Aula 01: Sistema Financeiro Nacional – Curso CPA 2026 — Transcript

Introdução ao Sistema Financeiro Nacional para a certificação CPA 2026, com conceitos básicos e organização do curso gratuito no YouTube.

Key Takeaways

  • O Sistema Financeiro Nacional é fundamental para a circulação de dinheiro e intermediação financeira no Brasil.
  • As instituições financeiras são os principais participantes do SFN e devem seguir regras e fiscalização rigorosa.
  • A intermediação financeira conecta credores (poupadores) e tomadores de recursos, facilitando investimentos e financiamentos.
  • O curso oferece conteúdo gratuito no YouTube e uma plataforma completa para preparação eficiente para a certificação CPA 2026.
  • A organização e disciplina nos estudos, incluindo o uso da playlist e interação nos comentários, são recomendadas para melhor aproveitamento.

Summary

  • Apresentação do curso atualizado para a nova certificação CPA 2026 da BIMA, com conteúdo gratuito no YouTube e opção de curso completo na plataforma do professor.
  • Importância de seguir a playlist sequencialmente e interagir nos comentários para criar disciplina e motivação durante os estudos.
  • Definição e conceito de sistema, exemplificado pelo sistema de trânsito para facilitar a compreensão.
  • Explicação do Sistema Financeiro Nacional (SFN) como conjunto de instituições que promovem a intermediação financeira e circulação de dinheiro.
  • Destaque para os participantes do SFN, como bancos, corretoras e cooperativas, e a necessidade de regras e fiscalização.
  • Funções básicas do sistema financeiro: intermediação financeira entre credores e tomadores e prestação de serviços e gerenciamento de recursos.
  • Introdução ao conceito de intermediação financeira como processo de encontro entre poupadores e tomadores de recursos.
  • Contextualização da importância do SFN para pessoas, empresas e governo na circulação de ativos, pagamento de dívidas e investimentos.
  • Explicação inicial sobre a circulação de dinheiro eletrônico, como Pix e transferências, e o papel das instituições financeiras nesse processo.
  • Orientações iniciais para organização dos estudos e apresentação do conteúdo que será aprofundado nas próximas aulas.

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Speaker A
Fala, pessoal! Prof. Renan, e hoje eu tô aqui pra gente dar início a mais um curso de certificação financeira. Eu tô trazendo aqui para vocês um curso completo para a nova certificação CPA, esse novo modelo de certificação da BIMA
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Speaker A
que vai começar a ser exigido a partir de agora. Então, eu já organizei aqui todo um curso que está 100% atualizado de acordo com essas novas mudanças, e eu vou disponibilizar aqui no YouTube um conteúdo gratuito que vai ajudar vocês
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Speaker A
durante a preparação. Para quem quiser, claro, né, ter acesso a uma solução que é mais completa, que é a minha plataforma onde tem o curso completo, os materiais em PDF, no final desse vídeo aqui, né, depois da aula, eu vou voltar
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Speaker A
e vou mostrar para vocês em detalhes o que vocês vão ter acesso caso vocês assinem essa plataforma, né, quais materiais vão estar lá e como que vai ser um diferencial na preparação de vocês. Mas para quem vai acompanhar aqui
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Speaker A
pelo YouTube, fiquem tranquilos, tá? Porque eu já provei milhões de pessoas que estudaram apenas pelo conteúdo que eu disponibilizo aqui no YouTube nas certificações passadas, CPA 10, 20 e SEIA. É só vocês verem aí os comentários, né, aqui no canal. E tenho
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Speaker A
certeza que para essa certificação não vai ser diferente. Só para vocês não perderem nenhum conteúdo, né, do que eu trago aqui para vocês. Primeiro lugar, seria interessante que vocês fizessem a inscrição aqui no canal, né, ativassem o sino de notificação, mas mais importante
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Speaker A
ainda é que vocês salvem a playlist da certificação CPA, né? Essa playlist, caso vocês não estejam acessando ainda, eu vou deixar o link aqui na descrição desse vídeo, tá? Então, acessem a playlist, salvem e vão acompanhando ali de maneira sequencial todas as aulas e
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Speaker A
conteúdos, né, simulados que eu vou trazer para vocês, que dessa forma tenham certeza que vocês vão estar se preparando aí de maneira eficiente e atualizada para essa nova certificação CPA. E também, né, quando vocês iniciarem a preparação de vocês, quando
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Speaker A
vocês estiverem iniciando, seria legal se vocês colocassem aqui na primeira aula um comentário, né, com esse marco inicial, como muitas pessoas também fizeram nos meus outros cursos. E aí depois, né, que vocês conseguirem a aprovação, venham também e comentem ali,
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Speaker A
né? Isso vai criar uma disciplina em vocês, vai motivar vocês e também vai motivar muitas outras pessoas que também vão começar a estudar para essa certificação. Então, a gente vai começar aqui com a nossa primeira aula e aí no
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Speaker A
final eu volto para falar com vocês. E agora a gente vai começar aqui o nosso estudo do sistema financeiro nacional.
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Speaker A
Eu vou começar pelo bem básico, trabalhando o conceito formal. E aí eu vou avançando aos poucos, aprofundando e trazendo aí exemplos do dia a dia, né, para facilitar a compreensão desse conteúdo por parte de vocês. E a primeira missão que eu tenho aqui já é
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Speaker A
fazer com que vocês consigam visualizar de uma maneira mais ampla e abrangente o que é o sistema financeiro, porque algumas pessoas têm essa dificuldade, né? A gente fala no termo aqui sistema financeiro, mas elas não conseguem visualizar na prática o que é isso.
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Speaker A
Então, para ajudar vocês, primeiro eu quero isolar a palavra sistema. Quando eu penso em um sistema, né, o que isso me remete? Eu tenho que associar essa palavra com uma ideia de participantes, de organização e também regras, né? Para que a gente consiga ver
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Speaker A
isso na prática, no dia a dia. Vamos pensar no sistema de trânsito. Eu vou ter lá os condutores de veículos, vou ter ônibus, vou ter caminhões que vão circular pessoas, mercadorias, né? Tudo isso faz parte do sistema de trânsito,
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Speaker A
né? São os participantes. E eu não tenho regras? Tenho, né? Porque como condutor do meu veículo, eu tenho que estar habilitado, eu tenho que ter a carteira, né? Senão tô sujeito à multa. Tem regras também dentro da cidade ali do que eu
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Speaker A
posso fazer com o meu veículo, se eu posso fazer uma conversão à esquerda ou não, se é proibido, né? Então, existem regras e existem órgãos que são responsáveis por estabelecer essas regras, bem como também órgãos que são responsáveis por fiscalizar, ver se
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Speaker A
as pessoas não estão descumprindo. Então, o sistema de trânsito traz toda essa ideia pra gente: participantes, organização, regras. No sistema de saúde, sistema de educação, eu também vou ter isso. E no sistema financeiro, eu também tenho isso, tá? Só que aqui,
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Speaker A
como a gente está no âmbito financeiro, né, o que vai acontecer aqui? Eu vou ter a circulação de dinheiro, né? Então, basicamente, o que envolve a circulação de dinheiro sem ser o dinheiro em espécie, aquele que eu carrego,
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Speaker A
né, na minha carteira e troco, que cada vez está mais em desuso, mas a transferência de dinheiro eletrônica, fazer um Pix, uma transferência, fazer um pagamento de boleto, tudo isso está dentro aqui da ideia do sistema financeiro, né? E como é que eu acesso
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Speaker A
isso? Como é que eu vou fazer um Pix? Eu preciso de um banco, né? Acessar ali o aplicativo do meu banco ou ir presencialmente numa agência, banco, corretora, cooperativa, onde a pessoa tiver conta, né? São as instituições financeiras que possibilitam essa
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Speaker A
movimentação de dinheiro. Então, elas são as participantes aqui do sistema financeiro nacional e elas têm que seguir regras. Da mesma maneira que eu, quando estou ali dirigindo o meu carro, eu tenho que seguir as regras, as instituições financeiras, quando elas
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Speaker A
estão circulando o dinheiro das pessoas, elas também vão ter que seguir determinadas regras. E além das instituições financeiras, conforme a gente vai estudando, a gente vai vendo que existem outras figuras que também fazem parte aqui do sistema financeiro.
