamos dar coerência. O que que é coerência? Eu vou falar bem rápido para vocês entenderem de imediato, tipo como fosse um termo, um texto explícito. Coerência é o sentido do texto. O texto tem que ter sentido.
Speaker A
Por exemplo, se eu tiver falando assim para vocês assim, vou vou fazer um texto, o do texto é a violência contra a mulher. Aí eu vou começar a redar você.
Speaker A
A violência da da mulher vem crescendo gradativamente no Brasil, sendo que o entrou no Brasil e acabou parando na China. Depois os Estados Unidos veio e fez pagando enganos de produtos naturais.
Speaker A
Tem sentido? Tem sentido, pessoal? Como é que é o professor? Não deu para entender.
Speaker A
Mateus não consigo entender. Isso que eu acabei de falar para vocês tem sentido? Oi.
Speaker A
Teria como repetir de novo? Não consegui entender, tá? Vou repetir novamente. Olha só, eu vou fazer uma uma redação.
Speaker A
O tema da redação é a violência contra a mulher, certo? Certo? Então, preste atenção no que eu vou falar agora para vocês.
Speaker A
Olha só, vou começar a redação. A violência contra a mulher vem crescendo gradativamente no Brasil, sendo que o carnaval do Rio de Janeiro foi espetacular junto com a bomba de Hiroshima e Nagasak afetou o Japão, a qual os Estados Unidos veio fazer
Speaker A
propaganda ignonosa sobre produtos naturais. Tem sentido? Não tem não. Não, nenhum, né? Não, nenhum.
Speaker A
Então, o que eu quero falar para vocês? Coerência tem que ter sentido. Imagina você fazer uma redação que não tem sentido, uma redação que foge desse do tema que foge do assunto. Se o tema é violência contra a mulher, você vai
Speaker A
falar sobre o carnaval do Rio de Janeiro ou sobre a violência contra a mulher?
Speaker A
Sobre a violência. Sobre a violência. Você sabe o que que a maioria dos alunos do concurso público faz? Não fala do tema.
Speaker A
a violência contra a mulher, eles vão falar sobre a polícia militar. Ele não vai falar sobre a violência contra mulher, ele vai falar sobre a segurança pública. O tema que você tem que falar é sobre violência contra a mulher, não é
Speaker A
sobre a segurança pública. Então você acaba fugindo do tema. E se você fugir do tema, dependendo da banca, tua redação está eliminada.
Speaker A
Ou seja, sua nota será zerada porque você fugiu do tempo. O tema era para você, era para para você falar sobre a violência contra mulher. E aí você foi lá e falou sobre segurança pública. Não tem nada a ver.
Speaker A
Entenderam? Então você já sabem o que que é violência contra eh então você já sabe o que que é coerência, quer dizer, né? Agora, por exemplo, vamos analisar essa oração aqui.
Speaker A
Con agora vou precisar muito da ajuda de vocês para poder a gente resolver e resolver o problema que tá nessa oração.
Speaker A
O inverno nordeste, período chuvoso, está ótimo. Por isso a fome continua sendo problema. Pessoal, o que que tá de errado nessa oração? E qual o problema dela?
Speaker A
Ela tem problema de coesão ou de coerência? Coerência de coerência. Quem falou coerência? Eu a, né?
Speaker A
Oi. Eu e o Cleon. Pois é, coerente. Agora, onde é que tá o problema aí, Cleiton e Roniel? Onde é que tá o problema aí? Onde onde que nós Eu preciso mudar só uma palavra aí para onde é que eu conserto aí?
Speaker A
Creio que no inverno. Não é inverno. Não é inverno. Não é inverno. Qual outro tempo que eu tenho que consertar aí para essa oração ficar eh de forma cor?
Speaker A
Chuvoso. Muito interessante. Chuvoso também não. Você falou período chuvoso. Muito bem. Período chuvoso. Pronto, achamos o riso.
Speaker A
Eu, o que que eu posso colocar aí para poder consertar? Lembra daquela tabelinha que eu vou mandar para vocês?
Speaker A
Lembram? Vocês podem usar aquelas conjunções para consertar isso aí. Então, se eu ler para vocês assim, ó, o inverno nordeste, eh, o inverno nordeste está ótimo.
