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A Tabuleta Suméria Que Descreve Uma Segunda Terra — E A Ponte Que A Conecta À Nossa

Descubra a tábua suméria que descreve uma segunda Terra e a ponte que a conecta à nossa, revelando segredos antigos e mitologia reescrita.

Key Takeaways

  • A tábua suméria K375 revela a crença em uma segunda Terra paralela conectada à nossa por uma ponte dimensional.
  • Os sumérios tinham um conhecimento astronômico preciso e uma visão da realidade que desafia interpretações tradicionais.
  • A origem da realeza e da civilização suméria está ligada a seres que teriam descido dos céus, não sendo humanos.
  • Documentos antigos podem conter informações que reescrevem nossa compreensão da mitologia e da estrutura da realidade.
  • O estudo dessas tábuas exige uma reavaliação das interpretações acadêmicas convencionais sobre os textos sumérios.

What the video covers

  • Em 1873, George Smith decifrou a tábua suméria do dilúvio e encontrou uma segunda tábua nunca traduzida publicamente.
  • Essa tábua, chamada por Smith de 'o chão paralelo', ficou guardada por 147 anos e causou impacto físico no arqueólogo.
  • O texto descreve, com precisão astronômica, a existência de uma segunda Terra, um mundo espelhado ao nosso.
  • A tábua menciona uma ponte que conecta os dois mundos, não por espaço físico, mas por uma estrutura dimensional.
  • Eridu, a primeira cidade da Terra segundo os sumérios, teria sido construída por seres que desceram dos céus.
  • Os sumérios não usavam metáforas em seus escritos, indicando que a realeza realmente teria vindo do céu.
  • A tábua catalogada como K375 foi recuperada da biblioteca de Aur Banipa em Nínive e data de cerca de 2400 a.C.
  • O relato de criação na tábua difere dos textos tradicionais, descrevendo dois mundos suspensos entre as águas.
  • A palavra suméria 'ki en ir' indica terras suspensas no céu, reforçando a ideia de dois mundos paralelos.
  • O termo 'girgan' usado para a ponte tem um significado físico e dimensional, ligando os dois reinos.

Answers

Questions about this video

O que é a tábua suméria K375?

A tábua K375 é um artefato sumério recuperado da biblioteca de Aur Banipa em Nínive, datado de cerca de 2400 a.C., que descreve uma segunda Terra e uma ponte dimensional conectando-a à nossa.

Por que George Smith não traduziu publicamente a segunda tábua?

George Smith ficou fisicamente mal ao ler a tábua e a chamou de 'o chão paralelo', trancando-a em uma gaveta, possivelmente devido ao impacto das informações que ela continha, que desafiavam as interpretações convencionais.

Qual é a importância da cidade de Eridu na tábua?

Eridu é descrita como a primeira cidade da Terra, construída por seres que desceram dos céus, indicando uma origem não humana para a civilização suméria segundo o texto da tábua.

