Discussão sobre o setor elétrico brasileiro: desafios, abertura de mercado, baterias e futuro com CEO da Ecoenergia.
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Key Takeaways
- A integração entre empresas do setor elétrico exige adaptação cultural e operacional.
- O mercado de comercialização enfrenta desafios regulatórios e de liquidez que impactam a confiança.
- A visão de longo prazo é fundamental para o sucesso e sustentabilidade no setor elétrico.
- Tecnologias como baterias são essenciais para o futuro da matriz energética.
- A abertura de mercado precisa ser clara e eficiente para beneficiar consumidores e agentes.
What the video covers
- Apresentação do CEO da Ecoenergia e sua integração recente ao grupo Equatorial.
- Desafios culturais e operacionais na integração entre empresas com focos diferentes no setor elétrico.
- Evolução da Ecoenergia de um fundo de investimento focado em energia renovável para braço de geração e comercialização da Equatorial.
- Mudança de mentalidade do retorno de curto prazo para um retorno de longo prazo dentro do grupo.
- Desafios do mercado de comercialização, incluindo liquidez, preços e regulação.
- Importância da sustentabilidade e automação nos processos internos da empresa.
- Discussão sobre o papel da regulação para tornar o setor elétrico mais previsível e eficiente.
- Estratégias da Ecoenergia para crescimento no mercado livre e capilaridade comercial.
- O papel das baterias e tecnologias emergentes para o futuro do sistema elétrico.
- Perspectivas e dificuldades para a abertura do mercado e a criação de um sistema mais eficiente e competitivo.
Chapters
- 00:00Introdução e apresentação do CEO da Ecoenergia
- 02:35Origem da Ecoenergia e investimento financeiro
- 05:06Integração cultural e operacional com Equatorial
- 07:29Desafios do mercado de comercialização e visão de longo prazo
- 10:37Aprendizados e automação nos processos internos
- 13:15Desafios regulatórios e previsibilidade do setor
- 14:38Estratégias comerciais e expansão no mercado livre
- 17:37Tecnologias emergentes e o futuro do setor elétrico
- 19:56Perspectivas para abertura de mercado e eficiência
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Speaker A
Oi, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um Megaacast com Vida. A gente tá aqui na nossa temporada especial com a Ecoenergia.
Speaker A
É bem legal a gente receber ecoenergia aqui no nosso escritório. E hoje eu tô aqui recebendo o Lino, que é CEO da Ecoenergia. Muito obrigado por estar aqui com a gente. Tá sendo muito legal fazer essa temporada especial com vocês,
Speaker A
É bem legal a gente receber a Ecoenergia aqui no nosso escritório. E hoje eu tô aqui recebendo o Lino, que é CEO da Ecoenergia. Muito obrigado por estar aqui com a gente. Tá sendo muito legal fazer essa temporada especial com vocês,
Speaker A
gente. Obrigado por essa oportunidade. Seja bem-vindo aqui ao nosso estúdio. E eu queria começar então pedindo para você se apresentar para quem tá assistindo a gente ou quem tá tá nos ouvindo, é quem é L aquilo. Perfeito.
Speaker A
entender um pouco mais a visão, né, de uma empresa como a sua, uma empresa que tem essa pegada tão forte em renováveis em geração, mas também tem essas outras atuações aí olhando pra frente. Então, eh, tá sendo muito interessante pra
Speaker A
Equatorial. Nós nos juntamos ao grupo não faz tanto tempo. A gente se juntou em 2022, né, que teve um Mine grande para participação de bastantes agentes em 2021, eh, o qual a Eatorial se sagrou vencedora e passamos a ser parte do
Speaker A
gente. Obrigado por essa oportunidade. Seja bem-vindo aqui ao nosso estúdio. E eu queria começar então pedindo para você se apresentar para quem tá assistindo a gente ou quem tá nos ouvindo, é quem é Lino, aquilo. Perfeito.
Speaker A
grupo eh primeiro foi um choque de cultura, né? culturas diferentes, de setores diferentes, mercados diferentes, eh o localidades diferentes, localidades geográficas diferentes. E a gente foi foi aprendendo como que a gente conduzia tudo isso, como é que a gente integrava
Speaker A
Obrigado, Camila. Obrigado pela oportunidade da gente estar aqui também. É um grande prazer a gente tá conversando. Eh, eu sou, eu sou hoje presidente da Ecoenergia. A Ecoenergia era o braço de comercialização e geração renovável da Equatorial, do MEIP
Speaker A
essa barreira inicial às vezes ela ela ela é uma ela é uma verdade parcial, ela não é uma verdade total.