Speaker A
O inverno nordeste tá ótimo, por isso aum continua problema. Se eu colocar assim, eh, e não mudar, não, pera aí. Se eu se eu não mudar nada, que tá o período chuvoso, o inverno nordeste, período chuvoso, deixa OK. Nesse esse não é, eu
Speaker A
errei aqui. Esse não é o problema da da oração, não. O problema da oração tá em por isso, tá? Não é o peditos. É por isso. Eu errei aqui falar para vocês. É por isso, tá? Por isso é o problema da
Speaker A
oração. O inverno é de período tá. Se eu trocar isso uma outra conjunção, eu consertaria totalmente essa oração.
Speaker A
Se eu colocar uma conjunção assim, mas lê para mim com a conjunção mas, como é que ficaria nordeste? Período chuvoso está ótimo. Mas a fome continua sendo um problema.
Speaker A
Que que você achou? Tirando por isso o nome. Ficou o quê? Ficou mais claro.
Speaker A
Ficou correta. Ficou correta e mais claro. Ficou mais claro. Então ela ficou certa, né? Tirando o Corinthians é o negócio certo. Se eu colocar aí assim o inverno nordeste perú, se eu colocar num lugar de por isso contudo, a fome continua sendo um
Speaker A
problema. Estaria certa? Estaria certo. Pois é. Então agora você já sabe qual é o problema desta oração.
Speaker A
Por isso, por isso você está vendo que uma palavra só que vocês mudam na oração é correta, ela fica mais coerente. Você vê uma palavra só que eu mudei, eu consegui fazer com que essa oração tornasse correta.
Speaker A
Isso é coerência, certo? Agora olha esse trê aqui, ó. Uhum. Por exemplo, esse texto, se você for analisar ele, ele tá totalmente escrito de forma errada. É totalmente escrito, não, assim, metade escrito de forma errada. Eu queria que vocês agora
Speaker A
olhando esse texto identificassem para mim qual o problema dele. Ele tá com problema de coesão ou de coerência?
Speaker A
Vou dar dois minutinhos para vocês falarem. Quem acertar ganha três pontos. Vamos ver quem vai ganhar os três pontos.
Speaker A
Você pode explicar novamente, fazendo favor. Esse texto aí, ele tá com problema de coesão ou de coerência?
Speaker A
Eu só quero que você fala para mim de coesão ou de coerência. Coerão professor.
Speaker A
Poesão. Muito bem. Quem falou poesão? João Paulo. Oi, João. João Paulo. Parabéns, João Paulo. Coesão. Por que que é problema de coesão, pessoal? Qual é o termo aí que tá repetindo totalmente? Qual que é o termo que tá
Speaker A
repetindo toda hora? Madona. Muito bem. Madonna é Madonna. Tá vendo? Eu poderia aí, eu só posso usar Madonna quantas vezes? Uma vez só dentro desse parágrafo.
Speaker A
Então poderia ficar assim, ó. Se eu for consertar o título normal, Madona vai por fã festival de longe. Beleza? Como é título, eu posso repetir novamente no primeiro parágrafo. Madonna foi varada por fã neste domingo, ao chegar a
Speaker A
exibição de seu filme da no festival de roupa. Até aí. Segundo o site Hobwood, fãs esperavam hora pela chegada. Quem que é Madonna?
Speaker A
Madona não é cantora. Então vou tirar esse Madona e vou colocar a cantora. Ela chegava da cantora ao local da exibição. Mas eu vou retirar esse Madona e colocar assim, ó.
Speaker A
Mas de forma direta, mas passou direto pela multidão falando com com apenas alguns poucos jornalistas e enquanto eu vou retirar a Madona e continuar. Enquanto recebi a viadona de novo, que não não há necessidade de colocar. Enquanto recebia as várias,
Speaker A
declarou que como sua protagonista ela entende o que é ser mal compreendida em escala global. Assim declarou ponto de amadora.
Speaker A
Que que vocês acharam? Ficou bem. Não ficou melhor. Ficou bom, viu? Então esse texto aí, se fosse um corretor de redação e fosse ler esse texto aí, praticamente, pessoal, eles iriam tirar bastante pontuação dessa dessa redação, porque não trabalhou o quê? Poesão
Speaker A
dentro do texto, que é a não repetição de palavras, entendeu? Então, dentro do concurso público, que vocês vão fazer?
