Reflexões sobre a crise dos 20 anos e a importância de viver o presente sem pressão por disciplina rígida.
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Key Takeaways
- Aceitar a incerteza e o processo de crescimento pessoal sem pressa.
- Focar no presente e na dignidade do próximo dia em vez de planejar tudo rigidamente.
- O medo de viver e de se entregar é natural, mas deve ser enfrentado para avançar.
- A segurança absoluta é uma ilusão; a vida é feita de riscos e aprendizado contínuo.
- A vida não precisa ser decidida em um único momento; o caminho se constrói aos poucos.
What the video covers
- O vídeo aborda as dificuldades e incertezas enfrentadas na faixa dos 20 anos, chamada de 'idade das trevas'.
- Destaca que a sensação de estar perdido é comum e faz parte do processo de transformação pessoal.
- Enfatiza a importância de focar na dignidade do próximo dia ao invés de planejar toda a vida de forma rígida.
- Aponta o medo de viver e de se entregar como um dos maiores obstáculos nessa fase.
- Ressalta que decisões aparentemente decisivas raramente têm o peso que imaginamos, pois a vida se corrige no caminho.
- Cita a necessidade de respeitar o tempo do crescimento pessoal, mesmo com impaciência.
- Inclui uma reflexão sobre a segurança como uma ilusão e a angústia fundamental do ser humano.
- Comenta sobre a tendência de exigir saltos e triunfos imediatos, o que impede o começo real das mudanças.
- Questiona a pressão social por metas e conquistas, propondo que a vida deve ser vivida com paixão e irracionalidade.
- Recomenda o aplicativo Babbel para aprendizado de idiomas como forma de crescimento pessoal.
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Speaker A
Esse vídeo é sobretudo direcionado àqueles que partilham comigo a idade das trevas, ou melhor, os 20 e poucos anos.
Speaker A
A idade das crises, das incertezas, essa fase incômoda e por isso mesmo honesta, em que tantos de nós nos sentimos cegos, como quem caminha em um denso nevoeiro.
Speaker A
E isso, surpreendentemente, acontece não por falta de direções, de caminhos, de opções, o que é ainda mais assustador, é o grande o que é que eu vou fazer com a minha vida?
Speaker A
Como a minha trajetória está toda documentada aqui nesse canal, vocês sabem que eu levei uns três anos para alterar o curso da minha vida.
Speaker A
Eu acho que a sensação que mais prevalece nessa idade é o sentimento de estar completamente perdido.
Speaker A
Porém, nem sempre estar perdido é, de fato, estar perdido.
Speaker A
Às vezes, essa emoção é apenas a vida executando em nós o seu ofício mais doloroso e também o mais bonito, o de nos refazer.
Speaker A
É um período em que o antigo eu ainda não se retirou e o novo eu ainda não se instaurou.
Speaker A
É nessa lacuna, nesse intervalo, nesses domingos que nós nos inquietamos, como se exigíssemos respostas definitivas para perguntas que sequer terminaram de nascer.
Speaker A
Sei que estou indo para alguma coisa que dói porque estou perdendo outras.
Speaker A
Essas dúvidas que sufocavam a minha cabeça só se aliviaram, de fato, quando eu parei de me exigir o mapa dos próximos anos.
Speaker A
E comecei a exigir de mim apenas a dignidade do próximo dia, o que já é bastante.
Speaker A
Porque existe uma arrogância em acreditar que nós devemos resolver a nossa vida inteira em uma única estação.
Speaker A
Em um dia, em um mês, como se a existência fosse um dever escolar.
Speaker A
A vida nos surpreende a cada saída de casa.
Speaker A
Então, planejar demais é esquecer que o caminho se inventa enquanto se percorre.
Speaker A
Mas é só por medo, é medo, pois prescindir da esperança significa que eu tenho que passar a viver, e não apenas a me prometer a vida.
Speaker A
É um medo de viver que a gente tem nessa fase, é medo de se entregar.
