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Ancestralidade Indígena

Exploração da ancestralidade indígena e do culto à jurema no Rio Grande do Norte, destacando sua história, espiritualidade e ressurgência cultural.

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Key Takeaways

  • O culto à jurema é uma prática ancestral indígena com profunda ligação espiritual e cultural no Nordeste brasileiro.
  • A ancestralidade indígena no Rio Grande do Norte foi historicamente invisibilizada, mas está em processo de ressurgência.
  • A mediunidade e o transe são elementos presentes tanto nas tradições indígenas quanto nas afro-brasileiras.
  • O respeito às plantas sagradas e aos elementos naturais é fundamental para a prática espiritual indígena.
  • O estudo do culto à jurema contribui para a valorização e reconhecimento das culturas indígenas no Brasil.

What the video covers

  • Discussão sobre a ancestralidade indígena no Rio Grande do Norte e o desaparecimento dos indígenas no censo do século 19.
  • Análise do culto à jurema como uma prática espiritual indígena com mais de 3.500 anos de história.
  • Ressurgência da espiritualidade indígena e do culto à jurema a partir da década de 1990.
  • Importância da mediunidade e do transe mediúnico tanto entre indígenas quanto entre africanos.
  • Relação entre o culto à jurema e a cosmologia indígena nordestina, incluindo o uso de plantas sagradas.
  • Contextualização histórica da colonização e resistência indígena no território do Rio Grande do Norte.
  • Reflexão sobre o legado ancestral e sua influência nas práticas culturais e espirituais atuais.
  • Descrição das formas de preparo e uso do chá de jurema em rituais.
  • Discussão sobre a integração e distinção do catimbó em relação a outras religiões afro-brasileiras.
  • Importância do respeito e da reverência aos elementos naturais e espirituais nas tradições indígenas.

Answers

Questions about this video

O que é o culto à jurema e qual sua importância?

O culto à jurema é uma prática espiritual indígena do Nordeste brasileiro, com mais de 3.500 anos, que envolve o uso de plantas sagradas e mediunidade, sendo fundamental para a preservação da ancestralidade indígena.

Como a ancestralidade indígena foi tratada no Rio Grande do Norte?

Historicamente, os indígenas do Rio Grande do Norte foram invisibilizados nos censos do século 19, mas a partir da década de 1990 houve um ressurgimento da comunidade indígena e valorização de suas tradições espirituais.

Qual a relação entre o catimbó, a umbanda e o candomblé?

O catimbó foi por muito tempo visto como uma vertente da umbanda ou à margem do candomblé, mas atualmente é reconhecido como um culto autônomo com raízes indígenas e afro-ameríndias, especialmente ligado ao culto à jurema.

