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Speaker A
Nesse vídeo eu vou te mostrar os novos quatro tipos de sistemas de magia para você usar no seu mundo.
Speaker A
Então assista até o final para você descobrir como transformar todas as suas ideias de feitiços em magias completas que vão fascinar ou aterrorizar os seus leitores.
Speaker A
Saudações, aventureiros de Eartland, eu sou o Zawardo e você está no canal Eartland de RPG de mesa, narrativa e criação de mundos.
Speaker A
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Speaker A
E aproveita para conjurar o feitiço de dar um like gostoso nesse vídeo.
Speaker A
Então bora lá.
Speaker A
Um sistema de magia é o modo como a magia funciona no seu mundo.
Speaker A
E mais importante do que isso é como você apresenta ela para o seu leitor, porque a forma que você vai construir o seu sistema de magia é totalmente diferente, dependendo do seu objetivo.
Speaker A
Você quer que a sua magia pareça ameaçadora e que seus usuários não passam de crianças idiotas brincando com fogo?
Speaker A
Onde o conhecimento de como usar os feitiços foi acumulada em linhas de insucessos e trouxeram morte e destruição?
Speaker A
Ou você quer que ela seja como uma juíza da alma, onde o feiticeiro precisa compreender seu próprio coração e suas ambições para conseguir manipular a realidade?
Speaker A
Com o custo de ser julgado pela entidade da magia.
Speaker A
É para isso que serve os quatro tipos de sistema de magia.
Speaker A
Cada um vai dar experiências diferentes para o seu leitor e te mostrar como fazer ele sentir o que você quer que ele sinta.
Speaker A
Esses quatro tipos se formam juntando os dois eixos desse esquema aqui, baseado nas teorias do C.R.
Speaker A
Rowenson e nas leis da magia de Sanderson.
Speaker A
Começando pelo eixo nebuloso e racional.
Speaker A
Ele define a capacidade de reconhecer padrões dentro do seu sistema de magia e se o seu leitor vai conseguir supor outros feitiços que existem nele.
Speaker A
Mesmo se você ainda nem mostrou esses feitiços.
Speaker A
Quanto mais racional, mais padronizadas e previsíveis são as suas magias.
Speaker A
Dando um aspecto científico, estudado e controlado.
Speaker A
E quanto mais nebuloso, menos vai dar para enxergar padrões e supor as coisas.
Speaker A
O leitor só vai saber que uma magia existe no momento em que você mostrar ela.
Speaker A
Dando um aspecto misterioso, único e imprevisível ao seu sistema.
Speaker A
Agora o eixo duro e suave.
Speaker A
Ele determina o quanto seu leitor conhece e entende a sua magia.
Speaker A
Isso depende do quanto você revelou para ele.
Speaker A
Quanto mais duro, mais você revelou do seu sistema de magia.
Speaker A
Isso traz a ideia de que o seu mundo já é bem explorado e familiar.
Speaker A
Dando a sensação de que entendemos como ele funciona.
Speaker A
E quanto mais suave, menos você revelou do seu sistema.
Speaker A
Isso faz parecer que seu mundo é vasto e inexplorado, misterioso, selvagem.
Speaker A
E a principal coisa, esse eixo duro e suave determina a sua capacidade como um contador de histórias.
Speaker A
De resolver os problemas da sua trama usando magia.
Speaker A
Essa é a primeira lei de Sanderson.
Speaker A
Quanto mais o seu leitor entende como o seu sistema funciona, mais os seus personagens podem usar magia para resolver conflitos.
Speaker A
Sem que o leitor reclame que você inventou uma solução do nada.
Speaker A
E juntando esses eixos, temos os quatro quadrantes do diagrama.
Speaker A
Duro nebuloso, duro racional, suave nebuloso e suave racional.
Speaker A
Cada um proporciona experiências específicas e formas de como trabalhar a trama da sua história.
Speaker A
Te permitindo ver quais características você precisa criar e apresentar para alcançar o seu objetivo.
Speaker A
Aí você me diz, beleza, Zawardo, agora tudo o que eu preciso fazer é pensar em qual desses tipos a minha magia se encaixa para eu guiar a minha criação.
Speaker A
Errado!
Speaker A
Só se você quiser ficar preso em uma estrutura.
Speaker A
Porque o que realmente vai te guiar e transformar as ideias dentro de você em uma história foda com um sistema de magia foda é a narrativa.
Speaker A
Por isso que eu vou te mostrar agora como usar a narrativa para guiar a criação das suas magias.
Speaker A
Por narrativa eu estou falando sobre a mensagem que você quer passar.
Speaker A
As cenas que você quer criar.
Speaker A
Quais vão ser os desafios dos protagonistas?
Speaker A
E como o vilão vai frustrar as tentativas dos heróis?
Speaker A
Ou seja, como você quer criar a sua história.
