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Aula Livre: Como ser lembrado no digital ✶ O jeito STL | Creative Club

Aula sobre como ser lembrado no digital, focando em criação de conteúdo, posicionamento e estratégias para construir uma marca forte.

Key Takeaways

  • Ser memorável no digital exige consistência e repetição de padrões de conteúdo.
  • O excesso de informação nas redes sociais gera amnésia digital, dificultando a retenção do público.
  • A estratégia monoflow ajuda a criar uma marca forte por meio de conteúdo alinhado e estruturado.
  • Criar conteúdo com propósito e planejamento é mais eficaz do que produzir em volume sem direção.
  • A construção de uma marca digital é um processo contínuo que requer autenticidade e excelência.

What the video covers

  • Apresentação da aula com Katherine, especialista em criação de conteúdo e posicionamento digital.
  • Discussão sobre o excesso de informação nas redes sociais e o desafio de ser memorável no ambiente digital.
  • Introdução da estratégia 'monoflow' para criação de conteúdo consistente e diferenciada.
  • Importância da repetição e padronização para fixar a marca na mente do público, exemplificada pelo case Bombril.
  • Reflexão sobre o impacto do tempo gasto nas redes sociais e a dificuldade de retenção de conteúdo.
  • Análise do efeito da inteligência artificial na produção de conteúdo e o desafio de manter um propósito claro.
  • Exemplos práticos de formatos e estratégias para criar conteúdo com identidade e reconhecimento.
  • Dicas para alinhar o conteúdo com o nicho e a personalidade do criador, garantindo autenticidade.
  • Importância da excelência como hábito e da construção gradual de uma presença digital sólida.
  • Incentivo ao engajamento dos participantes para troca de dúvidas e experiências durante a aula.

Answers

Questions about this video

O que é a estratégia monoflow apresentada na aula?

Monoflow é uma estratégia criada para estruturar a criação de conteúdo de forma consistente e padronizada, facilitando a construção de uma marca memorável no digital.

Por que é difícil ser lembrado nas redes sociais atualmente?

Devido ao excesso de informação e ao consumo rápido de conteúdos nas redes sociais, a mente humana tem dificuldade em reter o que vê, causando uma amnésia digital.

Como a repetição ajuda na construção de uma marca forte?

A repetição de padrões e formatos cria previsibilidade e memória no público, como exemplificado pelo case da Bombril, tornando a marca inesquecível ao longo do tempo.