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Speaker A
E aí, e aí, e aí. Oi, e aí, caboclinho absolutis. Tem que fechar a... E aí, e aí, e aí. Oi, boa noite, meu irmão Cadu Lourega, meu sobrinho aí. Ó, eu assisti aqui a live do tio Joelma Salto à força.
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Speaker A
oi maria salto à luz maria saudade de você viu e aí e aí e aí oi katlin formosura você está aí e lembrando que meu perfil não não é público viu gente só tem acesso a essas nossas leves que está na minha lista de
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Speaker A
Oi, Maria Salto à luz, Maria. Saudades de você, viu? E aí, e aí, e aí. Oi, Katlin, formosura, você está aí? E lembrando que meu perfil não é público, viu gente? Só tem acesso a essas nossas lives quem está na minha lista de amigos e amigas. E vocês estão conseguindo me ouvir aí direitinho? Tá tudo bem aí? Tudo beleza?
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Speaker A
forma dando continuidade a aos estudos que a gente vem realizando na sala de aula e no google sala de aula né e as nossas vidas conferências também para que outras pessoas que não estejam participando do seminário sobre espiritualidade indígena culto à jurema
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Speaker A
E aí, e aí, um salve. Bom, então vamos começar. Esse é o sentir assim no coração de... E realizamos os diálogos, é aberto, certa forma, dando continuidade aos estudos que a gente vem realizando na sala de aula e no Google Sala de Aula, né? E as nossas lives conferências também, para que outras pessoas que não estejam participando do seminário sobre espiritualidade indígena, culto à jurema,
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Speaker A
margem dos demais inclusive à margem dos demais cultos de matriz afro-ameríndia catimbó ficou assim durante muito tempo como sendo uma dentro da umbanda ou à margem do candomblé né há mais ou menos duas décadas é que o interesse
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Speaker A
possam interagir conosco e, mais à frente, a gente estabelecer novos contatos, né? Acredito que é muito importante. E essa conversa sobre o catimbó jurema, até mesmo porque durante muito tempo o catimbó permaneceu um culto à
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Speaker A
um dos índios do rio grande do norte do território do rio grande do norte lembrando aí que por volta da segunda metade do século 19 aqui no território do rio grande do norte existiam mais de 6 mil índios contabilizadas pelo censo
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Speaker A
margem dos demais, inclusive à margem dos demais cultos de matriz afro-ameríndia. Catimbó ficou assim durante muito tempo como sendo uma dentro da umbanda ou à margem do candomblé, né? Há mais ou menos duas décadas é que o interesse
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Speaker A
apenas brancos pretos e pardos e aí durante muito tempo nós temos aí um desaparecimento dos índios do rio grande do norte e ali na década de 1990 é que a comunidade indígena tá tudo eleotérios dá um prato assim ainda estamos vivos e
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Speaker A
— que coisa linda essa última corrente — interesse dos pesquisadores pelos cultos da jurema e pelas tradições indígenas do Nordeste brasileiro retornou. E esse interesse tem ganhado muitos seguidores, né? O que justamente, em paralelo, começou a ocorrer é o ressurgimento
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Speaker A
espiritualidade indígena e culto à jurema no rio grande do norte já tivemos aí eu digo no rio grande do norte porque basicamente aqui no território de rio grande do norte que os entraram em minha pesquisa né mas quando tratamos de
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Speaker A
um dos índios do Rio Grande do Norte, do território do Rio Grande do Norte. Lembrando aí que por volta da segunda metade do século 19, aqui no território do Rio Grande do Norte, existiam mais de 6 mil índios contabilizados pelo censo
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Speaker A
norte que é o onde eu eu centro né quando eu consciente minha pesquisa de 15 anos quase 16 anos e aí hoje eu gostaria de conversar com vocês um pouco sobre a ancestralidade indígena e de modo especial a ancestralidade no
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Speaker A
oficial, sem falar dos tantos índios que não haviam sido contabilizados, né? E aí os latifundiários aqui do território do Rio Grande do Norte, na época, alegaram ao governo geral que não havia mais índios aqui e retirou o indígena do censo, deixando
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Speaker A
nossos antepassados é tudo aquilo que nossos antepassados deixaram para gente deixar para nós o que em nós em nossa cultura em nossa sociedade nossas formas de produção e organização teve origem foi fruto do trabalho e da vivência das vivências de
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Speaker A
apenas brancos, pretos e pardos. E aí, durante muito tempo, nós temos aí um desaparecimento dos índios do Rio Grande do Norte. E ali na década de 1990 é que a comunidade indígena tá tudo, eleotérios, dá um prato assim, ainda estamos vivos. E
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Speaker A
praticando também e acreditando né tendo como base a perspectiva espiritual o que nossos ancestrais vivenciar o espiritualmente falando e nós continuamos vivenciando nos dias de hoje daí como nosso trabalho é sobre a ancestralidade indígena nós não vamos abordar por enquanto
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Speaker A
após o cantor vieram leilão de João Câmara, os caboclos Guaçu, está Pará, está atrelado ao Apodi. E hoje nós temos muitos índios que seguiram esse movimento de ressurgência, né? É bem o tema de nosso seminário, é
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Speaker A
que mora aqui no território do rio grande do norte como nós conversamos quando indicando que chegou durante a colonização foi menor bem menor se comparada a quantidade de africanos que chegou em pernambuco e na bahia por exemplo certo mas que também temos um
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Speaker A
espiritualidade indígena e culto à jurema no Rio Grande do Norte. Já tivemos aí, eu digo no Rio Grande do Norte porque basicamente aqui no território do Rio Grande do Norte que os entraram em minha pesquisa, né? Mas quando tratamos de
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Speaker A
modo de falar de acreditar de viver as coisas que nós não refletirmos sobre isso isso é de origem indígena aquilo não é enfim é importante que nós temos em mente que a ancestralidade está ligada ao teto de nossos antepassados certo o que os
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Speaker A
espiritualidade indígena, obviamente abordamos aspectos presentes em outros povos, além dos povos do território do Rio Grande do Norte, certo? Mas quando nos centramos no estudo do culto à jurema, é basicamente o culto à jurema como ocorre no Rio Grande do
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Speaker A