Speaker A
Equatorial. Nós nos juntamos ao grupo não faz tanto tempo. A gente se juntou em 2022, né, que teve um mine grande para participação de bastantes agentes em 2021, eh, o qual a Equatorial se sagrou vencedora e passamos a ser parte do
Speaker A
grupo tão respeitado, né, no ECAP. É, é legal porque vocês nasceram, a, a Eco nasceu ali um investimento de um investidor financeiro, né, muito ali com essa pegada mais de retorno para quem botou dinheiro ali do fundo, né, toda
Speaker A
meso. E como é que tem sido isso, esse processo para vocês ali, né? Quatro anos já, vocês já estão extremamente integrados ali dentro de casa. É interessante contar sobre a trajetória, porque eh quando a gente, quando a gente chegou no
Speaker A
empresa que tem ali a distribuição de energia, tinha transmissão, enfim. Eh, vocês entraram ali para ser basicamente o braço de geração deles, né? Acho que o primeiro mudança de de mentalidade que a gente teve que teve que passar eh eh os
Speaker A
grupo eh primeiro foi um choque de cultura, né? Culturas diferentes, de setores diferentes, mercados diferentes, eh, localidades diferentes, localidades geográficas diferentes. E a gente foi aprendendo como que a gente conduzia tudo isso, como é que a gente integrava
Speaker A
nós que vemos fundados como privity, você tem uma você tem uma data de entrar e você tem uma data de sair. Então o conceito de retorno, ele tá dentro de um prazo limitado se você precisa conseguir integrar aquele retorno dentro daquele
Speaker A
de fato esse negócio. E é, e a gente, e nessa jornada desse aprendizado, desse aprendizado de como integrar, a gente foi achando, a gente, a gente teve primeiro que quebrar a barreira do somos diferentes, porque eh acho que
Speaker A
sustentabilidade. Então, e assim eu te dou exemplos. Eh, muita coisa, muita coisa que a gente desenhava e a gente construía quando era exclusivamente energia, a gente desenhava um processo que ele não precisa, não precisa ser super automatizado, porque ele tinha ele
Speaker A
essa barreira inicial às vezes ela é uma, ela é uma verdade parcial, ela não é uma verdade total.
Speaker A
Então aquele processo funcionava bem para aquele para aquele para aquele momento. Quando a gente começa a entrar no grupo, primeiro que você precisa fazer um alinhamento com muito mais gente que tá que vai estar envolvida naquele processo, porque expandiu a
Speaker A
Eh, e como você começa a descobrir as similaridades. Quando você começa a ver as similaridades, você começa, você consegue de fato começar a conquistar as sinergias que você tem de trabalhar em conjunto com um grupo tão grande, um
Speaker A
você não, você não espera que, você não espera mais criar um processo que tenha um, um início e meio e fim. O processo ele, ele tá lá para perdurar e para garantir a sustentabilidade da companhia. E e aí você tem que desenhar
Speaker A
grupo tão respeitado, né, no ECAP. É, é legal porque vocês nasceram, a Eco nasceu ali um investimento de um investidor financeiro, né, muito ali com essa pegada mais de retorno para quem botou dinheiro ali do fundo, né, toda
Speaker A
para ser uma geradora renovável, né? Vocês começaram ali até com eólica, depois avançaram também para solar. Eh, o que que hoje tem aí na atuação de vocês?
Speaker A
essa pegada. E aí quando você vai para um grupo como a Equatorial, que é uma corporation, né, também é uma empresa assim que tem que dar retorno pro seu acionista, mas é um grupo muito maior assim e já é uma utility, é uma
Speaker A
Então a gente já inclusive, a gente tinha exclusivamente usinas eólicas em operação, porque o seu fundo tinha, o seu dono tinha uma outra investida que era para solar, tinha um foco no solar e dividia dividia de certa forma os portfólios entre essas
Speaker A
empresa que tem ali a distribuição de energia, tinha transmissão, enfim. Eh, vocês entraram ali para ser basicamente o braço de geração deles, né? Acho que o primeiro mudança de mentalidade que a gente teve que passar eh os
Speaker A
investimento do o investimento de fato para iniciar a construção. Eh, outro outra coisa que a gente não fazia, que a gente que não era o foco da companhia naquele momento, era comercialização.
Speaker A
dois grupos eles tinham um foco muito, muito forte em retorno sobre investimento. Só que eh um grupo, o grupo Equatorial ele enxerga o retorno do seu investimento num conceito de longo prazo e um grupo que, como
Speaker A
Então agora não, agora o o muda o cenário que a gente é um comercializador de fato que tem todos os elementos de comercialização, tem uma tá tá crescendo em nível de capilaridade. Hoje a gente é um eh é top 10, por exemplo, no mercado
Speaker A
nós que vemos fundados como private equity, você tem uma data de entrar e você tem uma data de sair. Então o conceito de retorno, ele tá dentro de um prazo limitado, se você precisa conseguir integrar aquele retorno dentro daquele
Speaker A
eh eh a gente a gente partiu do Z, a gente partiu praticamente de uma estrutura de comercialização que ela não existia.
Speaker A
prazo limitado. Então isso muda muito a decisão do dia a dia que você toma da companhia, entende? Então, a gente, né, acho que foi um primeiro passo da gente aprender a puxar essa visão de fato com longo prazo e trazer
Speaker A
assim, acho que é o que simboliza, né, esse esse desafio. E no mercado de comercialização também há desafios que muitos estão relacionados ao próprio Ctei nessa questão aí da liquidez, os preços, enfim, eh eh são frentes que tão
Speaker A
sustentabilidade. Então, e assim eu te dou exemplos. Eh, muita coisa, muita coisa que a gente desenhava e a gente construía quando era exclusivamente energia, a gente desenhava um processo que ele não precisa, não precisa ser super automatizado, porque ele tinha, ele
Speaker A
transmissão, o que é distribuição, o que é geração e comercialização. Vação e comercialização é onde tem mais, é aonde as coisas se convertam mais, mas o o filtor de distribuição e e transmissão tem regulamentações muito específicas.
Speaker A
tinha uma, ele tinha uma vida esperada de um, de um, de um prazo para acabar.
Speaker A
confiabilidade nos eh nos agentes do setor como um todo. Eh, mas essa crise de confiabilidade, ela é gerada por uma eh eh por uma demanda de flexibilidade do setor que passou a ser extremamente importante nos últimos anos, principalmente com grande crescimento de
Speaker A
Então aquele processo funcionava bem para aquele, para aquele, para aquele momento. Quando a gente começa a entrar no grupo, primeiro que você precisa fazer um alinhamento com muito mais gente que tá, que vai estar envolvida naquele processo, porque expandiu a
Speaker A
tornou exponencial, só que o setor estava todo regulado e todo preparado para um sistema de compra e venda de garantia física, né? O até hoje ainda as comercializadoras elas transacionam energia eh energia firme, energia flat.
