Drama intenso de Moranguete e Abacaxota enfrentando gravidez precoce, conflitos familiares e responsabilidades na novela das frutas.
Key Takeaways
- A gravidez precoce gera conflitos familiares intensos e exige responsabilidade dos pais.
- O apoio emocional de amigos pode ser crucial em momentos difíceis.
- Reconciliações podem acontecer, mas nem sempre são simples ou imediatas.
- A responsabilidade paterna é um tema central e fonte de tensão.
- O nascimento da criança simboliza um novo começo e a necessidade de união.
What the video covers
- Moranguete descobre que está grávida de Abacaxota e enfrenta medo de contar para a mãe.
- A mãe de Moranguete reage com raiva e exige que Abacaxota assuma a responsabilidade pelo filho.
- Abacaxota inicialmente não quer assumir a paternidade e pede tempo para pensar.
- Bananudo, amigo de Moranguete, oferece apoio emocional e se declara para ela.
- Moranguete revela estar grávida de outro homem, complicando ainda mais a situação.
- Abacaxota tenta voltar atrás e assumir o filho, mas enfrenta resistência da família.
- Conflitos familiares aumentam com ameaças e discussões sobre a responsabilidade paterna.
- Moranguete entra em trabalho de parto em meio ao caos familiar.
- Bananudo está presente no nascimento da filha de Moranguete, reforçando seu apoio.
- A história termina com a chegada da bebê e a necessidade de união para enfrentar os desafios.
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Speaker A
Não pode ser. Meu, eu tô fodida.
Speaker A
Abacaxota, preciso falar contigo, é urgente, vem aqui agora. Como eu vou contar pra minha mãe?
Speaker A
É seu, você sabe que é seu.
Speaker B
Que isso, Moranguete? Minha mãe não pode saber disso.
Speaker A
Sua mãe? Abacaxota, tem um filho nosso aqui dentro.
Speaker B
Eu sei, eu sei, mas você não conhece ela, ela vai me matar.
Speaker A
E eu? Tô grávida sozinha agora?
Speaker B
Eu gosto de você, Moranguete. Juro que gosto.
Speaker A
Gostar não paga fralda, Abacaxota.
Speaker B
Me dá um tempo pra pensar, pelo amor de Deus.
Speaker B
Vacilei, vacilei feio.
Speaker B
Minha mãe não pode saber.
Speaker C
O que foi? Por que esse olho inchado?
Speaker A
Mãe, preciso te contar uma coisa.
Speaker C
Fala.
Speaker C
É do Abacaxota?
Speaker A
É, mãe.
Speaker C
Bota o chinelo. A gente vai lá na casa dele agora.
Speaker A
Mãe, não faz isso, ele pediu tempo.
Speaker C
Tempo? Tempo ele já teve, agora é hora de ser homem. Vem, minha filha, hoje tem conversa.
Speaker C
Preciso falar com você sobre seu filho.
Speaker D
O que meu filho fez agora?
Speaker C
Sua nora tá grávida, com 16 anos.
Speaker D
Meu filho tem futuro. Essa menina aqui é que ficou se jogando.
Speaker C
Repete isso, repete com essa boca. Fala a verdade.
Speaker B
É meu filho, sim.
Speaker D
Você destruiu seu futuro por causa dessa menina.
Speaker B
Não fala dela assim, mãe.
Speaker C
Seu filho vai assumir ou não vai?
Speaker D
Meu filho vai estudar, fazer faculdade. Esse filho não tava nos planos.
Speaker B
Moranguete, eu preciso te falar uma coisa.
Speaker B
Moranguete, eu não tô pronto pra isso.
Speaker B
Eu não posso assumir esse filho.
Speaker C
Você tá me dizendo que vai deixar minha filha sozinha?
Speaker B
Eu preciso pensar na minha vida, tia.
Speaker C
Tia? Você perdeu o juízo, menino.
Speaker D
Meu filho não deve satisfação a ninguém.
Speaker C
Solta esse menino, ele é pai!
Speaker D
Boa noite!
Speaker A
Ele não vai assumir, mãe.
Speaker C
Você não tá sozinha, nunca vai tá.
Speaker A
Como eu vou criar você sozinha?
Speaker A
Mas eu vou criar. Pode deixar.
Speaker E
Moranguete, tá bem não, né?
Speaker A
Tô bem, Bananudo.
Speaker E
Eu soube do Abacaxota, todo mundo soube.
Speaker E
Ele é idiota, sempre foi.
Speaker A
Você não precisa ficar aqui, Bananudo.
Speaker E
Eu sei, mas eu quero.
Speaker E
Esse filho vai ter alguém, sim. Pode contar comigo.
Speaker A
Por que você faria isso?
Speaker E
Porque eu sempre gostei de você, Moranguete, desde pequeno.
