#20 Estudando a Revista Espírita – Ano I. Julho de 1858… — Transcript

Estudo detalhado da Revista Espírita de Allan Kardec, edição julho de 1858, focando nas Conversas Familiares de Além-Túmulo e fenômenos mediúnicos.

Key Takeaways

  • O estudo da Revista Espírita é fundamental para compreender a origem e o desenvolvimento do espiritismo.
  • Fenômenos como o tambor de Berezina evidenciam a comunicação entre os mundos espiritual e material.
  • A tiptologia e a psicografia são métodos importantes para validar as comunicações mediúnicas.
  • A evolução do espiritismo deslocou o foco dos fenômenos físicos para a espiritualização do ser humano.
  • A identificação de manifestações verdadeiras e falsas é essencial para a integridade do movimento espírita.

Summary

  • Análise sequencial da Revista Espírita, edição nº 7, julho de 1858, com foco nas Conversas Familiares de Além-Túmulo.
  • Discussão sobre o fenômeno do tambor de Berezina, um espírito que se manifestava por pancadas e movimentos de mesa.
  • Contextualização histórica e mediúnica feita por Allan Kardec sobre as manifestações espirituais naquela época.
  • Explicação sobre a tiptologia alfabética usada para comunicação com o espírito Selima.
  • Relatos sobre os tipos de batidas e movimentos da mesa, incluindo sons de batalhas e ritmos militares.
  • Importância da psicografia para confirmação das informações recebidas do espírito.
  • Debate sobre a curiosidade e evolução do estudo dos fenômenos das mesas girantes dentro do espiritismo.
  • Participação de especialistas e dirigentes espíritas para aprofundar o entendimento dos fenômenos.
  • Discussão sobre a espiritualização do ser humano e a fase atual do movimento espírita em contraste com os fenômenos iniciais.
  • Reflexões sobre a identificação do verdadeiro e falso nas manifestações mediúnicas e os perigos da mistificação.

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00:03
Speaker A
[música] Estudando a Revista Espírita, um estudo sequencial da obra Revista Espírita de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir [música] esperança, conhecimento e alegria.
00:18
Speaker A
[música] Boa noite a todos. Boa noite a todas. Encontro de Estudando a Revista Espírita. Olha que número bacana.
00:33
Speaker A
[limpando a garganta] Boa noite, querido Carlos Campete. É uma alegria mais uma vez estarmos aqui nessa bancada virtual desse estudo. Noite essa que recebemos aqui o Nordeste.
00:45
Speaker A
Vamos nesse estudo extremamente democrático e nacional. Eu vou dando boas noites para ela, nossa querida Cátia Marabuco, que é vice-presidente da AMC Associação Médico Espírita Brasil, presidente do Conselho de Curadores da Fundação Espírita Maria de Nazaré, diretamente de Teresina, Piauí. Querida,
01:05
Speaker A
seja muito bem-vinda. E meu querido conterrâneo, amigo de muitas lutas aqui dentro do movimento espírita na Paraíba, Kelpis Vasconcelos, que é vice-presidente da Abraham, juiz de direito do Tribunal de Justiça da Paraíba, palestrante espírita e articulista desse nosso querido
01:24
Speaker A
movimento. Seja boa noite, querido. Boa noite. Seja muito bem-vindo. Muito bem-vindos. Saudações fraternas a você que acompanha esse Estudando a Revista Espírita. Satisfação imensa, Natália, estarmos dividindo aqui a responsabilidade da condução.
01:39
Speaker A
Bem-vindos, Kátia Kop. E vamos lembrar a você que acompanha os nossos estudos, as nossas atividades da FEP TV, que a FEP TV não vende assinaturas, ela fez opção por colocar a programação toda gratuitamente à disposição de todos.
02:01
Speaker A
Então a gente pede se você quiser colaborar, tiver disponibilidade, né, colabora com a FEP TV. É uma campanha essa que tem o objetivo de dar continuidade à produção de conteúdos nobres e gratuitos sobre a doutrina espírita para você vê-los a todo
02:19
Speaker A
momento. Hoje nós daremos continuidade ao estudo então da Revista Espírita, ano 1, julho de 1858, número 7, conversas familiares de Além Túmulo. Vamos ver também sobre o tambor de Belezina, espíritos impostores, o falso padre Ambrósio.
02:40
Speaker A
E vamos a uma perguntinha para você. Você tem curiosidade sobre os fenômenos das mesas girantes?
02:50
Speaker A
Por quê? Coloca aí no chat que a gente vai apresentando aqui durante o período que a gente vai conversando com os nossos entrevistados.
02:59
Speaker A
É isso mesmo. Até porque a sua interação faz parte também do nosso estudo que ele acontece desse lado, do lado daí para que a gente complemente extremamente a nossa conversa. Lembrando que como aqui é um estudo sistemático, né, Carlos, a
03:11
Speaker A
gente tem algumas observações porque alguns conteúdos são pouco reorganizados para a didática desse encontro acontecer. Então eu vou lembrando para vocês que estão acompanhando conosco de forma bem rigorosa que o assunto do espírito batedor de vamos ao nosso teste
03:25
Speaker A
de línguas de Bergizar bem. Foi tratado no nosso encontro de número 14. Se você de repente não estava ou não lembrou, volta aqui na nossa playlist, você vai encontrar no número 14 esse item. E hoje nós vamos iniciar o nosso
03:39
Speaker A
estudo pelas conversas familiares de Além Túmulo, o Tabor, o tambor de Bina. Kelps, vamos aqui começando o nosso estudo, justamente tratando do tema para a gente entender como a Allan Kardec contextualiza essa conversa justamente referente ao tambor de Berezina.
03:59
Speaker A
Muito bem, boa noite, Natália. Boa noite, Carlos Campete. Boa noite, Cátia Marabuco, a todos que estão nos ouvindo e que irão nos assistir, né, porque esse vídeo certamente ficará disponível no YouTube, né? Eh, uma satisfação mais uma
04:14
Speaker A
vez estar aqui participando desse estudo da Revista Espírita, né, nesse capítulo, vamos dizer assim, nesse artigo dessa Revista Espírita de julho de 1858. Kardec vai trazer a informação da existência de uma reunião, alguns participantes, né, uma reunião que
04:39
Speaker A
sucedeu em várias sessões, né, para observarem, para constatarem determinadas manifestações que fossem ocorrer. E em uma delas, Kardec fala que um espírito se manifestou com pancadas, pancadas que não eram com o pé da mesa, que era de costume naquele
05:01
Speaker A
momento, né, do estudo ainda inicial da doutrina espírita. Não era com o pé da mesa batendo no chão, mas a batida era no próprio interior da madeira da mesa, né? E aí houve uma troca de perguntas e
05:22
Speaker A
respostas, de maneira que as respostas não deixavam mais dúvidas e ali estava realmente uma inteligência, estava ali uma inteligência oculta, né, que as comunicações se deram inicialmente por meio da tiptologia, né, as pancadas, né, a tiptologia alfabética, né, uma a letra
05:42
Speaker A
A, um toque, letra B, dois toques e assim sucessivamente e também pelas respostas sim ou não, né? E curiosamente esse espírito que estava ali se manifestando, ele às vezes simplesmente fazia batidas como se fosse um tambor nessa
06:04
Speaker A
mesa, né? Aí tocava uma marcha, um ritmo de uma música, sons de batalhas, batidas como se fosse de um sapateiro, um tanoeiro, enfim. E aí também se desenvolveu um movimento dessa mesa, né? Movimento de translação dessa
06:23
Speaker A
mesa lá, sem nenhum contato de qualquer pessoa naquele momento que estavam todas afastadas dessa mesa, né? Também foi colocada uma saladeira, Kardec relata, foi colocada uma saladeira em cima dessa mesa e ela se deslocou em linha reta sobre o tampo dessa mesa, né? Também
06:45
Speaker A
houve batidas em outros móveis daquele quarto em que eles estavam, né? E sempre com batidas com toques de tambor típicos do exército, né, naquela época, aqueles tambores que batiam para chamar os soldados e tal, né? E indagado, esse
07:05
Speaker A
espírito se identificou com o nome de Selima, né? Em português, Selima, como está nas traduções, Selimar, talvez no francês, né? Ele afirmou que nasceu, que havia nascido em Paris e que já havia desencarnado há 45 anos naquele momento,
07:22
Speaker A
né? Eh, e ele informa que teria sido tocador de tambor, né, esse espírito, né? Kardec também relata que dentre aqueles assistentes, daquelas pessoas que estavam ali presentes, havia um médium psicógrafo, não, médium escrevente, né, muito bom, né, e que
07:42
Speaker A
pela psicografia, aquelas informações que foram obtidas por meio da tiptologia foram confirmadas: o nome, o local de nascimento, né, o tempo em que ele desencarnou, não é? E aí em seguida foram feitas inúmeras perguntas que nós
07:59
Speaker A
vamos ver aqui, né, o conteúdo desse diálogo que foi travado entre Kardec e esse espírito. Esse é mais ou menos o contexto que Kardec apresenta esse diálogo.
