Aula sobre armamento e tiro com foco em aspectos técnicos e práticos para familiarização e desmistificação do uso de armas de fogo.
Key Takeaways
- Conhecimento técnico reduz o medo e aumenta o respeito pelo armamento.
- A prática e a teoria são essenciais para o manuseio seguro e eficaz de armas.
- A familiarização com armas de fogo é fundamental para carreiras policiais e militares.
- Não existe pergunta idiota; dúvidas devem ser esclarecidas para melhor aprendizado.
- O conhecimento é um investimento contínuo que agrega valor pessoal e profissional.
What the video covers
- Apresentação do instrutor Murilo Machado, especialista em segurança pública e instrutor de tiro pela Polícia Federal.
- Objetivo da aula: fornecer conhecimento teórico e prático sobre armamento e tiro para aumentar a familiaridade e reduzir o medo.
- Discussão sobre a importância do respeito e conhecimento para o manuseio seguro de armas de fogo.
- Explicação sobre a mitologia e os medos associados às armas de fogo e a necessidade de desmistificação.
- Introdução à história, calibres, modelos e funcionamento das armas de fogo.
- Demonstração e ensino das técnicas básicas de tiro para melhorar a precisão e segurança.
- Importância do conhecimento prévio para melhor desempenho em cursos de tiro e concursos públicos.
- Encorajamento para perguntas e interação durante a aula para sanar dúvidas dos alunos.
- Discussão sobre a relação entre conhecimento e poder, e o papel do aprendizado contínuo.
- Relevância da aula como complemento para carreiras policiais e militares.
Chapters
- 00:00Introdução e apresentação do instrutor
- 10:00Objetivos da aula e importância do conhecimento em armamento
- 18:20Desmistificação do medo e mitos sobre armas de fogo
- 33:20Aspectos técnicos: história, calibres e modelos de armas
- 46:40Fundamentos e técnicas básicas de tiro
- 58:20Demonstração prática e dicas para melhorar a precisão
- 71:40Segurança no manuseio e procedimentos em falhas de disparo
- 83:20Encerramento, dúvidas e considerações finais
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Speaker A
Exatamente. Certo. Só um instante, por favor. Acho que OK. Eh, Bia e também para todos que vão, eh, posteriormente, estar assistindo essa aula, né, pelo Meet, pelo vídeo.
Speaker A
Eh, falar um pouco sobre mim aqui, depois iniciar uma apresentação para o pessoal, já que o Vladir tá aí, né?
Speaker A
Depois a gente vai iniciar com a aula e algumas perguntas referentes a isso, tá? Eh, enfim. Meu nome é Murilo Machado, tá? Eh, eu tenho a, eu tenho a formação superior aí em gestão de segurança pública, uma pós-graduação
Speaker A
também na mesma área. Além disso, além da gestão de segurança pública privada, tenho também uma formação superior em educação física, também uma especialização e atualmente tô no mestrado aqui na Europa, aqui em Portugal, tá? Na área da segurança
Speaker A
privada. Eh, sou instrutor de tiro já pela Polícia Federal há mais de 5 anos, né, entre outras matérias como gerenciamento de crise, uso progressivo da força, tecnologias menos letais. Também sou mestre em artes marciais, ministro matérias como defesa pessoal, combate
Speaker A
com faca, desarme de arma de fogo, imobilizações táticas e tudo que vincula essa parte de combate corpo a corpo na área militar também, OK? E hoje, eh, em suma, a gente vai estar falando, nós iremos falar aí sobre armamento e tiro,
Speaker A
tá? Eh, já pode definir esse nome, armamento, ele vai julgar mais a parte técnica, então, sobre conhecimentos gerais, sobre história de armas de fogo, identificação de modelos, calibres, eh, sobre projetos, munições, enfim, um aspecto geral teórico sobre a arma de
Speaker A
fogo, né, e tudo que vincula isso. E o tiro seria o tiro prático, né? Então eu vou dar já, eu vou iniciar com vocês já a técnica de tiro e aí no Brasil vai posteriormente chamar um outro professor
Speaker A
que provavelmente vai tá aí passando a parte prática com vocês, ok? E ao longo da aula, qualquer dúvida aí que vocês tiverem sobre qualquer aspecto, é só perguntar que eu vou estar respondendo vocês. Lembrando que não existe pergunta
Speaker A
idiota, tá? Então qualquer dúvida que vocês tiverem é só fazer. Por mais, eh, talvez você acha superficial, mas pode perguntar que a nossa função aqui eh sanar as dúvidas de vocês o máximo que a gente puder, ok? Eh, para iniciar a
Speaker A
aula, eh, vaiar só como Valdir, tá, o Vladir, né? Tá, já tá aí. Então, queria que se apresentasse um pouco para mim aí, Vladir, também pra turma que vai assistir. Me fala aí o seu nome, que já tá escrito aqui, mas seu objetivo e
Speaker A
sobre a sua expectativa com relação a essa aula aí. Tá aberto? Pode falar. O, meu nome é Vladir Luís Oliveira, né, como o senhor disse, professor, eu tenho 41 anos, eu sou de Curitiba, no Paraná, e atualmente eu tô pretendendo prestar
Speaker A
concurso público para a Guarda Civil e já vem há algum tempo já querendo, não é que eu venho algum tempo, esse era um sonho que eu tinha desde jovem, assim, meu pai foi policial militar, meu pai, meu falecido pai foi policial militar.
Speaker A
O meu irmão mais velho, ele é agente aposentado da polícia. Então eu sempre quis assim continuar assim aquela a tradição familiar, né? Só que quando era para ter estudado não estudei, mas como nunca é tarde para estudar, né?
Speaker A
De essa oportunidade agora eu resolvi aproveitar ela. Tá certo? Eh, Vlad, é como você disse, né? Ela não quer tarde para os estudos. Vou dar um exemplo até pessoal.
Speaker A
Meu, meu pai, ele, ele eh, ele foi concursado, mas o concurso dele inicialmente era de ensino médio, depois dos 50 anos, quando ele aposentou, ele resolveu fazer um nível superior. Aí então assim, eh, você pode estar com 70
Speaker A
anos que conhecimento só tem a agregar, né? E nunca vai ser um gasto, sempre vai ser um investimento, né? Eh, quiser eu, todas as pessoas do mundo, do Brasil pensassem nesse aspecto e não só na questão superior por si só, não, qualquer tipo
Speaker A
de conhecimento, porque as pessoas é, as pessoas talvez acham assim, ah, faculdade que até que é que faz doutor, não. E faculdade é só um conhecimento diferente. A, por exemplo, na minha área de na parte de segurança público privada
Speaker A
é um conhecimento diferente do que do que você tem. Se fosse uma outra matéria que que fosse o seu domínio era você que estaria no meu lugar. Então assim, não existe ninguém melhor do que ninguém, só conhecimentos diferentes. E aí o momento
Speaker A
de buscar conhecimento, aquele que tem o maior é aquele que vai falar. Então é assim que funciona. O mundo é cheio de conhecimento e a gente tem que correr atrás daquilo que a gente gosta e daquilo que a gente quer. Aí com certeza
Speaker A
você vai se esforçar e vai conseguir atingir esse objetivo aí de e todos aqueles também que tiverem objetivo parecido.
Speaker A
Até porque esse curso ele é tá sendo visto aí como uma ponte, né, para para as carreiras policiais e militares aí.
Speaker A
Tá beleza, Vladir. Então, eh, como eu disse, vou iniciar a aula, mas aí qualquer pergunta que tiver, só pode me interromper, não tem problema, que aí eu respondo sua pergunta e a gente parte a partir de se, OK? E aí vou
Speaker A
usar você como um, um, uma caminho, né, para para que, para a dúvida dos demais que podem vir a surgir aí quando estiverem assistindo esse vídeo aí, OK?
Speaker A
Então, tá. Armamento e tiro, Vladir. Eh, armamento e tiro. Eh, para começar, a ideia dessa aula, ela é uma aula complementar ao curso de vocês, ou seja, ela não faz parte necessariamente da grade curricular de vocês, mas ela faz
Speaker A
como complemento. Qual foi o objetivo, né, que que veio para essa aula? Inerentemente, logicamente, todas as carreiras militares existem. Você faz, você vai passar aí pela parte de tiro, né, de armamento de tiro. E querendo ou não, por mais às vezes, eh, confiante,
Speaker A
corajoso que a pessoa tenha, existe aí toda uma mitologia sobre arma de fogo que traz um certo estresse, né? Traz aí um certo medo, uma certa, um certo receio, porque querendo ou não, eh, a arma de fogo sozinha ela não faz mal a ninguém,
Speaker A
mas o mau uso, a imperícia em cima dela pode trazer acidentes, esses acidentes graves que podem levar aí à morte.
Speaker A
Então, todo esse acesso à mitologia, esse risco que vincula a arma de fogo traz essa e eh, e eh, esse medo aí.
Speaker A
Então, a ideia dessa, dessa, desse, dessa matéria, desse curso, é trazer uma maior familiaridade das pessoas com relação ao conhecimento primeiro geral que abrange a arma de fogo, não é? E depois a, em subsequência, a questão do conhecimento
Speaker A
prático, que vai trazer aí, né, uma, eh, no curso, quando tiverem passado no curso de vocês, vão passar, como eu disse, tiverem lá, forem manusear uma arma de fogo, você já tem um conhecimento, uma habilidade prévia que vai te trazer uma maior
Speaker A
tranquilidade e logicamente vai te trazer também uma melhor performance junto a esse, a essa questão aí. Então a ideia é isso, é trazer essa familiaridade, trazer esse conhecimento, porque foi daí que surgiu aquela expressão de conhecimento é poder, né?
Speaker A
Quando a gente tem conhecimento, a gente não tem medo, a gente respeita. E essa é a questão. A ideia é igual moto. Moto você não pode ter medo dela, não. Você tem que respeitar ela, porque se você falar que não tem medo, você morre
Speaker A
rapidinho, né? Tem uma frase, eu sou de Goiás, né? Daí do Brasil. Eh, a gente tem uma frase lá que fala que asfalto não come sem carne, não. Então, eh, quando a pessoa perde o medo, aí é que
Speaker A
fica arriscado. Então, o respeito é a parte importante e também uma outra função dessa, dessa matéria, além dessa familiaridade, desse, do conhecimento, eh, junto ao conhecimento, trazer também essas desmistificações que tem sobre arma de fogo, né? As pessoas quando
Speaker A
escutamos falar sobre arma de fogo já pensam que arma é para matar, que arma é para causar mal a outras pessoas, que arma é um, é algo perigoso e, e assim vai, né? Eh, como disse, eu ministrei
Speaker A
aulas durante muitos anos e já tive, já me coloquei inúmeras, já estive, aliás, em várias situações com alunos que assim que chegaram a extremos de medo de chegar a desmaiar quando pegasse uma arma de fogo. Eh, e isso acontece a
Speaker A
tremer quando pegar aquela até pela adrenalina, pela, né, que tem também, enfim. Uhum. Então a gente, a ideia de tirar essas mistificações é e
Speaker A
fim. Aí a que fim vai se destinar esse objeto? Aí é aquele o operador da arma que vai dizer e aí a arma vai responder a ídole do seu operador, né? Claro, se o cara se se o seu operador ele é uma
Speaker A
pessoa de maído um bandido, um assassina e lógico a aplicação dela vai ser pro mal. Mas isso qualquer tipo de objeto vai ter essa mesma utilização se a pessoa tiver essa vontade, né? A arma de fogo é tão perigoso quanto um lápis na
Speaker A
mão da pessoa que quer machucar alguém. Um carro, um carro é muito mais, é muito mais letal do que uma arma de fogo, por exemplo.
Speaker A
O carro você tem aí 60 L de gasolina que você pode sair passando em cima de todo mundo durante muito tempo. Então a arma de fogo tem um limite de de munição, né?
Speaker A
E e detalhe, exige uma certa habilidade eh do seu operador para poder acertar o alvo, que não é tão fácil assim, que quando vocês chegarem na prática, vocês vão ver essa essa dificuldade aí, tá?
Speaker A
Então vem esse outro objetivo aí em cima da arma de fogo, que é tirar esses mitos e tirar o medo para que se dê lugar aí ao respeito, né, desse objeto chamado arma de fogo, tá, aí tem alguma alguma
Speaker A
pergunta até então, alguma colocação você quer falar? Não, por enquanto não, professor. Por enquanto tá tranquilo. Beleza. Eu vou eh colocar aqui o slide, tá? E aí Uhum nós vamos partir a partir desse aí.
Speaker A
Vir, tá vendo o slide? Tô vendo, mas não tô enxergando. Vou ver aqui bem de perto.
Speaker A
Tá. Deixa eu. Tá vendo? Tá. Já conseguiu ver o slide ou não? Ah, definição.
Speaker A
Definição, né? Tá. A imagem que tá ruim. [ __ ] você que tá que tá tá tá com uma visão ruim aí prejudicada.
Speaker A
Não, é porque eu uso óculos já. Enxerga um pouco, né? Aí o meu celular ele ele tá com a tela meio esquisita aqui. Tá mais escura. Eu não consigo enxergar direito, mas eu vou chegar mais perto que eu eu enxergo.
Speaker A
OK, tranquilo, tem problema. Quando então vamos lá lá de Então, a gente a gente vai iniciar aí a ideia sobre a definição de arma de fogo, né? Ou seja, como se define tecnicamente eh eh arma de fogo. Ela tem uma definição que vai
Speaker A
dizer o seguinte, né? Arma de fogo é todo engenho constituído de um conjunto de peças com a finalidade de lançar um projétil no espaço com o auxílio dos gados produzidos pela queima da pólva.
Speaker A
Tá? Eu vou explicar essa frase para vocês. Eh, Vladir, só para só para mim ficar mais tranquilo. Eh, eu tô eu tô falando de uma forma bem entendível, né?
Speaker A
Você tá conseguindo entender tudo que tô falando né? Tô, tô sim. Aí tá tranquilo o áudio qualquer coisa que tiver sumindo aí, o áudio sumir, você me avisa que a gente volta ok?
Speaker A
Então vamos lá. Arma de fogo é todo engenho, né? O termo engenho vem de objeto, né? Ou seja, arma de fogo é todo o objeto, né? Que aí vão pegar pela lógica, constituído de um conjunto de peças, né? Igual um carro que é formado
Speaker A
por um conjunto de peças e assim por diante, com a finalidade de lançar um projétil. O projétil, para quem não não entende o nome, é aquela pontinha de chumbo que vem na munição, que a gente vai falar sobre ela mais à frente.
Speaker A
Então, lançaram o projeto do espaço. O espaço é no ambiente que a gente vive, com o auxílio dos gases produzidos pela queima da pólvora. Então vai haver uma ignição, que mais à frente eu vou explicar como ela acontece, que explode
Speaker A
essa que, né, que solta fogo nessa nessa póbora que vai dar ignição a o projeto.
Speaker A
Então, todo objeto que tem um conjunto de peças, que tem a finalidade de lançar um projétil no espaço com auxílio da queima e da poba, é chamada de arma de fogo. OK, tranquilo?
Speaker A
Eh, e aí, claro, eh, lançar esse projétil no espaço, para onde vai ser lançado esse projétil, fica a critério aí do seu do operador dessa arma de fogo, OK? Temos uma outra definição que diz o seguinte, que a arma de fogo ela é
Speaker A
caracterizada por arremessarem projéteis através da utilização dos gases proveniente da queima da pólvora ou de outra substância. Aí deve aqui nessa definição deu exemplos de revólver, fuzil, pistola, né? E aí a gente vai, nós iremos falar mais especificamente
Speaker A
sobre cada um somente mais à frente, mas vocês podem avaliar aí que a definição é basicamente a mesma, tá? E assim você vai encontrar sobre qualquer tipo de literatura basicamente basicamente a mesma definição o que vai alterar aí eh
Speaker A
só algumas palavras, algumas colocações, OK? Certo? Nós temos aí a classificação da arma de fogo com relação aí ao tipo dela, né?
Speaker A
Então nós temos alguns tipos de arma, tá? Então nós temos aí as armas de porte. Para ficar mais fácil o entendimento, a arma de porte são as armas curtas. E aqui deu o exemplo de revólver e pistola. E aí já já já
Speaker A
puxando um pouquinho pra parte da da legislação, por si por isso, por si só lá na legislação, você já ouviu falar de arma, você já viu falar de porte de arma de fogo, Vladimir?
Speaker A
Já. Pois é, arma de porte, tá? Então, quando a gente falar em arma de porte, é uma arma que ela é colocada junto ao corpo de forma velada. Eu vou explicar de mais para frente, vou explicar porque que eu
Speaker A
tô falando esse termo aqui para vocês entenderem sobre algum aspecto, tá? Então, o que que é que é velado na na no linguajar ar militar? O velado é escondido. Você deve ter ouvido esse río da sua família, né, meu Vladir? Porque
Speaker A
você tem quase muitos policiais aí, né? Já ouviu falar de de velado, alguma coisa assim já?
Speaker A
Condre velado, né? arma velada, tudo que você vê coisa, o termo velado junto quer dizer que é escondido, tá? Então a arma de porte é uma arma curta, é aquela arma que em razão do seu pouco peso e volume,
Speaker A
ela pode ser acondicionada em um codre. Para quem não sabe o que que é um codre, é aquele local onde se coloca a arma, que o pessoal coloca na cintura, os policiais colocam na perna, né, onde você coloca a arma. O nome disso é cry,
Speaker A
tá? Então arma de porte são as armas curtas, revólvers e pistolas, OK? Nós temos aí as armas portáteis, né? As armas portáteis, vamos pegar assim para ficar fácil entendimento, é, são armas aí de médio tamanho, médio peso, então
Speaker A
médias, vamos colocar assim, de tamanho e peso. Então aqui nós só temos exemplos de uma uma espingarda G1, né, que o pessoal conhece como cartucheira, né? E nós temos aí a do lado um fuzil, né, um M16 aí que é um exemplo também. A, o
Speaker A
pessoal coloca aí as armas portáteis como armas como como armas, né, que para sua utilização correta, elas precisam de auxílio de uma bandoleira. Sabe o que que é uma bandoleira, Vladimir?
Speaker A
É que que é uma bandleira. Então, Vladimir, vou pegar, hein? É, é aquele cento que pendura o fuseu, pendura a espingarda.
Speaker A
Isso. Para pessoal conseguir visualizar melhor. É como se fosse uma alça de mochila, né? Só que aí você coloca ela num arma, num arma de fogo. Por que que a gente usa essa bandoleira? Porque armas portáteis, ela tem um peso maior,
Speaker A
né? Então um tamanho maior. Então nós temos aí uma espingarda que pesa um pouquinho mais de 2 kg, 2,5 kg. Nós temos aí depende da do da da dação do material, das munições, enfim, o fuzil também que aí passa de 3 kg dependendo,
Speaker A
enfim. Então é, elas precisam de uma bandoleira, porque geralmente quando o cara trabalha com esse tipo de arma, o policial, né, ou enfim, eh, vamos pensar aí na segurança privada, que vai ser uma outra matéria que nós teremos mais à
Speaker A
frente, né? Você pega aí o pessoal de carro forte que trabalha 8 horas com espingarda pro pescoço, né? Imagina se não tivesse a modoleira, tinha ficado ficar no braço ali suportando o peso durante 8 horas, né? seria extremamente
Speaker A
desgastante fisicamente. Então, a mandleira vem para facilitar tanto a a sustentação do peso dessa arma, quanto também para aplicação, né? Ou seja, a a utilização prática dela com maior estabilidade, ok? Então, isso são armas portáteis, são as armas de médio
Speaker A
tamanho, vamos colocar assim. E as armas não portáteis, já por, né, por lógica, são as armas que são bem grandes, né, bem pesadas, que o uso delas eh eh sustentar sustentando o peso dela no braço, para se dizer, se torna bastante
Speaker A
complicado, né? A não ser que você seja o Rambo, que você consiga segurar uma em cada braço, né? Porque só só o Rambo, né, a ponto de fazer um negócio desse.
Speaker A
Eh, você precisa aí de um bipé ou um tripé. Então aqui tem um exemplo de um barret, né, um fuzil de precisão pon 50 que pesa aí de mais de 20 kg, dependendo, né? Eh, como utilização do bip, já viu vári em vários filmes isso
Speaker A
aí, pessoal? Provavelmente nós temos também aqui um exemplo, por exemplo, uma metralhadora, aquelas armas que o pessoal coloca no no em cima dos dos gips, né, de de do exército, você já deve ter visto, são automáticas, né?
Speaker A
Então, as armas que devido ao seu peso e tamanho, você precisa de um bipé, um trip, um tripé para utilizá-las, aí nós chamamos de armas não portáteis, né?
Speaker A
Então aqui, por definição é aquela que em razão do seu peso e volume só pode ser transportada em viatura ou divididas, né? Dessa dessa forma. OK.
Speaker A
Algum alguma pergunta, Bladinho? Não, nenhuma. Até aí eu tô entendendo. Tá entendendo? Ótimo. Só tomar uma água aqui.
Speaker A
Vamos passar paraa frente. Então, vamos falar sobre classificação de emprego dela, ou seja, a forma de utilização. Inclusive aqui já até pega um exemplo de uma de uma metralhadora, tá vendo aqui? Metralhadora, essa aqui é uma arma eh não portátil, tá? Mas vamos
Speaker A
lá. Nós temos o emprego individual, emprego coletivo das armas, né? Lembrando que esse emprego aí você já nós estamos falando com relação a a a à utilização direta da arma, né? Então a pistola, por exemplo, você vai mirar,
Speaker A
direcionar essa arma para uma pessoa ali em específico, né? E lógico, a a primeira ação, você pode ir disparando um em um e um, mas sempre unitariamente, né? o emprego coletivo. Aí já vem a utilização dela também que se no caso de
Speaker A
uma arma automática, daqui a pouco eu vou explicar sobre o funcionamento dela, é uma arma que você consegue com um único acionamento de gatilho ou no caso aqui desse metralhadora, manter continuamente o disparo para que ela dispare, né, e consiga alvejar inúmeras
Speaker A
pessoas no se no seu processo de acionamento, tá? Nós temos também a questão do do emprego psicológico dela, né? A arma individual, nós podemos chamar de arma eh de porte, né? de uso pessoal, então você usa ela para
Speaker A
proteger a si mesmo ali. Claro, pode ser a família, tal, OK? Mas o emprego inicial dela ali é para auto preservação, né? Enfim, o emprego coletivo também. Aí você pode usar ela como forma de de de proteger várias
Speaker A
pessoas, enfim. Mas aqui nós estamos falando sobre o emprego prático dela direcional, que a arma individual nós aí nós precisamos de um acionamento de gatilho para cada disparo e nesse caso coletivo, um só para vários disparos.
Speaker A
eh subsequentemente certo? Nós temos aí tamanho, nós somos aí das definições quanto ao tamanho das armas de fogo. Nós temos aí sobre as armas curtas. Então, vamos voltar aí, ó. Nós temos a arma, uma arma, vamos pensar no
Speaker A
revólver ou pistola. Ela é uma arma de quê? Vamos voltar lá pro início. Inicialmente, a o revólver a pistola é uma arma de porte. Entende isso?
Speaker A
porte velado. De porte pode ser velado ou não. Depende. Se você tá a paisando, por exemplo, em alguns empregos na qual você tem que usar a velada, OK? Mas se você tá trabalhando ela como eh como arma funcional, né? Aí você já trabalha ela e
Speaker A
sem ser velada já no codre externo, né? Vamos colocar ela só como arma de porte.
Speaker A
Inicialmente, se for uso, se for um uso paisana ou para alguns alguns trabalhos como segurança VIP, que é o guarda-costas ou alguns trabalhos dentro da polícia da da corporação militar eh que também se trabalha com a paisana. Aí
Speaker A
é uma arma de uso velado, mas também se for usada de maneira funcional pode ser também no meio externo, mas só como pegar como exemplo a as armas revólver pistola é uma arma de porte, né, individual.
Speaker A
Uhum. Tá. E uma é uma arma curta, né? Então, arma curta, então, pistola, uma arma de fogo, de porte, de uso individual, semiautomático. Daqui a pouco eu explico o que que é um semiautomático, OK?
Speaker A
Certo. Ah, revólver é uma arma curta de repetição também. Daqui a pouco eu respondo, eu explique que é uma repetição. Na qual os cartuchos são colocados num tambor atrás do cano, podendo seu mecanismo de disparo se ser de ação simples ou ação dupla. Também
Speaker A
daqui a pouco eu explico o que que é ação simples e ação dupla, tá? OK.