o que possui vários significados mas a origem dessa expressão é um vegetal característica do nordeste brasileiro o entorno desse vegetal e surgiu toda uma cosmologia tudo na mitologia bom e uma verdadeira religião se estruturou ao longo dos séculos e essa
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Speaker A
Norte, que é onde eu centro, né? Quando eu concentro minha pesquisa de 15 anos, quase 16 anos. E aí hoje eu gostaria de conversar com vocês um pouco sobre a ancestralidade indígena e, de modo especial, a ancestralidade no
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Speaker A
à jurema pré-histórico no culto que deve ter pelo menos 3.500 anos certo alguns arqueólogos ao afirmar que essas pinturas rupestres foram feitas há cerca de três mil anos antes de cristo e se isso for realmente verdade nós temos aí
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Speaker A
seu aspecto espiritual. Grande Luciano, meu amigo, tô com saudade de você, rapaz. Salta força! Bom, então é importante que tenhamos uma ideia, mesmo que geral, do que é a ancestralidade, certo? A palavra ancestralidade está ligada ao legado dos
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Speaker A
acredito que não exista terreiro de umbanda a jurema e no rio grande do norte que não faça comunhão dessa bebida obviamente ele tem várias formas se preparar esse chá alguns preparam com vinho ou se preparam como cachaça mas sempre o elemento
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Speaker A
nossos antepassados. É tudo aquilo que nossos antepassados deixaram para a gente, deixaram para nós. O que em nós, em nossa cultura, em nossa sociedade, nossas formas de produção e organização teve origem, foi fruto do trabalho e da vivência, das vivências de
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Speaker A
índia se manifesta mais sessões um culto que dentre suas características principais existe um fator mediúnico os tanto os indígenas que é tem alguns pesquisadores que dizem que o transe mediúnico é característico dos africanos que chegaram aqui durante o período
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Speaker A
nossos antepassados. Essa é nossa ancestralidade, certo? Algo que nossos, aqueles que nos antecederam, não só a 10, 20, 50 anos, mas a 100, 200 e 300 anos, já vivenciavam, já praticavam, já acreditavam e nós continuamos de certa forma
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Speaker A
com o estar eo e com o grande muro está viajando i ou transe mediúnico existia tanto entre africanos quanto entre indígenas e nós temos uma série de crenças ligadas à natureza é uma série de crenças ligadas a vegetais a espécies vegetais angico
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Speaker A
praticando também e acreditando, né? Tendo como base a perspectiva espiritual o que nossos ancestrais vivenciaram espiritualmente falando e nós continuamos vivenciando nos dias de hoje. Daí, como nosso trabalho é sobre a ancestralidade indígena, nós não vamos abordar por enquanto
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Speaker A
terrenos menores cidades e aldeias espirituais de onde vêm os seres da jurema para socorrer para trabalhar em benefício dos homens e mulheres que procuram ajuda e aí nós temos uma ritualística certo é que dependendo da casa espiritual que culto ea jurema vai
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Speaker A
a ancestralidade ibérica. Jaqueline, nas tradições caboclas que se formaram durante o período colonial, nós temos aí a presença do português, a presença do holandês, a presença ou deve pequena do espanhol, a presença dos franceses. Tivemos também a presença dos africanos
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Speaker A
leonardo e no que se refere à aos nossos antepassados e quem eram esses índios e quais eram essas nações indígenas que habitaram e ainda habitam o território do rio grande do norte salto a força luís cato grande cacique meu irmão e amigo do 14
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Speaker A
que moram aqui no território do Rio Grande do Norte. Como nós conversamos, indicando que chegou durante a colonização foi menor, bem menor se comparada à quantidade de africanos que chegou em Pernambuco e na Bahia, por exemplo, certo? Mas que também temos um
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Speaker A
a brasileira muitos séculos vamos retirar os pontos baixos chegaram a 15 de cerca de 1600 anos antes de cristo são a meu ver são populações certa mas no litoral nós temos uma grande nação a nação potiguar do tronco linguístico
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Speaker A
legado africano grande em nossa cultura contemporânea, né? Mas aí o que o indígena nos deixou e onde está o índio adormecido dentro de nós, que na verdade está desperto e nós não percebemos que está, certo? E é porque não há coisa tão comum em nosso
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Speaker A
potiguara foram proibidos de falar sua própria língua ali por volta de 1.750 apenas 20 anos de cadeia para alguém que fosse encontrado falando sua própria língua e tem gente que perguntar mas porque é que no catimbó jurema vocês
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Speaker A
modo de falar, de acreditar, de viver as coisas que nós não refletirmos sobre isso. Isso é de origem indígena, aquilo não é. Enfim, é importante que nós tenhamos em mente que a ancestralidade está ligada ao teto de nossos antepassados, certo? O que os
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Speaker A
cantava em línguas que nem os próprios índios já conheciam provavelmente alguma linguagem hierática uma língua sacerdotal iniciado por então alguma esquecida que só os pajés tem um acesso né mas o que eu quero dizer é que muita muita coisa se perdeu com o tempo devido
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Speaker A
nossos antepassados nos deixaram. E aí o culto à jurema tem um grande legado de nossos antepassados. O culto à jurema, quais são as características gerais desse culto? Nós temos a jurema e c na, que é uma expressão
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Speaker A
ah está pois araujo cujo grande ouro quixaba ali no início à colonização que entrou para história foi o chefe janduí o pai do rei canindé é uma coisa que eu vou os contatos dele a tradição jurema é até 56 anos atrás
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Speaker A
que possui vários significados, mas a origem dessa expressão é um vegetal característico do Nordeste brasileiro. Em torno desse vegetal surgiu toda uma cosmologia, toda uma mitologia, bom, e uma verdadeira religião se estruturou ao longo dos séculos. E essa
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Speaker A
jurema bom então é um personagem histórico é uma central divinizado se você faz parte dessa ancestralidade salve grande o daí meu irmão é muito feliz em que sua presença e e e ao lado do staryu nós temos o que hoje
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Speaker A
religião permanece viva até hoje, tá? Então o culto à jurema, creio eu, é o maior legado dos nossos ancestrais indígenas. Aumentando esse aspecto religioso espiritual, existem pinturas rupestres aqui no território, no Nordeste brasileiro, que apontam para um culto