Speaker A
companhia, expandiu os contatos que você tem na empresa. Eh, e aí eh, e aquele processo ele vai perdurar por um horizonte que muitas vezes você não tem nem visibilidade qual que é esse horizonte. Você não, você, você não,
Speaker A
gerando a modulação. E a modulação ainda com uma precificação que ela é que ela é ela é minimizada pelos modelos que o sistema utiliza para fazer precificação, porque el não os modelos não foram construídos com esta ótica, não não
Speaker A
você não, você não espera que, você não espera mais criar um processo que tenha um início, meio e fim. O processo ele, ele tá lá para perdurar e para garantir a sustentabilidade da companhia. E aí você tem que desenhar
Speaker A
prever o que vai acontecer com preço de regia. Eh, as comercializadoras, elas eh principalmente comercializadoras curas, tão tendo dificuldade em cumprir as obrigações que elas se comprometeram com seus com seus clientes. Eh, e estão tendo eh eh consequência de tudo isso
Speaker A
diferente, as pessoas de mais automação, você precisa investir eh de outra forma. Então, eu acho que são os aprendizados que ele foi fazendo na construção desse, dessa, na construção dessa integração entre os dois. Entendi. E aí a Eco nasceu ali
Speaker A
Então não posso vender energia para ele, eu não sei se você pagou por isso. Então esse eh essa esse esse sistema toda todo esses essas ineficiências que a gente tá o sistema eh construiu, né, ou não construiu eh objetivamente, mas acabou
Speaker A
para ser uma geradora renovável, né? Vocês começaram ali até com eólica, depois avançaram também para solar. Eh, o que que hoje tem aí na atuação de vocês?
Speaker A
play tá instalada instaurada do lado do gerador que tem medo de vender energia porque não sabe se o se o se o o cliente ele ali é a comercializadora que normalmente fazia a distribuição da energia dele, mas tem capacidade de
Speaker A
A gente, a gente, a gente nasceu muito focado em geração eólica no índice, né?
Speaker A
de comprar, porque tem confiança do mercado de que vai conseguir honrar com as obrigações e consegue vender porque tem a confiança da marca, grupo Equatorial, Arcondia junto com o grupo Equatorial e tem a confiança do do consumidor para não tá comprando de um
Speaker A
Então a gente já inclusive, a gente tinha exclusivamente usinas eólicas em operação, porque o seu fundo tinha, o seu dono tinha uma outra investida que era para solar, tinha um foco no solar e dividia, dividia de certa forma os portfólios entre essas
Speaker A
dessa situação, no longo prazo, isso é extremamente eh ruim pro setor, porque eh que o o setor quanto mais a gente gira, quanto mais a gente eh gera confiança, eh eh o mais eficiente o mercado vai ser. Quanto mais eficiente o
Speaker A
duas investidas. Eh, no caminho a gente até começou a fazer o desenvolvimento solar, chegou a ter algumas solares antes da aquisição da do Ecotrialo, chegou a ter algumas solares Red to Bill, mas não fez o
Speaker A
o bolo. E a gente, infelizmente, hoje não consegue aumentar o bolo por conta de todoiná. Eu já vou te perguntar um pouco mais paraa frente assim do que que você tá olhando pro futuro, mas eu até queria confirmar se uma visão minha tá
Speaker A
investimento, o investimento de fato para iniciar a construção. Eh, outra coisa que a gente não fazia, que a gente que não era o foco da companhia naquele momento, era comercialização.
Speaker A
que é extremamente desafiador, eh, muito difícil ali na margem conseguir melhorar e a Cantorial ficou conhecida por ir ali investir nas distribuidoras bem difíceis, desafiadoras, para não usar outra palavra, e conseguir dali eh melhorar bastante a situação, até no
Speaker A
A comercialização de energia, ela era basicamente algumas, uma equipe pequena que ela tinha como objetivo vender PPAs grandes para comercializadoras grandes ou grandes consumidores com o objetivo de botar usina de PPA, de viabilizar o financiamento da usina.
Speaker A
construção, entrega o ativo, é basicamente operar, manter ele disponível. Obviamente tem desafios, eu sei, mas eh não não era ali onde dava para extrair tanto valor. Então, por isso não vamos desinvestir de transmissão. E e eu vejo que essa parte
Speaker A
Então agora não, agora o cenário mudou, que a gente é um comercializador de fato que tem todos os elementos de comercialização, tem uma, tá crescendo em nível de capilaridade. Hoje a gente é um, é top 10, por exemplo, no mercado
Speaker A
se a gente puder trazer alguns alguns alguns conceitos são muito fortes no no equatorial eh e que e que conversa muito como qu como que a Eco trabalha eh dentro do setor, eh ele eles são muito criteriosos no processo deles de tomar
Speaker A
de varejo, eu não sei exatamente, se não lembro agora exatamente a posição, mas a gente tá sempre ali entre os maiores, maiores varejistas do país. É, e a gente tá nesse aprendizado de construção disso, porque
Speaker A
analisar do ponto de vista financeiro o que que faz sentido, o que que não faz sentido, qual qual a melhor maneira de aplicar aquele dinheiro ou não. Eh, esse é uma força muito grande que o grupo tem. Uma outra força que o grupo eh que
Speaker A
a gente partiu do zero, a gente partiu praticamente de uma estrutura de comercialização que ela não existia.