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Speaker A
Mas de primeira mão aqui, eu gostaria que vocês então, quando pensassem no sistema financeiro, tivessem essa ideia pensando nas instituições financeiras, bancos, corretoras, que são participantes e que promovem essa circulação de dinheiro. Então, visto isso, agora eu vou trazer para vocês
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Speaker A
aqui o conceito formal do que é o sistema financeiro nacional. E esse conceito ele é importante, tá? Então, o sistema financeiro nacional, o nacional aqui, né, só para contextualizar, é porque é do nosso país. O SFN ele é
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Speaker A
formado por um conjunto de entidades e instituições, que são os participantes, né, as instituições financeiras que promovem a chamada intermediação financeira. A gente vai aprofundar bastante nessa ideia, mas nesse primeiro momento, tá, eu trago para vocês a definição formal aqui do que é a
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Speaker A
intermediação financeira. É o encontro entre credores e tomadores de recurso. Então, sistema financeiro nacional é esse conjunto de entidades e instituições que promovem intermediação financeira. É por meio também do sistema financeiro que as pessoas, empresas e o governo circulam a maior parte dos seus
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Speaker A
ativos, pagam suas dívidas e realizam seus investimentos. Em outras palavras, né, é por meio do sistema financeiro que os agentes econômicos, as pessoas, as empresas também e até mesmo o governo, vão circular dinheiro. E aí a gente consegue elencar aqui duas funções
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Speaker A
básicas do sistema financeiro: a intermediação financeira, que a gente acabou de ver aqui, a definição formal, encontro entre credores e tomadores de recurso, e a prestação de serviços e gerenciamento de recursos, que é uma outra função do sistema financeiro, né,
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Speaker A
que expande essa ideia dele ser apenas, né, das instituições serem apenas intermediárias financeiras, né, aqui que possibilita, por exemplo, eu trocar reais por dólares no mercado de câmbio, né, fazer o pagamento ali dos boletos, arrecadação de impostos e tudo
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Speaker A
mais, tudo pelo sistema financeiro. Mas a gente vai ver isso em detalhes. Quero começar aqui pela primeira dessas duas funções, que é a intermediação financeira. Trago mais uma definição para vocês. É o processo pelo qual as instituições financeiras, como os
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Speaker A
bancos, corretoras, cooperativas atuam como intermediárias entre poupadores e tomadores de recurso. Então, apareceu, né, eh, mais uma vez aqui esses dois participantes. Aqui apareceu como cre
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Speaker A
mas a gente vai ver que a gente também pode chamar de agente deficitário. Aí, para entender isso, eu vou trazer aqui esse esquema, né, que a gente vai conseguir ver na prática o que que é intermediação financeira. Então, eu
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Speaker A
quero que vocês imaginem nesse primeiro momento esses dois participantes. Eu tenho de um lado aqui o que eu chamo de agente superavitário ou poupador ou o credor, né? É tudo a mesma pessoa, só que é são formas diferentes de chamar
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Speaker A
essa pessoa aqui. E do outro lado eu tenho o agente deficitário, que é o tomador de recursos. E o que que é isso na prática, tá? Vamos pensar aqui olhando pro agente superavitário. Ele é aquela pessoa que recebeu o salário no
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Speaker A
mês, né? Vamos supor que ele recebeu ali um salário de R$ 5.000 e ele teve lá suas despesas mensais e acabou o mês sobrando dinheiro, né? Vamos supor aqui que ele acabou o mês com o valor de R$
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Speaker A
1.000 sobrando, né? O que que ele pode fazer com esse dinheiro que tá sobrando, né? Ele pode deixar pro próximo mês, ir acumulando nos próximos meses. Ou então, né, ele pode usar esse dinheiro aqui que tá sobrando, que ele não vai usar, né? Um
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Speaker A
dinheiro que tá em tese ali ocioso e emprestar esse dinheiro para uma outra pessoa, né? Porque, por exemplo, né? Se eu tenho duas casas, uma em que eu moro e a outra que tá ociosa, não tem ninguém morando lá, o que que eu posso fazer? Eu
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Speaker A
posso pegar essa casa e emprestar ela, né? Eu vou cobrar o aluguel pela casa, né? Pelas pessoas que estão morando ali. E eu posso fazer isso com dinheiro também. Eu tenho esse recurso que tá ocioso. Eu posso pegar esses R$
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Speaker A
1.000 e emprestar para uma pessoa que esteja precisando desse dinheiro. E eu também vou cobrar um aluguel. O aluguel aqui do dinheiro são os juros. Então eu preciso achar uma pessoa que esteja precisando. E do outro lado eu vou ter
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Speaker A
justamente essa pessoa que está precisando de dinheiro. Aí vamos supor que ela precisa aqui do valor de R$ 1.000 exatamente, né? Para fechar a conta.
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Speaker A
Aí pode ser por n motivos, né? daqui a pouco é para pagar a fatura do cartão de crédito. Precisou ali de R$ 1.000, ela precisa pegar esse valor emprestado. Ela recebe esses R$ 1.000 aqui do agente superavitário e como ela tá pegando
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Speaker A
emprestado, algo que não é dela, né? Ela vai ter que devolver depois com esse com esse pagamento do aluguel, né? Quando a pessoa aluga uma casa, ela devolve a casa, mas ela fez o pagamento do aluguel ali da casa. A mesma coisa que ela vai
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Speaker A
devolver o recurso, que são os R$ 1.000, e vai devolver os juros, né? Vamos supor aqui que o juros ele é de 10%. Então, ao final de um determinado prazo, a pessoa vai devolver os R$ 1.000 e mais os juros
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Speaker A
que vão totalizar aqui R$ 100. Então, ela vai devolver R100. E dessa forma o nosso agente superavitário, ele conseguiu receber de aluguel aqui, que são os juros, R$ 100, só pelo fato de emprestar esse dinheiro, né? Resolve um
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Speaker A
problema dele, que ele tinha dinheiro ocioso sobrando e resolve um problema dessa pessoa que tava precisando desse dinheiro. Daqui a pouco, né? Não é que ela estivesse no negativo, daqui a pouco ela até poderia ter dinheiro, mas ela
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Speaker A
resolveu pegar emprestado para não mexer ali nos seus ativos. Isso também pode acontecer. Mas então, por que que a gente chama o agente superavitário dessa forma, né? porque ele está numa posição superavitária, ele tem dinheiro sobrando e o agente deficitário porque ele está,
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Speaker A
né, numa posição ali deficitária, ele precisa desse recurso ou como tomador de recurso, porque ele está justamente tomando esse recurso. Já o agente supravitário, eu posso chamar de poupador também, porque ele tem ali como se fosse essa poupança, né, esse
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Speaker A
dinheiro sobrando. E aqui poupança no sentido de guardar, né, não necessariamente a careneta de poupança, que é um produto bancário, mas o ato de poupar. ou ainda de credor. Agora, por que credor? Porque ele vai ter aqui um
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Speaker A
direito de receber esse valor de volta, né? ele tem o direito de crédito de receber esses R$ 100, que são os juros da operação. Então são diferentes formas de nomear esses dois participantes. O importante a gente entender, então, é
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Speaker A
que eu tenho uma pessoa com recurso sobrando e uma pessoa que precisa desse recurso. E por mais que pareça óbvio, né, que essa situação aqui ela poderia se resolver dessa forma, a pessoa que tem dinheiro sobrando e prestando para
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Speaker A
aquela que não tem, isso quando a gente leva pra prática não é tão simples assim. né? Porque entre familiares, amigos, talvez seja mais fácil dessa lógica acontecer. Mas agora, né? E se a pessoa ela precisa encontrar uma pessoa
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Speaker A
que ela não conhece para emprestar esse dinheiro, ela vai ficar reciosa de emprestar, porque ela não conhece o perfil da outra pessoa. Ela não sabe se ela é uma boa pagadora, né? se ela tem ali esse comprometimento em pagar o
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Speaker A
dinheiro que foi que foi pego emprestado. Então, na prática, não é tão simples disso acontecer nessas duas pessoas aqui, eh, fazendo essa troca, né, essa esse ato aqui de uma emprestar e a outra receber.
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Speaker A
E isso, né, foi um problema que alguém acabou notando, né, e aí que foi criado em primeira como primeira função os bancos, as instituições financeiras.