Speaker A
A mesma imprudência que nos faz desejar solucionar tudo agora, é aquela que nos faria querer decidir hoje o que haveremos de comer pelo resto da vida.
Speaker A
Não faz sentido.
Speaker A
Ninguém sabe o que vai ser daqui para frente.
Speaker A
E ninguém precisa saber.
Speaker A
Basta que você saiba apenas o que alimentará o seu corpo nos próximos dias.
Speaker A
Sabe aquele momento que você pensa que é muito significativo, que se você não escolher certo agora, você vai arruinar a sua vida, a sua carreira?
Speaker A
Essas decisões que parecem muito decisivas, raramente carregam o peso que imaginamos.
Speaker A
A vida não se decide em um único momento.
Speaker A
Ela vai se corrigindo ao longo do percurso.
Speaker A
Ao longo do caminho.
Speaker A
E de repente, num dia qualquer, acordamos e percebemos que já podemos lidar com aquilo que julgávamos maior que nós.
Speaker A
Não foram os abismos que diminuíram, mas nós que crescemos.
Speaker A
É preciso então, meu amigo, respeitar o prazo do crescimento.
Speaker A
Crescer é submeter-se a esse tempo, mesmo que com o coração impaciente.
Speaker A
É preciso antes subir penosamente até enfim atingir a altura de poder cair.
Speaker A
Clarice novamente.
Speaker A
Eu tô com muitas frases na cachola hoje, vocês estão vendo.
Speaker A
Acho que isso é porque eu tô há muito tempo sem gravar esse tipo de vídeo.
Speaker A
Mas tem uma que é muito linda também.
Speaker A
Deixa eu ver se eu lembro ela no original do Proust.
Speaker A
Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveaux paysages, mais à avoir de nouveaux yeux.
Speaker A
A verdadeira jornada de descoberta não é buscar novas paisagens, mas ter novos olhos.
Speaker A
E por favor, não zombem do meu francês.
Speaker A
Que eu ainda estou aprendendo no pouco tempo que eu tenho.
Speaker A
Esse é um hábito que eu tô reforçando.
Speaker A
Então, eu ainda sou iniciante.
Speaker A
Uma coisa que eu percebi quando eu tentei organizar melhor a minha rotina é que a gente sempre acha que precisa de mais tempo para aprender algo novo.
Speaker A
Como um dos meus objetivos é viajar mais, conhecer novos lugares, novas culturas, eu tive muita dificuldade em encontrar uma maneira de estudar línguas novas em meio à rotina corrida que eu tenho.
Speaker A
Foi aí que eu, pesquisando um pouco mais, encontrei o melhor aplicativo para esse meu problema e comecei finalmente a aperfeiçoar o meu francês.
Speaker A
Ele se chama Babbel e é um dos aplicativos de aprendizado de idiomas mais conhecidos do mundo.
Speaker A
Eu, particularmente, já testei vários apps antes, só que esse é muito mais fluido, mais interativo, mais direto, sabe?
Speaker A
Parece que você realmente está aprendendo a falar e não só decorando palavras soltas.
Speaker A
Isso porque o método deles é focado em conversação.
Speaker A
Então você vai evoluindo sem nem perceber.
Speaker A
Inclusive, teve um estudo que eles fizeram que comprovou que 100% dos usuários melhoraram a sua conversação em três meses com a Babbel.
Speaker A
Sim, exatamente, 100%.
Speaker A
Então eu recomendo de olhos fechados a Babbel para vocês, meus amigos, se você quer aprender um novo idioma.
Speaker A
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Speaker A
E já aproveitando, me conta aqui nos comentários qual idioma você tem interesse de aprender.
Speaker A
Que eu vou passar essas informações lá para eles e vamos ver se eu consigo uma promoção especial aqui para o canal, hein?
Speaker A
Comenta aqui embaixo.
Speaker A
É normal também, nesse momento, aos 20 e poucos, nos sentirmos sozinhos, abandonados, largados aos monstros.
Speaker A
Mas eu quero te trazer outra visão.