Full Transcript — Download SRT & Markdown

00:00
Speaker A
Acho que a gente pode ir começando. Eu também. Luía falou que tá animada para aula. Também tô super animada, gente.
00:09
Speaker A
Bom, vamos lá. À medida que o pessoal for entrando, eu vou colocando o restante da galera aqui dentro. Boa noite para quem entrou depois.
00:22
Speaker A
Estamos aqui hoje com a Katherine para poder falar sobre conteúdo, sobre diferenciação, sobre posicionamento. Eu sigo a Katherine há muitos anos nas redes sociais. Eu tô bem feliz de conseguir assistir essa aula também, bem animada. Antes de chamar ela, eu queria
00:39
Speaker A
fazer só alguns combinados que são os mesmos combinados de sempre, para a gente poder manter o microfone fechado durante todo o período da aula. A gente vai separar essa aula com 30 minutinhos no final para poder tirar dúvidas. E
00:52
Speaker A
qualquer dúvida que vocês forem tendo, vocês podem deixar aqui nos comentários que eu vou anotando para poder conversar. Eu vou conversando com a Katherine ali no WhatsApp e, caso seja necessário, eu vou interrompendo e lembrando vocês para a gente poder sempre
01:10
Speaker A
fazer comentários, fazer perguntas. Nenhuma pergunta é boba para a gente poder aproveitar esse momento com ela para poder tirar as dúvidas, perguntar, entender bastante sobre a metodologia.
01:22
Speaker A
E é isso, gente. Queria que vocês colocassem aqui no chat para a gente de onde vocês são, o nome de vocês, para a gente poder saber e para a Katherine saber com quem ela está falando também.
01:36
Speaker A
Tá em todas. Ei, boa noite. Boa noite, gente. Que prazer estar aqui com vocês. Eu quero saber também de que área vocês são. Quero entender quais são os nichos de vocês para que eu seja bem assertiva até nos exemplos
01:54
Speaker A
que eu for dando. Eu já vi o Johnny, eu acho que estava com câmera. É, eu já vi o Johnny logo cedo. Pontual, pontual. Ele está em todas.
02:07
Speaker A
Diretora de arte formada em moda. Formada em moda. Gente, eu também sou formada em moda, tá? Poucos sabem disso, mas a minha primeira faculdade foi moda.
02:14
Speaker A
Olha só, trabalhei, eu trabalhei com moda uns 7 anos da minha vida. Fui produtora de moda, já tive marca de moda. Meu sonho, meu primeiro sonho era trabalhar na Vogue, né?
02:27
Speaker A
Sonho morava no interior, era esse meu sonho. Mas daí eu descobri que eu podia ganhar mais dinheiro com outras coisas.
02:34
Speaker A
Aí eu fui para outras áreas. Legal. Mas eu comecei nessa área também. Ser editora da Vogue, nossa, era meu sonho. Daí eu fui ver o que era, eu falei: "Acho bem, não acho, acho melhor não".
02:51
Speaker A
Muito bom. Muita gente boa. Vamos lá. Legal. Boa. Acho que você pode tocar aí, tá bom?
02:59
Speaker A
Bora, bora, bora que a gente tem muita coisa para falar hoje. E eu quero trazer para vocês muito conteúdo. Vai abrir a mente de vocês para caramba. Talvez vocês saiam daqui com outra visão em relação à criação de conteúdo e
03:14
Speaker A
principalmente criação de marca através do conteúdo. A gente vai falar hoje de monoflow. Alguém já ouviu falar do monoflow?
03:23
Speaker A
Pelo menos ali assim, ah, alguém citando essa estratégia. Se não ouviram ainda, é uma estratégia que eu trouxe para o mercado, né? Um formato que eu trouxe de pensamento para criação de conteúdo e eu
03:39
Speaker A
vou apresentar hoje para vocês, tá? Tá, o monoflow é o que está por trás do segredo dos criadores que você nunca esquece. Primeiro quero começar perguntando para vocês quantas horas por dia vocês passam nas redes sociais.
03:54
Speaker A
Vocês têm essa noção? Vocês têm essa coragem de olhar? Tem no Instagram, lá no iPhone, eu sei que você vai em ajustes, lá, tempo de uso, tempo de tela, você tem esse dado. E eu sei que tem
04:07
Speaker A
gente assim, os brasileiros, gente, eles passam em média 9 horas por dia no celular. É quase que uma sombra nossa.
04:17
Speaker A
A gente não, às vezes não consegue desligar nem para dormir, né? Aquela olhadinha antes de dormir. A gente passa muito tempo no celular conectado. Parece que se a gente não estiver conectado, a gente vai perder alguma coisa.
04:31
Speaker A
Só que eu tenho uma pergunta. Vocês lembram a última coisa que vocês viram no feed? Vocês lembram a última vez que vocês abriram o celular, o que vocês viram? Pelo menos um conteúdo assim que marcou, aí salvei aquele conteúdo,
04:42
Speaker A
gostei daquela coisa. Vocês lembram de alguma coisa? Ou simplesmente você às vezes passou a tarde inteira, ainda mais quem trabalha com mídias sociais, a gente passa o dia inteiro vendo referência, mas lembrar mesmo a gente não lembra praticamente de nada, né? Mas tem uma
04:59
Speaker A
amnésia digital, um excesso de informação, mas lembrança das coisas que a gente vê é muito pouca. E esse dado aqui é muito chocante quando a gente vai pensar nas mídias sociais e no mercado digital como um todo, que uma
05:15
Speaker A
criança hoje consome mais informação em uma semana do que o imperador romano consumiria em toda a sua vida.
05:26
Speaker A
Então, a gente sabe sim que a gente vive um excesso de informação na nossa geração com as redes sociais, aquela sensação que a gente tinha que o tempo passava mais devagar, que as coisas eram, a gente valorizava mais as coisas
05:41
Speaker A
antigamente, porque tudo realmente era real, porque a gente vive no excesso de informação, tudo é muito efêmero, tudo passa muito rápido, tudo é muito descartável e a mente e a gente fica sobrecarregado. Não é à toa que burnout
05:56
Speaker A
foi o termo, né, do ano no ano passado, porque estava todo mundo com o cérebro apricado, todo mundo passando uma sessão de todo mundo com a questão do burnout, né, passando por essa dor de
06:10
Speaker A
estar com muito excesso de informação, não sei para que caminho eu vou. E a gente sabe que a mente não retém o que não tem um padrão e a gente acaba se tornando esquecível, né, no digital, se a gente não pensa em construção de
06:25
Speaker A
marca, principalmente o nosso conteúdo, a gente acaba sendo esquecido. Então, criar conteúdo no nosso tempo atual e agora com IA mais ainda, que agora criar conteúdo virou uma commodity, né? Com a IA. Aí a gente em três minutinhos a gente tem o
06:45
Speaker A
conteúdo pronto. Então não tem mais essa grande dificuldade em criar um conteúdo ou ter uma ideia, mas amarrar essas ideias é uma grande dificuldade. E como criar conteúdo numa era que todo mundo esquece tudo e que você posta na manhã,
07:01
Speaker A
você tem que recomeçar e é volume, você recomeça e não termina nunca. É um ciclo infinito, é totalmente desgastante. Como que a gente pode criar um conteúdo que a gente fica com aquele sentimento de: bom, estou construindo
07:14
Speaker A
algo que pelo menos está me levando para algum lugar, pelo menos eu sei que isso aqui tem um objetivo e eu tenho um propósito por trás. Isso aqui não é algo tão fútil assim, é algo que eu sei para
07:24
Speaker A
onde eu estou indo. E eu quero trazer essa aqui, é entrega a idade, né? Quem é millennial, enfim, finalzinho da geração Z, vai saber.
07:36
Speaker A
Quem é mais novinho, talvez ainda nunca ouviu falar nesse senhorzinho aqui, mas quem viu esse senhorzinho, vocês lembram dele?
07:45
Speaker A
Vocês lembram dessa propaganda? Pode responder aqui no chat. Gente, vocês sabem quanto tempo esse cara ficou na TV? Ele ficou 30 anos aparecendo na TV para gente, 300 comerciais, que era sempre esse mesmo formato, né? Ele colocava outros
08:07
Speaker A
personagens, mas ele sempre estava naquele palanque ali da Bombril, sempre esse mesmo molde. Eles fizeram 300 comerciais repetindo esses mesmos bordões, esses mesmos cenários, esse mesmo enredo. E a repetição desse padrão fez com que essa marca fosse inesquecível.
08:33
Speaker A
Se eles tivessem produzido 300 comerciais aleatórios em contextos completamente diferentes, agora ele faz estilo Red Bull, agora ele faz estilo Coca-Cola. Se ele ficasse repetindo em diferentes contextos, talvez ele não teria essa lembrança de marca tão grande quanto ele teve com essa construção que
08:53
Speaker A
a Bombril fez. A Bombril hoje em dia eu não sei nem mais onde está, não sei nem se eles têm redes sociais, mas essa construção nessa época foi tão forte que até hoje, se a gente for no mercado, a
09:03
Speaker A
gente vai escolher Bombril, porque a gente sabe que é uma marca que marcou a nossa infância, a nossa adolescência. A gente, inclusive, Bombril se tornou uma, a gente nem chama de palha de aço, né? A gente chama de Bombril mesmo por conta
09:18
Speaker A
dessa construção de muitos anos que eles fizeram. Outro case também é...
09:31
Speaker A
Vai trocando personagem, eles modernizam. Agora o estúdio tem um pouco de 3D, tem algumas coisas diferentes, mas é sempre ali um palanque, duas pessoas, aquela musiquinha lá do tã tan tã, sempre a mesma. Jn, os padrões são muito parecidos. Eles fazem algumas
09:52
Speaker A
modificações, mas eles estão há muitos anos. E o que que a gente espera quando a gente vê o Jornal Nacional? A gente espera ver notícia. Ninguém entra no Jornal Nacional esperando que vai ter um batebola esportivo ou esperando que vai
10:07
Speaker A
ter um conteúdo de moda. Eles conseguiram criar uma previsibilidade dentro daquilo que a gente quer ouvir. E a gente não e não é repetitivo o Jornal Nacional, pelo contrário, a gente quer ouvir falar sobre notícias toda vez que
10:20
Speaker A
a gente vai ver o Jornal Nacional. Então eles conseguiram criar uma estrutura que é sempre da mesma forma, mas que não cansa. E essa previs previsibilidade, ela cria memória e essa memória cria um apego até a esse programa, a esse a esse
10:39
Speaker A
padrão e isso cria audiência. E eu percebo hoje que a criação de conteúdo, ela tá seguindo muito essa mesma linha do que já vinha, do que já funciona há muitos anos, mas agora voltado pro digital, pensando no nosso conteúdo
10:56
Speaker A
realmente como se a gente fosse um programa de TV. realmente como o nosso perfil fosse um canal de TV. É esse pensamento que eu tenho quando eu construo uma marca, quando eu vou construir tanto uma marca corporativa como quanto uma marca pessoal, eu penso
11:11
Speaker A
nessa ideia de deixa eu construir aqui um canal, um programa de TV com quadros, com rituais, com padrões para que essa marca seja reconhecida.
11:23
Speaker A
E essa repetição que gera credibilidade, ela não é uma voz da minha cabeça, né? A gente tem alguns exemplos ali, mas existe um um efeito chamado efeito da mera exposição que o Zajonk em 1968 ele estudou esse fez um um teste com
11:43
Speaker A
diversas pessoas e ele trouxe esse efeito que ele disse quanto mais a gente vê algo, mais a gente gosta. O cérebro ele vai associando essa repetição com confiança e afeto. Então isso acontece inclusive até para mim que vendo eh
12:00
Speaker A
cursos com tráfego pago, por exemplo, a pessoa que ela vai, ela nunca me viu na vida, mas ela me vê uma vez, fala: "Ah, interessante, ela me vê duas vezes, legal. Outro dia eu apareço no feed para ela, outro dia eu apareço no TikTok para
12:14
Speaker A
ela. Na sexta vez que ela tá me vendo, ela já tem a sensação que ela me conhece. E ela já tem a sensação que ela pode confiar em mim, que ela pode comprar de mim. Então isso acontece até
12:25
Speaker A
aquelas músicas chicletes que a gente sabe aquelas músicas ruim, sabe? Tipo aquela nós vai descer para BC, aquela música é muito ruim, mas ela ficava tanto na nossa cabeça que a primeira vez que você escuta, você fala: "Nossa, que
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Speaker A
porcaria!" E o negócio fica tocando em todo lugar. Depois você já tá cantando junto, você já tá cantando, já tá dançando, já tá fazendo passinho, tá achando boa. Isso é o efeito da mera exposição, de tanto que você aparece, de
12:52
Speaker A
tanto que você é repetitivo, você se torna familiar, você se torna comprável, você se torna confiável, né? Às vezes a coisa nem é confiável, mas a gente vê tanto, aquilo é tão reafirmado que o nosso cérebro detecta que aquilo é
13:08
Speaker A
confiável. E no digital acontece a mesma coisa. O nosso cérebro ele precisa de padrão e a gente tem aquela mania de querer tá inovando todos os dias, né? Ah, eu já fiz isso, eu não vou falar de novo. Eu
13:20
Speaker A
já falei isso, eu não vou falar de novo. Ah, isso aqui fluá fazendo, eu não vou fazer. A gente quer uma inovação assim meio que surreal, né? como se a gente fosse ali o Einstein dos conteúdos que a
13:30
Speaker A
gente sempre quer fazer uma coisa completamente diferente. E ao contrário do que a gente pensa, as pessoas elas não querem que a gente tenha ideias mirabolantes e diferentes o tempo inteiro, apesar de eu falar de diferenciação, né? Mas a diferenciação
13:43
Speaker A
ela não é isso. E a gente precisa seguir o o padrão do comportamento humano, que é ele gostar de um perfil que tem previsibilidade.
13:53
Speaker A
Então a gente, quando a gente segue um perfil, o que que é o o normal? É tão difícil a gente seguir um perfil hoje, né? Tem tantos perfis. Por que que a gente vai seguir mais um? O o pensamento
14:03
Speaker A
que a gente tem é olhar para aquele perfil, ver o conteúdo que está lá e pensar: "Eu gosto disso, eu preciso disso, eu quero ver mais disso". Então, por isso eu vou seguir. Se eu seguir o seu perfil, porque eu vi um conteúdo
14:17
Speaker A
super interessante sobre moda, se você passar um mês falando sobre o seu pet, eu vou perder o interesse, porque eu queria ver mais sobre o termo da moda pro mundo da moda ou aquele seu viés, aquele seu olhar, aquela sua curadoria.