Speaker A
Certo, professor. Temos aí as armas longas, né? Então nós começamos aí pro rifle, né? Só para você visualizar o rifle. Você você já caçou Vodinas?
Speaker A
Não, nunca caei, professor. Nunca viu? Nunca fez caça. Tá, mas você já viu eh algum filme que o que a pessoa quando ela vai disparar com arma de fogo, ela pega uma alavanca lateral dessa arma, puxa para cima, puxa para
Speaker A
trás, puxa pra frente para fechar e joga para baixo de novo. Sim, já vi.
Speaker A
Essa arma nós chamamos de nós chamamos de rifle, tá? Toda essa arma que tem que nós chamamos de ferrolho, de ação de ferrolho, né, que ela é uma arma de repetição, pode ser semiautomático também, a qual você tem que acionar o ferrolho, puxar, deve
Speaker A
puxar ele para cima, puxar a retaguarda, fechar de novo e travar, nós chamamos de rifle, tá? Que também pode ser chamado de fuzil quando for usado como arma militar, tá? Eh, então nós temos em termos técnicos, né, um termo muito
Speaker A
comum de origem inglesa que significa o mesmo que fuzil, arma longa, portátil, que pode ser de uso militar, policial e desportivo, de repetição, semiautomático, automático. Dentro dessa classificação aí temos as seguintes subdivisões. Nós temos aí algumas questões. Nós temos o fuzil de assalto,
Speaker A
né? Sabe por que que chama fusil de assalto? Tod não. Aí o senhor me pegou. Eu não sei.
Speaker A
Ah, pessoal, e o fusil de assalto é porque assim, ó, você tem que pensar é até até engraçado de ouvir. Eh, você é o policial, beleza? Visualiza a imagem aí, policial. Tranquilo.
Speaker A
Beleza. Aí você vai fazer aí uma, você vai fazer uma abordagem na casa de um traficante. OK.
Speaker A
Aí v vamos a pergunta. Aí você vai entrar na casa do do traficante. Você foi convidado?
Speaker A
Não, não. Eh, você pediu permissão para entrar? Não, não. Para alguém entrar na sua casa, só mediante autorização ou mandado. Você entende isso? Que a casa é sua, você que manda. OK.
Speaker A
Por isso que por tem que esperar o mandado para poder entrar na casa. Mas o mandado é só uma liberação jurídica, né?
Speaker A
A casa ainda não continua sendo sua. Então quando você enfia o pé na porta e entra, você acabou de invadir, não é seu nome?
Speaker A
Exatamente. No que você invadiu, você foi lá, achou a droga do bandido. Pergunta: "A droga é sua?" Não, mas você pegou do mesmo jeito, né? Que que você acabou de fazer?
Speaker A
Entendi. Acabou de cometer um assalto legalizado. Exatamente. Mas enfim, fuzil de assalto é de uso militar, tá? eh de fogo seletivo. Daqui a pouco eu expliquei as questões do fuzil por si só, mas é fuzil de assalto.
Speaker A
Eh, nós temos a carabina. A carabina é fácil. Eu vou vou mostrar uma um um vídeo sobre ela para ficar mais fácil atendimento, mas para prévia a visualização, carabina que é esse filme de fara oeste? O que é esse filme de
Speaker A
fara oeste? A famosa isso, a Winchester. A Winchester é uma é uma fabricante de armas, né? Mas a carabina mais famosa que tem é de de fabricação da Winchester, né? Enfim. É uma é é uma que nós nós temos
Speaker A
acionamento pro alavanca ou o pessoal chama de tesoura, né? Que é aquela aquela manobra que a gente faz embaixo da arma. Então a carabina é uma arma portátil, é uma arma maior, certo? Ela tem aí eh 10 polegadas de cano, até no
Speaker A
máximo ali 20, né? Que então tem temos 16, 18 polegadas de cano. Tá aí quando a gente fala cano, porque o cano é maior, 18 polegadas, tá? Enfim, certo? E aí por acionamento de alavanca, a gente a gente tem esse aí como sendo a
Speaker A
carabina, tá? A carabina nós temos, nós temos aí vários calibres, nós vamos falar mais à frente que é um calibre, mas tem calibre 22, temos calibre 32, 38.40, enfim, aí vai, certo? Mas é a carabina é pro acionamento por alavanca, tá?
Speaker A
Uhum. Só para você ter uma noção em termos de polegadas, tá? Então, quando a gente fala em 16 polegad, 1 poleada equivale a 2,54 cm, tá? Então você converte aí 16 po equivale mais ou menos 40 cm de de
Speaker A
cano, tá? Quando a gente tá falando aí 16 polegadas. E quando a gente fala aí em 18 polegadas, a gente tá falando aí em torno de 45 cm de cano, da base à ponta do cano, tá?
Speaker A
Então, sempre a a em termos de arma de fogo, eu não vou falar sempre porque pode alterar alguma coisa outra, mas na nas com maior frequência as pessoas vão vão denominar aí o cano por polegadas, tá? O tamanho de cano por polegadas, OK?
Speaker A
Aí lembra que é 2,54 cm OK? Até até os revólveres eles também são classificados, né? justamente os revólver, você pode ver, não sei se já vai lembrar, mas revólver a temos aí de 4 polegadas, 6 polegadas, nós temos até
Speaker A
os 2 polegadas que é o famoso budoginho. Lembra do do budoguin que o pessoal coloca? Seu pai provavelmente usava no tornozelo. Policial das antigas usava no tornozelo muito.
Speaker A
Famoso batatinha. É isso mesmo. Então você pensa em duas polegadas, estão falando de arma que tem um cano de 5 cm. Você imagina 5 cm aí é o tamanho do seu dedo indicador quase.
Speaker A
Basicamente. Exatamente. Dá para esconder em qualquer lugar até no bolso. Oi. Dá para esconder em qualquer lugar, até no bolso.
Speaker A
Qualquer lugar é usado isso. Inclus inclusive em termos de segurança, a gente pode falar isso, é é uma das armas que a gente tem que ter mais cuidado em termos de fiscalização.
Speaker A
Porque, por exemplo, nós temos o Brasil, pessoal, se se o brasileiro usasse a criatividade pro bem, cara, nós tava feio, porque pro mal povo é ninja. Já nós já tivemos histórias aí de de de ladrão que escondeu uma arma dessa, esse
Speaker A
bodoguinho aí, né? Eh, no cabelo. Eu tinha um cabelo black power, colocou dentro do cabelo.
Speaker A
Já tínhamos tivemos, eh, já tivemos casos de de pessoas com deficiência física que colocou essa arma dentro da prótese, eh, mulheres colocando essa arma no sutiã, eh enfim.
Speaker A
Eh, essa arma, como ela é de fácil acondicionamento, ou seja, você esconde ela fácil no corpo, as pessoas usam bastante aí para tentar lubrigar ou conseguir vencer sistemas de segurança.
Speaker A
Aí, então, tomar bastante cuidado. Nós temos armas hoje aí também desse desse mesmo tamanho que tem uma um material de fabricação de de fibra de carbono e aí já em detectores de metais já ficam difícil de serem detectadas, então tem
Speaker A
que tomar um cuidadinho com esse tipo de arma aí. Uhum. Então aí nós temos nós temos submetralhadoras e metralhadoras. Deixa eu voltar aqui para responder para poder perguntar. Você sabe a diferença de submetralhadora e metralhadora? Pode.
Speaker A
Submetralhadora. É, pode submetralhador. Pode pode falar. Você me de errar não. Se errar também aqui é para falar.
Speaker A
Certo. Sobre metralhadora, eu acredito que seja uma metralhadora menor. É isso? um fuzil menor e metralhadora maior. É isso? Não sei. É, é. A grosso modo, é basicamente isso. É uma submetralhadora, nós chamamos de metralhadora de mão. É
Speaker A
como você mesmo disse, é uma é uma arma automática, tem um acionamento automático, tá? Na qual ela é é pode ser portátil, né? Ou seja, ela é mais ela é menor, com peso menor, tá? Eh, e que tem
Speaker A
um limite de cano aí também, né? Até 10 polegadas de cano, né? Então, quando a gente fala 10 polegad de cana, tá falando em mais ou menos 20 cm, um pouquinho mais de 20 cm, que é 2,54, né?
Speaker A
Então, mais ou menos uns 20 cm eh em cima dessa questão aí. Então, 10 polegadas, a gente tá falando aí 25 cm mais ou menos de canto máximo ali, tá? Então, submetreadora, nós chamamos, o pessoal chama antigamente de metreadora de mãos.
Speaker A
O pessoal das antigas vai conhecer o nome de macaquinha. Já viu falar de macaquinha demais?
Speaker A
Demais. Pois é. Então, a a famosa macaquinha, o pessoal chama aí de submetreadora e os calibres que tem na submetreadora são os mesmos calibres que a gente encontra aí em carabinas, revólveres e pistosas. Então, a gente são 32, 38 e 9 mm e assim vai, tá? 380.
Speaker A
Então, também tem os calibres aí de pistolas e revólveres, certo? Então, metralhador, então submetralhador é uma arma curta, como você falou, menor.
Speaker A
Desculpa, curta não, é uma arma portátil, né? Tem até 10 polegadas de cano, 25 cm mais ou menos, certo?
Speaker A
Calibres de revólver pistolas, OK? E que o seu acionamento seja automático. Então, quando a gente fala agora de metralhadora, aí a gente tá falando daquela arma lá atrás que que eu mostrei aqui para vocês, ó. Isso aqui, ó. Tá
Speaker A
vendo aí no na parte inferior? Isso aí é isso aí é ametrhadora, arma automática.
Speaker A
Então arma que ela é o quê? Não portátil, OK? E ela tem aí o seu calibre, as o cano, né? Vamos dizer assim, maior do que 10 cm de cano, certo? E aí nós estamos falando de calibres de fuzil, então nós estamos
Speaker A
falando aí de pon 380, pon 50, eh, e aí vai, né, em cima dos calibres. Então, quando você pega uma arma que é não portátil, que é automática e usa calibre de fuzil, certo? Isso chama-se metralhadora. OK, tranquilo.
Speaker A
Uhum. Aí nós temos enquanto com relação à ação de tiro, tá? Nós temos aí ação simples e ação dupla, tá? Tanto revólver quanto pistola tem essas duas ações aí. Você sabe o que que é ação simples e é ação dupla? Vad?
Speaker A
Ação simples é o disparo direto, né? Ação completa. Tá? Então vamos fazer o seguinte, vou te dar aí 5 minutinhos. Você vai pesquisar para mim o que que é ação simples e que é ação dupla. Pode usar a
Speaker A
internet aí e pesquisa 5 minutos, tá? Vai aí pesquisa. Pera aí. Eh que você achou aí, Vladinho?
Speaker A
Ação simples é o disparo. Hã? E a e ação dupla é o acionamento para o disparo.
Speaker A
Melhor isso aí ainda não. Não, não. Melhor isso aí. Foi o que eu achei ali.
Speaker A
Pesquisa, pesquisa assim, ó. Disparo em ação simples e disparo de ação dupla. Ah, tá. Tá. Pera aí.
Speaker A
Procur de novo. Uhum. Esse disparo de ação simples e ação dupla ele é importante porque é a seleção eh vai vai definir um pouco sobre arma de repetição, daqui a pouco eu expli repetição e e semiautomática e automática e vai definir um pouquinho
Speaker A
também sobre a forma com que a pessoa vai disparar. Você não tem aparece não de boa. Depois você vai vai ficar rapaz que na hora de escrever.
Speaker A
Uhum. Pode falar aí mais alto aí. Vai lá, faz alto. Vamos ver o que é ação simples.
Speaker A
Aham. Armas de ação sí são aquelas em que o atirador precisa puxar o cão.
Speaker A
Aí, então, pausa aí já. Pausa pausa aí. Então, vamos lá. Você teve pai, irmão, que é policial. Beleza.
Speaker A
Você pega o car, pega seu pai, sua mãe, seu irmão tem revólver? Seu pai tem tinha revólver?
Speaker A
Meu pai tinha aquele famoso canela seca. Canela seca. Bacana. 32. Era 32. 32. Já viu que quando seu pai quando ele ia disparar em alguma vez você reparava que ele armava o cão primeiro para depois te disparar?
Speaker A
Sim. Adivinha como é que é essa forma de tiro? Essa é ação simples. Justamente aí, ó. Ação simples, ó.
Speaker A
Acontece quando toda vez antes do disparo o cão tem que tá que jeito? Puxado para trás.
Speaker A
E é esse movimento aqui, né? Isso aí. Guar até vai para mostrar um vídeo disso aí. E ação dupla. Que que você achou aí?
Speaker A
Ação dupla. Uhum. O acionamento do gatilho desencadeia dois movimentos. Primeiro, o ato de engatilhar, ou seja, puxar o cão para trás, preparando o tiro e na sequência de disparar.
Speaker A
É, por isso o atirador pode falar. Ah, por isso o atirador só precisa puxar o gatilho, certo? Justamente é o a parte final do que você leu, que é o importante. Ação dupla é quando você dispara sem precisar
Speaker A
armar o cão. Então você vai direto no gatilho. O pessoal chama de tiro rápido, né? Porque ação simples, como você tem que armar o cão primeiro para depois efetuar o disparo, isso não arma de repetição, demora um pouco mais. Agora, quando você
Speaker A
aperta o gatilho direto, aí é a ação dupla, tá? Então, ação dupla então, né?
Speaker A
A primeira explicação que eu dei, eu inverti as duas. Então, foi então assim, ação dupla é justamente isso, é quando você aperta o gatilho direto sem precisar acionar a acionar o cão a retaguarda, tá?
Speaker A
Aham. Aí, como eu disse, o revólver e a pistola revólver essencialmente, a não ser que tenham inventado recentemente, eu nunca vi ainda, não existe ação eh híbrida que nós chamamos, ou seja, um revólver que consiga fazer ação simples e ação dupla
Speaker A
sem precisar eh sem precisar que a haja uma ação mecânica do atirador, né? seria um revólver semiautomático. Então isso até hoje nunca nunca existiu. Mas o revólver ele tem esses dois mecanismos de disparos seletivo pelo operador. Ou seja, você que tá usando a arma que vai
Speaker A
decidir se essa rear arma vai estar em ação simples ou se ela vai disparar em ação dupla. Até aí tá acompanhando, pensando em revólver, entendeu? Tô.
Speaker A
Táum. Só que no revólver tem uma questão. O revólver ele vai estar sempre em ação dupla, tá certo?
Speaker A
Ou seja, pronto, dispar é de uma forma que você só precisa acionar a tecla do gatilho para disparar. Ele vai est sempre dessa forma, essencialmente, tá? A não ser que você tenha esteja usando uma arma muito antiga que ela já viu falar de coach
Speaker A
já. Pois é, aquelas armas de far oeste novo, aquelas armas de faro oeste antigamente era só de ação simples, ou seja, elas você tinha, você tinha que armar o campo primeiro para depois disparar, entendeu?
Speaker A
Só que aí devido a essa dificuldade toda, aí se criaram aí ação dupla. Mas enfim, a não ser que seja essas armas antigonas, as mais modernas de hoje, sempre vão estar em ação dupla.
Speaker A
Primeiro, se o atirador quiser, aí ele tem que armar o cão para ficar em ação simples para depois efetuar o disparo. Toda vez que ele quiser disparar em ação simples, ele tem que armar o cão primeiro.
Speaker A
Acompanhou até agora? Sim. Tá. Então, ação simples, tem que armar o cão para depois disparar. A ação dupla é quando você aciona a tecla no gatilho sem precisar armar o cão. OK, tranquilo?
Speaker A
Certo. Tá, a pistola, a pistola ela já modifica um pouquinho a ideia, tá? A pistola ela vai estar essencialmente depois que o operador da arma faz a manobra, que eu vou te explicar, ela vai est sempre em ação simples
Speaker A
a pistola. Se o operador da arma quiser colocar ela em ação dupla, ele vai apertar um mecanismo, né, que vai desarmar o cão, deixando em ação dupla.
Speaker A
Mas aí sempre que o o operador de uma pistola quiser disparar em ação dupla, ele vai ter que acionar essa tecla para depois disparar. Então você viu que inverteu as a ordem do revólver pra pistola.
Speaker A
O revólver vai est sempre em ação dupla, simples, se o operador quiser selecionar essa opção. E no caso da pistola, vai tá sempre em ação simples. Se quiser, ele coloca eh em ação dupla. Só que tem armas, tem pistolas, armas semiautom e
Speaker A
automáticas que elas eh que são elas só dispara em ação simples. Por exemplo, já viu falar de uma fabricante chamada no Brasil?
Speaker A
Já já viu falar? Pois é. Aba a é uma concorrente da Taurus no Brasil e a maioria das pistolas que eles fabricam, elas são de ação simples prioritariamente. Eles eles não tm o desarmador do cão que faz ela
Speaker A
ficar em ação dupla, entendeu? Então as armas semiautomáticas tm aí uma certa variação de acordo com o modelo, tá?
Speaker A
Revólver não, revólver até vai, a não ser que seja muito antigo, mas vai tá sempre em ação, vai ter as duas ações, simples e dupla, tá? No caso da da pistola, ela é essencialmente uma arma de ação simples. Ela vai ficar em ação
Speaker A
dupla se você quiser. Aí eu vou te mostrar aqui um vídeo para vocês poder ver, você poder ver melhor essa essa questão aí. Você me fala aí se você tá conseguindo ver o vídeo. Tá, professora, sua câmera tá desligando e
Speaker A
ligando. Minha câmera tá desligando e ligando. É, agora, por exemplo, você não tá aparecendo no vídeo?
Speaker A
Não, eu não coloquei. Ah, mas você tá me vendo? Não, não tô te vendo.
Speaker A
Deixa eu ver aqui. Ela, ela é Não, vi você em cima agora. Me viu agora no na parte da tela em cheia. Eu tô te vendo, tá? Vou colocar o vídeo aqui, vê se você consegue visualizar o vídeo. Você me
Speaker A
avisa, por favor. Tá, pera aí. Devolve. vai conseguir ver o ver o vídeo na tela?
Speaker A
Tá vendo o revólver? Aham. Tá beleza. Você consegue ver meu mouse passando na tela?
Speaker A
Pera aí que aí eu achei. Tá no meio. Não, não tô vendo. Ah, você você consegue o meu mouse tá passando na sua tela ou não?
Speaker A
Ah, no perto do gatilho. Isso aqui, ó. perto do gatilho. Isso. Então, isso aqui é um revólver, tá vendo?
Speaker A
Aham. Essa peça aqui em cima no na parte superior esquerda aqui, ó, chama-se cão.
Speaker A
Tá vendo para passar o mouse em cima dela aqui? Tô, tô, agora tô vendo.
Speaker A
Tá. E aqui embaixo é o gatilho, ó. Certo? Essa arma aqui, ela tá disparando em ação dupla, ou seja, apertando o gatilho para depois disparar. Olha, repara pr você poder ver a imagem.
Speaker A
Consegue ver o funcionamento? Ó, aperta, vai apertar o gatilho agora. O gatilho faz o cão ir para trás, ó, e acontece o disparo. Consegue enxergar? Tô, tô vendo, tô vendo.
Speaker A
Isso é ação dupla. Eu não precisei armar o cão, tá vendo? Uhum. Agora, quando eu disparo, aliás, antes de disparar, eu coloco a arma nessa posição aqui, ó.
Speaker A
Você consegue ver o cão lá atrás. Pera aí. É, tá vendo que o cão tá lá atrás?
Speaker A
Tô. Agora tô vendo. Pois é, quando a pessoa arma o cão, ele trava lá atrás e aí ele aperta o gatilho e acontece o tiro. O nome disso é ação simples, tá? Então esse aqui é o funcionamento de um revólver, tá? Então
Speaker A
se eu tô disparando direto, igual vou colocar agora, isso é ação dupla. Apertei o gatilho para depois efetuar o disparo. Se eu armo o cão lá atrás para depois apertar o gatilho, tá? Isso aqui, ó. Armei. Vou armar o
Speaker A
cão ó. Armei o armei o cão. Certo. Aí eu aperto a tecla do gatilho e acontece o disparo. Isso é disparo em ação simples. OK. Tranquilo.
Speaker A
Uhum. Certo. Deixa eu mostrar agora aqui o do a pistola. Então, repara como é que é uma uma ação da pistola semiautomática. Aliás, deixa eu falar primeiro sobre a questão do do repetição de semautomática, já mostro esse vídeo aqui para você, OK?
Speaker A
Uhum. Certo. Então, nós estamos em ação simples e ação dupla. Nós temos a ação dupla, tá? Nós temos aí as armas longas.
Speaker A
Eh, o que que seria armas longas de alma lisa? Quando a gente usa o termo alma, a gente tá falando de raiamento dentro do cano, certo? Por que que esse nome?
Speaker A
Vamos lá. Aonde é que tá a alma do ser humano? Dentro do corpo. Dentro do corpo. Onde é que tá a alma da arma?
Speaker A
Dentro do can. Do can da arma. Ok. Alma lisa são armas que não tem raiamento dentro do cano. Você sabe me falar quais são? Não precisa ser todas.
Speaker A
Fal ver se você sabe falar qualquer. Mais ou menos uma pelo menos de tanto das curtas quanto das longas.
Speaker A
Éas. É tanto cur as armas. Eh, eles inventaram recentemente uma arma curta de alma lisa, mas é mais comum você achar em arma longa. Qual que seria a alma lisa? Eu acredito que é calibre 12 não tem exatamente as espingardas de maneira
Speaker A
geral eles não t raiamento. São armas de alma lisa as espingarda. Tá vendo? É porque quando você Essa me veio na cabeça, porque quando você olha dentro do cano da calibre 12 senão você não vê o raiamento.
Speaker A
Pois é. Por isso que tá tá vendo o nome lisa lá em cima? Você vê o cano lizinho, não é isso?
Speaker A
Exatamente. Exatamente. Tanto é que essas armas aí, ó, as espingardas, tem uma uma tem armas que são que que foram inventadas anteriores a ela. Chama, chamava de bacamarte. Não sei se já ouviu falar esse termo bacamarte alguma vez na vida.
Speaker A
Essas armas eram usadas, elas também eram de alma lisa na guerra, porque eles podiam colocar tudo dentro do canto, podia colocar pedra, podia colocar talher, tivesse na mão na hora para atirar no no no inimigo, esses podia usar. E basicamente a espingar também
Speaker A
pode fazer a mesma coisa, só que você tem que colocar dentro do cartucho. Eu não sei se já viu seu pai ou seu irmão colocar arroz, por exemplo, dentro de um cartucho de espingardo para matar morcego, por exemplo.
Speaker A
Não, isso eu nunca vi. Você pode perguntar povo da roça aí, ó, quem vai matar morcegas, você coloca arroz dentro do cartucho, entendeu? O que você o que você colocar dentro do cartucho e fechar, essa arma vai disparar,
Speaker A
entendeu? Ela não ela não vai ter nenhum prejuízo com relação a isso. Então, armas de alma lisa, a gente tá falando de armas que não tem raiamento. As espingardas é o exemplo disso, OK?
Speaker A
Eh, nós temos aí quanto ao funcionamento das armas longas de arma lisa, tá? Aí nós temos armas de E, claro, desculpa, se a alma lisa são armas que eh não tem raiamento, as armas de que tem alma raiada são as armas que t raia, que a
Speaker A
gente tá falando de todas as outras, né? Revólver pistolas fuzis enfim daqui a pouco vou explicar para você. Aliás, deixa eu já mostrar agora vocês viram essa questão de alma lisa e alma raiada.
Speaker A
Não é essa? Por aí vou mostrar de ser esse aqui. Tá vendo? Tá, tá conseguindo ver o vídeo aí ou pode ir? Tô, tá vendo. Uhum.
Speaker A
Tá. Pera aí que não é esse aqui não. Só instante, por favor. Tá, esse aqui esse aqui é aquele exemplo da que você falou, ó. Tá aqui é o exemplo da carabina, lembra?
Speaker A
Lembro. Vou passar um pouco pra frente aqui porque vai mostrar ela sendo desmontada. Pra gente não é importante essa parte da desmontagem aí, não. Então aqui, ó, esse movimento de alavanca, ó, é o que ela faz ser uma carabina, ó.