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Speaker A
tarairiú e ao contrário os potiguara eles se organizavam praia guerra de modo muito discreto e eles não aparentemente não possui um rituais provavelmente não funciona virtuais bélicos rituais marciais em conta outras nações antes de entrar em guerra passavam 12 dias ali dançando se
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Speaker A
à jurema pré-histórico, um culto que deve ter pelo menos 3.500 anos, certo? Alguns arqueólogos afirmam que essas pinturas rupestres foram feitas há cerca de três mil anos antes de Cristo. E se isso for realmente verdade, nós temos aí
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Speaker A
território do rio grande do norte e os padres que haviam mantido primeiro contato com o esporte guará passaram a chamar o time needed cariri e aí no tupi a minha gato que é um truque geral né que os jesuítas elaborar uma lei para
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Speaker A
um culto à jurema com cerca de cinco mil anos, seis mil anos. Oi? E aí hoje a jurema é o nome do culto ou religião. Para mim, uma religião porque realiza a Deus. A jurema é uma bebida sagrada. Eu
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Speaker A
cristianismo e que também não aceitavam o rei de portugal como como chefe estatal né eles eram rebeldes e permaneciam com o centro do fluminense em outras palavras né não parece o posto aí foram rebatizadas digamos assim foram batizados pelos padres de caribe então
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Speaker A
acredito que não exista terreiro de umbanda à jurema no Rio Grande do Norte que não faça comunhão dessa bebida. Obviamente, ela tem várias formas de preparar esse chá. Alguns preparam com vinho ou se preparam com cachaça, mas sempre o elemento
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Speaker A
ideia recebia o nome do seu puxava do seu chefe tá e aí aparentemente é como se fosse uma outra nação mais nenhuma outra nação não livramento de uma parte de uma tempo todo bem maior oi e aí o que é que nós temos no que se
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Speaker A
sacramental, o bebê jurema, está presente em todas as casas de umbanda. Um dos terreiros do Rio Grande do Norte, não conheço uma casa que não tenha, que não celebre, que não cante jurema, certo? E a jurema é uma entidade espiritual na
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Speaker A
vamos lá com a presença de seres considerados encantados e o que são os encantados alguns que estão cabala estuda magia europeia vão dizer que os encantados são espíritos elementais espíritos da natureza pertencem a terra o fogo a água eo ar 7
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Speaker A
índia, se manifesta mais sessões, um culto que dentre suas características principais existe um fator mediúnico. Tanto os indígenas que têm, alguns pesquisadores dizem que o transe mediúnico é característico dos africanos que chegaram aqui durante o período
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Speaker A
interagirmos e o encanto é um mundo mágico um espiritual antropologia classifica como mundo imaginário mas hoje o número sabe que não imaginaria que o primeiro mantém contato com encanto constantemente graças a deus oi e aí o encanto envolve os quatro
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Speaker A
colonial, mas na verdade o transe mediúnico existia tanto entre africanos quanto entre indígenas. Nós observamos isso nos textos dos cronistas que vivenciaram, viveram ali com Spot e agora no litoral, assim como com os comunistas, como colocar, ou por exemplo, que esteve
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Speaker A
a todos eles a todas elas que eu conheci nós temos por exemplo um ritual a presença de índios menos no canto a presença de mestres curandeiros rezadores magos cabalistas feiticeiros nós temos a presença de animais sagrados animais que vendem canto e se manifesta
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Speaker A
com o estar eo e com o grande muro está viajando. O transe mediúnico existia tanto entre africanos quanto entre indígenas. E nós temos uma série de crenças ligadas à natureza, uma série de crenças ligadas a vegetais, a espécies vegetais: angico,
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Speaker A
a nossa tradição após a morte entraram no encanto ou então ainda vivos entraram no encanto certo aí alguém pode achar esse meio que absurdo só que é um elemento que não está presente exclusivamente na tradição indígena prestemos atenção façamos aqui uma um
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Speaker A
machucar, catucar e a própria jurema. A palavra jurema também é o nome que se dá a um mundo espiritual, um reinado espiritual. O juramento acredita que existam no reino, no universo, um plano paralelo grandioso dentro do qual esses
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Speaker A
religião vodu no haiti e existem pesquisas no campo da física quântica lima muito interessante recentemente que teve como objeto de estudo é uma análise que realizou em seu estudo né uma análise sobre a passagem do mundo físico para o mundo misterioso mundo encantado
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Speaker A
terrenos menores, cidades e aldeias espirituais, de onde vêm os seres da jurema para socorrer, para trabalhar em benefício dos homens e mulheres que...
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Speaker A
quem é é isso aí é algo que nossos ancestrais indígenas tanto os potiguara quanto os tapetes ser tão um nos deixou nos deixaram faz parte de nossa herança espiritual nossa herança cultural há há há uma importância ao mundo
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Speaker A
vegetal porque as plantas o que não estás a ciência o que que significa as plantas são os canais o que nós indicamos a origem xamânica para o catimbó jurema as plantas são os canais do homem com o mundo encantado
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Speaker A
com encanto bom então se como jurema antigamente né hoje em dia nem tanto mas se comungava jurema praça quando a consciência e interagir com esses reinos encantados com esses mundos espirituais mas a seres que habitam a jurema a seres que habitam
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Speaker A
o angico a seres que habitam o machucar a seres que habitam flores a seres que habitam sementes isso é importante muito importante para o início e para os membros que qual é a sua tradição por isso que o primeiro deve zelar pela
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Speaker A
natureza é um compromisso nosso preservar a natureza porque esse mundo vegetal nos auxilia nos ajuda a interagir com outros planos certo antiparalelos e aí oi e aí nós temos a presença de seres na natureza que nas tradições indígenas
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Speaker A
possuíam nomes específicos mas nas tradições caboclas sofreram mudanças por exemplo é a irmã camila conversor perguntou algo sobre a florzinha da mata a florzinha da mata também chamada comadre florzinha é uma protetora da caça a protetora dos animais da floresta
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Speaker A