14:31
Speaker A
Então, ao contrário do que a gente pensa, o nosso cérebro ele gosta muito de padrões. E eu quero fazer um desafio visual com vocês. Vamos ver se vocês conhecem esses nomes, tá? Alguns são aí meio do marketing digital, alguns são da
14:44
Speaker A
moda. Quero ver se vocês estão ligados em quem vocês reconhecem, mesmo sem ver o rosto, tá? Essa primeira aqui, vocês conhecem?
14:56
Speaker A
Essa mais da área da moda. Alguém sabe quem que é? Eu gosto muito dela.
15:08
Speaker A
Alguém lembra? Lembra assim só pelo pelo olhar. Boa, Verena. A Ran tem que seguir, né?
15:15
Speaker A
Se não segue, não sabe. Também é difícil. Ela não é tão famosa assim. Verena, boa. Só por algumas características dela, quem já viu o perfil obviamente consegue identificar. E essa aqui, essa mais do parte do marketing e branding, que
15:35
Speaker A
surgiu recentemente, alguém já viu? Só pela frase, pelo cenário, não lembro o nome. Taidantas. Isso. Olha que loucura. Ela tá completamente sem rosto, mas simplesmente por um uma roupa, um cenário, uma cor, umas uma tipografia ali, uma frase que ela cita muito, a
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Speaker A
gente consegue reconhecer quem é essa pessoa. E esse esse tá sumido agora, mas ele já foi muito grande.
16:18
Speaker A
Alguém sabe quem é? Ele tinha muito, ele usava muito esse nome pra comunidade dele.
16:27
Speaker A
Paulo Cuenca, esposo da Dane. Isso aí, ele mesmo. Paulo Cuenca também. Mesma coisa, gente. Vocês não viram o rosto, vocês não viram o nome e vocês conseguiram identificar o o Dano Noce.
16:44
Speaker A
Muito bom. Vocês conseguiram identificar quem ele é? Gente, olha o poder de uma criação de marca intencional, de trazer pro conteúdo, paraa sua imagem pessoal, para o branding da sua construção de marca, o poder do branding, o poder dos
17:04
Speaker A
detalhes, o poder da construção da assinatura, o poder da até da parte de do que você fala, de como você fala, de como você pensa, você acaba construindo uma memória na mente das pessoas. a gente consegue ter aquela mesma memória
17:19
Speaker A
da Bombril dentro da criação de conteúdo, dentro do digital, fazendo isso da maneira certa. E eu trazendo um pouquinho da minha história, bem brevemente, eu trabalho já há 14 anos no digital e passei por várias fases, tá?
17:36
Speaker A
Já tive minha fase na parte da moda. Comecei com blog de moda há 14 anos atrás. Então eu tive um blog de moda que deu muito certo, que me fez chegar em São Paulo, trabalhar com diversas marcas, fui influenciadora. De
17:48
Speaker A
influenciadora eu passei a ser diretora criativa, porque naquela época quase ninguém fazia nada paraa social mídia.
17:54
Speaker A
Então eu vim com essa, sou formada também em design gráfico e pósgradu graduada em marketing. Então além da da moda, depois eu fiz duas outras faculdades e eu fui construindo uma trajetória em cima da minha marca pessoal né?
18:08
Speaker A
ali evoluindo. O mercado mesmo foi me dando outras possibilidades e fui construindo sempre com diferenciação. Em todas as fases da minha vida, eu sempre apliquei diferenciação, não importa a área que eu estivesse. Inclusive, uma das fases que mais me fez acender dentro
18:28
Speaker A
do da minha carreira foi a fase do feed colorido, que foi uma fase onde eu cheguei em São Paulo e tinha um monte de blogueiras de moda. Isso há 10 anos atrás, né? Era taça naves aquela época e
18:41
Speaker A
era isso, era look do dia, era o que tinha. E eu cheguei em São Paulo, falei: "Ninguém me conhece aqui, eu não sou ninguém, eu não conheço ninguém. Eu preciso fazer alguma coisa para me diferenciar. Eu preciso sair do comum,
18:53
Speaker A
eu preciso pensar além. E nessa fase eu inventei o fit colorido. Nessa época não tinha nem nem vídeo, gente, era só foto, né? E eu queria mostrar o meu trabalho de direção criativa, além do trabalho de de blogueira. Então eu comecei a a
19:08
Speaker A
trabalhar essa estratégia onde cada mês, cada semanas ali, eu construía um um feed por cores. Então ai outubro, novembro rosa fazia rosa ou escolhia algum tema e fazia em cima daquele tema.
19:22
Speaker A
Eu ia nos lugares fotografar, fazia minhas publicidades em cima daquela cor, tava sempre fazendo uma verdadeira direção criativa. Por conta disso que o meu trabalho como diretora criativa também foi visto. Eu trabalhei com Red Bull, fiz feed para Red Bull, feed para
19:38
Speaker A
Swarovski, trabalhei com Jaguar, fiz Pirelli Pneus, fui para Milão com a Pirelli, fui para Quatela duas vezes, fiz um monte, fui com Steel de Lookuke inclusive para Malibu no primeiro office que eles fizeram, que foi muito legal.
19:53
Speaker A
Então esse essa diferenciação que eu tive no meu perfil, ela abriu muitas portas. Então, por isso que eu trago esse olhar. Ah, dá trabalho, K, dá trabalho. Mas se diferenciar ter esse olhar diferente e colocar aquilo que é
20:08
Speaker A
sua essência, que é sua autenticidade no seu conteúdo, faz todo sentido, porque é isso que vai te colocar em um lugar que talvez você nunca chegaria se você seguisse o padrão. Às vezes outra pessoa tem um outro padrão e o seu
20:22
Speaker A
padrão tem que ser o aquilo que ressoa com você, né? Para mim, o meu talento era esse. Então, fazia muito sentido eu fazer esse esforço naquele momento.
20:32
Speaker A
Então, a diferenciação me abriu muitas portas, né, aqui alguns dos trabalhos. Cheguei a fazer revista da Avon também, dirigi uma campanha inteira, viajei o mundo todo, fui para todos os lugares que vocês vocês imaginam com marcas. Foi uma época muito legal, me abriu muitas
20:48
Speaker A
portas. Porém, de tanto fazer tudo ao mesmo tempo, de querer dar conta de tudo, eu comecei a fazer mentoria, consultoria, eu era influenciadora, tava abrindo uma marca, eu tinha uma plataforma, tava querendo fazer tudo ao mesmo tempo, sem braço, sem time, eu
21:06
Speaker A
acabei entrando no burnout. E eu digo que essa fase do burnout, ela foi a melhor pior fase da minha vida, porque eu precisei parar tudo. Eu fiquei um ano parada tentando me reencontrar para então encontrar aquilo que realmente faria sentido para mim. E eu
21:24
Speaker A
lembro que naquela época eu tava muito flopada, né? Eu dei muito certo por um tempo e aquela época eu tava flotada assim que não importa o que eu postava, nada andava assim, eu achava que era tudo era algoritmo, era o mundo tava
21:38
Speaker A
contra mim, eu acho que tal velha para isso aqui. Eu tinha várias ideias assim de vou desistir.
21:46
Speaker A
E aí, nessa fase eu comecei a estudar, eu comecei a pensar, não, eu não vou, eu não vou deixar essa esse sentimento me tomar, eu vou ir atrás do que que faz.
22:01
Speaker A
Porque eu vi que outras pessoas estavam chegando depois de mim, tavam começando agora e elas estavam conseguindo se diferenciar, elas estavam conseguindo realmente crescer, perfis novos crescendo muito rápido. O que que essas pessoas faziam que eu não tava fazendo?
22:19
Speaker A
Eu fui atrás de estudar isso e essa era a pergunta que eu ficava na cabeça. O que que essas pessoas estão fazendo que eu não faço? Por que que eles estão dando certo e eu não tô? Eu quero
22:30
Speaker A
descobrir isso e hoje a gente vai falar sobre isso. Talvez vocês aí também estão nessa construção e falam: "Putz, fulana começou depois de mim e por que que para ela tá dando certo para mim não? Por que ela tá crescendo e eu não?"
22:42
Speaker A
Então, a gente vai trazer essa visão de como que eu posso sim crescer numa época mesmo que dizem que o mercado tá satur saturado. E dentro dessas análises, eu analisei mais de 100 perfis que mais cresceram nos últimos 100 nos últimos
22:59
Speaker A
anos de todas as áreas, de todos os nichos. E eu encontrei alguns padrões entre eles, tá? Todos eram muito repetitivos na forma, no formato, né?
23:11
Speaker A
estratégia na linguagem. Eles repetiam frases, repetiam bordões, eles tinham objetivos parecidos. E eu via que não era falta de criatividade, eles eram estrategicamente estrategicamente repetitivos. Eles sabiam que essa repetição criava um padrão e esse padrão criava um reconhecimento e isso fazia com que eles
23:33
Speaker A
fossem autoridades. Foi aí que eu cheguei no Monoflow, foi aí que eu juntei todos esses estudos. Eu falei: "É esse o que eu acredito que é um dos melhores caminhos". Não é o único, óbvio que tem várias estratégias,
23:47
Speaker A
mas eu acredito que hoje esse é um dos melhores caminhos para você crescer. E não é sobre ter um vídeo viral, mas é você crescer sem você surtar, sem você precisar gastar energia para recomeçar toda semana com mais força para ser
24:02
Speaker A
lembrado e constante. Então esse é o poder do Monoflow, é você conseguir fazer tudo isso junto. Você cresce sua marca, você cresce seu conteúdo, mas de uma forma que você é lembrado, não de uma forma que você precise recomeçar
24:15
Speaker A
toda semana, tá? E não é sobrevariar a todo custo. A gente acha que às vezes a criação de conteúdo, já falei, né, é você ficar produzindo um monte, um monte, um monte de todas as formas diferentes. E agora essa e agora o meu
24:27
Speaker A
concorrente tá fazendo isso e fulana tá fazendo isso. E não é sobre isso, é sobre manter uma base reconhecível enquanto você evolui seu conteúdo. Então você pode fazer modificações, pode fazer teste, mas você tem que ter aquela sua
24:41
Speaker A
base, que aquilo que fala: "Esse é o meu estilo, esse é o meu jeito de criar, eu não vou passar disso aqui." E o criador bom aquele que muda o tempo todo, é o que melhora sem perder a assinatura
24:55
Speaker A
dele. Você precisa encontrar a sua assinatura para você perpetuar no digital. Eu faço uma pergunta para vocês. Se alguém visse, quem é que cria conteúdo? Todo mundo cria conteúdo ou ainda tão pensando se vão começar?
25:11
Speaker A
Todo mundo já cria boa. Sim, todo graças a Deus que nunca nunca tarde para começar, né?
25:22
Speaker A
Mas é aquilo que a gente fala, quem começou ontem sempre tá na frente. Boa.
25:29
Speaker A
Só crio pros clientes. Boa. Tem que começar a criar pro seu para aumentar o seu valor.
25:35
Speaker A
Eu trabalho com mídias, mas tenho muita vergonha de expor meus trabalhos. No, ainda pensando, eu vou te convencer hoje, então, a criar, mas quem já cria, se alguém visse 10 conteúdos seus em dias aleatórios, essa pessoa saberia que são seus ou você
25:54
Speaker A
acha que não? Assim, acha que nossa, meu conteúdo é tão aleatório que não tem nemhuma nem como reconhecer.
26:02
Speaker A
Low profile. A Rebeca, a Rebeca, ó, ultimamente tá dando para ser low profile se a gente é herdeira.
26:09
Speaker A
Hoje em dia não tá fácil. Se a gente tem um trabalho que aumentar o nosso valor, a gente precisa se expor.
26:17
Speaker A
Hoje meu marido trabalha. Então quero trazer para vocês alguns exemplos de monoflow para vocês verem na prática como que é esse pensamento.
26:30
Speaker A
Depois eu vou trazer para vocês a estrutura e um presente no final também que vocês vão poder colocar um pouquinho a mão na massa. Quem lembra dele? Ele viralizou muito por um período o Luís Felipe da Lancheira, que era esse
26:43
Speaker A
conteúdo aqui. Arroz, vocês estão ouvindo? Lentilha, tá? Uma farofinha de calabresa com banana do terra, salada de grão de bico, molhinho para salada e uma parmegiana de carne pra parte da tarde.
27:05
Speaker A
Gente, enfim, a gente vai ficar com fome que eu não adiantei ainda, mas eu vou, eu quero que eu quero mostrar para vocês é o é o padrão. Ele aparecia sempre, ele viralizou com esse conteúdo. ele montando a lancheira pro namorado dele e
27:20
Speaker A
ele fazia todo dia uma lancheira diferente e ele mostrando essa lancheira. Isso viralizou tanto e as pessoas queriam todo dia ver a lancheira dele. Ele fez propaganda com a McDonald's, com tudo que a marca que vocês imaginar Buscapé,
27:34
Speaker A
tudo que é marca queria tá dentro dessa lancheira dele. E ele criou um único formato de conteúdo, um monoflow dele, mostrando essa lancheira. Claro que depois agora de um depois de um tempo ele foi fazendo modificações, tem outras
27:48
Speaker A
linhas editoriais, mas o que fez a carreira dele aconteceu, que fez ele se tornar conhecido foi essa estratégia da lancheira, ele repetindo essa lancheira todos os dias da mesma forma.
28:03
Speaker A
Aqui outro exemplo de brasileira é preguiça ou ignorância. O que elas têm como minimalismo, modelagem bem feita, boa matériapra. Elas têm o mesmo alfabeto estético, mas são textos diferentes. E as donas são famosas e competentes no que fazem. Sa estudou
28:16
Speaker A
moda seriamente, em uma rar da moda e começou com pé direito. A Anticol Club, ela conhecia ela há pouco tempo e ela trabalha muito bem Monoflow. E o que que ela tem de padrão no conteúdo dela? Ela fala sobre
28:29
Speaker A
assuntos muito diferentes, só que ela sempre traz uma opinião contrária. É um pouco parecido até com o que a Verena faz, né? um pouco de crítica, um pouco de um olhar de pera aí, não é bem assim as coisas. Então ela faz a gente
28:42
Speaker A
refletir, né? Ela trouxe um conteúdo dela que viralizou que era se a Guti fosse a Carmen Stepens, alguma coisa assim. Ela fez uma comparação falando que a que não era tudo não era tão incrível assim quanto parecia. Então ela
28:56
Speaker A
traz um viés de que o menos afirmativo, mas trazendo um pera aí, vamos pensar se isso aqui tá certo mesmo. Então isso acaba se tornando o monoflow dela, porque ela aparece todas as horas assim falando sobre um conteúdo de uma forma
29:13
Speaker A