Speaker A
Pera aí, você ainda não pensou numa narrativa?
Speaker A
Eu recomendo muito, porque é com isso que você vai tomar as decisões de adicionar mais coisas nebulosas ou racionais para sua magia.
Speaker A
Sem isso, você corre o risco de criar um Frankenstein sem propósito e consequentemente disfuncional.
Speaker A
Tanto que o próprio eixo duro e suave é intrinsecamente ligado a como você apresenta a magia para o seu leitor.
Speaker A
Uma vez mudada a visão de que a magia serve a narrativa e não o contrário, você consegue manipular esses parâmetros para criar a magia que você quer.
Speaker A
Fortalecendo a experiência de vê-la na sua história.
Speaker A
E se você está criando uma história, um mundo, sistemas de magia e tudo mais, só que o assunto está complicado e você está cheio de dúvidas de como fazer as suas ideias cativarem as pessoas?
Speaker A
Nós aqui da equipe Eartland te oferecemos a oportunidade de realizar isso com o nosso serviço de análise narrativa.
Speaker A
Com ele você vai saber o que você precisa fazer para suas ideias tomarem vida.
Speaker A
Clica no primeiro link da descrição para conferir no nosso site como isso funciona.
Speaker A
Continuando, se guiar esse jeito evita que você caia em estruturas que impedem de ter uma visão fora da caixinha.
Speaker A
Porque a pergunta que você faz para construir a sua magia passa de onde ela se encaixa.
Speaker A
E como ela é?
Speaker A
Para quando e para quê?
Speaker A
Sua magia começa a existir em uma região do espaço-tempo da narrativa.
Speaker A
Você vai imaginar quando na história você vai mostrar ela em ação e ver qual é o seu objetivo narrativo ali.
Speaker A
É trazer medo e espanto, maravilha e suspense?
Speaker A
Mostrar o protagonista o seu poder para resolver o problema ou piorar a situação?
Speaker A
E assim descobrir se nessa parte ou se nessa ramificação do seu sistema ele seria mais racional ou mais nebuloso.
Speaker A
Então dá pra gente dizer que a sua magia pode apresentar cada um dos quatro quadrantes.
Speaker A
A grande sacada está em qual região temporária da narrativa ela está.
Speaker A
Porque o fator que move ela de um quadrante para o outro não está tanto na sua criação.
Speaker A
Mas sim como você vai apresentar.
Speaker A
Sabendo disso, você pode apresentar o mundo bem forte em duro racional para fazer os personagens parecerem competentes e inteligentes.
Speaker A
Fazendo com que o seu leitor acredite que entende a pedra angular que rege as leis desse mundo.
Speaker A
Para em seguida você introduzir uma magia nova, quem sabe de outra dimensão, uma suave nebulosa, onde nada faz sentido.
Speaker A
Tudo parece tão aleatório e caótico que os leitores veem seus amados personagens sofrendo, pois tudo o que eles entendiam do mundo não passa de pilhas de tralha inútil.
Speaker A
Não tem poder para impedir que o mundo seja corrompido.
Speaker A
Você que sabe as variáveis de como criar um sistema de magia.
Speaker A
Vai saber o que mostrar e o que não mostrar, mantendo esse mistério da magia suave nebulosa.
Speaker A
Até um ponto de virada na sua história, quando o último protagonista vivo descobre algo que faz com que essa magia de outra dimensão se conecte com a magia que ele tem.
Speaker A
Tanto conhecimento, transformando ela em uma suave racional.
Speaker A
Que o protagonista começa a criar as suposições do que ela pode fazer e assim consegue usá-la para salvar o mundo.
Speaker A
Alguns poderiam dizer que, na verdade, esse sistema era suave e racional desde o início.
Speaker A
E só que você escondeu os padrões.
Speaker A
Bem, tecnicamente é exatamente isso mesmo.
Speaker A
Mas existem dois motivos para eu não gostar de ver dessa forma.
Speaker A
A primeira é que isso pode limitar a sua criatividade.
Speaker A
E a segunda é que, na minha visão, o mais importante é como vai ser a experiência de quem está entrando em contato com a sua criação.
Speaker A
Pois você podia ficar preso nessa estrutura suave e racional.
Speaker A
Tentando construir ela, sim, mas a experiência de uma suave racional é diferente de uma suave nebulosa.
Speaker A
Simplificando, você não vai se focar no que ela é importante.
Speaker A
Que é a trazer essa sensação de algo alienígena, de outra dimensão, sensação de perigo pelo desconhecido.
Speaker A
O que é muito bem executado pela suave nebulosa.
Speaker A
E cara, se você está curtindo esse conteúdo sobre magias e quer transformar suas ideias em um universo foda.
Speaker A
Você precisa virar membro do clube do canal.
Speaker A
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Speaker A
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Speaker A
Até o próximo vídeo.











