Aula introdutória sobre segurança privada, abordando carreira, formação, legislação e diferenças com segurança pública.
Key Takeaways
- Segurança privada é uma área paralela e complementar à segurança pública.
- Formação adequada e reciclagem são obrigatórias e essenciais para vigilantes.
- A segurança privada oferece diversas oportunidades de carreira e especializações.
- Conhecimentos adquiridos na segurança privada podem ajudar em concursos públicos.
- A atuação do vigilante é limitada ao local de trabalho e regulamentada por órgãos específicos.
What the video covers
- Apresentação dos alunos e seus objetivos na área de segurança privada.
- Explicação sobre a relação entre segurança privada e segurança pública.
- Importância da formação e reciclagem profissional para vigilantes.
- Descrição das funções e limitações do vigilante uniformizado.
- Diferentes áreas e especializações dentro da segurança privada, como escolta armada e transporte de valores.
- Regulamentação da profissão pela Polícia Federal e Exército Brasileiro.
- Discussão sobre o crescimento da segurança privada no Brasil e em Goiânia.
- Relevância dos cursos de aperfeiçoamento para carreira e concursos públicos.
- Aspectos práticos da atuação do vigilante, incluindo uso de armamento e equipamentos.
- Importância da segurança pessoal e executiva para proteção de pessoas e organizações.
Chapters
- 00:00Apresentação e objetivos dos alunos
- 07:25Introdução à segurança privada e relação com segurança pública
- 14:40Formação e reciclagem na segurança privada
- 23:01Funções e limitações do vigilante uniformizado
- 30:53Especializações na segurança privada: escolta e transporte de valores
- 37:23Regulamentação da profissão e órgãos fiscalizadores
- 48:13Importância dos cursos e aperfeiçoamentos para carreira
- 55:58Segurança pessoal e executiva: conceitos e aplicações
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Speaker A
Bom dia. Vocês me escutam?
Speaker A
Sim, escuto. Eu sou um dos alunos que tô escutando.
Speaker A
Bom dia, Cleiton. Tudo bem?
Speaker A
Graças a Deus. Ótimo.
Speaker A
Então, como foi programado, as aulas referentes à matéria de operações de segurança privada vão iniciar, certo?
Speaker A
Às 8:35, com 5 minutos de tolerância para os demais alunos aí.
Speaker A
OK. Cleiton, antes da gente começar, eu queria que você, já vejo seu nome por aqui, né, Cleiton Pereira, queria que você me falasse sobre você, me fale seu objetivo do curso, carreiras militares, aí me dá um pouco do seu histórico aí para a gente, por favor.
Speaker A
Você pode repetir para mim, faz, por favor? Não entendi direito. [roncando]
Speaker A
Tá certo. Melhorou, melhorou o áudio.
Speaker A
Melhorou. OK.
Speaker A
Me fala aí um pouco sobre você, me fala aí seu objetivo no curso, me fala aí carreiras militares, qual corporação você tá querendo integrar, enfim, me fala um pouco do seu histórico aí.
Speaker A
Bom, eu trabalho de pedreiro, né, normalmente sou funcionário, e é um sonho que eu quero realizar para me ajudar muitas pessoas, né, que antigamente eu não podia estudar porque a minha vida era muito difícil, as condições, os meus pais, eu vivia mais na roça.
Speaker A
Então eu tive a oportunidade de voltar aos estudos aqui na minha nova cidade, onde eu casei com a minha esposa, né? No Fina, perto de Tapuranga.
Speaker A
É só que eu sou de Aruanã. Eu vim morar aqui no Fina e tenho muitos amigos em Itapuranga, graças a Deus.
Speaker A
Eu nasci em Séries e morei em Tapuranga durante algum tempo. Eu conheço muita gente dentro de Holândia ali, não sei se você conhece.
Speaker A
Se eu ando muito por ali que eu trabalho de pedreiro. É, tem um pessoal ali que é da minha família ali em Deolândia ali, ó.
Speaker A
Certo. Aí eu sou de Aruanã. Aí eu moro aqui no F. Graças a Deus meus pais e meus avós foram falecidos. Aí minha esposa chamou para morar aqui.
Speaker A
Aí eu pedindo a Deus que eu queria realizar um sonho e esse sonho eu não tinha um estudo.
Speaker A
Entendi.
Speaker A
Então Deus pôs uma luz na minha cabeça. Aí eu falei: "Senhor, como é que eu vou fazer?" Aí eu deitei na minha cama e pensei: "Eu preciso ajudar muita gente, que eu vejo muita gente", sabe? Nem tanto é pela verba financeira, mas é de muita gente que eu vejo precisando e a gente pode ajudar e de repente não pode porque não pode intervir numa coisa que não tem nada a ver porque senão acaba acontecendo com a gente.
Speaker A
Então tem muitas coisas que uns amigos meus, umas amigas minhas passaram e eu queria muito ajudar nessa área, sabe? E realizar um sonho meu.
Speaker A
Aí você quer fazer polícia militar, civil? O que seria?
Speaker A
A civil, né? Porque agora eu não tenho mais a idade para militar, agora tem que ser para civil, né?
Speaker A
Tá com quantos anos?
Speaker A
Eu tô com 43.
Speaker A
43. Certinho.
Speaker A
Tá certo. Beleza, Cleiton.
Speaker A
Ó, fala, amigo. Tudo bem?
Speaker A
Esqueci seu nome, cara. Você trocou da sua mulher, parece do CN, né? Você, seu nome?
Speaker A
Vladir.
Speaker A
Vladir. Isso.
Speaker A
Ei, Vladir, vai trabalhar hoje de novo ou como é que é?
Speaker A
Hoje vai conseguir até o final, né? Eu queria, professor, aquela última aula eu queria ter acompanhado até o final.
Speaker A
Queria ter participado dela. Aí, enfim, o trabalho, né? Domingo a domingo. Não tem jeito.
Speaker A
Tá certo. Essa aqui você vai conseguir.
Speaker A
Não entendi o que você falou.
Speaker A
Essa eu não, eu não consigo, professor, porque eu trabalho, né? Domingo, todo domingo.
Speaker A
Pesado, hein, amigo?
Speaker A
Domingo [risadas] é puxadinho, professor.
Speaker A
Puxado.
Speaker A
Tá certo. Tá certo. Beleza.
Speaker A
Então vamos lá. Eu vou só um instante, por favor.
Speaker A
Beleza?
Speaker A
Pessoal, então hoje é só para me apresentar novamente, né? O Cleiton aí ele não tava na última aula com a gente semana passada. Você chamada, né, Vladir?
Speaker A
Foi retrasado. Coisa assim, né?
Speaker A
Retrasado.
Speaker A
É, meu nome é Murilo Machado, não é?
Speaker A
Dentro da segurança privada, eu exerci funções na segurança como instrutor de tiro, gerenciamento de crise e outras matérias que vinculam essa área da segurança privada, né?
Speaker A
Também tenho uma formação superior na gestão de segurança pública, uma pós-graduação também, além de outras formações e outras áreas, mas especificamente voltada para essa.
Speaker A
Então, como a minha área de atuação foi voltada à segurança privada, essa matéria será para explicar para vocês e ensinar para vocês como funciona aí os mecanismos da segurança privada, OK?
Speaker A
Ao longo da aula aí, qualquer dúvida, Vladinho, quando você estiver em aula, fique à vontade para estar perguntando a qualquer momento, certo?
Speaker A
Para sanar qualquer tipo de dúvida que vocês tenham ao longo do processo, OK?
Speaker A
Tá, galera, inicialmente essa matéria, segurança privada, é apresentar para vocês uma outra área profissional que anda em paralelo com a segurança pública, tá?
Speaker A
Basicamente a segurança, vamos colocar de maneira grosseira, ela divide dessas duas questões. Temos a segurança pública aí com as forças policiais, auxiliares, etc., né?
Speaker A
Nós temos aí a segurança privada, que é a outra vertente em paralelo que trabalha junto a isso, né?
Speaker A
A segurança pública, vamos colocar dessa forma, ela tem uma jurisdição em todo meio público, então ruas, vias ou até mesmo em órgãos públicos, enfim, né?
Speaker A
E a segurança privada, ela vai agir, vai trabalhar em tudo aquilo que é... vamos até ser redundante, né? Público trabalha no público e o privado trabalha no privado, mas tudo, inclusive existe segurança privada dentro de órgãos públicos também.
Speaker A
Enfim, então é uma área de atuação que tá em paralelo com a segurança e que é algo que, em termos profissionais, você consegue ter remunerações satisfatórias, né, dentro da carga horária de trabalho.
Speaker A
E além disso, é uma área profissional na qual você consegue fazer vários cursos de aperfeiçoamento e aprendizados que também serão utilizados aí, serão na nos no concurso que vocês eventualmente estarão passando aí.
Speaker A
Então, o pessoal pode usar a segurança privada como uma profissão, uma carreira que se vê que isso é da vontade ou um meio de preparação para a área da segurança pública devido a várias matérias, as várias áreas do conhecimento que são correlatas uma com a outra, tá?
Speaker A
Então ela se relaciona, então, por exemplo, gerenciamento de crise que nós temos na segurança privada, você também terá um gerenciamento de crise na segurança pública. Claro, claro que a abordagem será específica ao nicho que se tem, mas a base do conhecimento será basicamente a mesma, o mesmo direcionamento.
Speaker A
Nós pegamos o próprio armamento e tiro que foi feito na aula, na, né, retrasado também, a outra matéria que você tem, que vocês terão a parte legislação, a segurança privada você também vai ter, enfim.
Speaker A
Então você já entra na segurança privada, você já começa a ter um direcionamento dentro dessa área e que se o seu objetivo for passar na segurança, no concurso público, você já vai ter aí um percurso e uma base de conhecimento que vai sustentar você com rendimento melhor no seu curso também, tá?
Speaker A
Então, a segurança privada, pessoal, ela vem... deixa eu só compartilhar aqui a tela com vocês, porque aí Cleiton, você tá me ouvindo?
Speaker A
Só para confirmar.
Speaker A
Cleiton, Playon, tô ouvindo sim, tô aí só para confirmar que tá tudo funcionando.
Speaker A
Beleza.
Speaker A
Tá. Então vamos lá, pessoal.
Speaker A
Segurança, a segurança privada, né? Nós temos aí várias escolas aqui, como é uma aula online, então vocês, pro próprio Vladir, você tá no sul, né, Vladir? Parece, se não me engano.
Speaker A
Não entendi. A cidade que tá morando agora, que você tá falando comigo, é no sul, não é?
Speaker A
Não, em Goiânia.
Speaker A
Ah, você tá em Goiânia também?
Speaker A
Ah, não. Então, lógico. Parece que eu lembrava que você tinha falado que você tava lá pro sul, para outro local, ou você é do sul e veio para Goiânia? Como é que era?
Speaker A
Eu sou de Curitiba e vim para Goiânia.
Speaker A
Então é isso.
Speaker A
Então é isso.
Speaker A
Então, OK.
Speaker A
Enfim, então as escolas de formação de segurança privada, são escolas de formação de vigilância, elas têm em todos os lugares do país,
Speaker A
Tá, mas aí acho muito perigoso. Aí, então, então vamos lá. O que que vocês têm que entender? Lembra que eu falei? Quando você tá trabalhando uniformizado, vamos usar o termo fardado, lá dentro da lotérica, toda a ação do vigilante, ele é é restrito às
Speaker A
ações que aconteçam dentro do estabelecimento que ele trabalha, ou seja, nesse caso específico, dentro da lotérica, tá? Se o fato tiver acontecendo um passo para fora da lotéria, que o vigilante não tem jurisdição para isso. Ou seja, você não
Speaker A
pode tomar nenhuma atitude física ou mais contudente com relação a isso, tá? Então, se se o cidadão pega e fala assim: "Vigilante, socorro, me ajude".
Speaker A
Você não pode ir lá socorrer eh essa pessoa que tá sendo assaltada. O máximo que você poderia fazer seria o quê?
Speaker A
Alguém me me diz uma ação que seja legalmente permitida? Ele pode acionar as forças policiais.
Speaker A
Pronto. O máx você pode fazer máximo assim, tem mais algumas coisas, mas vamos lá. O máximo que você pode fazer é o quê? Ligar pra polícia, né? Então você não não não se omitiu ao fato, ligou pra polícia.
Speaker A
Aí aí, né? Aí nós temos uma questão, né? 190 vigilante. Quando quando quando a a você se torna um vigilante, vamos vou colocar só vigilante, não. Cidadão de maneira geral. Vladinho, você mora que setor de Goiânia?
Speaker A
Eu moro no setor Andreia. Fica onde? Aparecida? Não, é Goiânia. Ele é para baixo. É Goiânia. Para baixo da GO040. É Goiânia.
Speaker A
Para cima é Aparecida. Ah, tá. Quando eh quando você vai chamar para chamar a polícia, você liga, você liga pro 190, 190 primeiro 190.
Speaker A
Falar para então conselho para vocês, tá? 190, pessoal, é é uma, é lógico, é certo, só que a resposta policial é demorada, tá? Porque até eles acharem uma viatura, até deslocarem, até atenderem e tal, leva muito tempo e
Speaker A
acontece que o fato acaba, enfim, finalizando e a por isso não deu tempo de chegar. 190, qual que é o bom do 190 de maneira geral? É porque é uma ligação gravada. Então você enquanto agente de segurança privada isso é muito
Speaker A
importante para provar que você tem tomou uma atitude, que você reagiu à aquela situação e você tem como provar isso porque tá gravado lá. Então você quando ligar pro 190 na nessa situação de roubo, como eu falei, você vai se
Speaker A
identificar. Ó, sou sou vigilante Murilo Machado, trabalho pela Prosegur aqui na lotérica do Jardim América e tô ligando para poder denunciar aqui uma um um roubo aqui na frente da da lotérica.
Speaker A
Enfim, ficou gravado, você pega o nome da atendente, anotou, tá zero. Tá. 190 é bom para é para isso. Agora, qual que é o telefone realmente que vai te ajudar realmente? É o quê? é ligar para seus celulares as viaturas de área, aquelas
Speaker A
viaturas que fazem a região onde vocês estão. Então, por isso que eu falei, não só enquanto vigilante, mas como cidadão também. Você cidadão aonde você mora, na região que você mora, você tem que ter os contatos das viaturas, dos policiais
Speaker A
que fazem essa segurança daquela região. Por quê? Porque aí, logicamente, a ação vai ser muito mais rápida, tá? E de preferência que você tem ainda uma familiaridade com eles, é mais se for vigilante. Você não é policial, mas tem
Speaker A
que conhecer quem é, porque aí quanto mais rápido for atitudes deles para te ajudarem, melhor será para você, tá?
Speaker A
Então você enquanto vigilante na segurança privada, toda a sua ação, ela é restrita ali aquela região que você trabalha, na naquele perímetro que você trabalha, tá? Fora disso, você não pode agir, mas a sua ação de acionar a
Speaker A
polícia, não só no 190, mas também eh nos celulares das viaturas diárias, será muito importante aí paraa resolução e também claro, para exentar você de conta qualquer responsabilidade, tá? Eh, então ter essas essas essas formas, né, de de
Speaker A
de de agir dentro da segurança privada é muito importante para você não ficar limitado na na em termos de ação, tá?
Speaker A
Então vamos lembrar aí, ó, o agente de segurança privado, né, para poder fazer o curso, certo? Ele tem tem que ser maior de 21 anos, não tem limite de idade para fazer o curso, para fazer até com 100 anos, se você tiver contratação,
Speaker A
aí já é outra história, nãoé? Eh, não tem que tá com as suas certidões sociais todas negativas, então criminal, eleitoral, militar, enfim, certo? Eh, o curso já tem tem uma uma duração de 21 dias, certo? Integrais de manhã à tarde.
Speaker A
Você tem uma opção de final de semana também tem uma opção à noite, tá? E só que aí se você trabalha, se você faz o curso só à noite, leva um pouco mais de tempo. Você faz ao final de semana
Speaker A
também leva um pouco mais de tempo, tá? Eh, e quando você forma, você já sai empregado? Não, você sai lá com seu diploma de curso de formação de vigilân.
Speaker A
você você sai de lá, né, um um cidadão formado profissional da área da segurança privada, tá? É, mas é uma área que no Brasil, no caso em Goiânia também é uma área que é de grande crescimento, até porque o o Brasil é um país de
Speaker A
proporções continentais e o nível de periculosidade é proporcional. É isso. Então, a segurança privada ela tem ela é bem ela é bem aquecida o mercado profissional dele. Tem temos casos de alunos que já que antes de terminar o
Speaker A
curso de formação já sai, já são empregados. por assim dizer, tá? É uma área profissional que te permite fazer vários cursos que vão te ajudar na carreira militar, caso seja esse esse seu objetivo. É um curso de defesa
Speaker A
pessoal, curso de tiros, curso na na área de legislação, de primeiros socorros, de combate corpo a corpo, enfim. Eh, e engraçado até ele é um curso que eh te dá, entre aspas, mais treinamento, por exemplo, com arma de
Speaker A
fogo do que a próprio do que o próprio militarismo público. Porque, por exemplo, quando você passar no concurso da da Polícia Militar, por exemplo, você vai ter lá seu curso de tiro certo?
