#19 Estudando a Revista Espírita – Ano I. Julho de 1858… — Transcript

Estudo da Revista Espírita de Allan Kardec sobre a inveja, com análise do espírito São Luís e reflexões para superar esse sentimento.

Key Takeaways

  • A inveja é um mal que causa sofrimento profundo e é difícil de reconhecer em si mesmo.
  • O desenvolvimento mediúnico requer paciência, disciplina e ética, como exemplificado pelo senhor D.
  • A caridade e a compreensão do evangelho são caminhos para superar a inveja.
  • A inveja pode levar a pensamentos destrutivos e conflitos internos graves.
  • Dialogar e refletir sobre sentimentos negativos ajuda no processo de cura espiritual.

Summary

  • Análise da dissertação moral sobre a inveja ditada pelo espírito São Luís a Allan Kardec em 1858.
  • Contextualização da mediunidade do senhor D, médium que recebeu a mensagem, e sua dúvida inicial sobre suas faculdades mediúnicas.
  • Descrição do sentimento de inveja como uma doença da alma que causa infelicidade e sofrimento interno.
  • São Luís utiliza metáforas fortes para ilustrar a devastação causada pela inveja, como uma serpente que consome o espírito.
  • Discussão sobre a dificuldade de admitir a inveja em si mesmo, tornando seu tratamento mais complexo.
  • Reflexão sobre o orgulho e a vaidade como vícios socialmente mais aceitos do que a inveja.
  • Importância da caridade sincera e do exercício da compreensão do evangelho para superar a inveja.
  • Interação com o público para compartilhar opiniões e estratégias para vencer o sentimento de inveja.
  • Apresentação dos convidados especialistas em psicologia e doutrina espírita para enriquecer o debate.
  • Campanha para apoiar a FEB TV e garantir a continuidade da produção de conteúdo espírita gratuito.