Speaker A
tentam agregar 360 dentro do contexto do setor elétrico. Isso gera muito credibilidade para as instituições que estão interagindo com o grupo. E a e acaba que a voz do grupo ela é ouvida, ela é ela ela ela ela é importante pro
Speaker A
E hoje, o que que é para vocês, como que vocês olham pra frente? Porque a gente tá num momento de mercado que é complicado pra geração renovável, pensando principalmente curto, né?
Speaker A
conjunto, é o é o é o é operacional do grupo que é muito é muito robusto.
Speaker A
Assim, acho que é o que simboliza, né, esse desafio. E no mercado de comercialização também há desafios que muitos estão relacionados ao próprio CTEI nessa questão aí da liquidez, os preços, enfim, eh, são frentes que tão
Speaker A
retorno através daquela concessão. E o grupo assumiu assumiu o risco, assumiu a posição, foram ninguém mais tomava essa decisão, foram lá e fizeram e entregaram.
Speaker A
com desafios e vocês estão conseguindo passar por isso. É, a gente, o mercado, o setor, o setor de energia, quando a gente fala setor de energia, nosso setor é muito regulado, então é muito diferente o que é
Speaker A
casas era muito baixa por conta dessa concessão que tava rasado. Intermitência, qualidade de energia, todos os indicadores eles melhoraram estratosfericamente.
Speaker A
transmissão, o que é distribuição, o que é geração e comercialização. Geração e comercialização é onde tem mais, é aonde as coisas se convertem mais, mas o filtro de distribuição e transmissão tem regulamentações muito específicas.
Speaker A
comentando de eh cultura, né, de de sair de uma cultura de para onde você tem início e fim para uma cultura de você olhar longuíssimo prazo. Eh, e aí, então, agora juntando esses esse esse tripé, tem quatro item que se torna
Speaker A
Então, eh, quando a gente olha geração e comercialização, né, eh, a gente tá passando de fato por uma crise. A gente tá passando uma crise porque, eh, essa crise ela desemboca em uma crise de confiabilidade, mas a origem
Speaker A
como é que a gente, como como eco, a gente compartilha desse, eh, eh, desse, desse valor, a questão do do longo prazo dentro da cultura, importando a cultura do grupo muito para dentro da eco, eh, a gente aprendeu a a a gente a gente usa a
Speaker A
confiabilidade nos, eh, nos agentes do setor como um todo. Eh, mas essa crise de confiabil...
Speaker A
processo decisório e eh tem bancability, né? Tem tem bancabilidade e tem capital. E aí, olhando pra frente, então você desenhou todo um cenário de desafio, agora explicou como é que vocês funcionam. Eh, o que que qual que é a
Speaker A
sua expectativa aí? Qual que é a sua aposta? Eh, vocês estão olhando, trabalhando aí para ter mudanças regulatórias que ajudem a melhorar o cenário. Tão trabalhando em alternativas de mercado também, negócios.
Speaker A
Pilar regulatório hoje ele é uma prioridade dentro da companhia porque a gente entende que se a gente conseguir ajustar o setor regulatoriamente e a gente a gente vai conseguir ter um sistema mais previsível. E com um sistema mais previsível, isso vai gerar
Speaker A
oportunidade para todo mundo, inclusive pra gente. Aquelas faz a gente conseguir aumentar o o aumentar a torta para que todo mundo tenha todo todo mundo que tá no setor tem uma fatia da torta. Eh, e a gente sempre tenta trazer uma visão uma
Speaker A
visão eh isenta desse processo decisório. E por ser um grupo integrado, isso é interessante, porque isso isso gera a possibilidade da gente da gente trazer uma visão isenta, né? A gente não vai trazer uma visão que impacta negativamente na distribuição ou no
Speaker A
consumidor por ser uma geradora, porque isso vai afetar o outro negó, o outro lado lá que é o negócio do grupo eal, entendeu? O a distribuidora, ela tem ela ela ela ela ela é muito a ponta do iceberg, né? É todos os problemas no
Speaker A
setor eles geram aumento na conta de luz, mas quem forma qual é o aumento da conta de luz no final consumidor final distribuidora. Então esse servidor ela ela é muito avessa a fazer qualquer coisa que vá alunerar o consumidor lá na
Speaker A
na outra ponta. E a gente eh eh a gente como um grupo integrado, portanto, a gente tenta buscar o balanço entre essas coisas, eh eh influenciando o setor a tomar decisões que gerem que sejam decisões que gerem valor e
Speaker A
previsibilidade do longo pro. Então esse é um é um é um passo importante. Eh, o outro eh um do ponto de vista de expansão de negócio, eh hoje a gente tá zero eh em relação à perspectiva de botar novos no sistema. Enquanto a gente
Speaker A
não tem visibilidade, perisibilidade, fazer um investimento para jogar um dado e saber se esse dado ele vai dar um resultado bom, um resultado ruim, não é o modelo, não é o nosso modelo de de trabalhar. Então a gente, então então
Speaker A
então este esse processo tá pausado e a nossa expectativa é que a gente conseguindo trabalhar na regulamentação, talvez dentro do horizonte de 2 a tr anos, a gente começa a ver uma expansão do do setor positivo. A tem expansão
Speaker A
positiva é a expansão da fonte que o sistema precisa. Ela não tem que ser, ela não tem que ser eólica, ela não tem que ser solar, ela também não tem que ser térmica, não tem que ser hidráulica, ela tem que ser o que o sistema precisa.