08:12
Speaker A
Muito bom. Excelente. Kelps. Eh, Natália, vamos colocar aqui, lê para nós aqui o que a Rosângela colocou.
08:21
Speaker A
As interações que já estão nesse momento aqui da Rosângela colocando no tambor de Belezina. Vemos que mesmo na evocação de espíritos muito simples, Kardec está em informações valiosas para estudos, como a maneira pela qual o espírito percebia o ambiente ao seu redor. Exatamente,
08:40
Speaker A
querida. Ele devota assim: "E sua afinidade por determinados médiuns." Uhum. Muito bem. E nós fizemos a perguntinha, não é? Aqui a nossa pergunta. É, se você teve curiosidade, né, uma vez sobre a questão das mesas girantes, nós temos aqui uma
08:55
Speaker A
resposta que é da Enive, Enivitins, né? Eh, não tem o não, pois nos estudos isso já foi bem explorado. E olha essa aqui, o Everaldo colocando. Boa noite, irmãos.
09:10
Speaker A
Tive curiosidade quando cheguei na doutrina. Hoje, após ter conhecimento, vi que essa fase já passou. Estamos agora na fase da espiritualização do ser humano, mas normalmente quando a gente está bem no início, né, Carlos Kelps, [limpando a garganta]
09:25
Speaker A
há muita curiosidade sobre, né? Isto. E aí tem mais um que a gente vai ler da Avani. Sim, porque nos dá a oportunidade de viver o fenômeno que Kardec presenciou, apesar de não mais precisar do fenômeno
09:45
Speaker A
para acreditar na existência dos espíritos e na comunicação entre os dois mundos. Daqui a pouco a gente traz mais, já tem várias respostas, não é? Mas vamos agora perguntar a Kátia, por gentileza, Cátia.
09:57
Speaker A
Eh, o que informou que são várias perguntas, né, que foram feitas e a gente pede a você que de 1 a 17 nessa conversa tratam da contextualização de quem é o espírito batedor. Você poderia resumir esse trecho de 1 a 17, por...
10:13
Speaker A
favor, dessas perguntas? Olá, meus amigos. Boa noite a todos. Prazer enorme estar aqui, inclusive com os internautas.
10:23
Speaker A
Antes de ir para essas perguntas, eu gostaria só de acrescentar que o Silimar é um espírito que era parisiense. E esse tema, meus amigos, foi muito importante o estudo porque ele era, além dele ser bem humorado, não era
10:41
Speaker A
um espírito que aparentemente ele colaborava muito, não é? Porque ele mais adiante ele vai falar que o espírito familiar da sociedade, que era o espírito verdade, era que o conduzia, que que o intimava a ajudar. Mas o mais
11:00
Speaker A
interessante disso aqui, meus amigos, é que essa batalha, ela é muito importante. Kardec chama atenção nessa batalha, que é a batalha de Bina, que é uma batalha que marcou, foi um marco muito grande, uma derrota de Napoleão, porque o Gran Armê, a Gran Armê, né, que
11:20
Speaker A
era uma o Napoleão, ele queria tomar a Rússia. E eu em 2017, meus amigos, eu estive em Moscou, em São Petersburgo e conversando com amigos russos, eles contam que nesse momento que é a grande armada de Napoleão, esteve lá, o quanto
11:39
Speaker A
que eles têm muitos tesouros, o quanto eles escondiam e enterravam na neve, né? E o e esse espírito ele conta que ele morreu na neve, não é? Ele morreu de frio e nanição. Então o exército de Napoleão, ele morreu de frio e foi
11:57
Speaker A
dramática essa passagem porque eles atravessam o rio que hoje é a Bielorrússia e de uma forma assim terrível, Napoleão deixa para trás uma quantidade enorme, 25.000 combatentes e 30.000 não combatentes. Então foi algo assim terrível. ele acabou ultrapassando
12:21
Speaker A
aqueles aquo, que eram três grandes generais. E o espírito batedor, ele nos conta que era tocador de tambor, não é? E uma coisa que chama atenção é exatamente isso, porque é o mesmo fenômeno, meus amigos, que nós vemos no posto gasta
12:43
Speaker A
aqui entre nós. Uma vez nós tivemos um evento médico espírita que trouxemos um caso de poltegasta. Então, mesmo quando nós vamos no livro dos espíritos, Kardec nos explica que é através exatamente dessas propriedades do perespírito que esses fatos todos acontecem. Então,
13:04
Speaker A
quando se estuda fenômeno ptegasto, é o que acontece acontece com esse espírito batedor, não é? que bem explicou o Kelps através de pancadas, cuja finalidade é chamar atenção, chamar a atenção das pessoas para, especialmente aqueles que não creem, para que creem, possam crer
13:26
Speaker A
no mundo espiritual e o espírito de verdade o o obriga a também fazer o bem, não é? Então isso é muito interessante porque nos mostra esse essa escala espírita dos espíritos imperfeitos e o que esse tipo de espírito, que é o
13:46
Speaker A
espírito que chama atenção, ele é capaz de fazer. E outra coisa interessante também, meus amigos, é a qualidade do médium em especial, porque também no fenômeno ptegastra não acontece com todas as pessoas. É necessário uma qualidade característica dessa
14:03
Speaker A
exteriorização da sensibilidade para que aquele médium possa doar ectoplasma, energia e aquele espírito possa se utilizar.
14:16
Speaker A
Perfeito, Ctia. Eh, K, quer comentar alguma coisa? Não. Eh, eh, Natália, eu acho que a a Tranquilo, que eu de em relação às questões foi perfeito.
14:32
Speaker A
Li o sinal errado, amigo. Travou aqui. Eu li o sinal errado, mas Carlos não li errado porque eu vi que tem interação sobre o item 16 aqui que a Lorena tem colocado aqui no momento 40, né?
14:44
Speaker A
Exato. Ela tá aqui colocando que a resposta a questão 16, já que ela fez uma síntese dessas perguntas, desse diálogo que é justamente sobre o tambor de Belezina, demonstra que o espírito ignora a possibilidade de manifestação mediúnica de espírito encarnado, de espíritos
15:02
Speaker A
encarnados. Uhum. Certo, Loriana? Participação registrada. E aí a gente vai seguindo dentro desse estudo nesse momento, porque nós passamos a partir de agora paraa pergunta 18. Lembrando, você tá chegando a primeira vez, sempre esse diálogo com os espíritos são perguntas e respostas.
15:20
Speaker A
Então, a partir daqui, nós vamos saber se o espírito veio por ele mesmo, que objetivo tinha e volta a tratar da situação do próprio espírito. Então, Kelps, por favor, nos ajude a entender que contexto é esse que é colocado.
15:36
Speaker A
Exatamente. Natália Kardec pergunta, né, a esse espírito se ele foi ali, se ele foi eh compareceu aquela reunião por vontade própria. Ele disse que sim, foi pela sua própria vontade, mas que há um espírito a quem denominam de verdade
15:55
Speaker A
que eh poderia forçá-lo também a ir, né? Interessante que Kardec faz um comentário no sentido de que eh o médium psicógrafo, ele sequer conhecia a figura desse espírito familiar eh da casa eh que identificado como verdade, né? que
16:15
Speaker A
dá ainda um pouco mais de credibilidade, né, aquela informação, aquela mensagem da entidade. Bom, e aí eh a entidade afirma que queria muito ir. E ao ser indagado da razão dele querer ir, né, conversar ali, ele disse que justamente
16:34
Speaker A
é porque ele queria conversar com eles, né, mas havia algo que o impedia de fazê-lo. Aí Kardec pergunta, né, o porquê, qual era esse impedimento? E aí ele diz que não sabia o que é que o impedia. Ele disse que era alguma coisa
16:52
Speaker A
que ele não compreendia, né? um espírito ainda eh eh não muito elevado, né? Não vamos dizer que seja um espírito ainda primitivo, nem um espírito inferior, mas é um espírito ainda com ignorante a respeito de muitas coisas, né? E certamente com
17:09
Speaker A
comprometimentos de ordem moral que me impediam de conhecer as causas de as limitações dele próprio ali naquela circunstância.
17:19
Speaker A
H, e aí ele diz que também foi forçado por um espírito familiar da casa, que era exatamente o espírito verdade, a que o convidou a tornar-se mais útil aquelas pessoas que pediram a ele para pedirse a ele para responder as indagações, né? E
17:37
Speaker A
aí Kardec pergunta se esse espírito era muito poderoso, já que ele podia comandar os espíritos.