e é isso antigamente era chamada a catapora após significa morador do mato hora morador e hamato catapora morador do mato e aí ela entra no catimbó jurema ela aparece no catimbó jurema que mário de andrade pesquisa ali na no começo do século 20 ela parece
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Speaker A
como mestra adelina caipora é um abraço e graças a deus na atração minha família jurema existe esse cena bom e no catoo não amarelam em uruaçu é em jacaraú em outras em várias comunidades eu encontrei uma reverência e ao mesmo tempo no temor dos moradores
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Speaker A
caboclos é com referência a esses e não tem um desses e você é muito respeitado ninguém podia me matar um animal grávido ninguém podia matar um animal que estivesse com um furo na orelha por exemplo porque fazer uma coisa dessa
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Speaker A
seria um o ofenderá protetora e da caça e aí o o mito da função sociológica mente falando e à medida que não se mata animais gravados sempre esses animais continuarão existindo não é uma característica dos indígenas só matar o
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Speaker A
animal que ele que ele come ninguém mata por diversão ninguém mata por brincadeira ao contrário do civilizado o homem europeu da que faz animal de tiro ao alvo para testar sua amiga né e nós temos aí também a presença de um
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Speaker A
ser chamado vampira o que é uma espécie de sereia e também chamada mãe da água nas comunidades indígenas e caboclas se você do rio tá nós temos aí uma um animal noturno na coruja chamada de aço e a ter e
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Speaker A
o que mais à frente vai o mito vai entrar em conexão com outras outros credos e vai surgir daí o saci-pererê é uma coruja que ela fica de um pessoal certo mais perto tá ps1 parênteses aqui né se nós observamos
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Speaker A
rituais para io por exemplo que foram notificados ali por marcgrave é nós vamos ver o ritual de invocação de você espiritual que ele se manifesta com pessoal um índio que se manifesta com a perna só então aí nós temos ainda em
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Speaker A
controle de crenças e e é entre flávia no litoral também andar que muito dizem que é um demônio mas não demônio é um veado também protetor da floresta o curupira também é um protetor da floresta o e outras seres alguns autores isso no
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Speaker A
litoral entre os potiguara do tronco linguístico tupi e essas crianças vão se espalhar e por todo o litoral brasileiro né porque na verdade é um grande tronco linguístico cultural como estevão pinturas ficou um grande tronco linguístico turco linguístico-cultural
28:43
Speaker A
tupi-guarani o tupi o dialeto pilha é próximo do guarani algumas leves diferenças né mas no que se refere à cultura os alimentos muito próximos ali que os povos tupis e os povos guarani é possuído e nós temos no sertões entre os tapuias
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Speaker A
tarairiú e os tupperware karin chumine infelizmente infelizmente uma quantidade grande de seres espirituais que eu não sou mais reverenciados por esquecidos porque é que os povos do sertão sofrendo tanto com isso porque eles foram durante muito tempo rebeldes
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Speaker A
a colonização e pode guardar meu que se dividir né para os potiguara fez alianças com os portugueses invasores né mas cerca de quatro mil potiguar segundo tavares de lira no livro chamado história do rio grande do norte cerca de quatro mil
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Speaker A
potiguares pode guardar fugiram para o sertão e fizeram aliança com os tapuias durante o movimento que ficou conhecido como guerra dos bárbaros outros chamam de confederação dos cariris o movimento de resistência à invasão portuguesa os índios eram escravizados aqui
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Speaker A
e antes do africano escravizado indígena femme escravizada e depois em paralelo índios e africanos se tornaram escravos do colonizador né mas os tapuias se revoltaram muito contrair fio grande líder que combateu essa essa invasão é só pressão foi o rei canindé o grande
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Speaker A
roubo já botando em defe janduí e esse é um dos motivos pelo para sempre encantado ele é sempre excitado né nas tradições indígenas e no catimbó jurema mas por exemplo nós temos um a nossa seres divinos entre os chumine
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Speaker A
nós temos o ar aqui dan havia toda uma festa todo o ritual é ligar o culto a vaquejada no parque da é o espaço sem fim os vinhos pontuados no espaço sem final coisa maravilhosa profunda e linha disso aí ó
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Speaker A
e havia pode tam que é um ser espiritual estava ligado a passagem da infância para adolescência e me parece que tava ligado aos casamentos também mas não tenho certeza e pode zé by zé oi e aí uma coisa muito interessante
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Speaker A
porque para todas as etnias indígenas ou tabaco é uma planta sagrada todas as etnias indígenas do nordeste brasileiro pelo menos o tabaco na planta sagrada e essa qualidade dessa planta migrou para o terreiro de umbanda migrou para algumas casas de candomblé certo porque
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Speaker A
que ela é sagrada é que tá mas toda natureza é sagrada só que algumas plantas se destacaram nesse processo de sacralidade que possuíam essas plantas tem um mito existe mito de origem sul mineiro para o tabaco que eles chamavam
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Speaker A
bagé eu e o vitor mais até mais ou menos assim o povo na época que o que é dou do universo deus enviou um mensageiro e para viver com esses índios da nação chumine certo e esse mensageiro ensinou
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Speaker A
muitas coisas importantes para os índios mas eu vejo saber o porque embora ele parecesse uma pessoa um ser humano e quando era a noite que ele deitava na rede a rede dele ficava iluminada e em um determinado momento esse esse
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Speaker A
mensageiro de deus volta para o céu o que os índios clamam o retorno pedem o retorno desses e e ele lá de cima olha diz eu não vou voltar é a vida com vocês mas eu vou deixar uma
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Speaker A
coisa com vocês o que é como se fosse e eu mesmo e deixou a planta tabaco que recebeu o seu nome bagé oi e aí é presente para ti tu hás-de cura o indígena tá lá fumando faltando mandando a fumaça fazendo seu catimbó
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Speaker A
procurar uma pessoa as festas de casamento os noivos eram abençoados e com fumaça de tabaco plantações e as plantações eram abençoadas com fumaça de tabaco rituais marciais os guerreiros recebiam o espírito da força para participar das batalhas através da