Full Transcript — Download SRT & Markdown

00:04
Speaker A
Estudando a Revista Espírita, um estudo sequencial da obra Revista Espírita de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria.
00:26
Speaker A
Muito boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a mais um programa Estudando a Revista Espírita pela FEB TV, Ana Maria Becker, que estará junto comigo aqui na condução. Boa noite, querida.
00:41
Speaker A
Nossos convidados de hoje temos a Dejane Medonça. A Dejane é psicóloga clínica, especialista em saúde mental, álcool e outras drogas. Trabalhadora da Fraternidade Espírita Peixotinho em Recife, mediadora de Grupo de Estudos da Obra de Joana de Angeles e palestrante espírita.
01:00
Speaker A
E também temos o Flávio Donizete Garb, coordenador e facilitador do ESD de estudos da série psicológica de Joana de Angeles e palestrante espírita.
01:12
Speaker A
Flávio também é trabalhador da Federação Espírita de Rondônia. Sejam bem-vindos todos. Boa noite, Marcelo. Boa noite, Nane, Flávio. Mais uma vez uma alegria a gente estar aqui todo mundo juntinho para você aí também que tá do outro lado da telinha, um abraço virtual à distância, mas cheio de carinho, né?
01:30
Speaker A
E então a gente vai começar lembrando da nossa campanha, né, pra gente lembrar de colaborar com a FEB TV. Essa campanha tem como objetivo a continuidade da produção de conteúdo nobre e gratuito sobre a doutrina espírita para você, para nós, em todos os momentos, para poder viabilizar esse e outros tantos programas, né, cheios de luz que vão ao ar.
01:51
Speaker A
Hoje nós daremos continuidade ao estudo da Revista Espírita Ano 1, julho de 1858. Número sete, é inveja. Uma nova descoberta fotográfica, considerações sobre a fotografia espontânea. Vai tá bem interessante.
02:04
Speaker A
E a gente quer saber de você aí para dar também uma dinâmica aqui no nosso programa para que você responda uma pergunta, participe, dê suas opiniões. O que fazer para superar o sentimento de inveja? Vamos deixar umas dicas aí, né, para todo mundo e a gente vai trazer as respostas aos pouquinhos.
02:24
Speaker A
Bom, temos temas muito interessantes hoje da Revista Espírita. Então, eu inicio com o tema, com o primeiro tema, inveja, né? E eu convido aqui a nossa querida Nani Mendonça, né, para essa primeira pergunta.
02:43
Speaker A
Nani, como Allan Kardec contextualizava a recepção da dissertação moral ditada pelo Espírito São Luís ao senhor, né, com pseudônimo de com o título A inveja?
02:51
Speaker A
Marcelo, companheiros, Ana, nosso irmão Flávio, né? Boa noite a todos, aos que estão aí já nos acompanhando e os companheiros que estão no backstage também. Boa noite. Que tenhamos um programa muito iluminado.
03:07
Speaker A
Então, o senhor Allan Kardec, ele vai contextualizar, né, ele vai explicar que São Luís, o espírito São Luís, havia prometido à sociedade uma dissertação sobre a inveja.
03:24
Speaker A
O senhor D, que estava desenvolvendo, né, a sua mediunidade, e ele ainda tinha certa dúvida, né, sobre as suas habilidades mediúnicas.
03:40
Speaker A
Ele não tinha dúvida sobre a doutrina. Eh, inclusive Kardec explica que ele era muito assim um adepto muito fervoroso.
03:58
Speaker A
Ele compreendia a essência da doutrina espírita, mas a dúvida dele era sobre a sua faculdade, não é? Então, evocou São Luís em seu nome particular, pedindo que dissipasse suas dúvidas, suas inquietações, escrevendo por intermédio essa dissertação sobre a inveja que houvera sido prometida à sociedade para o dia primeiro de junho. São Luís respondeu: "Sim, para te tranquilizar o farei." E Kardec ressalta que o senhor D se dirigiu ao espírito com um coração a São Luís, com um coração muito puro, muito sincero.
04:09
Speaker A
Ele não tinha segundas intenções. De fato, ele queria saber sobre seu desenvolvimento mediúnico.
04:21
Speaker A
Então essa, Kardec explica que essa é a condição que seria indispensável para toda boa comunicação.
04:45
Speaker A
Então não fazia uma prova, ele apenas estava duvidando de si mesmo. E então Deus, Kardec explica que Deus permitiu que fosse atendido para dar-lhe meios de tornar-se útil.
05:07
Speaker A
E acrescenta que hoje o senhor D é um, ele na época ele foi um dos médiuns mais completos. Nesse momento ele estava iniciando seus trabalhos e é muito natural que ele tenha dúvidas, né, sobre sua faculdade mediúnica,
05:20
Speaker A
tanto pela grande facilidade, ele era um excelente médium, pela grande facilidade, Kardec explica, né, de execução, quanto pela aptidão de serviço de intérprete a todos os espíritos, mesmo os de ordem mais elevada, qualidades que se devem buscar no médium,
05:28
Speaker A
que se adquirem com muita paciência, com disciplina, com vontade e uma postura ética no exercício, não é? Então, foi assim que se deu. Esse é o contexto.
05:43
Speaker A
Excelente, Nani. E olha só, Marcelo, o pessoal tá ligado no nosso trabalho de hoje, nosso estudo desde antes da gente começar. Já tem gente fazendo comentário aqui e acho que vale a pena a gente trazer alguns. Lê aí para nós, Marcelo.
06:02
Speaker A
Tá sem o microfone. Leio. Sim. A Bianca Perez nos traz aqui muito bonita a dissertação moral ditada pelo Espírito São Luís. A inveja é um mal que só causa infelicidade. A caridade sincera é o remédio para todo mal.
06:23
Speaker A
E a Avani também, antes do programa começar, falou que a inveja é uma mazela que causa sofrimento àquele que a possui. Devemos lutar para vencer esse mal em nós. Aos poucos, na compreensão do evangelho, vamos diluindo e a felicidade alheia não nos incomoda. Muito legal.
06:39
Speaker A
Tem mais um comentário antes de começar o programa. Olha aí.
06:55
Speaker A
Dê para nós, Marcelo. Eliane Lima nos fala aqui que a inveja é uma doença da alma. Boa noite, Brasília, Distrito Federal.
07:16
Speaker A
Muito bom. E tem uma resposta à nossa pergunta. Depois a gente vai trazendo outros comentários, mas eu vou só colocar aqui uma resposta que a gente perguntou. O que fazer para superar o sentimento de inveja? Você aí nos traz, nos traga as suas respostas, assim como o Beto fez. Ele disse que o que ele faz é ficando feliz pelo próximo por toda sua conquista. Muito legal. E Flávio, como São Luís desenvolve essa dissertação sobre a inveja?
07:36
Speaker A
Boa noite, Ana, Marcelo, de Genani. Muito feliz estar aqui com todos, pessoal que está nos assistindo esta noite, nossos amigos que se encontram nos bastidores.
07:46
Speaker A
Eh, São Luís, ele utiliza palavras assim bastante fortes, né, para falar sobre o sentimento da inveja, né? Então ele coloca no seu belo texto, figurativamente, um homem cuja infelicidade terrena chega ao seu ápice, né, no seu pior estágio. Por quê? Ele se encontra numa situação em que ele tem inveja do ouro, do luxo, de toda a felicidade aparente que as outras pessoas têm. E para ele, quando ele analisa, ele acha que ele não tem, né?
07:56
Speaker A
Isso causa, nos fala o autor espiritual, uma devastação na sua alma, né? Está constantemente consumida pelo orgulho, pela vaidade não satisfeita, né? E ele, então ele diz assim, é como se ele tivesse o tempo todo dentro de si uma serpente que se alimenta constantemente dos pensamentos maus e inocula nele ainda mais esse sentimento de insatisfação e de inveja em relação aos outros, né? E os pensamentos dele são de muito sofrimento, né? Então ele pensa assim: será que um dia eu vou ter essa felicidade que eu vejo todo mundo tendo, menos eu, né? Eu tenho direito a isso como todas as pessoas. Será que fui deserdado por Deus? Então, vive nessa situação desse conflito interno, né, nessa dor que ele fica remoendo sempre, tá?
08:13
Speaker A
Eh, e daí São Luís fala assim que ele chega até o ponto de pensar se ele não poderia, através da violência, aí tomar aqueles bens materiais que ele inveja e que ele só não faz isso porque isso iria expô-lo aos olhos de todos, né, demonstrando esse mal terrível que o devora, que é um dos grandes problemas da inveja. A inveja é um dos vícios mais difíceis de serem tratados, porque a gente tem dificuldade em admitir para nós mesmos que nós somos invejosos, né? Determinados vícios, determinados problemas, a gente acha até bonito ter, né? Fala assim: "Ó, eu sou muito orgulhoso, parece que ser orgulhoso é uma coisa ótima, né?" Mas ninguém admite que é invejoso, né? O que torna mais difícil de detectar e trabalhar essa questão, né? Daí o São Luís fala assim: "Se ele fizesse pelo menos um exercício, né, e de...