Speaker A
tem que tá regulado para gerar o incentivo para entrar a fonte correta com as características corretas. Essa dificuldade que a gente tá tá tá tá tá tentando destravar agora no setor. Eh, e e nesse meio do caminho, qual que é o
Speaker A
qual que é o eh qual que é a estratégia de negócio da da ECO, né? Então, a Eco tá sentada esperando que vai ver acontecer. Não, pô, a gente tá, a gente tá na comercialização, a gente tá buscando cliente, trazendo cliente, a
Speaker A
gente tá fechando a ponto, porque até como a gente curte comite antes, que a gente a gente vi a gente tá se tornando um uma um agente de confiança do setor, eh a gente acaba tendo essa capacidade de juntar essas duas pontas de maneira
Speaker A
eficiente. Traz confiança pro cliente, traz confiança pro gerador, compra energia de um lado, vende do outro.
Speaker A
também gerador, tem a nossa energia física e e consegue distribuir essa energia física lá.
Speaker A
E você tá olhando pra abertura do mercado também, porque você tem varejo, né? E daqui a pouco, se os prazos da lei forem cumpridos, 2028 ali, 29, a gente já vai ter um mercado aberto para todo mundo.
Speaker A
Perfeito. Estamos estamos olhando bastante, estamos bastante a questão do virtude de mercado. A gente entende que hoje a nossa visão é que a abertura de mercado ela é extremamente desafiadora pro setor como um todo, porque eh eh primeiro primeiro você precisa você
Speaker A
precisa mostrar para o cliente. Nós, nós como setor precisamos mostrar pro cliente que de fato existe uma vantagem em vez de sair de mercado regulado para o mercado livre. Eh, essa vantagem ainda não tá clara, mas por enquanto é um
Speaker A
sonho de que a gente vai abrir mercado que o cliente vai ter escolha, mas o cliente ele só vai fazer escolha se realmente fizer sentido para ele. Se não fizer sentido para ele, não vai fazer escolha. e para fazer sentido para ele,
Speaker A
tem todo tem todo um um uma regulamentação que ela precisa evoluir. Eh, eh, então, por exemplo, eh o cliente não quer ter dor de cabeças para saber se ele vai ser emigrado, não vai ser emigrado, o que aconteceu com a conta
Speaker A
dele. Ele precisa de simplificação. Hoje, se a gente trabalhar no modelo atual, onde eu tenho uma fatura, eu vou, o cliente que eu migro no mercado, no Mercado Livre, que ele é um cliente grande, é o cliente comercial, ele ele
Speaker A
tem que receber duas faturas, ele não entende o processo de migração, ele tem dificuldade entender se ele tá tendo benefício ou não tá tendo benefício, porque a informação é muito complexa.
Speaker A
Então, simplificar isso parte das empresas, claro, mas também parte da reitação. Então, então acho que o a jornada pra gente pra gente chegar no mercado livre, saudável e de fato eh no mercado que dê opção para todos e que
Speaker A
essa opção ela seja melhor para o sistema, ela só tá começando. A gente entende muita, tem muita coisa para rolou.
Speaker A
E aí vocês olham experiências internacionais, o que mais agregar para esse cliente, porque preço no fim das contas vai acabar dando uma uma igualada ali, né? os ambientes de até agora a migração foi muito em cima de preço e no
Speaker A
fim vai acabar que não vai ter tanto esse esse gap ali para ser explorado.
Speaker A
Então você vai ter que trazer outras vantagens para convencer esse consumidor a sair do conforto da sua distribuidora.
Speaker A
É isso mesmo. Ó, vou a gente olha eh o mercado europeu e o mercado americano estão muito mais envolvidos porque lá o sinal o sinal de preço é é por demanda e oferta. Eh, aqui o nosso sinal de preço
Speaker A
é pro modelo. Eh, quando você olha no consumidor da baixa tensão, que é quem em quem aonde o mercado vai, a fronteira que o mercado vai abrir, eh, ele tem um preço fixo independente da hora do dia, quando o sistema a energia não custa
Speaker A
mais, independente da hora do dia. Então, se o sistema de de precificação ele não evoluir, ou seja, a gente não tiver um sistema de precificação que ele de fato seja diferente, eh, e incentive o consumidor a consumir quando a energia
Speaker A
custa menos, eh, e desincentive o consumidor a consumir quando a energia custa mais, eh, dificilmente você consegue criar produtos que você consiga trazer eficiência pro pro exemplos lá. Você tem produtos hoje no VA que o que o o consumidor ele pode eh
Speaker A
ele paga um preço mais caro se ele quiser consumir a hora que ele quiser e ele paga um preço mais barato se ele definir um per um perfil de consumo. E se o perfil de consumo fora mais barata
Speaker A
que ele definiu, ele consegue pagar mais barato ainda. Então o consumidor ele tem escuro e ele consegue trabalhar com isso. Eh, os produtos, obviamente, eles são criados de forma a simplificar o processo de decisão e a regulamentação permite que isso aconteça. Eh, aqui, eh,
Speaker A
a gente precisa criar esta ponte para isso acontecer, para o sistema ser mais eficiente, não só para abrir eh pro consumidor. Então, acho que isso é importante, né? Qual que é o qual que é o motivador de você botar um preço
Speaker A
horário lá na pompa? Não, não é não é não é pro, para resolver o problema do consumidor no curto prazo, é para resolver o problema do consumidor no longo prazo. Se a gente tem um incentivo correto, os consumidores do Brasil
Speaker A
começam a consumir no horário correto e ao consumir no horário correto, eh, a gente vai entrar com a a fonte de energia mais barata no sistema e todo mundo paga menos, custa custa menos todo mundo. E esta e essa e esse incentivo,
Speaker A
eu como gerador eu consigo olhar meu perfil de geração e com base no meu perfil de geração eu consigo criar uma oferta competitiva para aquele para aquele consumidor. Então esse esse é um exemplo de coisas que precisam eh se
Speaker A
mover para que a gente consiga chegar num eh num mercado eficiente e bom para todo mundo.