17:44
Speaker A
[roncando] E a resposta desse batedor, né, o celimar, é que eh mais do que imaginas, mais do que imaginais, mas ele só emprega esse poder para o bem, né? Então o espírito de verdade, ele emprega o poder que ele tem para o bem. E aí
18:02
Speaker A
foram, eita, foram se sucedendo as perguntas, né? E aí o espírito saiu respondendo que ele não lamentava a vida. que preferia a vida do espírito, a vida do corpo, também disse que eh estava bem melhor lá no plano espiritual
18:22
Speaker A
do que na Terra, que na Terra era um verdadeiro purgatório, né? E que quando ele estava no corpo, ele desejava sempre a morte. Ele sempre desejou a morte quando estava no corpo, né? Então vem se ver que não era um espírito elevado, né?
18:38
Speaker A
né? Então o indagado também se ele sofria na nova situação em que ele se encontrava, ele disse que não, mas que também não era feliz e indagado se ficaria satisfeito se tivesse uma nova existência corporal. Ele disse que sim,
18:51
Speaker A
né? Porque ele sabe que deve se elevar, mas também não sabe o porquê, né? Eh, e também não sabia se ele iria reencarnar logo, né? Então assim, ele saiu dando informações a respeito do que ele sabia, né, dentro dos limites de conhecimento
19:10
Speaker A
dele, mas a verdade é que ele era um espírito que estava ali com o propósito mesmo de colaborar, né, sendo meio que induzido pelo espírito de verdade a responder e trazer esclarecimentos a esse respeito, né, que com certeza são
19:24
Speaker A
bastante eh significativas as respostas. Muito bom. Vamos ver aqui mais algumas respostas à nossa pergunta.
19:35
Speaker A
Eh Natália Carum, que é o nome de uma macenaria, esse arroba tá justamente dizendo que se tem curiosidade sobre o fenômeno da mesa girantes, tá dizendo aqui tem muita curiosidade com esse fenômeno das mesas girantes, pois fico imaginando como foi
19:51
Speaker A
vivenciar o movimento das mesas enormes. Hoje em dia não vemos isso em lugar nenhum. Teria sido incrível.
20:00
Speaker A
E o Beto coloca para nós assim: "O espírito está onde estava o seu coração.
20:08
Speaker A
Que verdadeir que que verdade isso? Continuidade da vida após a vida. Mais uma aqui, mas salgado coloca assim: "O interessante é saber como funcionava o processo, se era só um espírito ou vários. Pelas leituras seriam vários espíritos que executavam. É, eu eu tinha
20:29
Speaker A
essa mesma curiosidade quando comecei esse estudo. Uhum. E vou ler mais uma resposta do Beto Soares. Sim, pois acredito que foi a faísca que deu a luz para Allan Kardec. Muito bem. Foi o fenômeno realmente não é que chamou atenção do
20:46
Speaker A
codificador e ele foi a cata, foi a busca, né? Foi pesquisar. Muito bem, Ktia. A partir da pergunta 28, ali trata de como o espírito vê o mundo espiritual e o dos encarnados, como produz os ruídos, por a preferência de
21:06
Speaker A
ceto médio. Pedimos a gentileza você comentar esse trecho de tá de 28 até 42 por aí, certo?
21:15
Speaker A
Bom, em primeiro lugar, eu quero só comentar algum uma coisa que o que o Kelps falou, por exemplo, a gente sempre analisa que isso é muito importante, meus amigos, inclusive os amigos internautas, porque quem frequenta reunião mediúnica, Kardec nos orienta
21:31
Speaker A
que muitas vezes as pessoas ainda acreditam até hoje que os espíritos têm toda a verdade. E quando, na verdade, nós precisamos analisar é o contexto de cada espírito, a sua evolução, o seu conhecimento, a linguagem que ele utiliza e é isso que Kardec nos ensina.
21:50
Speaker A
Então, por exemplo, esse esse o Silimar, ele era um soldado. E em sendo soldado no exército de de Napoleão e especialmente na Rússia, eles sofreram muito. Muitos deles não tinham calçados, os pés ficavam eh seanos gangrenava.
22:09
Speaker A
Então, e quando nós nos lembramos do céu e inferno, eh, quando lemos sobre os espíritos, que eles nos falam, não é?
22:19
Speaker A
Os espíritos, não só os infelizes, mas também até os felizes, eles dizem que o nosso corpo, que é aqui do lado de cá, do lado dos encarnados, é muito sofrimento, porque nós temos de fato, que aciência médica também nos diz, nós
22:34
Speaker A
carregamos 1 kg de bactérias no nosso corpo. Então, há mensagem dentro do céu e inferno que ele fala sobre isso, o quanto a vida do lado de cá é ruim. E é isso que o Silimá relata. que ele
22:50
Speaker A
prefere a vida do lado de lá, né, que é muito melhor. E isso demonstra, vejam, meus amigos, isso demonstra que ele não é um espírito em sofrimento, em grande sofrimento.
23:03
Speaker A
Porque nós sabemos que quando o espírito está em grande sofrimento do lado de lá, a lá a vida espiritual é muito ruim e ele demonstra que ele ele não é ele não sofre, mas ele não é feliz como ele
23:20
Speaker A
gostaria. que para isso ele precisa crescer em amor, crescer, precisa crescer para Deus, porque a cada nova etapa que ele só vai conseguir isso depois de novas encarnações, ele vai galgando pouco a pouco chegar até Deus, porque cada etapa ele vai cada vez mais
23:40
Speaker A
se aproximando de Deus. Isso é uma é uma consciência já, é uma lucidez espiritual que ele já tem. Agora, o que me chamou atenção nessa passagem é muito interessante porque ele fala sobre os outros espíritos, não é, que estão do
23:58
Speaker A
outro lado. E ele diz assim, eles não têm forma, eles só têm forma quando são evocados. Então isso até no até me recordou lendo quando nós estudávamos naquela época, Carlos, que estudávamos sobre a transcomunicação instrumental. Qual que é a sua forma?
24:16
Speaker A
Não, eu não tenho forma, é só energia. Então a gente realmente vê que a gente fica querendo uma forma quando na realidade os espíritos lá é energia, né?
24:27
Speaker A
Outra coisa interessante que ele esclarece, porque Kardec pergunta como é que ele fazia aquilo bater. E me recordo também no livro belíssimo Memória Cósmica, que o nosso Herm nos fala, né, sobre esses fenômenos de músicas, os fenômenos, esses espíritos que se
24:46
Speaker A
utilizam de ruídos para inclusive provocar uma verdadeira sinfonia. Então, como é que faz isso? E ele relata que é uma espécie de concentração de energia, que ele na verdade não sabia como se processava isso, mas bastava ele arranhar a mesa que o som produzia, que
25:07
Speaker A
aí é o que Kardec fala no livro dos espíritos, na parte três, que é a associação entre os fluidos do espírito e os fluidos do médio. E não é todo médio, é necessário uma uma um ectoplasma, é necessário uma
25:22
Speaker A
exteriorização da sensibilidade maior para que ocorra esse produz esses fenômenos, né? E é muito interessante porque ele esclarece, Kardec pergunta se ele só faz bater isso: "Não, eu também ajudo. Eu sou levada a influenciar as pessoas". E é isso, é o que os espíritos
25:41
Speaker A
nos orientam, que a nossa finalidade enquanto humanidade influenciar uns aos outros para o bem. Então também a espiritualidade, eles todos nós galgamos através do bem que fazemos ao outro.
25:58
Speaker A
Perfeito. Eh, Carlos, vamos fazer aquele momento de reforçar o nosso grupo que presta atenção ali nas anotações de qual é o item da semana seguinte, que faz aqui assim, pega o livro, faz as o estudo, faz as anotações. Vamos aqui reforçar.