Speaker A
Isso. Tá vendo? Aham. Repara numa coisa. Quando faz o movimento de alavanca aqui embaixo, repara que o cão aqui em cima ela vai ser armada, ó.
Speaker A
Ele é acionado. Aham. Tá vendo? Tô vendo. Isso é quase basicamente um é um movimento da da da ação semiautomático.
Speaker A
Essa forma aqui ela é de repetição, ou seja, eu que tenho que armar ali o o o, né? tesoura embaixo, alavanca embaixo pro cão ser armado, tá vendo? Não é você propriamente dito, mas esse aqui, ó, essa arma quando ela tá assim, tá vendo
Speaker A
como cão armado atrás, ela tá na posição de ação simples. Tá vendo aí? A carabina é uma arma que ela ela é exclusivamente de ação simples. O cão tem que tá atrás para poder depois afetar o disparo, tá?
Speaker A
Uhum. O municiamento é feito por um um local chamado orelha. E aí acontece o disparo, ó lá, ó, como é que funciona o disparo.
Speaker A
Uhum. Deixa eu ver se eu pego agora. Beleza. Então, só um instante, por favor. Ver se eu baixo aqui, ó.
Speaker A
A gente quer achar o vídeo. A gente não acha o vídeo. Calinos. Não, tá. Não achou o vídeo agora. Depois a gente, quando eu achar, eu dou um jeito de intervalo mostrar para vocês. Então vamos lá.
Speaker A
Uhum. Há uma raiada. É que dentro do canto tem um raiamento, como eu falei para vocês.
Speaker A
E que que por que que eu queria mostrar o vídeo? O que que é a função do raiamento? Deixa eu passar lá na frente para você poder entender melhor.
Speaker A
A gente consegue mostrar ona imagem melhor aqui, ó. Consegue ver esse essa questão aqui, ó?
Speaker A
Esse é uma uma foto tirada dentro do canto da arma. Tá vendo essas linhas em movimento de rotação dentro do cano?
Speaker A
Sim, tô vendo. Tá conseguindo enxergar? Essas linhas é chamada de raiamento, tá? Aí eu vou mostrar uma outra imagem aqui para você poder entender o por que para que que serve o raiamento. Tá? Tá vendo essa imagem aqui?
Speaker A
Tá vendo essa imagem aqui? Tô. Tá vendo o mouse? Eu já que tô passando aqui. Tem um quadrado aqui que tô passando aqui a a o mouse.
Speaker A
Eu tô vendo. Pois é. O projétil que é a parte, o chumbo, que é a ponta da da munição, ele é dessa largura aqui, ó, desse aprofundamento desse suco.
Speaker A
Ou seja, não sei se você entende o que que eu tô querendo dizer. O chumbo ele é mais grosso do que a boca do cano. Você consegue entender isso?
Speaker A
Consegui. Por quê? Por que que o chumbo é mais grosso? Primeiro porque entenda que o chumbo ele é flexível, né? A pessoa consegue cortar numa faca um chumbo. Já você já viu isso? Você já entende isso ou não? Ele amassa, né?
Speaker A
Certo? Então, quando acontece o disparo, o chumbo da munição é forçado para dentro do cano. E quando ele entra dentro do cano, o cano pressiona ele para entrar dentro da raia, dentro dessa abertura ali, ó. Essa abertura que eu
Speaker A
mostrei aqui com o mouse é o é o raiamento ó. Uhum. Entendeu? Então, quando o chumbo entra dentro do cano, que o cano pressiona ele para dentro da raia, você entende que ele cria um vácuo, não deixa nenhum, não
Speaker A
deixa o ar passar entre o chumbo e o cano. E aí teve uma exp, aí teve uma explosão de fogo atrás que é muito potente, que vai forçando o chumbo pra frente.
Speaker A
No que o chumbo é forçado pra frente, o que que o coramento faz? Faz ele o quê?
Speaker A
Entrar em rotar rotação. Em rotação. Entendeu como é que acontece a rotação do tiro?
Speaker A
Entendi. Entendeu? Houve a explosão na cápsula, o chumbu é forçado para dentro do cano, pro cano pressionar ele contra o raiamento para ele entrar lá dentro. A explosão faz uma força para ele pra frente o chumbo e o chumbo começa a
Speaker A
girar. E aí quando o projétil, né, que é o chumbo sai da boca do cano, ele sai em movimento de rotação, certo? É isso que é o é para isso que serve o raiamento, tá? Daqui a pouco eu vou explicar essa
Speaker A
questão do da da função desse raiamento aí. Certo? Certo. Sim, professor. Tá, nós temos aí a questão da antecarga e da retrocarga. Que que é isso?
Speaker A
Antecarga são armas que são municiadas pela boca do cano. Vamos, vamos, vamos pegar. Eu gosto de pegar muito filme que aí o povo como assiste filme consegue ver melhor. Já viu aqueles filmes americanos da época da guerra de de
Speaker A
seção des lá que tem as bandeiras entre que a guerra entre sul e o norte? Já viu? Lembra?
Speaker A
Lembro. Que ele usava umas armas gigantescas que chamavam de mosquete que tinha as bometas na na ponta.
Speaker A
É aquelas facas, né? Na É, aquelas facas chamam-se baionetas. Já viu que quando o pessoal dava o disparo, eles tinham que rasgar um papelzinho, jogar a pólvora dentro, jogar o chumbo dentro, amassar com a vareta para depois disparar?
Speaker A
Nossa, é depois. Pois é, essas armas aí que você vê que é colocado pela boca do cano, nós chamamos de antecarga, tá? O termo an vem de eh pela frente, tá? Eh, então são as armas são municiadas pela boca do can. Então são
Speaker A
essas armas antigas, não se fabrica mais armas de antecarga. As armas de hoje em dia são retrocarga, né? Ou seja, o termo de ar de rev, ou seja, atrás, né? São as armas que são municiadas pela parte de
Speaker A
trás. O revólver é municiado pela pelo tambor, que tá na parte de trás da arma.
Speaker A
A pistola também é pelo carregador, mas tá pela parte de trás da arma. A carabina, a espingard também são municiados pela parte de trás. Então são armas de retrocarga.
Speaker A
Tudo bem? Certo. Deu para entender isso? De boa. Deu certo. Certo. Antigamente, só pegar uma uma curiosidade sobre esse tipo de arma aí e a guerra que eu te falei aí, ó. Na época que usava esses mosquetes, eh, eram
Speaker A
chamado de guerras estáticas. Por quê? Olha como é, você falou: "Nossa senhora, porque você pensou na dificuldade que era para tirar tirar naquela época, né?" Agora você imagina assim, eh, agora você imagina assim, ó, como é que era aquelas
Speaker A
guerras? Eram formadas três fileiras de cada lado. Então, o povo marchava, tinha aquele povo com com as bateriazinha, né? Pá, pa pá, para marcar ali a marcha. Aí era três fileiras de um lado, três fileiras do outro. Aí as
Speaker A
armas já estavam carregadas, né? Era era meio que um parípa de futebol. Aí escolhia quem atirava primeiro ou quem desse comando primeiro. Aí o povo atirava, matava a galera da frente que desse para matar. Os que sobrava da
Speaker A
galera da da frente disparava de volta, matava o povo que tava ali na frente. Aí o pessoal da linha de trás vinha pra frente, enquanto os que não morreu recarregava de novo e aí atirava de novo. Na hora que as
Speaker A
munição acabava, eles partiam pro confronto corpo a corpo, que aí é onde usava as baionetas, né? como como as armas eram muito longas para e usava como forma de lança para, né, estocar a lâda, perfurar o pessoal e para e para
Speaker A
bater e para usar como combate corpo a corpo também, certo? Uhum. Aí quando se criou aí, né, as munições com cápsulos, igual nos dias de hoje, as ações simp a simples, repetição, aí as as guerras se tornaram mais dinâmicas. Mas antigamente
Speaker A
era assim, ó, duas filas paradas, uma tirava o povo morria, trocava de lugar enquanto recarregava, atirava de novo. E que aí quando não tinha mais como atirar, ia partir pro corpo a corpo.
Speaker A
Uhum. A última das alternativas, né? É. Vamos lá. Então, nós temos aí agora vamos falar sobre repetição semiautomática e automática, tá? Então, o que que é repetição? Então, vou pegar aquele vídeo de novo que eu tava mostrando para você para você da
Speaker A
carabina Vladiro aqui, ó. Vamos lá. Vamos pegar esse vídeo de novo aqui da carabina, ó.
Speaker A
Tá vendo que para acontecer um tiro toda vez tem que ser acionado a alavança.
Speaker A
Sim. É quem tá atirando um karma que faz isso, não é? Exatamente. Examente. Quando o funcionamento da arma depende exclusivamente do operador da arma, ou seja, quem tá manuseando a arma, isso nós chamamos de arma de repetição.
Speaker A
Então, tenta visualizar aqui a imagem. Tá vendo a carabina? Quem é que coloca as Quem é que coloca as munições dentro da carabina uma por uma?
Speaker A
É o o cara tá segurando ar o cara que tá segurando a arma. Não é não é ele que coloca as munições.
Speaker A
Certo? Então ele colocou as munições. Quem é que tem que fazer o movimento de alavanca para acontecer o tiro? O operador da arma, né? Acabou. Vamos pensar agora.
Speaker A
Vamos pensar no revólver para você atirar com o revólver. Quem é que Quem é que abre o tambor do revólver? Quem tá tirando?
Speaker A
Quem é que coloca as munição no tambor do revólver? O operador da arma. Quem é que fecha o tambor? Operador da arma.
Speaker A
Quem é que aperta o gatilho? Operador da arma. Se quiser disparar em ação simples, quem tem que armar o cão toda vez é o operador da arma. As munição acabaram. Que que você tem, que que a pessoa tem que fazer de novo?
Speaker A
tem que recarregar tudo de novo. Então você viu que todo o processo de funcionamento da arma depende do operador da arma. O nome disso são armas de repetição. Então nós temos aí carabinas de repetição, como você tá vendo aqui no vídeo, temos de
Speaker A
revólver de repetição, nós temos espingardas de repetição, tá? Então, quando a arma, todo funcionamento dela quem faz é o operador, isso é uma arma de repetição. Então, olha aqui como é que tá escrito. São armas onde todos os
Speaker A
ciclos do ferrolho são efetuados de maneira mecânica, ou seja, o atirador efetua todos os movimentos para a recarga e a extração dos cartuchos.
Speaker A
Entendeu o que que é uma arma de repetição, entendi. Beleza. Que que é uma arma semiautomática? E aí a quando a gente fala de semiautomática, a gente tá começando a falar, né, em uma situação na qual a arma começa a te ajudar no
Speaker A
movimento. Então vamos pegar aqui um vídeo também para você poder ver essa questão. Pera aí só um instante.
Speaker A
Hum. Aqui vou pegar essa Glock aqui. Aliás, deixa eu pegar uma outra aqui, porque essa aqui não tem. Então eu vou te mostrar o diferença. Pera aí.
Speaker A
É isso que eu ia ver. Acho que é essa aqui. Deixa eu ver. Essa aqui mesmo, ó. Como é que funciona a pistola? Certo? Me acompanha aqui no mouse.
Speaker A
Tá vendo essas munições que tá aqui? Sim. Elas ficam dentro de um carregador, certo?
Speaker A
Certo. OK. Quando o operador da arma coloca o carregador na pistola, ele vai fazer uma manobra chamada de manobra do ferrô ou golpeamento do ferrone, tá? que vai jogar a munição dentro do canto. Aí agora você vai ver que depois que você
Speaker A
faz isso, a arma vai trabalhar sozinha. Repara para você poder ver, ó. O cão é disparado. Aí, ó. Você vê que a própria arma ejeta, puxa a munição nova e já deixa o cão armado de novo. Ó, apertou o gatilho,
Speaker A
o percussor acerta numa espuleta, disparo acontece, munição sobe e o cão já tá armado de novo. Conseguiu perceber? Vamos lá de novo, ó.
Speaker A
Disparou disparo ejetou, ejetou, puxou. Certo. Certo. Só que a semiautomática tem um detalhe, ela é um tiro de cada vez, certo? Não tem como você colar o dedo do gatilho e ela continuar disparando, certo? Então, a semiautomática é um tiro de cada vez,
Speaker A
certo? Certo? Então esse aqui é o mecânico. Agora vou te mostrar, mas como eu te falei, as pistolas não são todas que t cão. Tem pistolas que elas não não têm cão, certo? Que ela elas ficam inteiramente em ação simples, unicamente, certo? O
Speaker A
exemplo disso aqui são as Glockas. Deixa eu mostrar aqui a Glock, você poder ver, ó.
Speaker A
Repara para você ver, ó. A Glock não tem cão. Tá vendo aqui atrás, ó? Ó o mouse passando aqui, ó. Ela não tem cão, mas o funcionamento é basicamente o mesmo. O carregador é colocado com as munições.
Speaker A
Sabe qual que é o nome de quando quando você coloca o carregador na arma, Vladir?
Speaker A
Alimentação. Não, nós quando você coloca o carregador, nós chamamos de carregar a arma certo?
Speaker A
A alimentação é o a alimentação é quando você quando você dá o golpe no ferrolho e a munição é jogada lá no cano. Só que nós nós chamamos de a a alimentação é um nome popular, por assim dizer.
Speaker A
O nome certo seria municiar a arma. Então nós temos carregar, que é quando coloco o carregador na pistola, certo? Ou as munições atrás do tambor do revólver. Ou seja, sempre o ato de colocar a munição é carregar, certo?
Speaker A
Certo? Quando você dá o golpe no ferrolho da pistola e a munição vem para dentro do cano, nós chamamos isso de municiar a arma. OK?
Speaker A
Certo? Então nós temos carregar, municiar a arma OK? Quando você dá o golpe que que a arma é municiada na pistola, ela já fica em ação simples, como você viu naquele outro vídeo, o cão já fica armado na
Speaker A
tráxi. Aham. Entendeu? Certo? Isso. E aí quando você aperta o gatilho, o cão é desarmado e a própria arma já arma, já arma o cão de novo. Só que repara na, você tá vendo o meu mouse aqui, ó? No
Speaker A
caso das armas que não tem o cão para fora, o cão é interno. É aqui, ó, onde eu tô te colocando aqui o mouse, ó.
Speaker A
Repara para você ver agora o mecanismo, ó. O gatilho vai ser pressionado aqui, ó. O percussor trabalhando, ó. O percussor trabalha, acerta na espuleta e o tiro acontece. Pá, quando o projétil sai da boca do cano aqui, ó, a energia da
Speaker A
explosão joga o ferrolho para trás. O ejetor ejeta a cápsula, a mola da do carregador sobe a nova munição, o ferrolho puxa a munição nova e o cão já tá armado aqui atrás de novo.
Speaker A
Uhum. Isso nós chamamos de semial automática. Automática. OK. Uhum. Qual que é, qual que é a diferença da automática paraa semiautomática? Automática acontece esse mesmo mecanismo que você viu, só que quando eu colo um dedo no gatilho, ela continua disparando
Speaker A
incessantemente até o operador da arma tirar o dedo do gatilho ou as munições acabarem.
Speaker A
Entendeu isso? Entendi. Me dá um exemplo aí de de arma automática. Então, a metralhadora justo. Perfeito.
Speaker A
A pistola, algumas são algumas. Beleza. Ótimo. Tem algumas pistolas que ela tem seletor de função que tem a função semialto e alto. Ok.
Speaker A
Exatamente. E os fuzis, alguns tm também. Justamente o fuzil também tem o seletor de função que pode ser tanto automático como semiautomático também. Perfeito, Vlad. É isso aí, velho.
Speaker A
Uhum. Tranquilo. Então, vamos lá. Eh, nós temos aí as armas de repetição semiautomática, como eu falei, né? A gente acabou de terminar de falar. Aqui é o exemplo de uma pistola, que é uma arma, como nós dissemos lá,
Speaker A
semiautomática, mas que ela pode ser automática também se eh o se elas vier com esse mecanismo de produção. OK? Essa aqui é uma desert Eagle pon 40.
Speaker A
Aham. Conheço. Aqui são exemplos de fuzis de assalto, como nós disse para vocês, né?
Speaker A
Eh, geralmente o fusil de assata é quando ela vem além daquela questão que eu te falei, aquele aquele aquela aquela historinha lá também tem a questão do da daquilo que é composto. O fusil de assalto também se também se designa pela
Speaker A
questão da da da dos adereços, para se dizer. Tá vendo essa primeira arma aqui de cima? Se ela tivesse cruzinha, sem nenhum tipo de adereço, ela era um fuzil. Mas nesse caso aqui, ela tá com a mira telescópica, tá com lançador de
Speaker A
granada. Aí virou um fuzil de assalto ou um fuzil tático, pode ser também esse mesmo nome, tá? Então quando ela vem cheio de adereços, cheio de complementos, nós chamamos de fuzil tático ou fuzil de assalto. OK?
Speaker A
Certo. Pronto. Agora sobre a questão do raiamento, como eu tava falando para vocês lá mais atrás, tá? Qual que é a definição de raiamento? Melhor dizendo, pesquisa para mim aí e procura definição de raiamento para mim aí e me fala. Ah,
Speaker A
pera aí. Pressa não. Vai lá. Pode procurar. Definição de raiamento. Uhum. Conjunto de raias, sucos paralelos em espiral abertas no interior de cano ou tubo de arma de fogo para imprimir movimento de rotação ao projétil e maior precisão do tiro.
Speaker A
Beleza? OK. Então vamos lá. Que que isso quer dizer, Vladir? Vamos lá. Tá enxergando aí os slides de novo?
Speaker A
Tô, tô enxergando. Beleza. Aí, vamos lá. A definição dele, como você mesmo disse, são sucos, estrias helicoidais, né, que é em rotação abertas no interior do cano, que dá e cura a finalidade dá movimento de rotação. Lembra como é que eu que eu te
Speaker A
expliquei como é que acontece a rotação? O projétil ele é mais grosso do que a boca do cano. Ele é do tamanho do aprofundamento da raia. Então o o projeto é do tamanho do raiamento, certo? Quando acontece o disparo, o cano
Speaker A
pressiona, o chumbo entra para dentro do arraiamento, a pressão da explosão faz o chumbo ser empurrado pra frente e o arraiamento faz ele girar e acontece aí a rotação. OK? Eu vou, deixa enquanto você, deixa eu só achar aqui esse esse,
Speaker A
esse esse vídeo que me fugiu aqui. vídeo. Vou achar esse vídeo agora, mas enfim, eu não vou achar esse vídeo agora não.
Speaker A
Mas vamos lá, depois eu eu acho que já pressionou, aconteceu isso que eu falei para você, que acontece a rotação. Para que que serve essa rotação? Ela vai aumentar a estabilidade do disparo. Ela vai dar maior precisão do disparo. Como
Speaker A
assim? Você já reparou no projétil de arma de fult? Deixa eu te mostrar aqui o projétil para você poder entender que aí fica mais fácil. Inclusive até quem tá visualizando aqui, tá vendo que o projeto da da o projétil
Speaker A
de uma munição, ele é oval? Tá vendo aqui? Aham. Para por que que ela é oval? porque ele vai diminuir a resistência com o oxigênio.
Speaker A
As pessoas têm que entender assim, quando a gente tá na a gente tá na na no no planeta Terra, eh tem que imaginjar que o planeta Terra é como se fosse uma bola, e a gente tá dentro dessa bola e
Speaker A
dentro dessa bola que nós nos encontramos tem oxigênio que é travado pela pelas paredes da bola. É o que acontece com a gente com oxigênio. É igual sempre você pegar uma bola de papel ou um aviãozinho de papel. O
Speaker A
avanzinho de papel ele não tem menor resistência, você não consegue jogar ele, vai mais longe do que a bola de papel, não é isso?
Speaker A
É, porque o aviãozinho de papel, ele é ponte agudo, ele vem ali numa linha onde ele consegue perfurar o vento com mais facilidade. A mesma questão é a ideia do projétil. Como ele é oval, ele consegue perfurar, como colocar esse termo, o
Speaker A
oxigênio com mais facilidade, diminui a resistência e aí aumenta-se a precisão. E quando eu coloco ainda o movimento de rotação, eu acrescento ainda mais precisão nesse projétil, porque esse movimento de rotação também vai aumentar ainda mais o poder de de perfuração, de novo dizendo,
Speaker A
entre aspas, eh, nesse projétil. Então, o projétil ele foi feito para melhorar a aerodinâmica que a gente fala, né?
Speaker A
Quanto menor a resistência ao oxigênio, menor a variação ele vai ter. Portanto, maior a precisão que ele vai ter no seu alvo. Até aí deu, deu, para, deu para entender, ô Roladinho. Uhum. Certinho, professor.
Speaker A
Certo. Precisão. O que o que que define precisão? Começa pelo projétil, OK? Então, o projeto é isso. Já reparou que o projeto você já você já viu o fuz, alguma munição de fuzil na na na vida?
Speaker A
do da G. Já já já viu que a munição do fuzil, a o projétil do fuzil é bem em ponte aguda e maior, né?
Speaker A
É maior e um pouco mais fino também. Já reparou? Já. Por quê? Para diminuir ainda mais a resistência com oxigênio e aumentar ainda mais a precisão. Você já reparou também que aí algumas munições igual do revólver, o chumbo ele é ele é cru, né?
Speaker A
Mas tem algumas munições também de revólver, pistola e fuzil que ele é encamisado com metal. Já viu isso?
Speaker A
Já. Ele é da mesma cor do da cápsula às vezes, né? Do cobre. Para que que serve esse encamisamento?
Speaker A
Tem algumas funções. Primeiro, vai aumentar o impacto porque aí fica mais duro. Entende isso?
Speaker A
Uhum. e também aumentar a precisão, porque diminui a aderência com a superfície de contato, porque a superfície de contato do chumbo é mais porosa e do metal é mais lisa, então ele fica menos diminui ainda mais a resistência com oxigênio, então fica
Speaker A
mais preciso ainda, entendeu? Então a precisão começa pelo projétil, pelo formato e pela composição do projétil.
Speaker A
Entendeu isso? Entendi. Beleza. Segundo ponto de precisão, raiamento ou não raiamento. Então, logicamente, se a arma tem raiamento, ela vai ter mais precisão. Entendeu isso?
Speaker A
Entendi. Por que que ela vai ter mais precisão? Porque o projeto vai sair em rotação.
Speaker A
Pergunta: "Você falou que alma lisa é uma espingarda, OK? Certo. Portanto, ela não tem enraiamento, certo?
Speaker A
Uhum. Logo, o nível de precisão dela é menor do que de um revólver, de uma pistola ou de um fuzil. Correto?
Speaker A
Correto. Tá certo. É isso mesmo. Porém, tem um a a tem algumas variáveis de munição de de espingarda e tem uma delas que tem raiamento, não do cano da arma, mas direto no projétil. Sabia disso?
Speaker A
Tudo novidade para mim. Você não sabia. Pois é. O o na Spingar nós temos aí alguns tipos de munições. Nós chamamos de 3T, SG e balote. Que que é 3T? 3T é uma munição que é usada para defesa
Speaker A
pessoal. Tem várias esferas de chumbo dentro da cápsula da da espingarda. Da espingarda. Nós chamamos de 3T, certo?
Speaker A
El usada ponto para defesa pessoal, porque ela ela ela ela ela abre a essas esférias de chumbo, elas quando são disparadas, elas vão se dispersando e acerta aí um raio maior de de de de do alvo ou da pessoa. Enfim, a SG são é um
Speaker A
é um projétil, é uma munição, aliás, usada para competição de tiroprato, por exemplo. Já viu que é a competição de tiroprato que o pessoal atira com espingarda?
Speaker A
Eu acho bonito demais aqui, ó. Isso. A SG é na verdade dentro dessa dessa munição é é como se tivesse pólvora dentro dela. São são esferas minúsculas, lotadas. Então quando a pessoa dispara é como se essa tivesse disparando arroz,
Speaker A
sabe? Pelo tamanho. E aí o aí a o a abertura que que que abrange o tiro é bem maior. Por isso que é fácil acertar entre aspas, né? Certo? Fácil acertar o prato. Agora o balote, eu não sei se já
Speaker A
viu o balote, o balote é é só tem uma esfera de chumbo dentro do do do cartucho da Espingard. Já viu alguma assim?
Speaker A
Ela é Pode falar, pode falar. Pode falar. O balote ela ela é parecida com aquela famosa bala de borracha, né? Só que ela de metal. justamente, só que em vez de de borracha, ela é de chumbo. E aí nós
Speaker A
temos uma munição de balote que ela tem raiamento no próprio projétil, então ela tem um movimento de rotação.