08:33
Speaker A
Boa noite, Ana Marcelo de Genani. Muito feliz estar aqui com todos, pessoal que está nos assistindo esta noite, nossos amigos que se encontram dos bastidores.
08:46
Speaker A
Eh, São Luís, ele utiliza palavras assim bastante fortes, né, para falar sobre o sentimento da inveja, né? Então ele coloca no seu belo texto eh figurativamente um homem cuja infelicidade terrena chega ao seu ápice, né, no seu pior estágio. Por quê? Ele se
09:13
Speaker A
encontra numa situação em que ele tem inveja do ouro, do luxo, de toda a felicidade aparente que as outras pessoas têm. E para ele, quando ele analisa, ele acha que ele não tem, né?
09:28
Speaker A
Isso causa, nos fala o autor espiritual, uma devastação na sua alma, né? Está constantemente consumida pelo orgulho, pela vaidade não satisfeita, né? E ele, então ele diz assim, é como se ele tivesse o tempo todo dentro de si uma serpente
09:54
Speaker A
que se alimenta eh constantemente dos pensamentos maus e inocula nele ainda mais eh eh mais esse sentimento de insatisfação e de inveja em relação aos outros, né? E os pensamentos dele são de muito sofrimento, né? Então ele pensa
10:14
Speaker A
assim, será que um dia eu vou ter essa felicidade que eu vejo todo mundo tendo, menos eu, né? Eu tenho direito a isso como todas as pessoas. Será que fui deserdado por Deus? Então, vive nessa situação desse conflito interno, né,
10:33
Speaker A
nessa dor que ele fica remoendo sempre, tá? Eh, e daí São Luís fala assim que ele ele chega até o ponto de pensar se ele não poderia através da violência aí tomar aqueles bens materiais que ele inveja e que ele só não faz isso porque
10:57
Speaker A
isso iria expô-lo aos olhos de todos, né, demonstrando esse mal terrível que o devora, que é um dos grandes problemas da inveja. A inveja é um dos doitos mais difíceis de serem eh tratados, porque a gente tem dificuldade em em admitir para
11:17
Speaker A
nós mesmos que nós somos invejosos, né? Determinados vícios, determinados eh problemas, a gente acha até bonito ter, né? Fala assim: "Ó, eu sou muito orgulhoso, parece que ser orgulhoso é uma coisa ótima, né?" Mas ninguém admite que é invejoso, né? o que torna mais
11:37
Speaker A
difícil de detectar e trabalhar essa questão, né? Daí o o São Luís fala assim: "Se ele fizesse pelo menos um exercício, né, e de ao invés de ficar olhando para quem ele acha que está acima dele, porque ele inveja as coisas
11:56
Speaker A
materiais, né? As coisas materiais elas são passageiras necessariamente, né? Mas se ele fizesse o exercício ao contrário, ele olhasse para baixo se ele viria quantas pessoas sofrem, né? E ainda, apesar de sofrer, continuam a bendizer a Deus, né? Daí ele diz assim que a
12:18
Speaker A
desgraça, se ela for bem aproveitada, né? Claro que não a desgraça pela desgraça, né? Eh, mas ela é o instrumento de que Deus se serve.
12:30
Speaker A
para fazer a a criatura eh sofredora avançar até ele, né, se sintonizar com a sua bondade, com a sua justiça.
12:43
Speaker A
Aí ele vai terminar esse texto dizendo assim, né, que fazer as obras da caridade, da submissão a vontade de Deus, né, são as únicas obras, né, os únicos atos que fazem com que a gente se aproxime dele, né, e que a gente alcance
13:02
Speaker A
uma felicidade e um verdadeiro tesouro na terra que vem da paz de espírito de fazer o bem, né? Então, essas obras no bem farão a a alegria e a felicidade eternas. E ele vai encerrar aqui com um pensamento bem forte. Ele diz assim que
13:21
Speaker A
a inveja é uma das mais tristes e feias misérias do nosso globo, né? E que a caridade e a constante ião da fé, um diaão todos esses males que, na verdade, vão desaparecer aos poucos. à medida que vão se multiplicando os homens de boa
13:43
Speaker A
vontade na no nosso planeta. Muito bem, Flávio. Eh, esclarecimentos maravilhosos, Flávio, né, e Dejane, sobre esse tema inveja.
13:57
Speaker A
Sim. Antes de nós passarmos, né, eh, pro próximo tema, temos aqui duas participações aqui que é muito, vale muito a pena a gente colocar aqui. Ana, lê pra gente esse que a gente vai colocar, por favor. Minha amiga,
14:13
Speaker A
é da Bianca, muito bonita, de a dissertação moral deada pelo Espírito São Luís. A inveja é um mal que só causa infelicidade. A caridade sincera é remédio para todo o mal.
14:27
Speaker A
É verdade. E temos aqui, E temos aqui da Avani, a Avani fala aqui: "A inveja é uma mazela que causa sofrimento àele que a possui.
14:37
Speaker A
Devemos lutar para vencer esse mal em nós. Aos poucos na compreensão do evangelho, vamos diluindo e a felicidade aleia não nos incomoda." Marcelo, eu acho que a gente gostou tanto desse que a gente leu duas vezes esses dois. É verdade.
14:56
Speaker A
E olha aqui. E temos aqui, ó. Isso. Lemos. Foi tão bom que a gente leu duas vezes, né? Olha aqui. Então, vou colocar mais uma para você, Lê, Ana.
15:05
Speaker A
Olha aqui, ó. Da da Claudine. A doutrina espírita me ensina que é cada um segundo suas obras.
15:13
Speaker A
Ou seja, Deus não privilegia ninguém. Por isso, não tem por invejar o outro e sim se esforçar para merecer. Isso mesmo, Claudine. Ótimo comentário.
15:25
Speaker A
Aqui, ó, o docetin né, penso que devemos olhar o esforço despendido por alguém que conquistou, né, alguma posição. Isso deve ser um caminho a seguir. Jamais invejar.
15:40
Speaker A
Queridos, vamos entrar aqui agora, né, num tema, uma descoberta fotográfica. E eu pergunto aqui a nossa querida Nani.
15:51
Speaker A
Nani, o que os jornais da época relataram sobre esse tema, né? Uma nova descoberta fotográfica. Você poderia trazer pra gente, por favor, minha amiga?
16:04
Speaker A
Eh, posso sim, Marcelo. Eh, Kardec, ele tem conhecimento através dos jornais, porque vários jornais da época noticiaram, né, esse fato, né, que na cidade de João, eles relatam jornais na cidade de João, eh, um caso envolvendo um senhor chamado Badê,
16:27
Speaker A
né, que houvera falecido alguns meses antes. O senor Bad ele enfrentou antes da desencarnação um período de enfermidade de 3 meses.
16:39
Speaker A
Quando as forças permitiam, quando ele estava se sentindo um pouco melhor, ele era, ele ia para a janela eh do primeiro andar, né, onde ele morava. Ele ficava lá postado na janela desse primeiro andar, com a cabeça constantemente
16:57
Speaker A
voltada para a rua para ver as pessoas passando, não é? Após a sua desencarnação, a vizinha que morava na casa da frente percebeu que na vidraça da janela, daquela janela onde o senhor Badê costumava ficar, havia uma imagem no
17:18
Speaker A
vidro, não é? Como que estampada, não é? Do senhor Badê, impressa, uma imagem impressa do senhor Badê. Ah, do mesmo jeitinho que ele ficava.
17:31
Speaker A
quando ele ia e ele ia lá pro primeiro andar, pra janela, entendeu? Mesmo jeitinho, com boné de algodão, o rosto emagrecido, não é? A vizinha, ela ficou muito espantada, muito emocionada, então ela chama os outros vizinhos, mas ela não chama só os vizinhos, mas
17:54
Speaker A
também pessoas que eram pessoas sérias que deram testemunho do que do que viram, né? e que confirmaram que era uma imagem do senhor Badê. Mas a família ficou muito chanhou muito, ficou muito assustada, né, com essa imagem, né,
18:12
Speaker A
impressa na janela e imediatamente a família ela fez desaparecer o vidro, não é, por medo, por ignorância, né?
18:25
Speaker A
Então ficou constatado, né, depois que a vidraça tomara impressão do rosto. E aí Kardec vai falar que eh a semelhança de um da guerre da guerreótipo, ou seja, o rosto ficou da guerreotipado.
18:47
Speaker A
E o que seria isso? Eu fui pesquisar. seria aquela primeira, aquele primeiro modelo de máquina fotográfica, só que não usava nem papel, nem filme, era uma placa de ferro. A imagem ela era gravada numa numa placa de ferro.
19:09
Speaker A
Então, Kardec explica que esse fenômeno ele se explicaria, se justificaria se houvesse outra janela outra janela oposta.
19:21
Speaker A
os raios solares chegassem ao doente, mas o quarto só tinha uma única janela, então não podia ser pelo o mecanismo do eh do da guerra eótipo, a palavrinha bem complicada de dizer. O jornal então encerrava dizendo ser essa verdade nua e