Speaker A
É, é interessante porque assim, tem muitas questões regulatórias, né, então precisam ser aprimoradas pra gente chegar nesse momento. Eh, a gente enquanto isso também fala ali em entrada de novas tecnologias, é, por mais que a expansão de geração renovável esteja ali
Speaker A
um pouco em pausa neste momento, não só de vocês, mas acho que no país todo, né, tem gente ainda ali eh falando investir agora muito focado eh se se ancorando ali na questão das baterias e também dos data centers. Qual que é a visão de
Speaker A
vocês sobre isso? a nossa a a nossa visão que eh a expansão a expansão do sistema, eh o aumento de carga, ele ele é normal, né? Ele vê ocorrendo de maneira gradativa e existem algum sim algumas oportunidades que podem gerar um
Speaker A
aumento dessa eh dessa carga. Data centers é um que tá hoje no radar de todo gerador, de todo comercializador.
Speaker A
Eh, mas que em geral esse assunto ele é sobrevalorizado principalmente pelos geradores. A curiosidade quem mais fala hoje de data center, se a gente for olhar, é gerador e comercializador, mas até porque as empresas de data center. E isso acontece
Speaker A
eh porque as empresas de data center elas estão olhando os os sistemas no mundo. As empresas que demandam o data center, vou falar não são nem as construções data center, elas que demandam um save de data cent, elas
Speaker A
estão olhando os mercados no mundo e eles vão escolher o mercado mais eficiente para eles. O mercado eficiente, mais eficiente para eles, é o mercado com energia mais barata, que nesse momento nós nós nós estamos andando na contramão, porque a energia
Speaker A
está ficando mais cara por conta de tanta eh eh incerteza que a gente tem no setor, mas também mão de alber qualificada, os incentivos corretos do ponto de vista de imposto de importação de equipamento, eh eh o robustez
Speaker A
eh eh eh regulatória, robustez das instituições. Então é isso que eu é isso que você torando, é isso que o setor o o a gente chama de o hypercale, que é aquele aquela aquela peça que vai usar o data
Speaker A
center em alta eh eh eh em alta quantidade e ele vai que vai, no final das contas é o é a demanda que vai puxar o data centrir pro Brasil ou não. Ele tá olhando todos esses aspectos. Eh, nós
Speaker A
temos isso no Brasil, temos, não somos não somos os piores, mas também hoje não somos os melhores. A gente a gente eh a gente precisa formar mais mão de obra, a gente precisa a gente precisa eh que aos
Speaker A
olhos dos hypersales haja credibilidade nas instituições brasileiras e force-se a credibilidade nas instituições brasileiras. A gente precisa de previsibilidade do custo de energia. a gente precisa de eficiência no curso de energia. Então, tem todos os fatores que estão em jogo. Alguma coisa
Speaker A
vem para cá? Com certeza. Se você olhar, se você olhar hoje o eh a demanda que a gente tem de processamento de empresas brasileiras e consumidores de processamento brasileiras, ela é maior do que a capacidade de processamento que a gente tem no país.
Speaker A
Então, só para atender a demanda do Brasil já seria necessária a expansão. Eh, e a gente ainda tem o sonho da exportação dessa dessa desse negócio.
Speaker A
Então assim, existe a existe o a demanda, existe eh a oferta, do lado da oferta a gente não é mais eficiente, mas tem algum nível de eficiência, alguma coisa vem para cá, poderia vir muito mais sem gluto. E aí a gente tem que
Speaker A
fazer uma sensação de carro. E baterias, baterias é uma é uma é uma tecnologia que ela evoluiu muito nos últimos anos.
Speaker A
Acho que eh para colocar o número aqui nos últimos 5 anos teve quase 60 70% de redução da bateria. E então é uma é uma tecnologia que ela a bateria de ritm ela nem é tão novel, mas a dentro do
Speaker A
conceito bateria de ritmárias tecnologias que elas vêm aparecendo, vem evoluindo. Eh, e com essa e com essa tecnologia ela ficando ela ficando cada vez mais barata, começa a fazer sentido a ela entrar no sistema. Então, hoje hoje o se
Speaker A
a gente olhar o custo de modulação médio do sistema, assim, não é nem o custo modulação, vou pegar o horário de o horário o horário mínimo eh preço mínimo do sistema, que mais ou menos acontece no horário de sol ali 11 horas da manhã
Speaker A
para preço máximo de sistema médio, você pode chegar aí quase uns R$ 300, R$ 270, R$ 250, R$70.000 Rais de diferença. Essa diferença que faria sentido modular. É o que é o que justifica modular, ou seja, botar numa bateria, uma uma bateria para
Speaker A
modular. o custo de modulação de uma bateria a depender do imposto de plantação, a depender se se vai pagar se vai pagar to de consumo ou ou tust de geração e toda essa discussão, ela ela tem uma variação que ela gira aí da
Speaker A
ordem de uns R$ 450, R$ 500 por eh por mewh que você desloca no dia para R$ 700 MWh que você desloca no dia, considerando só trabalhar em dia útil, considerando que é o que é quando de fato a a demanda
Speaker A
por modulação acontece. Quando essas coisas elas convergirem, eh, o próprio gerador vai começar a botar vai começar a botar bateria dentro da sua usina. você não precisa nem de um nem de um leilão de de bateria para isso. Agora, o leilão de bateria, ele
Speaker A
vai ele vai reduzir a demanda de energia de energia de energia de pico, de de de leilões de capacidade de energia que estão tão que estão sendo flexos hoje no dia terra. Então, né, vai reduzir por por um custo mais barato. Então, é
Speaker A
interessante, já é interessante pro setor quando você dentro de um processo empurrado a partir de um leilão, mas ele pode começar a ser interessante pro setor dentro de um processo puxado, se a gente tiver sinais de preço adequado. De
Speaker A
qualquer forma, assim, pegando da nossa conversa, eu vejo que vocês têm eh um passado eh muito legal assim de conseguir implementar muita coisa, muita robusteza ali, muita certeza nas coisas que precisam ser feitas, uma estratégia futura. A questão que a gente tem hoje
Speaker A
então é muito em definição em relação ao próprio futuro do setor para vocês se posicionarem. Vocês não estão parados, mas tem muita coisa ali. Você consegue, qual que é a sua aposta assim? você acha que tem chance de uma reforma, porque
Speaker A
ano passado teve uma reforma, né, querendo ou não, com a com a lei 15269.