Speaker A
Pode ser que talvez você tenha enfim ultrapassado certos círculos que por tanto tempo você desejou superar.
Speaker A
As mesmas amizades, situações, ambientes, pessoas já não te cabem mais.
Speaker A
É um sinal de que o nosso espírito começou a recusar companhias que antes tolerava.
Speaker A
Apenas por medo de não ter nenhuma.
Speaker A
E é preciso soltar.
Speaker A
Afinal, não se faz a travessia carregando o peso das chaves antigas.
Speaker A
Que já não abrem mais nenhuma nova porta.
Speaker A
Como nós falávamos antes sobre esse medo de viver, eu peço também que você não se iluda com o seguro.
Speaker A
A segurança absoluta é uma das maiores ficções humanas, é uma invenção.
Speaker A
É um sonho de uma noite de verão.
Speaker A
Nem na sua casa, deitado no sofá, no conforto do seu próprio lar, existe a garantia absoluta de que os seus vasos cerebrais não venham a entupir.
Speaker A
Ou de que você não tenha uma parada cardíaca repentina.
Speaker A
Eu sei que isso pode gerar ansiedade, mas eu não falo para te assustar, de jeito maneira.
Speaker A
Mas é como fala a análise do Heidegger sobre a angústia fundamental no ser humano.
Speaker A
O seguro, frequentemente, não passa de uma outra forma de angústia, apenas mais bem vestida, mais civilizada, mais silenciosa.
Speaker A
Não existe segurança.
Speaker A
Eu tenho, aliás, uma teoria.
Speaker A
As pessoas, na maioria das vezes, sabem o que querem fazer da própria vida.
Speaker A
Ou pelo menos, suspeitam de alguns caminhos.
Speaker A
Elas não ignoram essas possibilidades.
Speaker A
Apenas temem o preço.
Speaker A
E porque acreditam não conseguir alcançar o que desejam, elas transformam o universo todo em uma lógica brutal de que é tudo ou nada.
Speaker A
Em vez de dar um passo, exigem um salto.
Speaker A
Em vez de um começo, exigem já um triunfo.
Speaker A
E como o triunfo não vem, recusam começar.
Speaker A
Mas, meu amigo, quem parte sem medo, já começou a chegar.
Speaker A
Caminhar lentamente, às vezes, pode parecer humilhante.
Speaker A
Embora seja exatamente isso que nos salva.
Speaker A
Com isso tudo, ergue-se ainda outra indagação, uma talvez ainda maior.
Speaker A
Por que é que temos que realizar alguma coisa?
Speaker A
Por que é que a vida, para ser tolerada socialmente, deve vir acompanhada de metas, conquistas, triunfos, objetivos?
Speaker A
Como se o simples fato de estar vivo fosse um débito.
Speaker A
Porque não nos é permitido viver.
Speaker A
Ser feliz é para se conseguir o quê?
Speaker A
É para quê?
Speaker A
Aliás, que outro motivo haveria para estarmos aqui, senão o de nos permitirmos uma paixão irracional pelas coisas.
Speaker A
Que a lógica ainda não compreende.
Speaker A
Como dizia a Marta Medeiros, na sua crônica que eu já cansei vocês de tanto recitar aqui.
Speaker A
A morte é mais irracional ainda: irá nos tirar de cena a qualquer minuto, contra a nossa vontade.
Speaker A
Como se rebate essa afronta?
Speaker A
Com irracionalidades como o amor, o êxtase, as surpresas, criando arte, trilhando montanhas, fazendo filhos.
Speaker A
Não evitando os livros que nos fazem chorar, não fugindo de nada que nos faça sentir.
Speaker A
É assim que se rebate a afronta de não existir sentido para estarmos aqui.
Speaker A
Com a arte.
Speaker A
Eu digo essas coisas, eu entro nesse assunto, porque existe, de fato, essa prática, essa agressão.
Speaker A
A tentativa de fazer você sentir culpa por não querer se destruir por uma vida que vai acabar.