19:42
Speaker A
crua, deixando a explicação para os sábios. Isso aí, Nani, tem uma pergunta nesse sentido aqui da Bianca que ela perguntou antes de começar, né? Você já deu uma explicada em relação a isso, mas acho que vale a pena a gente ter mais
20:01
Speaker A
específico aqui para ela. Ela pergunta em relação ao senhor Badec, né, ou badê, sei lá como é que a gente fala isso, em francês, né, o perespírito condensado criou a imagem como uma ela diz que tá em dúvida.
20:16
Speaker A
É o que que a gente pode entender aqui? Perpírito, ele é matéria, uma matéria muito sutil, quinta essenciada, né, como explica o senhor Allan Kardec. Então, a gente tem aqui um fenômeno físico da física que diz respeito a as emanações do
20:39
Speaker A
perespírito, não é, com os raios solares refratados no vidro, não é? Então, acho que foi esse o fenômeno.
20:51
Speaker A
Eh, mais ou menos como a materialização. O que que você acha, Flávio? É bom. Ele vai falar um pouquinho mais disso logo em cima.
21:04
Speaker A
Mais adiante. Ele vai explicar. Não sei se a gente deve adiantar agora. Pelo que eu percebi, né? Na verdade não seria uma materialização, seria uma tipo uma impressão mesmo, mais uma impressão, uma impressão no vidro, né? Tanto que
21:20
Speaker A
depois da família vai e tira o vidro e acaba a impressão, né? como se fosse uma, por isso que Allan Kardec chama de fotografia né?
21:29
Speaker A
Isso. Mas porque tem a ver com certas emanações do perespírito associada aos raios solares, não é uma no sentido, não é uma gente entende assim, né? Mas essa é uma é como uma fotografia mesmo, né?
21:49
Speaker A
Não do jeito que a gente pensa hoje. Muito bom, muito bom. Eh, e acho que tal pessoas elas eh no texto possa dar a impressão de que eles viam um vulto ali, né, olhando pela janela. Isso.
22:01
Speaker A
Mas não era isso que eles estavam vendo. Não é isso, Denane? Eles estavam vendo alguma coisa que ficou impresso.
22:07
Speaker A
É, era um imprint. Um imprint. Isso que não era aparente, que de repente não se sabe por começou a ficar aparente.
22:16
Speaker A
Mas isso vai se desdobrar ainda. A gente fala ainda hoje, né? Vamos seguir adiante. E Marcelo, tem comentário aqui em relação à resposta nossa a resposta à nossa pergunta da Eliane, traz aí para nós, tá? Então a Eliane nos traz aqui, né, o
22:34
Speaker A
comentário dela. O primeiro passo é admitir que você está sentindo esse sentimento, né, que ela tá falando da inveja, né, esse sentimento sem julgamento.
22:46
Speaker A
Muito bom. Muito bom. Agora eu não tô conseguindo tirar ela daí. Eu acho que eu vou pedir para você, Marcelo. Ótimo. Flávio. Agora a próxima pergunta é para você. Como Kardec classificou esse artigo em um primeiro momento e o que aconteceu
23:06
Speaker A
depois? Bom, quando ele lê esse artigo, ele diz assim que ele o considerou sem valor, né? no artigo vulgar e não pensou, não pensou mais naquilo que ele falou. Deve ser alguma notícia eh sensacionalista, né? Uma notícia apócrifa que não não
23:27
Speaker A
deve ser dada importância. Mas aconteceu que alguns dias depois ele recebe uma correspondência de um dos seus de um dos participantes que era assim gozava de maior reputação dentro da sociedade parisiense de estudos espíritas, que era o Jobar, né?
23:46
Speaker A
Que só por curiosidade, Jobar ele vai aparecer na na obra o céu e inferno. Ali na parte dos exemplos ele aparece entre os espíritos felizes, né?
23:58
Speaker A
né? Então, já era um espírito que tinha uma determinada elevação e tinha também um estofo moral que as pessoas admiravam, né? Daí o Jobar manda um manda a mesma notícia que Kardec tinha lido, essa que a Dejenane nos passou
24:13
Speaker A
agora. E ele fala assim, olha que a notícia se tinha se passado na terra dele, que era Bruxelas, e envolvia um parente dele. Então ele tinha muito interesse de que isso fosse eh eh estudado com com mais profundidade,
24:33
Speaker A
né? E daí o que que ele pede? Ele pede assim que chamassem o Badê, invocassem o Badê na sociedade espírita para que ele pudesse dizer o que ele pensava a respeito do assunto.
24:48
Speaker A
Exatamente, né? E e o assunto, né, ele continua se desdobrando, né, Flávio e Nani, né? Aí, Kardec, na sua perspicácia, né? E aí eu pergunto aqui para nossa nossa amiga Dejan.
25:05
Speaker A
Então, houve uma conversa com o senhor Badê, né? Ou seja, né? Do que tratou essa conversa? Você poderia resumir por gentileza, né, o conteúdo desta conversa, me por favor?
25:19
Speaker A
Sim, o senor B, ele foi evocado, né, lá naquela reunião, né, que o Kardec fazia parte na na na sociedade e ele vem confirmar que realmente aquele fato era verdadeiro, que realmente tinha acontecido. Mas qual seria a explicação,
25:38
Speaker A
né? Ele diz: "Tratas-se de um fenômeno bastante simples". nas palavras dele aqui, um fenômeno bastante simples e semelhante a uma fotografia combinada com forças que ainda não descobristes.
25:52
Speaker A
Ele fala da atuação de agentes físicos que naquele contexto eram desconhecidos que mais tarde se tornarão comuns. E as pessoas da reunião pediram que com suas explicações ele se ele podia pressar o momento da descoberta.
26:13
Speaker A
Olha só. E ele respondeu que ele até que ele gostaria, mas que isso era, eu achei bem interessante a resposta, era tarefa de outros espíritos e do trabalho humano. Então, veja a postura ética aqui do senor Badê, né? indagado então se ele
26:33
Speaker A
poderia reproduzir aquele fenômeno pela segunda vez, ele disse que não fora ele quem o produzira. Ele não produziu com a sua vontade, mas foram as condições físicas daqueles dias que ele ia e ficava ali na janela, não é? que e essas
26:52
Speaker A
condições eh eram independentes. Então, sobre a a vontade e a finalidade do fato, o senhor Badele vai explicar, vai explicar que se produziu quando ele tava vivo e que havia um estado. E aqui é interessante para elucidar inclusive a
27:16
Speaker A
a questão que foi posta anteriormente, um estado particular da atmosfera, não é, que se revelou depois.
27:25
Speaker A
Então, que estado particular foi esse? É porque naquela hora que ele ia, o sol reverberava, batia no vidro, né? E aí as emanações do perespírito do senhor Badê associado aos raios solares, um fenômeno físico, eh, permitiu essa impressão.
27:47
Speaker A
Kardec explica aqui que se estabeleceu uma discussão entre os assistentes sobre as causas, né, desse fenômeno.
27:57
Speaker A
E aí o senhor Badê ele interveio e diz e diz assim: "E não levais em consideração a eletricidade e ao galvanoplastia que agem também sobre o perespírito.
28:14
Speaker A
fim questionado sobre como a imagem reproduzira os órgãos da visão, se os espíritos como como que eh ele foi questionado como que a imagem reproduzia os olhos, né, do senhor badê e se os espíritos não têm olhos.
28:36
Speaker A
E então o seu badê responde que o espírito, o perespírito, porque aquilo era uma impressão do perespírito, né? O perespírito ele tem olhos, boca, nariz, né? Essa é a aparência do perespírito, mas o espírito não é que não tem. OK?
28:58
Speaker A
Excelente, Nani. Excelente. Aí a gente tá diante de um fenômeno de efeito físico né de uma pessoa ainda encarnada, né? Olha que interessante. É muito interessante isso. E Ana, nós estamos sempre de certa forma irradiando nosso magnetismo, nossos fluidos, não é isso? Você imagina
29:20
Speaker A
que muitas vezes, rapidamente, eh, você consegue chegar num lugar e você consegue, por exemplo, com os seus pensamentos, com as suas vibrações, fazer inclusive que as plantas desse lugar melhorem.
29:37
Speaker A
E também você pode fazer o contrário, que as plantas desencarnem, que as plantas mchem com seus pensamentos, com suas irradiações.
29:47
Speaker A
E e entre nós também, né, Nani, como a gente consegue se influenciar e expandir essa energia perespiritual de forma a também mexer no psiquismo, né, no estado de espírito, no ânimo das pessoas, tanto pro bem, né, quanto para
30:08
Speaker A
a a situações nocivas. É muito legal essa parte. Marcelo, tem mais gente respondendo aqui para nós a pergunta a respeito da inveja. A Vani já tinha trazido uma resposta, ela trouxe outra para nós, tá? Ain faz aqui, devemos aceitar a
30:28
Speaker A