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Speaker A
Porque qual é a ideia de uma instituição financeira que tá aqui entre essas duas pessoas? A instituição financeira, ela vai ser esse local onde as pessoas elas vão se encontrar para que isso possa acontecer. Então, por exemplo, a pessoa
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Speaker A
que tem esse dinheiro sobrando, ao invés dela buscar uma pessoa que esteja precisando exatamente daquela quantia que ela tem para emprestar, ela vai e joga esse dinheiro dela pra instituição financeira. É como se a instituição financeira estivesse pegando esse
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Speaker A
dinheiro emprestado. E aí todas as pessoas que têm dinheiro sobrando vão até a instituição financeira, né? Os R$ 1.000 dessa pessoa e de diversas outras pessoas. Isso vai fazer com que a instituição financeira ela tenha muito recurso aqui. E da mesma forma a pessoa
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Speaker A
que tá precisando de dinheiro, ela sabe que se ela for até uma instituição financeira, ela vai conseguir pegar o dinheiro emprestado, né? Aí a instituição financeira vai ter condições de emprestar, porque justamente ela tá recebendo dinheiro aqui de diversas
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Speaker A
outras pessoas que também são agentes superavitários. Então ela acaba virando esse local de encontro, né? Por isso que a gente fala aqui que a intermediação financeira é um encontro entre credores e tomadores de recurso. Então não é que
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Speaker A
essa pessoa esteja emprestando diretamente para outra, não, né? Eu tenho aqui um intermediário que é uma instituição financeira que está fazendo a chamada intermediação financeira. E aí, como é que vai funcionar? Eu vou voltar aqui pra lógica dos R$ 1.000. O
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Speaker A
nosso agente superavitário, ele vai emprestar os R$ 1.000 pra instituição financeira. ele tá emprestando um recurso que é dele, ele vai ter que receber algo de volta depois de um tempo. Ele, né, vamos supor que a instituição financeira vai pagar os
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Speaker A
juros aqui, vai pagar o valor, agora não vai ser mais 10%, né? Vamos supor aqui que ela vai pagar eh 1%, que daria R$ 10. Então, depois de um prazo, a instituição financeira vai devolver o recurso dele, que são os R$ 1.000, e vai
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Speaker A
devolver os juros dessa operação, que é o aluguel aqui do dinheiro. Então, ele vai receber 110 ao final de um prazo. Já o tomador de recurso agente deficitário, quando ele pega o dinheiro emprestado aqui da instituição financeira, ele é
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Speaker A
quem vai ter que fazer o pagamento de juros, né? Aí vamos supor que ao final de determinado prazo aqui ele vai devolver o principal mais os juros da operação que vão ser de R$ 40.
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Speaker A
Então a instituição financeira ela pegou do agente superavitário R$ 1.000 emprestado e pagou R$ 1010, né? devolveu R$ 1.10 com R$ 10 de juros e emprestou R$ 1.000 ao tomador de recursos e recebeu R$ 40 pelo aluguel aqui do
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Speaker A
dinheiro. Mas Enan, e onde que ficaram os R$ 30 dessa diferença aqui, né? Porque ela recebeu 40 e pagou só 10.
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Speaker A
Esses R$ 30 aqui que eu vou colocar aqui ó é o que a gente chama de spread bancário. É a diferença entre o que a instituição financeira ela recebeu do agente deficitário, os R$ 40, e o que ela pagou pro agente def pro agente
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Speaker A
superavitário, que foram os R$ 10. A diferença desses 40 e desses 10 são justamente os R$ 30. O spread bancário, em outras palavras, é o que a instituição financeira ela cobra por fazer esse papel, por desempenhar essa função, né? Afinal, é o serviço que ela
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Speaker A
tá oferecendo ali, que é essa intermediação financeira. Eu não posso chamar necessariamente o SPRED bancário de lucro bancário, né? Porque já vi isso aparecer em algumas questões. Por que não? Porque a instituição financeira ela tem custo, custo de manter essa agência,
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Speaker A
né? De manter funcionários. Então, parte do lucro vai vir do SPAD bancário, mas ele não é o lucro por si só. A gente pode pensar na receita aqui, em uma das receitas, né, da instituição financeira.
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Speaker A
Então, dito isso, né, para ver se ficou claro, a intermediação financeira, que foi o motivo então inicial, eu repito, que os bancos, as instituições financeiras foram criadas, foi para possibilitar esse ambiente de troca aqui. É o processo pelo qual elas, as
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Speaker A
instituições, atuam como intermediárias. estão aqui, ó, fazendo a intermediação entre poupadores, também chamado de credores ou agentes superavitários, e os tomadores de recurso. Bom, a primeira função aqui a gente viu, né? E aí a gente tem a segunda, que é a prestação
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Speaker A
de serviço e gerenciamento de recurso. Só antes eu quero trazer aqui para vocês, né, esse detalhe aqui é importante.
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Speaker A
Eu falei que na prática isso daqui é difícil de acontecer, né? Não a intermediação financeira.
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Speaker A
eu encontrar um agente superabitário emprestando diretamente pro agente deficitário. Sem a instituição financeira, na prática, isso é difícil de acontecer, mas em tese pode. Só que existem aqueles problemas, né, como o que eu coloquei ali, da pessoa não saber se o agente
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Speaker A
deficitário é uma pessoa de boa índole, né, que vai que vai devolver o dinheiro que foi pego emprestado. Então são dificuldades que estão associadas as instituições financeiras, como elas estão especializadas aqui em pegar dinheiro dos agentes superiários e emprestar pros
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Speaker A
deficitários, elas acabam tendo algumas vantagens ao exercerem esse papel aqui de intermediadoras financeiros. E é esse ponto que eu vou trazer aqui para vocês agora, tá? Então, devido ao porte dessas instituições, elas possuem algumas vantagens. Primeiro, né, elas fornecem
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Speaker A
liquidez aos agentes. É aquela ideia que eu falei de que uma coisa é uma pessoa com R$ 1.000 para emprestar para outra pessoa, outra coisa é a instituição financeira que tá recebendo, né, dinheiro aí de diversas outras pessoas.
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Speaker A
Então ela tem muita liquidez. E Renão, o que que é liquidez? Trago mais uma vez aqui um conceito formal para vocês, mas também vou explicar. é um conceito financeiro que se refere à facilidade e rapidez, com que o ativo, o investimento
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Speaker A
ou bem, pode ser convertido em dinheiro sem perda significativa de valor. Quanto maior a liquidez, mais fácil é transformar o ativo em dinheiro. Em outras palavras, a gente pode pensar em liquidez, né, como o dinheiro propriamente dito. E a instituição
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Speaker A
financeira, ela acaba tendo muita liquidez, porque muito dinheiro tá circulando aqui, tá entrando aqui por conta dos agentes supravitários. E aí a gente pode olhar sobre duas óticas aqui também, essa questão da liquidez. O agente deficitário, ele pode precisar de uma
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Speaker A
quantia exorbitante de dinheiro, né? Aqui eu coloquei R$ 1.000, mas vamos supor que pode que seja uma empresa, né, que precisa ali de milhões. Seria difícil ela achar pessoas ou até mesmo outras empresas dispostas a emprestar esse tanto de dinheiro, mas ela consegue
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Speaker A
através de uma instituição financeira, porque ela tem esse porte, ela tem essa liquidez para conseguir emprestar pro agente deficitário. Se ele fosse tentar buscar uma pessoa só, ele teria esse problema de liquidez, ele não conseguiria encontrar esse dinheiro. E
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Speaker A
pro agente superavitário, ele também acaba tendo, se a gente olhar aqui a ótica dele, ele também acaba tendo liquidez para resgatar o valor dele antes mesmo do prazo que foi acordado, né? Se ele vai colocar o dinheiro, por exemplo, numa conta
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Speaker A
corrente, ele pode resgatar a qualquer momento, não precisa esperar um prazo que foi acordado ou em alguns depósitos a prazo também, né? Depois a gente aprofunda essa ideia. Mas eu tenho que entender então que o agente superavitário ele também tem essa
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Speaker A
liquidez para resgatar o dinheiro dele independentemente do que esteja acontecendo aqui, né? Porque o dinheiro que inicialmente ele pode ter depositado, a instituição financeira foi lá e emprestou, mas ela tem condições, ela tem caixa ali para pagar, mesmo que
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Speaker A
esse dinheiro aqui já esteja preso, né, em outro tipo de empréstimo. E a instituição financeira, então, por essa por esse porte dela, ela ela acaba tendo essa liquidez.
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Speaker A
Isso é importante. Possuem acesso a informações importantes dos clientes, como cadastros históricos de crédito e movimentações financeiras.