Speaker A
Como se a exaustão fosse hoje uma virtude.
Speaker A
Como se o seu sofrimento fosse prova de mérito.
Speaker A
Se o esforço, por si só, garantisse o sucesso, qualquer operário exausto seria senhor da sua própria indústria.
Speaker A
Então, meu amigo de 20 e poucos anos, não deixe que os outros lhe imponham essa vergonha.
Speaker A
Essa mentira.
Speaker A
Porque não é verdade.
Speaker A
O esforço não garante nada.
Speaker A
Em matéria de viver, o sofrimento não é medida de vida; o sofrimento é subproduto fatal e, por mais agudo, é negligenciável.
Speaker A
O sofrimento é negligenciável.
Speaker A
Não é necessário.
Speaker A
Se você já está cansado de Clarice, podemos.
Speaker A
Não esteja, né?
Speaker A
Mas podemos puxar para Freud também.
Speaker A
Se o sofrimento realmente ensinasse, o mundo estaria povoado de sábios.
Speaker A
A dor não tem nada a ensinar àqueles que não encontram coragem e força para escutá-la.
Speaker A
Então, quando alguém te perguntar com arrogância, você acha que merece ser feliz só por estar vivo?
Speaker A
A resposta, meu amigo, deveria ser simplesmente, sim.
Speaker A
Eu acho.
Speaker A
Claro que eu acho.
Speaker A
Já que não foi com a minha permissão que eu vim parar aqui, eu acho justo, já que vim, não aceitar viver como um animal de roda.
Speaker A
Correndo com disciplina para chegar no mesmo lugar de todos os homens.
Speaker A
Não há aplausos que derrotem a morte, entende?
Speaker A
Portanto, essa obsessão por propósito, tão vendida, tão repetida, não passa de um marketing de controle.
Speaker A
A obsessão humana por propósito é apenas uma distração do absurdo da existência.
Speaker A
Já diria Camus.
Speaker A
Então, é preciso que essas fantasias sejam criadas para que o homem, quando se deparar com a insignificância da sua existência e a do universo, não enlouqueça.
Speaker A
É preciso que esse teatro seja feito, entende?
Speaker A
Você acha mesmo que o mundo está tão atento assim às suas escolhas?
Speaker A
Você acha mesmo que existe uma plateia anotando os seus fracassos e premiando os seus sacrifícios?
Speaker A
Olha um pouquinho pela janela.
Speaker A
É duro.
Speaker A
Mas talvez esse seja o milagre, o que vem para nos aliviar.
Speaker A
É saber que uma existência inteira pode ser vivida com dignidade, sem espetáculo.
Speaker A
Você não precisa ser o protagonista.
Speaker A
Porque ninguém é.
Speaker A
Vivemos numa sociedade sombria.
Speaker A
Ter êxito, eis o ensinamento deste lado, gota a gota pela corrupção que avança.
Speaker A
Não há nada mais odioso que o sucesso.
Speaker A
Sua quase semelhança com o merecimento engana muito os homens.
Speaker A
Para a multidão, êxito é o mesmo que superioridade.
Speaker A
O sucesso, sózia do talento, infelizmente, tem um ingênuo que nele crê.
Speaker A
Hoje nós tememos tanto o fracasso que, por prudência excessiva, acabamos entregando a vida inteira ao medo.
Speaker A
Então acontece um fenômeno muito triste dentro de nós.
Speaker A
Não vivemos mais conforme a nossa vontade, mas conforme as nossas fugas.
Speaker A
Não caminhamos mais ao que desejamos, corremos para longe do que não queremos.
Speaker A
Desse lugar nasce uma das covardias mais irônicas da vida, o medo de perder o que nunca nos pertenceu.
Speaker A
Às vezes, esse medo é tão grande que faz com que muitos prefiram a renúncia antecipada, preferem nem tentar.
Speaker A
A pessoa se recusa a amar, como quem, para não sangrar, decide nunca mais ter corpo.
Speaker A
Entende?