26:15
Speaker A
Eh, Cátia, vamos voltar um item que você basicamente já iniciou base a resposta que vai ser colocada aqui, porque a Lorena no 2148 colocou aqui, justamente você que citou, mas vamos aprofundar a resposta do espírito da pergunta 32 me
26:30
Speaker A
deixou em dúvida. Se os espíritos desencarnados têm perespírito, como ele afirma que só tomam uma aparência quando evocado e que de outro modo ele se vem sem forma? você já basicamente deu uma resposta, mas vamos dar uma aprofundada
26:44
Speaker A
paraa Lorena. Então isso é muito, isso é muito importante, Lorena, porque vejam, nós sabemos que cada mundo tem uma característica do perespírito. Então, no nosso mundo, para se tornar mais tangível, o espírito, o desencarnado, ele continua com o seu perespírito. Só
27:05
Speaker A
que é diferente da tangibilidade. Para que ele se torne tangível, é necessário um adençamento. É por isso que ele só tem essa aparência quando é porque isso provoca um adensamento e uma captação de fluidos do ambiente que o ajuda a tornar-se
27:29
Speaker A
visível. Carlos, acho que você tá mutada. Que quer comentar isso também? Pois é, é, é uma questão bastante interessante, né? Porque a a a o próprio perespírito, tem uma questão também interessante, que o próprio perespírito, dependendo do nível evolutivo, ele pode
27:56
Speaker A
ou não ser visto por um outro espírito desencarnado, né? um espírito muito eh eh eh ainda inferiorizado, ele não consegue, por exemplo, enxergar um espírito mais elevado, né? Mesmo estando ali ao seu lado. Às vezes é um parente, um um ser
28:18
Speaker A
eh eh um ente querido que está ali próximo, mas ele está tão numa vibração, numa faixa vibratória tão distante que ele não consegue sequer ver, consegue, não consegue captar, né? Então, agradações e a resposta dele também pode ter a ver com essa com essa situação
28:38
Speaker A
dele não conseguir enxergar todo e qualquer espírito desencarnado que estivesse ali no ambiente com ele, né?
28:45
Speaker A
Mas só um acréscimo resposta de que nós chamamos de fronteira vibratória, né? Porque de fato até entre nós, cada um de nós tem uma percepção diferente. Às vezes você passa por um lugar, enxerga uma coisa, o outro não enxerga, porque é
29:02
Speaker A
uma percepção diferente. E a e a fronteira vibratória também se dá dessa forma. Nós encarnados temos, existe uma fronteira vibratória muito forte. Tanto é que a espiritualidade ele diz que se demorasse muito para chegar até aqui, não é? Eu me recordo do livro Owen, que
29:24
Speaker A
ele diz que a velocidade do pensamento no mundo espiritual é muito, muito intensa, muito alta e para chegar é uma barreira muito grande para chegar até os encarnados que isso vai perdendo velocidade e é essa barreira, essa fronteira vibratória que temos no mundo,
29:45
Speaker A
do lado de lá com o lado de cá. Dem só mais uma questãozinha rapidinha, Natália, antes de você passar pro seguinte Pokops. Eh, nós temos que entender que tudo isso é muito relativo.
29:58
Speaker A
A própria percepção dos espíritos, quando ele dá a resposta, ele está dizendo para nós, ele não tem forma nenhuma, não é? no caso, a não ser que eh haja uma condensação do perespírito. Nesse sentido, agora, o perespírito é o corpo
30:18
Speaker A
do espírito, como é explicado no próprio livro dos espíritos. Então, a depender do livro dos espíritos, ele nem se dá conta que tá desencarnado, né? Conforme a literatura revela, porque é tão parecido, tão similar.
30:33
Speaker A
Inclusive, Kardec vai colocar uma situação de um parente, né, de Vittor Hugô, que é parente da mulher dele, que vem visitá-los e veio de trem para visitar. Então ele pegou lá, sei lá, alguma coisa, ele veio, né, para e
30:50
Speaker A
pagou a passagem, tudo isso. Então ele como ele ele não se dava conta que tinha desencarnado, ele se comportava e tinha relação com outros espíritos que também não se fosse se dado conta que desencarnado e para eles tudo aquele era
31:04
Speaker A
muito tangível, não é? Então tudo depende, é muito relativo isso, esse essa as respostas tê que ser entendidas dentro do contexto, não é? Agora é energia, a própria matéria é energia condensada, né? A gente pode colocar dessa maneira no no nível de condensação
31:23
Speaker A
apropriado à nossa condição aqui de encarnados, não é? Mas vamos em frente então Natália.
31:30
Speaker A
Vamos, vamos sim. Kelp, lembrando a você que nós estamos dentro de uma sequência de um momento de conversa, perguntas e respostas. E aí, nesse momento, a partir da pergunta 43, busca-se entender como o espírito movimenta a mesa. Fecha os microfones,
31:47
Speaker A
por favor, que tá entrando um outro ruído de algum microfone enquanto a Natália tá falando.
31:52
Speaker A
Eu achei que tava ouvindo, eu achei que era só eu. Então, vamos repetir porque para poder a pergunta ficar melhor.
31:58
Speaker A
Kelps, a partir da pergunta 43, busca-se entender como o espírito movimenta a mesa. Poderia comentar pra gente esse fenômeno, por favor?
32:08
Speaker A
Vamos lá, vamos ver. Eh, antes eu tô a liberdade aqui de ver que tem uma um questionamento aqui sobre qual é o autor desse livro que Marabuco falou. Eu falou sobre o livro Memória Cósmica, né, que é de Hermínio Correa de Miranda. né? Uma
32:22
Speaker A
obra bem bem fininha, num fôlego só se consegue ler. É muito interessante. Mas eh respondendo aqui à sua indagação, eh Natália, eh Kardec pergunta a a esse espírito: "O que é que sustenta aquela mesa do ar sem um ponto de apoio? O que
32:45
Speaker A
é que faz com que aquela mesa fique suspensa no ar sem ter um ponto de apoio, né? E a resposta desse espírito é que é a vontade dele, a vontade que faz com que aquele objeto obedeça, mas também ele acrescenta, bem como o
33:03
Speaker A
fluido que lhe transmitimos, né? Então veja, essa resposta é bem significativa, porque ela já dá a a a noção de que não é só pela vontade que o espírito faz um uma um um um produz um fenômeno, né, de
33:22
Speaker A
eh físico, sempre vai depender de fluidos, sempre vai depender da do fornecimento do ectoplasma por algum médium, alguma pessoa ali naquele ambiente, naquelas mediações ali que esteja fornecendo aquele fluido chamado o o ectoplasma, que vai fazer com que ele consiga
33:44
Speaker A
materializar aquela vontade dele, né, a afetando a matéria, né, que ele está querendo movimentar, né? Então, não é eh eh eh necessariamente a mão dele que esteja ali, o espírito que tá carregando a mesa, não. é a vontade dele que faz com
34:05
Speaker A
que aquele fluido, né, produza aquele movimento, produza aquela aquela Quem viu aquele filme Ghost, né, tem uma breve noção, né, embora seja ficção, mas tem um um que ali, né, de coerência com a doutrina espírita, né, o espírito lá
34:22
Speaker A
desencarnado, né, do papel de de de Patrick Sch, né, ele quer entender como é que o outro espírito que tá lá vagando lá num vagão de um de um metrô, como é que ele consegue bater num jornal, como é que ele consegue chutar
34:39
Speaker A
um um objeto no chão? E ele vai explicar, né? É a vontade dele ali, ele vai, né, forçando a vontade dele, fazendo com que aquilo dali produzisse o movimento e tal, né? é bem interessante nesse aspecto. Bom, e aí eh Kardec
34:56
Speaker A
pergunta se ele estaria disposto, se ele conseguiria produzir esse fenômeno, né, de de fazer com que aquela mesa se movimentasse. Ele disse que acredita que sim, mas que esperaria eh o médium chegar, né? Porque o médium naquele momento em que ele tava
35:15
Speaker A
respondendo, ele havia se ausentado da daquela sala, daquele quarto, né? E aquele médium é quem forneceria justamente o ectoplasma que ele utilizaria para essa tentativa. Bom, e aí eh Kardec pergunta se eh de quem isso depende?
35:36
Speaker A
Esse esse fenômeno em si depende de quem? E aí ele reafirma: "É a vontade, né? depende dele, mas ele se serve do médium como um instrumento para a realização daquele fenômeno, né? E aí, eh, ele também afirma que a qualidade do
35:57
Speaker A
instrumento, sim, ajuda muito, né? A qualidade do médium, né? o ectoplasma que ele vai ali produzir vai ajudar com certeza e que não poderia realizar aquele fenômeno com outras pessoas naquele naquele momento, naquele dia.
36:12
Speaker A
Somente esse médium em especial é quem teria condição de fornecer o ectoplasma necessário para que ele produzisse aquela aquele fenômeno, né, de suspensão daquela mesa, né? Ah, e aí Kardec fala, né, que de fato foram feitas tentativas de levantar a mesa sem
36:33
Speaker A
sucesso, né, sem sucesso de Kardeco, talvez por eh não se ter eh bastante perseverança, né, naquela tentativa, mas houve alguns movimentos assim de translação, né, eh sem necessidade de imposição de mãos, né, também houve uma abertura de mesas. São aquelas mesas que
36:57
Speaker A
se abrem ao meio, né? Tem um trilhozinho, ela abre ao meio e e é colocado num campo para ela se expandir.