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Speaker A
fumaça de tabaco e aí quando eu vejo um catimbozeiro que se diz juremeiro a usar uma planta sagrada dessas para prejudicar alguém para tentar prejudicar alguém como pessoal chamar e se for massadas para adoecer alguém para derrubar alguém para matar pessoas eu
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Speaker A
tenho certeza absoluta que esse falso juremeiro está profanando uma planta sagrada então meus amigos amigos que estão chegando agora no estudo sobre o culto à jurema preste atenção eu vou dar um conselho aqui e surgiu vocês não sei que vocês na hora
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Speaker A
tem um espírito do pesquisador né porque o pesquisador tem que pesquisar mesmo tem que mexer com tudo para poder entender como a coisa funciona é mas se vocês forem de bom coração se vocês forem de boa intenção visitar uma
34:15
Speaker A
casa se diz primeira e vocês virem algum momento pessoas utilizando a fumaça do cachimbo para prejudicar outras sai dessa casa não vale a pena o retorno à justiça divina pelo grau de profanação será tremendo não queiram que está
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Speaker A
envolvido nisso se não mandou aqui um a frase o ritual de cura que o povo branco sem conhecimento profundo o tabaco é ou portugueses chegaram aqui começam a fumado eu tava torto e direito e a gente sabe que o juremeiro quando
34:53
Speaker A
está trabalhando com charuto com cachimbo ele não traga e essa fumaça mais uma coisa foi para lá de outro e hoje em dia muita gente fuma dessa planta e fica viciado e acaba morrendo de algum problema pulmonar ou
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Speaker A
perde os clientes alguma coisa do tipo olha aí o que dá para o canal planta viu olha aí se alimentos uma planta sagrada quem é e entre os parar eo meu irmão daniel felicidade ter você aqui sao luis
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Speaker A
e é entre os tapuias atraiu também estava sertão como eu falei ainda é pouco né existia também uma é uma série de seres divinos e ainda existe na verdade porque esse aparelho permanecem vivos e ativos graças a deus por nós temos por exemplo
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Speaker A
ou de muita crença em uma força criadora um deus soberano quem é e nós temos também o culto à jurema presente entre staryu de dentro identidades podemos citar o chá o que o os holandeses escreveram roxa mas se pronuncia o chá o teatro é um
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Speaker A
ancestral um ancestral divinizado certo o primeiro homem e acordo com a mitologia até uma pergunta aqui só um minuto dedicado o tabaco inalado a pele encontrado no litoral e no interior do rio grande do norte é cadu existia até
36:29
Speaker A
aqui mas os indígenas do sertão utilizavam a pé feito com semente de angico eu encontrei vários rapazes feito de tabaco é feitos com outras plantas aqui no litoral então provavelmente o rapel com tabaco era ao olho litorânea né jorge meu irmão jorge mestre zé dos
36:52
Speaker A
anjos ensina que a fumaça é dividida para o bem ou mal fica nós escolha perfeitamente é escutar mente isso é a ciência é como uma ferramenta ah depende do indivíduo utilizar essa ferramenta para o meu mal e aí nos é
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Speaker A
concedido a liberdade de fazer o bem o mal ea consequência do bem e do mal também é é nosso né tiver andré que falando do tabaco você vai ensinar como se prepara o fundo para cura isso aí eu
37:19
Speaker A
vou vou passar umas umas nas misturas de fumo para limpeza do ambiente tá limpeza do indivíduo ali no nosso seminário pois é o é uma coisa muito boa muito maravilhosa muito abençoada por deus então voltando a e aos seres divinos do povo dario o
37:41
Speaker A
tchau um ancestral primeiro homem né segundo alguns a polytar aí o aumento até hoje e aí deixa eu lembrar também que tamanho que é um espírito divino da mãe de manifestação da mãe divina é a própria mãe natureza na coisa linda referencial
38:01
Speaker A
mais natureza chamada mãe da mãe assim como nós chamamos mais jurema né eu sinto que é a mesma força maravilhosa o misterio chamado tauba que aí eu preciso aprofundar mais deixa isso claro e parece que estava relacionado também a
38:18
Speaker A
passagem da infância para a adolescência aos rituais de passagem talvez era um guerreiro tá certo quando as crianças vão se tornando adolescentes e adultas né se tornavam valentes e preparados para guerra tal intervenção e o chá era mais
38:37
Speaker A
um conselheiro assim um coordena bom e no litoral quais eram os seres espirituais que estavam presentes além dos que eu já citei aqui e copiar a catapora a hangar havia uma mitologia muito profunda muito rica exemplo só falar você pega um livro de história no
39:07
Speaker A
livro de história do ensino fundamental você vai ver bobagem ali escrito infelizmente né o historiadores parece que o pessoal que ela adora aqueles livros não tem cuidado no que se refere à religião indígena que beija bem você vai ver um livro de história do 6º ano
39:21
Speaker A
do ensino fundamental ou para meu irmão só sua força boa noite um livro do sexto ano é você vai ver lá você vai ver religião egípcia você vai ver religião fenícia você vai ver religião suméria ana você você vai ver
39:36
Speaker A
a religião greco-romana mas ninguém fala ali de religião africana e quando pega o início diz assim o índio adoro o sol e adoro a lua the wind cultuava o sol guaraci e a loja se o negócio não é bem assim não viu
39:54
Speaker A
e o potiguara o sinal na verdade todas as etnias acreditavam na existência de um princípio criador do universo né deus a fonte de um tudo bem mas vejo ambientes potiguara chamavam deu de manhã bom e o que amanhã amanhã é uma ração
40:12
Speaker A
palavra unha significa criar quem criou o universo quem criou foi muyan e o que amanhã amanhã é criar e quando a gente vê no cristianismo por exemplo no princípio era o verbo eo verbo estava com deus eo verbo era deus
40:31
Speaker A
e sem ele nada do que foi feito se fez nós vamos é uma mitologia tupi é muito próxima o criador próprio verbo criar em alguns tradutores vão chamar amanhã gaara significa criador maurício você você quer participar da live é isso
40:56
Speaker A
e se você quiser me liga viu é abaixo a eu chego já dá tá a florzinha da matta maurício uma florzinha da mata é o que antigamente os indígenas chamavam catapora é um espírito protetor da casa pequena oi fábio o espírito é muito reverenciado
41:18
Speaker A
e temido pelos caboclos atualmente todos moradores na verdade as natural todos eles têm uma reverência e conhecer conhecer espiritual é é é abaixo de manhã existiram profetas e como tamandaré por exemplo maíra pajé era chamado para já estrangeiro uma
41:44
Speaker A
linhagem de profetas e essa linhagem termina naquele que é considerado o primeiro projeto a cruzeiro do nosso atual ciclo manicoré tá certo tupã tupã é deus se manifestando através de trovão certo em alguns momentos ele parece estar parece
42:03
Speaker A
ser uma atividade separada de manhã mas em outros é quando manhã se manifesta trovejando é tupã uma tradução possível para topar eu o pai antigo e outros vão dizer que nada mais é que uma onomatopeia quando ele já tentava imitar