reflexiva. Então, a gente quer ouvir a opinião dela, a gente quer ouvir a curadoria dela, porque ela tem esse padrão, ela tem um jeito próprio de falar e roteirizar que é muito dela, ângulos muito parecidos, né, ali uma
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Speaker A
imagem até um pouco sóbria. Então, ela consegue construir alguns padrões que faz a gente ficar muito fã ali do canal dela, do programa de TV, digamos assim, que ela tem nas redes sociais. Você conhece a marca de quatro preferida de
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Speaker A
Steve Jobs e Mark Zuckberg? Brunelo Cutinelli, fundada pelo italiano homônimo. Ela nasce em 1978 na Umbria.
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Speaker A
Brunelo fica então conhecido como rei do cachimirro por conta dos seus casacos super quentinhos e altíssima qualidade e leveza. Entre seus diferenciais, Juliane Shower também, ele é dono de uma marca chamada Shower e ele tem um posicionamento dele, né? não só da
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Speaker A
marca, mas ele tem o dele próprio como influenciador de moda, como empresário. E ele tem o Monoflow, onde ele conta fofocas da moda, histórias da moda, ele vai trazendo ali a visão dele em relação a diversos assuntos, sempre com jeito de
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Speaker A
roteiriar. Ele tem um tom de voz, né? é um uma afinação na voz, um jeito de falar muito dele, o óculos que já é uma característica dele. Então ele vai criando alguns padrões, sempre falando de temas polêmicos, mas com o jeito
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Speaker A
dele, criando um grande monoflow. É impossível copiar ele, porque ele tem tantas características únicas que a gente não consegue ã copiar as coisas que ele faz, porque aquilo é muito dele, né? Então é um outro exemplo muito interessante.
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Speaker A
Maior a autoestima, maior a humildade. A arrogância definitivamente é um complexo de inferioridade. Quanto maior a autoestima, Mônica Salgado também é um outro exemplo. Ela o o padrão de conteúdo dela é sempre muito parecido. Ela cria um monólogo, agora ela tá trazendo um viés
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Speaker A
até mais de ã comportamento, política. Ela tá trazendo vários assuntos desse tema, mas ela sempre tem esse formato monólogo. Ela sentada em algum lugar dialogando de um roteiro que parece que ela tira da cabeça dela, então ela pega
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Speaker A
um assunto que ela quer comentar e ela dialoga sobre aquilo. Então, a gente acaba construindo uma toda vez que a gente escuta ela um conteúdo dela que a gente vê, a gente fala: "Não, pera aí, eu quero ouvir". que ela vai ter uma
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Speaker A
opinião que eu acho ou não relevante. Então, ela construiu ali uma forma muito simples do conteúdo. Ela grava de celular mesmo, pouquíssima edição, né?
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Speaker A
Ao contrário do Juline Shower, ela tem pouquíssima edição, pouca construção de formato, é simples, mas é uma opinião muito própria dela, né? Então ela foi construindo esse lugar de voz dentro da moda que é muito interessante com esse
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Speaker A
padrão que ela construiu. Fiz o meu tal do Vic, né, falando que pequenos empreendedores vão valorizar se não valorizasse?
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Speaker A
Pois comprei. Vamos ver o que que tem para ver com você. A Gabi Morete, ela também tem um jeito muito próprio, principalmente de roteirizar, né? Ela fala: "Pois comprei". Ela tem meio que nem Malu Borges, tem um jeito de falar os
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Speaker A
roteiros, né, que quando você vê alguém fazendo parece que fala: "Ah, tá copiando ela". Porque ela já criou meio que um tom de voz, um jeito de falar, um jeito de roteirizar, que é muito próprio. Ela tem cenários padrões ali na
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Speaker A
casa dela também. Ela foi uma das que criou aquela meio que tendência assim de falar andando, apontando para frente, que um bom tempo ela criou nesse formato. Então ela vai construindo ali o monoflow dela, o conteúdo que é a cara
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Speaker A
dela, que é o o padrão do perfil dela, por mais que ela vai construindo sobre diferentes assuntos, né? Ela não tem exatamente um nicho, ela fala meio que sobre, é o que eu chamo de eu nicho, né?
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Speaker A
Ela se torna um nicho dela mesmo, mas ela tem um padrão, ela tem ali um sentimento que aquele conteúdo é dela. A gente vê quando alguém tá copiando ou quando alguém tá se inspirando, porque ela tem o padrão dela. Então faz, ela
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Speaker A
consegue fazer um padrão de monoflow dentro do que ela aqui para mim é um dos perfis que eu mais amo acompanhar. Ele não é muito conhecido no Brasil, é o Warren e ele tem inclusive canal no YouTube também. E
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Speaker A
ele fala o que que é o monoflow dele. Vou mostrar um pouquinho. Ele é um dos um dos primeiros a a popularizar esse padrão do Choma aqui, né, da tela verde, que é esse de você ficar mostrando de uma forma muito
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Speaker A
dinâmica, assim. Então, todos os vídeos deles tem dele tem muitas referências e ele sempre ele é diretor criativo e ele sempre tá trazendo um viés de inovação.
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Speaker A
Eu que amo inovação, amo acompanhar isso. Ele sempre tá trazendo a curadoria dele, tipo campanhas de luxo, as melhores campanhas de luxo, de luxo que eu já vi ali. falar sobre estéticas, né, Marcore, ã, campanhas de tal forma, o
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Speaker A
que eu faria se eu criasse uma newsletter, como as marcas estão fazendo de tal, é uma curadoria o tempo inteiro, é fantástico. E sempre nesse padrão, fundo cromaquia ou tela verde, né, como preferi chamar. E ele é um grande turn,
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Speaker A
ele é o cara que dita as tendências, então as pessoas acompanham ele para saber sobre inovação, para saber sobre tendências. Então, a gente tem essa essa associação de marca. Ele é o cara que sempre vai estar na frente, é o cara que
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Speaker A
sempre vai saber sobre tudo. E ele não precisa ficar falando isso, ele simplesmente constrói um conteúdo semanal fazendo essa curadoria, trazendo esses assuntos, trazendo marcas inovadoras, olha isso, olha aquilo.
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Speaker A
Então ele tá trazendo sempre aquilo que ele tá estudando. Então ele estuda e traz. Ele estuda e traz um padrão de conteúdo que eu acho muito interessante, que é você falar sobre aquilo que você estuda, né? sobre aquilo que você já
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Speaker A
gosta de consumir, que você lê no seu dia a dia e você traz isso em formato de conteúdo. Alguém até falou do Jorge Grimber também. Para mim, o Jorge Grimber também é outro exemplo maravilhoso, porque ele tá construindo
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Speaker A
vídeos de 3 minutos há mais de 3 anos. Eu falei com ele, acho que foi ano passado e ele falou que ele tava 3 anos, então já vai fazer mais tempo ainda. E ele não desistiu desse formato, né? O
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Speaker A
Instagram nem aceitava vídeo de 3 minutos e ele tava lá construindo, tava lá fazendo os vídeos dele de 3 minutos e ele sempre da mesma forma, né? Olá, eu sou o George Greenber e esse é o 3 minutos de moto. Então ele criou uma
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Speaker A
estratégia de quadro que eu acho fantástica, que segue essa ideia do programa de TV, né? Então ele tá sempre ali com as roupas sóbrias, né? preto, branco, ele sentado com a com a perna cruzada e ele até muda às vezes o lugar que ele
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Speaker A
tá, mas é sempre desse jeito. Então a gente meio que sabe que é esse o padrão do Jorge. E ele tá produzindo e ele é um, ele tem o o estilo que é o slow content, né, que ele não produz em
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Speaker A
volume, ele produz ali acho que uma vez por semana, às vezes ele some, fica um tempo fora, volto, ele não se torna tão refém das redes sociais, ele volta quando vai lançar alguma coisa, mas ele sempre tá com esse formato, o que eu,
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Speaker A
obviamente economiza a energia dele, que não precisa ficar inventando o tempo inteiro, ele fala sobre coisas que ele estuda. Então, ele estudou tal tema, fala sobre tal tema. Então é muito interessante a forma como ele constrói o conteúdo e por conta disso ele constrói
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Speaker A
a marca pessoal dele. Outro exemplo que eu gosto muito e que eu hoje inclusive tem muita gente copiando ela, ela viralizou muito com esse com esse esse quadro que foi o monoflow dela e que se tornou um dos
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Speaker A
quadros mais acompanhados na parte de branding. Ela ela é uma tem uma agência de branding lá em Londres e ela criou esse quadro que é o This is how I Do It.
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Speaker A
E eu acho fantástico esse quadro, principalmente para quem trabalha tanto com redes sociais, marketing ou qualquer outra coisa que você presta serviço, porque ela fala como ela faria ser.
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Speaker A
Então, ela criou esse quadro. Ah, como eu faria se eu tivesse uma marca de pilates, como eu faria se eu tivesse um uma barrinha de cereal, como eu faria ser Então, antes dela ter o case, né, porque às vezes não vai conseguir
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Speaker A
clientes de todas essas áreas, mas ela fala como ela faria. Então você como social mídia, por exemplo, você pode fazer um conteúdo, como eu faria a página de uma dentista, como eu faria o perfil de uma padaria, né? Eu tenho esse
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Speaker A
quadro, inclusive eu tenho um quadro que é um dos que mais me traz ali de qualificado, que é o como eu me diferenciaria, né? que eu falo de diferenciação, então eu trago sempre nichos diferentes e eu explico ali o que
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Speaker A
eu faria, um perfil de nutrição, como eu como eu diferenciaria, um perfil de tal nicho e é um dos quadros que mais funciona e que conecta muito com o meu público final, né, que é com quem vai realmente adquirir um produto meu. Então
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Speaker A
essa essa é uma estratégia maravilhosa para você entreter ao mesmo tempo que você vende o seu produto, vende a sua capacidade. Para quem não tem case também é maravilhoso, porque às vezes eu não tenho cat, não tem cases incríveis,
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Speaker A
eu não trabalhei com marcas enormes. Você pode fazer esse quadro ali mostrando como você faria. E ela cresceu muito com esse quadro, né? Ela tem uma identidade visual muito dela ali, uma tipografia que ela usa no Dis how I do,
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Speaker A
mas é muito simples. Ela simplesmente vai reproduzindo em tela verde essa mesma ideia com diferentes nichos.
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Speaker A
Então, acaba se tornando no criativo e reconhecível. E o Monoflow também funciona para marcas, tá? Esse aqui é um caso de uma marca de velas que olha o perfil inteiro é eles montando o pacote, a experiência do pacote, né? Então, cada
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Speaker A
vela que eles envelopam, eles colocam desse formato ali, mostrando sensorialmente, nem colocam música em alta, colocam só a sensação e o capricho, né? de fechar a caixa.
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Speaker A
Todos os conteúdos são assim, ó. Você pode ver que praticamente é só isso o feit. E dá muito bom. Esse conteúdo. Ele teve 96.000 likes e viralizou até porque não tem não tinha língua nenhuma, né? Era era bem fácil de entender. Essa marca de
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Speaker A
bolos também. 500.000 likes quase. Extremamente simples. Ultra simples o conteúdo. todo bolo que ela termina, ao invés dela fazer um super vídeo difícil, às vezes a pessoa tá sozinha, não tem nem condição de ter uma um time, põe num tripezinho,
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Speaker A
num cantinho, mostra ali. Claro que ela tem um produto mega diferenciado, que ajuda muito, mas ela vai mostrando ali um processo, um padrão. Todo bolo novo que sai, tudo que tem ali um uma possibilidade de repetição, ela vai
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Speaker A
mostrando ali todo o novo bolo que ela faz. E obviamente para quem quer comprar bolo, que a gente quer ver o bolo, né, o produto ali acontecendo. Então ela acaba conseguindo gerar isso também dentro de uma marca. Então o Monoflow
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Speaker A