Speaker A
da prova de redação, metade da nota, se você não trabalhar com exame coerência, você perde. Se a nota da prova vale 20, você não trabalhou coisão em coerência, ela já desce para 10.
Speaker A
Isso eu tô falando para vocês porque eu sou corretor de redação de concurso público da banca CESP, da banca Iartes, já fui corretor. Então, todo o curso que nós fazemos, eles falam sobre isso, entendeu? Então, trabalhem bastante coesão e coerência para vocês não tiver
Speaker A
uma nota baixa no concurso público por causa de coisão coerente. Alguma pergunta? Não, não. Então eu já vou entrar agora na dissertação. Vou mostrar para vocês esse material. Vou mandar para vocês também lá no grupo, tá?
Speaker A
Do grupo do WhatsApp. Então vamos voltar aqui para para esse material que vou falar sobre a dissertação de certa.
Speaker A
O que que é dissertação? Alguém dissertação? Dissertação é o que mais cai em composto público. A dissertação é você expor suas ideias. Ideias, pessoal. palavra ideias t acento tem tem ou não eh tem tem ideia não, não tem acento. Ela tinha no novo
Speaker A
acordo ortográfico, ela perdeu acentuação. Então deêu uma lida, pessoal, no novo acordo ortográfico, porque mudou muita coisa, tá? De tongos abertos não são mais acentuados. Então essa palavra ideia não tem acento. Então dissertação é você expor suas ideias em qual pessoa?
Speaker A
Primeira existe primeira pessoa existe segunda, terceira pessoa? Qual pessoa? Em primeira, né? Em primeiro, né, professor?
Speaker A
Eu coloquei aí. Você tá enxergando aí? Eu coloquei qual pessoa? Artista lá. Tá escrito aí, ó.
Speaker A
Terceira, terceira, terceira pessoa. Terceira pessoa. E quem que é a terceira pessoa? Ele. Eu vou falar dele, por exemplo, eu vou dar vou dar um exemplo que que seria a terceira pessoa.
Speaker A
Professor Hélio, fala para mim o que que aconteceu em primeira pessoa. Em primeira pessoa eu vou relatar para vocês um acidente de trânsito em primeira pessoa. Olha só, eu vi dois carros politirem, a qual percebi que um atravessou o semáforo
Speaker A
vermelho. primeira pessoa. Agora vou falar em terceira pessoa sobre o acidente. Dois carros se colidiram, a qual um carro atravessou o semáforo vermelho.
Speaker A
Percebeu o que eu falei em terceira pessoa? Então, a terceira pessoa, eu falo do acontecimento sem eu envolver, que eu não posso entrar dentro do da da dissertação, porque é terceira pessoa. Agora, primeira pessoa eu falo, eu posso estar dentro da
Speaker A
redação, porque eu falo de mim, eu participo da da redação, da dissertação, certo? Se for em primeira pessoa. Mas geralmente, pessoal, a dissertação ela é qual? Qual pessoa ela é? em terceira pessoa.
Speaker A
OK? A disserração ela é em terceira pessoa. E a terceira pessoa é quem, pessoal?
Speaker A
Ele, terceira pessoa e ele. E aí agora vou falar para vocês como é a organização dessa redação. Essa redação, ela tem quantos parágrafos? Ela pode ter de quatro a 5 parágrafos, certo?
Speaker A
De 4 a 5 de quatro a cinco parágrafos, certo? Você não pode fazer uma redação com seis parágrafos.
Speaker A
Não existe redação com seis, uma dissertação com seis pares, certo? O máximo é de quatro a cinco parágrafos, pessoal. Mas nós vamos trabalhar uma relação de dissertação com quantos parágrafos, pessoal? Quatro, somente quatro, certo?
Speaker A
Então vou colocar aqui um pógrafo de introdução. Introdução, dois parágrafos de desenvolvimento. Vou colocar aqui desenvolvimento, tá?
Speaker A
Vai agora aonde vocês vai e um parágrafo vai para também não. Onde vocês vai?