37:03
Speaker A
Pronto. Então, foi feita uma tentativa de abrir essa mesa. Numa primeira mesa por defeito da própria fabricação da mesa, não se conseguiu. E aí o espírito pegou uma outra mesa ali próxima ao lado e conseguiu fazer com que ela abrisse o
37:21
Speaker A
tampo, né? abrisse assim a a a aquela madeira, né, deslizasse no trilho, abrindo-se, né? E é essa a narrativa que Kardec faz a respeito do fenômeno de eh eh o fenômeno físico, de efeito físico, né, que foi produzido naquela reunião.
37:40
Speaker A
Muito bem. A Vina coloca aqui pra gente, né, que sobre a pergunta que sim, que ela teve curiosidade. Vi isso acontecer na minha casa com os copos girantes e tinha muito medo. Minha filha médium vidente e nos tornamos espíritas.
38:00
Speaker A
Interessante, não é? E Natália, vê mais uma aqui da Eu queria, eu queria só chamar a atenção de dos amigos e os amigos que nos assistem para prestar atenção que sempre Kardec ele ora a Deus antes de cada e pede licença antes de
38:18
Speaker A
cada manifestação. Porque mesmo que o espírito queira se manifestar, queira fazer algum fenômeno, existe uma hierarquia a ser respeitada. E essa hierarquia nessa reunião da sociedade é o espírito verdade. Então, mesmo que ele quisesse, ele não poderia se não
38:37
Speaker A
houvesse uma permissão. Então, nós precisamos sempre prestar atenção nisso. Os amigos que nos assistem, eu gostaria de indicar um livro maravilhoso que nós temos, que é o trabalho dos mortos com a Ana Prado de lá de Belém, a mulher que
38:54
Speaker A
falava com os mortos. é muito interessante que é o João, o espírito que dirigia. E nós temos na nossa e na Terra Brasílis entre nós, fenômeno que vale a pena vocês estudarem, o trabalho dos mortos e a mulher que falava da Ana
39:12
Speaker A
Prado. Muito bem. Edição da Federação Espírita Brasileira. Lê essa aqui para nós, Natália, por gentileza. Isso. A Dida tá colocando aqui a resposta à nossa pergunta dizendo que não tem mais essa curiosidade. Tive quando comecei os estudos dos livros dos médiuns que é
39:31
Speaker A
organizado por Allan Kardec. Perfeito, excelente. Eh, Ktia, eh, vou te fazer uma pergunta e a Graziele faz uma um tem uma curiosidade dentro desse tópico agora, eh, como é que segue, né, a conversa a partir dessa pergunta 48? E
39:49
Speaker A
como o tema é encerrado. E a a Graziele coloca para nós assim: anotei aqui para perguntar sobre o ponto 59.
39:58
Speaker A
Espíritos perfeitos sempre conseguem ter ler nossos pensamentos. É para incorporar no seu comentário. É muito interessante, Graziele, porque de fato o o Kelps até já falou alguma coisa sobre isso, porque essa fronteira vibratória, nós sabemos que os espíritos
40:19
Speaker A
perfeitos, os espíritos superiores conseguem sim e o espírito inferior não, porque ele fala que ele só consegue ir a mundos inferiores, que é aonde a vibração dele é permitida. Então o espírito superior ele consegue sim. Você se recorda de que Jesus muito antes de
40:41
Speaker A
aparecer a pessoa ou então manifestar desejo de algum milagre, alguma coisa, Jesus se antecipava. Próprio Urip de Bazanufo, ele já também já pressentia.
40:53
Speaker A
Então, o espírito superior ele consegue sim ler nosso pensamento. Agora, o espírito superior ele respeita muito, não é? e tem esse essa elevação de sentimento, ele respeita muito a individualidade, o livre arbítrio de cada um, enquanto o espírito inferior
41:11
Speaker A
não, ele é atrivido, audacioso. E aí ele fala sobre exatamente que esse eh ele não consegue ir a todo lugar, ele visita e visita ambientes inferiores, né, que é exatamente o degrau que ele até onde ele consegue ir. mas que ele se ele deseja
41:35
Speaker A
muito crescer, não é? E isso já mostra que quando nós partimos pro mundo espiritual, como a nossa consciência se dilata e nós começamos a perceber o que deixamos de fazer, o que poderíamos ter feito melhor e até onde nós podemos ir.
41:54
Speaker A
Isso na dependência de cada um de nós, da evolução de cada um de nós.
42:05
Speaker A
Perfeito. Dando sequência, diga. Vamos atender a a o chat. Inclusive, tem uma pergunta relacionada com o assunto aí que a gente vai mudar de assunto agora né?
42:16
Speaker A
Certo. Vamos sim. Aqui a Grazele já foi respondida, então vamos lá. Olha, tem essa pergunta aqui.
42:26
Speaker A
Ah, pergunta interessante da Bonfestas. Eh, boa noite a todos vocês. Me chamo Nilva. Gratidão pelo estudo. Tem uma pergunta. Napoleão tinha uma missão referente ao espiritismo em relação à chegada de Kardec?
42:44
Speaker A
Pergunta na tela. Vamos lá. Eu vou vou Napoleão. Sim. era um espírito que foi escolhido como missionário, né, para eh trazer aquela mudança que foi trazida pela Revolução Francesa, aqueles valores de liberdade, igualdade, fraternidade, dele assumir o poder ali, né, para levar
43:07
Speaker A
a a França, que seria o berço da intelectualidade daquela época, para um outro patamar, né, deixar de ser um estado eh autocrático, né? para ser um estado mais democrático.
43:23
Speaker A
Lamentavelmente, ele já estando encarnado e conseguindo alcançar aquele cargo de imperador, que ele próprio se eh coroou o imperador, eh a vaidade, o orgulho, né? Ele era um espírito que trouxe uma missão, mas não era um espírito de luz, um espírito perfeito,
43:42
Speaker A
senão ele não teria fracassado, não teria falhado nessa missão. Mas ele falhou, né? deixou se levar pelo orgulho, pela vaidade. E aí ele eh eh invadiu outros povos, ele teve a sede, a ganância de poder, né? Levou a a à morte
44:01
Speaker A
tantas pessoas, enfim, né? Fez o que ele fez, que a história nos conta, não é?
44:07
Speaker A
mas que realmente ele tinha trazido essa missão, conseguiu em parte, mas eh em algum ponto ele fracassou por deixar se levar pelo orgulho e pela vaidade.
44:22
Speaker A
Eh, eu gostaria de de dizer à nossa internauta que na de fato cada um de nós ao encarnar é preparado, desempenha algumas tarefas e muitas vezes, muitas vezes, a grande maioria das vezes, falhamos, cada um de nós é preparado.
44:39
Speaker A
Existe um investimento muito grande no mundo espiritual. Na verdade, essa época de Napoleão é uma época que houve uma explosão, não é? Você vê que Vittor Hug, que vivenciou essa época e que também era da era adepto de de Napoleão, ele
44:57
Speaker A
tinha uma simpatia. você vê que a quantidade de espíritos que vieram preparados para essa época, para essa explosão da espiritualidade. Agora, dizer que ele tinha alguma relação com o espiritismo eh dos de tudo que eu já estudei, eh não me parece que ele
45:14
Speaker A
tivesse alguma relação com o espiritismo. Ele veio nesse momento de grande transformação, não é? Mas como até outros sábios que poderiam ter desenvolvido mais se perderam. Imagina Napoleão, né, que era que era um guerreiro, que era um [limpando a garganta]
45:34
Speaker A
um homem das armas, né? É o Rivaldo aqui coloca, gente, ó, sim, está descrito pelo irmão X na obra Cartas e Crônicas chamado Kardec e Napoleão, que houve um encontro no mundo espiritual, está descrito nesse livro, né, pro pro irmão
45:50
Speaker A
X, e que Napoleão então viria preparar o terreno para a codificação espírita. Mas ele falhou também nisso por causa do que vocês descreveram, né? Então vamos seguir com também Carlos, per pedindo licença aqui, é que a mediunidade também, né, é considerada uma missão,
46:13
Speaker A
uma tarefa que os médiuns trazem, né, e que muitos por não aceitarem, não gostarem, não quererem, eles chegam lá no plano espiritual como médiuns falidos, né? de de And, né? Um capítulo bem específico a respeito.
46:32
Speaker A
Muito bem. Bom, rapidamente, então, Sebastião coloca: "Selima parece ser um espírito ignorante de gostos básicos, como o gosto pelo álcool, mais do que um espírito que gostasse de fazer o mal.