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Speaker A
Então eu, né, se eu for na posição aqui de agente supravitário, se eu for tentar emprestar meu dinheiro para uma outra pessoa que eu não conheço, eu vou ficar refém ali, né, de não saber se ela é uma
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Speaker A
boa pagadora. Eu não vou ter acesso a informações, eu vou ter que confiar na palavra dela. Já a instituição financeira, ela não tem esse problema, porque quem precisa de dinheiro vai ter que chegar lá na instituição financeira, no banco, vai ter que fazer um cadastro,
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Speaker A
vai ter que apresentar informações suas, né, o CPF, vai ter que trazer ali qual que é a fonte de renda, vai, a instituição financeira, tendo ali o CPF, vai conseguir consultar em órgãos protetivos de crédito, ver se a pessoa
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Speaker A
não tem SPC, não tem Serasa. vai conseguir ver nos sistemas do Banco Central, se ela não tem dívidas em aberto em outras instituições financeiras, se ela não tem inclusão em cheque sem fundo. Então a instituição financeira ela consegue consultar a vida
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Speaker A
financeira dessa pessoa aqui. Claro que não é 100% que ela que ela consegue ver tudo, né? Se a pessoa ela quiser de má índole ali pegar o dinheiro e não se comprometer em pagar, a instituição financeira ela também fica refém disso.
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Speaker A
Mas que o risco aqui ele é menor para instituição financeira do que uma pessoa individual. Isso com certeza, né? E aqui é uma outra ideia que eu já quero trazer para vocês. Quanto maior um risco associado a uma operação, pensando em
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Speaker A
quem está emprestando dinheiro, mais caro vai ser a remuneração exigida. Então, em tese, né, pro agente superiitário ele emprestar pra instituição financeira é algo confiável.
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Speaker A
Por isso que ele recebe uma remuneração aqui que não é tão alta, né? porque ele tem a certeza ou quase certeza de que ele vai receber esse dinheiro de volta.
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Speaker A
Agora, quando ele empresta para uma outra pessoa, como o risco é muito grande, aí ele vai cobrar uma taxa de juros que vai ser maior. E essa ideia, ela também vale pra instituição financeira, né? como ela consegue visualizar esse perfil financeiro do
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Speaker A
tomador de recurso e montar ali um perfil se ele é bom pagador ou não.
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Speaker A
Quanto mais arriscado a operação, mais a instituição financeira vai exigir aqui do aluguel do dinheiro dos juros. Então, para essa pessoa aqui, com base no perfil dela, ela pode ter cobrado só esses 4% aqui. Agora, se for uma outra
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Speaker A
pessoa que tem ali inclusão em cheque sem fundo, tem eh inclusão em SPC, Serasa, tem histórico de dívida com a própria instituição financeira, ela não vai cobrar 4%, ela vai cobrar 8, ela vai cobrar 10%. vai ser uma taxa de juros
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Speaker A
maior para compensar esse risco, porque algumas operações elas vão ficar inadimplantes e aí esse risco ele acaba eh ele acaba se voltando para essa taxa de juros maior. Em algumas situações, a instituição financeira simplesmente, devido ao perfil de risco da operação,
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Speaker A
ela não vai emprestar. Isso pode acontecer, tá? Não, não é errado. A instituição financeira, ela pode colher as informações aqui e decidir que não vai emprestar o dinheiro, porque o risco da operação é muito grande, né? Pode parecer até estranho, mas isso acontece
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Speaker A
bastante. É um, é, no dia a dia ali da pessoa que está eh desempenhando a função comercial do banco, né? A pessoa vai acabar recusando alguns empréstimos porque os sistemas ali do banco fizeram a avaliação entendendo que não é
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Speaker A
possível emprestar dinheiro para aquela pessoa. Mas qual que é o ponto que a gente tem que tirar de tudo isso? é de que a instituição financeira ela tem essa posição aqui de vantagem de conseguir essas informações para montar
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Speaker A
esse perfil. Além disso, vamos voltar a falar aqui um pouco em relação à aquelas regras que eu coloquei no início da aula, tá? As instituições financeiras são reguladas e supervisionadas, o que aumenta a confiança dos agentes em sua
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Speaker A
atividade. Uma coisa é emprestar dinheiro por uma instituição financeira, que não só pelo montante de recursos que ela tem, mas também pelo fato de que ela tem que seguir regras. Da mesma maneira que eu lá conduzindo o meu carro, eu
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Speaker A
tenho que seguir as regras dentro do sistema de trânsito. As instituições financeiras têm que seguir as regras do sistema financeiro.
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Speaker A
Já uma pessoa que eu fosse emprestar diretamente, ela não tem que seguir essas regras, né? Então isso acaba trazendo mais confiança. A gente vai falar muito dessa ideia de regulação e supervisão, mas, né, vou trazendo aqui aos poucos pra gente começar a se
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Speaker A
habituar com essa ideia. E além disso, elas estão autorizadas a cobrar taxa de juros superiores ao teto estabelecido por esse decreto aqui de 1933, que é a lei da usura, tá? Que limita ali a taxa de juros a 12%. Então, se eu tiver um
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Speaker A
contrato civil, né, eh, um contrato ali entre duas pessoas, uma emprestando para outra, existe essa limitação ali na taxa de juros. Ou seja, o agente superavitário, se a operação ela for muito arriscada, dado esse decreto aqui, né, se ele for seguir ali o contrato,
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Speaker A
né, eh, seguir os aspectos jurídicos, ele ficaria limitado essa taxa, né, o contrato não poderia ter uma taxa que ultrapassasse esse decreto. Já as instituições financeiras, e esse é o ponto importante, elas não precisam observar. Esse teto aqui da lei da Usura
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Speaker A
não vale pras instituições financeiras. Elas são uma exceção. Então, é por isso que a gente pode ver aqui uma instituição financeira cobrar taxas de 1% ao mês, 2, 3, 5, 10 ou até mais do que isso, né, ao mês. Isso acontece dado
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Speaker A
o tipo de operação, as garantias e, é claro, o perfil do tomador de crédito.
27:18
Speaker A
Então, essas são algumas vantagens. Agora, sim, né? Vamos lá. Prestação de serviço de gerenciamento de recursos.
27:23
Speaker A
aqui é mais tranquilo. Eu falei para vocês que inicialmente o sistema financeiro nacional ele foi criado para possibilitar isso daqui que é intermediação financeira, mas com um tempo ele foi evoluindo e aí ele também acabou trazendo outras possibilidades
27:40
Speaker A
para as pessoas, como o que, por exemplo, tá? Então são essas facilidades que o sistema financeiro proporciona, como a existência de um sistema de pagamentos para a transferência de recursos e arrecadação de tributos. Eu posso fazer transferência, TED, Pix
27:56
Speaker A
através do sistema financeiro. Quando eu faço um Pix, isso aqui não tem relação com a intermediação financeira. Não tô emprestando meu dinheiro, né? Talvez até eu esteja, mas não necessariamente.
28:06
Speaker A
Daqui a pouco eu tô fazendo PIC só para fazer o pagamento de algo que eu comprei, não é que eu tô emprestando.
28:10
Speaker A
Então isso não tem a ver com a intermediação financeira, mas ainda assim eu tô fazendo no âmbito do sistema financeiro. Mesma coisa uma TED. ou quando eu vou arrecadar algum tipo de tributo, eu vou fazer o pagamento ali
28:22
Speaker A
através da minha instituição financeira e depois esse dinheiro vai chegar no órgão governamental. Então eu não preciso ir direto lá no órgão governamental para pagar. O próprio sistema financeiro, ele acaba sendo um intermediário dessa operação, mas não no
28:36
Speaker A
sentido da intermediação financeira, né? O intermediário que vai fazer essa conexão entre o governo e as pessoas.
28:45
Speaker A
Serviço de custódia. E aí quando eu falar custódia associa a ideia de guarda, tá? Então guarda valores, bens e títulos. Como quando, por exemplo, eu vou lá e deposito na minha conta corrente, esse dinheiro ele vai ficar sob a custódia, sob a guarda da
29:00
Speaker A
instituição financeira. A disponibilização de meios de pagamento, tais como cartões de crédito e cheques, também não tem a ver com a intermediação financeira, mas ainda assim são facilidades. Eu tenho o meu cartão de crédito e consegui ali fazer os
29:14
Speaker A
pagamentos, isso é possível porque existe o sistema financeiro, a disponibilização de seguros e aí para diversas finalidades, né? Automóvel, viagem, vida, saúde e por aí vai. Então isso também é possível dado a existência do sistema financeiro. Então, basicamente eu poderia dizer o seguinte,
29:32
Speaker A
que tudo que não for a intermediação financeira vai entrar nessa outra função básica aqui do sistema financeiro, que é a prestação de serviços e gerenciamento de recurso, gerenciando os recursos dos clientes e prestando serviço, como esses que a gente acabou de ver. E a
29:50
Speaker A
intermediação financeira é quando ele está fazendo exatamente esse papel de se colocar entre o agente superavitário, o credor e o tomador de recurso. Perfeito.