Speaker A
Você tem uma noção? Eh, a espingarda ela tem um poder de fogo maior do que a do fuzil, do que alguns fuzis.
Speaker A
Por quê? Primeiro, porque o projétil dela é é bem maior, então o impacto dela é bem mais forte e a quantidade de pólvora que vai dentro da da cápsula é grande também, quase de equivalência de alguns eh munições de fuzil. E detalhe, a Spingard
Speaker A
é um calibre permitido, então você pode comprar ela, por exemplo, como arma de posse.
Speaker A
Entendi. Entendeu? Então tem fazenda, essas coisas pode ter. É, mas não precisa necessariamente em fazenda. Você pode ter na sua casa, por exemplo.
Speaker A
Aham, entendi. Entendeu? Na sua casa, por exemplo. Então, segundo ponto aí de de precisão, né, de de eh de arma, nós falamos de projétil, né, o projétil encamisado, ele ogival, tal, né?
Speaker A
Uhum. O segundo questão é o raiamento, que vai aumentar a precisão pela rotação. E o terceiro ponto de precisão, você sabe, você sabe, você consegue me, me falar qual que é que torna uma arma mais precisa além do atirador? É claro
Speaker A
acessórios não, não tem acessórios também, mas mais no na na composição integral da arma.
Speaker A
Ah, entendi. No no no no funcionamento dela. Não, não sei, professor. Você tá eh se você aí então vou te fazer ver se você consegue visualizar. Lembra do do Bodogzinho que eu falei do revólver pequenininho?
Speaker A
Sei. Certo. Qual arma você acha que é mais precisa? O Budogzinho ou uma carabina?
Speaker A
A carabina. Por que que você acha que ela é mais precisa? Por conta do cano.
Speaker A
Aê. Isso aí mesmo, irmão. Exatamente. O cano faz diferença. O tamanho do cano vai dizer também o tamanho da precisão dessa arma também. Por dentro da da da do estudo da arma de fogo e com relação à parte de cano e raiamento, nós temos
Speaker A
uma coisa que nós chamamos de passo. Que que é isso, professor? Passo, né? Passo é quantas vezes o projétil consegue completar um giro completo no próprio eixo antes de sair do canto. Entendeu isso ou ficou meio meio vago, meio doido?
Speaker A
É, imagina fazendo comparação. Imagina assim, ó. É, quer ver? Deixa eu voltar aqui a imagem minha ao invés da imagem do negócio. Você tá, você tá me vendo?
Speaker A
Sim. Tá. Então aqui, ó, meu dedo. Então o disparo aconteceu, o projétil começou a girar certo?
Speaker A
Certo. Completou um giro antes de sair do cano, um passo, continuou. Aham. Completou outro giro antes de sair do cano. Segundo passo e assim por diante, entendeu?
Speaker A
Quanto mais partes o projétil conseguir fazer, ou seja, quanto mais rotação dentro do can conseguir fazer antes de sair, mais preciso é essa arma. Então, por exemplo, uma carabina vai até ali 18 polegadas de c, 45 cm, mais ou menos,
Speaker A
vai dar muito passo, entendeu? Você pega um fuzil, um fuzil chega a ter a mais de 20 polegadas de cano, mais de 25 polegadas de cano.
Speaker A
Então imagina quanto giro consegue dar. Enquanto o Bulldog em que a gente tá falando, tem dois duas polegadas de cano.
Speaker A
10 giros sai do Não, ele não consegue, na verdade, não consegue nem completar um giro.
Speaker A
Sério? É porque Ah, é sim, sim. Claro, porque é muito curtinho assim, ó. Na hora que ele já entra, o chumo já começa a girar e já sai. Então aí onde eu quero eu quero que algumas pessoas entendam é
Speaker A
com relação a isso, já que você t você já me vendo aqui sem sem olhar lá pro pro slide por si só.
Speaker A
Vamos lá, eu vou te fazer uma pergunta e você me responda com sinceridade para mim poder te explicar. Você vai se fosse para você comprar uma arma para você ter na sua casa, tá? E aí tá me dá uma
Speaker A
resposta honesta pessoal. Qual tipo de arma você ia comprar? Revólver, pistola, espingarda. Que que você ia comprar?
Speaker A
Eu compraria um revólver. Por que que você compraria um revólver? Primeiro pela estética. Eu acho ele mais, eu acho mais presente.
Speaker A
OK. Que mais? E eu acredito que ele é mais preciso assim, tá? Eu acho que ele tá o eh eh levando em conta assim entre ele, a pistola e a e a espingarda, tem a questão do da praticidade.
Speaker A
Beleza? Então resolver, você puxa, tira, pronto. OK. A espingada você tem que pegar, tem que carregar, não sei o quê, levar até lá e disparar. Eu acho que é isso.
Speaker A
Beleza? Na minha concepção. OK. Então, deixa eu vou então, vou te explicar nesses. Então, vamos lá. Eu vou eu vou vou falar algumas questões aqui.
Speaker A
Eu quero que você consiga avaliar mais cedo os slides anteriores. Eh, eu falei para você que nós temos armas de porte, portátil e não portátil.
Speaker A
Lembra disso ainda? Sim. Beleza. Arma de porte para uso velado, ou seja, uso na cintura ou para uso funcional no coldre externo. Ok. Ok. Certo. Essa é a arma de porte.
Speaker A
Uma arma portátil. Aí ela ela é uma arma maior, né? Não precisa de uma bandoleira ali, aquela coisa toda. Beleza. Revolver pistola. Você entende que é uma arma de porte certo?
Speaker A
É. Você já tirou de revolver pistola? Já com os dois. Beleza. É fácil acertar um tiro?
Speaker A
Não, não é fácil. Beleza. E isso? E isso provavelmente você atirou em um ambiente que era seguro para você, perto de pessoas que você entre aspas, vamos falar assim, gosta. amigos, pais, sei lá, etc. Ou seja, sem uma pressão psicológica em
Speaker A
cima do seu tiro por si só. OK? E na qual você tinha tempo de mirar, OK?
Speaker A
Uhum. Certo? Na hora que você precisar usar essa arma em uma situação real, às 3 horas da madrugada, com bandido assim em cima do muro, no escuro, você com cheio de remela no olho e com medo, você acha que você vai conseguir acertar
Speaker A
esse tiro com facilidade? Nunca. Muito difícil. Pois é. Você acha que realmente revólver e pistola na situação que eu te coloquei agora, seria a melhor escolha como arma para defesa pessoal?
Speaker A
Não, aí dura completamente. Que arma que você escolheria? Então aí seria a espingarda, né?
Speaker A
É a espingarda. Você não tem que mirar, cara. É só você socar o cano pro rumo e sentar o dedo. E na hora que você dá aquela famosa punhetada, né, que é o golpe da alavanca, o bandido já grita:
Speaker A
"É 12 negada. E o negó sai correndo doido a cabeça." Porque vamos combinar que a 12 é muito mais presença do que um revólver. Concorda? Não.
Speaker A
Exatamente. O cara vde acorde. Tá doido? Tanto é que as armas dentro da segurança privada, a arma mais importante, entre aspas, que dá mais presença, que coloca mais medo eh nos assaltantes, enfim, é a espingard, entendeu? Então é essa concepção que
Speaker A
geralmente as pessoas não tm na hora de de crier uma arma, porque quando você vai comprar uma arma, você não tem porte dela, você tem posse dela. E aí vem a a definição em cima disso aí. Mas detalhe,
Speaker A
antes da gente passar nessa questão de posse e porte, vai dar 10 horas agora.
Speaker A
Vou dar um intervalozinho, 15, 20 minutinhos e aí a gente já volta. Pode ser?
Speaker A
Pode ser, professor. Então, então vamos colocar 10:20. 10:20 a gente retorna, OK? Certo. Valeu. Então, bom aí, bom lanche.
Speaker A
OK. Porte e posse de arma de fogo. Nós estava falando sobre questões de, né, a arma mais adequada para eh em termos de aquisição, né? tal, por questões de escolha, armas curtas, né, como revólver, pistola, elas são armas
Speaker A
mais adequadas para uso pessoal, como a gente estava dizendo, né? Então, aquelas pessoas que vão usar essa arma para trabalho, né, tipo para por meio funcional, enfim, outra meio desportivo também, OK? Subintende-se aí que a arma de corte, as armas curtas são adequadas
Speaker A
para o uso. Agora, quando a gente tá falando para armas de defesa pessoal, ou seja, para armas que vão eh que vão ser utilizadas para ficar dentro do seu domicílio, na sua fazenda, enfim, tá? a gente tem a uma escolha mais adequada
Speaker A
seria a as espingardas, porque uma arma de melhor de mais de de um funcionamento mais simples, apesar de ser uma arma de repetição, mas ela é simples, não usei.
Speaker A
O poder de fogo é muito alto. A a a capacidade do operador acertar o alvo é maior devido ao tipo de munição que se utiliza, eh acaba tornando mais fácil também o acerto, tá? Então a escolha mais adequada aí para em termos de melhor
Speaker A
arma, tá? para uso, para defesa pessoal, eh, seria uma espingarda devido a esses aspectos aí, tá? A o revólver é uma arma, é, temse uma pergunta muito grande falando sobre qual é a melhor arma entre revólver, pistola, por exemplo, também.
Speaker A
Então, assim, a não existe uma arma melhor do que a outra, existe aquela arma que o operador eh tem mais treinamento, tem mais familiaridade, né? Então, mas a cada arma tem as suas especificidades. Aí aquele que vai escolher tem que lembrar
Speaker A
que tem que se treinar para que você adquira a perfeição do uso. Isso é lógico. Para tudo que você vai fazer, tem que se treinar. Então, se você vai usar ah um revólver, se você quer utilizar um revólver, né,
Speaker A
você tem que entender primeiro que ela é uma arma de porta, ou seja, uma arma curta, tá? E ela é uma arma de repetição, como eu disse mais cedo, a repetição ela se caracteriza como sendo arma, na qual todo o manuseio, todo o
Speaker A
funcionamento desse revólver, ele é feito pelo operador da arma. Então, colocar, abrir tambor, colocar munição, colocar a arma em ação simples, disparar essa arma, tirar as cápsulas vazias, recolocar uma munição nova, tudo isso é feito pelo operador da arma. Então é uma
Speaker A
arma, assim como todas as armas de repetição, é uma arma que demandam a grande habilidade do operador e a sua a sua funcionalidade, a sua a sua melhor utilidade vai depender da do grau de habilidade que o operador da arma tem.
Speaker A
Então, quanto melhor, mais coordenado, mais rápido você for com esta arma, logicamente, mais rápido vai ser os seus disparos e a sua utilização, tá? Eh, é uma arma, mas aí tem os seus pontos fortes, né? É uma arma muito, é uma arma
Speaker A
confiável que basicamente eh tem existem poucas falhas que aconteçam nela. Eh, então é uma arma que, como eu disse, não falha, ela não estraga fácil, então é arma que você tem aí uma certa tranquilidade para você poder utilizar.
Speaker A
Quando a gente fala de pistola, a tava, nós já estamos falando de uma arma semiautomática, né? Ou seja, onde a arma ela costuma, ela já já faz um funcionamento, já te ajuda no funcionamento, né? É uma arma que
Speaker A
demanda, ela tem mais velocidade de utilização, ela tem uma capacidade maior de utiliza. Então, quanto o revólver você tem aí eh quatro disparos, seis disparos, oito disparos, tem revólver até de 10 disparos, né? Uma pistola aí tem 15, 20 carregadores que podem ser
Speaker A
alongados aí para mais de 20 tiros, né? Então você tem uma uma quantidade de munições maiores. Essa arma, como ela é uma arma semiautomática, ela já ejeta e recoloca a munição na câmera eh automaticamente, ou seja, né, sistema
Speaker A
automático, no cano e você já dispara de novo, né? Então assim, é uma arma mais rápida, mas ela tem inúmeras panes que o operador da arma tem que saber solucionar para que ela tenha uma melhor utilidade para quem
Speaker A
tá operando, né? Então assim, que que arma é melhor? O revólver ou uma pistola? Depende da sua habilidade, né?
Speaker A
Da sua habilidade e do seu grau de treinamento. E aí isso isso que vai dizer qual das duas é uma arma melhor.
Speaker A
Qual que é uma contradição interessante essas duas armas? revólver para quem vai usar de maneira eh simplista ou sem muito conhecimento, por assim dizer, é uma arma mais fácil, não precisa de muito conhecimento para conseguir atirar com ela. Só precisa
Speaker A
saber abrir um tambor, colocar a munição, fechar e e efetuar o disparo, né? Agora para usar operacionalmente o revólver é uma arma mais complexa, é uma arma mais difícil porque demanda de habilidade do operador por ser uma arma
Speaker A
de repetição. Então existe existem técnicas específicas coordenativas para esse tipo de arma que a pessoa tem que treinar inúmeras vezes até se tornar automático para que ela consiga efetuar esses disparos com mais eficiência.
Speaker A
Agora a pistola já é o contrário. Para usar de qualquer forma já não é tão simples assim, porque demanda alguns certos conhecimento. Tem que saber colocar um carregador, colocar as munições um carregador, tem que saber ciclar uma arma, enfim,
Speaker A
mexer de qualquer jeito, tem um pouco mais, necessita de um pouco mais de conhecimento a pistola. Agora depois se você já sabe colocar um carregador municiar a arma, aí é simples. É uma arma mais simples, operacionalmente é uma arma mais simples de se manusear
Speaker A
porque ela faz todo o processo sozinho depois disso, né? Então tem essas variáveis tem que ser colocada em conta na hora de ver a questão de melhor arma, eh, daquilo que você vai escolher em termos operacional, funcional ou
Speaker A
domiciliar. Você não a arma de fogo não é só você querer ir lá comprar e pronto.
Speaker A
E assim tá resolvido o problema, não, tá? né, demanda um pouco mais de conhecimento.
Speaker A
E sobre essa questão de porte e posse também, né, existe eh o entendimento equivocado sobre a questão de porte e posse, tá? Então, que que o o o a pessoa tem que entender quando nós falamos sobre o termo porte, né? O porte já é a
Speaker A
utilização no meio social desse armamento. Ou seja, quando eu tenho o porte de uma arma de fogo, eu posso colocá-la na cintura, colocá-la numa pochete, enfim. Eu posso transitar com essa arma no meio social, tá? Isso é uma
Speaker A
arma, isso é uma arma na qual você adquiu no comporte dela. Você pode usar em qualquer ambiente, qualquer ambiente não. Eh, existe algumas algumas restrições para ambiente com aglomeração de pessoas, engenerda alcoólica, existe algumas variáveis aí que pode
Speaker A
prejudicar, mas é em sua maneira geral é uma arma que você pode sair andar com ela na no meio social com mais liberdade, né? Quando nós falamos de posse de arma de fogo, nós estamos falando de eh essa arma poder ficar
Speaker A
dentro do local do endereço onde você a registrou, na sua casa, na sua fazenda, no seu apartamento, enfim. É uma arma na qual você não pode transitar com ela, né? Tem tem como transitar com ela, professor? Tem. Você pega um autorizar,
Speaker A
uma guia de tráfego pela Polícia Federal, você tem que autorizar, tem que dar um motivo para isso, tem que marcar um caminho, tem que ter a data de quando vai, quando é de da de que volta, o caminho que vai pegar, tem algumas
Speaker A
variáveis em cima disso aí, mas uma arma de posse essencialmente é uma arma que tem que ficar no domicílio de registro, tá? Você não pode, como eu disse, sair com essa arma pro meio social.
Speaker A
E essa é a modalidade mais comum de você conseguir hoje a a a compra da arma de fogo, né? Posse de arma de fogo. Mas as pessoas falam assim: "Professor, mas tem existe aí uma briga falando sobre a
Speaker A
questão de de andar com essa arma no carro, tal?" Porque também existe duas formas de adquirir essa arma, nessa questão de registro, né? Nós temos aí a posse da arma de fogo pela Polícia Federal, né? Nós temos também aí a
Speaker A
compra dessa água de fogo pelo exército brasileiro. Então, um é pela ex federal, outro é pelo exército pelo sinarme da polícia da da do exército, sigma do exército, perdão, sinarme da polícia federal e sigma do exército, né? Quando
Speaker A
eu vou adquirir essa arma pelo exército, né? Aí nós temos uma modalidade que que que se compra essa arma que nós chamamos de CAC agora no Brasil agora tá bem popular esse nome que é caçador, colecionador e atirador. Então CAC, tá?
Speaker A
São essas três vertentes no qual você adquire a arma, como caçador, então a pessoa que vai usar essa arma para caça.
Speaker A
Colecionador, o nome já fala por si só, os nomes já falam por si só, né? E o atirador que é o a parte desportiva da da da do da utilização dessa arma, né? E aí esse carro que tem uma liberdade
Speaker A
maior na questão da da quantidade de armas a se comprar, quantidade de munições se pode comprar, questão de fazer recargas, enfim, existe aí seus procedimentos com maior do que se que se eh permite mais do que da Polícia
Speaker A
Federal por si só, tá? Então, hoje tem empresas do Brasil que já fazem toda a documentação para vocês, né? Mas mesmo assim, mesmo quando eu sou CAC, as pessoas confundem isso, né? Não é porque eu tenho CAC, que eu tenho porte que eu
Speaker A
posso andar com ela na rua. O CAC ele permite você estar com essa arma na cintura, por exemplo, né? Se for uma arma curta, dentro do dentro do carro, na cintura, o tráfico da sua casa para o estante de estilo que foi registrado,
Speaker A
tá? Então, ou seja, quando eu vou sair de casa, vou chegar no trânsit tiro, no no est de tiro, é onde se permite tá com essa arma na cintura. Agora, se eu saio do carro, vou comprar uma coisa no
Speaker A
supermercado, vou tomar um um uma cerveja na rua, isso já descaracterizou totalmente essa questão da da do CAC. E aí penalidades legais em cima da pessoa que for per com isso aí, a porte legal de ar de fogo, aí cadeia,
Speaker A
enfim, aí você pode responder liberdade, OK, mas isso vai causar todo um transtorno que inclusive aconteceu isso muito no Brasil. Pessoas achavam que, ah, eu tenho cát, agora eu tenho porte, posso andar com essa arma na rua e que
Speaker A
tá tudo bem. E não é bem assim, tá? Então você tem que lembrar disso. Porte, quem é que tem direito à porte? Então são forças militares e auxiliares de segurança, né? O que são forças auxiliares e militares de segurança?
Speaker A
Então, forças militares é quando a gente fala de exército, marinha aeronáutico. Isso são forças militares, tá? Quando nós falamos em forças auxiliares de segurança, aí a gente tá falando de polícia militar e bombeiro militar, tá?
Speaker A
Quando nós falamos aí de forças eh bombeiro militar, forças auxiliares de segurança, forças militares, desculpa, exército paronáico, forças auxiliares, bombeiro militar, polícia militar, nós temos as forças policiais, que aí nós estamos falando de polícia civil, a gente tá falando de eh polícia guarda
Speaker A
civil municipal, tá? Polícia Federal, Rodoviária Federal, enfim, essas são as forças policiais. Então, todas essas corporações auxiliares, militares e policiais de segurança tem direito ao aporte de arma de fogo. E algumas profissões também são permitidas. Isso, por exemplo, juízes na
Speaker A
parte jurídica, né? juízes, tem promotores, a, eh, alguns políticos também, enfim, tem algumas profissões que têm o direito ao porte de arma de fogo e também mediante a autorização e pedido e autorização junto à Polícia Federal. Então, porte, você só consegue
Speaker A
hoje fazendo isso fazendo um pedido pela Polícia Federal, tá? Que seja pela profissão que exerce ou que seja para um por por um pedido eh que tenha aí uma legítima necessidade para isso, tá? Então isso é uma coisa
Speaker A
tem que ficar bem clara aí para vocês em relação à corte e posse de arma de fogo, ok?
Speaker A
Voltando aqui aos slides, né? Aos nossos slides, a gente tá nós estamos falando sobre raiamento, tá? Então nós temos aí como definição de arraamento sucos e estrias elidais abertas no interior do cano da arma de fogo, cuja finalidade é dar uma
Speaker A
movimentação de rotação ao projétil, estabilizando sua trajetória e aumentando a sua precisão. Nós temos aí a as os raiamentos destrogênicos e sinistrogênicos. Que que é isso, professor? destrogênico e sinistrogênico.
Speaker A
Maneira bem bem simples. Eh, quando nós falamos em sinistrogênico e destrogênico, a gente tá falando de sinistro, ou seja, esquerdo, tá? Quando você as rai quando você vê os raiamentos em rotação pro lado esquerdo, nós estamos falando de
Speaker A
raiamento sinistro G. Quando nós estamos falando de raiamento que vai pro lado direito, quando você olha pelo cano e V, se movimentando pro lado direito, nós são reamentos, nós chamamos destrogênicos, né? Ou seja, que viram para a direita. Até para poder título de
Speaker A
conhecimento, quando você fala que você é destro, isso tá, isso tá faltando informação. Você é destro.
Speaker A
né? Que que o destro destro é a parte coordenativa. Então, o que que seria o certo? Se você é direito, você tem a destria direita. Se você é esquerdo, você tem a destria sinistrogênica, ou seja, a destria esquerda. Então, nós
Speaker A
temos essa questão. Aí nós temos ainda mais algumas variáveis de em termos coordenativos, né? Nós temos aí quem é o que usa os dois lados. Nós temos aí a lateralidade cruzada, que aí são pessoas que escrevem com a mão e tem uma
Speaker A
habilidade que chuta com a outra perna, enfim, chamamos de lateralidade cruzada, tá? Eh, mas enfim, professor, para que que serve sinistro estrogênico e destrogênico com relação à arma de fogo?
Speaker A
Eh, demanda um pouquinho uma uma uma questão de velocidade de tiro, né? Quando você dispara e quer um pouco mais de velocidade, você mantém no sentido horário, você l sentido direito, você ganha mais velocidade. Quando você tem ali pro lado direito, esquerdo, aliás,
Speaker A
você tem uma desaceleração. Isso vai demandar aí a dentro da estratégia do tiro, a direção que você quer ou a distância que tá o alvo, alguma coisa nesse sentido. OK?
Speaker A
Até para uma questão de ver aí a questão da utilização desse desse arraiamento, eu vou pegar aqui o vídeo. Quando eu tava intervalo, eu fui buscar.
Speaker A
Então aqui, ó, vamos lá ver como é que é o funcionamento desse vídeo do raiamento.
Speaker A
Então aqui nós temos o exemplo de um rifle, né? Porque tem ação de ferrolho aqui, ó. Ferrolho que você vão perceber que ele vai ser levantado, depois puxado da retaguarda, depois fechado, ó.
Speaker A
Certo? Depois de efetuado espalho, então foi feito o municiamento, a arma foi municiada agora, né? Travado o ferrolho.
Speaker A
Então o gatilho foi acionado e o percussor mediante ao gatilho também acionado. Acerta ali a espuleta, a ignição na pólvora que é lançado o projétil né?
Speaker A
Então, como eu disse para vocês, esse projeto de chumbo, ele vai ser pressionado contra o raiamento, que esse que eu tô passando aqui para vocês com o mouse. E a pressão da explosão que vem que vem atrás do chumbo, vai forçando
Speaker A
ele pra frente e o raiamento forçando ele ao giro, tá? Ó. Então ela entra em rotação. Aqui mostra uma certa distância de, né, na que o disparo alcança, né? Lembrando que eu que até falei mais cedo eh sobre o
Speaker A
que o tamanho de cano do cano influencia sobre a distância e a velocidade e a precisão do disparo, tá?
Speaker A
E aqui é o disparo que que acertando em uma gelatina balística que nós chamamos, né? Então aqui você consegue ver, até vou pausar aqui para vocês entenderem uma uma questão muito comum de se as pessoas perguntarem de falar assim:
Speaker A
"Professor, por que que quando o disparo entra no no né, no no seu objetivo, no seu anteparo, enfim, tem o famoso buraquinho e buracão, né? Então, quando o disparo ele entra, vou melhor dizendo, deixa eu pegar aqui no início, quando
Speaker A
ele tá na sua na sua trajetória aqui, ó, nesse ponto medial aqui, ó, do projétil, é onde há a dispersão do oxigênio.
