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Speaker A
Você tá tomando iodo errado.
Speaker A
E isso pode estar piorando a sua tireoide sem você saber.
Speaker A
Um em cada quatro pacientes que toma doses altas de iodo, piora significativamente.
Speaker A
A tireoide destruída, você sente aquele pique de energia inicial, acha que tá melhorando.
Speaker A
Mas é o tecido sendo atacado.
Speaker A
Depois vem o crash, TSH dispara, anticorpos sobem e você acelerou a progressão da doença.
Speaker A
Isso não sou eu dizendo, é a pesquisa da doutora Isabela Wentz, com centenas de pacientes.
Speaker A
E tem mais, 50% dos suplementos de Kelp testados continham duas vezes o iodo declarado no rótulo.
Speaker A
Um estava contaminado com arsênio e você tá tomando todo dia achando que tá se cuidando.
Speaker A
E pessoal, eu tenho uma confissão a fazer.
Speaker A
Sabe aquele momento que você descobre que o que você estava fazendo não era o melhor, mesmo tendo as melhores intenções?
Speaker A
Pois é, durante anos eu prescrevi iodo Kelp para pacientes com doença de Hashimoto, problemas de próstata e de mama, achando que eu tava arrasando por ser um produto natural, extraído a partir de um alimento com alta concentração de nutrientes.
Speaker A
Até que um dia, revisando a literatura mais recente, tomei um susto daqueles.
Speaker A
E esse vídeo é sobre isso, então fica até o final para você entender o que que os meus estudos me revelaram e o que que eles mudaram na minha prática médica.
Speaker A
E sim, antes que alguém fale, coloque aqui nos comentários, o doutor Laí fala isso há muitos anos.
Speaker A
Eu fiz a pós, doutor Laí, eu conheço esse assunto há pelo menos 8 anos.
Speaker A
Só que eu não gostava de usar o Lugol na maioria dos pacientes por causa dos dados da doutora Isabela Wentz, que eu já vou apresentar um pouco mais à frente nesse vídeo.
Speaker A
Segura as pontas aí que eu já vou falar disso.
Speaker A
Se você tá tomando Kelp, espirulina ou clorella para suprir o iodo, precisa acompanhar os argumentos desse vídeo.
Speaker A
Porque o que eu vou te mostrar pode mudar completamente sua saúde tireoidiana, sua energia e se você é mulher, sua proteção contra problemas mamários e ovarianos.
Speaker A
Vamos começar do básico, porque muita gente confunde tudo.
Speaker A
Kelp é uma alga marinha, espirulina é uma cianobactéria de água doce.
Speaker A
Clorella é outra microalga de água doce.
Speaker A
São coisas completamente diferentes.
Speaker A
E quando o assunto é iodo, essa diferença é gigantesca.
Speaker A
Espirulina tem entre 0,5 e 1,5 microgramas de iodo por grama.
Speaker A
Você precisaria engolir 100 g por dia para atingir a necessidade básica de 150 microgramas.
Speaker A
100 g, cara, é impraticável.
Speaker A
E clorella, mesma história, são excelentes para outras coisas, para outras coisas, proteínas, antioxidantes, clorofila detox, mas para iodo, esquece.
Speaker A
Se seu médico prescreveu espirulina ou clorella pensando que você vai suprir suas necessidades de iodo, vocês dois precisam ter uma conversa.
Speaker A
Agora vamos para o Kelp, que é onde a coisa realmente complica.
Speaker A
Kelp é alga marinha do oceano e sim, contém iodo, mas quanto?
Speaker A
Aí que tá o problema.
Speaker A
Estudos europeus recentes de 2023 da Agência Europeia de Segurança Alimentar, analisaram algas marinhas comerciais e encontraram uma variação de iodo em Kelp de 5 a 5.600 microgramas por grama.
Speaker A
Isso é uma variação de mais de 1.000 vezes, 1.000 vezes.
Speaker A
Como é que você vai prescrever dose precisa com essa variabilidade?
Speaker A
E tem mais, Kelp absorve tudo do oceano, tudo mesmo.
Speaker A
Estudos mostram contaminação por cádmio, chumbo, arsênio e mercúrio em níveis que podem ser preocupantes.