Speaker A
Esse curso de tiro que você faz na lá na na curso de formação de policial militar, ele não tem uma uma obrigatoriedade de rendimentos. Tem que fazer seus tiros e pronto. Depois que você formou e começa a trabalhar, você
Speaker A
não tem mais curso pela Polícia Militar. A não ser que você vá para uma para alguma polícia especializada ou algo nesse específico, você gasta o seu próprio bolso ali para poder fazer sozinho, né? Agora não vigilância privada não, você tem seu curso de
Speaker A
informação de vigilante lá que você vai dar 76 disparos, se eu não me engano, salvo engano, certo? E na segurança privada existe uma obrigatoriedade de a cada 2 anos você fazer o curso de reciclagem, né? Então você tem que voltar e executar
Speaker A
mais 40 tios, além de fazer algumas matérias a mais, claro, você tem que você nem vai fazer o curso de ti e vai ter que executar mais 40. Então, a cada dois anos, você tem que obrigatoriamente para continuar exercindo a função, né,
Speaker A
ou continuar com o seu curso ativo, você tem que voltar ao curso de forma a a de 2 do anos para poder fazer a sua reciclagem, né, e execut e fazer mais tiros, mais treinamento e assim por diante, tá? Então, a segurança privada é
Speaker A
tem é ter um leque bom de abrangência tanto profissional quanto de treinamento, certo? E para aqueles que quiserem isso, tá? Eh, isso é algo que tá que vai enriquecer bastante tanto o currículo de vocês quanto o conhecimento de vocês, tá?
Speaker A
Além do curso de formação de vigilante, que ele é o principal, o curso de formação de vigilante, ele é aquele curso principal que você precisa ter para entrar no na segurança privada. A partir do curso de formação de
Speaker A
vigilante, você abre mais possibilidades, que são os cursos de extensão, que em comparação vamos colocar que seria como se fosse a polícia especializada, a parte especializada das das dos policiais militares, né? Eh, então nós temos aí quais são as extensões que temos na
Speaker A
segurança privada? Nós temos aí a escolta armada, que eu vou falar mais especificamente para ela mais à frente.
Speaker A
A escolta armada, nós temos o transporte de valores, que são os carros fortes que vocês veem na rua, certo? E nós temos aí que a profissão de maior eh de maior, vamos assim, maior seria o BOP, vamos colocar assim, da segurança privada, que
Speaker A
seria a segurança pessoal privada, que o pessoal conhece por guardaas, que foi a área que eu atuei na segurança privada durante um tempo também. Então, trabalhei como segurança pessoal durante algum tempo, tá? Então, a partir de um curso de formação de vigilante, você
Speaker A
abre a o leque de possibilidades. Ah, e tem mais outro curso que é o de grandes eventos que eu esqueci, desculpa, que é o de grandes eventos também. Senad, então você abre o leque para mais quatro possibilidades. Escolta armada, né,
Speaker A
transporte e valores, a segurança pessoal privada, que é o guarda-costas, e o grandes eventos. Vou pontuar o grandes eventos. grandes eventos é a, vamos dizer assim, o principal meio de ganhar pão que o vigilante tem extra trabalho, né? Vamos falar assim, o ganho
Speaker A
extra na história, né? Que são para trabalhar em shows, boates e etc. Você ganha por diárias aí, certo? Mas para você poder exercer essa função de grandes eventos, você tem que ter o curso de extensão em grandes eventos. Se
Speaker A
você for pego, agora eu vou falar qual que é o órgão fiscalizador, tá? Se você for pego numa fiscalização em um evento, tá, na qual você não tem o curso de grandes eventos, você leva uma multa pesada que pode você pode até responder
Speaker A
criminalmente pro exercício legal da função, tá? Então vocês têm quem quem quiser aí ter esse esse bônus aí a mais salarial, vamos colocar assim para exercos.
Speaker A
Tá, professor? Para mim poder fazer esses cursos de extensão, eu tenho que fazer um para depois poder fazer o outro. Um depende do outro para ser feito. Como é que é? Não. A única coisa que você precisa ter que a base é o é o primeiro
Speaker A
que é o curso de formação de vigilante. A partir do curso de formação de vigilante aí você pode escolher qualquer um desses aí diretamente. Você não precisa, um não é pré-requisito do outro entendeu?
Speaker A
O curso de vigilante é quanto tempo? Se você for fazer integral é [limpando a garganta] 21 dias. integral, tá? 40 e 41 dias se for feito só à noite. E tá eu acho agora também tem a vertente no eh de final de semana, se eu
Speaker A
não me engano, também que alonga um pouco mais, tá? Tem que ter uma idade mínima de 21 anos também e tá com a sua com as certidões sociais todas negativas.
Speaker A
Beleza Jal? Beleza. Fechou. Tá. Então, fez o curso de formação de vigilante, que é o principal, que esse é 21 dias, né?
Speaker A
Terminou, aí você já pode fazer qualquer uma das extensões. Não existe um outro pré-requisito que não seja o curso de formação de vigilante. E os cursos de extensão, eles têm uma duração de uma semana, tá? Uma semana, no caso, 5 dias,
Speaker A
OK? Que também é integral de manhã e à tarde, certo? Eu acho que também hoje já tem a opção de fazer eh à noite também esse curso de extensão, depende da escola que você procura, tá?
Speaker A
Então, fez o curso de extensão uma semana. Professora, eu posso fazer dois cursos de extensão ao mesmo tempo? Não.
Speaker A
Eu posso fazer um curso de extensão enquanto eu tô fazendo o curso de formação. Não. Você tem que terminar um para poder começar o outro, tá? E aí você pode fazer todos se você quiser, certo? Qual que é uma coisa interessante
Speaker A
do curso de extensão que você pode fazer, que é uma eh um jeito de usar as regras a seu favor? Lembra que eu falei para vocês que a cada dois anos tem que fazer uma reciclagem para manter seu
Speaker A
curso ativo ou para você estar continuar trabalhando? Vocês entendem a diferença a diferença de uma coisa da outra, né?
Speaker A
Quando eu falo curso ativo, quer dizer o quê? Eu não tô trabalhando, mas eu quero estar disponível pro mercado caso surja a oportunidade e poder trabalhar. Então t eu tenho que estar com o meu curso ativo. Professor, eu posso eu posso pagar as reciclagens
Speaker A
de maneira particular? Pode sim, tá? para manter seu curso ativo. Beleza? E quando eu falo na questão de continuar trabalhando, é quando você já está empregado e para continuar mantendo a a legalidade da sua função, você tem também obrigatoriamente fazer os dois
Speaker A
anos. Só que quando você tá empregado, é obrigação da empresa que você trabalha pagar a sua reciclagem. Não é você que paga, tá? Quando você trabalha, está trabalhando, exercendo uma função numa empresa fichada, passo por assim dizer, tá? Tá? Então a empresa é obrigada a
Speaker A
pagar para você, tá certo? Então para você continuar trabalhando, você tem que estar com esse curso aí eh ativo em ambos os lados. OK? Tranquilo.
Speaker A
Qual que é o cois? Oi? Não entendi. No passado eu ouvi alguma coisa a respeito de seis meses. Tipo assim, eu fiz o eu fiz o curso de formação de vigilantes.
Speaker A
Aham. Mas eu não consegui emprego e aí parece que alguma coisa a respeito de seis meses que se tiver é porque é o é porque assim a data limite para você fazer reciclagem é em 2 anos, certo? Se você não tá trabalhando,
Speaker A
beleza? Até até no na data limite de 2 anos você pode estar fazendo esse curso.
Speaker A
Agora, se você tá trabalhando, você tem que fazer a sua reciclagem com um ano e e 8 meses de função, tá? Você não pode esperar completar ali os dois anos por si só, tá? você tiver trabalhando.
Speaker A
Agora, se você não tiver trabalhando, você pode fazer até no limite do tempo. Só que aí você tem que pensar o seguinte, a minha reciclagem é de uma semana. Então, se é dois anos, então com um ano e 11 meses e alguns dias, você
Speaker A
tem que tá tem que tá com esse curso seu ativo aí para que levando em conta essa uma semana que você tá eh de de execução do curso, tá certo? Tranquilo? Beleza. Eh, qual que é uma coisa interessante do curso de
Speaker A
extensão? Nesse, quando você tiver que fazer a reciclagem, tá? Vamos supor, eu fiz o curso de formação de vigilante patrimonial, que é o principal, chama patrimonial. Beleza? Daqui dois anos eu vou volotar 1 ano e 8 meses, enfim, vou
Speaker A
voltar para poder fazer a minha reciclagem. Se eu for fazer o curso de reciclagem da vigilância patrimonial, que é o normal, você vai ver vai vai fazer a reciclagem de uma semana, OK?
Speaker A
Então, 5 dias é a reciclagem do da vigilância patrimonial, que é o o primeiro curso que que você faz para habilitar. Agora, se você lembra que eu falei que a reciclagem de patrimonial é uma semana. Agora, se você quando voltar
Speaker A
pra reciclagem, ao invés da reciclagem você fizer mais um curso de extensão, então, por exemplo, eu tenho patrimonial e eu quero fazer escolta armada. Então, ao invés de eu fazer a reciclagem patrimonial, eu faço a escolta armada, que também é uma semana. E quando eu
Speaker A
terminar o curso de extensão de escolta armada, automaticamente o meu curso patrimonial já é atualizado junto. Então eu saio da da da escola com dois cursos pelo preço de um, vamos dizer assim, tá?
Speaker A
É uma coisa que você pode fazer e quando você voltar para poder fazer a reciclagem de novo, mais uma vez, né?
Speaker A
Você faz a reciclagem da extensão, que de novo, automaticamente é reciclado o patrimonial de novo. Só que detalhe, a reciclagem da extensão é 3 dias e meio, não é uma semana, você faz em menos tempo, tá? Ou você faz a recic a a a
Speaker A
reciclagem, como eu falei, da extensão que você fez anteriormente, ou você faz uma nova extensão e que de Só que aí tem que lembrar de uma coisa, a extensão quando você a faz, ela vai reciclar o patrimonial especial só patrimonial.
Speaker A
Se eu volto daqui dois anos e faço uma outra extensão, eu não recico as outras duas não, só recico o patrimonial de novo.
Speaker A
Entendeu isso? Ficou difícil entender, não é uma graduação, né, professor? É, deixa, vou explicar de outra forma assim, ó. Fiz o patrimonial, passou do anos, fiz a extensão de escolta armada, tá? Automaticamente reciclei o patrimonial, beleza? Daqui dois anos eu
Speaker A
volto de novo. Ao invés de eu fazer a escolta armada de novo, eu vou fazer agora o transporte de valores, certo? Aí eu vou sair da escola com o curso de transporte e reciclado automático o patrimonial. O escolta não,
Speaker A
tá? O escolta não. Certo, professor, eu sou obrigado a esperar do anos para poder fazer o curso de de reciclagem ou extensão, não. Você pode fazer o curso de reciclagem com um ano você quiser, não tem problema, tá? Então você pode
Speaker A
programar, por exemplo, se fazer a reciclagem de ano e ano, que aí você consegue manter todos os cursos de extensão ativo junto com o patrimonial, por exemplo. É uma estratégia que você pode fazer, porque existe um ditado, eu
Speaker A
acho que quem é goiano, João Paulo, você é goiano também, tá me ouvindo? Eu sou de Goiânia, né? O Coleta, eu sei que tá lá em em noi, né, que é do Goiás, mas enfim.
Speaker A
Existe um, tá tudo goiando aqui, existe um ditado que diz o seguinte, acho que todo mundo já ouviu falar que o cavalo selado só passa uma vez. Já viu essa?
Speaker A
Todo mundo já viu essa expressão? Não, já já, já ouvi já. Pois é, meu pai falava diferente. Meu pai falava assim: "Meu filho, o cavalo selado não passa uma vez não. O cavalo é que passa uma vez. É você que tem tá com
Speaker A
a cela para botar no bichinho, ó, se velar e vazar. Que que isso quer? Que que que que isso quer dizer? aquela questão da oportunidade.
Speaker A
Vou dar um exemplo na da na na área da segurança privada mais difícil de trabalhar, que é a segurança pessoal, que é a segurança pessoal, guarda-costas né?
Speaker A
Para hoje é uma um salário médio de de quem trabalha na segurança pessoal na guarda-costas ganhar em torno de uns R$ 5.000 para começar. Tá bom para vocês? R 5.000 para começar, tá ou não?
Speaker A
Escola armada. Calma aí. Tô na, tô no guarda-costas primeiro. Cinco conos para começar. Tá bom.
Speaker A
Tá ruim não. Tá ruim não, né? Cinco conto hoje eu acho que é o salário de um cabo da Polícia Militar, se eu não me engano, mais ou menos. E da Polícia Civil, acho que tá tá um pouquinho acima do começo
Speaker A
também. Só que detalhe, é uma área difícil como de de entrar, até porque ela remunera muito bem, você não vai entrar facilmente nela, né?
Speaker A
Só que aí vem uma questão. Quando eu tava aí no Brasil ainda, quando eu quando quando eu, né, ministrava os cursos, eh, um aconteceu uma vez isso, tá, durante eh 11 anos que eu trabalhei na segurança privada aí no Brasil, uma
Speaker A
vez aconteceu, uma empresa pegou uma um uma pegou uma uma um trabalho, vamos dizer assim, que se exigia aí cinco seguranças pessoais, precisavam de cinco guarda-costas, certo? com esse salário inicial de cinco conto que eu falei para vocês. Aí eles
Speaker A
foram lá na escola, eles tinham parceria com a escola e tentaram e só que eles colocaram a a chamada de do emprego nas redes sociais, Instagram, Facebook, caramba, falando sobre a vaga de cinco para cinco seguranças pessoais aí eh na empresa
Speaker A
Tala. Aí eu pergunto para vocês, vocês acham que quantas pessoas apareceram no dia da entrevista para tentar pegar a vaga?
Speaker A
Você acha que foi muita gente? Pouca gente, que vocês acham? Eu acho que foram poucas pessoas.
Speaker A
Exatamente. Na verdade, eu foi, apareceu cinco pessoas e das cinco que apareceu, nenhuma delas estava com curso ativo.
Speaker A
A empresa teve que a empresa teve que mandar pessoas da do próprio quadro, mandar lá pra escola para fazer o curso, para depois terminar o curso assumir a função.
Speaker A
Aí eu te pergunto, por que que não que que ninguém apareceu ou os que apareceu?
Speaker A
não pegou a vaga porque o pessoal acha por ser difícil, ah, eu não vou conseguir não, então não deixa quieto, não vou fazer o curso ou não vou atualizar o curso. Aí na hora que o cavalo passa, o negro não tá com a cena
Speaker A
para botar no bijim. Realmente, entendeu? Eh, pegando o que você falou, João Paulo, você falou assim: "Professor, e a escolta tá armada aconteceu um algo parecido, mas não foi na escolta, foi no transporte de valores." Nós estávamos, a gente estava
Speaker A
no curso de transporte de valores, certo? No meio do curso, a empresa PRUR, por exemplo, a não, por exemplo, não foi a PRegur, eh, ela apareceu na escola e literalmente contratou todo mundo que tava no curso de de extensão de
Speaker A
transporte de valores, que eles pegaram um um posto de serviço que precisava, eles não tinham pessoas e contratou a sala inteira, filho.
Speaker A
Entendeu? Então assim, aquilo que eu falei para vocês, eh, estejam com a cela, não espera o cavalo passar e não ter a cela não, porque aí já era. E outra, né? Eh, e o João Paulo perguntou questão de salário, né, João
Speaker A
Paulo? João Paulo, o salário hoje do do escolta armada, ele gira em torno 100 benefícios, tá? Em torno de 2.500 mais ou menos, tá? E só que aí você tem as diárias das viagens, você tem a alimentação, você tem a periculosidade,
Speaker A
tem as coisas que vai adicionando aí que você sobe substancialmente esse valor. E o e o transporte de valores é mais ou menos essa mesma média também. Só que qual que é a diferença maior entre transporte e valores e escolta armado em
Speaker A
relação à função nessa questão. O transporte de valores, você fica mais regionalizado, né? Ou seja, Goiânia, Goiás ali, pá, quem quem é da região o escolta armada, não, aí você já viaja o Brasil inteiro, enfim, para quem eh não
Speaker A
tem família, não tem filho assim, esse esquer armado é muito bom. Você conhece o Brasil inteiro, né, assim, remunera bem, você viaja bastante, fica muito tempo fora, então assim, aí depende daquilo que vocês querem. Só que aí eu,
Speaker A
aquela questão que eu falo muito pros alunos, eh, você tem que pensar em questões profissionais. Se você fosse um avaliador curricular, vamos pensar assim, tá? E você pega lá um currículo, você quer contratar vigilante patrimonial mesmo, que é o o básico lá,
Speaker A
o inicial, só que aí você vê um currículo que tem lá patrimonial, beleza? Ele já pode exercer a função, fechou. Aí você pega um outro currículo e vê lá, patrimonial, escolta armada, transporte valores, grandes eventos, segurança pessoal privada.
Speaker A
Qual desses dois currículos você vai preferir? Segundo né? É lógica, né? Porque ah, professor, mas uma vaga patrimonial, sim, mas o outro currículo mostra um comprometimento maior do profissional da da pessoa, do profissional. Detalhe aí eu aí já é um
Speaker A
conselho para ti, né? Para vocês, se você se vocês forem fazer esse curso, a gente tem que ser inteligente também na hora de levar currículo. Em que sentido?
Speaker A
Pô, eu se o meu currículo, ele é um currículo pesado, tem escola, transporte VIP tá?
Speaker A
Aí você leva ele para uma empresa que só tem no seu quadro de função a função patrimonial.
Speaker A
Seu currículo pesa, pesa, mas você é que vai ficar eh baiado, vamos colocar assim, você vai ficar ali fechado, porque aí você não tem para onde ir, os seus cursos mesmo que não funcionaram para muita coisa.
Speaker A
Agora, se meu currículo é recheado, é melhor para mim eu procurar uma empresa que tenha mais do que apenas o patrimonial, porque aí meu currículo, além de pesar mais, vai me dar probabilidade, possibilidade de crescimento na empresa também. É de novo
Speaker A
aquela questão do cavalo, eu entrei na empresa patrimonial, fechou, mas se um dia apareceu lá, temos cinco vagas pra escola armada, salário de 3500 para começar, você o quê? Opa, eu tenho curso e tá ativo.
Speaker A
Entra. Surgiu três vagas para segurança pessoal, guarda-cola 5.000 para começar. Opa, eu tenho. Entendeu? Então a questão do currículo é importante nesse ponto também. Quanto mais curso você tiver, mais pesado é.