30:00
Speaker A
Bom, agora aí a gente começa a avançar aqui e entender os produtos e entender também os agentes, as instituições financeiras que fazem parte do sistema financeiro. A gente entendeu as duas funções básicas, né? a gente já tem uma ideia de quem faz
30:19
Speaker A
parte desse sistema. E aí eu quero trazer aqui para vocês nesse primeiro momento, uma forma da gente dividir o sistema financeiro nacional, que são os seus mercados.
30:30
Speaker A
Como ao longo dos anos diferentes instrumentos foram sendo desenvolvidos, extrapolou aquela ideia de ser só intermediação financeira, mas para eu também ter prestação de serviço com características diferentes. Costuma se dividir o mercado financeiro em diferentes mercados. Eu posso pensar
30:48
Speaker A
então no mercado financeiro como algo mais amplo. E aí eu vou lá e faço pequenas divisões. Eu vou ter um mercado monetário, um mercado de crédito, de câmbio, de capitais, de seguros e de previdência fechada. Esses quatro iniciais aqui são os clássicos, tá? Mas
31:05
Speaker A
a gente também, né, se a gente expande um pouquinho, a gente tem essa ideia do mercado de seguros e de previdência fechada. Então, de acordo com o tipo de operação que tá acontecendo dentro do sistema financeiro, eu vou pegar e vou
31:17
Speaker A
colocar aqui em um desses mercados. Então, a intermediação financeira, quando a pessoa ela tá pegando dinheiro emprestado aqui na instituição financeira, isso daqui vai ser enquadrado no mercado de crédito, né?
31:29
Speaker A
Então, negociação de empréstimos, financiamentos e outros produtos de crédito para fornecer recursos financeiros a indivíduos e também empresas, né? porque a empresa também pode pegar dinheiro emprestado. Então isso fica dentro do mercado de crédito.
31:42
Speaker A
Mas eu vi que além da intermediação financeira existem outras funções do sistema financeiro. Como por exemplo, eu tenho reais, quero fazer uma viagem pro exterior, eu preciso fazer a conversão para dólares. Eu vou fazer isso através da minha instituição financeira, troco
31:58
Speaker A
os meus reais por dólares e isso vai acontecer no âmbito do sistema financeiro. Mas se eu for colocar em um mercado específico, vai acontecer no chamado mercado de câmbio, negociação de moedas estrangeiras para facilitar transações comerciais e operações
32:12
Speaker A
financeiras. Pessoas que gostam de investir em empresas diretamente, né? Eu digo diretamente, entre aspas, porque ainda assim eu vou ter uma instituição financeira que vai possibilitar isso.
32:26
Speaker A
Mas então, se eu quero comprar ações de uma empresa listada na bolsa, eu vou ter que usar uma corretora para isso, né? Se eu quiser, por exemplo, investir uma debentor, uma nota promissória, que são títulos ali de emissão das empresas,
32:39
Speaker A
claro que depois, com o tempo a gente vai aprofundando esses conceitos, mas eu tenho que entender, né, que isso também é possível, não é chamada intermediação financeira clássica. que a gente viu ali no início, mas acontece também por conta
32:53
Speaker A
do sistema financeiro. E aí eu vou enquadrar isso daqui no chamado mercado de capitais, então negociação de ações, títulos corporativos, debentores, notas promissórias e outros ativos de longo prazo para captar recursos e oferecer oportunidades de investimento, tá?
33:09
Speaker A
Mercados seguros, vou contratar um seguro pro meu carro, vai entrar aqui. Mercado de previdência fechada, vou contratar uma previdência privada. não é aquela a pública, né, operada pelo INSS, é um um outro tipo de produto que existe aí no âmbito financeiro, vai se
33:25
Speaker A
enquadrar aqui. E eu tenho o mercado monetário também, que é conhecido como mercado da moeda ou monetário, como tá aqui, e é onde o governo vai executar aqui a chamada política monetária, né? Então, que é que são as
33:44
Speaker A
medidas que o governo ele vai tomar no sentido de controlar a quantidade de moeda que a gente tem na nossa economia.
33:48
Speaker A
Isso vai acontecer no mercado monetário. O que que eu vou ter de negociação aqui?
33:53
Speaker A
Ativos de curto prazo, como títulos do governo, né, que aonde vai acontecer aqui as operações de mercado aberto e certificados de depósito, que são certificados emitidos pelas instituições financeiras para gerenciar a liquidez da economia, né? Como eu disse, depois a
34:07
Speaker A
gente aprofunda aqui em cada mercado, mas o mercado monetário, então eu tenho que associar com essa ideia aqui de execução da política monetária. Então qual que é o ponto? Eu posso pegar esse essa ideia ampla do sistema financeiro,
34:20
Speaker A
pensar nele como mercado financeiro e desmembrar ele aqui em diversos mercados. E dependendo de onde acontece a operação, eu vou colocar ela aqui em um desses mercados. Essa é uma forma de classificar o sistema financeiro. Aí uma outra forma da gente começar a ver aqui
34:38
Speaker A
a divisão dele é olhar não pela operação, né? Aqui eu olhei o que que tava acontecendo de operação. Agora eu vou olhar as instituições que fazem parte. É como se eu pegasse um sistema de trânsito e olhasse as pessoas que
34:53
Speaker A
dirigem veículos que exigem ali a categoria B, C, D e E. Eu tô fazendo essa divisão de acordo com os participantes, só que dentro do sistema financeiro. Aí eu posso dividir então o SFN. E aqui é o que a gente chama, né, de estrutura do
35:08
Speaker A
sistema financeiro. É importante a gente já começar a associar essa ideia. Ele pode ser dividido em entidades normativas, supervisoras e entidades operacionais. Eu falei para vocês que existem regras que as instituições financeiras elas têm que seguir, né? Da mesma forma que eu
35:28
Speaker A
tenho que quando eu vou dirigir meu carro, eu tenho que estar habilitado, por exemplo, né? Vou ter que cuidar ali as leis da da minha cidade e tudo mais.
35:36
Speaker A
Eu tenho que respeitar essas regras. Mas alguém é responsável por estabelecer essas regras. Elas não começam a existir do nada.
35:43
Speaker A
E as entidades que estabelecem essas regras no sistema financeiro, elas também fazem parte da estrutura do sistema financeiro nacional. São as chamadas entidades normativas. Então, da mesma forma que quando eu tô lá estudando para tirar minha carteira de
35:59
Speaker A
habilitação, eu tenho que saber quais são os órgãos normativos de execução, eu tenho que saber isso daqui aqui também na estrutura do sistema financeiro.
36:07
Speaker A
Então, entidades normativas, elas são responsáveis pela definição das políticas e diretrizes gerais do sistema financeiro. E elas não têm função executiva. Em outras palavras, elas estabelecem as regras, mas elas não vão estar ali fiscalizando para ver se as pessoas, nesse caso, as
36:27
Speaker A
instituições financeiras, estão cumprindo essas regras. Aí eu tenho as entidades supervisoras que assumem diversas funções executivas como a fiscalização das instituições sobre sua responsabilidade.
36:40
Speaker A
Então aqui pra gente entender, entidade normativa estabelece regra, né, de uma maneira mais resumida, entidade supervisora fiscaliza. Claro que tem mais do que isso, né? Depois a gente vai ver que, por exemplo, o Conselho Monetário Nacional, que é um órgão
36:56
Speaker A
normativo aqui, ele não só vai tá envolvido com essa questão de definir regras pro sistema financeiro, mas ele também vai ser um conselho de políticas econômicas do nosso país, né? Ele tem mais funções. Mas pensando aqui na estrutura do sistema financeiro, a gente
37:10
Speaker A
vai resumir dessa forma. Entidades normativas estabelecem as regras, entidades supervisoras estão ali exercendo a fiscalização para ver se essas regras estão sendo cumpridas.
37:21
Speaker A
E quem é que tem que cumprir essas regras? São as entidades operacionais. Então, aquilo que eu coloquei no início da aula, instituições financeiras, bancos corretores cooperativas essas instituições, elas são chamadas as entidades operacionais. É o que a gente
37:37
Speaker A
tem contato no dia a dia, né? Seja acessando ali o aplicativo do meu banco ou indo presencialmente na agência. É isso que de fato a gente tem contato.