ele funciona para qualquer nicho. É a mentalidade de você criar com repetição uma boa estratégia. E eu vou trazer para vocês os três pilares para vocês também conseguirem construir o monoflow de vocês ou do dos clientes de vocês, tá? O
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Speaker A
primeiro pilar de um monoflow é ter uma boa ideia com um potencial replicável. Então, uma ideia, uma estratégia, um quadro, uma série, um padrão ali que você consiga repetir ele só mudando às vezes o nicho, mudando o lugar, mudando
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Speaker A
o cenário. É um quadro que você vai reproduzindo, né, que é o caso. Como eu faria se fosse fazer a carteira de tal pessoa, se fosse fazer o closet de tal pessoa, se fosse fazer a estratégia de marca de tal pessoa. E aí você vai
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Speaker A
mudando a pessoa ou vai mudando o produto ali final. Então é algo que sustenta variações e carrega a sua visão e pode ser repetido.
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Speaker A
Então e como que escolher esse tema, né? Ai, como que eu escolho esse tema dentro de tudo que existe. E a gente tem que entender que rede social e o algoritmo nada mais é do que o estudo do
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Speaker A
comportamento humano. Então, quando a gente tá reclamando do algoritmo, a gente tá reclamando da gente mesmo, porque o o algoritmo é a gente reagindo às coisas. Se eu não se as pessoas não gostam no vídeo seu, o algoritmo não vai
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Speaker A
gostar, né? Então, nada mais é do que como a gente se comporta nas redes sociais. Então, claro que tem os macetes, tem as formas ali que a gente sabe que a gente precisa às vezes fazer para reter a atenção humana. E a gente
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Speaker A
tem que entender que rede social é não é seminário. Rede social, a princípio, não era nem para ser paraa venda. Então, a gente tá tendo que entender como construir isso, como chamar atenção, como entreter as pessoas ao mesmo tempo
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Speaker A
que a gente fala do nosso trabalho, ao mesmo tempo que a gente vende um produto. Então é entender como chamar atenção, ser interessante, não só interesseiro, né? E não só querer vender. É esse o a intenção das redes
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Speaker A
sociais. E o conteúdo ele não pode ser chato nem para quem tá assistindo, nem para você produzir. E as pessoas elas não querem propaganda, ninguém quer comprar nada. As pessoas querem conversa, as pessoas querem compartilhar um conteúdo, elas querem salvar algo que
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Speaker A
é interessante para elas. Então, entender o comportamento humano é essencial para você criar um bom conteúdo.
43:27
Speaker A
Bem-vindos anatomia do estilo. O paciente de hoje tem um histórico cíclico e sempre ressurge quando a economia entra em estado.
43:33
Speaker A
Algumas ideias para abrir a mente de vocês em relação a estratégias de quadro. Tem um quadro bem interessante da Júlia, não sei se vocês já viram, que é esse anatomia do estilo, que eu acho fantástico. Óbvio que ela tem uma super
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Speaker A
produção, tá em outro estágio, mas é um quadro que devoua ela para um outro patamar e que é muito interessante.
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Speaker A
O recession cor. Vamos fazer um diagnóstico técnico e crítico, como o tema pede. O recession core é mais do que um estétic, ele é um reflexo direto da economia. Ele surge em momento de retração ou ansiedade financeira. Depois
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Speaker A
de 2008, vimos a logomania dar lugar ao minimalismo cerebral e super da Fibfil na Celine, por exemplo.
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Speaker A
Então, ela meio que faz um conteúdo que nem o George Grenber, né, falando sobre o comportamento humano e tal, só que numa versão com direção criativa, com storytelling, então ela traz, envolve a gente num roteiro que é muito dela.
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Speaker A
Então ela trouxe isso, o monoflow dela, através de um quadro que é o anatomia do estilo, que ela deve ser uma pessoa que gosta de história da moda, gosta de estudar isso, não queria um conteúdo raso, não queria entrar, se render a
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Speaker A
isso, então ela construiu um quadro em cima disso. Uma outra ideia possível também é o padrão do vamos desaprender.
44:46
Speaker A
Ah, eu acho que esse aqui tá sem o vídeo, que é um quadro ah, tá sem áudio.
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Speaker A
que ela é um quadro que se chama vamos desaprender, só que ela traz aqui pr pra versão de neurociência, mas dá para trazer para qualquer área. Então ela vai falando ali, ela falou sobre o açúcar, o estudo feito em ratos, o açúcar. Então
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Speaker A
ela vai quebrando alguns padrões que tipo aquilo que todo mundo acha que é e não é. Então ela vai juntando esse monte de ideias que as pessoas têm e cada vez ela vai desaprendendo alguma coisa, né?
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Speaker A
Isso a gente pode colocar para moda coisas que a gente acredita que não são verdades. Então, ela criou um padrão dentro disso, dentro desse quadro, e ela vai replicando toda a semana. Aqui tem um outro quadro que é bem interessante e
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Speaker A
que é também bem replicável. E eu gosto até de trazer outros nichos para vocês, porque vocês podem modelar, né? Vamos desaprender. Eu nunca vi ninguém fazendo na parte da mob. Então, poderia, por exemplo, ser um conteúdo que você
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Speaker A
consegue encaixar dentro do do seu da sua ideia. A, esse quadro aqui da Camila é o falhas que eu encontrei em perfis de seguidores, mas ela faz um que é falhas que eu encontrei no perfil de marcas.
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Speaker A
Ah, tá sem áudio também. Mas ela vai mostrando para mostrar que ela é uma boa ã estrategista, ela vai pegando perfis e mostrando coisas que ela encontrou nesse perfil que ela faria diferente ou que não tá fazendo sentido ou que ela não
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Speaker A
acha que tá tão bom. Então isso acaba trazendo para ela uma autoridade e é um quadro interessante de ver porque a gente é muito fofoqueiro, né? Que falhas são essas? O que que ela tá fazendo? Por que que que acontece aí, né? Então a
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Speaker A
gente é curioso, o ser humano é muito curioso. Então sempre que a gente consegue trazer esse viés de curiosidade, tipo uma coisa que eu não sei, pera aí que eu vou te revelar algo, as pessoas interessam mais. Então esse
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Speaker A
padrão já por si só ajuda com que o conteúdo possa se destacar mais. O ar dela é Camila Bará com H no final.
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Speaker A
Nati Brizola a entrevista é um super monoflow. Ah, eu não conheço a Nati Brizola. Vou procurar depois talvez eu já vi. Diferenciaria se eu trabalhasse com a maioria dos perfis de fazer a mesma coisa. Passa prato de comida, três dicas
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Speaker A
de alguma coisa e o feed mais parece um catálogo de restaurante. Se eu fosse nutri, a primeira coisa que eu faria é deixar na minha m um convite criativo mostrando o meu ângulo dentro da nutrição. Tipo a Larissa que coloca a
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Speaker A
nutrire que não julga a sua pizza no domingo à noite. Eu testaria vários quadros até encontrar meu monofone, assim como a Camille que tem o quadro pense rápido, usa pote de plástico para esquentar o salvo ou fácil testando
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Speaker A
receitas. E o que será que é melhor? O que será que é melhor? Jantar ou pular o jantar?
47:44
Speaker A
Eu repetiria uma frase minha até Bom, aqui é o que eu falei para vocês, que é um dos meus quadros que eu mais consegui validar e que eu mais gosto de fazer e que é um quadro como eu me
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Speaker A
diferenciaria. Então eu trago diversas áreas, né? Sempre tô toda, todo mês, toda semana tô trazendo áreas diferentes. Então vai ter áreas infinitas. Eu nunca preciso acabar de fazer esse quadro porque sempre vai ter ideias. E eu sempre tô atraindo lad
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Speaker A
qualificado. Quando eu falo sobre nutrição, eu atraio uma galera nutricionista. Quando eu falo sobre outro assunto imobiliário, eu atrao uma galera. E eu ainda faço a estratégia que é muito boa nesse quadro, que eu marco, eu cito alguns perfis e eu marco. Então,
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Speaker A
esses perfis geralmente repostam para os seguidores deles que são da mesma área, então todo mundo acabar vendo porque é um conteúdo interessante. E no final eu uso a estratégia de comente aqui qual o próximo nicho que você quer ver. E aí eu
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Speaker A
uso, né, escolho dali para ser o próximo nicho. Mas isso faz com que tenha muitos comentários, que as pessoas queiram interagir, que que elas queiram falar: "Ah, faz do meu também". Então, acabo fazendo um conteúdo estratégico do início ao fim e ele funciona muito bem e
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Speaker A
é fácil de vocês modelarem pra área de vocês também, tá? A estratégia de série também eu acho magnífica. Então, até para quando você tá em algum lançamento ou quando você fala: "Putz, eu não sei como produzir quadros ainda." Faz uma
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Speaker A
série de 10 dias, 20 dias, 30 dias, né? Teve aquele cara da banheira, não sei se vocês chegaram a ver, o Marcelo Toledo, que é um cara que entrava na banheira de gelo por 300 dias e ele acabou se
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Speaker A
tornando conhecido por conta disso, por conta dessa repetição, entrando na banheira e falando sobre pautas que ele achava interessante todos os dias. Então essa parte das séries também é muito legal. Aqui ela tem uma série que ela traz junto quase que com um desafio, que
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Speaker A
também é outra estratégia que eu gosto muito, que ela tá praticando habilidade de me comunicar melhor. Então ela faz um desafio ali durante um minuto, durante x dias, deixa eu ver. Ah, tá sem áudio esse também. Mas durante x dias ela
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Speaker A
aplica essa ideia de se comunicar melhor. Então ela faz um desafio ali durante um minuto, ela tem que falar sobre algum assunto e as pessoas acho que no nos comentários comentam um assunto que elas querem, um livro, né,
50:03
Speaker A
enfim, alguma coisa ali. E ela vai criando esse quadro que é muito mais interativo do que ela falar sobre como me comunicar bem. casa, ninguém não ia pular esse vídeo, mas como ele tá no formato de série, ele se torna muito
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Speaker A
mais interessante. Aqui também tem um quadro que é o 15 segundos uma dica. Então, ela criou esse quadro aqui que ela vai produzindo a Júlia, acho que é Júlia Noasco, se eu não me engano, o nome dela e ela vai, quadro super
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Speaker A
simples, tá? Um conteúdo para crescimento mesmo, audiência, awareness. E ela vai todo dia, toda semana ali, enfim, postando uma dica em 15 segundos.
50:41
Speaker A
Uma dica de moda muito simples. Então é o quadro dela 15 segundos uma dica.
50:46
Speaker A
Então a estratégia de você pensar em um quadro ou pensar em algo que você consiga replicar para diferentes nichos como estrutura funciona demais. E o tema é muito importante, o gancho é muito importante. O que que tem na sobre o que
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Speaker A
que você vai falar é coisa mais importante de um vídeo, muito mais importante que edição, né? Tem gente que passa horas ali se preocupando com a gravação, com o cenário, todos os detalhes e não se preocupa com o mais
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Speaker A
importante, que é a mensagem, que é o que você tá falando, né? No TikTok, por exemplo, eu produzo um conteúdo super lowfy, muito simples, mas os temas são muito bons. O assunto que eu tô falando é muito interessante. Então isso faz com
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Speaker A
que a gente consiga criar um padrão ali do que que a gente fala, do que que a gente é reconhecido. E aqui mesmo nicho, diferentes objetivos. Por exemplo, no caso de uma UGC, se ela vai querer criar um quadro para crescer, ela poderia
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Speaker A
criar um quadro recriando comerciais icônicos em versão UGC. Então, esse seria um quadro que todo mundo ia amar assistir, pode viralizar, vai ir para diferentes bolhas. Agora, se ela já quer autoridade, só que essa construção, ela pode criar um monoflow em formato de
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Speaker A