nossa existência na experiência que solicitamos ou merecemos. Devemos lutar orando para vencer essa má tendência, buscando o exemplo de Maria, mãe santíssima.
30:42
Speaker A
E isso. E a Miriam vem dizer que a inveja só encontra força nas portas íntimas que deixamos abertas pela invigilância. O tratamento está na oração, na humildade e na conduta reta.
30:55
Speaker A
Excelente mesmo, né? Tem mais uma aqui. O Aldo coloque, né? Humildade é a chave, né? Chave. Acho que ele deve tá falando referente à inveja, né? Isso para combater, né? E de Marcelo, eu não sei se eu posso fazer uma pequena
31:16
Speaker A
reflexão sobre esse tema. Eu tô vendo que esse tema tá bombando aí no chat, né? Isso. Mas eu vou pedir antes pro Marcelo tirar para mim. Não sei o que aconteceu aqui que eu não tô conseguindo não. Nós já tiramos já. Pronto,
31:29
Speaker A
já tirou. É, vai lá, Dani. Eu queria fazer uma pontuação aqui sobre a inveja.
31:35
Speaker A
A inveja é um sentimento, é uma um sentimento que amargura muito aquele que sente, mas é preciso dar conta que na base desse desse sentimento existe uma uma percepção de si mesmo de menos valia, uma autoestima muito baixa,
31:59
Speaker A
uma pessoa que não tenho assim Sim, um autoamor. Então, eh, o primeiro passo para superar esse sentimento é reconhecê-lo, é acolhê-lo.
32:16
Speaker A
Eu estou sentindo isso, isso está acontecendo comigo. Mas nós rejeitamos as emoções negativas nós costumamos rejeitar, inclusive porque muitas vezes a gente acha que eh essas emoções elas não cabem na nossa vida.
32:34
Speaker A
Mas elas estão assinalando uma dor, um aspecto que a gente precisa trabalhar. Então, se eu sinto muita raiva, a raiva ela é protetiva, ela tá apontando para alguma coisa.
32:49
Speaker A
Então, se eu sinto inveja antes de me julgar, acolher e dar conta, perguntar a mim mesmo, qual a base? O que é que tá sustentando isso?
33:00
Speaker A
Que vazio, que angústia é essa que eu trago? no meu coração que esse sentimento tá tomando conta de mim, não é? Essa essa pontuação que eu queria fazer sobre a inveja.
33:14
Speaker A
Excelente, Nani. E e a gente pode transcender a inveja aí pensando pelo lado da admiração, né? também eu admiro, então eu posso até querer também e e e me felicitar, né, pelo que o outro conquista, mas é importante isso tudo
33:35
Speaker A
que a Nani trouxe. Muito bom, Cláudio. Ainda em relação a essa conversa com o senhor Badê, Kardec vai comentar na observação que ele agrega aí que que ele o que que ele fala sobre isso nessa observação que ele vai agregar depois da
33:51
Speaker A
conversa. Bom Kardec ele já pensa no futuro, né? Então ele ele diz assim que não sabe se naquele momento qual era, como ocorria esse fenômeno, mas certamente como é um fenômeno natural, ele vai se repetir, né, até que se e e
34:16
Speaker A
vai conseguir ser estudado em algum momento. E até chegar esse momento, ele vai dar um nome neste para esse fenômeno, um nome provisório de fotografia espontânea, né? Daí assim, os textos de Kardec são uma delícia, né? Ele, mas um
34:33
Speaker A
dos aspectos mais legais de Allan Kardec, que eu acho assim, é o humor fino que ele tem também, né? E que ele coloca nos seus textos, né? Porque logo em seguida ele vai dizer assim, né, que todo mundo tava lamentando que o vidro
34:48
Speaker A
tinha sido destruído, né? Porque esse vidro, se ele não tivesse sido destruído, ele ia ser muito importante para facilitar pesquisas, né? para que que a a fotografia fosse observada adequadamente, quem sabe se chegasse até algumas explicações, né? Daí ele vai dizer
35:08
Speaker A
assim, que é esse ponto que eu vejo que ele usa um mur, né? Ele fala assim: "Talvez, né, os parentes tenham destruído porque eles viram aí algum tipo de arte do diabo, né? Lembrando que para o espiritismo o diabo não existe,
35:24
Speaker A
muito menos para Kardec, mas ele usa isso apenas como um comentário, né? Uma metá. Ele diz assim: "Mas em todo caso, podemos dizer que se o diabo está metido nisso, né, seguramente não foi por conta da produção da imagem, mas sim pela
35:43
Speaker A
destruição do vidro, porque o diabo é o inimigo do progresso, né? Então assim, se a fotografia foi produzida no vidro, não é a obra do mal, mas a destruição da fotografia tornava-se uma obra do mal por por dificultar as pesquisas que
36:03
Speaker A
levariam ao progresso. Feito. E ainda nesse tema na inveja, né? Eh, tanto que a a Dijane trouxe muito essa questão. As perguntas seguem aqui, viu, Ana, sobre que nós trouxemos ao público sobre a inveja.
36:21
Speaker A
Olha que comentário interessante aqui do Hugo Zanon. A inveja é muito linda, vista pelos olhos vendados ao amor.
36:35
Speaker A
Olha só. E tem essa aqui também. Se a gente enxergar ela como uma admiração adoecida, né?
36:43
Speaker A
Exatamente. Interessante o comentário, né? Olha aqui que que a Rosinei nos traz. A Rosinei nos diz: "Procuro sempre eliminar esse sentimento que causa tanto sofrimento, pois a paz de espírito é o remédio da cura". Muito bom.
36:59
Speaker A
Muito bom. Gente, antes de entrarmos no próximo assunto, vocês gostariam de comentar mais alguma coisa, fazer mais alguma pontuação sobre esse tema de Janira, né? O Flávio sobre o tema da inveja.
37:19
Speaker A
O tema da inveja rende um programa inteiro, né? Só ele. Exatamente. Por favor, se achar necessário, pode comentar.
37:30
Speaker A
Não é isso. Eu gostaria de ter feito aquela pontuação, porque as emoções negativas elas a gente tenta, a gente se desconecta delas, mas o caminho da superação é o contrário, é acolher, não é? E perguntar sem julgar-se o que é que esse
37:50
Speaker A
sentimento, essa emoção, ela tá trazendo sobre mim. O que é que fala sobre mim?
37:56
Speaker A
É, muitas vezes é um portal pro autoconhecimento. Aquilo, aquela sombra, como diz a benfeitora querida, eh, Joana de Angeles, ela fala que na sombra está o pior de nós, mas também está o melhor, não é? E aí lá na base mais fundo tem um
38:15
Speaker A
desejo de ser amado, um desejo de ser reconhecido, de ser acolhido. Obrigado. Obrigado, viu, pela contribuição tão bonita, viu, N?
38:28
Speaker A
Tá, queridos, temos um segundo desdobramento né? Sim. Ou seja, são as considerações sobre a fotografia espontânea. Tá aí eu pergunto, Nânia, aproveitando aqui a sua deixa, né, já pergunto para você novamente, meu amigo, eh, como que Kardec inicia essas considerações sobre
38:50
Speaker A
a fotografia espontânea? Eh, o senhor Allan Kardec, ele vai explicar que não é um fenômeno sobrenatural, que não é um milagre, mas pelo contrário, está dentro das leis naturais.
39:07
Speaker A
Eh, fazendo um paralelo, por exemplo, a a eletricidade ela sempre esteve, não é? Mas só depois foi descoberta, não é? Ela foi percebida.
39:22
Speaker A
Então a eletricidade ela sempre esteve ali, é natural. Mas se você há três, quatro séculos você acendesse uma lâmpada, aquelas pessoas por ignorarem, por não compreenderem, iam dizer que era um milagre, que era sobrenatural. E não é sobrenatural,
39:43
Speaker A
tudo está dentro das leis naturais. Essa é a reflexão que o senhor Allan Kardec ele vai fazer, não é? E ele faz aqui a seguinte pontuação. Ele lembra quantos fenômenos, como a gente tava dizendo, do mesmo gênero, em tempos de ignorância
40:01
Speaker A
devem ter feridas as imaginações por demais propensas ao maravilhoso. Mas é um efeito puramente físico, não é?
40:11
Speaker A
E ele fala também que é um efeito físico que já anuncia o passo da ciência da fotografia, não é? Também assim, eh, essa noção do do que é milagroso, o que é sobrenatural, fala muito daquilo que a gente não
40:30
Speaker A
conhece, né? Então, o espiritismo ele vem quebrar essa essas ilusões do milagre. Não é milagre, tudo está dentro das leis naturais. O que falta é uma compreensão eh de como o fenômeno que se chama milagroso se reconhece como milagroso ou
40:53
Speaker A
sobrenatural, como esse fenômeno ocorre dentro das leis naturais, mas tudo com o tempo, com o desenvolvimento da humanidade vai se compreendendo em tempos de inteligência artificial. Eu acho que a gente já dá para perceber, né, como as coisas são
41:14
Speaker A
extraordinárias né? Podem ser naturais, mas são fantásticas pra gente ainda. O maravilhoso do que é comum, né? Do que é da vida, né, Nani? Muito legal.
41:30
Speaker A