42:19
Speaker A
o barulho do trovão certo então resumindo aqui até agora a nossa conversa sobre ancestralidade o indígena tendo como base os nossos ancestrais indígenas do território do rio grande do norte certo falei para vocês aqui elementos dessa espiritualidade essa astral que
42:43
Speaker A
permanece vivo em nosso meio o culto à jurema é sim andré é importante quando se adentra uma mata deixar oferendas para as entidades da mata perfeitamente eu encontrei isso aí em todos os municípios que eu visitei ele voltei muito né
43:01
Speaker A
embora até a próxima da minha pesquisa lá em canguaretama goianinha e um tanto assim são josé são josé de mipibu um pouco enfim mas eu encontrei essa essa oferenda o auxílio da floresta em todas as comunidades da zona rural de todos os
43:22
Speaker A
municípios que eu visitei é para poder passar para conseguir boa caça os caçadores quando entram na floresta deixam ali como deixar o mel alguns deixam cachaça para pedir licença a dona da caça para poder matar o bom de mole
43:45
Speaker A
né conhecer um caçador que nunca mais cassou na vida porque matou um veado só mais um câmera e quando se aproximou do veto percebeu que era uma fêmea que estava grávida nunca mais esse cara cassol eu conheci o outro lá em canguaretama
44:01
Speaker A
aqui também deixou de caçar e pescar por sinal porque havia faltado com o compromisso estabelecido com a primeira uma florzinha da mata ea posteriori com a mãe d'água e aí como ele contou com um compromisso ele não foi mack né justamente para não sofrer
44:20
Speaker A
alguma penalização alguma penalidade tive aqui a tudo em principalmente em sinal de pedir a permissão para poder adentrar é isso aí já uma placa mais nossa assim pelo menos o joelho da minha família né da nossa família do nem minha
44:34
Speaker A
esposa tal se a gente vai entrar na mata é importante deixar uma oferenda como se fosse um pedido de licença para poder entrar na floresta e a ana xavier é sim essa live vai ficar gravada ana no no gtv e eu vou colocar no youtube
44:57
Speaker A
também o leonardo é de que forma esses e da floresta se beneficia da cachaça rapaz esses elementos que a assim dentro de uma interpretação esotérica sabe as pessoas comumente dizem assim só que é para espírito tal fumar esse aqui é para
45:16
Speaker A
ele beber na verdade esse essa substância é só manipuladas ah entendi e muitos eles manipulam essas essa isso que chamam comida em benefício da própria pessoa tá dando ali o a oferta a substância é que utilizada com a finalidade de cura com a finalidade de
45:34
Speaker A
proteção que o ver aqui porque o indo antônio se considerava o mito com ancestral tamandaré e verdadeiro papa rapaz é o seguinte esse esse índio olha o irmão andré salto a força esse índio antônio aí rapaz ele esteve presente na
45:50
Speaker A
santidade do jaguaribe ele foi o líder da santidade do jaguaribe o que é uma santidade sabe ainda no século 16 surgiram movimentos seguidos é como se fossem os prótons catimbós de hoje né é a santidade era como o português chamava
46:10
Speaker A
um movimento espiritual que nasceu ali dos contatos entre os índios como a catequese esse movimento chamado santidade reunir elementos cristãos e elementos nativos e aí por exemplo havia batismo né alguns membros da santidade e tentavam se vestir como padre e aí eles
46:35
Speaker A
batizavam sempre usando o nome de alguém estava na bíblia por exemplo e é estavam à procura de uma terra sem males ficava um algumas padre perambulavam procura em uma terra de novo s fome nem sofrimento mas o antônio
46:52
Speaker A
que foi o livro da santidade de jaguaripe foi uma das maiores quantidades acho que é maior coisa da chave do brasil no sul do recôncavo baiano ali é esse camarada ele algum processo místico que ele vivenciou ele se reconheceu como o ancestral tamandaré
47:11
Speaker A
o grande essa astral tamandaré aqui e aí mas e se ele for realmente uma reencarnação do tamandaré né isso é uma coisa que é muito obrigado minha irmã joelma saltar força e é gente vamos aproveitar a ocasião né
47:33
Speaker A
caso alguém que esteja participando da do nosso seminário sobre espiritualidade indígena e culto à jurema tem alguma pergunta relacionada aos textos e aos vídeos que eu coloquei e sinta-se à vontade de de fazer a pergunta certo caso alguém tem alguma
47:55
Speaker A
pergunta que seja sobre o que estamos conversando aqui independente de ter está presente nos textos é só perguntar tá certo irmã só os tolos ótima meditação para para você e para vocês é enquanto enquanto não suja as perguntas eu vou vou falando se
48:17
Speaker A
eu começar a falar não para mais o meu pai me ensinou que eu devia pedir licença para entrar na mata e o senhor tem conhecimento dessa entidade a entidade a quem pedimos licença maurício é o dono da floresta
48:33
Speaker A
tá certo porque aprendemos na jurema sagrada que cada árvore tem dono e assim como cada espécime vegetal e a própria floresta na cachoeira tem um dono um rochedo de um dono então se você vai ingressar entrar na floresta é
48:55
Speaker A
preciso pedir licença ao dono dela o parque é como se fosse uma forma de rapé e até uma medicina da floresta e aí existem várias formas de rapé alguma são preparadas para semente certa aí eles eles sopram e não né essa essa medicina
49:16
Speaker A
existe esse ser chamado chamado para mata mas pelo menos de acordo com minha família de jurema a floresta cada floresta tem um guardião talvez esse seja o nome genérico através do qual esses guardiões trabalham se manifesta né o pai da mata
49:36
Speaker A
eu ouvi também sem canguaretama essa expressão pai da mata logo no comecinho na vida da minha pesquisa é um bom tempo atrás quando eu estava interagindo com o pessoal do terreiro tupinambá é pode explicar um pouco mais sobre a relação
49:51
Speaker A
entre ancestrais e os mestres sim a ketlin as duas coisas primeiro o mestre juremeiro ele é como ele é o herdeiro espiritual o doce pajés primeiras páginas que nós temos uma uma tradição indígena com séculos de existência element dessa
50:15
Speaker A
tradição ao longo da colonização se perderam é foram combatidos e adormeceram se perderam tal outros permaneceram vivos né o mestre de jurema contemporâneo ele é o herdeiro dessa dessa espiritualidade dessa cultura desse ludismo mas o mestre juremeiro ele
50:38
Speaker A
também lhe dou um tanto da herança cigana um tanto da herança africana um tanto da herança cabalístico judaica né então os judeus que começaram a chegar aqui no território do rio grande do norte séculos atrás e passaram a
50:55
Speaker A
conviver com os índios além do sertão as bruxas que venham degradadas nossas ancestrais no campo da bruxaria acabar listas já o meu deus né e se uniram olha os pajés processo de convivência anos e anos de convivência o
51:13
Speaker A
que sobreviveu as perseguições hoje em dia está presente e vivo dentro dos terreiros de jurema e o mestre é responsável e pela preservação desses desses elementos oi e aí um mestre é um verifica um ancestral entre todos que vamos em
51:34
Speaker A