Speaker A
Então, o oxigênio aqui ele é separado, ó. Certo? Portanto, aqui na ponta do projétil é o local onde tem a menor concentração de oxigênio do que onde tá sendo separado. Quando ele entra, ele acerta o alvo, né, o objetivo
Speaker A
dele, vamos dizer assim, né, ele tem só um pouquinho. Então, quando ele entra aqui, ó, ele entra basicamente sem nenhum tipo de variável, entra seco, né, por assim dizer. Só que quando ele entra no no no alvo, ele devido à sua velocidade, ele
Speaker A
puxa junto o vácuo e aí na hora que ele entra e o vácuo entra junto, que acontece a expansão do oxigênio causando aí um maior dano, né? Então, que é aquilo que vocês falam. Então, ele entrou em rotação, o vácuo vem sendo
Speaker A
puxado junto, ó, aumentando a energia do disparo dentro. Tá? Então esse vídeo aqui é só para exemplificar um pouco sobre a questão do reamento e essa questão aí do de de um orifício maior e outro menor. OK?
Speaker A
Voltando aqui aos slides, nosso test a gente fala mais cedo sobre alma lisa e alma arraiada. Alma raiada são armas providas de raiamento. A alma lisa são armas desprovidas de raiamento, né? Que aí as almas lisas são as
Speaker A
espingardas, como eu disse a vocês. Passando pro próximo slide aqui, mostra de novo a converte de rotação, tá? Então aquilo que eu falei para vocês, depois que vem a ignição, né, o projeto entra em contato com os com
Speaker A
sucos, né, com o reamento, fazendo, forçando, forçando assim o seu giro. Vamos falar sobre calibre. Então, vou dar um tempinho aí para vocês procurarem eh para mim o que que seria calibre de uma água de fogo, tá? Três minutinhos
Speaker A
para vocês poder procurar. Como aqui não fala Tá bom. Só para terminar. Beleza. Sobre essa questão de calibre aí de vocês, tá?
Speaker A
Que eu quero que vocês entendam sobre calibre, tá? Então nós temos aí duas formas de de que as pessoas até definem errado essa questão do calibre. Quando eu falo de calibre, eu tô falando da do diâmetro do projétil, tá? Então quando eu falo p 38
Speaker A
pon 40, seja 32, 380 9 mm, eu tô falando sobre a dimensão interna do cano da arma, tá? Então só se vocês puderem ver isso aqui, ó.
Speaker A
Então vamos lá. Então ó é medida interna do cano, né? Então, fica dividido em calibre real, calibre nominal ou efetivo que nós falamos, né?
Speaker A
Então, ó, quando a gente fala em calibre, falando de dimensão interna do cano, então aqui, ó, quando eu falo em ponto 38, p 380 e assim vai, é essa medida aqui, ó, entre os eixos, tá? Agora, quando a gente fala em
Speaker A
calibre do projétil, é aquilo que eu falei para vocês mais cedo, tá? O projétil ele é mais grosso, ele é da largura, ó, tá vendo o vermelho aqui, ó?
Speaker A
Da largura do aprofundamento do raiamento, ó. Tá? Então ele é mais grosso do que a boca do cano, tá? Então você tem que lembrar disso. E outra coisa, quando eu falo, quando eu tô falando em calibre, eu tô falando em
Speaker A
poleg, em centésimos de polegada, por exemplo, né? Então milímetros é uma coisa, quando eu falo em ponto 38 é uma coisa. Então o que que as pessoas têm que entender? Quando eu falo 380, 38, por exemplo, são os mesmo, é o mesmo
Speaker A
calibre. Pon 38.380 380 que eu tô falando é o projétil, é só aquela parte de chumo. Eu não tô falando a munição como um todo, né? Eh, ou seja, eu não tô falando a quantidade de pólvora, eu não
Speaker A
tô falando de cápsula, eu tô falando do projétil de chumbo por si só, tá? Então, 380 é o mesmo é o mesmo diâmetro do chumbo.
Speaker A
A gente tá falando isso aqui, ó, aqui ficar mais fácil vocês visualizarem. Então aqui, ó, então aqui quando eu falo em ponto 38.380, tô falando dessa da parte mais grossa, né, do chumbo aqui, ó, dessa circunferência aqui, ó. Isso aqui que mede pon 38 ou 9
Speaker A
limit e assim por diante, tá? Não é isso como um todo, é isso aqui, ó. Certo?
Speaker A
Então, quando eu falo em 380, 38, é o mesmo calibre, inclusive, tá? Quando eu falo em 9 mm também é o mesmo calibre, tá?
Speaker A
Como assim, professor? 9 new é o mesmo calibre 38. É porque quando eu faço a conversão eh de milímetros, tá? 1 mm 1 mm se quando ele é convertido eles vai vai bater exatamente o mesmo ponto 38 cm de
Speaker A
polegado, tá? Então, quando a gente pega o nove LPS, que é o a o projétil mais comum que as pessoas conhecem e faz a medida do diâmetro, ou melhor, se você pegar o projétil do 9 Lips e colocar na
Speaker A
cápsula de 38, ele me encaixar perfeitamente na cápsula de 380. Lógico que a o tamanho da cápsula do A 380, do A 38 e do A9 mm vai modificar, mas a largura da boca onde se coloca o chumbo
Speaker A
é o mesmo, tá? Então, P 38, pon 380 são o mesmo calibre. Ponto 40 já é uma calibre que tá acima. Aí as pessoas falam: "Pessor, qual que é o melhor calibre para defesa pessoal?" Então vocês têm que entender o seguinte
Speaker A
sobre a tec, eu falei mais cedo, né? Ah, o disparo, a arma melhor para defesa pessoal não é revólver nem pistola, né?
Speaker A
Como eu disse, a spingard tem uma maior funcionalidade para uso, para defesa pessoal. Ah, pess, mas vou quero comprar um revólver pessoal da mesma forma. Ok?
Speaker A
Então, um calibre que são mais adequado paraa defesa pessoal, quem se tem hoje entendimento são tanto 38, tanto tanto o 380, tanto o 9 mm, ou seja, o mesmos os mesmos são os mesmos calibres, né? O que vai alterar 38, ele tem mais poder de
Speaker A
fogo do que um 380. Então, enquanto aí um 380 tem em torno de 3.5 g de próla, me preocupa muito com com grães, só 3.5, né?
Speaker A
Com 38 ele vai chegar a 5 g de gros de pólvora. 4,5 g de pólvora. O 9 L é um pouco mais potente ainda. Chega 7 grandes de póbra, ou seja, são tem mais potência. Senor, então 9 L é o mais é o
Speaker A
melhor. Pode ser. Aí que tá a questão 380, 38, 9 mm. Qualquer um desses que for que forem utilizados no disparo de arma de fogo, ele vai ter um efeito desejado.
Speaker A
Por quê? Porque a arma curta ela foi feita para um disparo a curta distância.
Speaker A
Dentro dos dados estatísticos, eles mostram lá com a arma curta a utilização, a efetividade da utilização dela é de 2 a 5 m, tá? Então, nessa distância aí eh o disparo vai ter a mesma funcionalidade desejada para quem
Speaker A
for usar para defesa pessoal, tá? Então, na verdade, o que vai dizer bacana vai ser a questão do tipo de arma que você vai usar. O calibre, tá? Qualquer um desses três é de ótima utilização mas o ponto 40. Entenda que quanto maior for o
Speaker A
o o poder de fogo do projétil, quanto maior for a energia que esse projétil vai ele gera, maior, mais difícil será para você controlar essa arma. Então, se você pega ali uma ponetar um disparo, o impacto, recuo na
Speaker A
sua mão é muito maior. Então, a sua capacidade de controlar essa arma vai ficando cada vez mais prejudicada.
Speaker A
Então, dentro de uma melhor utilização 38, 380 e tal, já já eh ele consegue suprir a sua necessidade perfeitamente.
Speaker A
Agora, uma coisa importante é o tipo do projétil que você vai usar. Por quê? Nós temos algumas variáveis de projétil.
Speaker A
Esse projeto aqui que vocês vêm aqui, tá? Que vocês vêm aqui, ó, que nós chamamos que é redondinho, nós chamamos de ogival, né? que é em forma de ogiva, que ele é redondo aqui, ó, essa forma que você tá vendo. Agora, nós temos uma
Speaker A
outra forma de projétil que vou mostrar para vocês aqui agora, até mostrar o vídeo aqui, que aí vocês vão ver aqui um pouquinho a diferença.
Speaker A
Espera só um restante, por favor. A gente quer achar o negócio, é mais cedo.
Speaker A
Vamos ver isso aqui, ó. Isso aqui já mostra a munição diferente vocês poderem ver.
Speaker A
Então aqui, só vocês poderem ver, ó, a munição aqui, ó, ela era uma munição em forma de ogiva que eu falei para vocês, ó. Tá vendo?
Speaker A
Totalmente redonda. Aí, no caso, a máquina aqui, ela vai fazer um outro procedimento aqui, ó.
Speaker A
Tipo de projétil nós chamamos, vocês conhecem por dundum pontaorca, né? que na verdade o nome correto é hidrchoque, tá? Por que hidra-choque? Porque a abertura que é feito aqui, ó, na ponta desse projétil, quando ele entra em contato com a água, a água entra nesse
Speaker A
nesse orifício que é feito, é onde faz a o, né, o funcionamento dele, ele vai se expandir, ele vai abrir igual a uma flor. Então, por que que ele é a melhor utilização para defesa pessoal? Porque quando é feito o disparo, ele acerta no
Speaker A
corpo do do da do ser vivo que você disparou. Ele entra em contato com a água do corpo humano, mas de 80% do corpo do humano é feito de água. Então vamos pegar aí uma velocidade de disparo de uma de uma de
Speaker A
uma de um calibre 9 mm, ele chega aí a ter uma velocidade de 300 m/s, segs, mais ou menos. Então você imagina um um objeto a mais de 300 m/sund entrando dentro do corpo do ser humano e freiando dentro dele, né? Porque ele tem
Speaker A
um efeito paraquedas. Ele tá na ele tá na sua, na sua trajetória, na sua velocidade. Quando ele encontra o anteparo, ele frena, faz a frenagem, toda essa velocidade é para dentro de você. Então, a utilização desse projeto para defesa
Speaker A
pessoal, ele é mais indicado. Antigamente o que era mais utilizado, o que era mais utilizado era esse tipo de projétil aqui, ó, o projeto Ogival.
Speaker A
Só que o que houve, né? Qual foi o problema? Quando se utilizava esse projeto aqui, ó, percebia que o o ser humano, né, o a pessoa, o meliante, o bandido, enfim, quando ele era alvejado, ele ele se acertava sentindo nele, ele
Speaker A
não conseguia derrubar, ele continua ainda continuava ainda conseguindo seguir em frente, ele continuava fugindo, enfim, ele conseguia ainda manter a dinâmica de de fuga dele ou de disparo. Por quê? É porque quando esse projeto acerta no corpo humano,
Speaker A
o corpo humano ele leva um certo tempo, um certo tempo para poder eh identificar a lesão, né, devido à hemorragia, se não acertou nenhum órgão de desligamento automático ao cérebro coração, então acertou o braço, a perna, o tronco e não é nenhum nenhum órgão
Speaker A
vital imediato até o corpo identificar essa lesão leva um certo tempo, alguns segundos, alguns minutos, dependendo do local, que dá tempo. da pessoa que foi alvejada, ainda conseguir correr, ainda conseguir sacar o ar, me efeitar espada e assim por diante. Isso aconteceu muito
Speaker A
no Brasil quando nessa questão quando foram quando viu esses problemas, é onde surgiu aí a necessidade de trocar esses esses projéteis, né, e passar para esse tipo de projétil aqui, que é o hidrachoque, né, porque aí tem um poder,
Speaker A
nós chamamos de poder de parada, stopper, né, poder de parada. Então, quando ele acerta o alvo, ele não transfixa igual o outro acontece.
Speaker A
Ele para dentro do corpo humano, ele vai parar toda a velocidade que ele tava em trajetória e aí a pessoa é jogada pra frente, você tiver correndo ou ele é jogado para trás, você tá em confronto, em confronto, enfim. Então é o poder de
Speaker A
parada. Então hoje também para defesa pessoal você tem que pensar no tipo de arma, a o a o calibre que você vai usar que te dê uma maior maior controle esse armamento e também, né, o tipo de projétil que você vai utilizar essa arma
Speaker A
para que tenha uma maior funcionalidade também. Continuando aqui, aqui a imagem aqui do vídeo.
Speaker A
Aqui mostra um, né, a a recarga, né, como é feita a munição. Pra gente poder pegar já até um exemplo daquilo que a gente tá vendo, ó. Aqui vocês conseguem ver bem, ó, a abertura na parte de cima do projétil, ó. Como eu
Speaker A
falei, esse camisamento aqui, ele favorece essa questão do stoping power, porque você sabe dessa abertura que que ele faz quando encontra o meio acuoso, né?
Speaker A
Então aqui o, né, como é fic como é que acontece a divisão das munições, tá? Já para adiantar uma um um tópico que vai vir mais à frente sobre a composição da munição. Então nós temos aqui atrás, ó,
Speaker A
a espoleta, né, que aí pode ser tanto fogo central como fogo circular. Já vou te explicar mais para frente aqui, né? O o a a pólvora que é o material a a propel lente, né? E aqui a parte de chum. OK?
Speaker A
Então aqui tá mostrando a aerodinâmica que eu falei para vocês sobre estabilidade, né? A forma de gota, né?
Speaker A
que melhora, diminui a resistência do oxigênio, então vai melhorando a a sua precisão. Aí a parte do fechamento do projétil, enfim, com relação à cápsula.
Speaker A
Aí já mostra um movimento de mecânica semiautomática aqui. Aqui em relação ao percussor quando acontece disparo até interessante para ver a questão do da que esse essa parte aqui onde fica a espuleta, ela é um material químico que
Speaker A
dá ignição. É como se solta esse material químico quando ele é apertado pelo pelo percursor que conhece por termo agulha, né? aqui atrás ele solta uma faísca que dá ignição à pólvora.
Speaker A
Ó, entendeu? Aí aquilo que eu falei para vocês com relação à energia, ó, o que tá o que tá ali atrás, ó, um pouquinho.
Speaker A
Então aqui, ó, essa energia que você que tô passando aqui o mouse, ó, é o que empurra o projétil pra frente, fazendo com que o realmente consiga pressioná-lo e fazer entrar em rotação, né?
Speaker A
Movimento de rotação também em relação a ao raiamento, né, que eu já falei para vocês com a capacidade de perfuração do vento, por assim dizer.
Speaker A
E aí a questão do acerto no alvo que mais para frente eu vou falar para vocês sobre as técnicas de tiro por si só, tá?
Speaker A
que mostro problema projeto já chegando em rotação, né? E havendo a perfuração, enfim. Então essa é só para vocês entenderem como é que funciona a questão eh do do projétil Hidrahock. vocês conhecem aí por ponta o que é o mais adequado aí
Speaker A
também para uso da defesa pessoal, tá? OK. Deixa eu só voltar aqui agora para estávamos falando do calibre, tá?
Speaker A
Definição. Então o calibro real é a dimensão interna do cano, aliás, o cío nominal, desculpa. E o calibre real já é o diâmetro total do do chumbo, né, da ponta do projétil. OK?
Speaker A
Entender. Então aqui tá calibre real e aqui o calibre efetivo nós chamamos, tá? OK.
Speaker A
Então vou falar sobre ainda falando um pouquinho sobre a questão do calibre. Então, já vou passar um vídeo para vocês sobre a questão eh do efeito, né, daquela que é do efeito que alguns calibres tem aí nos seus na questão do anteparo. Então,
Speaker A
deixa eu mostrar para vocês aqui, ó. Então, só para vocês poderem entender. Aqui nós temos vários calibres. É para vocês podem entenderem o impacto, né, a força do impacto de cada disparo.
Speaker A
Começando aí por por calibresos mais baixos, né, que é o ponto 22. Então vamos lá.
Speaker A
Então vocês verem aqui, né, a energia do vácuo quando entra que eu falei para vocês. E aqui é direcionamento, né, do projé, OK?
Speaker A
Isso que vocês estão vendo aqui chama-se gelatina balística, tá? Essa gelatina balística aqui usada para justamente poder fazer os testes balísticos, os disparos, tá? ee poder medir aí a a o poder de impacto.
Speaker A
Você já conseguem ver uma diferença aí com relação à energia, energia residual, né? Com relação aí ao ponto aí, ó. Ponto 32, nós estamos falando de pistola, tá vendo aqui, ó? Projeto se o pistola tem 32, tem, assim como também o revólver
Speaker A
também tem. Já consegue reparar que já existe, já tem uma energia maior, né, residual?
Speaker A
Só para vocês entenderem melhor, essa gelatina balística é como se ela simulasse o efeito dentro do corpo humano, tá? Só para vocês poderem ter a noção, os carros mais conhecidos, 380 pistola, 304 m/s, já começa a ver energia maior, já começa
Speaker A
a ver também um, né, um efeito mais que ultrapassa um pouquinho aí da gelatina por si só. Pode haver uma dilatação superior aqui.
Speaker A
38 revólver. ponto 40. Já vê que a energia é bem maior. Já houve até uma atravessar atravessou toda a gelatina balística.
Speaker A
Aí já v como é que o efeito da espingarda, ó. Reparem para você ver o poder de impacto, né? Repara que a jatina balística vai até se levantar aí, né? Olha a abertura que causa na gelatina balística, né? Sobre aquelação
Speaker A
que eu falei para vocês sobre a defesa pessoal. Aus. 357 Magn, gan um calibre bastante potente, usava muito para caça.
Speaker A
Olha, para vocês verem, né? a energia, toda a dilatação que ele causa, transfixou a gelatina balística.
Speaker A
Uma curiosidade sobre a questão do da do 357, ele é uma munição adequada mais paraa caça, tá? Usada mais em rifle. 357 para revólver é muito potente, dificulta bastante o controle e a efetividade dele, tá? Então, para carabina é ótimo,
Speaker A
mas para revólver já é meio complicado. 44 Magno também boa uma munição para caça.
Speaker A
e a ponto 500, né, que é o maior calibre e dos revólveres aí, né, ele ele é ele é o mesmo calibro ponto 50, tá? Em termos de de poder de energia cinética, tá?
Speaker A
Olha a diferença. Poder de impacto. Agora começa a as fuzil, né? Vocês vão ver que a munição de fuzil tem uma média de mais de 1000 m/ segundo, então é muito rápido e muito potente, tá? Ó, munição de fuzil, ele não foi feito para
Speaker A
defesa pessoal, tá? Ele foi feito pra guerra. Então, a munição de fuzil, ele não tem essa a finalidade de parar dentro do corpo da pessoa. Pelo contrário, como é paraa guerra, ele quer que quanto mais pessoas ele atravessar,
Speaker A
melhor. Então, tem uma curiosidade disso, na Segunda Guerra Mundial ali, né, com Hitler, a com em relação à Alemanha enfim ele tinha uma uma atividade de de filerar, né, as pessoas, pegar um Mouser 762, que era um rifle eh da época, e da
Speaker A
para economizar a munição, ele disparava na na altura da pegava pessoas mais ou menos da mesma altura e disparava contra a cabeça dela sem então assim, tirava a cabeça, matava 10, puxava mais 10, filerava e assim ele ia fazendo para até
Speaker A
economizar a munição. Você pode ver inclusive que a munição do do fuzil, ela é bem ponte agudo para diminuir ainda mais a resistência do oxigênio, para ganhar mais velocidade e maior poder de transfixação para poder pegar no maior
Speaker A
número de pessoas possível, tá? P 22 Hamilton 308 Chester usar bastante parachador de elite também, inclusive essa munição.
Speaker A
E aí é, né, o maior calibre das munições de fusil que é pon 50.
Speaker A
bastante potente. Aqui eu mostrar outra efetividade também eh, do efeito das munições. Então, isso aqui, só para vocês poderem entender. Então, foi é uma sequência de um filme original de um filme eh de uma de uma empresa de conferência balística
Speaker A
dos Estados Unidos, associação Endury. Aí os disparos serão feitos em um barril de água, tá? Que ó, water 60 L, né, de água. Esse barril é feito de plástico, tá? Os disparos foram efetuados de calibre 9 mm até pon 50, OK? Então, só
Speaker A
para vocês poder observar aí, você vê o efeito do disparo. Sete Magnum. Isso aqui é uma é uma submetralhadora aqui que eu falei para vocês mais cedo, né? Uma 556 G 86. Quando você vê double tap, quer dizer que ela foi regulada para dar dois
Speaker A
disparos por acionamento de gatilho, tá? Então você vão reparar que são dois tiros por vencer.
Speaker A
Aqui já na já é uma calitnicov, né? Vocês conhecem para K 47, um tiro só, single shot, tá? Repara que o barril de 60 L chega, levanta, né?
Speaker A
Aqui no caso é uma automática, né? que aquela versão que eu falei para vocês de livro gatilho, colou o dedo, ela continua disparando.
Speaker A
Agora é um fuzil 762 de precisão, tá? Single shot é um tiro só precisão do neto.
Speaker A
Daqui você já consegue perceber a questão do buraquinho do buracão, né? projétil entra seco, quando entra ele entra, puxa o vácuo e há essa abertura maior atrás.
Speaker A
Tem uma 338 também usada muito pros snipers, tem um poder de fogo bem alto.
Speaker A
Olha aí para vocês poderem ver de novo buraquinho e olha a energia de saída, né?
Speaker A
e a pon 50 aí que é o calibre de maior também, maior calibre aí dos fusis, né?
Speaker A
Repar até no barulho e a câmera tremenda e enfim. Esse aí é o que acontece com o barril de água, 60 L. Aqui é só uma efetividade sobre o disparo feito quantra o anteparo rígido. É uma porta. Então questão que
Speaker A
será que atravessa a porta, né? Isso aqui é só uma resposta à parte cinematográfica que mostra assim, né, que o pessoal dentro do carro, então o pessoal efetuou vários disparos fora do carro e e os disparos param na na
Speaker A
estrutura metálica do carro, né, para ver que isso aí não é muito condizente com a realidade, tá? Só para vocês poderem perceber as efetividades aí dos, OK?
Speaker A
os calibres. Deixa só olhar aqui, ver se tá tudo certo com tá, tá tudo certo.
Speaker A
Então vamos lá. Calibre. Então vamos falar sobre agora. Vamos falar sobre as partes, né, da arma de fogo, né? Os aquilo que compõe a nomenclatura das partes da arma de fogo, começando aí por revólver, né? Então, pelo revólver, nós temos aí as aquilo
Speaker A
que é composto. Nós temos aqui a massa de mira. Massa de mira essa esse objeto aqui na frente, né? Essa crista, essa crista de um galo bem aqui na frente, ó. Massa de mira.
Speaker A
Mais para frente eu vou explicar a função dela especificamente, tá? Nós temos aí o cano, tá? Da arma que vai desde aqui, ó, dessa base, tá vendo aqui onde ele é inserido, ó? Daqui até aqui, ó, cano da arma de
Speaker A
fogo certo? Nós temos aí o tambor, que no caso do revólver onde é colocadas as munições.
Speaker A
Na parte de trás aqui, ó, do tambor, tá? Nós temos a ponte, que a ponte é essa parte aqui, ó. Terminou aqui o cano, né?
Speaker A
E vai daqui até onde tá aqui a a alça de mira, que é a próxima peça, a alça de mira que é usado aí para para poder fazer o, né, o mecanismo de disparo, tá?
Speaker A
Nós temos aqui também o percussor, que ele é no caso ele que é interno. Nós temos nós temos dois tipos de percussão.
Speaker A
Nós temos a percussão direta e a indireta, né? Eh, antigamente os revólveres tinham uma peça chamada de vocês, o pessoal que costuma falar antigamente de agulha, mas o nome certo é percussor, né? que ele ficava no próprio cão. Aqui, ó, ele
Speaker A
ficava no próprio cão. Se alguém também já deve ter visto, quando armava o cão, você já vinha já um biquinho ali no cão, né? Só que esse tipo de arma era muito arriscado, né? Então, tanto é que acho
Speaker A
que muitos de vocês talvez já devem ter ouvido algum mito, mito não, alguma história de falar que quando a arma cai no chão ela dispara, né? São justamente essas armas de percussão direta. Como o percussor tá ligado direto no cão, se a
Speaker A
arma cai com cão, né, virado para baixo, essa parte aqui, ó, dessa orelha aqui, ó, virada para baixo, ele acontece de a arma disparar realmente, tá? Por isso que aí modificou-se a forma do disparo.