Speaker A
Eh, mas não foi uma reforma suficiente, né? E de alguns pontos ela complicou algumas coisas, então tem gente que fala ali, ai não, vamos fazer um resetar tudo enfim, é muito difícil, tá difícil visualizar assim, né, esse futuro.
Speaker A
É assim, o mundo ideal ele é muito diferente do mundo real. Ah, sim. a gente que a gente a gente a gente gostaria que muito mais coisa acontecesse, mas a gente sabe que a nossa capacidade de produzir essas
Speaker A
coisas como setor, ela é limitada. Sim. E no final das contas a gente faz a gente faz evoluções incrementais ao invés de fazer evoluções de fato estruturar estruturantes.
Speaker A
e eh até o até o eh eh eu eu não considero a Kis 269 uma refobia, eu considero a Kis 2009 uma um e uma evolução eh incremental dentro do do do problema que que a gente tá vivendo, mas que sim,
Speaker A
teve tiveram avanços, né? Tiveram avanços. Eh, eh, e esses avanços eles foram eles eles têm que ser regulamentados, eles têm que, de fato trazer os frutos do que que foi o previsto da lei. E a gente tá e a gente
Speaker A
tá trabalhando nesse nessa nessa linha. Agora, para responder a tua pergunta, como é que eu enxergo? Eu acho que a gente vai continuar fazendo avanços incrementais, porque é muito difícil.
Speaker A
você não vai rasgar um um toda regra e reconstruir do zero, mas a gente precisa ter consciência de onde a gente quer chegar. Acho que minimamente a gente tem que ter uma consciência mais clara de onde a gente quer chegar, qual o futuro
Speaker A
ideal. A gente, o futuro ideal ele nunca, ele ele nunca é alcançável, porque quando ele for alcançável já mudou o futuro ideal, ele já é outro.
Speaker A
Mas a eh mas na nossa eh na nossa visão eh eh o modelo de eh o modelo de especificação por custo, ele tá com os descontados porque ele demanda, ele demanda a complexidade de você prever e ficar regulando muita coisa. Quando
Speaker A
quando quando o modelo é é oferta, demanda e preço, o mercado ele se ele se ajusta, ele vai se ajustando à as mudanças e você permite soluções que muitas vezes ninguém previu, né? Então as as por que que as baterias elas já
Speaker A
estão tão inseridas no mercado americano e no mercado europeu? E aqui a gente tá indo, tá falando sobre como que vai entrar? eh que são porque os modelos são diferentes. Eles é o modelo o modelo lá da mais agilidade. Você tem na na eh na
Speaker A
Europa, no mercado ou no mercado eh americano, você tem você tem preço negativo durante o dia e preços gigantes e eh durante a noite que justificam já você botar bateria e o sistema ele vai se autorregulando. Esse é um exemplo só
Speaker A
do do contexto. Então, então resumo assim, eh preço e eh preço por custo, ele tá tá tá tá entrando no final da vida dele. Acho que em alguma a gente vai vai ter que começar a migrar e esta
Speaker A
migração não vai ser um rasga tudo e faz de novo, vai ter que ser incremental, tá acontecedor, né, contabilização, quem tem umas primeiro passo, a gente tem um estudo metador ali da foi feito pelo SEC, foi super bacana. Se a gente ficar
Speaker A
de olho naquilo e conseguir conduzir aquilo, a gente já vai dar passos passos super interessantes.
Speaker A
Eh, a gente a gente precisa começar a trabalhar com os modelos tecnológicos eh de maneira mais hã eh me fugiu a palavra, mas assim, a gente tem que parar de escolher tecnologia, tem que criar os incentivos do que o
Speaker A
sistema precisa e deixar os agentes acharem a tecnologia que melhor vai atender aquele incentivos que o sistema precisa.
Speaker A
Uhum. Eh, então você faz o requisito ali do atributo e é isso, é isso. Precisamos de regimentação regulação de tensão, precisamos de reativa, precisamos disso aqui para esse prazo, abre o leilão e o agente, mas aí tem que criar esses essas regras,
Speaker A
né? Porque a gente não tem isso de forma de você não é tangível hoje, né? Não dá para você medir ali nem flexibilidade a gente não tem métrica.
Speaker A
Exato. Isso eu tô te falando. Eu tô tô te contando aqui qual que aquele futuro ideal.
Speaker A
É. [risadas] pra gente chegar nesse futuro de erro, o caminho é bem longo, o caminho a gente falta bem longo. Então, acho que esses atributos eles eles têm que ser eh eh eles eles precisam de incentivos paraa precificação desses
Speaker A
atributos para que os agentes achem as melhores soluções e o mercado ele se autorregula, não é? O mercado se autorregula e ele é muito mais rápido do que uma regulamentação uma regulação centralizada.