Speaker A
Vocês t você vocês já vão vão ter ainda um diferencial a mais, porque vocês têm agora também o curso de gestão de segurança pública e privada, o nome já fala.
Speaker A
Portanto, você também aí te dá uma brecha para entrar em cargas de chefi, aquela coisa com mais facilidade, mais velocidade também, né?
Speaker A
Fazendo o curso de de de vigilante. Então, mais um peso, qual tá armado, outro peso e aí vai. No final você vai ter duas coisas. você vai ter ali, eh, tanto profissionalmente falando, na área da segurança privada, eh, um com um peso
Speaker A
curricular muito grande, que vai te dar um mercado de trabalho amplo. E em termos de segurança pública, se você for passar no curso, uma um um leque de conhecimentos que você vai ter bastante para te para te auxiliar e te dar
Speaker A
suporte para ter um rendimento maior aí nessa fase do curso, certo? Então, lembrem disso, galera.
Speaker A
Conhecimento nunca é perdido. Dinheiro posto em conhecimento não é gasto, é investimento. Só que é investimento que você que tem que dar produção para eles.
Speaker A
Não adianta você esperar as coisas cair do céu, não, né? Aquela questão, eh, a gente te ensina a pescar, mas quem quem quem tem que comprar a vara, raiz, quem fazer ação ali são vocês, tá? Se você ficar estagnado e parado esperando as
Speaker A
coisas caem do céu, tá? Pode ser que aconteça. Sorte é sorte, mas eu não gosto de depender de sorte. Eu gosto de depender das minhas ações e deixar, entre aspas, sorte para para Deus que a gente fala, né? O pessoal tem um cum de
Speaker A
falar assim: "Ah, Deus me ajuda". Não, Deus Deus é te mostra o caminho. É você que tem que fazer o percurso, você que tem que caminhar e vocês têm que correr atrás. Você, assim como o Cleiton falou no começo,
Speaker A
já tá com 40, com 40 e quantos, Cleit? 43. É 43. E aí, ó, fazendo o curso, né, na na na estudando, ou seja, isso é extremamente importante, né? Então, não existe idade para para estudar. Toda toda hora é hora, todo, né? Todo momento
Speaker A
é momento. Então, estudem, façam cursos. Eh, um outro conselho que eu dou, isso já é uma coisa que eu levo para mim mesmo, assim, não faça curso pensando só no papel, no diploma que você pega no final. Diploma importante, claro que é.
Speaker A
O papel importante, é ele que vai abrir a porta, mas infelizmente não é ele que vai te segurar.
Speaker A
Se você, porque vamos dar um exemplo, lá no lá naá lá no curso de de vigilante, eu eu eu dava um curso de eh manutenção de arma de fogo, por exemplo, que era um curso que eu ministrava lá. Aí você faz
Speaker A
o curso lá, aí você coloca no seu currículo curso manutenção de arma de fogo batuta. Aí você manda o seu currículo lá pra empresa. A empresa pega e te contrata para fazer a manutenção de arma de fogo. Na hora que você pega lá
Speaker A
as armas para fazer a manutenção, você não sabe fazer a da manutenção. Que que adiantou?
Speaker A
Entendeu? Então assim, adiantou, né, velho? É, ué, o o diploma pode te dar a porta, pode te dar o acesso, mas o que te mantém no local é o seu conhecimento.
Speaker A
Então, lembra disso. Assim, assim eu falo também esse curso de gestão. Eu tenho, eu sei que muitos de vocês, tá?
Speaker A
Não, é lógico que eu tô generalizando, eu já dei aula para vários cursos, então vou, deixa, deixa eu abrir mais. Muito daqueles que fizeram esse curso de gestão, às vezes estão fazendo só para ter a a porta de entrada na polícia.
Speaker A
Beleza? Só que aí você tem que lembrar o seguinte, é concurso, pode ser que você passe de primeira, pode ser que leve um tempo.
Speaker A
Então você tem que entender que esse curso ele tem que servir não só como porta de acesso para uma área da segurança pública, mas também como uma uma probabilidade de uma de um caminho paraa carreira profissional, enquanto uma coisa não acontece. E aquilo, como
Speaker A
eu falei, você tem um curso de gestão de segurança pública e privada, aí alguém te contrata para poder fazer a gestão da empresa de segurança privada. Como é que você faz se você não tiver o conhecimento para poder te suportar?
Speaker A
dentro dessa empresa, tá? Então não não vão só pelo diploma, o conhecimento é algo, o diploma eles rasga na sua cara ainda. Agora o conhecimento ninguém nunca te tira, tá? Então eh não não sejam pegos de calças curtas, tá? Até a
Speaker A
até em termos isso é é questões até questões militares, né? você se prepara, ele tem um jargão que diz o seguinte, você sempre se prepara para pior cenário possível, porque se o pior cenário não acontecer, o resto tá tranquilo, tá tá
Speaker A
tá fácil, tá? Então a questão é essa, certo? Beleza, pessoal? Então vamos entrar um pouco mais específico aqui na na matéria.
Speaker A
Eu vou compartilhar aqui a tela com vocês, tela inteira. Aí eu quero que vocês me falem se vocês estão vendo.
Speaker A
Beleza. Eh, vocês estão vendo a tela? Todo mundo escrito operações da segurança privada. Isso. Tô vendo.
Speaker A
Tá vendo, né? Sim. Tá. Eh, só para deixar claro, porque quando eu quando eu abrir essa tela aqui, eu deixo de enxergar vocês, tá?
Speaker A
Então, eh, se alguém, eh, não conseguir enxergar, assumir alguma coisa da tela, me avisa para que eu consiga resolver o problema. Certo?
Speaker A
Certo, certinho. Beleza. Então, operações de segurança privada que a gente vai começar hoje, tá?
Speaker A
Então, sobre segurança privada aí, né? Então, a segurança privada, ela trata-se de uma atividade regulada, autorizada e fiscalizada em todo território nacional por qual órgão da da federação?
Speaker A
Polícia Federal, PF, tá? Polícia Federal, quem faz toda toda, tá, a fiscalização, toda a parte de de regulação da profissão, tá? É a Polícia Federal, certo? E a Polícia Federal em nome da Delesp, tá? A Delesp é a delegacia de
Speaker A
segurança privada, tá bom? Porque a Polícia Federal é um órgão bastante amplo, tá? dentro da Polícia Federal existe um um outro órgão chamada Delesp, tá certo? OK.
Speaker A
Beleza. Então, eh a Polícia Federal, ela faz toda a fiscalização, tanto da segurança privada eh feita por empresas, quanto também a fiscalização da segurança privada feita de maneira orgânica.
Speaker A
Vocês sabem me me falar que que seria uma segurança privada orgânica? Alguém pode chutar, galera? Quando eu pergunto assim, você é obrigado a acertar, não tá? Só quero que vocês participem para m poder ouvir a voz de vocês, porque da
Speaker A
aula da aula pro vento é chato. Eu não faço a mínima ideia falar a verdade, tá? Então nós nós temos duas formas de exercer a segurança privada, tá bom? Por empresa terceirizada, ou seja, uma empresa que é uma empresa que ela
Speaker A
fornece a a a função, né? Então vamos dizer assim, ó. Vladir, você é dono da arruma, vamos lá. Você é dono da da Amazon, beleza? [risadas] O cara mais rico do mundo.
Speaker A
Aí você quer contratar alguém para poder fazer a segurança da da sua empresa. Aí você vai lá na PR Segur, na PROFORT, na Tecnoguarda, etc. e fala: "Ó, quero contratar a segurança privada". Aí eles te fornecem o profissional. Isso é a
Speaker A
forma terceirizada, certo? Qual que é a outra forma que se tem de traduz de fazer segurança privada? A forma orgânica, que é quando você contrata direto o profissional no seu CNPJ, vamos dizer assim. Só que para isso, o
Speaker A
empresário, ele tem que constituir, ele tem que criar uma empresa de segurança no CNPJ da do CNPJ dele para que ele possa contratar diretamente o profissional pela sua própria empresa.
Speaker A
Entenderam essas duas formas? Sim, eu entendi. Eu entendi. João Paulo. Eu entendi. Certinho. Sim, Cleiton, eu entendi.
Speaker A
Beleza. Então, o que acontece? Por exemplo, eu quando eu trabalhava na segurança pessoal, eu era, eu era contratado orgânico, eu não era fornecido para uma empresa. Então, o empresário me contratou direto por ele, certo? Foi direto, direta. Então ele
Speaker A
constituiu a empresa, ele teve que se enquadrar na nas especificações que a Polícia Federal exige para poder montar uma empresa de segurança. E aí ele, né, fez a contratação direta. OK, tranquilo.
Speaker A
Certo. Então, datos de uma atividade regulada autorizada pela FIRP e e fiscalizada em todo o território nacional pela Polícia Federal. Qual que é o órgão da Polícia Federal que eh que faz a fiscalização? Lembra o nome de novo?
Speaker A
que eu falei, Vladir Lei João Paulo, estão me ouvindo? Eu aí estão me ouvindo? É só para saber o que ficou mudo aqui. Qual que é o órgão da Polícia Federal que fiscaliza a a segurança privada? Lembram aí?
Speaker A
Delesp, galera, chama Delesp. Eh, tá. Então, a Delesp é a delegacia de controle de segurança privada, tá? Que é a o órgão dentro da Polícia Federal.
Speaker A
que eh fiscaliza e regulamenta aí a a a profissão, tá? Então, federal é Delp, do jeito que eu falei aqui, o P o P o P no final é mudo. Delesp tá.
Speaker A
Delegacia de controle de segurança privada. Beleza? E o que é o vigilante? Vigilante é um profissional capacitado pelos cursos de formação, certo? Lembrando que, galera, essa é uma coisa importante. Vocês tem que lembrar, quando vocês forem procurar um curso de formação de vigilante, você
Speaker A
tem que ter certeza que a empresa que tá dando curso, a escola de vigilante, ela é autorizada pela Polícia Federal, tá?
Speaker A
para para poder dar um curso vigilante, a empresa tem que ser autorizada, ela tem que ela é fiscalizada, é passada por todos os trâites legais para poder ela poder fornecer esse curso, porque nós já tivemos casos aí de de de pessoa que foi
Speaker A
fazer o curso na empresa lá que forneceu e a empresa não era não era autorizada.
Speaker A
E aí, ou seja, além de ser crime, você também não tem um curso, tá? Então tem que ser autorizada pela Polícia Federal, certo?
Speaker A
Então vocês procuram saber disso quando vocês forem eh se quem for buscar esse curso aí em Goiânia, como eu falei, nós temos aí Goiás, Escola Tiradentes, TNT, nós temos aí a Glock, nós temos eh algumas escolas aí que são autorizadas,
Speaker A
é só você pesquisar lá, certo? Então, eh nos cursos de formação, empregado das empresas especializadas, que são essas que eu falei para vocês, a Procebu, Praguarda, Tecno Aguarda e aí vai, nãoé?
Speaker A
Eh, e das que possuem serviço orgânico. Lembra aí o que que é orgânico ainda?
Speaker A
Quando a falando a o a pessoa constitui uma empresa de segurança para fazer uma contratação direta, tá?
Speaker A
[roncando] Devidamente registrados na Polícia Federal, que é responsável pela execução das atividades de segurança privada. OK, tranquilo. Inclusive, pessoal, quem for fazer concurso de polícia federal, eh, essa área da segurança privada cai, tá?
Speaker A
que é uma, como eu falei, como a que já fala, é uma das funções da Polícia Federal fazer a regulação da segurança privada. OK?
Speaker A
Então, qual que é a portaria, qual que é a portaria que vocês têm que procurar, tá?
Speaker A
É a portaria 323 de 2012. Essa é a portaria que regulamenta aí toda a função da polícia da da segurança privada, tá? Inclusive, se eu não me engano, o último concurso da Polícia Federal teve aí essa portaria 32 33. Tá,
Speaker A
senhor, pode repetir para mim, fazer um favor, esse outro que o senhor falou aí agora?
Speaker A
A portaria, a portaria portaria 32 33 de 2012. Isso, tá? É que eu tô anotando tudo. Aham. Eu tô anotando tudo e qualquer coisa você precisar que eu volto, que eu repito alguma coisa. Só falar que eu repito e falo de novo.
Speaker A
Certo? Tem problema não. Tá bom, beleza. Tranquilo. Beleza. Quais são as áreas de atuação aí do vigilante? Aquilo que eu tava falando para vocês. Primeiro, vigilância patrimonial. A vigilância patrimonial é o início, né? O primeiro curso que você
Speaker A
faz de vigilância patrimonial. Então, a vigilância patrimonial é aquela qual o vigilante faz a segurança do dos bens numer bens das pessoas, né, que encontram dentro de um estabelecimento privado. Então, por exemplo, lotéricas, eh, empresas, empresas de maneira geral,
Speaker A
como, por exemplo, a drogaria, eh, ou empresa de de transporte, enfim, tá? Lembrando que toda a sua ação, ela fica restrita, toda a atitude do vigilante restrita nos perímetros da empresa que ele trabalha a dentro, para dentro, certo? OK.
Speaker A
Deixa eu fazer fazer até uma outra questão aqui. Eh, vocês estão me vendo? Tô sim. Beleza? Então, peço uma coisa importante, is é uma coisa que acontece bastante dentro da segurança privada, tá?
Speaker A
Eu sou dono da empresa, certo? Isso é uma coisa que vocês têm que ficar atento, quem quem for trabalhar nisso para poder não cair nesse cair nessa nessa furada.
Speaker A
Então, vamos supor que aqui esse local onde eu me encontro aqui é onde você trabalha. Então, a sua ação ela fica restrita nesse local aqui, certo? Só que aí a sua empresa tem um estacionamento e aí você como função tem que fazer a
Speaker A
ronda do local que você trabalha, certo? O estacionamento faz parte da sua área de atuação.
Speaker A
Que que você acha da empresa? Não, não faz fácil. Pois é. Então isso acontece bastante por quê? Tem uns car, tem tem uns donos de empresa que fala: "Ó, se se você vai fazer a ronda aqui assim, você vai
Speaker A
passar lá eh no estacionamento e voltar. Qual que deve ser a sua pergunta?" Beleza, tudo bem, eh, chefe, vamos falar, vamos dizer assim, lá no estacionamento e voltar. Mas o estacionamento faz parte do perímetro de atua da do meu
Speaker A
perímetro de atuação, faz parte da da do local aonde eu trabalho. Porque se você vai lá fora, armado, uniformizado, sem fazer parte do seu perímetro de de atuação, como eu disse até mais cedo, você você se você for pego numa
Speaker A
fiscalização, você tá em porte legal de arma de fogo, exercício legal da função, tá?
Speaker A
E ainda se pode acrescentar ainda abandono de p serviço e negligência profissional. Então você tem que tomar cuidado nesses aspectos porque aí você cai numa furada dessas. Por exemplo, já tive história de vigilante que eh era assim, ó. Ele
Speaker A
trabalhava numa empresa e essa empresa tinha dois dois estabelecimentos, só que para que para sair de um chegar as eram próximas da outro, só que para sair de um e chegar na outra ele tinha que sair da empresa, andar 50 m para entrar na
Speaker A
outra. Nesses 50 m que ele andava, ele tava com abandono de porcista, ele tava com com porta gal de arma de fogo, negligência profissional. Se ele fosse roubado a, né, eh, nesse meio, nesse nesse nesse nesse trânsito, nesses 50 m
Speaker A
até chegar do outro lado da empresa, quem vai tomar todas as sanções legais, criminais administrativas vocês acham que vai ser quem?
Speaker A
O funcionário, o vigilante é desse jeito. Você já viu uma expressão de falar assim, ó, que a corrente sempre estoura do lado mais fraco. Tu já ouviu?
Speaker A
Com certeza, tá, né? Só que, só que eu falo, só que eu falo um pouco diferente.
Speaker A
A corrente não quebra o lado mais fraco, não. Sabe onde é que a corrente quebra?
Speaker A
O lado mais burro. Então não seja você o lado mais burro da história, tá? Porque aí quando você começa aceitando as coisas, você acaba se colocando umas situações dessa e aí na hora que você é pega nesse nesses 50
Speaker A
m que eu tava falando lá, aí você vai falar assim: "Não, mas foi o patrão que me falou". Aí o policial vai chegar lá no patrão e falar assim: "Ô, seu patrão, o rapaz tá falando: "Você mandou ele
Speaker A
passar pro lado de lá e aí o patrão só vira e fala assim: "Eu você tá doido?
Speaker A
Esse cara aí fez por conta própria. E aí, ó, fumo e vai entrar no seu rabinho f grosso e sem vaselina.
Speaker A
E você vai fazer cara de feliz porque a culpa é sua. Você foi o lado mais burro da da corrente, tá? Então não no não cuidado para não cair nessas situações aí, porque depois é você que vai se ferrar.
Speaker A
Vamos lá, continuando aqui. Tão vendo o slide de novo? Confirme para mim, por favor, em áudio.
Speaker A
Tranquilo. Beleza. Então, vigilância patrimonial é o primeiro, então tá vinculado ao patrimônio, a estabelecimentos, tá?
Speaker A
Tá vendo aí? Eh, e detalhe, valor, não segurança pessoal e dois, né? de valor não é podem perguntar qual que é a dúvida aí vigilância patrimonial já tem né isso.
Speaker A
Estabelecimentos inteiros. Deixa eu deixa eu pontuar estabelecimentos financeiros. É porque assim ó eh, dentro do da da do transporte valores, né, também tem a questão de bancos, etc. Então, isso aqui é mais uma área de atuação que é na parte de
Speaker A
estabelecimento financeiro, como bancos, eh, casa da moa, aí vai, certo? Beleza? Que eh o transporte de valores, ele faz o transporte desses desses bens financeiros, vamos dizer assim. Mas o vigilante que trabalha dentro do estabelecimento financeiro, ele não ele
Speaker A
não é ele não é no transporte de valores. Tudo bem? Entenderam? Conversa, conversem comigo, cabada.