Speaker A
Porque a fruta deixa os seus fiapos entre os dentes, a pessoa nunca mais experimenta a doçura limpa da manga.
Speaker A
Já tô devaneando aqui já.
Speaker A
Uma outra superstição que ilude muitos nessa idade é acreditar que se soubéssemos como tudo termina.
Speaker A
Se soubéssemos o desfecho final das coisas, se pudéssemos controlar isso.
Speaker A
Poderíamos enfim descansar em paz.
Speaker A
Porém, o que se dá é justamente o oposto.
Speaker A
Quanto mais refletimos, matutamos, pensamos, analisamos, menos seguros quanto ao futuro nós ficamos.
Speaker A
Quanto mais arquitetamos, deduzimos, calculamos, mais percebemos o quanto o nosso destino é indomável e imprevisível.
Speaker A
Então, calma, não se apresse, não tenhas pressa, pois onde tens de ir é a ti mesmo.
Speaker A
A única coisa que você precisa encontrar é você nessa jornada.
Speaker A
Para dar tchau e finalizar esse papinho furado que foi tão solicitado aqui no canal.
Speaker A
Eu pergunto a você que me assiste, que me ouve, com toda a honestidade que se deve ter consigo mesmo.
Speaker A
Para que pensar tanto?
Speaker A
Para que pensar tanto se o pensamento não está sendo usado para compreender?
Speaker A
Mas sim, para tentar segurar algo que não tem garantia.
Speaker A
Que não tem como saber o que vai ser.
Speaker A
O nosso futuro.
Speaker A
O barato da vida não é prever, mas saber improvisar.
Speaker A
Não tente fugir dessa tristeza, desse ser feliz no imperfeito.
Speaker A
Entende?
Speaker A
Como é que é aquela do Caetano mesmo?
Speaker A
A tristeza é senhora, desde que o samba é samba é assim.
Speaker A
Mas alguma coisa acontece no quando agora em mim, cantando, eu mando a tristeza embora.
Speaker A
Enfim, meu amigo, minha amiga, fique bem.
Speaker A
E lembre-se sempre.
Speaker A
Se vais pensar demais, se vais insistir em quebrar a cabeça.
Speaker A
Não esqueças também de contemplar o melhor cenário.
Speaker A
Pense no desfecho que te favorece.
Speaker A
Na possibilidade de que a vida sim, pode ser boa.
Speaker A
Na serenidade que surgiria se as coisas, pouco a pouco, se resolvessem.
Speaker A
Não saberei que existi daqui a poucos anos, o que me resta para viver é pouco.
Speaker A
Clarice Lispector.
Speaker A
Viva então.
Speaker A
Ah, lógico, se você gostou desse vídeo aqui, desse papo bagunçado, desse papinho furado que não serve de nada.
Speaker A
Curta esse vídeo, se inscreva no canal, deixe um comentário.
Speaker A
O comentário é o mais importante, talvez.
Speaker A
Me fale o que é que você achou.
Speaker A
No que eu devo melhorar.
Speaker A
Beijo no seu coração e até o próximo vídeo.
Speaker A
Fui.
Speaker A
Gente, meus queridos amigos.
Speaker A
Vocês acharam que não ia ter pós-créditos hoje, né?
Speaker A
Muito importante para você que ficou aqui até o final do vídeo.
Speaker A
Comenta número seis.
Speaker A
Quero ver quem é fiel aqui no canal mesmo, tá?
Speaker A
Gente, que saudade desse canal.
Speaker A
Que saudade dos papinhos.
Speaker A
Voltamos, talvez, com força total.
Speaker A
Isso porque tem uma novidade.
Speaker A
Que que eu tô segurando aqui?
Speaker A
O microfone novo.
Speaker A
Agora, essa avenida que tem aqui na frente, não terá tanto peso, né?
Speaker A
Porque isso aqui é um microfone profissional, galera, eu investi em algo realmente de qualidade.
Speaker A
Isso aqui é microfone de câmera.