37:47
Speaker A
Então elas são responsáveis, entre outras atribuições, pelas intermediações de recursos entre poupadores e tomadores ou pela prestação de serviço. Olha o que eu tô falando aqui. Eu tô falando que as entidades operacionais elas estão aqui fazendo a chamada intermediação financeira e a
38:04
Speaker A
prestação de serviço de gerenciamento de recurso. Então, basicamente nessa parte inicial da aula aqui que eu trouxe para vocês, isso tudo vai ser de responsabilidade das entidades operacionais. Enquanto que as normativas e as supervisoras, elas vão ser responsáveis por garantir essa
38:18
Speaker A
organização toda, trazendo regras e vendo se as entidades operacionais estão cumprindo essas regras. Então fica assim, ó. Sistema financeiro nacional, eu divido em entidades normativas, supervisoras e operacionais. E aí eu poderia também trazer essa outra forma aqui de definição. O sistema financeiro
38:40
Speaker A
nacional também pode ser entendido como o conjunto de instituições que integram o mercado financeiro. Mercado financeiro, esse agrupado de todos os mercados, né? Uma outra forma de ouv.
38:51
Speaker A
quer regulamentando as entidades normativas aqui que regulamentam e fiscalizando as entidades supervisoras, os seus participantes, quer facilitando a transferência de recursos entre poupadores e tomadores, as entidades operacionais. Então, nessa definição aqui, né, eu trabalhei com a ideia aqui
39:09
Speaker A
da estrutura do sistema financeiro, né, as entidades normativas, supervisoras e operacionais. Aí uma outra forma também, né? É importante a gente saber essas diferentes formas de como o sistema financeiro nacional ele é classificado.
39:22
Speaker A
Tem essa outra forma aqui também que aparece na um quando a gente pensa aqui na doutrina, né, que fala sobre o sistema financeiro. A gente pode pegar aqui as entidades normativas e as supervisoras e colocar elas dentro desse grupo aqui
39:39
Speaker A
chamado de sub sistema. normativo. Olha só, eu tenho o sistema financeiro nacional aqui. É um subsistema dele, o subsistema normativo, que vai abranger aqui as entidades normativas e as supervisoras. Em outras palavras, quem está estabelecendo regras e quem tá ali
40:06
Speaker A
fiscalizando. Só cuidado para não confundir, tá? Uma entidade supervisora, ela não é uma entidade normativa, são coisas diferentes. Uma estabelece regras, a outra é responsável por fazer a supervisão, a fiscalização.
40:20
Speaker A
Mas quando eu uso essa forma de classificar, trazendo essa ideia de subsistema normativo, aí dentro aqui eu vou colocar as entidades normativas e as entidades supervisoras, tá?
40:33
Speaker A
E do outro lado eu tenho o outro subsistema que é o subsistema de intermediação ou subsistema operacional, tá? É uma outra forma também de aparecer esse nome, subsistema de intermediação ou subsistema operacional, né, de entidades operacionais e de intermediação. Por que
40:55
Speaker A
intermediação? Por conta da intermediação financeira, né? Então, só uma outra forma de trazer aqui para vocês que também aparece. Se falou subsistema normativo, eu sei que são as entidades normativas a supervisores. Se falou subsistema de intermediação, sei que é todo o restante, aquelas
41:12
Speaker A
instituições que eu tenho contato no dia a dia. E aí agora a gente vai falar um pouquinho sobre a regulação, né? Porque tem a ver com essa ideia de que existem regras que são criadas e existem ali maneiras de fiscalizar para ver se as
41:29
Speaker A
instituições financeiras estão cumprindo. Então, a regulação do sistema financeiro nacional refere-se ao conjunto de leis, normas, políticas e órgãos responsáveis, entidades normativas e supervisores, por regular as atividades, as instituições financeiras e dos mercados financeiros, que são esses aqui que a gente viu no
41:48
Speaker A
Brasil. Há dois tipos de regulação, tá? Então, essa ideia de estabelecer normas e ver se elas estão sendo executadas, eu tenho dois tipos aqui, a heterorregulação e a autorregulação. A heterorregulação é aquela que vem por parte do governo, é aquela que é fora do
42:09
Speaker A
do âmbito aqui do subsistema de intermediação. Como assim? Vamos ver a definição e aí eu aprofundo. A supervisão e o controle das atividades das instituições e dos mercados são realizados por órgãos governamentais ou entidades externas e independentes das
42:24
Speaker A
próprias instituições reguladas. Essa é a regulação comum. A gente pode pensar assim, né? Então eu tenho aqui as normas que são estabelecidas pelos órgãos governamentais e eu tenho a autorregulação, que essa é uma forma diferente. É uma forma de regulação em que a própria
42:43
Speaker A
indústria financeira, ou seja, os participantes, as instituições financeiras, elas se organizam em entidades de autorregulação, criando e aplicando as suas próprias normas. É como se os condutores de veículos que já obedecem a regulação que vem ali por parte do governo, que né, vai
43:00
Speaker A
estabelecer o que que é permitido e o que que não é, é como se esses próprios condutores eles estabelecessem regras para que eles mesmos seguissem complementando as regras governamentais, tá? É como se fosse, né? No sistema de trânsito não acontece, mas aqui no
43:17
Speaker A
sistema financeiro isso acontece, tá? Então, as próprias entidades operacionais, elas podem se agrupar ali, criar algum tipo de associação ou mesmo estabelecer regras entre elas. Só que o ponto é a autorregulação, ela não pode contrapor, não pode ser contrária à
43:38
Speaker A
heterorregulação, que é aquela que vem do governo, né? Essa é a regulação que vai realmente determinar o que pode e o que não pode. Essa daqui só pode complementar, nunca pode ir contra. Esse é um ponto importante que a gente tem
43:50
Speaker A
que saber. Bom, agora unindo o que a gente viu aqui do dos mercados financeiros, nessa divisão aqui de acordo com a origem da operação e essa outra forma da estrutura do sistema financeiro, olhando aqui não a operação em si, mas as entidades que fazem parte
44:11
Speaker A
do sistema financeiro, a gente chega nessa estrutura mais ampla do sistema financeiro, que basicamente, né, quando a gente pensa no sistema financeiro, é essa imagem é que seria mais teórica, né, que a gente deveria conseguir visualizar.
44:26
Speaker A
O que que a gente vai ter aqui? Então, eu tenho os mercados, os mesmos mercados que a gente viu aqui, tá? Os seis mercados. Então, mercado da moeda ou monetário, mercado de crédito, capitais e câmbio, mercado de seguros
44:41
Speaker A
privados e previdência fechada. Então, por exemplo, eu sei que aqui no mercado de crédito é onde eu vou ter a os tomadores de recursos pegando dinheiro emprestado no mercado de câmbio é onde eu vou trocar os meus reais por dólares.
44:53
Speaker A
Então, nesse primeiro grupo aqui que envolve esses quatro mercados, que eu inclusive falei, né, que os quatro primeiros mercados ali eles são considerados clássicos mercados do sistema financeiro.
45:06
Speaker A
Eu, para ele, eu vou ter um órgão normativo que é o Conselho Monetário Nacional. E eu nem estudei ainda o Conselho Monetário Nacional, mas sabendo que ele é um órgão normativo, eu já tenho que saber que ele vai ser
45:21
Speaker A
responsável por definir políticas e diretrizes do sistema financeiro, vai estabelecer as regras. Então, o Conselho Monetário Nacional, em outras palavras, ele estabelece as regras para esses quatro mercados aqui, mercado da moeda, crédito, capitais e câmbio. Pro mercado de seguros privados, vou contratar um
45:39
Speaker A
seguro pro meu carro, paraa minha casa, né? E eu já vi que isso vai cair no mercado de seguros privados. Eu tenho um órgão normativo que é responsável por estabelecer as regras desse mercado aqui, que é o Conselho Nacional de
45:51
Speaker A
Seguros Privados. pro mercado de previdência fechada, previdência privada, eu também tenho um órgão normativo, Conselho Nacional de Previdência Complementar. Então, né, se vocês quiserem pegar o bizu aí, três órgãos normativos, os três são conselhos, os três começam aqui com a
46:08
Speaker A
letra C, tá? E os três tm um nacional aqui também na nomenclatura, mas a gente vai aprofundar depois esses órgãos. E aí eu tenho os supervisores, as entidades supervisoras, que mesmo sem eu saber quem são, eu já sei que elas têm funções
46:27
Speaker A
executivas, enquanto que as entidades normativas não. Sei que elas fiscalizam para ver se as instituições financeiras estão cumprindo essas regras. Então, pro mercado de moeda, crédito, capitais e câmbio, eu tenho duas entidades supervisoras, o Banco Central do Brasil
46:44
Speaker A
e a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM. Pro mercado de seguros privados eu tenho a SUSEP e pro mercado de previdência fechada, eu tenho a Previc.