Speaker A
Sim. Sim. Beleza. Eh, vamos lá. Uma coisa eh importante com relação à patrimonial também e eh existe vigilância privada [limpando a garganta] dentro de estabelecimento público? Que que vocês acham?
Speaker A
Ou quem faz a segurança de estabelecimento público tem que ser a segurança pública. É, quem faz vigilância segurança pública tem que ser vigilância pública, né? Sim, eu acho, né? Isso na verdade pode, mas não é obrigatório a segurança
Speaker A
pública fazer a segurança do estabelecimento público, tá? Por exemplo, dentro da Polícia Federal, quem faz a segurança lá interna policial em Goiânia é a segurança privada, tá? Então os órgãos públicos, mediante licitações, eles podem contratar a segurança privada
Speaker A
para poder fazer a segurança interna de seus estabelecimentos. Beleza? Beleza. Bom saber disso. Que nem imaginei.
Speaker A
É, se você se você for lá na Polícia Federal lá perto do Areião, por exemplo, você vai chegar lá, você vai encontrar um vigilante lá. Inclusive o vigilante tá lá, tem muitos anos que tá ali, inclusive. Então, acaba que a segurança pública, eles
Speaker A
preferem colocar o seu efetivo na rua do que ficar gastando eles dentro do estabelecimento internamente que se que pode ser feito pela segurança privada.
Speaker A
Com certeza. Tranquilo? Beleza. Então, vigilância patrimonial, primeira área de atuação, estabelecimentos financeiros nas bancos, lotecas, etc., né? A a outra função ser o transporte de valores, que nós vamos falar mais à frente, mas em maneira geral é os carros
Speaker A
fortes, segurança pessoal privada, que é o guarda-costas. Aqui também tem uma coisa importante. Pergunta para vocês legalmente, juridicamente falando, o policial ou agente de segurança pública, tá, ele pode exercer a função de segurança pessoal de guarda-costas?
Speaker A
E se puder, em qual situação? Alguém consegue me chutar aí? Pode errar, fica à vontade. Vamos lá. Ou acertar também.
Speaker A
Claro. Conversa comigo, galera. Tão ouvindo? Pessoal, estão me ouvindo? Agora tô nesse nesse caso, né, do você citou agora, eu não sei realmente se ele pode ser exercer a função de guarda costa, tá? Vamos colocar assim, ó. A segurança
Speaker A
pessoal por ser feito pelos policiais, pelos agentes de segurança pública, só pode ser exercido para eh pessoas, vamos colocar assim, públicas, ou seja, prefeito deputados OK? Pessoas que fazem parte aí da da da organização pública, certo? Mas o
Speaker A
policial, ele pode fazer a segurança pessoal de um empresário, por exemplo? Que que vocês acham?
Speaker A
Pode, eu acho que sim. Legalmente não pode, tá? Apesar de o fazerem. Por eles eles usam a brecha jurídica que diz o seguinte, ó. Tem uma parte na na na na organização da da das forças de segurança pública que diz que
Speaker A
o, por exemplo, policial militar é policial 24 horas, estando em serviço ou não? Já ouviram falar isso? Já?
Speaker A
Já sei. Pois é. Então, por exemplo, aí o empresário vai lá e contrata o agente de segurança pública. Por que que ele contrata? Porque para ele sai mais barato. Se ele fosse contratar um segurança privada, ele teria que montar
Speaker A
ou ele ou ele ter ele fazia terceirizado, tinha que contratar uma empresa pra empresa fornecer o o segurança pessoal para ele. Ou ele teria que constituir uma empresa orgânica que também em ambos os casos fic fica caro, vamos dizer assim. Agora, se ele
Speaker A
contrata o policial direto, o policial ele não tá vinculado a nenhuma empresa e nem pode tá vinculado, inclusive ele já tem porte de arma de fogo. E aí na na na nas folgas o policial pega e acompanha esse empresário. Se acontecer alguma
Speaker A
alguma ação, né, alguma abordagem nesse nesse meio do caminho, o policial reagiu, vamos dizer a situação que ele matou o bandido. Quando forem perguntar pro policial em que circunstâncias que ele matou o bandido, que que ele fazou, o que que ele vai poder, que que ele vai
Speaker A
argumentar, que ele tava passando naquele local no momento e agiu em defeito do cidadão e não que ele é segurança pessoal do carro, entende? Mas juridicamente a única a único profissional que poderia exercer a função de segurança pessoal privado para
Speaker A
empresários, cerebridades ou pessoas que não são ali da da do meio da da da dos órgãos públicos, né? É só quem é quem tá só quem tá vinculado e autorizado dentro da segurança privada, ou seja, o vigilante patrimonial
Speaker A
com o curso de extensão de segurança pessoal privada. Entendeu isso? Entendi sim, entendi também.
Speaker A
Beleza, com certeza. Então, lembra disso aí. Então, por questão de facilidade, eles acabam por contratando segurança pública, porque para eles é mais fácil, porque já vem com porte arma de fogo, eh não precisa constituir empresa e nem contratar uma
Speaker A
empresa terceirizada e tem o o peso nominal, vamos dizer assim, de ter um policial fazendo a sua segurança. OK.
Speaker A
OK. Certo? Mais detalhe, o vigilante, o vigilante patrimonial que tem a extensão de de guarda-costas, ele pode estar com arma de fogo no exercendo a função, pode, mas aí quando for falar especificamente a segurança pessoal, eu vou falar isso para vocês
Speaker A
melhor, tá? Então vamos lá. As áreas de atuação, nós temos aí a vigilância patrimonial estabelecimentos financeiros transporte valores a segurança pessoal privada, que é o guarda-costas, que é a segurança VIP, né? E temos aí a escolta armada como a
Speaker A
última acuma ação. E faltou o que que eu vou acrescentar que são eventos, tá?
Speaker A
E se o cara for CAC, tá? O que que você quer? O que que você disse como CAC?
Speaker A
Ander, poder andar armado. Tá. Primeira coisa que as pessoas têm que entender, Cak não tem liberdade jurídica para andar armado, tá? O CAC, ele tem a liberdade jurídica de fazer o tráfego do da da do local aonde foi
Speaker A
registrado a arma para o local de stand, de competição ou de caça. E essa arma, ela só pode estar com ela, portando ela iniciada na cintura, vou por assim dizer, dentro dos do carro, nesse tráfego de um lugar pro outro, tá?
Speaker A
Se esse carro, como já aconteceu inúmeras vezes aí no Goiânia, inclusive, pegar essa descer desse carro com a arma na cintura e for tomar um café na na esquina, ele vai ser preso com porte legal de arma de fogo,
Speaker A
tá? Então, lembra desse fato. E aí tem, inclusive tem várias pessoas que que acaba brigando, falando: "Ah, eu sou cac e tal". Cara, CAC o nome já fala: caçador, atirador e colecionador, tá? Você não tem porte de arma de fogo
Speaker A
para andar na rua, só no tráfego, no trânsito, de um lugar para outro, na qual você tem que estar portando lá sua guia de tráfego com data de validade, local de registro da arma, tudo bonitinho e tem que tem que ser
Speaker A
apresentados caso em uma abordagem, tá? Então, tomem cuidado com isso. Tem pessoas sendo presas aí e, enfim, e e entrando em confrontos e em brigas, sendo c, mas com atitudes erradas. Tudo bem, professor. Professor, oi, pode falar.
Speaker A
Eh, o senhor citou em relação à segurança, eh, de pessoas públicas, né, e pessoas privadas, aliás, falei errado.
Speaker A
Certo. Aham. Privada. OK. Eu se eu tendo porte, não cro, mas eu tendo porte, eu consigo proteger tais pessoas ou não?
Speaker A
Isso ponto supermercado. Ah, entendi. O que falar é alguém conhecer uma primeiro a gente tem que nomear o pode, o poder, porque você pode fazer o que você quiser, as pessoas fazem o que quiser, né? Só que, aliás, vão assumir os atos por isso,
Speaker A
certo? Qual que é a questão? Se você for trabalhar e você quer fazer, vamos dizer assim, se eu entendi o que você quis perguntar, você tá me perguntando se você pode fazer um freelance no supermercado, por exemplo, sem tá
Speaker A
vinculado a uma empresa terceirizada, por exemplo. Seria isso, né? Se você tiver porte. Aham.
Speaker A
Cara, o que que eu te falo? Não, não. Poder ser pode, mas juridicamente você vai estar muito ferrado se você acontecer alguma coisa. Porque assim, ó, quando é aquela questão, você, a empresa, vamos dizer, o supermercado foi lá e te contratou porque você tem porte,
Speaker A
aí você tá lá dentro do do do supermercado, enquanto não acontece nada, mano, beleza, tá massa. Se você for pego para um policial, você tá com porte e tá lá fazendo compra supermercado, entendeu? Agora, se deu uma merda e você, se você reagiu, tá? E
Speaker A
reagiu, primeiro que independentemente se você tem porte ou não, inclusive se você é policial ou não, se você é segurança privada ou não, se você mata alguém no Brasil, você vai ser processado pro homicídio, tá? Ah, professor, mas foi legítima defesa.
Speaker A
Beleza, mas você tem que fazer primeiro o quê? Tem que provar a legítima defesa, certo? Então, e e provar legítima defesa será mediante a um processo por homicídio.
Speaker A
Aí no processo vai ser decidido se vai se se foi doloso, se foi culposo, se foi legítima defesa ou não, se teve um excesso de força ou não, se se vão ter agravantes, atenuantes ou não. Sim, enfim, vai ser uma dor de cabeça do
Speaker A
caramba. E detalhe, extremamente oneroso. Para quem não sabe que é oneroso é extremamente caro. O processo criminal hoje é muito caro. São poucas pessoas que têm um dinheiro para poder arcar com as custas de um processo criminal. Então, eh, foi, foi João Paulo
Speaker A
que perguntou, né, João? Rel. Oi. Foi o Roniel que perguntou. Ah, Roniel. Roniel. Então assim, cara, o o total do poder, como eu falei, você poder, você pode, só que você vai correr um risco muito grande de ser processado
Speaker A
se acontecer alguma merda, entendeu? Então assim, até até vou dizer até nesse sentido, até nem policiais usam a sua arma pessoal para trabalhar efetivamente na função.
Speaker A
Os policiais, eles chegam lá na corporação, eles guardam a arma deles e pegam funcional. A maioria deles, na verdade, eles só usam a arma funcional, inclusive eles nem compram a arma registrado o nome deles. É tudo da da
Speaker A
corporação, inclusive algum uma grande maioria. Então, para a pessoa civil ainda, pior ainda. Então, não trabalhe.
Speaker A
Se tem pessoas, por exemplo, que quer exercer a segurança privada usando a própria arma. Não faça isso. Por quê?
Speaker A
Se você no ação, no exercício da função da segurança privada, tá? reagiu um assalto e matou o bandido numa situação que isso permita, se você tivesse usando a arma da empresa, cara, tá tudo certinho. Você agiu legítima defesa, a empresa ela é obrigada
Speaker A
legalmente a te a te dar o suporte jurídico, entendeu? Estamos em casa, vai ser provada a sua legítima defesa.
Speaker A
Agora, se você tá trabalhando lá, fardado informizado bacana acontece uma merda e você mata o bandido ou atira nel que seja, mas com arma que tá registrada no seu nome, não da empresa, cara, você acabou de exentar toda a
Speaker A
responsabilidade que a empresa teria de te dar o suporte jurídico, você acabou de perder a legítima defesa no exercício da função. E aí, meu camarada, você vai ser processado para homicídio, doloso, com intenção de matar e detalhe, com
Speaker A
porte legal de arma de fogo, certo? Então assim, você vai ter vários, vários agravantes criminais que vão vai te ferrar nessa história aí. Então, Raniel, só para fechando a resposta da sua pergunta, se você tem porte arma de
Speaker A
fogo, cara, é para proteção pessoal, tá? Não exerça esse porte para para para para para uso funcional ou profissional, porque se acontecer um problema, a empresa que te contratou, ela não vai se ela não vai se eh se responsabilizar
Speaker A
pelas suas atitudes. É você que vai ter que responsabilizar e o processo é muito grande. Tá respondid pergunta aí?
Speaker A
Respondida. Respondida. Sim. Fechou. Tranquilo. Então, só eh indo paraa frente. Então, como eu falei para vocês, os órgãos fiscalizadores da segurança privada é a Polícia Federal.
Speaker A
S na na repartição da Polícia Federal chamada de Delesp, delegacia de controle de segurança privada.
Speaker A
E o outro órgão regulador da segurança privada é quem? logo aí embaixo, ó, exército brasileiro, que que também que é uma uma repartição do exército chamado Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados ou pela sigla DFPC, tá? Então vamos lá para deixar mais
Speaker A
claro, quem vai regulamentar e fiscalizar o exercício da função, certo? O exercício da função é a Polícia Federal.
Speaker A
OK? Agora, quem fiscaliza, regulamenta e autoriza todos os equipamentos bélicos, que que é bélico? Tudo que mexe com arma, tá? Tudo que é vinculado na parte, vamos botar de guerra para aumentar o leque dação. Tudo que envolve armas, eh,
Speaker A
material béico, como munição, coletes balísticos armamentos eh, equipamentos menos letais, etc. Quem autoriza, regulamenta, libera tudo isso é o exército brasileiro.
Speaker A
OK? Nomeado uma repartição do exército brasileiro chamado diretoria de fiscalização de produtos controlados. Certo?
Speaker A
Entenderam? Aí, galera? Conversa comigo. Sim, eu entendi certinho. Tá. Então, quem vai regulamentar isso é o exército brasileiro. Então, quais são os órgãos fiscalizadores da segurança privada? Polícia Federal em nome de Delesp, exército brasileiro, em nome da diretoria de fiscalização de produtos
Speaker A
controlados ou DFPC. Certo? Certo. Se um policial militar quiser entrar na sua empresa armado, certo?
Speaker A
Ele pode. Que que você acha? Conversa comigo. Como é que é aí? Repete, fazendo o favor.
Speaker A
Se o policial militar ou o policial civil quiser entrar na sua empresa que você trabalha como segurança patrimonial, quiser entrar armado, ele pode e vai bate a carteirada para você.
Speaker A
Eu acho que pode. Mais alguém conversa comigo aí? O meu ver pode. Hum. Meu ver pode.
Speaker A
Certo. Então, deixa eu afirmar para vocês. Não pode, tá? Não pode. Eu vou te dar um exemplo.
Speaker A
Policial pode entrar armado na sua casa. Uai, pô. Se tiver algum mandato, eu eu acredito.
Speaker A
Opa, aí. Tá vendo? Aí, aí começa. Por que que o policial não pode entrar na sua casa de qualquer jeito? Porque a sua casa é um estabelecimento privado. Uhum.
Speaker A
Na qual a única pessoa que permite a entrada na no estabelecendo privado é responsável desse local. No caso da sua casa, você que é o dono. Qual que são os únicos as opções que o policial pode entrar na sua casa armado sem sua
Speaker A
autorização? Mediante mandado, flagrante de delito. E qual outro? Alguém chuta aí? mandado flagrante. Que mais?
Speaker A
Ou no caso de um sequestro, né? Esses trem dentro de casa são quatro. Mandado, não tem mais. Vamos lá. Mandado flagrante para socorro.
Speaker A
OK. Para socorro. E a quarta opção, que é a lógica da história, se você deixar, beleza? Fora essas quatro opções aí, policial pode esperar do lado de fora da sua casa, fmitir.
Speaker A
Se o policial não tiver o mandado, não tiver em flagrante, não tiver indo aí por questão de socorro ou se você não permitiu, ele vai ficar pro lado de fora. E essas mesmas regras atribuem-se também aos estabelecimentos privados em
Speaker A
geral. Se eu, por exemplo, vocês trabalham na minha empresa e eu viro para você, vigilante, falo assim, ó, vigilante, não é permitido a entrada de policial armado aqui nesse estabelecimento comercial, n estabelecimento privado, certo?
Speaker A
Eu tenho enquanto enquanto dono a autoridade proibir a entrada desse policial desse jeito, dessa forma? Tem ou não tem?
Speaker A
Como que é? Eu enquanto dono do estabelecimento privado ou o responsável por ele. Eu tenho autoridade de impedir a entrada de policial armada dentro do estabelecimento. Tem ou não tem?
Speaker A
Tem sim. Tenho. Você como dono, né? Eu como dono. E você enquanto segurança patrimonial? Eu te passei esse comando e essa ordem. Então você eu te passei a autoridade de fazer também cumprir essa ordem. Quais são as as únicas opções que
Speaker A
o policial entraria armado? Mandado, flagrante, socorro ou por com permissão. Certo. Certo. Beleza. Então, lembra isso porque não tem autoridade lá dentro. Quem é autoridade não estufa demais o peito, não, tá? Mas quem tem autoridade máxima dentro do estabelecimento privado?
Speaker A
O vigilante, patrimônio, o vigilante, tá? É ele que tem autor, ele que tem a autoridade máxima e ele tem todo o poder de fazer cumprir. Aí agora vem a palavrinha chave, cumprir as regras internas de segurança.
Speaker A
Então você quando chegar para trabalhar em seu exemplo privado, você vai pegar as regras e mediante as regras faz ser cumprida. Ponto. Certo? Essa que a questão. Se nas regras tiver que não é permitida a entrada de policial armado,
Speaker A
vou dar exemplo de um. Fórum. Fórum é proibido em alguns fóruns, é claro, não são todos, é proibida a entrada de policial armada.
Speaker A
E quem faz a segurança interna de um fórum? Adivinha quem é? Segurança privada, certo?
Speaker A
Se se o estabelecimento privado tem a regra de não deixar a entrada de policial armado, não é obrigatório, tá?