Full Transcript — Download SRT & Markdown

00:00
Speaker A
Em 1873, um arqueólogo britânico chamado George Smith estava no British Museum segurando uma tábua de argila tão frágil que um movimento errado destruiria 4.000 anos de silêncio.
00:25
Speaker A
Ele acabara de decifrar o relato sumeriano do dilúvio, a história que antecede a Bíblia em mais de 1.000 anos.
00:44
Speaker A
Mas havia uma segunda tábua em sua mesa naquele dia.
01:07
Speaker A
Uma que ele nunca traduziu publicamente, uma que, segundo duas cartas pessoais guardadas no arquivo do museu, o deixou fisicamente mal ao ler.
01:33
Speaker A
Ele a chamou com seu próprio punho de o chão paralelo e trancou em uma gaveta.
02:01
Speaker A
George Smith morreu 2 anos depois em Alepo.
02:14
Speaker A
Tinha 36 anos.
02:36
Speaker A
A causa oficial foi disenteria.
02:58
Speaker A
Nas margens finais do seu diário, havia uma frase repetida em taquigrafia própria, traduzida do seu próprio código abreviado.
03:10
Speaker A
Ela diz: "Eles escreveram sobre outro".
03:19
Speaker A
Essa tábua ficou guardada por 147 anos.
03:43
Speaker A
O que os pesquisadores encontraram quando a reexaminaram não reescreve apenas a mitologia suméria, [música] reescreve nossa compreensão inteira sobre o que os Anunnaki acreditavam sobre a estrutura da realidade.
04:05
Speaker A
Olá, eu sou Ivan Lima e você está ligado no Desconhecido.
04:15
Speaker A
Faltam poucos dias para o gosto acabar e a gente quer chegar aos 3 milhões com você.
04:38
Speaker A
Se inscreve agora no canal e manda também para um amigo, aliás, para todos os amigos.
05:08
Speaker A
Vamos juntos.
05:31
Speaker A
Bom, porque a tábua descreve, em termos astronômicos precisos, uma segunda terra.
05:57
Speaker A
Um mundo espelhado e descreve uma ponte que nos conecta a ela.
06:22
Speaker A
A história começa numa cidade que, segundo os registros sumérios, não foi construída por humanos.
06:48
Speaker A
A cidade se chamava Eridu.
07:03
Speaker A
De acordo com a lista dos reis sumérios, um dos documentos históricos mais importantes já recuperados do mundo antigo, Eridu foi a primeira cidade da Terra.
07:22
Speaker A
Não, a primeira cidade da Suméria, a primeira cidade. Ponto.
07:43
Speaker A
O texto diz em tradução [limpando a garganta] direta do cuneiforme original.
08:00
Speaker A
Após a realeza ter descido dos céus, a realeza estava emu.
08:19
Speaker A
A maioria dos historiadores lê essa frase como metáfora, mas há um problema.
08:34
Speaker A
Os sumérios não escreviam em metáforas.
08:56
Speaker A
Temos mais de meio milhão de tábuas cuneiformes sobreviventes.
09:12
Speaker A
Recibos, inventários, contratos, observações astronômicas ao meio grau.
09:33
Speaker A
Quando o escriba sumeriano escreveu que a realeza desceu dos céus, ele quis dizer exatamente isso.
09:52
Speaker A
Algo desceu e trouxe o governo com ele.
10:06
Speaker A
A tábua catalogada como K375 no British Museum foi recuperada da biblioteca de Aur Banipa em Nínive.
10:18
Speaker A
O texto original que ela copia data de aproximadamente 2400 antes de Cristo, possivelmente mais antigo.
10:44
Speaker A
E seu conteúdo foi um dos documentos mais cuidadosamente restringidos do museu por mais de um século.
11:08
Speaker A
Não porque estivesse perdido, porque os poucos acadêmicos que viram as traduções iniciais se recusaram a publicá-las.
11:37
Speaker A
A tábua abre com um relato de criação diferente de tudo que você conhece.
12:05
Speaker A
Não são os sete dias, não é o Enuma Elish padrão.
12:27
Speaker A
Esse texto descreve um momento em que os grandes seres dividiram as águas acima e as águas abaixo e entre elas suspenderam duas pedras.
12:44
Speaker A
Duas não, uma.
13:11
Speaker A
A palavra suméria usada aqui é ki em ir, que normalmente se traduz como terra ou chão, mas neste contexto modificada por uma preposição celeste que os escribas usavam apenas para objetos suspensos no céu.
13:35
Speaker A
O significado muda.
13:45
Speaker A
As duas pedras são duas terras, dois mundos suspensos entre as águas.
13:56
Speaker A
E a tábua diz algo que nenhum texto sumeriano jamais disse antes.
14:22
Speaker A
Os dois mundos são conectados não pelo espaço, não pela distância, por uma ponte.
14:34
Speaker A
A palavra para a ponte aqui é girgan, que literalmente significa estrutura de madeira que atravessa, mas ela é seguida por um determinativo que eleva o termo de físico ao dimensional, o mesmo símbolo que os sumérios usavam para descrever o caminho que os deuses percorriam entre céu [roncando] e a terra.
14:49
Speaker A
O determinativo para atravessar reinos.
14:59
Speaker A
O que a tábua descreve em linguagem medida e específica é isso.
Topics:tábua sumériasegunda terraAnunnakiEriduGeorge Smithmitologia sumériacivilização antigaBritish Museumarqueologiarealidade paralela

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