46:47
Speaker A
Talvez isso explique porque não sofre no mundo espiritual, mas também não é feliz. Eh, o seguinte, por gentileza, Natália, eh, Jeff fala assim: "Em algum momento da vida, entendi que nós acreditamos em algo superior para que de certa forma
47:07
Speaker A
sejamos confortáveis em crer que aqui não é o fim". Muito bem. E aí nós temos também um comentário, a pergunta, não é, que é de Lenon. Eh, por que buscar virtudes transcendentais encarnadas? Sob o julgo da matéria, há contra eh contraposições
47:26
Speaker A
dos valores espirituais. Exemplo, o egoísmo faz sentido organicamente na manutenção da existência do ser. Eh, um comentário que ele fez aqui, não é? OK.
47:38
Speaker A
Eh, do Nobre, por favor, Natália. Os espíritos não utilizam mãos físicas para empurrar os móveis. O fenômeno ocorre por meio do magnetismo e da manipulação de energias fluidos, que aí esse comentário continua. O processo ocorre pela combinação do fluido do
47:55
Speaker A
espírito, do seu perespírito, com o fluido vital de médios presentes. Isso magnetiza a mesa, dando-lhe uma vida artificial temporária para que obedeça à vontade e aos comandos do espírito. Esse é o nosso alo sempre com as suas pesquisas, nos colaborando aqui dentro
48:11
Speaker A
dos estudos. Mas os espíritos nos dizem que a vontade é a mão, é como se fosse a mão para os espíritos. Então, realmente uma vontade vigorosa é que faz manipular esses fluidos.
48:25
Speaker A
Exatamente. E o Everardo diz, nesses diálogos fica bem claro a evocação que Kardec fazia. No segundo diálogo, um peço a Deus todo- poderoso permitir ao espírito do verdadeiro padre Ambrósio. É isso mesmo, corretíssimo. É isso aí, Verardo. E como o comentou, né, ele
48:44
Speaker A
fazia a evocação eh de proteção para inclusive se havia permissão do espírito vir se comunicar ou não, não é? Porque se não houvesse, não se comunicaria. E inclusive é importante isso para que não houvesse a substituição do espírito
49:01
Speaker A
evocado por um mistificador qualquer. Então sempre aquele cuidado. Vamos seguir então Natália porque nós temos que a gente tem uma pincelada, né? a aativa que falou sobre a a importância sempre dessa oração no momento que Kardec fazia, colocando inclusive o item
49:19
Speaker A
seguinte que são espíritos impostores, o falso padre Ambrósio. Kelps, uma Kardec desenvolve a proposição, abre aspas, um dos escolhos que apresentam as comunicações espíritas é a dos espíritos impostores.
49:37
Speaker A
Muito bem. é um capítulo também bastante interessante que também fala sobre a questão da da mediunidade, né? Eh, os escolhos da mediunidade são os obstáculos, as os perigos, as armadilhas, as dificuldades que o fenômeno, não o fenômeno, mas o dom que
49:56
Speaker A
o médium tem, ele pode trazer, né? Então, Kardec destaca especificamente nessa nessa nesse capítulo, né? eh o esse escolho da da mistificação.
50:13
Speaker A
Existem outros, né? Existe a obsessão, o orgulho, a vaidade, né? O comércio da mediunidade, né? mas a mistificação, que é o foco principal desse capítulo. E Kardec desenvolve isso mais adiante no próprio livro dos médiuns. Ele fala dos
50:34
Speaker A
escolas da mediunidade na obra o que é o espiritismo também ele trata da questão na obra instruções práticas sobre as manifestações espíritas, né? Então, e na própria revista espírita, né, que vai ser estudada a de 1859, eh, Kardec tem um capítulo que trata
50:55
Speaker A
especificamente sobre os escolhos da mediunidade, que vale a pena ser lido principalmente para aqueles que tenham esse dom, né? [limpando a garganta] Então, a mistificação, que é o que vem a ser discutido aqui nesse capítulo, trata justamente da
51:13
Speaker A
enganação, espíritos impostores que podem induzir as pessoas em erro, né? Pode induzir as pessoas a acreditarem naquilo que está sendo dito, né? acreditando que a identidade daquela pessoa, a pessoa se identificando de uma determinada forma, sob um determinado
51:31
Speaker A
nome de uma pessoa respeitável, ela eh eh traria credibilidade àquela eh informação, ainda que fosse uma informação absurda, uma informação grosseira, né? E Kardec faz até uma comparação, né? Imagina assim, coloque-se num quarto e imagine pessoas que estejam,
51:58
Speaker A
indivíduos que estejam no quarto vizinho, onde não podem ser vistos por você e que mas podem ser ouvidos por você. E aí, pela conversa ali naqueles dois ambientes em que não podem ser vistos, pela própria conversa, fica fácil eh eh identificar se aqueles
52:17
Speaker A
espíritos são bons, se são espíritos eh homens honestos ou malfeitores, se são sérios ou se são levianos, se são pessoas de boa companhia ou pessoas grosseiras pela própria conversa, né?
52:33
Speaker A
Então, e ele também faz uma outra comparação. Se nós eh nos deparamos com a pessoa que se identifica como sendo encarnado mesmo, não é nem um espírito, um espírito encarnado que se identifica como sendo um literato, uma pessoa
52:48
Speaker A
intelectual, mas você aí você trata com todos os os todo o respeito e a consideração. E aí, pela conversa com aquela pessoa, dá para se perceber, né?
53:02
Speaker A
Ele até faz uma comparação, ele diz que se eh essa pessoa, se ela se exprime como um carregador, fica fácil identificar o embuste, né?
53:14
Speaker A
Então, não pode um um um literato, uma pessoa intelectual conversar e ter uma linguagem como se fosse um carregador, um estivador, né? uma pessoa de menos cultura, né? Então esse é o cuidado que nós todos devemos ter, né? Os espíritos
53:33
Speaker A
superiores, eles sempre se expressam de forma digna, de forma harmoniosa, de forma respeitosa. Já os espíritos inferiores, ao contrário, eles vão agir de forma grosseira, a linguagem sempre com expressões baixas, né? E ainda tem aqueles que se fazem passar por uma
53:55
Speaker A
pessoa de bem, né? É muito comum numa reunião mediúnica chegar ali um espírito mistificador, se fazendo passar por uma pessoa de bem, uma pessoa muito culto, uma pessoa muito elevada, mas que no decorrer da conversa, se ela for eh eh eh desconsiderada por
54:15
Speaker A
algum motivo, se ela for desacreditada por algum motivo, já começa a se irritar, já começa a a se chatear, já começa a tratar de forma mais grosseira.
54:24
Speaker A
Então fica fácil identificar o embuste, identificar a a a tentativa de mistificação, né? Porque jamais um espírito superior, um espírito elevado vai cometer esse tipo de deslize, né?
54:39
Speaker A
Então, o importante e aí é o que Kardec traz como como digamos assim eh pano de fundo de todo esse diálogo que vai se realizar logo em seguida é a questão do médium ele ter eh eh o estudo, né, a
54:59
Speaker A
disciplina, ele realmente ter a a cautela, a precaução de identificar a natureza, né, dos espíritos, né, como o próprio uma das epístolas de João que ele diz, né? Não criar em todos os espíritos antes verificar se é um
55:16
Speaker A
espírito de Deus, né? Então é isso que nós vamos discutir aqui nesse capítulo. Muito bem. Eh, Cátia, essas reflexões foram sugeridas a Kardec por um artigo publicado em um jornal de Nova Orleans.
55:30
Speaker A
Poderia comentar, por gentileza? É, meus amigos, é muito interessante porque isso demonstra o quanto o nosso codificador era criterioso pesquisava, porque hoje nós temos a tecnologia à nossa disposição e você rapidamente você pesquisa, você sabe o que o mundo inteiro fala. Vocês
55:52
Speaker A
imaginam, apesar da França ser um centro de cultura de excelência, a dificuldade que era chegar um jornal do novo mundo até Kardec, né? E nós vemos também isso no invisível Leon Deni relatando todos os jornais que ocorriam no mundo. Mas
56:11
Speaker A
esse em especial Kardec aproveita essa oportunidade porque vejam como o próprio Kardec disse que nós devemos ter muito cuidado.
56:21
Speaker A
chamou atenção a Kardec que o padre Ambrósio, o padre Amboaz e tinha sido uma pessoa muito inteligente, um homem culto, um homem de bem. E recordem-se o que o livro dos espíritos fala o que é um homem de bem. E aí aparece do outro
56:40
Speaker A
lado do mundo e Novor Orleans, um grupo que recebe uma mensagem do padre Ambrose, que foi um padre que morreu 50 anos depois lá e na região de Luisiana e Clemente que foi um papa. Então você imagina dois espíritos se passando por
57:00
Speaker A
duas entidades que que tinham sido nomes memoráveis, né? E isso chama atenção que Kardec teve essa curiosidade e o cuidado de analisar e nos trazer e ensinar como se prevenir contra impostores.