terreiros sejamos mestres ou não que participam da sespa citamos das sessões cantamos para os encantados bebemos jurema recebemos fumaça de tabaco enviamos fumaça de tabaco nós estamos ali ó despertando o nosso ancestral indígena somente importante é muito lindo esse cachorro de nós de coco só
51:54
Speaker A
encontrei um cachimbo de coco sapucaia lá no catho quem sabe porque o coco é uma planta que foi do coqueiro uma planta que foi trazida para cá durante a colonização descobrir que a gente a gente conhece por aí né mas é que ia ver um pouco
52:10
Speaker A
sapucaia é como a fumaça do cachimbo o beneficiava os guerreiros eles enviavam os caraíba do os caraíba quem é quem eram os caraíba havia os pajés que viviam na aldeia certo e havia oscaraiba que eram os homens santos palavra caraíva
52:36
Speaker A
significa homem santo ficarei fazendo grandes pajés que vivem isolados na floresta nas florestas ele só saiu dali do isolamento uma vez por ano ou uma vez a cada dois anos sabe e quando um índio via um caraíba o caminho na floresta em direção a uma
52:58
Speaker A
aldeia ele corria ali avisar manual de um cara que está chegando e limpar valeu o caminho todo para o cara eu poder chegar na aldeia e leves fazer um grande ritual um grande e tal e ali quando o
53:14
Speaker A
paraibano casos tupinambá né porque esse exemplo foi observado por pelo francês jean de léry quando esteve com os tupinambá ele veio buscar ela só pra vão fumaça ali durante o ritual nos guerreiros né só para falar sobre antes
53:29
Speaker A
de dizer recebei o espírito da força para que mensagem vossos inimigos então eu estava lidando uma fumaça marcial ali para alguém e ficar forte né e quando você me pergunta como a fumaça do cachimbo beneficiava a planta tabaco pelo menos na tradição
53:49
Speaker A
chumine é um ser divino oi e aí vem o benefício receber a bênção do ser divino né a força a proteção energia não ser divino e aí você se refere à ao texto né porque a chuva não olhou os feiticeiros ali os pajés
54:06
Speaker A
estavam fazendo um ritual que o cronista ovolux parou ele não explica a função do ritual que ele apenas observa e descreve né bom então ele apresenta o ritual em que se utilizavam cobras e fogueiras tal e quem estava participando desse ritual
54:24
Speaker A
não era molhado pela chuva eu via ao redor deles mas não chover sobre eles agora o motivo disso é o mistério do indígena curupira é um guardião da floresta o bairro das árvores e da caça de grande porte
54:39
Speaker A
não existe essa palavra curupira também no nos catimbós ali da primeira metade do século 20 curupira é como se chamava uma espécie de comboni ou zelador que auxiliava o mestre juremeiro durante a sessão é um tempo que tá meio que em
54:55
Speaker A
desuso hoje em dia né as pessoas estão substituindo o que é da jurema por pelo que é de outras tradições aí vai sumir desse tempo lá em canguaretama minha mestra não utilizavam mais o termo curupira ela chamava o presidente havia
55:09
Speaker A
um mestre que tava trabalhando na sessão e o presidente que auxiliavam o mestre durante o seu trabalho eu assisti algumas sessões com presidência muito muito lindas mercado sobre esse culto aos elementos da natureza qual ponto em que se passa do xamanismo para uma
55:27
Speaker A
religião rapaz escutado essa eu acredito que seja uma questão bem pessoal do de quem está interpretando o fenômeno que quem está interpretando o fato é porque veja em nossa cultura ocidental em nossa civilização é nós necessitamos de uma espécie de religião porque
55:48
Speaker A
aprendemos que estamos desligados de deus devido ao pecado original né fomos expulsos do paraíso e a religião existe para restabelecer a conexão com deus o caminho para estabelecer a conexão com deus a religião e fornece um método ou
56:06
Speaker A
até apresentar algo que vai estabelecer essa conexão com deus minha irmã carol salve sua força hs alta luz é mais além entre os índios a espiritualidade a natureza era uma coisa só tudo é espiritual e material ao mesmo tempo não
56:21
Speaker A
havia essa esse desligamento né bom então os seres divinos ea própria divindade é irradiavam no universo o universo sensível né oi e aí o que que acontece o culto se torna uma religião a partir do momento que ele te permite restabelecer a
56:47
Speaker A
conexão com deus o culto à jurema para muitas pessoas que participam é uma verdadeira religião porque essas pessoas através dele se reconectam adeus a pessoas que vão lá a uma sessão de lima com interesse em conseguir um emprego por exemplo eu acho
57:01
Speaker A
isso lícito não não sou contra a obviamente eu eu mesmo pessoal orientação ao meu mestre jurema e quando eu tô trazendo peça ajuda dele me ajuda eu acho que eu preciso para poder manter aqui o negócio alinhado aqui na terra há
57:14
Speaker A
pessoas que vão à procura de uma cura cura de uma ferida tem gente que vai porque brigou com a esposa que tá querendo reatar tem gente que vai procurar o nele para fazer porcaria separar pessoas né é mas quando você como juremeiro
57:30
Speaker A
em busca uma conexão com o divino ajuda a manter essa conexão porque ela mesma é uma manifestação da própria divindade né oi e aí ela é uma religião embora sejam algum de banana no culto não é uma religião é um culto à espera aí toda
57:46
Speaker A
religião com tua algo e é isso e se a jurema consegue restabelecer a nossa conexão perdida não é que eu acredito que eu meu ancestral adão tenha sido expulso do paraíso nós que eu tô querendo dizer mas eu quero
58:01
Speaker A
dizer sim eu com ser humano na presente encarnação por exemplo esqueci que deus tá bem pertinho de mim e a jurema me ajudou a estabelecer essa conexão então para mim ela é uma religião o que é tauari e tal aí o tavare é uma árvore e dessa
58:18
Speaker A
árvore antigamente se preparavam um cigarro com as cascas dela esse galera usados pelos pajés também amor também uma planta sagrada né é que eu ver que quando os pajés mudavam as falas e eles estavam no transe mediúnico de
58:35
Speaker A
incorporação meu irmão isso aí é uma questão muito bacana e por exemplo havia uma categoria de pajé não eram todos os pajés que alterar o estado de consciência e entrava em transe mediúnico não e havia uma categoria de pajés 500 dario
58:53
Speaker A
era chamada esse conjuradores o e eram esses parece esse conjuradores os holandeses chamar os olhos assim né eles com jogadores recebiam seres espirituais eu recebi uma entidades espirituais e começavam a prova nós trocar a falar coisas sobre o futuro e aí as vozes
59:16
Speaker A
ficavam distintas modificaram suas vozes segundos quem relatou os acontecimentos né é só que na nas tradições originárias do povo do nordeste existe uma coisa que hoje em dia nos terreiros de jurema não existe mais e aí eu só vou poder
59:34
Speaker A
conversar sobre isso com vocês tem uma live da próxima semana porque eu só tenho agora 20 segundos então quero agradecer a vocês pelo carinho certo estou preparando já com a graça de deus nosso próximo ao seminário para o mês de
59:48
Speaker A
julho viu e que deus e a jurema santos sagrada abençoe a cada um de vocês se eu amo você demais se lembre disso em breve
Topics:ancestralidade indígenaculto à juremaespiritualidade indígenaRio Grande do Nortecatimbómediunidadetranse mediúnicoresistência indígenaplantas sagradascultura nordestina

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