Speaker A
O estabelecimento privado, ele faz isso se quiser para evitar problema, dor de cabelo, etc. Esse estabelecimento privado, ele vai criar um local onde tem um cofre, aonde ele pode acondicionar a arma desse policial ou de quem quer que
Speaker A
seja, legalmente falando, né? Aar de maneira segura lá dentro. Aí o segurança patrimonial, vigilante, ele vai acompanhar o policial, o cidadão que tá armado até esse local, ele vai alotar os dados, esse armamento e da pessoa.
Speaker A
Não toca nessa arma, tá? É o dono que mexe ela o tempo inteiro. O dono vai colocar aí dentro do cofre. Aí você vai, lógico, né, como eu falei, pegar os dados da arma, quantidade de munição, tudo certinho, coloca no co e na saída o
Speaker A
vigante vai acompanhar de novo esse dono dessa arma e vai vai, né, assinar a retirada desse armamento para depois ele poder ir embora. Como eu disse, é isso, isso aí aí vai ser mediante o procedimento interno do estabelecimento
Speaker A
que você trabalha. Entenderam isso? Eu entendi. Agora eu jamais imaginava que isso poderia acontecer. E eu não sabia disso.
Speaker A
Pois é. O policial não pode. Pois é. Policial eu falei é igual, por exemplo, em eventos, policial não pode entrar armado, pelo menos em Goiás, tá?
Speaker A
Não pode entrar armado em evento, estando fora de serviço. E também não pode estar armado em locais que comercializam, fora de serviço, comercializam bebidas alcoólicas, tá? também não pode. Então, se por exemplo, o policial for entrar na boate
Speaker A
armado, ele pode legalmente, ele não. Lembrando que eu tô falando, pessoal, em termos de legalmente, tá? Agora, o que acontece na realidade aí é outra história. Só que aí, claro, distintivo.
Speaker A
Oi. E quando distintivo? E quando? Desculpa, não entendi. E quando? E com distintivo. E com distintivo. Você fala de novo, ele tá no exercício da, ele tá no exercício da função, ele tá em período de trabalho. Se ele tiver, ele
Speaker A
vai ter tem que ter uma justificativa do porque que ele tá entrando lá, se é para poder pegar alguém, algum bandito lá dentro, enfim, tem que ter um mandado que aí tem todos os trâmites legais no exercício da função. Se ele não tiver
Speaker A
exercindo a função, instalar nesse estabelecimento por lazer, ele não pode estar armado, tá? Ele não pode. Ah, faz, eu sou policial, então eu sou eu sou policial 24 horas, tal. Beleza. OK. Mas em termos legais, em termos de lei, em
Speaker A
termos de regras internas de segurança privada, ele se não, se isso não poder, se se a empresa quiser utilizar essa prerrogativa, ele não pode estar armado lá dentro, tá? Ele não pode estar armado lá dentro, certo? E aí vem a questão da
Speaker A
responsabilidade. Se você enquanto segurança privada, dá uma boate, por exemplo, permite a entrada do policial lá dentro e dá uma merda, como já aconteceu em várias vezes aí em Goiânia, você já deve ter ouvido f vários fatos.
Speaker A
Tem uns que inclusive teve um alguns anos atrás que um policial militar e um civil se mataram dentro da boate aí em Goiânia, né? Claro, eh, um morreu e outro não morreu. Um dos policiais vai vai sofrer todas as
Speaker A
penalidades legais, mas além disso, a responsabilidade também vai será imputado à empresa de segurança privada, porque primeiro não é permitida a entrada de policiais armados fora do exercício da função em locais de aglomeração e que tem venda de bebida
Speaker A
alcoólica, tá? E depois a empresa também pode colocar como regra lá que ela não permitiu, mas foi por você vigilante que permitiu a entrada. Ou seja, só vai entrando no seu rabinho. Então, toma cuidado com essas coisas, tá? Então,
Speaker A
sempre quando forem trabalhar, se quando vocês forem exercer, quem for exercer essa função, uma das primeiras coisas que vocês têm que fazer quando chegar para trabalhar é perguntar quais são as regras internas de segurança, de preferência por escrito e assinado
Speaker A
essa essas regras, tá? Porque a se acontecer qualquer coisa, você tem essas regras aí para poder fazer o suporte legal para vocês.
Speaker A
Entenderam? Sim, eu entendi. Alguma pergunta aí? Não, por enquanto eu não. Beleza. Então, lembrando só os órgãos fiscalizadores, Polícia Federal e Exército Brasileiro. Se polícia militar quiser enquadrar vocês para fiscalizar, eles não tm essa prerrogativa. Se a polícia civil quer dizer, quiser pegar
Speaker A
vocês para enquadrar e fazer algum tipo de fiscalização, alguma coisa, eles não têm também esse poder, nem essa prerrogativa tá?
Speaker A
Se chegar algum algum militar do exército para poder fazer a abordagem, a única coisa que pode fazer é a fiscalização dos dos materiais bélicos, ou seja, a sua arma de fogo, do colete balístico e munições. Fora isso, nada
Speaker A
mais. OK, tranquilo, tranquilo. Por exemplo, vamos pegar um outro um outro fato aqui, ó. Eh, policial chegou lá no banco e quis entrar armado. E a regra do banco diz que o vigilante não pode permitir a entrada do policial
Speaker A
armado. E o policial armado resolve prender você por esse motivo, por obstrução, eh, por qualquer coisa de motivo que ele queria colocar lá nessa história. Ele pode entrar no banco, pegar você e te meter a algema te levar pra cadeia.
Speaker A
Que que vocês acham? Como que é? Policial chegou no banco no estabelecimento comercial, tentou, quis entrar armado, mas por regra interna do banco não, não é permitido entrada policial armado e você impediu ele a entrada. Ele pode te prender por causa
Speaker A
disso. Ele pode usar o argumento de obstrução ou algo nesse sentido? Eu acho que não, né? Porque se é uma lei, ele deve cumprir essa lei, né?
Speaker A
justamente ele não pode. Se ele falar assim: "Ah, eu vou, se ele virar e falar assim: "Ah, eu vou te prender". Você fala: "OK, senhor policial, seis chamar a viatura, senhor, fica à vontade, mas eu só saio daqui de
Speaker A
dentro com o meu advogado, né? Eh, e que pela Polícia Federal, certo? Se ele entrar, pegar você, algemar, colocar na viatura e chegar lá na polícia civil com você preso por algo que você por você seguir uma regra que
Speaker A
tá legalmente correta, tá? O policial vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai ser chamado atenção. Você pode processar inclusive não o policial porque policial tá em nome da da da polícia militar do órgão público. Você pode processar até
Speaker A
uma polícia militar e na verdade o delegado da polícia civil inclusive vai cagar em cima do policial militar todinho. Inclusive tem temos vários várias situações já aconteceram assim.
Speaker A
E e aquele negócio que fala assim que se o policial tiver errado, conforme a conduta dele aí tiver errado, a gente pode dar voz de prisão para ele, mesmo sendo um civil normal. Isso é verdade também ou não,
Speaker A
cara? Assim, qualquer cidadão, qualquer cidadão, mediante a a a acontecimento de um crime, ele pode dar a voz de de de detenção para prender a pessoa, tá?
Speaker A
Eh, o policial se alonga isso. É meio complicado falar isso porque isso tem vários vários eh questões legais envolvidas, né? Porque, por exemplo, primeiro que o policial tem fé pública, então, ou seja, a palavra dele, em termos assim, a grosso modo, a palavra
Speaker A
dele vale um papel escrito e assinado. Então, se você não tiver prova de que realmente tá cometendo crime ou algo nesse sentido e você vai lá entre as dar uma voz de de prisão policial, é perigoso isso voltar contra você, tá?
Speaker A
Mas vamos colocar assim, eh, você poderia dar voz de prisão pro policial na quando ele cometesse um crime?
Speaker A
Poderia. Poderia sim, mas a custo de um risco muito grande, tá? Ah, tá beleza. Mas detalhe, qualquer cidadão na, se tiver presenciando um crime, ele pode dar voz de prisão, tá? Ele pode virar p pra pessoa e falar que tá presa
Speaker A
e etc, certo? qualquer cidadão. Ou seja, o vigilante também pode. Claro que pode. Se tiver cometendo um crime dentro do seu estabelecimento privado, você pode prender. Só que é uma coisa importante também você tem entender enquanto vigilante. Todo equipamento que
Speaker A
você usa no exercício da função da segurança privada deve ser fornecido pela empresa. Você não pode levar nada de sua propriedade pro trabalho. Então, tudo que você for usar dentro do do exercício da função da da segurança privada tem que ser com
Speaker A
material fornecido pela empresa. Se você levar qualquer objeto de sua propriedade, você vai tá se se prejudicando o exercício da função, que se acontecer alguma coisa, a merda é grande tá?
Speaker A
Conceito de vigilância. Vamos lá. Conceito de vigilância, né? Então, eh, nós temos aí de vigilância ou de segurança que a gente fala, né, desses conceitos que diz o seguinte, ó, vigilância patrimonial, ele é uma atividade que, como eu disse, atualizada
Speaker A
pela Polícia Federal, tá? e também regulada pelo exército brasileiro e que o vigilante pode se chamar vigilante é aquele que foi passou pelo curso de formação de vigilante pelas empresas são eh que são autorizadas a fornecer esse tipo de
Speaker A
curso. Mas em termos de palavra, eh, também pode ser dito como uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados, né, ou seja, pelos cursos de formação vigilante para para cumprir-se regras específicas que vão trazer ali um estado de
Speaker A
segurança, né, de ausência de risco para as pessoas, né? Então, quando se contrata um profissional capacitado, que seja organicamente, que seja por empresa terceirizada, com objetivo de trazer segurança a esse estabelecimento para proteger tanto o cidadão quanto a a
Speaker A
quanto a a o bem patrimonial, isso vem a vem como definição de conceito de segurança de segurança ou vigilância.
Speaker A
OK? Quais são os direitos do vigilante, né? Qu o que o que você enquanto vigilante tem enquanto direito, tá? Então, lembrando de novo, qual qual que é a portaria que regulamenta a profissão da vigilância segurança privada?
Speaker A
323 de 2012, tá? Da Polícia Federal. OK. A Delesp. Delesp é a Delesp é o órgão fiscalizador, tá?
Speaker A
Mas a portaria que regulamenta, a lei que regulamenta é a 323 de 2012 da Polícia Federal. OK?
Speaker A
Aí tem vários artigos nessa nessa portaria 32 33. Lá no artigo 163 e no também 164 vai falar sobre os direitos e deveres do vigilante, tá? Então vamos começar pelo direito, ou seja, quando você exerce a função do vigilante, quais
Speaker A
quais são os seus direitos? Primeiro, a empresa que te contrata é a que tem que fornecer todo o equipamento, uniforme e todos os equipamentos que sejam autorizados pela Polícia Federal, OK?
Speaker A
Você não pode levar nada a sua propriedade, certo? Porte de arma de fogo funcional, certo? Quais são as armas que o vigilante patrimonial pode utilizar? Alguém sabe me falar aí ou chuta pelo menos?
Speaker A
Alguém? Hã, ninguém. É, eu fugi, eu dei uma fugida na minha cabeça aqui, tá? Na no exercício da função patrimonial, a arma que pode a a arma que você pode utilizar, primeiro, o tipo da arma chama-se revólver, tá? calibres que vão de 22 até
Speaker A
no máximo 38, mas o que é usado, o padrão é o calibre 38. Então o revólver calibre 38 é aí a arma que na vigância patrimonial é permitida a utilização junto com o colete balístico, certo?
Speaker A
Então o colete balístico revólver C 38 é a arma que é autorizada aí como porte funcional da segurança privada patrimonial. Lembrando que o porte de armas do segurança privada é patrimonial, é no exercício da função dentro do perímetro da empresa, do local
Speaker A
que ele trabalha, dos perímetros limitantes a dentro, tá? Lembra disso aí? Certo? Vamos lá. Eh, a utilização de material, equipamento sem perfeito funcionamento estático, conservação, inclusive as armas e munições, tá? Então, quando a empresa te fornece, tá, os equipamentos, todos os
Speaker A
equipamentos tem que estar em perfeito estado de de manutenção e uso, certo? Tanto os uniformes quanto os armamentos.
Speaker A
Professor, mas isso isso é acontece não acontece sempre não. Você vai geralmente vai trabalhar com revólver que já tem um tempo de uso, com munição também, mas enfim, a o exército brasileiro faz a fiscalização e vocês percebem que já tá
Speaker A
que já tá velho, que o material tá danificado, exige aí a troca, certo? Eh, a utilização de sistemas de comunicação imperfeiço de funcionamento, ou seja, a empresa tem que fornecer o meio de comunicação interno e externo, que seja por via telefone ou que seja
Speaker A
por via rádio, tá? Então você tem que estar com uniforme que que a empresa vai te fornecer. Tem até uniforme, os equipamentos, arma de fogo fornecido pela empresa e também o meio de comunicação fornecido pela empresa, tá?
Speaker A
treinamento permanente de prática de tiro e defesa pessoal, ou seja, que nas reciclagens aí de dois em dois anos ou se a empresa quiser eh contratar aí o profissional para poder te dar esses treinamentos a vulso, por assim dizer,
Speaker A
tá? Seguro de vida, não hada das esposas de vocês. Eh, prisão especial por decorrência de exercício da função, tá?
Speaker A
você tem, teoricamente você teria direito à prisão especial. Só que em detalhe, no Brasil prisão especial é mito tá?
Speaker A
Talvez no máximo político consegue pegar uma prisão especial, mas fora isso, irmão, você dificilmente vai ser vai chegar na de algum presídio que tem prisão especial.
Speaker A
Deveres do vigilante, artigo 64. Então, quais são os seus deveres enquanto segurança privada, né? Exercer as atividades com urbanidade, probidade e denudos. Sabe que quais são as palav que palavrinha difícil é essa?
Speaker A
Então, primeiro assim, ó, probidade vem de honestidade, tá? Então, você tem que tá entendendo primeira coisa, exercer a função com honestidade, certo? Com respeito ao cidadão e denondo vem com coragem, tá? Então, coragem, respeito e honestidade, OK?
Speaker A
utilizar adequadamente uniforme autorizado apenas em serviço. Uma coisa que você já deve ter visto muito aí, por exemplo, já viram o vigilante andar uniformizado na rua?
Speaker A
Eu não, só quando tá trabalhando mesmo. Alguém aí eu já eu já cansei de ver vigilante andando uniformizado na rua, tá? Então não pode. Se o vigente for pego na rua pedirte a fiscalização uniformizada, ele tá preso, tá? preso,
Speaker A
porque assim como as suas atitudes, a sua arma de fogo, vigilante só pode estar com o o uniforme completo trajado no exercício da constução no seu perímetro de trabalho. Fora de lá, lascou. Em algumas empresas permitem usar, você tá com a calça e culturna
Speaker A
apenas, mas a parte de cima tem que tá sendo retirada, tá? Então você não pode andar com uniforme completo na rua, só em algumas empresas permitem calça e cuturno tá?
Speaker A
Isso tanto faz, por exemplo, se a gente parou de trabalhar agora, aí a gente tem que tirar a parte de cima, a calça e o coturno normal. Então, a camiseta branca normal é é tranquilo, não tem problema nenhum,
Speaker A
não. Não tem problema nenhum. Detalhe, você não você não pode nem ir nem voltar para trabalho uniformizado, tá? Você, se você quiser ir com calça e cultura, a camiseta branquinha, beleza, ok? Na volta também, OK? Se se você quiser ir
Speaker A
totalmente desse caracterizado aí de deixar para vestir uniforme lá e depois quando for voltar também descarcterizado, fou melhor ainda, porque na verdade tem algumas coisas que eu penso assim, até mais do que coloco assim, até mais por questão de lei, você
Speaker A
entendeu assim, o vigilante patrimonial, aliás, o vigilante de maneira geral dentro de uma empresa, ele é a pessoa que tem todas as informações daquele posto de serviço. É ele que sabe de senha, é ele que sabe de rotina, é ele
Speaker A
que sabe, por exemplo, condomínio fechado, a hora que que que morador sai, a hora que volta, aonde trabalha, onde é que f estuda. Então, ou seja, resumindo, o vigilante segurança privada é ele que tem todas as informações do posto
Speaker A
serviço. Aí se coloca você na cabeça de de um bandido, de um assaltante ou etc. Quem que você acha que seria a pessoa que deveria sequestrar, abordar? para conseguir as informações que ele precisa.
Speaker A
Conversa comigo. Quem? Como é que é? Aí logicamente é o vigilante. O vigilante. E aí, por exemplo, se você vai uniformizado ou volta uniformizado a sua casa pro trabalho, você já quer entregar de bandejaonde é que você mora
Speaker A
e aonde é que você trabalha? Pro bandido? Assim mesmo. Pois é. Já coloca difícil. já colocar sua família, seus filhos em risco e já e detalhe, temos inúmeros casos de acontecer isso, de bandido abordar vigilante sequestrar manter o vigilante preso com a família
Speaker A
dentro de casa para conseguir as informações que precisa, tá? Você, por exemplo, que vigilante que trabalha transporte valores, por exemplo, se você se você for conhecer algum e quiser for conversar, dificilmente, para não falar aqui nunca, mas não vou falar nunca,
Speaker A
dificilmente vai encontrar um ano de transporte de valores que anda na rua uniformizado, que vai ou volta para casa uniformizada, tá? Os caras, na verdade, eles nem falam que trabalha, por exemplo, transporte de valores.
Speaker A
Por quê? Porque são eles que têm as informações de rota, numerários, onde é que pega, onde é que leva, enfim, quantidade de dinheiro que tem. Então tem que tomar muito cuidado aí na privada porque a informação, como vocês
Speaker A
têm todas as informações e informação é valeu, né? Enfim, até então para preservar a vida dos conhecidos, né, dos familiares e e aí po além da sua, além da sua própria, tem todo mundo que faz parte, né?
Speaker A
Eh, portar a CNV. CNV é a carteira nacional de vigilância, tá? Quando você é contratado por uma empresa, a empresa já manda fazer esse essa carteirinha para você. Antigamente era o vigilante que fazia, mas hoje é a empresa que faz.