46:53
Speaker A
E aí a gente entra no dia dia, né, aquilo que eu tenho contato diariamente, que são as entidades operacionais que promovem a intermediação financeira.
47:02
Speaker A
Aqui eu vou ter toda aquela galera, né? banco, Caixas Econômicas, administradores de Consórcio, bolsa de valores. Então são entidades que estão ali ou fazendo a intermediação financeira ou então a gente já sabe prestando serviço e gerenciando recurso.
47:18
Speaker A
E aqui, né, a gente vê que dentro do âmbito do Banco Central, que vai ser responsável por fiscalizar, eu tenho essas instituições aqui, os bancos, as administradoras de consórcio, cooperativas de crédito e por aí vai. Já para CVM, eu vou ter as bolsas de
47:34
Speaker A
valores e as bolsas de mercadorias de futuros. E essa corretora e distribuidora, né, as corretoras e distribuidoras de títulos e valores imobiliários, dependendo da atividade que elas estiverem exercendo, elas podem sofrer a fiscalização do Bassem e da CVM. Se tiverem administrando o fundo de
47:53
Speaker A
investimento, por exemplo, aí elas vão também sofrer a fiscalização aqui da CVM. Por isso esse asterisco aqui.
48:01
Speaker A
Bom, então, basicamente essa estrutura que eu trouxe aqui para vocês nesse momento é a junção dos mercados financeiros aonde eu tenho as operações acontecendo e trazendo isso, né, para onde cada entidade vai ser responsável ali por suas funções. Aí resulta nisso tudo aqui
48:23
Speaker A
que a gente pode então pensar na estrutura do sistema financeiro. Então como eu falei, a missão que eu tinha no início da aula, em primeiro lugar era trazer para vocês uma maneira de visualizar o que que é o sistema
48:35
Speaker A
financeiro de uma maneira mais abrangente, que é o pensar nas instituições financeiras, pensar na circulação de dinheiro, agora também pensar ali na intermediação financeira que acontece e nos outros serviços. E agora de uma maneira mais técnica, né, agora que a gente já estudou isso, que a
48:50
Speaker A
gente já conseguiu ter essa visualização inicial, quando eu falar em sistema financeiro, eu gostaria que vocês associassem a toda essa estrutura aqui, né? Porque ela basicamente resume tudo que a gente falou nessa aula. Eu tenho a intermediação financeira e a prestação
49:06
Speaker A
de serviços que vão acontecer nos mercados. E eu tenho também os participantes que vão fazer parte do sistema financeiro, os operadores, que são as instituições financeiras, que a gente tem o contato diariamente, mas também quem trabalha nos bastidores, os
49:20
Speaker A
órgãos normativos estabelecendo as regras e os supervisores fiscalizando para ver se essas regras estão sendo cumpridas. E como prometido, eu tô de volta aqui para mostrar agora para vocês a plataforma de estudos que vai ser o diferencial na aprovação de
49:38
Speaker A
vocês nessa nova certificação CPA. Então, para quem quiser conhecer o curso, lembrando, eu vou deixar o link aqui na descrição desse vídeo, primeiro link, e também no comentário fixado. E caso vocês optem pela compra, vocês vão ter acesso a essa plataforma que eu tô
49:54
Speaker A
mostrando aí na tela para vocês. Então, é aqui que vocês vão encontrar todas as aulas, né, já de acordo aí com esse novo modelo de cobrança da BIMA e também os materiais complementares. Esse curso aqui, ele tá dividido em quatro módulos,
50:10
Speaker A
né? São trilhas de aprendizado. Aí, por exemplo, eu vou abrir aqui a trilha um, módulo um, e aqui, né, nesse primeiro módulo, eu vou encontrar uma introdução aonde eu explico como é que funciona a plataforma. Vocês que já estão
50:24
Speaker A
assistindo o vídeo, talvez nem seja necessário passar aqui pela leitura. Aí na sequência, né, eu tenho aqui um conteúdo que é a apostila do curso, né?
50:35
Speaker A
Cada módulo tem a sua própria apostila. São quatro apostilas em PDF. Tem as instruções aqui pro download, né?
50:44
Speaker A
Recomendo que vocês façam a leitura. E aqui embaixo em anexo nos materiais. Isso para quem tiver acessando aqui pelo computador, né? No dispositivo móvel do celular vai ser um pouquinho diferente a interface, mas também vai tá dentro ali
50:56
Speaker A
da guia de materiais. Vocês vão ter a apostila para vocês fazerem o download. Aí a apostila eu vou mostrar aqui, tá? É um material em PDF e ela é autossuficiente. Como assim, Renan?
51:09
Speaker A
Então, além das videoaulas, eu também disponibilizo a apostila em PDF. Para quem não quiser assistir as videoaulas e ir só pela apostila, tá tudo bem, porque todo conteúdo que tem aqui é o mesmo conteúdo que tem nas videoaulas. Para
51:22
Speaker A
quem quiser mesclar os dois também não tem problema nenhum, tá? É só vocês eh baixarem aí a apostila. Se vocês quiserem também fazer a impressão, vocês podem fazer aí a apostila, ela tá organizada. Aqui tem o sumário, né?
51:34
Speaker A
Vocês podem clicar aqui para ir em determinado conteúdo. E eu sempre tento fazer as minhas apostilas de uma maneira bem esquematizada, né? trabalhando aí com tabelas e tudo mais para facilitar a compreensão, além de também destacar já para vocês as informações que são
51:51
Speaker A
importantes, mas vocês também podem fazer as próprias marcações aí, né? Tem aqui, como eu falei para vocês, os esquemas e eu sempre coloco também na própria apostila algumas questões para que vocês já possam treinar na sequência. Ali eu coloco a questão, na
52:07
Speaker A
sequência eu coloco os comentários, né, em relação àquela questão, explicando não só o porquê da resposta correta, mas também explicando o porquê das demais estarem incorretas. Então, né, vocês vão ter aí quatro apostilas em PDFs que seguem essa mesma dinâmica aqui. Aí,
52:27
Speaker A
voltando pra plataforma, na sequência, né, depois que vocês fizerem o download aqui da apostila, começam as videoaulas.
52:34
Speaker A
Então, a gente tem a primeira aula aqui que imagino que vocês já devam ter assistido, que é a estrutura do sistema financeiro nacional. Embaixo aqui em anexo, vocês vão encontrar o slide referente a essa aula. Então, cada videoaula tem ali o seu slide para que
52:51
Speaker A
vocês possam fazer o download. Além da apostila, é um outro material que vocês também podem utilizar. Ele é um pouco mais resumido do que apostila, né? Mas também é um excelente material aí para que vocês possam organizar os estudos de
53:03
Speaker A
vocês. Na sequência da aula, a gente tem as questões aqui que estão comentadas em vídeo. São mais de 1000 questões comentadas em vídeo para esse curso aqui da CPA. E sempre nessa dinâmica aula e na sequência as questões referentes à
53:21
Speaker A
aquela aula. Aqui embaixo também vocês podem fazer o download dos slides, né, contendo as questões. E o que eu recomendo, tá, é que vocês façam download e tentem resolver essas questões sozinhos. E aí depois na sequência, né, vocês coloquem aqui os
53:37
Speaker A
meus comentários que isso vai ajudar a fixar o conteúdo. Aí a dinâmica ela vai seguindo assim: aula e questões, aula e questões, né? Para que vocês também possam fazer o download ali dos materiais. No final aqui do módulo, aí a
53:51
Speaker A
gente vai ter as questões dissertativas, tá? Então deixa eu buscar aqui. Aqui, ó, questões dissertativas de acordo com esse novo modelo de cobrança da Bima. É um arquivo também que vocês vão ter para fazer o download. Aqui tem uma
54:05
Speaker A
introdução, tem o comando, né, exigindo ali o que vocês devem escrever e embaixo aqui daí tem a resposta esperada, né, que é o que vocês deveriam se aproximar nessa escrita de vocês. Aí, se vocês quiserem fazer a impressão desse
54:22
Speaker A
material, vocês podem fazer e aí podem utilizar essas próprias linhas aqui para fazer o texto de vocês, né? Tem aqui as questões ao final de cada módulo, daí pegando conteúdos aí que foram vistos em todo o módulo. Mais abaixo aqui ainda,
54:37
Speaker A
tá? A gente tem os resumos direcionados. Esses resumos aqui, sempre ao final de cada módulo, eles vão contemplar tudo que foi visto também até aquele momento. Aí já é um material que ele é bem mais sintetizado, tá? Então,
54:54
Speaker A
por exemplo, né, a estrutura do sistema financeiro nacional, sistema financeiro, ele fica resumido aí em dois slides, que é um material que é para ser utilizado, principalmente depois que vocês terminarem com todas as videoaulas, depois que vocês passarem ali pelas
55:09
Speaker A
apostilas para fazer as revisões, realmente, tá? Então, também ao final de cada trilha tem ali os resumos direcionados, um outro material que vocês podem utilizar para fazer download, fazer impressão e tudo mais.