desafio com transformei esse briefing ruim em um GC que vem de E, né? Então ela pega ali um desafio de transformar um briefing horroroso, uma marca nada a ver em um UGC incrível, um conteúdo incrível ali que ela faz pro cliente
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Speaker A
dela. E pra vender, ela poderia fazer um conteúdo de me desafiei a criar cinco GCs em uma hora para marcas diferentes e esse é o resultado, mostrando que ela é muito eficiente, que ela, enfim, faz quantidade ou eu vou vai trabalhando
52:29
Speaker A
esse atributo dela de uma produção full time, né? Excelente. Então, cada objetivo que você tem pode ter um monoflow diferente também, né?
52:39
Speaker A
Entendendo ali, construindo da melhor forma. E o que que faz um tema ser bom?
52:45
Speaker A
e tem engajamento. Toda vez que você for postar, você tem que refletir. Alguém vai, alguém comentaria nisso aqui? Tá, tá dando, tá abrindo conversa? Eu tô conversando com alguém, faz sentido alguém continuar essa conversa, perguntar alguma coisa? Faz sentido
53:02
Speaker A
alguém salvar isso aqui? Alguém vai querer salvar isso? Vai querer ver isso outra vez? Vai ser útil pra vida de alguém? Alguém vai querer pintar aquele vídeo? Faz sentido. Tô compartilhando alguma coisa útil pras pessoas, tô trazendo alguma novidade pras pessoas.
53:20
Speaker A
Ou então alguém pode se identificar e querer encaminhar para uma amiga, porque vai lembrar de uma amiga com aquele assunto. É algo que tá no nosso dia a dia, que é palpável, que é comunicável facilmente.
53:33
Speaker A
É isso que faz ter engajamento, né? A os salvamentos, as curtidas, o curtida hoje nem é mais tão importante, né? a o compartilhamento hoje, o até agora o repost, né? Tudo isso identifica que você está criando conteúdo interessante,
53:50
Speaker A
que as pessoas estão querendo falar sobre aquele assunto, que aquele assunto, aquele tema, ele é interessante. Então isso é importante na hora que você for construir. E o segundo pilar do monoflow é o temperinho dele, que é a repetição com identidade, que é
54:06
Speaker A
a pessoa vê e pensa: "Isso aqui tem dono, isso aqui é um negócio que eu nunca vi antes ou eu eu já vi", que é a assinatura visual.
54:16
Speaker A
E o que que é a assinatura visual? A ass aatura visual pode estar em um desses elementos, pode estar em todos ou ali um ou outro que você traz de uma forma estratégica para dentro do seu conteúdo.
54:28
Speaker A
Primeiro deles é o cenário. Então o cenário que você usa pode ser sim uma forma de você criar essa assinatura, né?
54:37
Speaker A
Eu uso muito, a minha casa é toda preta, então eu uso muito esse cenário escuro nos meus conteúdos. criei isso como um padrão. O Rafael Grata, por exemplo, ele, ao contrário, ele não tem cenário.
54:48
Speaker A
O cenário dele é estar em público. Então, ele sempre tá em movimento, ele sempre tá trazendo essa exposição, né?
54:54
Speaker A
Ele fala sobre a gente se expor, então ele sempre tá por aí, por todo lugar.
54:58
Speaker A
Então, é uma forma de você se diferenciar também. A tipografia é outra coisa que tem tantas fontes, tantas formas de escrever, é uma forma de você trazer um toque visual. Então, para que escrever igual ou escrever com aquele padrão das redes sociais se a
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Speaker A
gente pode ali se diferenciar e criar uma assinatura visual com a tipografia também. Então vocês podem observar que tem diferentes prefis e cada um, cada assinatura visual passa uma percepção diferente pra gente. Então a sua tipografia ela também faz parte dessa
55:32
Speaker A
construção de marca. As cores também tem o caso do Galilão Nogueira que ele usa muito laranja, né? Então, tudo que é laranja, as pessoas lembram dele.
55:41
Speaker A
Escolher cor pra marca pessoal, gente, não é uma tabela com oito cores que você acha linda. Não adianta de nada isso.
55:49
Speaker A
Tem que ser uma cor que você viva aquela cor de verdade que ela tá no seu dia a dia, né? O meu caso, eu uso muito prata.
55:55
Speaker A
Sempre que eu posso, eu tô com um elemento prata, porque tem a ver com o futurismo, tem a ver com a inovação.
56:01
Speaker A
Então, trazer isso de forma estratégica para criar uma lembrança de marca. O Kevin Creator também é um cara que ele usa muito azul em tudo. Então ele ficou marcado por conta disso, né? Por conta dessa repetição dessa cor. Isso acaba
56:15
Speaker A
trazendo uma percepção em cima dele. Roupas e acessórios também, né? Tem gente que tem um cabelo, a ver, por exemplo, tem um cabelo característicos.
56:25
Speaker A
Às vezes é um lenço que você usa, às vezes é um óculos, um batom. Então, algo que você gosta muito, um acessório que você acaba repetindo e as pessoas vão lembrando de você por conta daquilo.
56:39
Speaker A
Bordões e frases também. Então, nessa parte sonora, a gente também consegue construir marca dentro da criação de conteúdo. Então, frases que você repete e acaba aquilo até no início do vídeo, no final do vídeo, né, a Tai Dantas, ela
56:53
Speaker A
sempre tinha o bordão dela, as pessoas altamente inteligentes, ela começava o vídeo dessa forma. Então você vai construindo, eu tenho muito, seja diferente dos iguais, os diferes, que é como eu chamo a minha comunidade. Então essas palavras que você vai criando, vão
57:08
Speaker A
também transformando a sua a sua marca em uma marca que trabalha o seu branding, o estilo de edição também, tá? Então, gente que tem um estilo de edição muito único e aquilo acaba sendo uma assinatura daquela pessoa. Então é uma
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Speaker A
forma também, se você tem essa assinatura de estilo de edição, mantenha ela, faça com que isso se torne uma marca sua, né? Faça isso de uma forma estratégica. Vou repetir isso aqui porque eu sei que isso aqui pode me
57:35
Speaker A
diferenciar. Muito legal você focar na musculação, mas esse músculo chamado cérebro você vai treinar quase uma coisa que é verdade quando a palavra foge.
57:43
Speaker A
A Victoria Brown ela há muito tempo, ela trabalha muito bem as estratégias que eu tô trazendo para vocês e ela sempre tá com essa toalha na cabeça. Ó clã, às vezes ela faz umas variações, mas ela passou muito tempo com essa toalha e ela
57:58
Speaker A
usa um pou assim quando ela porque ela sempre fala uma bomba, né? Ela sempre fala uma polêmica. Então ela te dá uma uma paulada e dá o P, né? N teve aquele, como que era o nome dele agora? Esqueci,
58:10
Speaker A
mas tinha um cara também que fazia, que era bem famoso, que ele fazia uma explosão assim, que depois até a galera começou a usar aquela explosão no meio do vídeo, então ele sempre fazia essa parte sonora. E a gente sabe que
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Speaker A
músicas, vinhetas, é uma coisa que gruda na nossa cabeça. Então você pode trazer isso de uma forma estratégica. Bom tavão. Isso aí, esse mesmo. Você pode trazer isso estrategicamente no seu conteúdo, se fizer sentido para você. E os ícones e emojis também, né? No caso,
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Speaker A
eu uso muito o símbolo do diferente. Eu tenho ele de forma, ele aparece assim de forma intencional, né? Tá aqui no meu fundo, tá aqui. Sempre quando eu tô gravando os meus vídeos, eu coloco o símbolo, porque ele já identifica a
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Speaker A
minha comunidade, né? As pessoas querem usar isso aqui porque é o símbolo dos díferes. Então vai criando essa esse sentimento de pertencimento através desse símbolo, né? O o Paulo Cuenca ele usava muito abelha, eu uso muito os emojis de cinza porque era muito da
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Speaker A
minha paleta também. Então às vezes você tem algum emoji da sua comunidade, o emoji que você usa lá, eu uso muito o furacãozinho também. Então você vai criando essa lembrança de marca através dos mínimos detalhes, né, o a
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Speaker A
construção. E o terceiro ponto de um monoflow é o nosso querido pilar de formato. O formato ele é o seu molde. já existem. Claro que você pode ser muito inovador e criar um formato só seu, pode, mas o formato ele já existem os
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Speaker A
formatos validados. A gente já sabe que tem alguns formatos que funcionam nas redes sociais, que as pessoas já estão acostumadas, então a gente sabe que aquilo lá é o caminho que já funciona.
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Speaker A
Então eu trouxe algumas ideias aqui para vocês dos formatos que são validados, mas obviamente tem outros, diversos outros. Você pode muitas vezes ver um formato em outro nicho que não tem nada a ver com o seu e inovar trazendo para
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Speaker A
dentro do seu nicho. Isso é para mim é uma das formas mais simples de você ter sucesso, pegar um formato que tá validado em outro nicho e adaptar pro seu, né? Porque você sabe que aquilo lá já tá funcionando, que as pessoas gostam
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Speaker A
e você consegue adaptar. Aqui, por exemplo, ideias de formatos. Quais são os formatos? Tem a tela dividida que é a Bárbara Torres. é uma criadora que cresceu demais só com esse formato. Ela só faz tela dividida sobre temas
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Speaker A
polêmicos. Ela é uma comunicadora, ela vende curso de comunicação. Então ela sempre tá trazendo ali uma oratória perfeita nesse mesmo padrão atrás dela.
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Speaker A
E é sempre a tela dividida. Inclusive ela, eu encontrei ela esses tempos e ela falou: "Tentei já fazer outros formatos e meu público não gosta". Eles gostam desse aí mesmo e eu tô mantendo esse porque esse é o que tá funcionando.
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Speaker A
Então ela foi testando, testando até que ela encontrou o formato dela. Isso facilita até mesmo na edição. O a parte de ter um cenário fixo e uma edição criativa que é como eu gravo, tá? Eu gravo 100% sozinha os meus conteúdos.
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Speaker A
Então eu pego uma tarde hoje, hoje em dia com a minha rotina já não tem mais muito tempo para produção de conteúdo.
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Speaker A
Então eu tiro ali duas horas por semana, paro o meu tripezinho e gravo um roteiro atrás do outro e depois a editora que lute, né? Antigamente era eu, hoje eu tenho editora para me ajudar, mas eu faço tudo no pós. Então eu gravo
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Speaker A
paradinha, frase a frase, vou lendo no vou olhando no celular, falo pra tela, olho no celular, falo pra tela. Esse é o meu padrão de gravação e é como eu me encontrei para conseguir manter a minha constância, porque é algo que cabe na
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Speaker A
minha agenda. Eu consigo produzir, falo sobre os assuntos que eu amo. Eu sempre tô trazendo a minha curadoria dentro daquilo que eu tô estudando, dentro daquilo que eu gosto de consumir. E para mim super funciona e é o formato que
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Speaker A
onde eu me encontrei, né? Até porque eu vendo também curso de edição, eu vi vendo outros produtos que falam sobre aspectos parecidos.
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Speaker A
Então, para mim fez muito sentido. Um outro formato que eu amo e que eu até na moda eu nunca vi ninguém fazendo, tá? Se tem gente da moda aqui, é uma boa dica esse esse formato aqui que é o formato
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Speaker A
conversa. Tem o formato fofoquinha também que você conta como se você tivesse contando uma fofoca para alguém.
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Speaker A
Eu acho muito legal. Mas esse formato conversa, até esse fale com Rian, se você for olhar o perfil dele, é um perfil gigantesco de da parte de investimentos, finanças. E ele só tem esse formato, né? Ele com a mulher dele,
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Speaker A
que também é uma, a Thaíse também é uma excelente comunicadora, também tem uns quadros dela que são muito interessantes, mas ele faz esse formato de conversando. Então a gente tem a sensação que a gente tá dentro daquele conteúdo, né? Que a gente tá ali com
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Speaker A
eles, que a gente tá dentro daquela conversa. É, tem um formato personagem também, que é às vezes você mesmo faz os dois personagens, mas esse formato de conversa espontânea, parece que você nem tá gravando, né? Parece que é é uma
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Speaker A
câmera escondida ali fazendo o a o corte dessa conversa. É, ela foi do do atendimento da Hermes foi o quando ela ela cresceu muito. A Thaí é incrível.
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Speaker A
Ela tem um um quadro que eu gosto muito, que ela faz o ela testa o atendimento das marcas, porque ela fala de vendas.
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Speaker A
Então, ela liga para os lugares e ela testa o atendimento, ela liga pra marca de luxo, né? Ah, ligou pra Prada esses dias que o atendimento foi horroroso. Aí ela faz, ela faz ao vivo, né, no caso ali gravação e depois ela comenta sobre
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Speaker A
atendimento. Então é um quadro muito legal de compartilhar, onde ela fala do trabalho dela sem ser chata, que ninguém aguenta um monólogo de, oi, gente, eu falo aqui, eu falo sobre vendas, tipo, caguei, né? A gente quer ver as coisas