Que é natural. Isso que é natural, maravilhoso do natural. milagre do diário do que não precisa derrogar as leis da natureza, né? A gente precisa esses olhos.
41:42
Speaker A
E e também acho interessante, né, Nani, vocês estavam, você falou nem não foi nem nessa resposta agora, mas de como eles lamentaram o fato de não poder pesquisar, né, de como é importante fazer as verificações, as análises, né, não deixar as coisas no
42:00
Speaker A
ar sem esclarecimento. Acho muito bom, muito bonito isso. E o pessoal segue aqui dando suas opiniões. Marcelo, Aanê nos traz algo mais aqui sobre a inveja, que foi a nossa pergunta, tá? Tá nos fala aqui que Chico Xavier já
42:20
Speaker A
dizia que o sentimento mais temido por ele era inveja, pois a energia era nevasta.
42:29
Speaker A
Isso. E o Everardo colocou aqui que ele luta para superar a inveja através do trabalho no bem. servindo ao próximo e aos poucos acredita que vamos deixando para trás. É, a gente vai fazendo o que é possível, né, para tentar superar
42:48
Speaker A
aos pouquinhos as nossas limitações, sempre com acolhimento, como a Nani nos lembrou, né, Flávio, em relação a essa pergunta aí anterior, você quer trazer algum esclarecimento? Quer fazer alguma outra pontuação?
43:06
Speaker A
Não, acho que a Deenane foi precisa nas suas colas. Perfeito. E como segue a análise de Kardec falando do perespírito?
43:18
Speaker A
Bom, Kardec ele já coloca o perespírito como origem desse fenômeno da fotografia espontânea, embora ele deixe claro que ainda não se sabe como é que ocorre, né?
43:29
Speaker A
Um trabalho, um conhecimento que nos virá no futuro, né? Então ele nos lembra que o perespírito, ele é o laço semimaterial que une o corpo e o espírito, né? Está presente em toda a encarnação.
43:45
Speaker A
E quando há a morte do corpo em voltório grosseiro, o espírito parte, levando consigo o corpo perespiritual. Então, per espírito está conosco, espíritos imortais durante a existência física e o levamos conosco também para o mundo espiritual.
44:09
Speaker A
Esse envoltório semimaterial, perespírito, ele comumente ele não é visível aos olhos, a não ser dos médiuns, mas comumente ele não é visível para a a as pessoas em geral, né?
44:26
Speaker A
Mas em certas circunstâncias ele se condensa, né, eh utilizando-se de outros fluídos. Aqui a gente pensa nas sessões de materialização em que os médiuns de efeitos físicos doam ali o ectoplasma perespã manipula aquele ectoplasma, dá uma densidade maior ao corpo
44:49
Speaker A
perespiritual e ele se torna visível e até muitas vezes tangível. Quer dizer, a gente pode tocá-lo e percebê-lo, né? Eh, e a gente não pode esquecer assim que o perespírito, embora seja fluídico, o fluído é matéria também, né?
45:12
Speaker A
Então, o per espírito é é matéria e a matéria é passível de agir sobre a matéria, né? Daí ele fala assim, né? eh que a gente pode perceber essa ação do perespírito em diversos fenômenos magnéticos. fenômenos magnéticos que que
45:30
Speaker A
a gente tem, por exemplo, o passe, a cabine, né, de passe. Então, a transmissão de energias é feito per espírito doador, né, que recebe, por sua vez as doações também do mundo espiritual via perespírito, né, até que ela que que essa doação que é feita em
45:52
Speaker A
conjunto chegue ao perespírito daquele que naquele momento é o receptor, né? nas reuniões mediúnicas também a gente vai ver perespírito agindo sobre perespírito. Lembrando que, por exemplo, não existe incorporação, mas existe uma conexão entre o espírito desencarnado com o espírito encarnado através desse
46:16
Speaker A
corpo que ambos possuem, o perespírito, né? Eh, e daí ele fala assim, mas a gente tem que levar em consideração que o Badê disse que a impressão se deu quando ele estava vivo, né? Daí a gente pensa, né, o que que aconteceu para que
46:34
Speaker A
isso ocorresse, né? Aí a gente lembra que temos a informação que eram os últimos meses de vida, ele passava longo tempo na janela.
46:45
Speaker A
Certamente as energias que ele emanavam eram diferenciadas, talvez de sofrimento, talvez de medo, né? Talvez essa emanação constante desse sentimento, né, muito forte tem auxiliado também esse fenômeno, né? Porque aquilo que a gente sente também resulta emanações fluídicas
47:07
Speaker A
que são matéria também. Mas ele fala, ela fala assim, a gente não pode esquecer que o que que aconteceu?
47:14
Speaker A
A imagem foi produzida quando ele estava encarnado, permaneceu no local depois que ele morreu desencarnou né?
47:28
Speaker A
e por algum motivo fortuito, quer dizer, por alguma circunstância que a gente não consegue entender muito bem o que foi, mas que provavelmente tem algo a ver aí com questões atmosféricas, né, etc.
47:47
Speaker A
Então, por por algum agente desconhecido, ela então se torna aparente. Então, é bem curioso isso.
47:53
Speaker A
Então, ele produziu antes de de desencarnar, aquilo ficou ali no ambiente e depois de algum tempo, por algum motivo, aquilo se tornou. A gente pode até talvez pensar que não foi o acaso, né, mas a espiritualidade, aproveitando a
48:10
Speaker A
oportunidade para fazer com que as pessoas se voltassem para essa questão, né, percebessem mais a questão da da espiritualidade, né, fossem atraídas pelo fenômeno para pensar mais a respeito dele, né?
48:27
Speaker A
Eh, daí ele fala assim: "Mas isso por si só não é nada fora do comum, como a Genânia até nos colocou, né? Se a gente utilizasse, a gente não utiliza hoje, mas na época de Kardec era a câmera que
48:40
Speaker A
tinha, né? O dagerreótico, né? Então ele fala: "Olha, naquela época era possível fazer aparecer a imagem no dager reótico, colocava-se a placa de metal, colocava as substâncias para sensibilizá-la". fazia com que a luz entrasse ali pela objetiva da câmera e
49:01
Speaker A
produzia a imagem ficava ali na placa de metal. Algo parecido que aconteceu ali com a janela do badê, né? E e essas placas elas poderão ser utilizadas e reutilizadas inclusive, né? Então, eh, no caso, como se conhece a tecnologia,
49:21
Speaker A
pode se reproduzi-la quando a gente quer. Quando a gente, eh, dominar essa outra tecnologia, porque é uma tecnologia né para nós hoje é um fenômeno mediúnico, um fenômeno anímico, mas a partir do momento que a gente descobrir como
49:38
Speaker A
funciona, a gente começa a chamar de tecnologia, né? Eh, que mais, né? Então, eh, a gente, ele, ele diz assim também, né, que a gente pode imaginar que comparando essa câmera mais antiga, né, que o perespírito fez um fenômeno parecido, né, é que
50:02
Speaker A
lentamente, né, com o tempo que o babê ficou ali em frente à janela, sob o império de circunstâncias desconhecidas, físicas, químicas, questões de sentimento dealações né? Eh, exerceram uma verdadeira ação química sobre a substância vítria que análoga a questão da luz que acontece lá
50:26
Speaker A
no da guerreótico, né? Então, eh, e o fenômeno então encontraria essa esse esse agente, né? Agora o Kardec diz assim que resta, porém saber quais são os agentes e as circunstâncias, porque se a gente descobrir quais são os agentes e as
50:46
Speaker A
circunstâncias, a gente pode repetir esse fenômeno que deixa até de ser fenômeno, né? Porque a gente costuma chamar fenômeno aquilo que é difícil de ocorrer, né? E ele fala assim: "E o que provavelmente nós saberemos mais tarde, né? E essa será uma das conquistas
51:06
Speaker A
curiosas dos tempos modernos. Muito bem pontuado, né, Flávio? E Ana, temos algumas participações aqui. Lê pra gente, por favor, minha amiga.
51:20
Speaker A
A Mônica trouxe o fato de sermos espíritas não quer dizer que somos perfeitos. Exato, né? Entender que trabalho, humildade e caridade são trampolim para vencer essa má tendência da inveja.
51:35
Speaker A
Humildade ao caminho. Isso aí, Mica. E o Rafael aqui nos traz aqui, né, lá carta de Paulo aos Coríntios, né, como Paulo, o amor é paciente, o amor é bondoso, não inveja, não se via, não se orgulha, tudo sofre, tudo crê, tudo
51:54
Speaker A
espera, tudo suporta, né? Primeira carta aos Coríntios, capítulo 13. Muito bem. E temos aqui também, Ana, lê pra gente da Dulce, por favor.
52:07
Speaker A
Eh, a Dulce coloca aqui: "Somente conseguiremos transformar aquilo que tivermos consciência. Um, acolher e aceitar. Dois, trabalhar o porquê. Três, ela põe um ponto de interrogação, seria transformar.