Speaker A
Eh, a gente certamente a a gente acredita muito na abertura de mercado, que é um outro que é outro contato, tá mais tá até mais parece que está mais claro, mas como a gente conversou antes, não está tão claro assim, né? Então, a
Speaker A
tem tem um tem um tem um processo grande de regulamentação pra gente chegar na abertura de mercado.
Speaker A
É, o dever de casa precisa ser feito. Dever de casa ser feito. E um ponto importante que a gente viu acontecendo em outros países, ao fazer essa abertura de mercado, você tem que criar os incentivos corretos, mas sem gerar sem
Speaker A
jogar uma volatilidade muito grande pro consumidor final. aquele consumidor da baixa tensão residencial, ele não tem capacidade de entender a complexidade do sistema e lidar com aquela parte. Então você precisa também proteger de certa forma, ter algum nível de proteção de
Speaker A
certa forma para aquele consumidor final. Então desafio grande gerar um incentivo correto e gerar uma proteção de estabilidade com aí. E outra coisa é é regular é regular melhor mercado, né?
Speaker A
né? Quer dizer, a gente eh regular melhor poderes de mercado que estão que se que estão no no entorno do setor, né?
Speaker A
Eh, a o a maneira como a gente regula o modelo de mercado, ainda para o setor elétrico, ele segue uma fórmula que é muito padrão para qualquer setor, só que ela não funciona bem, ela não encaixa bem para o setor elétrico. Então, quando
Speaker A
você vai fazer um processo de aquisição, você vai lá e você faz o você faz uns testes de poder de mercado através de alguns cálculos e o CAD vai lá e valida aqueles testes de poder de mercado. Eles
Speaker A
testem por de mercado, eles são muito específicos pro mercado para para para mercados varejo, grande indústria, mercados em geral eh comerciais, mas os como o setor elétrico tem muita especificidade, às vezes esse teste não captura a especificidade do setor
Speaker A
elétrico. Isso acaba acaba sendo ineficiente. a gente precisa trabalhar melhor na nesse nesse nessa regulação de poder micro e a gente precisa eh e a gente precisa trabalhar melhor eh sobre a habilitação eh sobre o processo de habilitação de um
Speaker A
de um agente para ser um agente de mercado, que a gente a gente tá falando grande e agora eu tô falando pequeno, que quando você olha, por exemplo, para um banco, para para alguém abrir um banco, a legislação ela é super
Speaker A
rigorosa, ela é super complexa. para alguém uma comercializadora, ela é muito menos complexa do que ela deveria ser.
Speaker A
E esse processo tá ali para não vai ser tão cedo, né, que na na filinha de pautas da Anel acabou que isso aí foi um pouquinho pra frente.
Speaker A
Tem muita coisa mais urgente que chega antes. Problema é esse, né? A gente tem tantas urgências, urgências e vai deixando as coisas importantes para depois. Fica difícil, né? Uma bola de neve.
Speaker A
A gente tá, a gente tá. Então acho que a o futuro, o futuro perfeito, a gente tá longe, a gente tem um processo muito grande para construir, mas acho que a gente tem que buscar e a gente tem que
Speaker A
buscar os elementos, as capacidades que nos permitam chegar mais rápido nesse futuro perfeito. Mas que o L, você quer deixar uma mensagem final para quem tá assistindo a gente, para quem tá nos ouvindo aí, eh, um potencial futuro consumidor da ecoenergia, quem
Speaker A
sabe, né, nesse momento aí que o mercado abrir para todo mundo. Acho que eh a minha mensagem ela é que eh o que todos os agentes eh busquem em conjunto. Antes antes da gente falar antes de falar no
Speaker A
meu cliente, eu falar no no contexto mais geral, que acho que todos os agentes busquem eh as melhores soluções para o setor no longo prazo. Se a gente construir isso dessa maneira, acho que a gente vai ter um, a gente a gente vai
Speaker A
ter daqui 3 anos, dois, três ou 4 anos, a gente vai ter um setor que próspero, crescente, que a gente consegue atrair pro consumidor dentro desse dentro de do do pequeno caos, que é o nosso setor hoje eh
Speaker A
pondere todas as variáveis no seu processo de decisão de aquisição, Porque é um setor complexo. Eh, eh, às vezes, às vezes eh às vezes o que parece muito bom tá repleto de armadilhas.
Speaker A
Eu ia dizer exatamente isso. Cuidado com o que é bom demais para ser verdade.
Speaker A
Isso. Como qualquer setor, né? Eu acho que tem outro setor. Sim, tudo é assim, né, na vida. Eu acho.
Speaker A
Setor elétrico. É, o setor elétrico é ele é complexo, ele é difícil. Eh, eu como consumidor hoje, se tivesse que tomar uma decisão de de quem eu vou comprar, eu ia eu ia olhar eu ia olhar TP Record, olhar o que que tá trás, qual
Speaker A
o tamanho do grupo, quem que tá me oferecendo isso e qual que é o compromisso que esta empresa tem com o Longo Casso, não compromisso que ela tem com aquele contrato que ela preço.
Speaker A
Acho que pensa nisso. Muito bom, Li. Obrigada então pela nossa conversa. Obrigado por emprestar seu tempo aqui pra gente, para quem tá assistindo e quem tá nos ouvindo. E eu espero que a gente possa te receber aqui mais vezes.
Speaker A
Agradeço e estarei feliz com novos convites. Virei com certeza. Ah, obrigada. E para você que assistiu a gente, se você gostou do nosso conteúdo, não deixa de dar sua curtida, não deixa de seguir a nossa página, ativar suas
Speaker A
notificações para você ficar sabendo sempre que um novo episódio estiver disponível. Até a próxima.
Speaker A
Ah.
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