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Speaker A
acontecendo uma forma dinâmica. Então ela também consegue fazer isso aí, o formato narrado com broll, que é o caso que a a Juliana fez, a Júlia fez e aí ela simplesmente grava, né, o vlog também que alguns fazem, ela grava e
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Speaker A
depois ela ela narra por cima. Então é um formato muito fácil às vezes quando você não tá com tempo ou não tem lugar para gravar o som, então você filma tudo e depois você grava por cima. Esse também é um formato muito legal.
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Speaker A
Aí tem o formato do Chroma aqui que eu mostrei antes para vocês já o caso do Oren. Então ele aparece aí novamente que ele faz essa que é você gravar. Você pode, inclusive eu, quando for fazer esse formato, que eu também uso ele, às
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Speaker A
vezes eu gravo normal e eu só recorto no aplicativo de edição. Não, não preciso gravar, não faço na hora, né? Tem algumas pessoas que fazem direto do aplicativo também dá, mas é um formato muito bom porque ele é visual, então a
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Speaker A
gente consegue ver sobre o que a pessoa tá falando. Então ele retém muito mais atenção. Gosto muito também. Formato de carrossel. Então, carrossel também é um formato, tem gente inclusive que cria monoflow com carrossel. Um exemplo disso é o carvalhando que você também devem
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Speaker A
conhecer, que ele tem o padrão dele de carrossel. Então é um formato que também funciona. O carrossel não está morto, pelo contrário.
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Speaker A
E esse cara aqui, ele faz um, ele acho que o conteúdo dele é meio cristão. E ele faz uns carrosséis, ó, sempre com assuntos diferentes, mas ele sentado na frente do espelho, uma coloração por sete padrão e acaba fazendo o monoflow
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Speaker A
dele todo numa versão carrossel. Então é bem interessante, ele conseguiu construir isso e e fazer essa essa marca através de carrois, né? O case do Carvalhando é contente ponto você também. Tem a publ também que eu acho fantástico porque assim, ela tá nem aí
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Speaker A
para design. A os a os conteúdos dela são super simples, é sempre a opinião dela que fala mais alto. Então tem vários cases assim que só crescem com carrossel e tá tudo bem. né? Ela encontrou o formato dela, encontrou ali
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Speaker A
o que que era o monoflow que mais fazia sentido para ela. Aqui tem outro formato, é o formato gamificado, que talvez vocês já viram que é aquele formato que a gente transforma o conteúdo como se fosse num jogo, né?
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Speaker A
Então tenho isso, é ou aquilo. Esse cara, esse case desse Lton é fantástico, gente. O perfil dele inteiro é só ele fazendo essa gamificação. Daí ele dá, ele ranqueia as tendências, ele dá nota, ele fala, escolhe isso ou aquilo, é só
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Speaker A
isso. E ele viralizou, lotou a agenda dele só com esse formato de conteúdo. Então ele escolheu esse gamificado que é um que é muito fácil de você furar bolha, porque qualquer um entende. Por mais que você fala de um nicho técnico,
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Speaker A
você consegue fazer um formato como esse e conseguir um resultado legal, porque é muito fácil de compreender. E também um formato de quadro negro. E aqui você pode inovar, você pode fazer um quadro, você pode fazer uma parede, você pode
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Speaker A
fazer, eu comprei esses tempos um quadro prata para dar uma diferenciada. Esse é o meu tipo de quadro. Então você vai fazendo ali, tem gente que usa o notebook, né? vai, vai passando como se fosse um PowerPoint e vai fazendo esse
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Speaker A
formato aqui. Ele faz explicando follow-up para uma criança. Então, esse é o quadro dele, né? E ele vai trazendo isso de uma maneira bem dinâmica. Esses conteúdos ficaram sem som, infelizmente, mas tem o arroba ali depois se vocês
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Speaker A
quiserem conferir também. Então, ele vai explicando, ó, ele aproxima da câmera, sai tudo isso, vai construindo essa assinatura visual. E isso muito também você vai aprendendo com o tempo, com a prática, né? Com fazendo, construindo e vendo como você se solta também. Tem
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Speaker A
gente que é super travada e tudo bem. A a Ana, a Bárbara Torres que eu mostrei ali no início da tela dividida, ela é aqui, ela parada mal se mexe, mas tem gente que é mais dinâmica. Então isso é
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Speaker A
muito da sua personalidade, dá para dar certo de todos os jeitos. Então não tem essa desculpa. O Jorge Grimper também é um cara que ele tem esse aspecto mais tímido, não é um cara ultra carismático e tá tudo certo, o conteúdo dele
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Speaker A
performa pra caramba. Então não é, ah, eu não sou carismática, não sou boa comunicadora, isso não existe, porque tem lugar para todo mundo se você souber construir um conteúdo interessante.
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Speaker A
E uma das coisas que é muito importante, gente, é não complicar, tá? Ela não precisa ser complexa. Eu trouxe agora para vocês muita ideia, muita informação, possibilidades mil. Eu acho, acredito que alguma ideia aqui vai servir para vocês, né? Vai abrir a
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Speaker A
mente, falar: "Nossa, se eu fiz fizesse isso, ah, eu posso colocar isso". Então, com certeza várias dessas ideias que eu trouxe vão servir para vocês, só que vocês não precisam fazer tudo ao mesmo tempo, não precisa ser complexo, né? A
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Speaker A
gente viu vários exemplos ali que é uma repetição de algo muito simples, que é uma repetição de um conteúdo básico às vezes, mas intencional, com um pouco da sua autenticidade, com aquilo que faz sentido para você. Então não complique,
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Speaker A
comece pelo simples. Se você não tem esse hábito da produção de conteúdo, começa às vezes com conteúdo até mais lowfy, que aquele conteúdo que edição tem, mas coloca ali dentro de uma ideia, dentro de um quadro, dentro de um padrão
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Speaker A
para que você consiga ter uma identificação maior com o seu público. E uma coisa importante, nós somos aquilo que a aquilo que fazemos repetidamente.
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Speaker A
A excelência, então, ela não é um ato, mas um hábito. Então, a gente fica querendo ser excelente, a gente fica querendo começar já arrasando, né? Às vezes eu tenho uns alunos que eles olham pro meu conteúdo, nunca produzi um
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Speaker A
conteúdo e já querem que o primeiro conteúdo seja igual ao meu. Isso vai acontecer porque foram muitos anos acertando e errando para eu chegar lá.
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Speaker A
Então, é entender que a excelência ela é um hábito. A gente tem que topar ser aprendiz. A gente tem que topar criar conteúdo ruim. a gente tem que topar, começar para que aquilo se torne um hábito e repetidamente a gente se torne
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Speaker A
melhor. Então, não adianta, criação de conteúdo é um hábito. E às vezes eu passo um mês sem produzir conteúdo e parece que eu comecei do zero, porque é que nem na academia também, né? Ingrato.
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Speaker A
A gente vai o seis meses para duas semanas para você ver que você começa do zero de novo. Então, criação de conteúdo segue a mesma lógica. E isso é muito importante a gente ter na nossa consciência de que eh criar esse
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Speaker A
conteúdo é um hábito que a gente tem que levar, se a gente tem intenção de ter uma marca viva ali o tempo todo para sempre, ou por um período, né? Eu, se você produzir conteúdo por um ano de uma
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Speaker A
maneira muito focada, você vai colher resultados por muito tempo. Quando você tá criando conteúdo com estratégia, você vai passar tempo, as pessoas vão lembrar de você, você vai ter essa construção, você aparece de vez em quando, as pessoas gostam ainda do seu conteúdo, se
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Speaker A
você tiver essa construção. E eu considero que o branding é um novo algoritmo. As pessoas querem ver marcas com branding, elas querem ver essa construção de marca, né? Que que esse que que é esse branding? Branding nada mais é que construção de marca. Então
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Speaker A
você não precisa vencer o algoritmo, você precisa vencer a memória das pessoas. Você que é lembrado, volta pro topo. Mesmo que você não tá apstando todos os dias, você vai ser lembrado pelas pessoas. Então isso é muito importante você prestar atenção quando
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Speaker A
você for produzir conteúdo. E eu deixo a pergunta para vocês aqui. Qual o conteúdo? Talvez o seu monoflow ele já tá entre nós, ele já tá acontecendo, só que você não prestou atenção. Aquele conteúdo que você fez deu muito bom e
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Speaker A
você falou: "Ah, legal, vou fazer outro". Quando você tinha que repetir mais aquele conteúdo, ter variações daquele mesmo conteúdo que já validou, que as pessoas já gostaram, deixa eu fazer isso aqui, mas numa versão diferente, deixa eu replicar isso aqui
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Speaker A
de uma outra forma. Então, talvez você já tenha esse conteúdo, já tenha algum conteúdo que performou melhor, que você pode olhar agora com esse olhar de, hum, deixa eu transformar isso aqui no Monoflow, vamos começar a construir minha marca em cima desse conteúdo.
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Speaker A
E eu preparei uma surpresa para vocês antes do nosso momento de dúvidas, que é para vocês colocarem a mão na massa, tá?
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Speaker A
Que é meu agente de IA. Hoje a gente já tem o agente no cloud, mas a ele ainda não tá liberado, é só dentro da minha comunidade. Mas eu quero trazer para vocês o a versão do chatt que é do
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Speaker A
Differson, que a gente treinou para trazer monoflow na prática para vocês. Então vocês podem conversar lá, trazer o que que vocês fazem, sobre como vocês são, personalidade. Quanto mais detalhes sobre vocês vocês derem, mais ele vai trazer boas ideias, que ele tá treinado,
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Speaker A
com muito do que eu trouxe aqui, ele tá treinado lá. Então vocês conseguem ter esse acesso a um pouco de ideias para vocês já começarem a pensar em qual poderia ser o nome, o o monoflow de vocês, né? O Difrason, tudo na na minha
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Speaker A
comunidade tem a ver com Difer. Então, a gente criou o Difrason e a mulherada é louca por ele, porque ele é gato mesmo.
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Speaker A
E para finalizar, você não precisa ser o mais famoso, você precisa ser o mais lembrado por aquilo que só você consegue ser. Então, para de olhar o coleguinha, para de olhar o fulano que tá crescendo e vai olhar
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Speaker A
aonde que você pode crescer, aonde que você pode ter repetição, aonde que você pode construir uma marca, que construir marca leva tempo. Não acredita em guru que vai dizer que constrói essa marca em c dias. Não existe isso. Construção de
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Speaker A
marca é repetição, é intenção, é insistência, é jogo de longo prazo. Então pensem nisso, tá? Quem vai vencer no digital não é quem tá correndo mais rápido, é quem vai permanecer mais tempo, vai ser mais insistente, é essa
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Speaker A
pessoa que vai vencer no digital. Então foquem nisso, tá? Sejam diferente dos iguais. Eu vou voltar para vocês aqui o o slide do Differson e aí pode ficar na tela e a gente consegue abrir para perguntas. Gostaram da aula? É uma aula
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Speaker A
longa, mas eu tentei fazer ela no nosso time. Diz que o Qcode tá desativado.
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Speaker A
É esse o meu. Ah, esse é meu perfil. Esse é do meu perfil. Ah, tá. Mas o meu perfil é Kter K. Então vocês procurem lá que vocês vão encontrar. É bem como tá escrito ali no embaixo do slide. É só
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Speaker A
procurar esse nome que vocês encontram. Eu amei a aula. enquanto o pessoal vai mandando as dúvidas e as perguntas, eu fui anotando duas duas dúvidas que eu fui catando ali do pessoal. Eu acho que uma inclusive é um pouco tem até um um
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Speaker A