52:20
Speaker A
Isso aí tá alinhado com a fala da Nani, né? Muito bom. Falando na Nani, eu já pergunto novamente paraa Nani agora também.
52:30
Speaker A
Nani, o que Kardec comenta após essa, né, proposição? Vai abrir aspas, né? Se é um fenômeno natural, dirão os que tudo negam. E por que a primeira vez se produz? Fecha aspas.
52:49
Speaker A
Eu gosto das respostas de Kardec, né? O bom senso, a lógica, né? Encarnada. Veja só, eh, e quem disse, tá aqui na resposta, e quem disse que era a primeira vez, não é? Então, Kardec vai vai responder criando uma comparação, um
53:08
Speaker A
paralelo com o da guerra eótipo, com as imagens da guerra eotipadas. Lembram que a gente explicou no começo que eh da guerra ótima era aquela primeira aquele aquela primeira máquina fotográfica, mas que não usava nem filme, ele usava uma espécie de chapa de cobre,
53:32
Speaker A
entendeu? Então, Kardec vai fazer uma comparação com as imagens da guerra, que só se fixaram depois de da guerre, embora são palavras dele, embora não tenha sido ele quem inventou a luz, nem foi da guerre quem inventou as placas de
53:54
Speaker A
cobre, nem a prata, nem os cloretos. O que que ele tá querendo dizer? é que os efeitos da câmara escura eram conhecidos. Se sabia que poderia criar aquele efeito, mas uma circunstância fortuita, não é? E aí, como nosso
54:13
Speaker A
querido Flávio explicou, a obra do acaso, que não é o acaso, a interferência, né, da espiritualidade, o gênio, como diz Kardec, né, eh, daquele que é o cientista, que tá intuído para trazer, abrir aquele campo da da ciência, da tecnologia, porque há
54:33
Speaker A
espíritos que reencarnam para abrir esses campos da ciência aqui no orbe aqui da Terra, entendeu? eles já vêm preparados para eh não só preparados no seu arcaboço intelectual, mas eh muitos eh assessorados por benfeitores eh da área da ciência, da tecnologia, da
55:01
Speaker A
filosofia, todas as áreas do domínio do saber para trazer ou das medicina, por exemplo. Vejam, meus irmãos, quantas quantas vacinas, quantos medicamentos extraordinários estão sendo eh divulgados, eh descobertos, né, produzidos hoje.
55:26
Speaker A
Agora há pouco tempo, eu até eu fiquei super emocionada, médicos oncologistas chorando num congresso e em que se eh de oncologia, em que se deu a notícia que há um medicamento que reduz em 60% a mortalidade no câncer, do câncer no
55:50
Speaker A
pâncreas. Esse medicamento ele já existia, já estava aí. Como é que como é que apareceu agora? Tudo para produzir esse medicamento, a tecnologia, a ciência, tudo foi desenvolvido a partir dessa evolução, dessa percepção do gênio, não é? que, ou seja, das
56:17
Speaker A
pessoas que estão estudando. Eu vou até eh tecer também uma reflexão sobre uma outra vacina extraordinária que está surgindo aí pela Universidade Federal de Minas Gerais.
56:31
Speaker A
os estudiosos, né, da Universidade Federal de Minas, a uma equipe que está já testando em humanos uma vacina que corta o efeito da cocaína e do craque no corpo. Minha gente, quando eu vi isso, eu chorei.
56:48
Speaker A
Que extraordinário. O extraordinário não sentido do impossível, mas que beleza, não é? Então, há muito ainda que a gente não sabe, gente. É isso que Kardec fala nessa resposta. Há muita ciência, há muita tecnologia, muito conhecimento.
57:07
Speaker A
E não é porque não se não se fez antes, não se repete que não não existe, entende? Então, muita coisa ainda vai chegar no momento certo, com o desenvolvimento certo, não é? Acho que aí explica um pouquinho essa essa
57:28
Speaker A
questão. Excelente, né? Perfeitos esses comentários muito muito importantes pro momento que a gente tá vivendo, né?
57:38
Speaker A
Conectados com Kardec e conectados e trazendo paraa nossa realidade, né? E Ana, quero trazer a lembrança as palavras do senhor Allan Kardec.
57:50
Speaker A
Se a ciência comprovar e evoluir de forma a contradizer algo que eu estou afirmando, ele diz: "Siga com a ciência".
58:03
Speaker A
Né? Isso, isso é fantástico, né? Gente, aqui nós temos eh mais comentários e respostas aqui a pergunta e mas eu vou trazer antes eh vamos eh essa última aqui da da Graziele pro Marcelo falar aqui para nós. A última
58:26
Speaker A
que eu quero dizer a mais recente, tá? Igual a Nane trouxe, né? Acredito que a inveja, que a inveja nasce da falta de alto amor. Pois se buscarmos realizar nossos sonhos, jamais vamos invejar o sonho dos outros. Só nossa
58:41
Speaker A
conquista traz a realização plena. Muito bem. E a a Vani nos diz que eh é por que é tão difícil vencer essas mazelas da inveja e dos ciúmes? Todo invejoso é ciumento? É realmente, é bem difícil. Eu vou trazer também duas perguntas do
58:59
Speaker A
público que são conectadas com o que a gente tá falando antes de passar a pergunta pro pro Flávio para os dois.
59:07
Speaker A
Vamos ver o que que vocês eh vocês podem um complementar, quem quiser responder, quem achar. Aqui são duas perguntas conectadas ao que eles estão falando aqui. Uma é do Silvio e ele fala que os fluidos emanados na gravação da imagem
59:22
Speaker A
antes da desencarnação podem ser também fluidos vitais. E a Graziele pergunta se não seria esse mesmo fenômeno que poderia ter impresso o rosto de Jesus.
59:37
Speaker A
Nani, o Flávio, o que que a gente pode dizer para ele? A gente pode dizer o que a gente acha, né, a respeito disso, né? Se tem fluido vital envolvido, acredito que pode ter sim, né? fluido vital é um dos elementos
59:57
Speaker A
que a gente sabe que ele propicia, né, a produção de efeitos físicos e o badê tava encarnado, então ele tinha bastante fluid vital, embora estivesse doente, né?
60:11
Speaker A
A questão da da do santo sudário, né? poderia ser um fenômeno parecido que produziu a imagem de Jesus. Pelos comentários que a gente vê dos estudiosos, foi uma espécie produzida por uma espécie de emanação, né? Pode ser um fenômeno parecido? Acredito que
60:31
Speaker A
sim, mas eu mesmo não tenho nenhum elemento dentro da doutrina espírita para afirmar isso.
60:39
Speaker A
Que eu conheça, tá? Muito fora. Dani quer fazer alguma pontuação? Não, acho que tem.
60:48
Speaker A
Isso mesmo. Acho que é uma hipótese possível dentro da lógica espírita, mas não tem como afirmar nada como um fato, né? A gente tá só fazendo conjecturas quando a gente começa a falar sobre esse tema assim, né? Então, Flá, Kardecta a
61:03
Speaker A
imagem do senhor Badê aqui no final, né? Como é que ele segue e conclui esse artigo? Eu vou só pegar um trechinho da parte anterior, né, que Kardec fala, porque ele vai falar, fazer uma referência a isso agora novamente, né? E Kardec fala
61:22
Speaker A
de uma correspondência, um caso que foi contado por um dos participantes da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas que eh a respeito de uma emanação solar, né, que provocou um incêndio, né? Então o participante ele fala assim que ele morava em Montrug,
61:41
Speaker A
acho que é França, era verão e o sol entrava pela janela e na mesa havia uma botelha, uma garrafa de vidro cheia d'água sobre uma esteira de palha e de repente essa esteira pegou fogo né?
62:01
Speaker A
Ele logo pensou, né? veio a luz do sol, passou ali pela pela garrafa, né, e de alguma forma potencializou, virou uma lente, alguma coisa e isso provocou o fogo ali na esteira de palha. O problema é que depois ele tentou inúmeras vezes
62:22
Speaker A
reproduzir esse fenômeno e nunca conseguiu, né? Daí Kardec fala assim que apesar do do fenômeno de convulsão desse tipo ser bem conhecido, né, é possível que esse incêndio a que ele se refere o rapaz eh tinha ocha ocorrido em
62:39
Speaker A
circunstâncias excepcionais naquele dia específico, né, da atmosfera, vapores, qualidade da própria água que se encontrava ali eh guardada na botelha, questões elétricas, né, e que essas não houvera ser repetido novamente dessa forma e não que ele não conseguiu repet,
63:03
Speaker A
né? Daí ele faz, vai se referir, né? Como o nosso colega da botha, né? Eh, muitas pessoas vão fazer muitos ensaios numerosos a respeito, tentando reproduzir uma fotografia instantânea, né, espontânea como essa do Babê. Eu até queria que Kardec estivesse certo, mas
63:27
Speaker A