Speaker A
E sempre, detalhe, sempre quando você tiver trabalhando, você tem que estar com essa carteirinha de identificação do vigilante. Se você tiver trabalhando exercendo a função no banco lá, chegar a fiscalização e você não tiver com essa carteirinha, você tá preso de novo.
Speaker A
Exercício legal da função. Toma cuidado com isso, tá? Manter-se a distrito, ao local de sua sobrevigilância, observando-se as peculiaridades, atividade de transporte de valores, escalada e segurança pessoal. Ou seja, você tá sempre atento ali a tudo que acontece ao seu redor e à
Speaker A
particularidades de cada ambiente de trabalho tá? Cinco, comunicar ao superiorar quaisquer incidentes ocorrido, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quanto ao armamento, munição e colete a prova de balas, não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.
Speaker A
Então você tem que lembrar o seguinte, tudo que acontece seu posto do posto serviço segurança privada tem que ser anotado e assinado mediante relatório.
Speaker A
Tudo que é danificado tem que ser anotado e informado mediante relatório, certo? E claro, o contratante também tem que arcar com a sua responsabilidade legal de fornecer equipamento, ou seja, a arma estragou, apurou-se aí as responsabilidades disso, né? A a empresa tem que te dar, te
Speaker A
mandar, consertar essa arma ou dar um armamento novo, tá? Então, além de você informar tudo, precisa ser informado, isso é obrigação sua, a empresa também e eh a empresa tem que ser informada e também tem que dar devido suporte.
Speaker A
Então, lembra de uma coisa, vamos lá, aconteceu um um assalto no seu posto serviço, aí você reagiu, a sua arma falhou porque tava estragada, você levou um tiro, mas não morreu. Aí se você quer responsabilizar a empresa, a
Speaker A
empresa vai, aí você vai falar que a empresa te forneceu uma arma danificada e a empresa vai perguntar para você: "Não, eu te forneci a arma nova." Não, mas a arma tava estragada, mas você não informou?
Speaker A
Ou seja, a a os equipamentos que a empresa te forneceu pode estar danificado, mas se você não informar, ela também não vai ter responsabilidade, porque isso também é responsabilidade sua, informar a empresa para que se faça aí a devida manutenção ou troca dos
Speaker A
equipamentos, tá? Não esqueçam disso, não. Beleza pessoal? Conversa comigo aí. Vamos lá. Cleito, Raniel, João Paulo, estamos aí.
Speaker A
Beleza. Vou dar um intervalinho para vocês aqui agora, certo? É porque minha mãe tá Beleza. Então a gente volta aí 10:40.
Speaker A
Pode ser? Pode ser. Então 10:40 a gente retorna aí. Beleza? Tranquilo. Certinho. Então, valeu. Até 10:40.
Speaker A
Tá sim. A minha aqui tá perfeita, graças a Deus. Pegou. Então, tá vendo certo? Tá vendo o nome escolta armada? Tá chegando perfeitamente, professor.
Speaker A
Fechou. Então, pessoal, a gente a gente só para poder dar uma recapitulada. Então, nós estamos falando sobre segurança privada. a gente iniciou falando sobre o primeiro curso básico, sobre o primeiro curso, aliás, para poder integrar a segurança privada, que
Speaker A
é a formação de vigilante patrimonial, né? Eh, lembrando que a idade mínima de 21 anos tem que estar com suas certidões negativas para associais todas negativas, ter pelo menos no mínimo ensino fundamental para que é certidão negativa?
Speaker A
a certidão criminal, eleitoral, militar, eh todas elas tem que estar negativa, ou seja, você não pode ter passagem para dar uma polícia, você não pode estar eh em débito com a com a com a com a o sistema eleitoral. Eh, enfim, sobre
Speaker A
essas questões aí, quando você vai tirar do site, tem todas as você tira tudo online, né? Você entra no site e coloca o seu nome, CPF, seus dados e aí suas certidões vão sair lá todas negativas dizendo que você não tem passagem pela
Speaker A
polícia, que você tá quítico com suas obrigações eleitorais e assim por diante tá? Só 21 anos.
Speaker A
A partir dos 21, né? Hein, professor? Eh, eu assim, ó, eu fui casado uma vez, aí eu separei da mulher e eu paguei, fiquei sem pagar a pensão. Isso é crime?
Speaker A
Acho que não, né? Você foi processado? Não, graças a Deus não. Só é graças a Deus nunca fui processado não.
Speaker A
Aí só aconteceu isso aí. Eu não fui julgado nem nada, só fiquei lá os 60 dias e paguei as últimas parcelas e saí.
Speaker A
Saí tranquilo, graças a Deus. Não, então se você você já fez tudo isso aí, não tem problema mais não. Não tem problema não.
Speaker A
É. Tá. Então, eh, lembrando que as as escolas que são capacitadas a fornecer esse curso de vigilante são as escolas que são autorizados pela Polícia Federal, né, para para iniciar o curso de formação de vigilante, os demais cursos também. Lembrando que os órgãos
Speaker A
fiscalizadores da da segurança privada é a Polícia Federal em nome de Delesp e o exército brasileiro pelo DSPC, né, que é a delegacia de produtos controlados certo?
Speaker A
Eh, a portaria que regulamenta aí a segurança privada é a portaria 3233 de 2012 da Polícia Federal e ela que vai dar toda a regulação aí da segurança privada. Lembrando que além do curso de formação de vigante patrimonial, que é o
Speaker A
curso principal, curso base, nós temos aí mais os cursos de extensões, né? Escolta armad, transporte de valores, segurança pessoal privada, que é o guarda-costas e o grandes eventos. Tá?
Speaker A
Nós vamos começar aqui agora pelo Escalta Armada, OK? A escolta armada, segundo a portaria 32 33, tá? Ela definida a seguinte: atividade que visa garantir o transporte qualquer tipo de carga ou de valor, incluindo o retorno da equipe com o respectivo armamento e
Speaker A
demais equipamentos com os pernoites estritamente necessários, né? Ou seja, o que que o escolta armada vai fazer? Uma das funções, ele faz o acompanhamento.
Speaker A
Vocês vê isso muito comum com caminhão, por exemplo, né? O caminhão com com cargas valiosas, aquelas coisas todas.
Speaker A
E aí é contratado escolta armada para poder acompanhar esse caminão durante o trajeto, né? Dur.
Speaker A
Por que a partir dos 21 anos? Por que que é essa idade? Uhum. Ai agora o porquê daquela cidade aí a Polícia Federal que que que vai ter que achar o motivo, mas foi o enquadramento que eles colocaram, né?
Speaker A
começa pelo fato, na verdade, na época eles devem ter eles devem ter tentado equiparar com relação a poder adquirir a arma de fogo, porque a o porte arma de fogo e a posse de arma de fogo, aliás, era só poderia a partir dos 25 anos que
Speaker A
poderia ser feito, agora que tem agora que houve alteração da legislação, né? Mas aí eles tentaram fazer essa regulação, até porque eh a segurança privada também tem anda armado, né? Então eles não quiseram colocar 18 anos, só a partir dos 21.
Speaker A
Então vou ter que então vou ter que esperar 2 anos. Tá com 19 aí?
Speaker A
Uhum. Tá novinho. No termo da segurança privada. Sim, você tem que aguardar um um esses dois anos casos se você queira fazer esse curso, caso queira fazer esse curso tá?
Speaker A
E a escolta armada, como eu ia dizendo, ela faz esse acompanhamento. A escolta armada também pode eh a escolta carregar eh numerários, dinheiro, valores, né?
Speaker A
Dependendo do local, se for de difícil acesso, essas coisas todas, posso utilizar um carro de escolta para poder carregar esses numerários, tá? Mas em essência ele ele faz é o acompanhamento do de de de algo valioso, vamos por
Speaker A
assim dizer, tá? O acompanhamento, certo? Considere escolta armada o serviço executado pela empresa de segurança privada devidamente autorizado pela Polícia Federal do Brasil no auxílio à proteção de carga acondicionada e transportada por veículos automotivos apropriados, carretas, caminhões, balças e barcos.
Speaker A
E também em aeronaves, nas áreas onde é impossível o tráfego com veículos automotivos que também transportam cargas visadas. pela criminalidade, tá?
Speaker A
Então, foi aquilo que eu falei para vocês, eles fazem um acompanhamento, eles a eles fazem eles acrescentam os níveis de segurança para esses carretas, caminões, valos e barcos e até aeronaves, como foi dito, tá bom?
Speaker A
Eh, quais quais são os armamentos aí que lembrando, só para dar uma continuada continuidade, galera, é tudo aquilo que eu falei para vocês no patrimonial em termos de legalidade vai se alongando pra escolta armada. O que vai mudar
Speaker A
agora é a função por si só, tá? Então, artigo 114 lá da portaria 323 que fala o seguin sobre sobre os armamentos e equipamentos da escolta armada, né?
Speaker A
Então, as empresas de transporte valores e escolta armada deverão ser as demais empresas de segurança privada poderão dotar seus vigilantes de colete e proteção balística, observando-se a regulamentação específica do comando do exército. Lembra que eu falei para vocês
Speaker A
que toda a parte de armamento, munição, tudo que envolve materiais bélicos é o exército brasileiro que faz a regulação, tá?
Speaker A
As empresas de transporte de valores, então elas podem ali, ó, que quais são os tipos de armas que eles podem fornecer. Então eles podem fornecer revólver, pistola e gal de 12, tá? Gal de 12 não, vou botar só a parte da
Speaker A
espingarda por si só que o calibre é pode ser, tá? Então, revólver normalmente calibre 38 que eles vão te fornecer. Pistola também normalmente calibre 380. Aqui ele tá colocando 765.
Speaker A
Calibre de pistola é um calibre antigo, já não existe mais esse calibre, inclusive, tá? Mas o calibro de pistol 380 e as espingardas, tá bom? Então, cada vigilante tem que ter uma arma curta, certo? No caso da escolta armada,
Speaker A
a tendência deles é de fornecer pistola, certo? Como sendo essa arma curta e pelo menos uma arma longa a cada três integrantes, tá? Ou seja, geralmente na guarnição de espalta armado vai ter uma a duas espingardas aí. eh, junto com a
Speaker A
sua garnição, geralmente de gauge 12, tá bom? Então, as armas que fornecem paraa escolta armada é revólver, pistola, pode ser revólver, pistola ou a espingarda, mas em termos de padronização, eles tendem a fornecer a pistola calibre 380 e a espingarda galce, tá bom? Além
Speaker A
dessas armas de fogo, também pode ser fornecido as armas, as tecnologias menos letais que a gente fala, né? Então, por exemplo, aqui como primeira as armas de choque elétrico de contato direto, né, de lançamento de dados energizados. Você sabe o que que
Speaker A
são isso aí, galera? Esses armas de choque de cont de contato direto. É a taser que eles falam isso. A taser ela é a no caso marca, é uma fabricante, né? Aí e essas armas que lançam dardos, né? Nós temos a taser,
Speaker A
nós temos a Spark, por exemplo, que é outra fabricante, mas quando você fala taser, a pessoa já consegue assimilar a imagem ao objeto. O nome, o nome sem usar a marca é a arma de choque elétrico de lançamento de dardos energizados, tá
Speaker A
bom? Arma de contato direto é aquelas arminhas de mão, sabe aquelas arminhas de mão que você coloca outra pessoa e dá choque, você compra os caminhãoos de Goianê.
Speaker A
Essas são as armas de contato direto, tá? e asidades energizadas. Essa taser que você falou aí agora que é uma marca, tá? Mas também essas tasers, ela tem essas duas funções. Ela pode ser eh tem a função tanto de dardo quanto de
Speaker A
contato direto, tá? Eh, certo? Também pode ser fornecido granadas eh fumígenas, gás acomogênico, que é o CS, o A OC, né? Essas essas formigas você vê muito aí pela televisão, pelos policiais jogando gásogênio ou ou aqueles eh granadas de fumaça, tá?
Speaker A
Também pode ser fornecido à segurança privada, tá? Eh, munição de elastômero, ou seja, além da arma de fogo, galde 12, a espingarda 12, também pode ser fornecida para vocês as espingardas de elastô, que são as balas de borracha que
Speaker A
o pessoal fala, tá? E também as de lançamento de gases também, tá bom? Então pode fornecer essas duas coisas aí, esses dois objetos também. Lembrando que todo equipamento, mais uma vez, todo equipamento fornecido, valência, utilizado na segurança privada
Speaker A
tem que ser fornecido pela empresa. Você não pode levar nada de sua propriedade, inclusive esses aqui, tá?
Speaker A
Entenderam? Aí as armas de as tecnologias menos detais, armas de choque, tanto a de dardo quanto a de contato direto, gás aogênio ou gás de fumaça, tal, aí as espingardas tanto para munição de borracha quanto para lançador de de granadas de de fumaça,
Speaker A
etc. Tá? Eh, ele lançador de munição não letal, que é casa de lastô, máscara de proteção, tal. Lembrando que essas tecnologias menos detais, além da empresa fornecer esses esse esse esses equipamentos, ela também tem que dar o curso, tá? De tecnologias menos letais.
Speaker A
Então ela não pode só simplesmente te fornecer, também ela tem que te fornecer o curso, tá? As duas coisas, certo?
Speaker A
Certo. Questão de transporte de valores, tá? Vamos lá. do transporte de valores. É, basicamente ela vai ter vai tá fazendo a mesma vai ter assim em termos legais bem parecido com a escolta armada, tem armamento, tá? Mas vamos lá ver qual que
Speaker A
são as particularidades. Então, o conceito o que que é transporte de valores de atratividade, transporte de valores de bens ou valores, eh, mediante a utilização de veículos comuns ou especiais tá?
Speaker A
e que é o que que seria valor designação comum a quaisquer títulos de crédito público ou particular e a outros bens disponíveis representativos de dinheiro negociáveis da bola, tá? Então, tudo que vale dinheiro, gente, o povo quer transportar de um lugar pro outro dentro
Speaker A
de um carro especial, transporte de valores, tá? Lembrando que esse carro especial é o que nós chamamos aí de carro forte, tá bom? que é ou o veículo chama Vetv, né, que é o veículo especial de transporte valores, que é
Speaker A
chamado de carro forte, tá bom? Então, que que é o veículo especial? Veículo especial de transporte e valores, que é o veículo VPV, né, que é abreviação, popularmente conhecido no Brasil como carro forte. é um veículo automotor especial utilizado para o transporte de
Speaker A
grandes quantidades de dinheiro, documentos e outros mercadorias de altíssimo valor. Pessoal, dentro da segurança privada, tá? Nós é utilizado eh uma moeda diferente, tá?
Speaker A
Eh, não é usado real, nós usamos aí o Fs. Você ouviu falar de o FS?
Speaker A
Alguém ouvi falar? Não, eu nunca ouvi falar isso não. Pois é, é usado. Acho, eu acho que eu já vi falar disso assim, 500 o F tem assim, tem é, eu acho que eu já vi isso mesmo.
Speaker A
Quando eu fui pra Espanha, eu já ouvi isso mais ou menos aí. Pois é, um FR, né, é a unidade de monetária utilizada aí na na na segurança privada, tá? E que um um um o normalmente equivale aí a R$ 1
Speaker A
normalmente. Deixa eu ver aqui quanto tá o FS hoje. Vamos ver. Vou ver como é que tá a cotação do Fo hoje.
Speaker A
Confir tá 9 pontos. Ã, é, tá um pouquinho acima de R$ 1, tá R$ 1,64 o F aí real. Enfim, a unidade é usada essa unidade monetária chamada FS, tá?
Speaker A
Então qualquer bem o numerário que ultrapassou 5.000 F e usado transporte de valores, tá certo?
Speaker A
Então vamos lá. Esse veículo especial que é o que é o carro forte, né? Ele é geralmente usado blindagem em grau três.
Speaker A
Daqui a pouquinho vocês vão ver o que que a blindagem grau três eh segura, tá?
Speaker A
Eh, essas blindagens são divididas em opacas e transparentes. O que que é ser opaco e transparente? Os vidros, né?
Speaker A
Então tem vidros que são opacos. para não permitir a visibilidade interna de fora para para dentro, né? E outros que para permitir quem tá de dentro enxergue lá de fora. Então, geralmente os transparentes são os para-brisas, né? E
Speaker A
os opacos são aquelas laterais lá geralmente, tá? Eh, tem sua função baseada em uma em um um vírus especial chamado de Lexas. Lexas é como se fosse uma malha de de resistente ativo, tá?
Speaker A
Então, geralmente é utilizado desse várias camadas, na verdade, desse material para poder fazer a proteção balística, tá bom? Então, o carro forte é blindado, com blindagem grau três. As partes dos vidros são são opacas ou transparentes para dificultar a
Speaker A
visibilidade de quem tá fora para ver dentro e facilitar quem tá dentro enxergar o lado de fora, tá? Deve ter em mente que essa blindagem tem validade e fiscalização pela Polícia Federal, tá? E só podem rodar vezes que tem licença da
Speaker A
Polícia Federal. Seu uso é vedado ao público. Então, primeiro, para comprar o carro forte e a blindagem tem que ser comprado com a utilização do exército.
Speaker A
Comprou isso aí, depois tem que fazer a a a regulamentação, né, a autorização dele para exercício da função dentro da Polícia Federal, tá bom? Então, aqui que eu falei para vocês sobre os órgãos reguladores e fiscalizadores, certo, pessoal? Alguma pergunta aí até
Speaker A
agora? Não, por enquanto eu tô cegado. Tá tranquilo. Então tá bom. Carga descarga de valores, que já é uma lei, já é uma lei eh eh federal em relação a aos veículos que tem a utilidade pública, tá? Isso aqui é para
Speaker A
falar o quê? Que o carro forte tem liberdade de de se de estacionar, cara, sem sem preocupar com eh leis de trânsito, tá? Por quê? porque é um ele é um é um carro que tá tá em perigo
Speaker A
constante e que é a de utilidade pública. Então tá assim, ó. Dentro da lei 953 97, né? Para efeitos desse artigo, são considerados veículos prestadores de serviço de utilidade pública. Aí que lá no inciso quinto, ou quarto, aliás, veículos especiais
Speaker A
destinados ao transporte e valores. Artigo quº enfatiza lá o veículo que trata o artigo anterior, que é o, né, o carro forte.