55:23
Speaker A
Aí mais abaixo aqui também, aí tem o quiz aqui na plataforma, né, que é um simulado com todas as questões daquele módulo em específico, tá? Então, como eu falei para vocês, são mais de 1000 questões ao todo aqui no curso. E cada
55:39
Speaker A
vez que eu inicio um simulado do módulo, ele vai puxar aleatoriamente o número de questões. E aí eu vou resolver essas questões, né, aleatoriamente de acordo com o que a gente tem ali no banco referente à aquele módulo. E depois que
55:53
Speaker A
vocês resolvem aqui, ele traz para vocês qual que foi o desempenho. Lembrando que eu sempre recomendo que vocês façam um desempenho ali acima de 80%, que é o que em tese vai trazer um pouco de tranquilidade para vocês fazerem a
56:06
Speaker A
prova, né? Se vocês não estiverem conseguindo 80%, tem que reforçar algum conteúdo que ficou para trás, né? E assistindo as aulas, passando ali pela apostila novamente. É um benchmark que eu acho interessante vocês terem para que vocês consigam avançar aí de uma
56:22
Speaker A
maneira eficiente nos conteúdos, tá? Então, basicamente, é isso. Essa mesma dinâmica eu vou ter no módulo dois, no módulo 3 e no módulo 4. São muitas aulas, tá? A certificação CPA, ela cresceu em relação a ao que ela era no
56:36
Speaker A
passado, né? Ela mais que dobrou de tamanho. Então, eu recomendo muito que vocês assistam todas as aulas, façam revisões, né? Isso é importante porque tem muita coisa aqui que tem que ser vista, muito conteúdo que vocês precisam aprender e
56:54
Speaker A
não dá para tentar acelerar esse processo, né? Claro que quanto mais tempo vocês conseguirem estudar por dia, mais vocês vão conseguir avançar, mas não dá para deixar nada para trás porque tudo pode fazer a diferença lá na prova
57:06
Speaker A
de vocês. Aí detalhe também, tá? Toda a parte de cálculo que aparece aqui nessa nova certificação, eu coloquei aqui também como que vocês vão fazer esses cálculos. na HP1C, tanto na apostila como também na nas videoaulas, eu coloquei ali o passo a passo para que
57:24
Speaker A
vocês consigam resolver, né? Deixa eu ver se eu acho aqui. Deve tá mais pro final. Um exemplo aqui nesse, ó, nesse vídeo aqui, por exemplo, né? Vai ter HP1C ali que aparece na tela e eu clicando nas teclas mostrando para vocês
57:36
Speaker A
o passo a passo. Então, é mais um conteúdo, né? É quase como se fosse um curso de HP 12C dentro desse próprio curso aqui de certificação CPA, tá?
57:45
Speaker A
Então, módulo 1, 2, 3 e 4. É isso que vocês vão ter acesso. E quero trazer aqui para vocês também uma outra novidade que eu tô trazendo agora pra certificação CPA, que são os flashcards.
57:59
Speaker A
Aí, esse é um curso à parte, tá? Esse não está incluso na plataforma. Esse é um material diferente de revisão, né, para quem gosta de trabalhar com flash cards nok. Então, é um material que eu já elaboro para concurso bancário e eu
58:13
Speaker A
fiz esse para certificação CPA. Aí para quem comprar o meu curso principal vai ter um desconto especial aqui no Flash Card e vice-versa, né? Para quem comprar primeiro o Flash Card, vai ter um desconto no curso regular. Aí abrindo
58:27
Speaker A
aqui, tá? O baralho aqui no ANK, vocês vão ter todo o conteúdo, né, organizado também de acordo aí com o que é exigido nesse novo modelo de certificação da MIMA. E eu vou abrir aqui alguns flashcards só para vocês verem como que
58:42
Speaker A
eles estão organizados, porque é um diferencial, né? A maneira como eu organizei esses flashcards, eu acho que a galera não arruma dessa maneira aqui, né? Porque fica um material bem propício paraa revisão. Então, por exemplo, né, uma coisa que eu quero estudar que
58:56
Speaker A
aparece muito nas provas da CPA e a galera confunde bastante são as competências dos órgãos normativos de entidades supervisoras. Então, eu coloquei aqui um baralho só sobre isso, né? Eu vou abrir aqui, ó.
59:10
Speaker A
colocar para estudar. Então, o que que é o flash card? Para quem não conhece, né?
59:13
Speaker A
A gente tem a pergunta aqui. Qual entidade protege a poupança popular no mercado de seguros? Aí, né, isso vai ter que me forçar a lembrar a resposta. Eu tenho que saber aqui que é a Susep. Eu vou colocar aqui, mostrar a resposta.
59:26
Speaker A
Ele vai colocar superintendência seguros privados a Susep. Isso é o a estrutura normal de um flash card, né? Pergunta e resposta. Só que o meu ele vai além, né?
59:36
Speaker A
Eu trago aqui para vocês um botão de revisão turbo. E aqui na revisão, né, caso vocês fiquem com alguma dúvida, vocês vão poder fazer uma revisão diretamente por aqui, né? Daí tem aqui a entidade supervisora encarregada de fiscalizar o mercado de seguros
59:50
Speaker A
privados, né? Como que essa proteção ocorre. Tem todo um resumo aqui para que vocês, caso vocês tenham esquecido aquele tema, vocês possam revisar aqui sem ter que buscar em outro material, sem procurar e dessa forma vai agilizar o tempo de vocês, tá? E aí vocês vão
60:05
Speaker A
colocar aqui qual que foi o nível de dificuldade para esse flash card. Lembrando que quanto mais difícil vocês colocarem aqui, né, a escala, o cem difícil, por exemplo, ele vai passar pro próximo flash card. Aí eu vou responder
60:18
Speaker A
ele também, né? Vamos supor que esse daqui eu respondi que é fácil. os que eu coloquei que são difíceis, o algoritmo aqui do Ank, ele vai me jogar esse flashcard para eu revisar de uma maneira mais frequente até que eu
60:33
Speaker A
consiga lembrar ele. E aqueles que eu coloquei que são fáceis, aí esses aí eles vão a a revisão dele não vai ser tão frequente assim, né, para que eu consiga otimizar meu tempo para revisar aquilo que eu realmente tô esquecendo.
60:47
Speaker A
Então, só, né, detalhe de novo, esse curso aqui de flashcards, esses flashcards é um curso à parte ao curso de certificação, mas para quem comprar o curso principal vai ter desconto nos flashcards e como eu falei, vice-versa também, né? Quem comprar os flashcards
61:04
Speaker A
primeiro acaba tendo desconto no curso regular. De qualquer modo, tô colocando aí na descrição também o link do curso de flashcards para que vocês possam utilizar mais essa ferramenta aí para revisar. Pessoal, espero que não tenham ficado dúvidas. Eu vou indo nessa.
61:21
Speaker A
Espero de coração aí que vocês consigam a aprovação de vocês na certificação CPA com tranquilidade. Um abraço a todos e até um próximo vídeo.
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Frequently Asked Questions

O que é o Sistema Financeiro Nacional (SFN)?

O SFN é um conjunto de entidades e instituições financeiras que promovem a intermediação financeira, facilitando a circulação de dinheiro entre credores e tomadores de recursos no Brasil.

Quais são as funções básicas do sistema financeiro?

As funções básicas são a intermediação financeira, que conecta poupadores e tomadores de recursos, e a prestação de serviços e gerenciamento de recursos financeiros.

Como posso acompanhar o curso para a certificação CPA 2026 no YouTube?

É recomendado se inscrever no canal, ativar o sino de notificações e salvar a playlist da certificação CPA para acompanhar as aulas sequencialmente e não perder nenhum conteúdo.

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