Speaker A
Certo? Um parágrafo para conclusão. Ai ai. Então ficou assim, ó. desenvolv primeiro conclusão. Então ficou um parág para introdução, dois para desenvolvimento e um para conclusão. Geralmente pessoal as redações elas são feitas no máximo 30 linhas, depende da banca. Se a banca
Speaker A
pedir 30 linhas, você vai fazer 30 linhas. Se você fizer 31 linhas, sua redação tá eliminada.
Speaker A
Ou seja, tem que ficar atento o número de linhas que a banca tá pedindo, certo?
Speaker A
Então, se pô 30 linhas aqui, eu vou colocar quantas linhas? Sete. Aqui eu vou colocar oito.
Speaker A
E aqui eu vou colocar sete linhas. Quantas linhas falta, pessoal, para linhas? Somando aí 7 + 8 + 7. Quantas linhas falta para quinta linha?
Speaker A
contra oito. Então o seu parágrafo vai ficar de conclusão, vai ficar também com oito linhas. Então você vai fazer quatro parágrafo cuja a introdução vai ser sete linhas, o primeiro parágrafo do desenvolvimento vai ser oito linhas, o segundo parágrafo de desenvolvimento
Speaker A
vai ser sete linhas. E o último parágrafo da que seja que vai ser a conclusão vai ser quantas linhas?
Speaker A
oito linhas, certo? Para uma dissertação. E o que que seria, pessoal? A introdução, introdução é você chamar para dentro da sua redação o assunto, chamar para dentro da sua redação o assunto. O assunto é violência contra a mulher, você vai começar o assunto
Speaker A
falando a violência contra a mulher tem cresceramente gradativamente dentro do estado de Goiás. Então tô chamando a atenção do leitor que vai ler a sua redação para dentro da da minha redação, certo? a o introdução e você não pode aprofundar muito no
Speaker A
assunto que você só vai mostrar de maneira bem vaga sobre todo o assunto que é a introdução.
Speaker A
Beleza? Aí no desenvolvimento você vai falar de um assunto de forma o quê? Geral.
Speaker A
No segundo parágrafo do desenvolvimento, você também vai falar de um assunto de forma geral.
Speaker A
No primeiro parágrafo desenvolvimento, além de você falar do assunto de forma geral, você também vai colocar exemplos e problema.
Speaker A
problema. Ah, no segundo parágrafo, você vai fazer a mesma coisa, vai colocar exemplos e problemas.
Speaker A
OK? tá no parágrafo da conclusão que são oito linhas. O que que você vai fazer?
Speaker A
Você vai apresentar uma solução para o problema que você apresentou na sua relação. Tudo isso, pessoal, em quant em qual pessoa? em terceira pessoa.
Speaker A
Essa redação em que você vai ter que apresentar uma solução, o nome dela de dissertação arumento dissertação argumentativa. Por que que ela é dissertação argumentativa? Porque além de você falar do assunto, você tem que solucionar esse assunto.
Speaker A
Você simplesmente não pode só falar do assunto sem solucionar, você tem que falar do assunto e solucionar o problema. Por isso damos o nome dela dissertação alumnativa. Então agora, novamente recapitulando tudo, dissertação é você expor suas ideias em
Speaker A
terceira pessoa. Quem é a terceira pessoa? Er, quantos parágrafos tem a sua dissertação? De quatro a cinco parágrafos.
Speaker A
Geralmente eles pedem quantas linhas? 30 linhas. Se você fizer 31 linhas, pode, não pode, porque eles pediram 30. Se você fizer 31 linhas, você vai ser eliminado do concurso. Você sua prova vai ser zerada.
Speaker A
Se eles pedirem 40 linhas, aí você faz 40 linhas, até 40 linhas. Tem gente que pede 30 linhas e geralmente fazem, por exemplo, 20 linhas. Não pode. Tem que fazer 20. Por que que não pode? Poder pode, na verdade pode, só que sua
Speaker A
redação vai ficar um pouco incompleta, porque você fez um número muito inferior ao que foi pedido, né? E geralmente uma redação, uma dissertação argumentativa para poder ficar completa, o bom número de linhas seria 30, certo?
Speaker A
para conter o quê? A introdução, o desenvolvimento, dois parágra desenvolvimento e o parágal da conclusão.