Speaker A
anterior, gozarão de livre parada e estacionamento, independentemente de proibições ou restrições estabelecidas na legislação de trânsito ou através de sinalização regulamentar quando se encontrarem, tá? Em efetiva operação local, prestação de serviço, a que se destinam e tá. Então, lembro de uma coisa, o
Speaker A
carro forte, galera, ele pode travar o trânsito sem sofrer nenhum tipo de sanção punitiva legal por leis de trânsito, tá bom? Porque ele é autorizado por lei maior, tá certo? Com força constitucional, código de trânsito brasileiro, CTB, corrobora o a o quanto
Speaker A
alegado, pois tais veículos dispõem de livre parada e estacionamento expondo a violação que leis municipais perpetram, né? Então, essa forma poder provar eh reforçar o fato que ele pode fazer, né?
Speaker A
No artigo 29. O trânsito de veículo nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá as seguintes normas. Então, os veículos prestadores serviços de utilidade pública quando em atendimento na via gozam de livre parada e estacionamento do local de prestação de
Speaker A
serviços desde que devidamente sinalizados, devendo estar identificados da forma estabelecida pelo contrant. Então, a o carro forte tá no exercício da função, sinalizado, os vigilantes, todos uniformizados.
Speaker A
Você tá fazendo a sua operação de embarca ou desembarca, você tem livre parado em qualquer lugar aí para poder fazer isso com maior segurança, tá?
Speaker A
Eh, vamos lá. Qu os níveis de blindagem, como a gente tava falando, né? Então, nós temos aí o nível um de blindagem de de de eh veículos, né, de blindagem.
Speaker A
Então, geralmente ele vai aguentar ali pon 22.38 calibre 9. Eh, aliás nível 1 vai aguentar de 22 a 38 especial ali, certo?
Speaker A
Nível 2a, 357, certo? 3574 de 40 e enfim. Nível 2, 9 mm 357 também.
Speaker A
Número nível 3A vai segurar aí 9 mm. subetralhadoras que tem despesa do calibre, p 44 magno e o nível três aí que é o que o carro por c aguenta. Então munições de fuzil, né, 762 e 308 tá os
Speaker A
carros blindados a segurança privada, então tem aí é um nível maior de blindagem, é o nível quatro, mas aí são só pros exércitos, tá? Que aguentam aí.
Speaker A
50 e aí vai nesse sentido, certo? da atividade lá, né? Artigo 49. Empresa de transporte e valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas, tá? Geralmente as empresas de transporte de valores, elas abrem um outro CNPJ só
Speaker A
para o transporte de valores, tá? Elas não podem ter uma outra eh exercício no seu CNPJ, por assim dizer, tá? Então a tem que caber o outro, certo?
Speaker A
Autorização para o funcionamento das empresas de transporte valores inclui possibilidade de realização da vigilância patrimonial e sua matriz de suas filiais e de suas outras instalações, além de outros serviços correlatos ao de transporte de valores.
Speaker A
Então, dentro do emprego de transporte de valores, eles podem ter vigância patrimonial, mas só para poder fazer a segurança da do estabelecimento, tá? Mas eles não podem ter lá a a a especificação de patrimonial para eh como forma de vender o serviço, tá?
Speaker A
Então eles são só de a função deles é de transporte valores e a vigância patrimonial é permitida só para poder fazer a segurança de suas instalações, tá?
Speaker A
As empresas de transporte de valores poderão prestar serviço de abastecimento e manutenção de caixa de tranqu vedado.
Speaker A
Eh, então o que acontece quando o vigilante desce para poder fazer a retirada ou poder colocar os valores no no caixo eletrônico, eles podem fazer isso, mas eles eles não têm o vigilante, eles não podem fazer, por exemplo,
Speaker A
manutenção de caixa eletrônico de outros bancos na quais fora aqueles que estão trabalhando. Então, a empresa que transporte de valores que que foi contratada por um banco X, ela pode fazer a manutenção e fazer a coleta e a
Speaker A
entrega de valores para aqueles eh máquinas do banco X. Eles não tm nenhum tipo de acesso, nem podem fazer nada com caixas de banco Y, tá? Então, tem lembrar disso aí, ó. E as atividades de manutenção desses caixas eletrônicos, de
Speaker A
instalação, vistoria e atendimento técnico e acionamento de alarmes não poderão ser realizados pelos vigilantes do transporte de valores, mas sim para aqueles que exercem uma função específica a isso, tá?
Speaker A
Então, quem faz manutenção, quem faz monitoramento, essas questões são são outros vigilantes que não são aqueles do transporte de valores que fazem a parte de entrega e coleta de valores.
Speaker A
Artigo 50. As empresans valores deverão utilizar uma guarnição mínima de quatro vigilantes do carro forte, né, por veio especial, já incluindo o condutor, todos com extensão de transporte valores.
Speaker A
Então, dentro do carro forte é só só estão adentro quem tem extensão em transporte de valores, tá? Uma sugestão aí para quem quiser exercer a função de transporte de valores é que já corra atrás, por exemplo, de ter uma carteira
Speaker A
de caminhão, tá? Acho que isso eh porque como para poder dirigir esse tipo de carro, existe uma carteira com esse nível de de de liberação. Se você já faz o curso vigilante e sai e já ainda tem uma carteira já de nível D, por exemplo,
Speaker A
né? Eh, você já tem aí um mais um passo na frente aí para poder conseguir mais fácil um trabalho nessa área, tá?
Speaker A
Artigo 51. No transporte de valores e instituições financeiras, as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais de sua posse ou propriedade, nos casos em que o numerário ser transportado seja igual ao superior a 20.000 Fs, tá? Então, ah, tem
Speaker A
a questão assim, ó, as empresas de transporte de valores devem usar a os os carros, os veículos que estão registrados no seu nome, tá? Passou de 20.000 F. Aí, ó, eles têm que estar no veículo especial. Tinha falado 5.000, eu
Speaker A
falei errado, tá? É 20.000 F. Eles têm que usar o veículo especial, tá? Que é o carro forte.
Speaker A
Eh, nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7.000, inferior a 20, poderá ser utilizado o veículo comum. Então, por exemplo, não sei se sabiam disso, mas em hoje em dia no Brasil tem caixa eletrônica em tribo
Speaker A
indígena. Você sabe onde disso? tem caixa da tribo indígena, eh, até porque tem benefício que eles retiram, né? Então, o que acontece? Quando, como o acesso a esses locais são bem difíceis, não tem como para usar o carro
Speaker A
porte, eles podem usar um carro comum, mas os valores não podem ser ultrapassados 20.000 F, nem pode ser inferior a 7.000 Fs, tá?
Speaker A
Ah, da posse proprietário das empresas transporte e valores, sempre com a presença de no mínimo dois vigilantes especialmente habilitados, tá? É vedada a contagem de numerários no local de acesso dos aos usuários por ocasião do aparecimento dos caixos eletrônicos e
Speaker A
outros terminais de auto atendimento, tá? Geralmente quando o carro do transporte valor já desce do carro forte, ele já eh não precisa nem contar, nem para poder colocar, nem para poder retirar. Isso já é feito aí eletronicamente hoje em dia, inclusive
Speaker A
para poder trazer mais segurança para quem exerce a função. Nas regiões onde for comprovada a inviabilidade do uso de veículo especial, a empresa de transporte de valores poderão ser autorizadas pela Desp ou, né, a CT de vigilante a efetuar
Speaker A
o transporte por via aérea fluvial ou por outros meios, devendo utilizar no mínimo dois vigilantes especiais somente habilitados.
Speaker A
Eh, então aquilo que eu falei para vocês com relação locais de difícil acesso, tá?
Speaker A
Então, se é difícil acesso, esse carro são a melhor maneira para poder táar transportando esses valores, mas tô tem no mínimo aí dois vigilantes habilitados, mas o carro do veículo especial que é o transporte de valores, tem que ter uma guardação mínima de
Speaker A
quatro, tá? A de dois seria no mínimo para questões de carro comum. A execução de transporte de valores inicia-se obrigatoriamente no âmbito da sua unidade de federação. Ou seja, assim que você saindo com carro forte dentro da empresa, o seu trabalho já já já está
Speaker A
acontecendo, tá? E a o retorno da da do do destino final para a empresa também é permitido aí com os armamentos que vocês foram, né? Então você pode tanto ir quanto retornar, porque antigamente não podia. Antigamente você ia armado, mas
Speaker A
depois que entregasse os valores ou entregasse as cargas para essa escolta armadas tinha que voltar desarmado. Aí claro, devido ao risco disso, né? E aí vários crimes que aconteceram ao longo desse desse fator, eles at agora autorizaram também o retorno das
Speaker A
guarnições armadas também, certo? As armas que no carro forte podem ser utilizadas são as mesmas da escolta armada, revólver cal 38, pistolas 380.
Speaker A
E as espingardas 12, 16 ou até 20 também podem ser utilizadas. Em alguns casos aí do carro transporte de valor até até carabinas também são permitidas. Calib carabinas calibre 38, tá?
Speaker A
As empresas de transporte valores deverão deverão e as demais empresas de segurança privado poderão dotar seus vigilantes de cono proteção balística, observando se a regulamentação específica do comando do exercito.
Speaker A
Então, colete balístico, tá? Todo o que o que compõe a guarnição do vigilante de poder geral em qualquer uma das áreas, né? Então, armamento, colete balístico, uniforme eh padronizado da empresa.
Speaker A
Certo, pessoal? Tão aí? Alguém tá conversando comigo? Se já tão fora? Já tô falando sozinho.
Speaker A
Tô não, eu tô, tô te ouvindo. Não. Então beleza, tranquilo. Eh, fechou. Professor, aqui agora vai falar sobre a questão da segurança textual privada, tá? Segurança textual privada. Pessoal, espera só um pouquinho. Só vou tomar uma água aqui
Speaker A
rapidão, já volto. Só um minutinho. Pera aí. Cegado. E aí? Vamos lá, pessoal. Então, segurança pessoal privada, tá? Que é o que eu falei para vocês, que é o de guarda-costas lá, né? Que é o segurança VIP, que nós chamamos, certo?
Speaker A
ele tem eh algumas particularidades com relação às demais eh funções, certo? Então, segurança pessoal privada ou segurança VIP. Então, algumas pessoas, devido à sua posição social financeira, requerem, além de adoção da de dicas pessoais de segurança, a adoção de
Speaker A
segurança pessoal privada a ser realizada por empresas que atuam no seguimento da segurança privada. Foi aquilo que eu falei para vocês lá no começo, quem exerce a função de segurança privada só pode só pode ser feita por empresa, por profissionais formados na
Speaker A
segurança privada, tá? Então, eh, o segurança pública só só exerce a parte de segurança pessoal para pessoas públicas, tá? Mas, eh, pessoas que fazem parte aí da da do estado, certo?
Speaker A
Legalmente falando, então legalmente falando, só poderia fazer exercer aí a função de segurança privada.
Speaker A
profissionais formados tanto na na no curso de formação de vigilante quanto o curso de tensão de segurança pessoal, tá?
Speaker A
Eh, e aí devido a pessoas que têm um alto poder aquisitivo, pessoas que aí eh exercem funções que trazem de risco, enfim, das cerebridades, eles têm aí eles necessitam aí de uma segurança mais específica e entra onde entra a
Speaker A
segurança pessoal privada, tá? atividade de segurança pessoal privada se caracteriza pelo emprego de vigilantes qualificados credenciados para a atividade pessoal privada com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas. Que que é incolumidade, né? O bem-estar físico,
Speaker A
tá? né? Então, a função do segurança pessoal privada é fazer a a a segurança e manter a segurança do bem-estar físico, não só físico, mas físico e emocional, eh, da da da pessoa que na qual ele foi destinado, tá? Tal atividade somente
Speaker A
deverá ser executada por empresas especializadas em segurança pessoal com vigilância credenciadas junto à Polícia Federal, conforme o regulamento da portaria 323, tá?
Speaker A
Então, a segurança pessoal, pessoal, eh, na verdade é a profissão, como eu disse, que melhor remunera, mas também ela cobra muito aí do profissional. Primeiro porque você vai, você é pago para poder viver a vida da do seu VIP, né, que a gente fala, do seu
Speaker A
assegurado lá, né? Eh, geralmente a segurança pessoal, ele tem uma carga horária muito alta assim, né? Você tem trabalha 24 horas, o tempo inteiro à disposição da pessoa, né? E tem o fato o seguinte, as as demais funções da
Speaker A
segurança privada, patrimonial, escolta, transporte, a gente enfatiza muito pros alunos a seguinte questão, ó. A sua função aqui é vigiar, sua função é fazer a segurança. Você não é pago para morrer em serviço, tá? A gente fala, a gente
Speaker A
enfatiza muito isso pros alunos com a gestão da patrimonial, exporta, transporte. O VIP já é o contrário. Aqui no VIP literalmente você é pago para morrer se caso os seja necessário. Ao invés da vida do do seu VIP, é a sua
Speaker A
vida que tem que ir na frente. E é uma profissão meio ingrata que sentido? Se você morreu no exercício da função levando tiro pela sua vida, você não fez mais do que a sua obrigação. Agora se o seu VIP morreu, né, é improvável que
Speaker A
você volte a trabalhar na área de novo, porque a sua função era manter o cara vivo e ele acabou morrendo, né? Enfim.
Speaker A
Só que também é uma área, como eu disse, que paga muito bem. E esse o salário basicamente ele é livre para você. Todos os custos são pagos pela pelo seu empregador. Você não tem custo com alimentação, com viagem, com transporte,
Speaker A
nem nada, né? Então o salário feito é livre só para você ali, tá? E aí eu falo muito pros alunos assim, né? até pelo fato que ter exercido essa função. Eh, a segurança VIP para você, o que te
Speaker A
habilita, na verdade, né, a trabalhar é o curso de de extensão. fez o curso de exção de segurança pessoal privado, você já pode exercer a função, mas não é isso que vai te fazer se tornar um bom profissional. Porque você tem que
Speaker A
entender o seguinte, eh, se coloca no lugar de um empresário rico que vai contratar lá alguém para poder fazer a sua segurança.
Speaker A
Quais são os as prerrogativas que você vai vai procurar nos currículos quando for olhar para escolher a pessoa que vai te ser que vai fazer sua segurança? Que que você quer ver nesse currículo?
Speaker A
Alguém conversa comigo aí? Uai, um currículo bem sucedido, né? Mas especifica melhor. É um currículo de um, como se diz, de um de um segurança que atua bem, né, na área dele.
Speaker A
Melhor isso aí. tá muito, tá muito generalizado. Como é que como é, como é que o ele vai dizer que é bem-sucedido na área?
Speaker A
Defendendo a vida do da pessoa que, igual você falou, que que ele tá ali para morrer, é que tem que pôr a vida dele em linha de frente.
Speaker A
Hum. É nisso aí. Mas o currículo não fala isso. O currículo vai falar os cursos que você tem, as habilidades que você tem enfim.
Speaker A
Ah, quando aí você é um empresário, tu tem tu tá lá com um monte de currículo na frente, que que você que que você tá caçando nesse currículo que te que que te que falei? Esse cara aqui vai é o
Speaker A
cara que quer contratar. Que que você quer, que que você quer ver nesse currículo?
Speaker A
Pensa pensa pensa pensa. Quando você for ver esse currículo, você quer ver, se você viver aqui nesse currículo aí que o cara que é o dono dele, né, que te deu lá, tem vários cursos voltado à arma de fogo. Você acha
Speaker A
bom? Ah, demais, velho. Tá bom, né? Isso. Já já di que mais? Que mais você quer ver aí? Vai lá.
Speaker A
Ai, deu uma como com muitos cursos já feit assim. Quais curso? Vários cursos, né?
Speaker A
Quais cursos você acha que que você quer qu que é ter feito? Por exemplo, você vê se você vê que esse currículo lá tem o cara tem treinamento em artes marciais, você acha bom disso ou também ou não?
Speaker A
Também, né? É, também faz porque uma hora você precisa desarmar o cara rapidamente que tá que tem que você tem possibilidade de desarmar ele, né?
Speaker A
Pois é. Então é isso que eu queria falar assim, ó. Quando você quer, se você quer trabalhar nessa área, por assim dizer, eh, você tem que ter um currículo mais do que aquilo que é o mínimo para poder
Speaker A
trabalhar. Pera, pera, pera só um pouquinho, só um pouquinho. Pera aí. Fui trocar o fone aqui que o meu fone tá na cara da bateria. Eh, então assim, o o você quer um que o profissional que você vai contratar tem habilidades fora o
Speaker A
mínimo. Qual que é o mínimo para você poder fazer a função? Ter a segurança patrimonial e o curso de extensão VIP.
Speaker A
Esse é o mínimo. Mas agora você tem que, ou seja, você tem que acrescentar no seu currículo fatores que te façam ser escolhido. Então, se você tem cursos aí voltados à arma de fogo, isso acrescenta bastante. Se você tem cursos aí voltado
Speaker A
às artes marciais, isso acrescenta bastante. Então, você tem cursos de de condução, né, de direção ofensiva, evasiva, isso acrescenta bastante. Se você tem algum currículo militar, se você foi do exército, isso também ajuda bastante entende?