Speaker E
Você nunca percebeu, né?
Speaker A
Bananudo, eu tô grávida de outro cara.
Speaker E
Eu sei, e daí?
Speaker B
Que isso?
Speaker B
Bananudo, sério?
Speaker E
Deixa eu te levar em casa.
Speaker A
Você tem certeza disso tudo?
Speaker B
Eu vacilei.
Speaker B
Eu vacilei feio.
Speaker B
Eu vacilei feio.
Speaker B
Eu vou matar esse safado.
Speaker B
O Bananudo tá de mão dada com ela, mãe, de mão dada!
Speaker D
Eu vi.
Speaker B
E você tá aqui quieta?
Speaker D
Você abriu mão dela. Agora chora?
Speaker B
Preciso falar com você agora.
Speaker E
Tô aqui, pode falar.
Speaker B
A sós.
Speaker E
Pode falar na frente dela, não tenho segredo.
Speaker B
Esse filho é meu, fica longe.
Speaker E
Quando você decidiu isso?
Speaker B
Tô falando sério, Bananudo.
Speaker E
Eu também.
Speaker A
Você não me quis, Abacaxota.
Speaker A
Não fui eu que fechei a porta. Foi você.
Speaker B
Eu errei, eu tô reconhecendo.
Speaker B
Por que você tá fazendo isso?
Speaker E
Porque eu gosto dela, desde sempre.
Speaker B
Você sempre gostou dela e ficou quieto.
Speaker A
Ele apareceu hoje.
Speaker C
E aí?
Speaker A
Disse que errou, que quer assumir agora.
Speaker C
E o Bananudo? Você não deve nada a quem te abandonou.
Speaker B
Eu podia ter sido diferente.
Speaker B
Mas ainda não acabou.
Speaker B
Trouxe dinheiro pro parto.
Speaker A
Por que agora?
Speaker B
Porque é meu filho.
Speaker A
Você não pode aparecer e desaparecer quando quiser, Abacaxota.
Speaker B
Eu sei.
Speaker A
Boa noite, Abacaxota.
Speaker C
É dele?
Speaker A
É.
Speaker C
Você vai abrir?
Speaker A
Ainda não sei.
Speaker B
Ela pegou.
Speaker B
Mas fechou a porta.
Speaker D
Ela pegou o envelope.
Speaker B
Como você sabe?
Speaker D
Porque eu conheço essa menina melhor do que você pensa. Isso é um problema.
Speaker E
Você abriu?
Speaker A
Abri.
Speaker E
Escreveu.
Speaker E
O que ele escreveu?
Speaker A
Ele pede perdão.
Speaker A
Diz que quer ser pai de verdade.
Speaker A
O que eu faço com isso?
Speaker D
Preciso falar com você. Só você.
Speaker E
Pode falar na frente de mim.
Speaker D
Meu filho quer assumir esse filho. Mas se o Bananudo ficar no meio, vai ser guerra.
Speaker A
Isso é uma ameaça?
Speaker D
É um aviso.
Speaker A
Mãe, não, fica aqui comigo.
Speaker C
Eu tenho que ir. Ninguém ameaça minha filha.
Speaker A
Por favor, é perigoso, pensa no bebê.
Speaker C
Eu vou resolver isso. Volto logo.
Speaker C
Você ameaçou minha filha.
Speaker D
Eu só disse a verdade.
Speaker C
Fala de novo pra mim o que você falou pra ela.
Speaker D
Com prazer.
Speaker C
Senta aqui.
Speaker C
Você vai se arrepender de ameaçar minha filha. Isso tem nome.
Speaker D
Tem, e se chama realidade.
Speaker C
Meu filho vai registrar esse filho, com ou sem permissão de vocês.
Speaker D
Sua nora não quer isso.
Speaker C
Sua nora ainda não sabe o que quer.
Speaker D
Pode ter certeza que ela vai saber.
Speaker B
Não devia ter feito isso comigo.
Speaker A
Ah!
Speaker E
Vou ficar bem, chama o médico.
Speaker A
Por que você fez isso? Por quê?
Speaker E
Porque eu sempre fiz.
Speaker A
Não solta minha mão, não solta.
Speaker A
Ai, acho que vai nascer.
Speaker C
Meu Deus, vamos agora!
Speaker F
Vamos pra sala de parto, agora.
Speaker A
Ah!
Speaker A
Mãe, não me larga, por favor.
Speaker C
Nunca.
Speaker F
Respira, já tô aqui.
Speaker F
Respira, mais uma vez.
Speaker A
Ele tá bem.
Speaker F
Ela, é uma menina.
Speaker A
Ah!
Speaker A
Você veio no dia mais louco da minha vida. Mas você veio, e isso é o que importa.
Speaker A
Ela nasceu, Bananudo.
Speaker A
Ela precisa de você, eu preciso de você.
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