Speaker A
Eu indico vocês fazerem quatro parágrafos. Por quê? Porque os quatro parágrafos fazem com que sua vocês não se peguem na sua redação. Mas se você quisesse fazer cinco parágrafos, aonde é que entraria o terceiro parágrafo? Seria aqui no desenvolvimento, ó. você iria
Speaker A
colocar mais um parágrafo nesse momento, só que o número de linhas iria mudar, não seria isso que eu passei para vocês.
Speaker A
Então aqui, esse aqui, pessoal, é um esquema para você começar a aprender a fazer uma dissertação argumentativa. Muito bom, certo? Porque eu dividi para vocês aí em quatro parados e ainda dividir é o número de linhas. Então para começar a
Speaker A
praticar uma redação, esse esquema aqui seria ótimo para vocês começarem, OK? Um parágrafo de produção, dois desenvolvimento e um parágrafo de conclusão.
Speaker A
Pessoal, dúvidas? Eu quero perguntas agora. Rony Cleayton, quem mais tá aí? Vamos fazer perguntas.
Speaker A
Podem fazer pergunta agora. Agora vocêqu não tá tranquilo. Eu consegui entender por aqui. Tá tranquilo também.
Speaker A
Porque antigamente porque quando eu estudava antigamente sobre isso aí da redação de 30 linha eu não sabia, né?
Speaker A
Então, por isso que às vezes na minha redação, quando eu estudava antes, a a profeira um risco passava um traço no meio, tipo assim, pela metade, né? Então eu já não sabia disso, né? Então agora já ficou bem claro, já
Speaker A
ficou bem claro para vocês, né? Então assim, esse esquema, pessoal, é infaliz. Se você usar esse esquema, sabendo eh usar coisas não incoerentes, sabendo colocar em terceira pessoa, não usar eu, não repetir palavras, já é o o primeiro
Speaker A
passo para vocês aprenderem a começar a fazer redação. É lógico que existe muita coisa para se aprender para para começar a fazer redação, só que como a gente só tem essa aula, não tem como ensinar tudo para vocês. Então eu tô pincelando por
Speaker A
alto para vocês ter uma noção de como é como é que faz uma redação, entendeu?
Speaker A
Uhum. Certinho. Certinho, certinho. Eh, isso aqui vocês copiaram. Então, pessoal, vamos fazer, tô escrevendo, tô passando, passo, eu tô escrevendo. Eu passo pro caderno também, sabe?
Speaker A
Você tá escrevendo. Deixa eu falar uma coisa. Eu queria que vocês ligassem a câmera para eu tentar explicar uma coisa para vocês. Até pedir de vocês. A nossa aula vai ter meio-dia, só que vocês têm um exercício para fazer para poder entregar
Speaker A
entregar para mim. Aí eu queria que vocês ligassem a câmera e tirar uma foto e eu expedi vocês e falaram aqui que eu quero um exercício.
Speaker A
Oni ligou Cleilton João Paulo. Falta só o João Paulo agora. João Paulo tá presente aí? João Paulo, tá faltando só o João Paulo.
Speaker A
Aí João Paulo tá presente. Todo mundo tá presente aí. Então pessoal, agora é o seguinte, ó. Eu vou passar, eu vou deixar vocês fazendo aquele exercício, meia hora para fazer o exercício. Não, vocês vão fazendo, vão fazendo exercício, mas eu preciso dar um tempo
Speaker A
para vocês fazerem esse exercício para poder finalizar a aula, tá? Eh, primeiro, vocês estão concluindo aqui no exercício porque ele vai valer nota, tá?
Speaker A
Do jeito que eu expliquei para vocês, vocês têm alguma dúvida, querem tirar agora, porque eu não quero que vocês tirem nota baixa na minha matéria. Eu acho que eu expliquei corretamente ali para você, deixei bem claro que eu
Speaker A
realmente estava pedindo. Então, vocês estão com alguma dúvida em relação a ao exercício? Não, não, não.
Speaker A
A dica seguinte, ó. Na hora de responder o exercício, olhe naquela tabela que eu vou mandar no grupo, certo? Olhe na tabela amarela, lá vai ter as conjunções. Se você olhar na tabela amarela, onde tem as conjunções, vocês vão conseguir fazer o exercício
Speaker A
perfeitamente, sem nenhum erro. É só olhar a tabela, certo? E aí, pessoal, geralmente vocês entregam o exercício por onde?