Speaker A
Um estudo de 2024 testou suplementos de Kelp orgânico nos Estados Unidos e encontrou níveis de arsênio e cádmio que ultrapassavam os limites de segurança.
Speaker A
Orgânico, hein, certificado e tudo.
Speaker A
O Consumer Lab, que é uma organização independente americana, testou seis suplementos de Kelp em 2017.
Speaker A
Resultado, 50% continham duas vezes o iodo declarado no rótulo.
Speaker A
Um tinha entre 530 e 960 microgramas, quando deveria ter 225, e um estava contaminado com arsênio.
Speaker A
Com esses dados de variabilidade, concentração e de contaminação vem de suplementos vendidos pela internet.
Speaker A
Veja bem, tudo que eu falei agora, até agora é de vendidos pela internet.
Speaker A
Então eu resolvi pedir uma análise técnica a uma farmacêutica em quem eu confio muito, de uma farmácia com excelente reputação.
Speaker A
Então ela me enviou o laudo químico do fornecedor, até aí tudo certo.
Speaker A
O documento garante que o teor de iodo é igual ou superior a 1%.
Speaker A
As boas farmácias magistrais ou de manipulação, diante disso, aplicam o chamado fator de correção, justamente para garantir que o paciente receba sempre a quantidade exata de iodo prescrita na receita.
Speaker A
Mas o ponto que não ficou claro para mim e que o fornecedor também não esclareceu, foi a variabilidade dessa concentração.
Speaker A
A Agência Europeia de Segurança Alimentar já mostrou que isso pode variar bastante.
Speaker A
Igual ou acima de 1% pode significar 1,5, 2 ou até 5%.
Speaker A
Além disso, tem a questão de contaminação por metais pesados, que eu já comentei.
Speaker A
O fornecedor afirma que há menos de 10 partes por milhão no total.
Speaker A
Um número baixo, é verdade, e seguro, segundo o regulamento da União Europeia, mas que ainda assim existe.
Speaker A
Somando esses dois fatores, variação de concentração e presença, mesmo que mínima de metais pesados, eu cheguei à conclusão de que isso não é bom o suficiente.
Speaker A
Isso muda minha conduta.
Speaker A
A partir de agora, eu vou abandonar a prescrição do iodo Kelp e substituir pelo iodo mais iodeto.
Speaker A
Mas calma, fica comigo até o final, o que que eu vou te mostrar não é o Lugol, como você tá imaginando.
Speaker A
Mas calma também, não é para entrar em pânico em relação ao Kelp.
Speaker A
O Kelp como alimento, em sushi, salada, consumo esporádico, tranquilinho.
Speaker A
O problema é quando você transforma isso num suplemento diário de dose fixa, porque aí você tá apostando na sorte.
Speaker A
Aquele lote pode ter pouco iodo e você não atinge a dose, ou pode até ter muito e você ultrapassa, ou pode ter contaminação por metais pesados que você nem tá medindo.
Speaker A
E é aqui que vem uma questão técnica que poucos médicos dominam.
Speaker A
Kelp contém principalmente iodeto e a biodisponibilidade do iodo do Kelp é cerca de 50% comparado ao iodeto de potássio puro.
Speaker A
Ou seja, quando você toma Kelp 500 microgramas, seu corpo absorve, na melhor das hipóteses, 250 microgramas, metade.
Speaker A
E essa absorção varia enormemente entre pessoas, dependendo do estado intestinal, de outras substâncias presentes, da forma química específica do iodo daquele lote.
Speaker A
Bem, agora vamos falar da ciência que realmente importa.
Speaker A
Existem duas formas químicas de iodo que o corpo usa de forma completamente diferente.
Speaker A
O iodeto, que é a forma I-, é o que a tireoide capta através de um transportador específico chamado NIS.
Speaker A
Essa forma é essencial na produção de T3 e T4, já o iodo molecular, o I2, é a forma que mama, próstata, ovários captam por difusão facilitada, sem precisar desse transportador, e aqui que tá o pulo do gato.
Speaker A
Estudos de 2005 a 2019 mostraram que iodo molecular tem efeito antiproliferativo em tecido mamário que o iodeto não tem.