57:22
Speaker A
Perfeito. A gente tem uma missão para ser feita de forma bem resumida, né, Kelvs, que agora que são das perguntas de 1 a 11 de forma rápida.
57:32
Speaker A
Por haver evidências de que um espírito tomou o nome do padre Ambrósio, Kardec evoca o falso e o verdadeiro para uma conversa e segue tratando sobre a diferença do ensino dos espíritos de espíritos na Europa e na América. Comente rapidamente sobre isso.
57:51
Speaker A
É exatamente, Kardec é para tirar essa dúvida, né? Né? Não que ele tivesse efetivamente a dúvida, mas para que houvesse esse esclarecimento de forma direta pelo próprio espírita. faz a re evocação tanto do verdadeiro eh padre Ambrósio, como também daquele que se fez
58:08
Speaker A
passar pelo padre Ambrósio lá em Nova Orleães. E o primeiro que é evocado é justamente o verdadeiro padre Ambrossio, como foi lembrada lembrado aí pelo internauta, ele faz isso, né, com uma revocação, um pedido a Deus. Ele inicia dizendo: "Peço
58:28
Speaker A
a Deus todo- poderoso permitir ao espírito do verdadeiro padre Ambrósio, falecido em Luisiane no século passado e que deixou uma memória venerada se comunicar conosco." E aí o espírito aparece e diz: "Eh, aqui estou eu, né?" E aí, ao ser indagado, né? Se foi ele
58:46
Speaker A
que teve aquela conversa com o Papa Clemente XV, que foi referida na revista espiritualista de Novos Orleães, que foi lida na sessão anterior, Kardec faz questão de deixar bem clara pro espírito, né, ao que ele estava se referindo. E aí a resposta foi que o
59:06
Speaker A
verdadeiro padre Ambrósio, Ambroasi, ele diz que lamenta os homens que foram enganados por esses espíritos tanto quanto lamenta esses próprios espíritos, né, pela atitude deles, né, e aos indagados quem foi que usou do seu nome, né, para aquelas manifestações,
59:28
Speaker A
ele diz que um espírito eh charlatão, um espírito bufão, né? E aí com relação ao Papa Clemento X, Kardec pergunta também se a se seria o próprio espírito Papa Clement XIV quem participou daquele diálogo em Nova Orleães. E aí ele responde que eh não,
59:50
Speaker A
que ali era um espírito simpático aquele que se fez passar por ele próprio, padre Ambrósio, né? Então, não é jamais uma referência de espíritos elevados que estavam ali naquele diálogo, né? E aí Kardec pergunta como é que ele permitiu
60:13
Speaker A
que se desse uma coisa daquelas, que utilizassem o nome dele para aquele tipo de embuste. E aí ele diz que nem sempre ele pode impedir as eh que as pessoas se divirtam. E aí é um dado interessante, né, Kardec? Olha, mas
60:31
Speaker A
aqueles homens que estavam lá, aquelas pessoas que estavam lá em Nova Orleães, eram pessoas sérias, não estavam ali por brincadeira, não estavam ali para se divertirem.
60:40
Speaker A
E aí a resposta é bem interessante. Com mais razão ainda foi permitido isso, porque realmente nós sabemos que nós devemos nos precaver, né? Nós devemos analisar o conteúdo da conversa, a qualidade daquela conversa, se é realmente compatível com aquela conversa
61:00
Speaker A
de um espírito mais elevado, né? Eh, seria compatível com um espírito mais elevado com o espírito zombeteiro, né?
61:11
Speaker A
Eh, e aí Kardecta me pergunta por que é que os ensinamentos que eram dados para aquelas pessoas lá em Nova Orleães não eram os mesmos que ele próprio ali, eles próprios ali em Paris estavam obtendo, né? E a e o padre
61:29
Speaker A
Ambrosio, ele afirma que a doutrina vai eh tal qual ela é, ela será ensinada a esses novole a seu tempo, né? mas que a doutrina era uma só. Kardec insiste, veja Kardecito né, de pesquisador para entender realmente melhor. Não, mas não seria
61:50
Speaker A
mais fácil, né? Não atingiria, não acelera aceleraria a evolução dessas pessoas lá em Novas Leães, transmitindo a eles diretamente o ensinamento correto da doutrina, né?
62:03
Speaker A
Mais ou menos isso, né? E aí Ambrosio diz que os desígnios de Deus, né?
62:08
Speaker A
frequentemente são impenetráveis, de maneira que não podemos questionar, né? Não podemos questionar os desígnios de Deus. E é preciso que o homem saiba distinguir o verdadeiro do falso, né? E finaliza dizendo que nem todo mundo está pronto para receber a luz. Diz mais ou
62:30
Speaker A
menos assim, né? Que eh nem todos podem receber a luz sem se ofuscar. tudo a seu tempo. Certamente aquelas pessoas em Nova Orleães ainda não estavam suficientemente preparadas para eh receber, né, o o os ensinamentos da doutrina espírita, tal qual aqueles
62:51
Speaker A
intelectuais em Paris naquele momento estavam, né? Então, tudo a seu tempo. Eu queria só complementar uma coisa, meus amigos. Só tem ser breve por causa do tempo, tá? Eu vou [limpando a garganta] eu vou falar breve. Eu queria só fazer um paralelo,
63:06
Speaker A
meus caros amigos, em relação ao que nós estamos vivendo hoje, porque vocês se recordam que Kardec foi dito por Camifa Marion, o bom senso encarnado, ou seja, era um espírito com a moral elevada e para ele ter essa
63:23
Speaker A
capacidade, quantas encarnações esse homem já tinha tido, o crescimento dele, não é? Então, nós estamos vivendo hoje no nosso país uma quantidade enorme de fraudes na internet.
63:37
Speaker A
O que é que isso nos ensina? O que é que isso nos mostra? Porque esse, como Kel acabou de dizer, o grupo de Orleans era um grupo sério, mas era um grupo que provavelmente não tinha, porque o a fã, o desejo de
63:55
Speaker A
ter aquelas comunicações espíritas às vezes confundem até os mais avisados. Então, vejam a diferença e é o que nós estamos vivendo hoje no nosso país.
64:08
Speaker A
[limpando a garganta] Muito bem. O Sebastião fez um comentário muito interessante, a resposta eh oito, acho que foi que ele colocou, desde que li a história do espiritualismo de Conandóil, pergunto-me por em tantos países como os Estados Unidos e muitos
64:24
Speaker A
países europeus, os espíritos, e aí não tem continuação, não ensinaram a reencarnação. Tá aqui embaixo. Então aqui tá a explicação que foi colocada, não é? Eles respeitavam as crenças, maneiras de ver e iam colocando devagarinho, né, conforme o que
64:43
Speaker A
explicou, no momento próprio o ensinamento chegaria como aconteceu e vem acontecendo, né, ao longo do tempo.
64:50
Speaker A
Eh, tem um, ô Cátia, tem uma aqui agora a gente vai perguntar para você sobre os itens 12 a 21. Na sequência, o espírito impostor e Clemente 14 são evocados e o que são tratados nas conversas tem que
65:04
Speaker A
ser bem resumidinho. E aqui também tem uma perguntinha da Graziele relacionada com o item 23. Kardec pergunta se são errantes ou reencarnados e a resposta é que os enganadores não conseguiriam se desprenderem. Então, os encarnados podem ser evocados e responder a perguntas
65:26
Speaker A
também. Sim, inclusive, Graziele, nós temos grupos, grupos de grupos médico espírita que fazem trabalhos com pacientes em hospitais, em coma e eles respondem.
65:42
Speaker A
Agora, vejam que ele, esse espírito, ele diz uma coisa muito interessante quando pergunta que eles são, se eles eram batedores, inclusive. Aí ele diz, não teria o astúcia que nós tivemos, porque eles se acham com astúcia, acham que
65:57
Speaker A
seriam capazes, mais capazes de enganarem. Então isso é muito interessante porque eles dizem que eles que precisam, né, o falso clemente, ele é tão tão inferior como o outro e que ambos precisam de indulgência, né? Isso é muito interessante. E eles são
66:18
Speaker A
imperfeitos, inclinam-se a erros e são punidos, não é? Então isso serve, é o que acontece conosco hoje no nosso país. Nós estamos passando por problemas como esse que eu falei, para que nós possamos evoluir e possamos a ter mais cuidado, porque se
66:40
Speaker A
nós atraímos é porque temos, não é? Temos os defeitos também. Tá fechado, não tá? Ali a pessoa quis colaborar para de repente um rí sair. Agora vamos seguir. Eu sei que a gente ainda tem interações, mas só pra gente cumprir logo as nossas
67:02
Speaker A
perguntas, Carlos. Vamos colocar nossa última para Kelps agora. Isso. Bem brevemente, Kelps. Uhum. Claro.