Speaker A
Não temos mais percussão direta. Aliás, até mostrar aqui, ó, o vídeo aqui tem a percussão direta. Vou mostrar para vocês aqui no vídeo. Deixa eu ver aqui.
Speaker A
Aqui revólver. Aqui, ó. Esse aqui é um exemplo de percussão direta, ó. Tá vendo que o o bico aqui, ó, tá direto no cão, ó, direto no cão aqui, ó. Certo? Esse aqui é uma arma de percussão direta, não
Speaker A
é fabricada mais hoje em dia, tá? É uma arma bem antiga, porque se ela caísse com cão para baixo, ela disparava. Então hoje essa parte, esse mico aqui, ó, que era o percussor, ele passou para em parte para dentro da arma de fogo.
Speaker A
Existe agora uma peça chamada de barra de percussão que ela que ajuda o mecân disparar. As armas de hoje, tá, elas podem cair à vontade no chão que elas não vão disparar porque ela tem uma uma bomba colocar assim um mecanismo de
Speaker A
segurança interno que não permite o cão acertar o percussor se não levantar essa barra de percussão, tá? O nome desse mecanismo de segurança chama-se barra de percussão. Então hoje a percussão é indireta, tá bom? Certo? Mas aqui chama-se cão e é uma pecinha interna
Speaker A
aqui chama-se percussor, tá? Nós temos o dedal serrilhado aqui, que é a peça que faz que você pressiona para poder abrir o cão. Nós temos a vareta do extrator, que é essa pecinha aqui que ser utilizada para poder extrair as cápsulas
Speaker A
avazias ou as munições da câmera. As câmeras são as aberturas dentro do cano. Guarda mato, que é essa parte aqui, ó, que protege o gatilho, chama-se guarda-mato.
Speaker A
Nós temos o gatilho, nós temos a armação da a armação que é toda essa parte aqui, né, da estrutura fora o cano da arma, certo? E nós temos por último aqui o cabo da arma, tá?
Speaker A
Então nós temos cano, massa de mira, tambor ponte alça de mira, perco surto fica aqui na parte interna, cão dedal serrilhado que faz abrir o tambor.
Speaker A
Areta do extrator, câmaras, guarda-mato, gatilho armação e o cabo da arma. OK, passando pra próxima nomenclatura.
Speaker A
Pistola. Então, nós temos aqui, ó, essa parte da pistola. Isso aqui é um modelo 58, 59 HCO, tá? É um modelo, uma plataforma da Taurus aí bastante conhecida também, tá? Pegando aí no no modelo brasileiro. Então aqui nós temos
Speaker A
o ferrolho, que é a peça que movimenta, que cicla sozinho, né? Nós temos aqui a mola recuperadora. Essa mola recuperadora aqui é a mola que dá o movimento do ferreiro de de de abrir e fechar, né? Esta a guia que nós
Speaker A
chamamos, né? que é o que faz estabilizar aí o ferrolho quando ele tá em movimento.
Speaker A
O bloco de trancamento é uma pecinha que tem aqui, ó, dentro do ferrolho. Aí eu trein que tem fisicamente para poder mostrar para vocês, tá? Cano da arma é o cano aquele que fica dentro aqui da armação OK?
Speaker A
Nós temos a alavanca de desmontagem, que é essa peça. Nós temos aí o ejetor, que é essa outra peça aqui.
Speaker A
A tecla de segurança, essa pecinha aqui, ó, tem duas funções, tá? Primeira peça, quando você empurra ela para cima, nós temos aí a trava de segurança, tá?
Speaker A
Quando quando você joga ela para cima e quando você pressiona ela totalmente para baixo, aqui ela, ela também funciona como desarmador do cão, que é a peça que faz a se a arma tiver, né? essa peça e o cão externo é a peça que
Speaker A
desarma o cão deixando ela em ação dupla para efetuar o disparo em ação dupla.
Speaker A
OK? E agora o resto é eh ah não tem aqui o retend do ferrolho, essa pecinha aqui, né? que que ainda é diferente do do revólver. E aqui agora é tudo é parecido é o guarda-mato, porque é igual assim
Speaker A
como o revólver, o gatilho. Nós temos aqui também o o cabo e aqui nessa posição nós temos aqui o retém do carregador que é o que trava e também que libera o carregador quando você pressiona, tá? Então nós temos ali em
Speaker A
cima ferrolho, mola recuperadora, se você quiser ir falando, vai falando para você oficialmente gravar, tá? Mola recuperadora, aste, bloco de trancamento, cano, alavanca de desmontagem, ejetor, tecla de segurança, cão, guarda-mato, tecla do gatilho, retém do ferrolho e retém do carregador. OK?
Speaker A
Com a prática essas vocês vão lembrando, vocês não esquecem mais facilmente nada. Nós temos aí a munição para falar sobre a composição geral da munição, né?
Speaker A
Então, o que que é a munição, né? Que o que é uma munição? Munição é quando eu me refiro a todo o objeto, tá? Então vamos pegar aqui isso aqui, ó. todo esse objeto, tudo junto, todas as partes e uma coisa só,
Speaker A
nós chamamos de munição. OK? Agora, quando eu quero me referir às partes da munição, aqui eu aumento os nomes aí. Então, nós temos a munição em relação a esse poleta, tá? Dividos em dois tipos, tá? Nós temos fogo central e
Speaker A
fogo circular. Professor, o que que é um fogo central? Que que é um fogo circular? Para ficar o mais fácil entendimento, OK? Fogo. Quando eu falo em fogo central aqui, é quando eu me refiro, é quando eu, eu
Speaker A
quero falar sobre as munições que tem espoleta. Tá vendo aqui, ó? Tá vendo esse sabe esse círculo aqui no meio da da munição? Isso aqui chama-se espoleta. Então, se ela tem espoleta, é uma molição que nós chamamos de fogo central, como tá escrito aqui,
Speaker A
ó. Quando ela não tem espoleta, nós chamamos de fogo circular, que é esse exemplo aqui. Tá vendo? diferença, ó, a mistura iniciadora lá no fogo circular, ó, fica nessa, né, nessa região redonda aqui, ó, da munição, tá? E o fogo central é dessa
Speaker A
forma aqui que vocês estão vendo, tá? Então, fogo central é quando tem espoleta na munição, quando não tem espoleta, é fogo circular. O exemplo dessa aqui para quem quem já tirou alguma vez é uma são armas de calibre
Speaker A
22, por exemplo, rif 22, revólver 22, as munições não tm escoleta, 22, 25 também não tem esculeta. Enfim, tem algumas munições aí que não tem esculeta. OK, pessoal? e e é melhor ou pior na as munições que não t esoleta, ela tem uma
Speaker A
fragilidade maior, ela falha mais, causa ela também acontece mais acidentes, né, de ignição. Então as munições realmente que mais seguras e que podem ter uma efetividade melhor são essas aqui, que são as de fogo central ou as que tem
Speaker A
esculita. OK? Então vamos lá. Quais são as subdivisões aí, né? Então, nós temos a espuleta, o mistura iniciador, temos a cápsula ou estojo, tá? O pessoal, nós temos aí também a pólvora ou propelente, que é aquilo que dá
Speaker A
ignição, que dá faísca, né? Aliás, é o que dá, explode dentro do da cápsula.
Speaker A
você conhecem como polvo, por exemplo, mas tem algumas composições químicas a mais do que só pólvora, mas vai táar como eh pólvora propel, projétil, ponta ou bala, né, que é a parte de chumbo. Aí o pessoal fala assim, pessoal, mas bala está errado?
Speaker A
Não, pelo contrário. Porém, existe uma uma uns mitos, né, de militar que se você fala bala, o povo te manda chupar, né? Então, na verdade está errado. Isso, na verdade, é só um uma maneira de de ficar pegando no pé do do do militar ou
Speaker A
enfim, porque na verdade o nome correto é bala. Tanto é que você usa um colete balístico, quando você leva um tiro, você é baleado, né? Eh, se você for procurar no dicionário Aurélio, a definição de bala, ela vai se referir
Speaker A
primeiramente justamente a um projétil de uma arma de fogo. Então, o termo bala é sim, certo? Não é errado não, tá?
Speaker A
Vocês podem falar normal esse termo bala quando você se quer referir, logicamente é só a parte do chumbo, né? Não a munição como um todo, certo? Então, aquela parte de chumbo, ela pode ser chamada de projétil, ponta.
Speaker A
ou bala. Tá bom? Aqui ela nomeada totalmente, né? Então, projétil, né? Como foi dito, essa parte chum fonta ou bala também pode ser utilizado.
Speaker A
Toda a composição, munição, cartucho, tá? Essa parte dourada metálica, cápsula ou estojo, certo? Aqui dentro, mistura iniciadora, propelente pólvora culote, que é essa parte arredondada aqui, que ela serve pro encaixe do para o modelo do tipo de arma de fogo. Eh,
Speaker A
quando você pega, quando você pega umação de revólver, esse culote ele é mais espaçado, né? Ele é maior, tá? Ele é retinho assim.
Speaker A
Quando você pega o coloque de uma munição de pistola, você já vê que ele tem já um um afinamento, um entroncamento bem na base dele, assim, ó, que ele é feito para poder encaixar em um carregador, tá? E se for para uma
Speaker A
amunição de fogo central, isso aqui é uma espoleta, tá? Como eu disse aqui é onde vai a espoleta. Se for, se não fosse fogo central, se fosse fogo circular, então ela deu uma munição de fogo circular, não tem espuleta. OK?
Speaker A
Nós temos aí os acionamentos, né, que fogo central e fogo circular, como eu já falei, nós vamos falar sobre a questão eh avisada, né, que é, ou seja, agora vamos vamos entrar aí nos fundamentos de tiro, né? Fundamentos de tiro. Então, deixa eu
Speaker A
só organizar aqui. Então, ó, fundamentos de tiro. OK? Então, nós temos aí os fundamentos. Nós temos que agora são as técnicas para que você consiga efetuar aí, né, o seu tiro com o máximo de precisão. Lembrando, claro, para quem não tem costume nem a
Speaker A
nem o condicionamento até o seu corpo conseguir entender como funciona essas técnicas, leva um tempo. A mente entender é rápido, tanto é que são poucas as técnicas, né? Mas o corpo ele só aprende mediante a um processo, chama-se processo de repetição, né? Ou
Speaker A
seja, você estudou, gravou na sua mente aí o que o que cada coisa quer dizer e treinar, treina, treina, treina até você conseguir aí eh fazer com que o seu corpo adquira a memória muscular eh dessas técnicas, tá?
Speaker A
Nós temos aí a base, a base nós chamamos aí nós temos alguns alguns tipos de base que já foram utilizados. Nós temos a base eh river, que nós chamamos a base isósolis, né? A base, assim via online é meio complicado eh eu eu passar
Speaker A
essa base aqui. Eu vou ver se eu consigo gravar um vídeo ou mandar um vídeo para vocês mostrando essa base, mas vamos tentar explicar verbalmente.
Speaker A
A base River, você faz um ângulo de 90º com as pernas, assim, né? Você fica numa posição na qual a sua perna fica no 90º.
Speaker A
você fique totalmente de lado na diagonal com tronco de lado, né? O braço que tá empunhando a arma de fogo esticado, empunhando a arma e a outra mão, a mão fraca, por assim dizer, ela tá segurando a arma com o cotovelo
Speaker A
embaixo flexionado dando um apoio, né? Então, o braço de cima estendido e o braço de baixo flexionado dando apoio.
Speaker A
Deixa eu mudar aqui a a visão para vocês verem aqui a questão. Então aqui, ó, então a técnica de braço aqui, ó. Então essa mão mão aqui, ó, essa mão fraca, certo? Fica embaixo. Essa aqui que é a mão de
Speaker A
punhadura, ela fica posicionada aqui, ó, e esticada, ó. Então, praca embaixo posicionado e a mão em cima esticado.
Speaker A
Esse aqui não se utiliza mais, não se utiliza mais, tá? Porém, essa aqui era uma técnica que existe totalmente de lado. A técnica nós chamamos de isósceres, que é uma técnica você fica totalmente de frente e o braço fica
Speaker A
aqui, ó, totalmente esticado na altura dos seus olhos, tá? Então, ó, os dois braços paralelos, braço esticado e as pernas também paralelas, né? também não se utiliza, ainda se utiliza em alguns locais, né, mas também já é uma técnica
Speaker A
defasada, OK? A técnica nós utilizamos chama-se isóceles modificada, que é a mais atual, né? Então os braços também são diferentes, OK? Essa parte do polegar vocês vão ver na na nos nas imagens mais à frente que também modifica com o tipo da arma. Então, ó,
Speaker A
eu empunho a arma, se for pistola com polegar aqui na frente, se for revólver com polegar cruzado do lado da arma, certo? Os meus ombros são relaxados, eles não podem ficar aqui tensos e altos, relaxados, certo? E o meu
Speaker A
cotovelo, então o braço tem que ficar semiflexionado, ó. Tá? Eu não posso deixar estendido porque isso vai pesando no seu braço. Essa semiflexão aqui, ó, ela melhora a sustentação. Você tem mais resistência para poder segurar essa arma e também melhor mobilidade, tá? E o
Speaker A
corpo ele tem que ficar frontal ao alvo, né? Direção ao alvo. Só que ao invés das pernas totalmente paralelas, a perna sua mais forte tem que ser tem que puxar um pouquinho para trás. Dobra o joelho, flexiona levemente o seu tronco para
Speaker A
ficar na linha. da arma, da visada. Não, lembra que não é a cabeça que vai pra arma, é a arma que vem pra cabeça, mas tem que dar uma flexão aqui para melhor melhorar a estabilidade, ok? Certo? Então nós temos
Speaker A
aí, deixa eu modificar aqui, voltar aqui paraa posição. Pronto, nós temos a base, certo? Nós temos aí a empunhadura. Como eu vi dizer para vocês, a empunhadura, ela vai ser aqui, ó, base empunhadura.
Speaker A
Como eu disse, se for a pistola, o polegar aqui, ó, ele vai ficar apoiando no corpo da arma e esse outro polegar atrás em cima do outro, ó. Dessa forma assim, ó. Basicamente, tá? OK.
Speaker A
Empunhadura. Quando você for pegar a arma, certo? Esse V da sua mão aqui, ó, ele tem que encaixar totalmente no punho, certo? Então aqui, imagina que essa maminha aqui é o punho da arma, tá?
Speaker A
Aqui tá o campo. Então eu apoio. Você vai ver que na arma tem uma um um uma proteção aqui. Você apoia logo embaixo, envolve totalmente os dedos aqui, certo?
Speaker A
Ok. Então encaixou e abraçou todo o punho da arma. Quando você abraça, a outra mão vem, ó, e vai fechar aqui em cima. Tá vendo? Tem gente que quer colocar esse dedo aqui, ó, na frente aqui do guarda-mato. Não, não pode
Speaker A
colocar não. Você tem que abraçar e fechar o punho aqui, certo? E ela vai até ficar ao longo do corpo da arma, tá vendo aqui? E esse dedo aqui, ó, ele tem que pressionar, ele tem, ele firma aqui,
Speaker A
ó, para manter a arma estável, tá? OK. Então a empunhadura encaixa a mão totalmente. A outra vem apoia fechando o punho e o polegar embaixo do outro aqui, ó. OK? Para revólver, o que que vai alterar o revólver? Esse polegar aqui,
Speaker A
ó, ao invés de ficar nessa posição, o no revólver, ele cruza aqui lateralmente, ó. Lateralmente.
Speaker A
Imagina que a arma tá aqui, ó. Eu não posso cruzar o dedo atrás do cão, não.
Speaker A
Ele é lateralmente, ó, fechando aqui, ó. Por qual que é a diferença disso? Quando você usa uma pistola, esse polegar tem aqui para estabilidade. Por quê? Porque a a pistola ela tem uma ejeção, ela ejeta, né, a cápsula. E essa ejeção ela
Speaker A
causa uma força lateral. Então esse polegar ele vem para firmar essa jogada de lado que a pistola tem. OK? O revólver não tem isso. Ou seja, o revólver, o recuo do do revólver é totalmente para trás. Portanto, esse
Speaker A
dedo aqui, ó, ele vai fazer com que ele feche isso, ó. Ele vai travar de lado, tá vendo, ó? Então, ele trava e você firma e revólver aqui, ó. Tá? Então, travei o polegar, firmei, certo? Isso aqui é o a empunhadura do revólver.
Speaker A
Então base empunhadura certo? Respiração é é uma das técnicas bastante importantes no efeito disparo. Por quê?
Speaker A
Faz o teste você aí para você poder entender. Simule que tá segurando a ar, certo?
Speaker A
Olha pra sua mão e mantém a respiração normal. Você pode perceber até no vídeo que a minha mão oscila.
Speaker A
Ele acompanha a respiração. Eu influ o peito, a mão sobe, eu solto o ar, a mão desce. Logicamente, se você colocar essa oscilação na hora do disparo, a sua tiro vai ficar para cima e para baixo, para cima e para baixo, certo? Então, o que
Speaker A
que você vai fazer? Toda vez, antes de efetuar o disparo, toda vez antes de efetuar o disparo, você vai travar a sua respiração. Então tem temos algumas formas de fazer isso. Primeira forma de fazer isso, você puxa o ar
Speaker A
antes do tiro, claro, solta o ar, puxa e trava. Certo? Essa é a primeira forma. Segunda forma de fazer é direto. Você já puxa e trava. E trava. Qual que é a importância disso? Só para você ver a diferença.
Speaker A
Então, tô aqui a mão respirando normal. Veja ela ela oscilando, ó. Quando eu travar a respiração, repara que a minha mão ela se estabilizou, logo meu tiro também vai ficar mais estável. Então, toda vez antes de efetuar o disparo, você deve
Speaker A
travar a respiração para que não haja oscilação no seu braço e, portanto, nem nem prejuízo na qualidade do seu tio, tá bom?
Speaker A
Então, base de frente pro alvo, pernas paralelas no alinhamento do ombro com a perna mais forte, um passinho para trás, mas mantendo o seu corpo de frente, certo? Empunhadura, se for pistola com polegar à frente, se for revólver com
Speaker A
polegar cruzando em cima do outro, porém com as duas mãos fechando no punho. Eu não posso colocar esse dedo aqui para poder que tem que pessoas tenham essa mania, não. Você tem que abraçar aqui, ó, a empunhadura. OK? Outro ponto
Speaker A
importante sobre empunhadura, que é muito comum, eu sou direito, minha destria é direita. Então as pessoas têm uma tendência de colocar mais força no braço de de maior destria e menos força no braço de menor destria. E aí, lógico,
Speaker A
isso traz prejuízo na arma. Se eu coloco mais força de um lado do que do outro, a tendência é empurrar minha arma mais para um lado do que pro outro. Então você tem que lembrar aqui desse detalhe que as duas mãos têm que exercer a mesma
Speaker A
força. Eu não posso colocar mais força de um lado do que do outro. Então lembra disso aí, tá? Então bro de frente, pernas paralelas, um alinhamento do ombro e uma perna, a sua perna dominância levemente atrás, certo?
Speaker A
Empunhadura, todos os dedos fechando no punho. Se for pistola, polegar à frente, um em cima do outro. Se for revólver, cruzando um do lado do outro. OK?
Speaker A
respiração que nós chamamos de meio pulmão. Então, puxa e trava. Por que meio pulmão, professor? Porque se eu puxo o ar todo e travo, isso vai prejudicar que você não consegue segurar por muito tempo. E lógico, se eu solto tudo e trava, eu não
Speaker A
tenho ar para manter. Então você puxa a metade do pulmão, meio pulmão, por isso nós chamamos, e segura, tá? Então, base, empunhadora, respiração e a visada, tá, professor? Que que é essa visada?
Speaker A
visada é a junção de três componentes: massa de mira, alça de mira e o olho diretor, fazendo esse enquadramento, tá?
Speaker A
Vamos começar pelo olho diretor, que é o olho de mira, certo, professor? Mas o olho de mira tem que ser do a o olho que é do lado da mão que segura a arma. Não, isso não é verdade. Apesar que você já
Speaker A
já ouve essa essa indicação técnica antigamente falar que você tem que abrir o olho do lado da mão que segura, que empunha a arma de dominância. Mas isso não é, isso não é certo, tá? Por quê?
Speaker A
Porque nós temos variáveis de destria, até que eu falei mais cedo, tem pessoas que tem são destria, pessoas com destria esquerda, pessoas que são ambidestas e pessoas que têm a lateralidade cruzada, tá? como disse, escreve com a mão, chuta
Speaker A
contra perna e assim por diante. Isso também, essa variação também tem no outro. Eu, por exemplo, eh, eu sou abidestro de olho, se tanto fechando esse quanto esse, a minha mira é a mesma. Tem gente que é diferente, que aí
Speaker A
é do do lado da mão que segura a arma, tem pessoas que é o contrário, segura a arma que a direita e o odimizada é o esquerdo. Como é que a gente faz isso?
Speaker A
Com teste, um teste muito simples, tá? O que que você vai fazer? Você vai pegar suas duas mãos e vai fazer um triângulo assim, ó. Certo? Um triângulo. Beleza?
Speaker A
Com seus dois olhos abertos, você vai colocar um algum objeto, qualquer coisa pequena, que seja redondo. Por exemplo, aqui eu vou colocar onde fica a câmera aqui do computador, tá? Então, ó, os dois olhos abertos e eu coloquei a
Speaker A
câmera do computador exatamente no centro da minha mão, da abertura da minha mão aqui, ó. E você repare que eu tô com os meus dois olhos abertos, OK?
Speaker A
Quando tiver totalmente centralizado, eu vou fechar apenas um olho, mas não vou mexer mais nada no meu corpo. Só vou fechar um olho e você vai ver se a câmera aqui ficou se centralizada. Fecha um olho, tá? que eu fechei aqui no caso
Speaker A
esquerdo, abro e agora eu fecho o direito. E você vai perceber que quando você fecha um olho que não é o seu injetor, ele esconde. Ele vai esconder a câmera. É como se ela jogasse pro lado.
Speaker A
Então esse olho que ficou aberto e que jogou aquele objeto que você centralizou pro lado, escondeu ele, ele é o olho que tem que se ficar fechado, tá?
Speaker A
Logicamente o olho diretor é aquele olho que mantém a imagem centralizada. Então, de novo, faz um triângulo, centraliza o objeto na onde você quer, né? Na na na exatamente no centro da abertura da sua mão. Centralizou, fecha um olho, manteu,
Speaker A
manteve a imagem no centro. Então, tá certo. Esse olho aqui ele pode, pode ser usado para mira. Abri, mantive os dois abertos, fecho o outro. No que eu fechei escondeu. Então, esse olho aqui tem que ficar fechado, o que tira a
Speaker A
centralização, tá? Então, lembra disso aí. O olho que fica aberto e que escondeu, que sumiu a imagem, ele tem que ficar aberto. O que tem que ficar aberto a, desculpa, tem que ficar fechado. O olho que tem que ficar aberto
Speaker A
é o olho que manteve a imagem que você escolheu, que manteve ela no centro, ok?
Speaker A
Lembra disso aí? Certo? Lembrando que você não pode mexer a cabeça, o corpo tem que ficar centralizado. Então, base, empunhadura, visada, né? E nós temos aí por final o acionamento do gatilho, respiração e acionamento do gatilho.
Speaker A
Vocês têm que entender que eu tô seguindo a ordem correta do tiro. Então, base, empunhadura, certo? Respiração, visada e por fim o acionamento do gatilho. Ou seja, se você entendeu, você só vai fechar o olho para efetuar a mira
Speaker A
para depois disparar depois de ter feito todos os outros. Então, a base você faz de olho aberto, a empunhadura de olho aberto, a respiração de olho aberto. Aí daí quando você travou a respiração, aí é que você vai fechar o olho para poder
Speaker A
fazer a sua mira. E algumas pessoas falam assim: "Professor, mas eh na rua eu não vou não, eu não posso fechar o olho para poder mirar. Eu não tenho tempo para isso. O bandido vai me acertar, vai me atirar, tirar em mim.
Speaker A
OK? Nós temos duas modalidades de tiro. Nós temos o tiro visado, que é o tiro que faz meira, e nós temos o tiro instintivo, na qual você atira com os dois olhos abertos, certo? O tiro de combate é o tiro instintivo com os dois
Speaker A
olhos abertos. Aí você me pergunta, professor, então tem que ensinar isso pra gente. Calma.