Speaker A
Um estudo do Garcia Solid de 2005 induziu o câncer de mama em ratos.
Speaker A
No grupo que recebeu iodeto, zero efeito na formação de tumores.
Speaker A
Já o grupo que recebeu iodo molecular bloqueou 70% dos tumores.
Speaker A
E tem mais, estudo clínico randomizado de 2019, publicado no periódico Nutrients, mostrou que mulheres com câncer de mama que receberam iodo molecular 5 mg por dia, junto com quimioterapia, tiveram resposta patológica completa de 36% contra 18% do grupo só com quimioterapia.
Speaker A
36%.
Speaker A
E a sobrevida livre de doença em 5 anos foi significativamente maior.
Speaker A
Então, quando você toma Kelp, que contém principalmente iodeto, você tá dando para o corpo apenas uma das formas.
Speaker A
A forma que a tireoide precisa sim, mas não é a forma que os tecidos extratireoidiais ou extratireoidianos, como mama, próstata e ovários preferem.
Speaker A
É meio caminho andado, mas não é o caminho completo.
Speaker A
E o Lugol, o Lugol é a solução de iodo molecular 5%, mais iodeto de potássio 10%.
Speaker A
Foi criado em 1829, tem proporção de uma parte de iodo molecular para duas de iodeto.
Speaker A
É brilhante para doses terapêuticas altas, tipo 5 a 12 mg e meio por dia.
Speaker A
Mas para suplementação básica de 150 a 500 microgramas, aí fica impraticável.
Speaker A
Uma gota de Lugol 5% tem 6,25 mg.
Speaker A
Você precisaria diluir e tentar medir frações de gota.
Speaker A
Aí vira uma loteria também.
Speaker A
E aqui vai o alerta que eu dei no começo sobre doses altas de iodo, mesmo quando você usa o Lugol com as duas formas.
Speaker A
E foi isso que me fez usar o iodo Kelp em microgramas por um bom tempo.
Speaker A
A doutora Isabela Wentz, farmacêutica especialista em tireoide, fez pesquisa com paciente com Hashimoto usando doses altas de iodo.
Speaker A
E o resultado, cerca de 25% dos pacientes melhoraram, mas os outros 25% pioraram significativamente.
Speaker A
Um em cada quatro, então, teve piora.
Speaker A
É um número bem expressivo.
Speaker A
E ela explica o mecanismo, doses altas podem causar destruição inicial da tireoide, liberando o hormônio na circulação.
Speaker A
A pessoa sente aquele pique de energia no começo, acha que tá melhorando.
Speaker A
Mas na verdade é o tecido tireoidiano sendo destruído.
Speaker A
Depois vem o crash e a pessoa fica pior do que antes.
Speaker A
TSH dispara, anticorpos sobem e você acelerou a progressão da doença.
Speaker A
Então não é simplesmente quanto mais iodo melhor.
Speaker A
Dose importa, individualização mais ainda.
Speaker A
E nem todo mundo tolera doses altas, mesmo quando há deficiência comprovada.
Speaker A
Por isso, eu uso doses altas só em casos bem específicos, com monitoramento rigoroso e sempre com cofatores como selênio para proteger a tireoide.
Speaker A
Então, qual é a solução?
Speaker A
Depois de revisar toda essa literatura, testar diferentes abordagens e acompanhar resultados clínicos, mudei completamente meu protocolo.
Speaker A
Hoje eu uso o que eu chamo de iodo complexo.
Speaker A
Manipulação com doses precisas das duas formas.
Speaker A
Por exemplo, cápsula com 165 microgramas de iodo molecular e 335 microgramas de iodeto de potássio.
Speaker A
Total 500 microgramas, mas você tem as duas formas cobrindo todas as necessidades.
Speaker A
Dose precisa, sem depender de variabilidade de alga, biodisponibilidade acima de 90%, síntese química pura, zero risco de metais pesados, padronização clara e cada cápsula é idêntica à anterior.
Speaker A
Deixa eu te mostrar a diferença na prática.
Speaker A
Com Kelp 500 microgramas, você tem dose real absorvida de talvez 250 microgramas.