Speaker A
Então é é sempre bom você rechear o seu currículo para poder te dar aquele diferencial para ser escolhido. Mas aí você pega e me fala: "Professor, mas tá, onde é que eu vou achar essas coisas, esses cursos?" É por isso que eu falei
Speaker A
para vocês que a segurança privada é muito interessante, porque dentro da segurança privada esses cursos são proporcionados, eles são exercidos. Se você tá fazendo um curso vigilante, você tem esse acesso a esse tipo de curso de direção, de manutenção de armas, de
Speaker A
direção ofensiva ou evasiva, eh de combate corpo a corpo, de mobilização, de tonfa e por aí vai. Então o curso de segurança privada, não só para questões profissionais, mas ele te dar um leque muito grande de possibilidades para a especialização militar,
Speaker A
tá? E que no caso da segurança pessoal, uma coisa que eu enfatizo muito para os alunos é o quê? Quanto mais habilidade você tiver, menos risco a sua vida vai correr. Porque a ideia, eu até falava para os alunos quando eu estudava esse
Speaker A
curso de forma de extensão lá, a ideia, né, a minha a minha o meu objetivo aqui enquanto professor é ensinar os meus alunos a não morrer.
Speaker A
E como é que você aprende a não morrer nessa função? Tendo habilidades. Quanto mais habilidade você tiver, eh, eh, são inversamente proporcionais. a gente fala, né? Quanto mais habilidade você tem, menos risco sua vida corre. E o contrário também é verdade. Quanto menor
Speaker A
a habilidade, maior é a possibilidade de alguma coisa dar errado, tá? Então, e e essa é uma função que remunera bem, tal, muito bacana, mas a exigência da qualificação profissional para quem exerce a função tem que ser muito maior,
Speaker A
eh, é muito maior, aliás, e muito mais arriscado do que as demais. Até por isso que eh ela tem uma tem paga mais do que as demais, tá? Então, lembra desses fatores aí, certo?
Speaker A
Conceito de segurança pessoal. Então, podemos conceituar de segurança pessoal como sendo qualquer atitude, comportamento ou ação que tenha como objetivo a preservação da integridade física e mor das pessoas, tá? Galera, por exemplo, eh, eu sou eu sou também
Speaker A
mestre de de artes marciais e daí dava o curso defesa pro pessoal lá nesses cursos de segurança privada e eu perguntava pros alunos lá, para eles, né, para aí eu vou perguntar para vocês que que que você acha que é defesa
Speaker A
pessoal, que também se alonga aqui a ideia de segurança pessoal. Conversa comigo aí. Que que você acha que quando você escuta a palavra defesa pessoal, o que que você acha que isso quer dizer?
Speaker A
Você vai aprender defesa pessoal? É artes marciais de defesa pessoal. É, elas se baseiam de artes marciais.
Speaker A
Mas vamos lá. Quando você acha que vai aprender arte defesa pessoal, você acha que vai aprender a fazer o quê?
Speaker A
Vai vai aprender a se defender, né? Sim, eu acho, né? Não, você vai aprender a se defender.
Speaker A
Tá, mas de que jeito? Como usando cor, que é a técnica de combate corpo a cor, que é a técnica de de combate, né, das artes marciais, corpo e corpo.
Speaker A
Ó, defesa pessoal, ela não tá restrita a habilidades físicas de combate corpo a corpo, tá? também faz parte, é claro, mas a defesa pessoal é tudo aquilo que você se bene, que você tem enquanto atitude e que você se beneficia disso
Speaker A
para não para você preservar o seu bem-estar físico intelectual. Mur muito difícil, tá? Vou explicar mais fácil.
Speaker A
Você tá num bar lá e aí começa uma briga no bar e você pega, el se levanta na sua mesa e você se retira, certo? Você acha que isso foi o quê?
Speaker A
Essa atitude de levantar da mesa e sair de perto da briga foi uma defesa pessoal da gente, né? Já pensou, já você avaliou a situação para você não correr riso de entrar no meio da briga, você saiu de perto. Isso é
Speaker A
defesa pessoal, tá? Se você escolhe não frequentar locais que podem te oferecer risco, isso é defesa pessoal? Também é defesa pessoal. você ser uma pessoa educada, ser uma pessoa que mede as palavras, que não procura confronto. Isso tudo são
Speaker A
atitudes de defesa pessoal, tá? O combate corpo a corpo, ele também faz parte quando você quando nada dá certo, quando você o fato de você sair de perto da da do do confronto não não resolveu.
Speaker A
O fato de você não procurar o confronto mesmo assim da aconteceu e não resolveu.
Speaker A
Quando você tentou sair da situação de conflito e não deu certo, você teve que entrar no meio. Aí é onde as habilidades de corpo a corpo vão fazer, vão fazer sentido. Mas toda a segurança privada, todas as funções da segurança, seja ela
Speaker A
pública ou privada, seja ela você polícia, aumentar ou vigilante, elas são pautadas na sua capacidade de antecipar o risco e tomar as atitudes antes que elas aconteçam, tá? Então você não pode exercer a função da segurança gera em
Speaker A
qual lugar, público ou privado, esperando que a situação aconteça para aí sim você tomar alguma atitude. Não. O trabalho tanto da segurança pública quanto da seno privada, ainda mais na segurança privada, ele é antecipativo, é preventivo, ele é coibitivo,
Speaker A
né? você toma atitudes para que as coisas não aconteçam, para que as para que elas sejam evitadas ou porque pelo menos as consequências daquilo que tá acontecendo não se respinguem em você ou no caso aqui entro na na segurança
Speaker A
pessoal e se respinguem aí na pessoa que você tá protegendo, tá? Então você tem que lembrar que defesa pessoal, assim como segurança pessoal, são é toda e qualquer atitude que você se utiliza dela para preservar a sua integridade
Speaker A
física e moral, tá? Você tem que lembrar disso, o combate de corpo a corpo, ailidade de arma de fogo, isso tudo faz parte também, mas não é a única coisa que você se utiliza para isso, tá? Então o objetivo da segurança pessoal é
Speaker A
salvaguardar, né? Ou seja, fazer a segurança das da das pessoas contra riscos que possam causar danos aí a sua integridade física e moral, tá? Esse é o objetivo da segurança pessoal, assim também como é o objetivo da da da defesa
Speaker A
pessoal tá certo? Quais são os riscos aí paraa segurança pessoal, né? Paraa segurança pessoal.
Speaker A
Então, temos furtos, roubos. Sabe a diferença de furto para roubo? Alguém já tiveram essa aula já, galera?
Speaker A
Não, para mim ainda não, né? Eu sou novo aí. Tá, mas furto é quando acontece o alguém pega alguma coisa de você sem que tenha agressão, sem que você seja coagido, tá?
Speaker A
Então, alguém eh você tá no ônibus, alguém pegou sua carteira e levou embora. Você nem viu, só só ver só foi ver quando você chegou na sua casa. Isso foi um furto, não teve agressão, tá? Não teve não teve agressão nem física, nem
Speaker A
moral, nem nada. Então isso é um furto. Roga é quando já acontece a agressão. É algo que já já fez ali, já fez contra a sua vontade ali, te obrigou, te ameaçou, aí isso vira roubo ou assalto. Tá certo?
Speaker A
Então quais são os riscos da segurança pessoal? Furto, roubo, assalto, sequestros, acontece bastante. Espionagem industrial, por exemplo, acontece muito comum. Chantagem também é muito comum de acontecer. Sabotagem, né?
Speaker A
a pessoa com quem eu trabalhei, por exemplo, já tinha sofrido sequestro, por exemplo, tá? E e tanto roubo e assalto.
Speaker A
Então, foi foi por esses motivos elas me contrataram. Era um era um fazendeiro muito rico aí de Goiás que tinha além de fazenda tinha outras coisas e já tinham sido sofrido ameaças, enfim, já tinham tido atentado contra a vida deles, então
Speaker A
eles já tinham sido sequestrados. Então, aconteceu esse fato, tá? Desmoralização, né? Pessoas que são ofendidas publicamente, né? acidentes aleatórios, enfim. Então isso isso já já parte outras habilidades. Por exemplo, eh cara que vai trabalhar de segurança pessoal e galera, cara tem que saber,
Speaker A
tem ter curso de primeiros socorros e coisas e coisas adversas, por exemplo, saber saber saber nadar, saber fazer resgate aquático. Tanto é que no curso de segurança pessoal tem rapel, tem tem a a a o curso de salvamento em altura.
Speaker A
Então você tem que ter essas habilidades, porque quando você vai trabalhar você tem que estar pronto para toda e qualquer situação. Então quanto mais habilidade você tiver melhor que será para você, né? E quanto agressões físicas e morais, tá? Então são todos
Speaker A
esses aspectos aí que o segurança pessoal vai est agindo diretamente, OK? Danos e perdas, né? Os danos e perdas consequentes eh da concretização de risco da da segurança pessoal podem ser divididos em três categorias: humana, moral e material. Então, quais são os
Speaker A
prejuízos aí, né? Nós temos três partes, então, humano, moral e material. Quais são as perdas humanas, né? Quando acontecem coisas diretamente ao bem-estar físico das pessoas. Então, a gente tá falando de lesões físicas, a gente tá falando de brigas, atentados,
Speaker A
tá falando de eh tiro, tudo que envolve o corpo lá da pessoa, tá? Então, se lá primeiro para poder preservar as o seu VIP, né, a a pessoa quem você protege, de eventuais danos e perdas físicas e humanas, né? Quais são os danos morais,
Speaker A
né? Então, ocorre quando os bens intangíveis, né? Porque a moral é algo intangível, que não tem como pegar, tá?
Speaker A
intangível, unha é de negação, não tangível, ou seja, não é, não tem como mensurar, não tem como pegar, não é muito, não é palpável, tá? Então, de quanto a bens intangíveis são afetados e prejudicados? São considerados bens intangíveis, a moral ou a imagem da
Speaker A
pessoa e ou a sua organização à qual ele tá ligado, tá? Então, por exemplo, pessoas, você muito vê muito isso com que com quem faz a segurança de cantores, celebridades, né? Tá lá o cara andando cheio de gente, alguém vai e
Speaker A
taca um ovo nele, taca lá uma farinha, joga um chinelo. Então isso que vai agredir a moral da pessoa, né? A imagem da pessoa. Então você tá lá para poder ficar atento para que esse tipo de coisa não aconteça, tá?
Speaker A
E os danos de perdas materiais, né? A gente tá falando de patrimônios, então dinheiro, carro, casa, tudo que envolve que tem valor monetário, que é tangível, vamos colocar assim, também é outra área de atuação para que você eh evite
Speaker A
qualquer tipo de acidente. Então, quais são as perdas? Humana, que envolve a parte física, morte, lesões, brigas, acidentes, moral, que são os bens intangíveis, que é tanto a imagem quanto a moral das pessoas, que é algo que tem
Speaker A
como a gente mensurar. Eh, e os materiais, que aí já envolve os meios materiais, valores, dinheiro e tudo aquilo que é tangível, tá bom?
Speaker A
Nós temos aí as as subdivisões da segurança pessoal, né? Temos a segurança pessoal de celebridades e as de executivos que que acabam eh exigindo conhecer eh abordagens diferentes, por assim dizer, né? Então, celebridade pode ser definida como uma pessoa amplamente
Speaker A
conhecida pela sociedade. Então, hoje todo mundo quer pelas mídias sociais, por exemplo, né, como youtubers, eh, Instagram, TikTok, enfim, pessoas que tm uma a uma imagem pública aí são celebridades, tá? Devido a sua fama, as cenidades são sujeitas a diversos tipos
Speaker A
de risco, motivos pelo qual requerem medidas especiais de segurança. Alguém lembra aí um dos casos mais famosos de celebridade que foi assassinada?
Speaker A
Alguém consegue lembrar o nome aí? Uai, tem aquela Carla, Carla Peres, não, Glória Peres, que o rapaz matou ela com as com a tesourada, né?
Speaker A
Hum. Teve teve também alguém muito famoso de antigamente, aí já vi no mundo todo, o cara do Beatles. Alguém lembra aí qual que era o cara do cara do Beatles? Que o que o o fama deu um tiro
Speaker A
nele? Não, esse aí eu não tô lembrado não. Eu desse aí não, eu. Pois é. Enfim, então nós temos aí várias pessoas famosas que sofrem ameaças, né?
Speaker A
Tinha uns irmãos aí da Ana Rikman também que que que quase foi morto, né? Aí teve o marido da Ana Ricma lá que matou o cara. Enfim. Então nós temos várias situações com pessoas famosas aí que a são são funções de segurança pessoal
Speaker A
tentar salvaguardar aí algo mais recente aí um atentado, por exemplo, só que aí já não entra a segurança privada, né?
Speaker A
Mas a a privada, mas a segurança pública, que foi o Bolsonaro também que levou aquela facada, né? Mas quem tinha, quem era, quem tinha a obrigação de fazer a segurança dele era a segurança pública, no caso aquele ali é a Polícia
Speaker A
Federal, tá? Mas só como ele também é uma pessoa famosa, assim como qualquer outro política que poderia ser, né, também cabe essa definição aí, tá?
Speaker A
E a questão de pessoas executivas, né? Então, algumas pessoas em função do negócio que desenvolvem ou do cargo que ocupam numa empresa requerem medidas especiais de segurança. Atividade de segurança pessoal de executivos visa a proteção de empresários e executivos que
Speaker A
devido à sua função condição econômica, requerem medidas especiais de segurança. Em algum alguns casos, a segurança executiva é importante não só para ele, mas também para a organização à qual ele pertence ou está ligado, porque a questão de executivo, a a imagem dele
Speaker A
também tá ligado à imagem da empresa que ele trabalha muitas vezes, tá certo? Então essa também é outra área de atuação aí da segurança pessoal, beleza?
Speaker A
E temos aí a segurança pessoal de autoridades. Como eu disse para vocês, quem geralmente faz a segurança de autoridades são aí a segurança pública, né? Podemos considerar como autoridades para esse fim as pessoas que ocupam cargos relevantes em instituições e
Speaker A
órgãos governamentais, como chefe de estado ministros governadores etc. Essas pessoas, devido a sua ocupação, requerem medidas especiais de segurança, pois qualquer concorrência que envolva acabam refletindo na organização ou na ação a qual representa.
Speaker A
A segurança de autoridade normalmente são executadas por agentes de segurança pública, então forças armadas, polícia federal militares etc.
Speaker A
Devemos ter em mente que a segurança é um direito de todos e responsabilidade de cada um de nós, tá? A segurança, eh, esses, eh, essas autoridades, né, eh, cargos governamentais, eles podem também contratar eh segurança privada sem ser
Speaker A
da segurança pública? Pode, pode sim, tá? Eh, na escolha deles, eles podem usar tanto policiais ou integrantes dessa das forças de segurança pública.
Speaker A
Se eles também quiserem contratar a segurança privada, eles também podem contratar. Ok, tranquilo. Beleza, pessoal. Vamos lá. Tá me vendo aí?
Speaker A
Sim. Fechou. Beleza. Tá. Com relação àilo que eu falei para vocês aqui, vocês têm alguma pergunta para poder fazer? Vocês têm alguma colocação aí?
Speaker A
Não, eu, como se diz, né? Minha curiosidade é só na hora mesmo, igual o senhor falou, aí eu tento responder as coisas, né? Aí, como se diz, o resto de Deus caminha pra gente.
Speaker A
Eu vou eu vou mandar esses slides aqui no grupo, tá? Abram o grupo de vocês aí.
Speaker A
Receberam aí já? Confirma aí se vocês viram aí no grupo de vocês. Bem professor pois é. Então, esses slides que eu acabei de passar para vocês aí, já mandei no grupo, tá?
Speaker A
Para que vocês tenham aí o acesso. Qualquer dúvida, se vocês tiverem alguma dúvida aí sobre algum aspecto, eh, vou estar disponível agora até às 5 horas para poder responder as perguntas de vocês, tá? Eh, aí se vocês já têm, vocês
Speaker A
podem mandar a pergunta de vocês aí no grupo, tá? Que aí eu já de de tempo em tempo eu já vou vendo se vai esperar esperar formar a quantidade de perguntas e respondo aí as dúvidas de vocês, caso
Speaker A
tenha algum alguma coisa, tá certo? Eh, dizer aí que com satisfação aí estar com vocês esse domingo. Se vocês estão aí assistindo a s a domingo, é porque vocês têm objetivo, estão correndo atrás aí, tá? Não se esqueçam de se
Speaker A
especializarem, de se de estudarem cada vez mais. A área da segurança privada é uma área muito boa para aprendizado e para poder exercer a função também de e como primeiro contato na área da segurança, tá? Para quem e e para algo
Speaker A
para ser exercido para quem tem esse objetivo até o momento que você passar a sua segurança pública aí no seu concurso, tá? como carreira também que tem eh tem proporção para ganhar tanto quanto até mais do que eh do que
Speaker A
segurança pública. Não vai ter a estabilidade que a a o concurso dá, mas a estabilidade na de muitas vezes quem faz é o próprio profissional pela sua qualidade, tá? Eh, no mais, quem tem alguma forma como eu disse,
Speaker A
qualquer coisa que vocês quiserem pedir, sugestão, etc., entra, é só entrar em contato comigo que eu vou estar à disposição de vocês, tá? para as perguntas aqui até até às 5 horas, mas os demais dias aí que vocês precisarem é
Speaker A
só me contatar, tá? Às vezes eu não consigo talvez responder na hora por si só, porque eu não tô no Brasil, tô aqui na Europa. Então o os nossos horários aí eu tenho tô 4 horas à frente de vocês,
Speaker A
tá? Então às vezes o horário não bate, mas assim que eu enxergar a resposta de vocês, as perguntas de vocês e as dúvidas, eu respondo aí na medida do possível certinho?
Speaker A
Certinho. Beleza. Beleza, [roncando] galera. Então, agradecer a todos e aí eu vou vou já vou encerrar essa aula de agora da parte do período da manhã a partir da 1:30. 1:30. Deixa eu ver aqui o horário certinho.
Speaker A
Acho que é 1:30 me deixa ver. Ah, partidão, dá 1 hora já vou estar aberto a qualquer questões que vocês queiram aí perguntar.
Speaker A
Certinho? Obrigadão. Então, certo? Bom tudo para vocês e até as próximas horas aí. Abraço.
Speaker A
Falou. Eu também. อ
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