Speaker A
O tiro instintivo ele só apreendido a partir do momento que você mecanizou todas as outras técnicas do tiro. Como assim? Porque no tiro instintivo eu não posso pensar, será que a minha apunha tá certa? Será que eu fiz a respiração?
Speaker A
Será que a minha base tá certa? você essas coisas, você não tem tempo para pensar nisso. Ou seja, essas coisas têm que serem automáticas no seu corpo, tá? E para se tornar automático demanda treinamento, certo? Então o treinamento
Speaker A
de condicionamento para você aprender o tiro instintivo, ele passa pelo tiro visado. Por quê? Porque o tiro visado é o tiro de precisão. É um tiro que você vai fechar o olho e fazer a mira e vai se perguntar em cada detalhe. Minha
Speaker A
expressão tá certa? Minha base tá certa? da minha empunhadura, meionamento gatilho, tá tudo certinho, tá? Travou o arco, atira, pá, disparei. Abro o olho para poder recuperar a visão, repasso o checklist todinho da tecla de novo, fecha o olho e vai. E quanto mais você
Speaker A
atira de maneira visada, se corrigindo e fazendo checklist das técnicas, o seu corpo vai interiorizando.
Speaker A
E aí, logicamente, a a o próximo nível é automático, que é o tiro instintivo.
Speaker A
Então, você tem que passar por um para depois chegar no outro. Se você for direto pular fases, eu não vou dizer que você não vai conseguir acertar o alvo, que o problema não é acertar necessariamente o alvo. É na hora do do
Speaker A
da crise, no momento de pressão com bandido ou para salvar sua vida. E se você pulou fase, a sua técnica vai ficar deficiente. Logo você vai ter uma brecha que pode ser decisiva entre a sua vida e sua morte. Então, treine correto, tenha
Speaker A
paciência para você evoluir corretamente até chegar no tiro instintivo, tá? No chino, aí existe as técnicas certas para isso, OK? Mas aqui o nosso caso é o como é início de vocês, técnica de tiro visado, tá? Então a gente já fez a base,
Speaker A
empunhadura, respiração, avisada e vacinamento do gatilho. Agora, que que é importante tá? Primeiro, posição do dedo para poder efetuar o disparo. Deixa eu colocar aqui a imagem para depois eu mostrar aqui aqui ó.
Speaker A
Pronto. Eu volto nessas outras aqui, só para mostrar a questão do dedo aqui, ó.
Speaker A
Pronto. Então, ó, repara, o dedo não é assim na pontinha, não é muito dedo, ele é nessa parte aqui, ó, no meio da sua digital, tá vendo? Aqui, ó, no meio da digital. OK.
Speaker A
Agora eu vou tirar o slide e voltar para você poder ver aqui na minha mão, tá? Só um instante, por favor.
Speaker A
Pronto. Imagina que esse esse dedão ele é o gatilho. OK. Então, se eu posicionar muito assim, tá vendo aqui, ó, na ponta dessa forma?
Speaker A
Tá errado. Quando eu pressionar o gatilho, ele vai jogar pro lado, ó. Certo? Pro lado. Se eu coloco o dedo demais abraçando, ó, repara como é que eu abracei o gatilho, ó.
Speaker A
Certo? Tá vendo? Eu passei da curvinha aqui, ó. Quando eu pressiono, repara que o dedo, ó, ele é jogado pro lado. Então, eu vou colocar aqui, ó, no meio da digital, certo? Que é isso aqui, ó.
Speaker A
Certo? Ó, no meio da digital, nem de mais, nem de menos no meio da digital. Certo?
Speaker A
Agora, outro ponto importante, quando eu vou pressionar o gatilho, vou colocar mais perto da câmera, eu não posso dobrar essa falange aqui, ó, porque também vou puxar o polegar, ó, para dentro. Então, eu vou pressionar o gatilho usando só essa parte aqui, ó.
Speaker A
Repara que o meu dedo, ó, ele não vai dobrar, tá vendo? Ó, ó, ó. Ele não faz isso, ó. Ele faz isso, ó, para trás. Eu vou forçar essa articulação, vamos dizer assim, ó, para trás. Certo? E não para
Speaker A
dentro. E logicamente nem para fora, é para trás. Então repara, ó, que o meu polegar ele vem certinho para trás, tá? Ó.
Speaker A
OK. Então esse é o pressionamento gatilho. E tem que lembrar que eu não posso pressionar o gatilho de uma vez, ou seja, tô aqui, eu não posso de uma vez.
Speaker A
Essa pressão aqui, ó, ele vai tirar a estabilidade da arma. Então eu tenho que esmagar, esmagar o gatilho. Ó, posicionei e vem esmagando, esmagando, ó. Eu não posso de uma vez esmagar, OK? que aí você consegue manter a estabilidade do seu
Speaker A
tiro. Para quem vai começar a disparar, para quem não tem costume de disparar, até tirou, mas tirou pouco, é o condicionamento devagar e frequente que faz com que você consiga ter a qualidade do seu tiro. Então é treine paciência,
Speaker A
não tem como fugir disso, tá? Então treinou, teve paciência, repetiu, repetiu inúmeras vezes, seu corpo mecanizou isso, interiorizou isso, tá máxima. Aí você já pode aumentar a velocidade e melhorar e e aumentar o nível de dificuldade do tiro. Aí vai com
Speaker A
tiro, como falei, instintivo, aí tem outras modalidades, tiro de double tap, que é dois tiros em sequência. Aí vai, enfim, tem trein, vários tipos de treinamento deslocamento lateral avançando recuando enfim agachado deitado, tem várias muitas variáveis. Só que a gente tem que começar do básico,
Speaker A
que é o quê? mecanizar essas esses fundamentos de tiro para que seu corpo eh mecanize, para que as outras coisas que vierem se tornem mais fáceis, ok?
Speaker A
Então base empunhadura respiração visada e acionamento do gatilho. Certinho galera? Vou finalizar a aula com vocês agora, deixa para hora do almoço, a gente retorna aí a um e-mail, OK? Certinho?
Speaker A
Obrigado. Até agora até mais tarde. Então, pessoal, eh voltando aí à aula, né? Eh, retomando da onde nós paramos. Deixa eu só voltar aqui à imagem.
Speaker A
Pronto. Nós estávamos falando sobre a questão dos fundamentos de tiro, né? Eh, vamos só relembrá-los aqui novamente.
Speaker A
Nós somos entramos sobre a base, né? A base tiro, como eu disse, corpo de frente pro alvo, pernas paralelas com alinhamento no alinhamento dos ombros, né? com a perna dominante do lado que é do lado da perna da mão que segura a
Speaker A
arma. Aliás, a perna do lado da mão que segura a arma realmente levemente a retaguarda para trás, ok? A empunhadura, né? Com disse com as mãos eh fechadas no punho. Se for pistola com o polegar à frente, se for revólver com o polegar
Speaker A
cruzado lateralmente a arma. Com o braço semiflexionado, exercendo a mesma força no punho da arma. Lembrando que não é para apertar o punho da arma, é só firmá-lo, né? Então a diferença entre entre apertar e pressionar a respiração de meio pulmão antes de
Speaker A
efetuar o disparo, né? Avisada com o olho diretor que eu falei com vocês, né?
Speaker A
Que é o fazendo aquele teste do triângulo, OK? E o e o acionamento do gatilho naquela posição dos dedos do dedo que eu mostrei para vocês antes da da interrupção da aula, OK?
Speaker A
Então, entrando na questão da do da pontaria, da visada, né, os mecanismos que auxiliam aí junto a ao olho diretor, perdão. Eh, então nós temos aí inicialmente a alça de mira, que é essa abertura aqui, ó, que você vai encontrar
Speaker A
na parte de trás da da das armas de fogo de maneira geral. O que vai mudar um pouquinho é o design aqui, né? No revólver é um pouco diferente a pistola e assim por diante, mas todos vão ter
Speaker A
essa essa abertura aqui na parte da de trás da arma. E essa abertura aqui chama-se alça de mira, OK?
Speaker A
Certo? Todo todo esse objeto aqui, certo? Alça de mira. E nós temos aí a massa de mira, né? A massa de mira é esse objeto fixo na frente lá no cano da arma de fogo, tá? Esse objetozinho aqui,
Speaker A
como vocês estão vendo aqui, ó, certo? Chama-se massa de mira. Então, a alça é essa, inclusive que o formato já se parece com uma alça mesmo, né? A alça de mira e a massa de mira, esse objeto aqui
Speaker A
na frente eh do cano da áma. Avisada tem que ser feita de qual maneira, né? Você vai pegar a massa de mira, que é essa peça lá na frente do canto da arma, e vai colocá-la centralizada aqui na alça.
Speaker A
Tá vendo aqui o formato da alça admira? Então você vai colocar ela aqui centralizada no meio da alça de mira. Então é essa imagem aqui que você tá vendo, ó.
Speaker A
Alça, massa de mira. E aí você vai colocar esse essa formação, né, esse esse alinhamento lá na no alvo onde você quer disparar, tá?
Speaker A
Essa aqui é uma imagem ilustrativa, certo? Para vocês verem aí como é que é essa questão do alinhamento da alça e da massa de milho, OK?
Speaker A
Aqui é só para você ver a questão com relação de vocês verem aí o erro do que acontece quando você erra esse enquadramento. Então a massa de mira aqui é essa parte mais preta da imagem, a alça de mira, essa parte mais branca.
Speaker A
Então enquadramento correto, ó. Certo? Então aqui, ó, a mesma altura e centralizada. Tá vendo?
Speaker A
Se por acaso na hora do seu disparo a massa de mira tiver mais pro lado, ó, tá vendo? Nesse caso aqui paraa direita e para baixo, o tiro vai sair direito, pra direita e para baixo. Se ela tiver até
Speaker A
no mesmo alinhamento, porém com o deslocamento pra esquerda, o tiro vai sair pro seu lado esquerdo, mais ou menos na altura central do alvo, tá? Ou seja, o que que a gente consegue avaliar com essa imagem, né? que a vamos voltar
Speaker A
a imagem anterior, massa de mira, que é esse objeto aqui na frente da arma, a função dela é direcionar o disparo. É ela que vai dar a direção do seu tiro, tá? E a alça de mira, que é esse objeto que fica na
Speaker A
parte de trás da arma, a função dela é de nivelamento. Ela vai nivelar o teu disparo, tá certo? Então aqui de novo, a alça de mira nivela, faz o nivelamento e a massa de mira, que ela já tá na
Speaker A
frente, ele faz o direcionamento. Tá bom? Aqui uma imagem mais da questão da alça e da massa, certo?
Speaker A
Aqui uma imagem da com relação à parte da empunhadura, como eu disse para vocês, nesse caso, empunhadura de pistola. Tá vendo aqui o polegar que vai à frente, o punho fechado. OK.
Speaker A
Aqui a visualização da empunhadura da da do revólver, tá vendo? Dedo, cruz, polegar cruzado uns em cima do outro, lateral a arma e não atrás, certo? E aqui é empunhador de pistola, certo?
Speaker A
de novo a questão da visada mais uma vez, tá? Então, empunhadura, certo? Pistola e revólver e o enquadramento da massa. Aqui vocês conseguem visualizar uma uma bolinha branca aqui na imagem. Geralmente você vai encontrar não necessariamente branca, mas uma bolinha vases verde,
Speaker A
pode ser branca também, mas enfim, você encontra em pistola, tá? revólver. Desculpa, vocês vão importar encontrar aí em armas mais novas assim, mas não são todas, tá? Aqui só tá mostrando que você tem que alinhar as bolinhas, ó. Tá
Speaker A
vendo? No meio central das duas e no mesmo alinhamento, tá? O que que é importante dessa imagem? A focalização.
Speaker A
Vocês, não sei se vocês conseguem perceber, mas o alvo lá à frente, ó, ele tá desfocado, mas você consegue enxergar a silueta, ok?
Speaker A
E a alça de mira, que tem a função de nivelamento também tá desfocado. Quem tá no foco, na imagem perfeita aqui, ó, é a massa de mira, que é justamente isso que você tem que manter em relação ao foco
Speaker A
do teu olho. Quando você tá enquadrando, fazendo enquadramento da alça e massa e e avisada no alvo, a peça que tem que ficar no foco principal do teu olho tem que ser a massa de mira, porque ela tem
Speaker A
a opção de direcionar, ok? Então, enquadrou a alça na massa, nivelou na mesma altura e no centro e coloca essa imagem lá onde você quer sentar do alvo, mantendo o foco sempre na massa de mira.
Speaker A
OK? Mais uma vez a questão da empunhadura aqui para vocês visualizarem. Empanhadora de pistola.
Speaker A
Aqui é a posição do dedo, como eu mostrei para vocês mais cedo. OK? Deixa eu só arrumar uma coisa aqui que a gente pega e vê as essas questões aqui do PowerPoint e carta falha aqui. Tá, tá beleza. Pronto,
Speaker A
finalizando. Então a questão da da sem do gatilho, como eu disse a vocês, OK?
Speaker A
Posição do dedo, a posição correta aqui, ó. Certo? OK. Então, de novo, base, empunhadura, respiração, visada e acionamento gatilho. E aqui, a visada dentro do enquadramento que vocês têm que fazer, ok?
Speaker A
A alça de mira nivela, massa de mira direciona. O correto é colocar a massa de mira no meio e na mesma altura da alça de mira, tá? Do aparelho de alça de mira, certo? Então você vocês somaram isso, fez a base correta,
Speaker A
fez a empunhadura com a certa pra arma certa, né? Fez a respiração antes, né, de fechar o olho para fazer a mira, travou a respiração no meio pulmão, certo? Levou o dedo no gatilho, fez a visada e vem pressionando o
Speaker A
gatilho da forma que foi mostrado. Depois que você efetuou o disparo, aconteceu, né? acontecer o tiro, você vai abrir o olho para recuperar a sua visão e vai apenas refazer a visada.
Speaker A
Lembrando que o seu corpo tem que estar totalmente posicionado da mesma forma que você tava antes. Então, encaixando certo a base, a empunhadura, né, tudo certinho, você vai manter ela até finalizar seu disparo. O que vai alterar o quê? Depois do tiro, você abre,
Speaker A
recupera a sua respiração, recupera a sua visão e faz de novo. Trava o ar, mira e atira. Atirou? Olha do teu alvo sem sair da posição da empunhadura e da base. Veja a correção que tem que fazer.
Speaker A
Trava o ar de novo, fecha o olho, faz a mira e efetua disparo e assim por diante. OK?
Speaker A
Outro fator muito importante e indispensável até que até até que qualquer outra técnica, eu posso dizer assim, são as regras de segurança, tá?
Speaker A
Com relação ao stand de tiro e arma de fogo, tá? Para quem tá começando agora, né, os disparos, eh, tiro é frequência, treino, é tempo, né? Leva tempo para se aprender. OK? Agora, as normas de segurança tm que ser respeitadas tanto
Speaker A
paraa questão de da preservação da integridade física do instrutor, da integridade física das pessoas que estão ao redor, dos praticantes que estão efetuando disparo e claro, principalmente da do atirador, tá?
Speaker A
Então, respeitar essas normas de segurança quando estiverem no estante de tiro é imprescindível, tá?
Speaker A
Se al qualquer atirador que não respeitar essas normas de segurança, será retirada além de tiro, não disparará mais, terá, né, as suas sanções administrativas aí e se fizer algo em situação mais extrema, terá sanções legais aí mediante aquilo que
Speaker A
foi feito. Então, tomem bastante cuidado e sigam bastante essas regras de segurança será dito para vocês, tá? OK.
Speaker A
Então, primeira regra de segurança aí, somente aponte a sua arma de fogo carregada ou não, né, para onde pretende atirar. Então, o tempo inteiro no estando de tiro, a sua arma, no estando de tiro, na aula de tiro, vai tá sempre
Speaker A
apontado em direção ao alvo, tá? quer chamar o instrutor, precisa falar, argumentar qualquer assunto, mantém a arma posicionada paraa frente. Se quer chamar o instrutor, levanta a mão contrária que tá empunando a arma. Se quer argumentar alguma coisa, argumente
Speaker A
com a arma apontada para a frente. Claro, se a palavra, se você puder falar naquele momento, se a foi dado permissão pelo do instrutor a ser ter algum tipo de conversa naquele momento, OK? Então, só apontar a arma para o local onde
Speaker A
pretende disparar. Aí no caso do stand na ala será em direção ao alvo, OK?
Speaker A
Nunca engatilhar a arma se não for atirar. Então, durante o a a linha de tiro, você vai sempre vai ter outra norma de segurança mais à frente que diz que você vai sempre a fazer qualquer tipo de atitude mediante a ordem do
Speaker A
instrutor. Então, engatilhar a arma, recolocar a arma em ação simples, no caso de um revólver, ou ciclar o ferrolho, né, dar o golpear o ferrolho de uma pistola para armá-la. Isso só será feito sob comando.
Speaker A
Então, enquanto você não escutar o comando de engatilhar, você não engatilha. Enquanto você não ouvir o comando de tiro, você não vai atirar.
Speaker A
Então é tudo sob comando. Se não foi dito, porque não é para ser feito. É simples assim. Se tem alguma dúvida, é só perguntar que será respondido, OK?
Speaker A
Então nunca engatilhe, não coloque a arma pronta pro disparo sem antes tem ouvido a ordem do instrutor, ok?
Speaker A
A arma nunca deverá ser apontada em direção para para qualquer direção que não oferece segurança ou que você não queira acertar. OK?
Speaker A
Então você tem que lembrar sempre, principalmente quando quando não existe uma bancada, ou seja, a frente é livre, é muito comum os atiradores estarem com a arma em punho e com ela para baixo, só que essa com essa arma apontando, por
Speaker A
exemplo, em direção aos pés. Então, tome muito cuidado. Sua arma tem que estar sempre botando pra frente, no máximo o setor vai ensinar lá no momento, você vai estar com ela ali e apoiada com o cabo mais ou menos no seu peito, com
Speaker A
candar arma ainda e apontando pra frente, mas você vai trazer ela a retaguarda ali para apoiar o peito para ficar você descansar o seu braço, tá?
Speaker A
Mas isso será ensinado pelo estruturo. Então, só a ponta e arma de fogo pro local onde você pretende acertar, no caso é o alvo, OK? Esses dois últimos aí se complementam, essas duas últimas normas de tiro. Trate a arma de fogo
Speaker A
como se ela tivesse sempre carregada. Isso aí é muito importante. OK? pegou, pegou uma arma de fogo mesmo que a pessoa que te entregou a arma de fogo, ela fez a verificação de segurança, pegou a arma, abriu, mostrou para você
Speaker A
que tá tudo entre aspas vazio. Ao receber essa arma, você vai fazer o mesmo procedimento.
Speaker A
Você só confia em uma pessoa e já desconfiando com arma de fogo em mão, só você mesmo, tá? Então a verificação é sempre a todo momento, até duas vezes.
Speaker A
Você acabou de verificar, aí você, sei lá, por por condicionamento, você vai verifica de novo, não tem problema, tá?
Speaker A
É muito comum acidente de tiro por negligência. Aí essa norma de segurança, alguém entrega a arma pra pessoa, a pessoa confia na outra, acha que tá tudo certinho e quando vai ver, ah, deu merda. Aí só que merda, forma de fogo é
Speaker A
tiro. E tiro tem uma probabilidade imensa de levar a morte, paralisia e aí vai. Então, tomem cuidado com isso, tá?
Speaker A
disparos ocidentais e assim por diante. Onde você aprendente disparar e sempre tomando cuidado para que não sem fazer nenhum tipo de gracinha porque ela pode estar amuniciada ou qualquer ou qualquer instar em um estado que pode levar a
Speaker A
inseguranças ou a disparos acidentais. Esse é outro dos principais normas de segurança, que é manter o dedo fora do gatilho.
Speaker A
O dedo só vai pro gatilho na hora de efetuar o disparo depois de toda a técnica de cuidar da das dos fundamentos de tiro. Então, fez a base, empunhadura, respiração, visada, vou disparar. Aí é que eu levo o dedo do gatilho, posiciono
Speaker A
o dedo do gatilho, disparo no que eu efetuei o disparo, eu retiro o dedo do gatilho de novo e faço todo o procedimento. Então, dedo fora do gatilho o tempo inteiro, OK? Só vai a disparar e no caso da linha da de uma
Speaker A
linha de tiro de comando, só vai levar o dedo do gatilho quando vocês ouvirem o comando de fogo do instrutor, ok?
Speaker A
Ao sacar ou codrear uma arma, faça sempre com dedo estendido ao longo do corpo da arma. Ou seja, de novo, dedo fora do gatilho. Vai, vai botar arma no colo, dedo fora do gatilho. Vai tirar a arma do colo, dedo fora do gatilho. Vai
Speaker A
pegar uma arma na bancada, dedo fora do gatilho. Você vai pegar uma arma de uma pessoa que tá te entregando, dedo fora do gatilho. OK?
Speaker A
Nunca testar as travas de segurança de arma acionando a tecla do gatilho. Existe uma mania muito comum de dar tiro em seco. Inclusive tem escolas ou centros de informações ou até instrutores que ensinam de como se fosse certo dar um tiro em seco, né? Ainda aí
Speaker A
tem em alguns ainda que usa uma caneta para testar percussor. Nunca façam isso, tá? Primeiro que primeiro fato de que se você adquirir essa mania de ficar dando tiro em seco, isso vai levar mais cedo ou mais tarde algum acidente tiro, tá?
Speaker A
Tiro em se quem não sabe acertar a tecla do gatilho sem que haja munição, sem que você tenha a intenção de atirar realmente para um local, né, de maneira concreta, tá? Então, e sem dizer o fato também que tire seco, isso danifica a
Speaker A
arma. A arma é um conjunto de peças metálicas que que se que entram em fricção no momento do acionamento do gatilho e metal que vai friccionando em metal, isso vai acelerar o processo de desgaste. Então quanto mais em seco você
Speaker A
der, mais rápido essa arma vai acabar. Então nunca teste a arma dando tiro em cima ok?
Speaker A
estraga a arma e traz risco. Não que nunca atire em superfícies planas, duras ou em água, porque isso pode trazer um recochete, né? A arma, o tiro pode recochetear. A pessoa tem água. Em água também. Você pensa por
Speaker A
algo simples. A sua força é mais do que o suficiente para fazer uma pedra que cá numa água. Imagina a um disparo, um objeto que tá a mais de 300 m/s num na onulação que permite tal fato.
Speaker A
Então, disparo nas superfícies planas muito duras, isso traz risco e pode trazer recrochete, tá? Então não dispare nesses n superfícies eh que tenham essa esse esse essa essas especificações, por assim dizer, OK?
Speaker A
Nunca pegar ou receber arma com cano apontado para você ou para aquele local que pode trazer risco. Então a arma tem que ser entregue sempre com o cano apontado pro local que ofereço segurança. Então geralmente a pessoa vai
Speaker A
entregar a arma para você com o cabo da arma direcionado pra sua mão e com o cano da arma para baixo. OK?
Speaker A
Sempre que carregar ou descarregar uma arma de fogo com o cano apontado para a direção segura. Então vai colocar a munição, vai tirar a munição, vai golpear a arma, ela vai est sempre voltada para uma posição que ofereça
Speaker A
segurança tá? Caso a arma negue fogo, ou seja, ela fale, tá? mantém a arma plantada paraa frente para alguns segundos. É porque em alguns casos pode haver uma um retardo de queima de propelipe dentro do cartucho. Existe uma pan chamado retardo
Speaker A
de ignição, que é por por pólvora mais por velha ou às vezes por umidade que ela leva um tempo a mais do que o normal para poder, né eh percurtir.
Speaker A
E aí se você dispara, a arma falha e você gira, volta essa arma pro seu rosto, existe uma probabilidade de você dar um tiro na própria cabeça, tá? ou para alguém, aquela coisa toda. Então, apertou a técnica do gatilho, a arma
Speaker A
falhou, mantém a arma apontada para frente e levanta o levanta o braço contrário para chamar o instrutor que ele vai resolver qualquer eventual problema que tenha com essa arma. OK? De novo, a questão do quando da arma sempre
Speaker A
é apontada pro local que oferece segurança. Sempre que entregar a uma arma, alguém entregue a descarregada e aberta, né?