Speaker A
Tem muita coisa nova para chegar também, já tô pensando em câmeras, em luzes, iluminação.
Speaker A
Calma.
Speaker A
Vamos, vamos lá, ó.
Speaker A
Eu tenho tanta coisa nova para contar e para mostrar.
Speaker A
Nessas três semanas que eu fiquei fora, eu acho que foram três, na primeira eu tava ainda bastante doente por conta da viagem.
Speaker A
Na segunda, eu tinha a live do Clube do Livro, inclusive, se você quiser participar do nosso Clube do Livro.
Speaker A
Que tá incrível.
Speaker A
Muitas coisas acontecendo.
Speaker A
Já foram três lives.
Speaker A
Lives grandes, análise, papo furado, muita coisa legal.
Speaker A
E fora o Zine também, que eu disponibilizo no final das lives com vários conteúdos, obras de arte.
Speaker A
Toda uma curadoria do que eu consumi no mês.
Speaker A
Então, tem muitas recomendações dentro desse Zine.
Speaker A
O Zine, muitas pessoas perguntaram quando eu postei no Instagram.
Speaker A
É uma revistinha.
Speaker A
Nessa revistinha eu coloco tudo o que eu consumi e tudo o que eu recomendo para vocês consumirem também.
Speaker A
Para criar um repertório.
Speaker A
Coisas de arte, filmes, peças teatrais, quadros.
Speaker A
Essas coisas que eu gosto e eu imagino que muitos também gostem.
Speaker A
E é difícil encontrar hoje um local onde a gente possa aprender tudo isso.
Speaker A
Então, se você tem interesse de entrar no nosso Clube do Livro/Curadoria Íntima, é só tornar-se membro nível dois aqui do canal.
Speaker A
Que você já tem acesso aos Zines dos meses passados, às lives dos meses passados também e a aba da comunidade.
Speaker A
Aonde eu deixo todos os avisos e as enquetes pra gente decidir qual que vai ser os livros dos meses seguintes.
Speaker A
Neste mês de abril, se você quer saber, nós vamos ler Quarto de Despejo.
Speaker A
Esse clássico contemporâneo, maravilhoso e bastante doloroso.
Speaker A
Eu tô super ansioso para discutir tudo sobre essa obra.
Speaker A
No mês anterior foi Paixão Segundo de H, da Clarice que eu citei muito nesse vídeo.
Speaker A
Eu citei justamente porque eu lembro das coisas que eu li no mês passado, entende?
Speaker A
Fora isso tudo, meus grandes amigos, o que eu mais tenho de novo para contar aqui.
Speaker A
É que a casa tá tomando forma.
Speaker A
Eu postei na última semana alguns conteúdos lá no Instagram, dois posts que eram Publis das coisas que chegaram aqui em casa para mobiliar a casa.
Speaker A
Por isso também que não teve vídeo aqui no YouTube.
Speaker A
Então, eu não tô trabalhando aqui no YouTube, mas tô trabalhando em outras plataformas, em outras coisas.
Speaker A
Eu nunca paro.
Speaker A
O apartamento tá ficando assim, exatamente da forma como eu queria.
Speaker A
Uma coisa que reflete muito a minha personalidade e o cenário aqui do canal.
Speaker A
Aguardem o próximo vídeo.
Speaker A
Agora eu não vou mais ficar ausente, vai ter vídeo semana que vem, na próxima também.
Speaker A
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Speaker A
E outra coisa.
Speaker A
Comente se você gostou desse áudio.
Speaker A
Beijo, saudades imensas disso aqui.
Speaker A
Fui.
Speaker A
Galerinha, uma última coisa.
Speaker A
Tirei o microfone aqui só para vocês verem a diferença.
Speaker A
Ele tá aqui na minha mão, só que o transmissor não tá acoplado ali na câmera.
Speaker A
Então, esse é o áudio que ficaria sem o microfone.
Speaker A
Imaginem.
Speaker A
É muito diferente, galera.
Speaker A
Fica realmente profissional o negócio, né?
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