Speaker A
Forma, principalmente iodeto, variabilidade de lote que pode chegar a 500%, isso na compra pela internet, né, na manipulação não tá tão claro.
Speaker A
Contaminantes não testados e proteção mamária mínima porque não tem iodo molecular.
Speaker A
Já com iodo complexo 500 microgramas, você tem dose real absorvida de 450 microgramas.
Speaker A
As duas formas cobrindo tireoide e tecidos extratireoidianos, variabilidade zero porque é síntese química, contaminantes zero e proteção mamária máxima porque o iodo molecular tá presente.
Speaker A
Agora, em casos de deficiência severa comprovada, com exames na mão, mostrando necessidade de doses mais altas, aí sim, eu uso Lugol.
Speaker A
Porque Lugol tem as duas formas, proporção validada cientificamente, dose ajustável em gotas, custo baixíssimo e monografia estabelecida há quase 200 anos.
Speaker A
Mas sempre com cofatores obrigatórios, tipo selênio, magnésio, vitamina C.
Speaker A
E sempre com monitoramento rigoroso de TSH, T3, T4 e anticorpos antiperoxidase.
Speaker A
Porque se você tem predisposição autoimune e não sabe, dose alta pode virar gatilho e eu não aposto na sorte com os meus pacientes.
Speaker A
Olha, Kelp não é veneno, não vou demonizar alga marinha.
Speaker A
Como alimento em sushi, saladas, consumo ocasional, top.
Speaker A
Ótima fonte de minerais.
Speaker A
O problema é transformar isso em suplemento terapêutico de dose fixa.
Speaker A
É como tentar ajustar dose de remédio usando chá de planta.
Speaker A
Pode até funcionar, mas você não tem um controle preciso.
Speaker A
E quando falamos de abordagem funcional integrativa, precisão é muito importante.
Speaker A
E tem outro fator.
Speaker A
Quando você prescreve Kelp, você tá confiando que a farmácia de manipulação ou magistral, ou mesmo o fabricante, testou o teor de iodo daquele lote específico.
Speaker A
Testou contaminação por metais pesados, validou matéria-prima.
Speaker A
Na prática, a maioria não faz, confiam no certificado do fornecedor.
Speaker A
E o certificado do fornecedor diz o quê?
Speaker A
Teor de iodo 0,1 a 0,5%.
Speaker A
Variação de cinco vezes na matéria-prima, supostamente padronizada.
Speaker A
Como é que você vai garantir dose precisa com variação de cinco vezes na dosagem?
Speaker A
Com síntese química de iodeto de potássio e iodo molecular, você tem monografia USP, que é o padrão de qualidade farmacêutico americano.
Speaker A
Controle de qualidade estabelecido, cada lote testado, rastreabilidade completa, é previsível, é reprodutível e em medicina previsibilidade é segurança.
Speaker A
Deixo ser bem claro, isso não é sobre natural versus sintético.
Speaker A
Isso é sobre eficácia e segurança.
Speaker A
Morfina é natural, vem da papoula, certo?
Speaker A
Mas você não mastiga a papoula para controlar dor pós-operatória.
Speaker A
Você usa morfina purificada em dose precisa.
Speaker A
Insulina é natural, vem do pâncreas, mas diabéticos não comem pâncreas, usam insulina recombinante em dose precisa.
Speaker A
Iodo é a mesma lógica.
Speaker A
Kelp é ótimo como alimento, mas como suplemento terapêutico, iodo de síntese química é superior em todos os aspectos mensuráveis.
Speaker A
E aqui vai uma informação que muita gente não sabe.
Speaker A
A visão integrativa moderna não é sobre natural a qualquer custo.
Speaker A
É sobre evidência científica sólida.
Speaker A
É sobre usar o que funciona melhor para aquele paciente específico.
Speaker A
Durante anos, eu usei Kelp porque parecia a escolha lógica, natural, barato, disponível.
Speaker A
Mas quando você coloca na balança biodisponibilidade, controle de qualidade, segurança, reprodutibilidade clínica e eficácia baseado nas duas formas de iodo, os dados apontam para outra direção e dados superam tradição.