Speaker A
pelo grupo mesmo. Geralmente vocês entregam pelo grupo mesmo. É, é o primeiro exercício que eu tô fazendo.
Speaker A
Tem que ser no particular. É, tem que ser, é, tem que ser pelo grupo, né?
Speaker A
É, vocês podem mandar no meu Sein Manda no no meu WhatsApp. São só três, são só três alunos ou tem mais um, só que só é pouca gente. Então pode mandar no meu particular que eu eu tenho um controle maior que às vezes começa a
Speaker A
conversa aí de outros grupos lá no WhatsApp, eu me perco lá no exercício, tá bom? Então vocês respondem, como é que não vocês vão responder? Vocês t, vocês t como imprimir o exercício?
Speaker A
Eu tenho, tenho. Se você conseguir imprimir, você tirar foto. Se não conseguir imprimir, tenta, pode fazer o computador, colocando resposta no computador. Aí você só tem que saber enviar novamente pro meu WhatsApp, entendeu?
Speaker A
OK. OK. Certinho. Hum. Aí eu vou despedir de vocês aqui agora. Vou deixar vocês fazer o exercício, né?
Speaker A
aproveitar esse tempo para poder fazer o exercício. Eh, eu espero ter ajudado vocês a desde das 8:30 da manhã, né, a ter aprendido um pouco da aula de língua portuguesa. Português não é fácil, mas é prazeroso. Dependendo de como pôr a
Speaker A
explicação, você consegue aprender bastante. Vamos lembrar que pessoal, se você vai prestar concurso para as carreiras policiais, vocês têm que lembrar que português é o que vai te colocar lá dentro. redação é o que te coloca em primeiro ou em último lugar.
Speaker A
Se você fizer uma péssima redação, sua nota cai e você pode ficar em último lugar. Então, se você fizer uma boa redação, você você tirou uma nota mais ou menos ali na prova objetiva, você pode chegar, fazer uma boa redação a
Speaker A
segundo lugar, porque as outras pessoas vão te dar uma nota menor e geralmente a redação tem uma pontuação de 20 pontos e aí você soma sua prova objetiva mais 20 pontos. Então, quer dizer o quê? você tende a subir muito a sua nota,
Speaker A
entendeu? Então o que que manda? Tem que tomar muito cuidado em quê? Em língua portuguesa e redação, tá? Porque às vezes você estudam só conhecimentos gerais, lei e esquece que a maior pontuação tá em português e redação.
Speaker A
Então, para quem for prestar concurso da polícia, fica essa dica aí para vocês. Hoje eu tenho muita gente aí que tá na polícia, os os delegados de polícia que passaram por mim, estudaram comigo e ajudei a ingressar nas carreiras dos
Speaker A
policiais. Hoje eu passo na rua tá lá. Ô professor, você pode são policiais, entendeu? Então fica essa dica para vocês aí, tá bom? Então bom resto de domingo. Uma boa tarde para você. Fica aguardando o exercício, tá bom?
Speaker A
Que dia que nós pode dia que nós pode entregar? Nós temos prazo para entregar, professor?
Speaker A
Então pode ser até quarta-feira. Pode sim, pode ser sim, que eu trabalho, é, eu trabalho de pedreiro, aí eu chego só tarde, né? Aí eu tenho que fazer mais à noite.
Speaker A
Tá bom, então. Então fica esperando vocês o exercício até quarta-feira. Aí manda no meu WhatsApp, tá lá no grupo lá.
Speaker A
Ok. Fechou 10. Fechou. Fechou. Boa tarde para vocês. Espero que tenham gostado da aula. Vocês conseguiram aprender, né, pessoal?
Speaker A
conseguir aprender, né? Um pouco. Então, muito bom. Pera aí. Boa tarde. Até mais para vocês.
Speaker A
Aí você manda lá, né, no grupo, né, professor? Isso. Eu mandar no grupo para fora do que anda papai. Fechou.
Speaker A
Tchau, professor. Bom final de semana pro senhor. Para você também. Valeu. Até mais. Ja.
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