hoje em dia parece que as pessoas não tão muito, infelizmente, ligadas a essa questão de explorar a ciência espírita, né? Talvez se estivesse mais focada já teriam até conseguido reproduzir esse fenômeno. Tantas têm sido a as a evolução da ciência, né? Mas
63:46
Speaker A
infelizmente ainda permanece extremamente materialista, né? Então, eh, ele fala: "Olha, vão tentar reproduzir essa esse experimento, né, mas não vão conseguir, a não ser que ocorra um acaso feliz ou que alguém que tenha, seja um homem de gênio, que seja
64:09
Speaker A
aqueles que reencarnam, que tem uma compreensão além do usual das outras pessoas, que ele consiga decifrar então essa questão, como a gente viu acontecer inúmeras vezes.
64:21
Speaker A
Einstein, Newton, né? Coisas que estavam ali aos olhos de todos, mas ninguém enxergava. Eles, porém, que eram homens de Gênesis, enxergaram eh enunciaram as leis e as suas e as suas aplicações, né?
64:38
Speaker A
Daí Kardec fala assim: "E nesse momento vamos fazer aquela pergunta clássica que para mim fazem pelo menos uma vez por ano, né? Se você é espírita, por que que os espíritos não te dão o número da mega cena, né? Por que que você não pergunta
64:53
Speaker A
para eles o número da mega cena, né? Então o Kardec fala assim: "Olha, alguém há de dizer assim, né? Por que que não pede aos espíritos a explicação desse fenômeno, né?" Eh, mas assim, o próprio espírito do badê disse que ele
65:13
Speaker A
não tinha essa resposta e que, aliás, isso deveria ser obra do esforço humano, né, em conjunto com os espíritos que tivessem conhecimento nessa área, né? E Kardec então faz uma uma um retorno, uma remissão à questão da escala espírita
65:34
Speaker A
que a gente encontra lá em O Livro dos Espíritos, nas questões 100 a 111, que ali a gente vai ver então a escala da evolução dos espíritos, passando ali pelas etapas ali da dos espíritos eh imperfeitos até chegar
65:52
Speaker A
lá à classe dos espíritos superiores, né, os espíritos puros, né? Daí ele fala assim que quando a gente analisa o badê, ele revela sim uma certa elevação, uma certa superioridade, mas é um engano a gente achar que todo
66:10
Speaker A
mundo que desencarna tem resposta para todas as coisas. É possível que quando a gente desencarnar, a gente tenha resposta para mais coisas do que a gente tem quando a gente tá encarnado, que a gente se aposta ali de muita coisa que estava
66:26
Speaker A
aprisionado providencialmente no inconsciente e que daí vai então nós vamos conseguir acessar do outro lado.
66:33
Speaker A
Mas ainda assim ninguém sabe tudo, né? muito difícil alguém ter a a a razão para todos isso, eh resposta para todas as coisas, né?
66:45
Speaker A
Além disso, dizem os espíritos, diz Kardec, né, que os bons espíritos eles não fazem pelo homem aquilo que é o serviço do homem. É necessário que a gente tenha iniciativa, que a gente alcance o conhecimento pelo mérito, tá? É claro que os espíritos vão
67:06
Speaker A
nos trazer muita coisa pela revelação, né? Por exemplo, em um livro dos espíritos, eles falam: "Olha, a reencarnação é pela lógica da lei divina e pela revelação, né? Quer dizer, nós é que estamos dizendo para vocês que tem
67:20
Speaker A
mesmo, né? Para que vocês possam depois explorar. Mas eh é necessário que haja o esforço para que o homem não se reduza a condição de uma máquina, porque a gente precisa se aperfeiçoar pelo trabalho, né? Daí Kardec vai dar um spoiler, né,
67:40
Speaker A
de uma mensagem que vai ter em uma das próximas edições aí da sessão inscrita.
67:45
Speaker A
Ele fala assim, olha, ele fala assim, olha, um dos espíritos, né, que que é um notável moralista e que em breve nós mostraremos uma conversa de além túmulo que nós tivemos com ele, falou assim: "Trabalhai e esforçai-vos, eis na
68:03
Speaker A
realidade o que vos falta". E Kardec vai encerrar dizendo assim, né? Eh, a essa máxima do espírito acrescenta-se outra da doutrina espírita. É a esses que os espíritos sérios vêm ajudar pelas ideias que sugerem ou por conselhos diretos e
68:21
Speaker A
não aos preguiçosos que querem se aproveitar sem fazer nada, nem aos ambiciosos que muitas vezes querem ter o mérito sobre alguma coisa sem ter tido nenhum esforço de alcançá-la.
68:38
Speaker A
Ajuda-te e o céu te ajudará. Muito bom. Queridos, chegamos ao final, mas antes vamos ler três perguntinhas aqui, né? Perdão, três comentários.
68:53
Speaker A
Eh, Ana, por favor, minha amiga, a Tani fala que ela tem uma medidade de efeito físico na arte espiritual e que ela passa o desdeitado e as imagens brotam.
69:04
Speaker A
Pode ser um fenômeno de efeito físico, realmente né? A Dulce aqui, né? transformar a cada dia uma reflexão sugerida o ato, né, de Santo Agostinho, questão 919, do livro dos espíritos. E para finalizar aqui, por favor, Ana, a Uni fala da inveja, que é um
69:28
Speaker A
sentimento que nasce silencioso e vai nos corroendo vagarosa e progressivamente. Devemos refletir e ter autoconhecimento para identificar os sentimentos. Então, perceber se está instalando em nós. Exatamente.
69:45
Speaker A
Joia, queridos. Muito obrigados. E no próximo encontro, né, nós daremos continuidade ao estudo dos temas apresentados por Kardecista Espírita Ano 1, de juro de 1858 de número 7, com os temas Conversas Familiares de Helen Túmulo, O tambor de Berecina e Espíritos
70:07
Speaker A
Impostores, o falso padre Ambrósio. E a gente vai encerrando por aqui com o coração quentinho, né? Cheio de gratidão. Gratidão a você que tá nos acompanhando até agora. Gratidão, Nani, Flávio Marcelo a todos todos da área de estudo do
70:29
Speaker A
Espiritismo, da equipe da área de estudo espiritismo, da FEB TV, todo mundo que permite que a gente esteja no ar, né, todo esse tempo e desejando que os bons amigos espirituais possam nos amparar, nos orientar, nos inspirar para as boas
70:46
Speaker A
ações, para que a gente busque, né, o auxílio, busque se melhorar. e para e muita força e muita luz para todos nós agora e sempre, né, pessoal? Até o próximo estudo.
71:07
Speaker A
Estudando a revista espírita, um estudo sequencial da obra revista espírita de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria.
71:31
Speaker A
Há lugares onde o corpo não alcança, mas a mensagem chega. Há dores silenciosas que uma palavra pode iluminar.
71:40
Speaker A
Há corações distantes que a comunicação aproxima. A FEB TV existe para isso, para levar o evangelho do Cristo além das paredes, além das distâncias, além do tempo.
71:54
Speaker A
Chega lares, hospitais, centros espíritas e momentos de silêncio interior. Cada programa, cada transmissão e cada conteúdo produzido carregam compromisso de ser fonte segura, fiel e responsável pela mensagem espírita em um mundo que clama por sentido. Nada disso é possível sem você.
72:15
Speaker A
Ao doar para Feb TV, você se torna parte ativa dessa corrente. Você ajuda a manter os canais no ar, a produzir novos conteúdos e a garantir que a mensagem do Cristo continue alcançando você e a todos que precisam. Este ano queremos ir
72:31
Speaker A
mais longe, alcançar mais pessoas, acolher mais histórias, semear mais esperança. Onde a mensagem chega, o bem acontece e ela só chega porque você faz parte. Doe, apoie, caminhe conosco.
72:48
Speaker A
Acesse doe.com.febtv.com.br. brb
Topics:Revista EspíritaAllan KardecinvejaespiritismoSão Luísmediunidadedoutrina espíritacaridadesaúde mentalFEB TV

Frequently Asked Questions

Quem ditou a dissertação moral sobre a inveja estudada no vídeo?

A dissertação moral sobre a inveja foi ditada pelo espírito São Luís ao médium conhecido como senhor D, conforme explicado por Allan Kardec.

Qual é a dificuldade principal em lidar com o sentimento de inveja segundo o vídeo?

A principal dificuldade é admitir para si mesmo que se é invejoso, pois a inveja é um vício que as pessoas tendem a esconder, dificultando seu reconhecimento e tratamento.

Quais são as recomendações para superar a inveja apresentadas no programa?

O programa recomenda a prática da caridade sincera, o estudo e a compreensão do evangelho, além do exercício da reflexão e do autoconhecimento para superar a inveja.

Get More with the Söz AI App

Transcribe recordings, audio files, and YouTube videos — with AI summaries, speaker detection, and unlimited transcriptions.

Or transcribe another YouTube video here →