Speaker A
Então, resumindo, porque sei que você quer a resposta direta.
Speaker A
Espirulina e clorella não contam como fonte de iodo, esqueça.
Speaker A
Tem outras aplicações muito boas.
Speaker A
Kelp como alimento é ótimo, como suplemento é problemático pela variabilidade e risco de contaminação.
Speaker A
Lugol é excelente para doses altas terapêuticas acima de 5 mg, quando bem indicado e monitorado, mas impraticável para doses baixas de manutenção.
Speaker A
E atenção, mesmo em doses altas, cerca de 25% dos pacientes podem piorar, especialmente se tiverem componente autoimune não diagnosticado.
Speaker A
A melhor opção para suplementação básica de 150 a 500 microgramas, iodo complexo manipulado com as duas formas, iodo molecular e iodeto.
Speaker A
Dose precisa, biodisponibilidade alta, sem contaminação, reprodutivo e você minimiza risco de efeitos adversos.
Speaker A
E se você tem exames mostrando deficiência, se tem sintomas de hipotireoidismo, se é mulher preocupada com saúde mamária e ovariana, você precisa das duas formas de iodo.
Speaker A
Não adianta tomar só iodeto achando que tá resolvido.
Speaker A
Tecidos extratireoidianos preferem iodo molecular.
Speaker A
E não adianta tomar Kelp achando que porque é natural é melhor.
Speaker A
Variabilidade e contaminação são problemas reais que os estudos documentam claramente.
Speaker A
A ciência tá aí.
Speaker A
As evidências estão publicadas.
Speaker A
Garcia Solis 2005, EFSA 2023, Consumer Lab 2017, estudos clínicos em Nutrients 2019, dados da Isabela Wentz sobre reações adversas.
Speaker A
Não é opinião, é dado.
Speaker A
E baseado nesses dados, mudei minha conduta.
Speaker A
Simples assim.
Speaker A
Se você tá tomando Kelp agora, não precisa sair correndo, entrar em desespero.
Speaker A
Não é veneno.
Speaker A
Mas na próxima renovação, conversa com seu médico sobre as opções.
Speaker A
Se seu médico não conhece a diferença entre iodo molecular e iodeto, ou não sabe dos problemas de variabilidade e contaminação do Kelp, mostra os estudos ou comenta com ele de maneira respeitosa.
Speaker A
Leva a informação, porque no final das contas, quem decide é você.
Speaker A
Mas decisão informada é sempre melhor que decisão baseada em achismo ou tradição.
Speaker A
E se você é médico e ainda prescreve Kelp, não é sobre estar errado ou certo.
Speaker A
É sobre ter acesso à informação atualizada.
Speaker A
Os estudos sobre iodo molecular versus iodeto em tecido mamário são relativamente recentes.
Speaker A
Os dados sobre variabilidade e contaminação de Kelp também.
Speaker A
Ninguém nasce sabendo, eu também prescrevi Kelp durante anos.
Speaker A
Revisei literatura e mudei, qual é o problema?
Speaker A
Medicina é processo de atualização constante.
Speaker A
O que era prática padrão há 5 anos pode não ser a melhor opção hoje.
Speaker A
E tá tudo bem evoluir quando surgem evidências melhores.
Speaker A
Saia do vídeo agora se você gosta de ficar no superficial.
Speaker A
Eu vou te contar uma verdade inconveniente.
Speaker A
O YouTube e o Conselho Federal de Medicina me limitam.
Speaker A
Aqui eu preciso simplificar, censurar dosagens e omitir protocolos controversos.
Speaker A
Na comunidade fechada, não existe filtro.
Speaker A
Compartilho os exatos protocolos que eu uso na minha clínica, casos de reversão que pareciam impossíveis, combinações off label que funcionam, fornecedores confiáveis, interpretação avançada de exames.
Speaker A
É basicamente ter acesso ao meu cérebro médico sem intermediários.
Speaker A
Lives semanais respondendo perguntas, PDF com 47 protocolos exclusivos, grupo no WhatsApp.
Speaker A
Se você quer a visão funcional real, sem simplificação para as massas, clique em seja membro, não é para curiosos, é para quem quer resultados.











