Presidente de Portugal aborda o novo estado de emergência e medidas rigorosas contra a Covid-19 diante da pior fase da pandemia.
Key Takeaways
- A pandemia em Portugal está em sua fase mais crítica, exigindo medidas rigorosas e rápidas.
- A variante inglesa do vírus é responsável por mais de 50% dos casos em áreas críticas como a Grande Lisboa.
- Negar a gravidade da situação só piora a crise sanitária e social.
- O controle social, vacinação acelerada e restrições são essenciais para conter a disseminação.
- A mobilização de todos os recursos humanos e logísticos é necessária para enfrentar a crise.
What the video covers
- Portugal enfrenta a pior fase da pandemia com números elevados e a rápida propagação da variante inglesa, especialmente na Grande Lisboa.
- Há uma pressão extrema sobre o sistema de saúde, com aumento acelerado de mortes e insensibilidade social crescente.
- A negação do estado de emergência e do confinamento agrava a situação, sem resolver os problemas reais como mortes e superlotação hospitalar.
- É fundamental manter a determinação, resistir e agir com rigor para conter a pandemia.
- Medidas rigorosas foram adotadas após autorização da Assembleia da República para controlar a disseminação do vírus.
- Recomenda-se ficar em casa, sair apenas se imprescindível e usar proteção pessoal e social para viabilizar testes e rastreamento.
- A vacinação deve ser acelerada e priorizar idosos e grupos de risco, evitando especulações que enfraqueçam o bom senso.
- Prepara-se para confinamentos e ensino a distância mais longos, além de controle rigoroso de fronteiras.
- É necessário mobilizar todos os recursos disponíveis, incluindo reformados, reservistas e profissionais formados no estrangeiro.
- A realidade da pandemia é grave e não deve ser escondida ou minimizada; é a pior situação desde março do ano passado.
Chapters
- 00:00Situação atual da pandemia e variante inglesa
- 00:42Crescimento das mortes e insensibilidade social
- 01:32Importância da determinação e ação rigorosa
- 02:14Medidas adotadas após autorização parlamentar
- 03:01Recomendações para isolamento e proteção social
- 03:45Vacinação e prioridade aos grupos de risco
- 04:27Preparação para confinamento e controle de fronteiras
- 05:17Mobilização de recursos humanos e realidade da crise
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Speaker A
O país, depois da aprovação do novo estado de emergência, e vamos ver de longe, mais difícil da pandemia que dura há quase 11 meses. Temos dos mais elevados números da Europa. A variante inglesa do vírus surgiu e propagou-se vertiginosamente, abarcando mais de cinquenta por cento dos casos em áreas como a Grande Lisboa. A pressão sobre as estruturas da saúde, sobretudo nessa Grande Lisboa, extrema.
Speaker A
cinquenta por cento dos casos em áreas como a grande Lisboa a pressão sobre as estruturas da Saúde sobretudo nessa grande Lisboa extrema o número de mortes cresce a ritmo a meses e inimaginável e com ele cresce a perigosa
Speaker A
O número de mortes cresce a ritmo a meses inimaginável e, com ele, cresce a perigosa insensibilidade à vida e à morte, mesmo de familiares, amigos, vizinhos e companheiros de tantos lances da vida. Com essa insensibilidade crescem ainda a ligação do vírus, da sua gravidade, a negação do estado de emergência e até do confinamento.
Speaker A
dessas negações resolve a multiplicação dos Mortos as esperas infindáveis por internamentos o sufoco nos cuidados intensivos o sofrimento de doentes covide e não convite o que verdadeiramente importa nestes momentos mais difíceis e mesmo mais dramáticos é não perder a linha de rumo não perder a
Speaker A
Mas nada disso, nenhuma dessas negações, resolve a multiplicação dos mortos, as esperas infindáveis por internamentos, o sufoco nos cuidados intensivos, o sofrimento de doentes covid e não covid. O que verdadeiramente importa nestes momentos mais difíceis e mesmo mais dramáticos é não perder a linha de rumo, não perder a determinação, não perder a capacidade de resistir, de melhorar e de agir.
Speaker A
drasticamente e é esse o sentido das medidas hoje mesmo tomadas ao abrigo do Decreto que assinei logo após a autorização da Assembleia da República temos de ser mais distritos mais rigorosos mais firmes no que fizemos e do que não
Speaker A
Se for verdade que desta vez a vaga começou acidentalmente e Portugal é dos primeiros e não dos últimos a sofrer a pandemia, então é preciso agir depressa e drasticamente. E é esse o sentido das medidas hoje mesmo tomadas ao abrigo do decreto que assinei logo após a autorização da Assembleia da República.
Speaker A
ainda mais depressa é isso em criar especulações que não enfraqueçam ninguém de bom senso queria fazer passar centenas um milhar de titulares de cargos políticos ou de funcionários por muito importante que fossem de supetão à frente de milhares
Speaker A
Temos de ser mais distritos, mais rigorosos, mais firmes no que fizemos e do que não fizemos. Ficar em casa, sair só se imprescindível e com total proteção pessoal e social. Só assim será efetivamente viável testar a tempo e rastrear os possíveis infectados, diminuindo a disseminação do vírus.
Speaker A
controle de fronteiras na entrada e na saída é e não como que autoconfinamento a limitação da deslocação de nacionais para fora do território do continente temos de esgotar todas as hipóteses na capacidade de resposta e reformados reservistas formados no estrangeiro
Speaker A
Temos de continuar a vacinar sempre melhor e ainda mais depressa. É isso, e não criar especulações que não enfraqueçam ninguém de bom senso. Queria fazer passar centenas, um milhar de titulares de cargos políticos ou de funcionários, por muito importantes que fossem, de supetão à frente de milhares de idosos com as doenças mais graves e, por isso, demais óbvia prioridade.
Speaker A
Março inclusiva determinará o que vão ser a primavera o verão e quem sabe se o outono e joga-se tudo nas próximas semanas até Março inclusiva e para que a vaca inglesa passe sem surgir outra vaga de outros continentes
Speaker A
Temos que estar preparados para confinamento e ensino a distância mais duradouros do que se pensava antes desta escalada. Temos de, na medida do necessário, usar o controle de fronteiras na entrada e na saída, e não como que autoconfinamento, a limitação da deslocação de nacionais para fora do território do continente.
Speaker A
ano nós temos mesmo de travar a escalada em curso e já seguindo o exemplo dos nossos Profissionais de Saúde em caráter consistência entrega espírito de missão os portugueses será que ainda vamos a tempo claro que vamos a tempo mas este é
Speaker A
Temos de esgotar todas as hipóteses na capacidade de resposta e reformados, reservistas, formados no estrangeiro. E não vale a pena esconder a realidade, fazer de conta, iludir a situação, e o que essa situação é mesmo: a pior que vivemos desde março do ano passado.
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