67:09
Speaker A
A partir da pergunta 22, como segue a conversa com o verdadeiro padre Ambrósio? É uma conversa eh que Kardec pergunta a ele se ele era visto por aqueles dois impostores, espíritos dos impostores que estavam ali. Ele diz que sim. E isso os
67:30
Speaker A
faz sofrer, né? constrangimento de estar ali diante da pessoa que ele tentar se fazer passar eh por ele, né? E aí ele pergunta também se os espíritos são errantes ou reencarnados.
67:43
Speaker A
E o espírito, o padre Ambrosio, diz que são errantes, porque eles não teriam, não seriam bastante perfeitos para se desligarem se estivessem encarnados. Mas é aquilo que a Cátia mencionou aqui, né?
67:56
Speaker A
Eles ainda eram tão materializados, era tão embrutecidos, né, na na sua conduta que eles não tinham condições, se estivessem encarnados, de se desdobrarem para uma comunicação mediúnica, por exemplo. E aí Kardec, eh, finalmente ele pergunta em que estado ele se encontra.
68:14
Speaker A
Ele disse que se que ele está encarnado, encarnado em um mundo feliz. Encarnado em um mundo feliz e sem nome para voz. Ou seja, um outro planeta, um outro planeta habitado já, um planeta eh eh elevado, um planeta feliz e que nem a
68:34
Speaker A
gente aqui na Terra sabe o nome desse planeta, deve ser completamente fora aqui da nossa, talvez da nossa galáxia, né? Então essa é a conversa final que ele tem com o padre Ambrósio.
68:47
Speaker A
Temos mais duas perguntas. Vou colocar uma paraa Cátia paraa resposta breve e outra você coloca pro Kelps. A Graziele faz essa pergunta. A evocação juntamente com a oração, faz com que os espíritos enganadores não consigam vir? A oração
69:02
Speaker A
faz essa proteção. Vejam, eh, Graziele, eles colocam que a misericórdia de Deus permite. Veja que Deus sempre faz a mistura do joio e do trigo. Permite que os espíritos enganadores venham para nos testar e nos fazer mais firmes. Ao mesmo tempo que o
69:24
Speaker A
contato do enganador, que seria o joio com o com o trigo, faz com que eles também, como aconteceu que o Kelps, que o Kelps nos falou, eles ficaram envergonhados, se arrependeram das suas ações, não é? E isso os ajuda a se moralizar. é o
69:45
Speaker A
contato e é isso que faz com que a humanidade evoluados, os mais moralizados, com os ainda estúpidos e viciosos. E isso nos faz elevar juntos, porque não crescemos sozinhos.
70:06
Speaker A
Perfeito. Kelps. Len mais uma participação dizendo aqui, pode ocorrer também a mistificação produzida pela própria consciência do médium. Como diferenciar animismo do médium da mensagem original?
70:19
Speaker A
Daria, daria um estudo completo. Só essa pergunta né? Isso é verdade. Animismo, muita coisa no estudo do livro dos médiuns.
70:27
Speaker A
É, o animismo realmente é um dos escolhos também da mediunidade, não é? Não, não é também não podemos tratá-lo como sendo um tabu absoluto. Todo médium, ainda o mais elevado, tem um que de animismo ali. O próprio, o próprio
70:42
Speaker A
Chico Xavier dizia que pelo menos 10% ali do que ele escrevia era anímico, né?
70:48
Speaker A
Então, eh eh claro que numa casa espírita séria que estude a doutrina, que estude realmente o fenômeno mediúnico, isso deve ser aos poucos minimizado, deve ser afastado ao máximo, claro, né? respeitando a capacidade mediúnica de cada um. Mas o animismo eh
71:10
Speaker A
eh realmente é eh o próprio espírito encarnado do médium se manifestando às vezes conscientemente, às vezes nem tão conscientemente, né? E numa reunião mediúnica, mesmo esse espírito do médium ali animicamente se comunicando, deve ser respeitado e trabalhado, que às
71:33
Speaker A
vezes ali é algo que está sendo carregado de outras encarnações, são traumas, são situações vivenciadas no passado desse médium e que está sendo vindo à tona ali e deve ser tratado com respeito, deve ser tratado com toda a
71:47
Speaker A
atenção. Perfeito. Também recomendamos o estudando o livro dos médicos, que está em andamento pela, né, pela fé, eh, o Jacobson fez esse trabalho todo e a área de estudo espiritismo tá fazendo o estudo do livro dos médiuns também
72:03
Speaker A
novamente e isso na sexta-feira, tá bem? Inclusive, Carlos, lá no livro dos médiuns tem anotei as lições de São Luís, que é paciência e atitude firme contra as vontade que querem se impor e Deus permite para que possamos
72:18
Speaker A
distinguir o verdadeiro do falso. São o ciúme e as paixões dos homens que fazem a força dos inferiores. Tá lá no livro dos médunos.
72:30
Speaker A
Isso é um grupo seleto que a gente sabe que é extremamente pesquisador da doutrina, mas vamos ficando por aqui na noite de hoje, né isso, Carlos, Cátia, Kelps, você que está nos acompanhando diretamente de casa, mas lembrando de
72:44
Speaker A
deixe o seu like, compartilha esse conteúdo pra internet saber que existem conteúdos tão profundos e tão doces da doutrina espírita e se programa que no nosso próximo encontro daremos continuidade ao estudo dos temas apresentados por Kardecista Espírita ano 1, julho de 1858,
73:04
Speaker A
número 7, uma lição de caligrafia por um espírito e correspondência para vocês. Boa noite.
73:12
Speaker A
Muito bom. Agradecemos muito, né, a contribuição de todos. Cátia, Keops, Natália, a você pelas perguntas, os comentários. Muito boa, boa participação e agradecemos também a equipe da FEB TV pelo trabalho que realizam e da área de estudo do espiritismo que nos dá todo o
73:32
Speaker A
suporte, né, paraa realização dessa tarefa. Então, um grande abraço a todos e até a semana que vem.
73:40
Speaker A
Até e muito obrigado. Obrigada. [música] Estudando a Revista Espírita, um estudo sequencial da obra Revista Espírita de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de [música] transmitir esperança, conhecimento e alegria.
74:09
Speaker A
[música] Há lugares onde o corpo não alcança, mas a mensagem chega. Há dores silenciosas que uma palavra pode iluminar.
74:20
Speaker A
Há corações distantes [música] que a comunicação aproxima. A FEB TV existe para isso, para levar [música] o evangelho do Cristo além das paredes, além das distâncias, [música] além do tempo. Chega lares, hospitais, centros espíritas e momentos de silêncio
74:39
Speaker A
interior. Cada programa, cada transmissão e cada [música] conteúdo produzido carregam compromisso de ser fonte segura, fiel e responsável [música] pela mensagem espírita em um mundo que clama por sentido. Nada disso é possível sem você. Ao doar para FEB
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Speaker A
TV, você se torna parte ativa dessa [música] corrente. Você ajuda a manter os canais no ar, a produzir novos conteúdos e a garantir que [música] a mensagem do Cristo continue alcançando você e a todos que precisam. Este ano
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Speaker A
[música] queremos ir mais longe, alcançar mais pessoas, acolher mais histórias, [música] semear mais esperança. Onde a mensagem chega, o bem acontece e ela só chega porque você [música] faz parte. Doe, apoie, caminhe conosco. Acesse doe.com.febtv.com.br.
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Speaker A
br
Topics:Revista EspíritaAllan Kardectambor de Berezinafenômenos mediúnicosmesas girantestiptologiapsicografiaespiritismodoutrina espíritamanifestação espiritual

Frequently Asked Questions

O que é o tambor de Berezina mencionado no vídeo?

O tambor de Berezina refere-se a um fenômeno mediúnico descrito por Allan Kardec em que um espírito chamado Selima se manifestava por meio de pancadas e movimentos de mesa, emitindo sons semelhantes a tambores militares.

Como Allan Kardec validava as comunicações mediúnicas no estudo?

Kardec utilizava a tiptologia alfabética, onde as pancadas correspondiam a letras, e a psicografia para confirmar informações como nome, local de nascimento e tempo de desencarne do espírito.

Qual a importância do estudo da Revista Espírita para o movimento espírita?

O estudo da Revista Espírita é essencial para entender a origem, os fenômenos iniciais e a evolução da doutrina espírita, além de ajudar a distinguir manifestações verdadeiras de mistificações.

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