Speaker A
Então assim, você vai entregar a arma para alguém, você vai fazer uma verificação de segurança, vai desmoniciar a arma, vai descarregar a arma, vai dar os golpes de segurança, vai verificar se tá vazio, aí você passa pra pessoa que ela vai fazer a mesma
Speaker A
mesma coisa que você fez, tá? Então lembra disso aí. Sempre que pegar a arma, verifique se ela está realmente descarregada.
Speaker A
Desculpa, essa saiu duplicada. Vamos até já apagar aqui armaver fora do codre empunhada, nunca aponte para qualquer parte do seu corpo de outra pessoa ao seu redor, só aponte na direção do alvo. De novo, a questão do controle de cano, sempre apontando
Speaker A
pra frente, sempre partindo o pressuposto que essa arma tá carregada, independentemente do que você já tenha feito tá?
Speaker A
Tome cuidado com possíveis obstruções do cando da árvore quando estiver atirando. Então é uma coisa que a gente tem que falar pros alunos. Deu um disparo. Ouvi um barulho diferente daquilo que você tá ouvindo normalmente porque as pessoas
Speaker A
estão disparando. E aí o som do disparo tem um som específico. E aí você ouviu um som diferente saindo da sua arma.
Speaker A
Então você para de atirar, levanta o braço contra da empunhadura, espera o pro instrutor chegar para poder resolver qual que é o problema, tá? Porque se você dispara, o projétil para no meio do cano e você dispara logo atrás de novo
Speaker A
mais uma vez, existe a possibilidade de de haver uma explosão desse cano na sua mão, tá? Então tome cuidado com isso. A efetuou o disparo, ouviu que o som foi saiu diferente daquilo que estava acontecendo normalmente para disparar,
Speaker A
dedo fora do gatilho, cano apontado pro local seguro, chama o instrutor para poder resolver o problema.
Speaker A
Aí vem a questão do uso dos equipamentos de proteção individual, né, os EPIs. Então isso é imprescindível.
Speaker A
Além de tiro só vai iniciar depois que todos tiverem equipados com os equipamentos de segurança, só vai iniciar, só vai pegar normalmente depois que todos estiverem com equipamento e verificado, só vai disparar quando todos estiverem totalmente equipados, tá?
Speaker A
Então, eh, o uso do equipamento de proteção individual é imprescindível, é indiscutível. Tá? Só vai disparar com óculos e abafador e dependendo do local que você se encontra com colete balístico, tá? Então vai depender do local que você tá, da além de ti do
Speaker A
instrutor, mas óculos e abafador em qualquer lugar, tá? E até na fazenda, se você for disparar, sempre tenha os equipamentos de proteção individual, que isso faz uma grande diferença no final quando acontece algum tipo de acidente.
Speaker A
OK? Nunca modificar as características de uma arma, né? Isso é lógico. É igual você pensar eh algo comum no Brasil pro cara pegar uma moto, uma CG 150 cilindradas e querer mexer no motor, na estrutura da da moto. A a pessoa tem que
Speaker A
entender que a moto não foi projetada para aguentar um nível de pressão de de um de de um de um de uma aspiração do motor, de uma troca de pistão. Ela vai ficar potente, vai um tempo, só que no
Speaker A
bem de maneira bem rápida, essa moto vai danificar, ela vai prejudicar porque ela não foi prejudicada, ela não foi projetada para aguentar esse tipo de coisa. A mesma coisa arma de fogo. Você quer aumentar o nível de de de potência
Speaker A
da munição, você quer modificar alguma coisa específica na arma, isso ela você entender que ela não foi projetada para essas alterações. Então, se ela não foi projetada, ela não vai aguentar esse tipo de coisa. E aí a probabilidade de
Speaker A
acontecer um acidente é muito grande. E se tem, nós temos inúmeros casos de pessoas que perde dedo, perde mão, porque a arma estoura na mão, por exemplo. Então toma cuidado. Não se modifica a arma, ela saiu de fábrica
Speaker A
daquele jeito, é daquele jeito que ela tem que ficar, salvo alterações que são permitidas pela fabricante. Aí são outra, é outra história, tá? Mas fora isso, fazer arma caseira, essas coisas assim, é pedir para acontecer algum tipo de acidente.
Speaker A
Nunca aponte sua arma quando tiver subfeito de substâncias. Isso é meio lógico, né? Mas enfim.
Speaker A
Eh, porta arma de fogo. Nós temos inúmeros exemplos, inclusive mediáticos aí, que mostra pessoas que dando tiro em si mesmas ou permitindo pessoas pegarem as suas armas e, né, e alvejando você com a a pessoa com a própria arma dela.
Speaker A
Então, por isso que em lei não se permite o uso de arma de fogo em locais que que onde se iniram bebida alcoólica com grande aglomeração, tá? Então isso é uma questão de bom senso, mais do que a
Speaker A
parte legal por si só, tá? nunca transportar o codrear arma com cão armado, né? Tem pessoas que querem colocar arma na cintura com cão armado, é pedir para dar um disparo ali na nas regiões, pessoas que vão dar tiro no pé,
Speaker A
tiro no joelho. Então, pensando em questão de revólver pistola, porque as duas tem como se codrear com cão armado, só vai codrear uma arma depois de estar verificado. Cão desarmado, ainda se possível desmuniciada essa arma. Não descarregada, mas desmoniciada assim.
Speaker A
Tá. Não use munição velho. Recarregável. A não ser que a recarregável seja feito para um profissional capacitado que tenha conhecimento. A munição velha pode dar aquele caso da retardinição que eu falei para vocês. Então sempre munição original nova, tá? a não ser que a
Speaker A
recarga seja feita com profissional capacitado, confiável e que tenha conhecimento na na área. Isso são regras de segurança de maneira geral, tá? Agora, dentro do estante de tiro, certo? Nós temos aí a conduta dentro do estante de tiro. Então,
Speaker A
primeiro silêncio. Então, por quê? Porque o instrutor de tiro vai vai comandar a linha e vai dizer as instruções que você deve seguir pro disparo, como os disparos serem efetuados, se vai ser em progressão, está, se vai recuar, se vai ser em ação
Speaker A
dupla, ação simples, enfim, todos os comandos que o vai planejou paraa instrução dele. Então você tem que estar em silêncio para poder eh escutar esses comandos e não fizer e não dar nenhum tipo de acidente. Só só se fala na numa
Speaker A
linha de tiro se mediante permissão do instrutor de tiro. A arma permanecerá sempre guardada, salvo sobre o comando de novo, né? Então você só mexe na arma civil setor mandar, só municipa se setor mandar, só fecha a arma se o setor
Speaker A
mandar. Tudo é feito sobre comando passo a passo. Todos os procedimentos de carregar, sacar, que foi o que eu acabei de falar, saca carrega municia desmunicia atira, tudo é feito sob comando, tá?
Speaker A
de novo frisando sobre a questão do comando instrutor, tudo que for ordenado, nunca jamais antecipar a linha de tiro. Então é muito comum na hora de de de a gente dá o, né, o famoso fogo, né, da pessoa disparar antes. Então só
Speaker A
disparem sem ser pressa, né? Nós vamos dar lá o comando, né? Atenção atiradores, prepara em posição, fogo e aí dispara. Só que a pessoa ansiosa demais quando a gente fala prepara, tá com o dedo no gatilho e tuf
Speaker A
e dispara. E aí, enfim, pode causar o acidente, vai trazer problemas. Então, lembra, tudo sobre comando, não faça nada por sua conta.
Speaker A
em caso de qualquer tipo de de acidente que tiver na linha de tiro, né? Mantém a arma em posição apontada pro lugar seguro. Se for levanta a mão direita e pede ajuda pro estrutur, ele é capacitado e treinado para poder
Speaker A
pressados aqui os primeiros socolos naquele momento. Não tenta ajudar seu companheiro, ainda mais você tendo com estando com arma na mão, tá? Então, é o instrutor que vai dar eh o atendimento a esse tipo de fato.
Speaker A
Se vocês tiverem e que é provável que vai acontecer com vocês lá, né, efetuando disparo com outros companheiros ao lado de vocês, lembrar sempre de se manter o alinhamento na na altura do ombro de cada um, né? Ou
Speaker A
seja, ombro a ombro, não colados, é claro, mas sempre mantendo alinhamento, nem mais paraa frente, nem mais para trás, para que não se não não por acaso, por acidente, entre na linha de tiro de alguns dos participantes, tá? Então,
Speaker A
sempre manter o alinhamento. Então, a gente resume aí essas regras de segurança em cinco procedimentos. Então, primeiro, uso do equipamento de proteção individual.
Speaker A
Uso de equipamento de proteção individual são os EPIs, né? Controle de cano, arma sempre apontado pro local que ofereça segurança. OK?
Speaker A
Tudo sobre comando, tudo que será feito na no stand de tiro será feito sobre a comanda do instrutor momento que ele achar oportuno, tá? Então não antecipe nada, certo? Dedo fora do gatilho, né? O dedo só vai pro gatilho no momento
Speaker A
de você efetuar o disparo, certo? E por último, uma coisa que eu até falei no começo eh com o o o Vladir, né, se não me engano, que tava eh no início da aula, a questão do medo, né? Aqui a gente tá falando sem medo.
Speaker A
Por que sem medo? Porque o medo leva você a ansiedade, leva você a a oscilações do corpo, a antecipar linha.
Speaker A
Então aquela questão do respeito, tá? sempre respeitando a arma, eh, respeitando a arma, respeitando o comando, vocês vão treinar com essa arma em ainda eh o disparo em seco, quando é em treinamento, quando é para alguma empresa, como vai ser no caso de vocês,
Speaker A
a gente faz por questão de treinamento, ensino, né, para para poder ensinar, tá? Tirem para arma pessoal, institucional, enfim, que aí danifica, mas armas de de para instrução de tiro, elas são com adquiridas para justamente eh entre aspas aguentar esse tipo de coisa e vão
Speaker A
ser trocadas eventualmente, tá? Então vocês vão treinar com essa arma em seco antes de de começar realmente a efetuar os disparos. Então você vai se familiarizando aí com a arma de fogo para que na hora dos disparos você só
Speaker A
tenha preocupação em eh atender ao comando do instrutor e fazer o que tem que fazer, tá? OK? Então não tenha a questão do medo, mas sim do respeito, tá? Vou até colocar aqui no slide, ó, sem medo com respeito.
Speaker A
OK. Certo? Para que eh a instrução aconteça sem nenhum tipo de incidente, que esse é o nosso objetivo.
Speaker A
OK? Tranquilo? Então, retindo mais uma vez a questão do da desculpa aí a tosse, os mandamentos.
Speaker A
Então, uso equipamento de proteção individual, controle de cando, tudo sob comando, dedo fora do gatilho, sem medo, mas comito.
Speaker A
OK, tranquilo. Então, tá bom. Por fim, desculpa, galera, deu uma travada aqui. Deixa eu só tomar uma água aqui. Só um instante.
Speaker A
Eh, então pessoal, com isso a gente finaliza essa aula de armamento, né, que é essa parte do conhecimento geral dos termos de arma de fogo, tá?
Speaker A
Então, só para dar aquela aquela relembrada naquilo que a gente estudou bem rapidamente, né? Então, nós falamos sobre a definição de arma de fogo, que é um engenho constituído de um conjunto de peças que tem a finalidade de lançar um
Speaker A
projeto do espaço com auxílio dos gases produzidos pela queima da pólvora, né? Eh, nós falamos sobre a questão da classificação da arma de fogo de porte, que são as armas curtas, as portáteis, que são as armas médias.
Speaker A
Então, as armas curtas, resóvel e pistolas, as armas medianas, vamos colocar assim, em termos de de de tamanho e peso, aí são as espingardas, fuzis, enfim, e as armas não portáteis, que são as armas de grande deção grandes
Speaker A
e bem pesadas assim, certo? Nós temos a classificação de emprego individual e coletivo tá?
Speaker A
Nós temos aí ao tamanho da arma enquanto as armas curtas de novo. Nós falamos de revólver e pistolas, eh, pistola que são armas curtas de porte, uso individual, semiautomáticas, vamos pegar mais à frente. Revólver é uma arma de também curta, de repetição, no caso
Speaker A
específico. É uma arma de retrocarga, né, que os as os munições são colocados ali na parte de trás do tambor, né, nós temos as armas longas. raiadas, né?
Speaker A
Lembrando que o arraamento são aqueles sucos abertos interior do cano que dá o movimento de rotação pro projétil.
Speaker A
Então, as armas longas arraiadas, nós estamos falando de rifles, fuzil, carabinas, tá? São todas armas de alma eh raiada, tá?
Speaker A
Lembrando que os rifles têm um acionamento de ferrolho, certo? Podem ser de repetição, podem ser semiautomáticas também. Fuso de assalto, que são aqueles de uso militar, cheio de adereços.
Speaker A
carabina que tem aquele movimento de tesoura embaixo de alavanca que nós falamos, né, usado muito nos farestes aí dos filmes que vocês já viram.
Speaker A
Nós temos aí a diferenciação de submetralhadora e metralhadora, na qual a submetralhadora é uma arma curta, só que automática, que vai até ali 10 polegadas de cano. E as metalhadoras, que são as armas automáticas, só que de não portáteis, né, de grande peso e
Speaker A
tamanho, que para usar elas precisam de um bipé, um tripé, que são tem precisa de um apoio, que precisam para transportar, tem que ser desmontadas, enfim, e são armas não portáveis, tá?
Speaker A
Nós temos ação simples e ação dupla. Nós temos também a duplação, né, que são as armas que já têm esses dois mecanismos ao mesmo tempo funcionando. Mas ação simples, pensando em armas que tem cão, né, são armas na qual antes do disparo
Speaker A
você vai armar o cão primeiro a retaguarda para depois efetuar o disparo, né? Para que que serve esse disparo em ação simples? O disparo em ação simples exige uma menor força muscular eh para para o acionamento do gatilho. Portanto, você consegue
Speaker A
disparar com ar mais de maneira mais estável, portanto, mantenha maior precisão tá? No caso do revólver, esse tipo de ação só é, você só consegue executá-la com você armando o cão, porque é uma arma de repressão, né? Eh, e o revólver é uma
Speaker A
arma essencialmente de ação dupla, ação simples, se for da vontade do operador da arma.
Speaker A
Ação dupla é quando você dispara, né, eh, um acionamento direto do gatilho, sem mexer no cão. O revólver é, eh, essencialmente dessa forma. A pistola só acontece assim quando você faz o pressionamento da teca do desarmador de do cão para deixar ela em ação dupla,
Speaker A
né? Eh, então que isso existe uma alternância, né? Enquanto o revólver é essencialmente ação dupla, ação simples se for na vontade de operador, a pistola é o contrário, né? Ela é essencialmente ação simples na ação dupla na vontade do
Speaker A
operador. Arma longa de alma lisa são as espingardas. Lisa. Arma, alma lisa quer dizer que é uma arma que não tem raiamento, as espingardas, certo?
Speaker A
Quanto ao funcionamento da arma de fogo, nós temos a antecarga e a retrocarga. Antecarga são armas antigas que são municiadas pela parte da frente, pela boca do cano. Enquanto a retrocarga são as armas municiadas pela parte de trás
Speaker A
do cano, né, que são as armas de hoje. Então, revólver assim, pistola assim, fuzil, enfim, por todas são as modernas são assim.
Speaker A
Armas de repetição, semiautomática automática. Então, as armas de repetição, toda, todo o mecanismo de funcionamento da arma é o operador da arma que faz municiar, desmuniciar, engatilhar, atirar, desmuniciar, tudo é o próprio operador da arma tem que fazer. Semautomática, a arma já começa a
Speaker A
dividir essa função, né? O operador da arma só tem a função ali de fazer o carregamento e o primeiro municiamento.
Speaker A
A partir daí, a arma vai trabalhar sozinha, ela mesma que vai ejetar e recolocar uma nova munição na câmera, tá? E a só, porém, a semiautomática é um tiro de cada vez, tá? Apertou o gatilho, aconteceu o disparo, mesmo que você
Speaker A
mantenha o gatilho pressionado, só vai sair um disparo, tá? Agora a automática não apertou a tecla do gatilho e manteve ela pressionada, o disparo vai continuar incessantemente até que você tira o dedo do gatilho ou as munições acabem. OK?
Speaker A
Aqui então fusemos fuzil, nós temos aí que são do raiamento, que são os estucas, estrias abertas dentro do cano para poder que para que haja movimentação de rotação do projétil.
Speaker A
Camento pra direita, pra esquerda aumenta a velocidade, desacelera um pouco. Interna, passemos a armas de alma raiada, alma lisa, como já foi dito.
Speaker A
Aqui uma imagem mostrando essa questão da rotação e o raiamento dentro do cano. Alibre, como disse a vocês, nós estamos falando sobre a dimentão interna do cano. Lembrando que a o diâmetro do projétil é maior do que a boca do cano.
Speaker A
o diâmetro do projétil, que é a parte de chumba, da da do tamanho da abertura do raiamento para que seja seja pressionada e aconteça movimento de rotação, tá?
Speaker A
Então o calibre nós temos aí o cabalibre real, calibre nominal efetivo, né? Então tá aqui a imagem que mostra. Então em azul aqui o calibre real, né? que é a dimensão interna do CAN. E aqui o calibre efetivo, que é a, né, quando
Speaker A
você acrescenta aí o aprofundamento da abertura do raiamento. OK? Atenção. Então, nós temos aí, eh, desculpa, nós temos bem a munição da da arma de fogo, tá? Eu li errado, perdão.
Speaker A
Então, aqui a parte componente da arma de fogo, nós falamos de revólver. Então, nós temos aí aqui a massa de mira que nós você até viu agora agora a pouco, massa de mira.
Speaker A
tambor, ponte, a alça de mira aqui atrás. OK. Temos o percussor interno, cão, dedal serado para abrir o tambor, no caso do revólver, cabo ou punho, pode ser chamado de punho também essa peça.
Speaker A
Armação, que é o corpo da arma aqui, gatilho, guarda-mato, que é o que protege o cão, OK? vareta do extrator que retira as munições e a câmara que é onde vai as munições. no caso são números do revólver sola, nós temos
Speaker A
ferrolho, temos a mola recuperadora, temos aste, né, eh, ou a guia que nós chamamos, né, temos o bloco de trancamento, temos aqui o cano da arma, alavanca de desmontagem, retém do ferrolho ejetor tecla de segurança, nós chamamos de
Speaker A
desarmador do cão ou decox. Você pode ouvir esses nomes aí, ó. Desarmador do cão ou deco? Tá? O decoque é só abre a abreviação de desarmador do cão, certo?
Speaker A
Temos aqui o cão, guarda-mato, teca do gatilho, reté do fo, como já disse, e retém do carregador, que é para travar e liberar o carregador.
Speaker A
Agora sim, a munição. Eh, aí só para poder entender onde é mais fácil. OK. Pronto.
Speaker A
Isso tudo aqui junto em uma coisa só, chama-se munição. Todos os componentes unidos em um só objeto. Munição.
Speaker A
Para subdividi-los, aí sim vem outros nomes. Então nós temos aqui projétil, ponta ou bala. Como eu disse, a bala não é errado. É a definição, inclusive correta do dicionário. Essa parte dourada é cápsula, estojo, cartucho.
Speaker A
Também tem gente que nós ouvimos que vai dentro ali para dar ignição, né? É pólvora ou propel. ou mistura e reiniciadura.
Speaker A
Nós temos aqui o culote, que é onde promove o encaixe da arma que na qual ela foi destinada e a espoleta, no caso, se for uma munição de fogo central, tudo junto vira-se munição.
Speaker A
Aí aqui na diferença entre fogo central e fogo circular, né? Então fogo central aqui, ó, é quando tem espuleta, OK? Vai ficar fácil identificação. E fogo circular é quando você vê a munição que não tem espuleta. Fogo circular. OK?
Speaker A
Os fundamentos que tiram, que é a última coisa que nós visualizamos aqui agora, base punhadura, respiração visada e o acionamento do gatilho. OK?
Speaker A
A pontaria é feita com o auxílio, né, de três fatores. Olho diretor, alça de mira, massa de mira, fazendo o enquadramento, aliamento das das duas peças junto com o olho diretor, né? Então, massa centralizado e na mesma e e alinhado com
Speaker A
a alça de mira lá no seu alvo. OK? Aqui alguns erros quando você erra enquadramento. Então se você mantenha até alinhado mais na direção errada, no caso aqui pra direita, então o tiro sai mais pra direita. A massa ficou baixa,
Speaker A
desculpa, a esquerda. A massa ficou baixa e pra direita, o tiro vai pra direita. No mesmo alinhamento pra esquerda, o tiro vai pra esquerda. Se se você alinhou corretamente, centralizou, o tiro sai central, tá?
Speaker A
A de novo a questão da empunhadura, no caso a empunhadura de pistola com os polegares um em cima do outro um punho fechado mais, né, do fato. E aqui a empunhadura do revólver que é diferente com polegar cruzando em cima do outro lateral a arma
Speaker A
de fogo. Mais uma vez o enquadramento é visado, porém mostrando a questão do foco na qual o seu olho tem que se manter sempre com na hora de fazer a mira.
Speaker A
apunhadura pistola a posição do dedo do gatilho. Lembrando que você não pode bater no gatilho ou apertar o gatilho de uma vez, é pressionar gradativamente até que o disparo aconteça, tá? E com o tempo, claro, isso vai ficando cada vez mais
Speaker A
rápido. E aí sobre as normas de segurança, certo? na qual nós vamos resumir naquelas cinco final, tá? Quais são as cinco? Nas de segurança, uso do equipamento de proteção individual sempre, tá? Em momento algum só vai retirar também equipamento de proteção
Speaker A
individual quando for eh mandado, né? Ou seja, instruído pelo instrutor. Controle de cano. Arma sempre apontada pro local que eu ofereça a segurança.
Speaker A
Tudo sobre comando. Só vai fazer aquilo que o instrutor mandar. Destruir. Fa do gatilho. Sempre só vai levar o dedo do gatilho na hora de efetuar o disparo. E por fim, sem medo, mas com respeito do armamento. OK. Certo.
Speaker A
OK. Então, pessoal, com isso a gente finaliza aí a aula de vocês de hoje, tá?
Speaker A
Eh, eu sei que a maioria de vocês hoje é domingo. Hoje, pelo que eu fiquei sabendo, também tem a gente tá atendo um concurso aí da Polícia Militar em Goiânia. Então, né, muitos de vocês talvez estejam aí fazendo os concursos, tá? A aula de tiro
Speaker A
ela é eh ela fica mais efetiva quando estamos aí presencialmente, fisicamente, é de mais fácil entendimento, mas eh a gente tentei fazer o melhor cocut para tentar sanar as dúvidas de vocês, tá? Vou tá aberto aí a qualquer
Speaker A
pergunta de vocês mediante eh WhatsApp, o e-mail, certo? E que vocês tiverem dúvidas aí mediante a aula, é só entrar em contato que eu vou estar respondendo vocês à medida do possível, certo? e com toda a satisfação do mundo aí. Certo?
Speaker A
Mais uma vez quero parabenizar a todos pelo pelo curso que vocês estão fazendo, pela escolha de buscar conhecimento. Eh, isso é sempre eh engrandecedor, enriquecedor ao ser humano. Espero que vocês continuem eh ainda buscando mais conhecimento mesmo depois de passar no
Speaker A
concurso de vocês, porque isso só tem acrescentado no profissionalismo e também, logicamente na segurança no exercício da função de vocês, que seja na segurança pública ou que seja na segurança privada, que vai ser uma aula que nós vamos pegar mais à frente aí,
Speaker A
OK? Que vai ser um nicho de mercado que vocês podem estar assumindo, que é interessante de maneira eh financeira, financeiramente é interessante também. é uma é uma maneira de est próximo da da área militar e que você consegue fazer,
Speaker A
né, fazer vários cursos aí de aperfeiçoamento enquanto ainda não não não acontece o concurso que você quer ou que o senhor não tenha passado ainda, ok? Mas enfim, mais uma vez, a ideia dessa aula era tentar tirar esses mitos,
Speaker A
trazer um pouco de conhecimento, um pouco mais de familiaridade a essa a essa linha do conhecimento tão polêmica que é arma de fogo. Ah, espero que tenha sanado a maioria das dúvidas de vocês, certo? Para que vocês possam
Speaker A
aí ter mais tranquilidade quando chegar na aula prática, seja seja ela na no curso de formação de vocês ou em qualquer outra local que vocês tiverem destinar aí fazer essa prática aí, OK?
Speaker A
Mais uma vez, obrigado. Bom descanso a todos e até a próxima aula. Valeu,
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