pouco minha dúvida também. Eu já criei conteúdo pra internet por muito tempo e eu parei e chegou num ponto ali, onde era muito bom.
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Speaker A
Eh, cheguei num ponto que eu falei: "Cara, vou focar no mercado corp corporativo e tudo não terás". E aí eu abri mão da criação de conteúdo. E uma pergunta que eu acho que foi da Júlia falando que a gente é múltiplo, né? Hoje
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Speaker A
eu tenho dois empregos, eu sou mãe, eu tô morando em dois países, tipo, não tenho uma linha editorial fixa da vida.
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Speaker A
E eu acho muito legal quando a pessoa ela consegue sintetizar. E eu acho que eu tenho um uma péssima eh um péssimo poder de síntese para algumas coisas, principalmente essa questão da criação de conteúdo. E ela perguntou um pouco sobre isso, assim, já
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Speaker A
que o Monoflow ele é um padrão de diferenciação, que ele precisa ter ali, eh, uma estética definida, editorias definidas, formatos definidos, como encaixar isso na pluralidade da sua vida? Eh, e para poder conseguir fazer isso fazer sentido no fim das contas, eu
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Speaker A
acho que isso é uma dor e inclusive é uma dor minha também. Boa. É, depende muito o momento de vida, né? Quando você tá, quem não tá no momento, por exemplo, quando eu fui entrar mais focada no digital, tava
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Speaker A
focada em eu quero vender curso, eu quero vender tal coisa. Então, eu precisava criar um posicionamento em cima disso por conta do que eu, qual que era o meu objetivo final. Mas tem alguma co tem uma coisa que eu gosto muito de
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Speaker A
trabalhar. Inclusive quem tá nessa nessa questão da briga com o nicho, eu tenho um vídeo no YouTube que se chama Daniice o nicho. Então procura meu nome lá e procura Danice o nicho que eu falo sobre essa outra forma de pensar que é o eu
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Speaker A
nicho, que é como eu também construir minha marca porque eu tinha essa questão, porque eu gostava de muitas coisas. Eu gostava de moda, eu gostava de inovação, eu gostava de branding, eu gostava de falar sobre 1000 coisas, só
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Speaker A
que eu sabia que eu precisava ser intencional para vender um produto. Então, quando a gente tá criando uma promessa de marca, uma venda de serviço, a gente precisa, OK, nichar de alguma forma para expandir o que a gente vai
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Speaker A
vender. Só que quando a gente tá falando de uma construção de uma marca pessoal, a gente é plural. Então, eu gosto de olhar pelo eu nicho, principalmente na construção de conteúdo. Então, o que que eu faço? Eu olho, eles tem três pontos
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Speaker A
no meu nicho. Esse vídeo eu explico mais a fundo que eu vou explicar por cima, mas eu penso em cima no movimento de marca. Então, todo a pessoa, toda a grande marca, ela tem um movimento.
78:11
Speaker A
Então, quando eu olhei para minha marca pessoal e estudei a minha história, eu vi que o meu movimento de marca tinha a ver com diferenciação. Então, eu não queria me bucar só na no fator ã branding, mas eu queria ser lembrada por
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Speaker A
diferenciação. Então, eu coloquei esse movimento de marca, né, o ser diferente dos iguais, como o o pró o o que que eu estou lutando na internet, o que que eu estou querendo fazer, né? Sei que o seu tinha muito a ver com tipo antiguru, né?
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Speaker A
Tipo, como que era o nome do perfil que vocês tinham? Era antissobrinho. Era antissobrinho.
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Speaker A
Isso. Antes sobrinho. Então ele tinha um viés muito grande de tipo ser uma contracultura, ser um um total um negócio mais rebelde. Então ele já ele já tinha um movimento de marca, então ele não era aleatório. Então a
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Speaker A
partir daí, ok, já estou nesse macro. Então, a partir disso, tudo que eu faço tem esse viés de diferenciação. Então, eu vou falar de moda, eu vou olhar com viés de diferenciação, vou trazer uma novidade, eu vou falar sobre o, sei lá,
79:13
Speaker A
eu falei sobre meu esses tempos, tipo, tenho viag diferenciação, porque eu falo sempre olhando para coisas diferentes que eu vivo. Então, não é que eu saio tanto do meu macro tema e do meu movimento de marca, né? Então, só que na
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Speaker A
80% do tempo eu tô falando mais a ver com o meu produto, eu tô falando daquilo. No resto eu tô trazendo outros assuntos que eu tenho vontade. Ah, então junta esse movimento de marca com as coisas que você gosta de estudar. Então
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Speaker A
eu trago ali, ah, eu gosto de estudar inovação, então deixa eu trazer um viagem de inovação. Eu gosto de estudar história, então deixa eu trazer história. Ah, eu gosto de estudar tal, aquilo que você gosta de estudar, porque
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Speaker A
o nosso conteúdo ele tem que ser sobre assuntos que a gente consome, senão não vai não vai rolar também, né? A gente precisar se esforçar para criar um conteúdo que não tem a ver com a gente.
79:59
Speaker A
E o terceiro ponto é a nossa personalidade, né? O caso, no seu caso, a personalidade de meu, eu sou mais rebelde mesmo, eu não acredito nessas coisas. Então, seria esse quadro do Vamos desaprender, por exemplo, seria um quadro que tem muito a ver com você,
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Speaker A
porque você quer quebrar um monte de regras, então trazer essa personalidade sua, sabe? Então, eu vejo que a gente tem que ter essa intencionalidade se a gente tá lançando algum produto ou, né, querendo vender algo que aí exige um
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Speaker A
pouco mais esse foco de pera aí, deixa eu nichar mais. Mas quando a gente tá falando de marca pessoal, essa pluralidade é muito interessante. Ela traz, na verdade, aquilo que é a nossa autenticidade. Então, eu gosto de olhar
80:38
Speaker A
para esses vários fatores, de juntar todos eles para que a gente não fique tão aleatório, mas que a gente ressoe de acordo com a nossa verdade, né? Então, eu gosto muito de trabalhar com o eu nicho, que eu acho melhor do que
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Speaker A
ficar olhando para tipo o que que que estão falando da moda, que estão falando no branding, né? ficaria muito, é, não faz sentido, é igual quem faz assim, nada contra a gente, mas quem faz eh review de identidade visual, tipo,
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Speaker A
ah, identidade visual de não sei o que mudou, aí a pessoa vai lá e vai fazer o contexo, aí tem 500 vídeos iguais, aí, pô, enche o saco assim também. Mas acho que um uma grande questão assim, pelo
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Speaker A
menos do meu ponto de vista, é a estratégia do momento de vida que você tá tendo. Tipo, às vezes aquilo ali não vai fazer sentido. Antes era muito legal como movimento, mas chegou um ponto para mim que eu falei: "Cara, não é isso que
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Speaker A
eu quero, quero outras coisas, tenho outros objetivos e aí você tem que ir adequando, né?" Mas vamos lá que tá cheio de pergunta aqui, hein, Ket? Agora o a outra que tinha passado antes de liberar aqui as do chats era não tem
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Speaker A
muito a ver com o contexto da aula, mas eu sei que você monetiza seu conteúdo de diferentes formas. E aí a pergunta eh eu não lembro o nome da pessoa, mas qual é a forma, as principais maneiras de
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Speaker A
monetizar conteúdo hoje em dia? Muitas, muitas. Mas aí é primeiro você tem que entender também modelo de negócio. Acho que além de como eu vou monetizar conteúdo, é modelo de negócio.
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Speaker A
Eu quero ser uma UGC, é um modelo de negócio. Eu vou monetizar meu conteúdo vendendo meu conteúdo em quantidade para outras marcas. Eu quero ser uma, eu quero ter um infopruto, é outro modelo de negócio. Então eu posso ter os meus
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Speaker A
próprios produtos. Eu posso, que é o que eu faço também em grande parte. Eu posso vender curso, eu posso vender mentoria, eu posso vender consultoria, eu posso vender ebook, eu posso vender uma comunidade. Então esse é o modelo de
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Speaker A
negócio de infoprodutos. Eu posso ter um modelo de negócio onde eu vou ter um produto físico. Então, eu tenho um produto físico e eu uso as minhas redes sociais para, de certa forma vender esse meu produto. Então, eu construo uma
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Speaker A
audiência em cima do meu nome e eu vendo o meu produto, né, que é, por exemplo, a Isa do Cool Commerce, né, hoje ela não trabalha mais, ela trabalhava com branding, hoje ela tem mais o a Illustral, acho que é o nome da marca, e
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Speaker A
ela produz conteúdo que, de certa forma vai falando a marca dela também. Então esse é um outro modelo de negócio. Você pode ser, por exemplo, uma diretora criativa, prestar serviço, é um outro modelo. Então, ah, eu quero prestar
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Speaker A
serviço, você pode ganhar dinheiro. O conteúdo ele não é fim. Eu não, eu vindo como influenciadora, eu já não acredito mais no mercado de influência como um bom uma boa forma de você ganhar dinheiro, porque você fica no domínio
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Speaker A
sempre das marcas, né, de um mercado que tá ali sempre volátil, com muita concorrência e e que você precisa depender dos outros. Eu prefiro pensar em ter o meu próprio produto. Esse é o modelo de negócio que eu prefiro. Eu
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Speaker A
prefiro trabalhar de qualquer lugar. Eu prefiro não ficar presa em tal coisa. Gosto de dar aula. Então você vai pensando nesses vários, várias coisas que existem dentro de cada modelo, os prós e contras, e vai entendendo qual mais faz sentido para você. Mas o
83:56
Speaker A
conteúdo ele é só um meio, ele vai amplificar para que você ganhe mais dinheiro, não que o conteúdo em si vai te dar dinheiro. Claro que tem TikTok Shop, afiliados também é uma forma, né, para você que tá começando é uma forma
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Speaker A
legal. O GC e afiliados é uma forma muito legal para quem tá começando, mas eu vejo isso como uma ponte para você ir construindo a sua e pensando qual que pode ser o meu produto depois disso, né? A gente vê que
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Speaker A
as influenciadoras todas asam para marcas próprias, todas. As grandes s no fim da no fim das contas, né, a pessoa chega ali, ela vai querer criar um produto para ela mesmo, mas a sua própria casinha, né?
84:37
Speaker A
Porque a gente vai emprestando a nossa audiência. Aí você fala: "Putz, eu tô vendendo 500 camisetas para uma marca ganhando R$ 5. Eu posso ganhar R$ 100 vendendo a minha?" Pera aí, deixa eu refletir isso aqui. Então, então você vai pensando mais como
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Speaker A
empresária e não como cabeça de empresária, não de creator, né? De create faz total sentido. E a última pergunta que eu acho que dá para poder juntar várias ali, que são umas quatro, falando sobre aparecer na internet, se
85:05
Speaker A
uma marca eh que é de produto ou de comunidade, ela precisa ter o rosto de uma pessoa ou se dá para poder Essa é a pergunta de milhões, né? Eu acho que eu não sei quantas milhões de vezes de
85:16
Speaker A
responder essa pergunta, mas se realmente tem essa necessidade de ter da pessoa se expor, dela aparecer ou não, se tem como construir uma comunidade que não precisa de ter um rosto. Como que é isso, Kat? Conta pra gente.
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Speaker A
Super dá, das duas formas dá, mas eu acredito, se você é uma marca pequena, é muito mais rápido e muito mais fácil você criar aparecendo, tá? Mas ess é é a gente pode ver. Você olha o perfil da,
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Speaker A
sei lá, Simed, é o mais clichê, né? Mas sim tem cara, o perfil da Simed tem 1000 sei lá, 500.000 seguidores. Você olha do John Adib é cinco vezes mais. O engajamento é cinco vezes mais.
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Speaker A
E eles conseguiram fazer o negócio meio reality show da família, né? É, virou uma coisa.
86:03
Speaker A
É, claro que é o extremo, né? É, tipo, não sei se vocês já viram que é tem uma marca LV Store, ela também estourou a marca porque ela resolveu aparecer. Então a gente tem muito case de marca X que a
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Speaker A
ficou grande por causa da marca pessoal por trás, porque a dona resolveu aparecer. Então a gente sabe e assim eu sempre eu digo que quando a gente vira empresária, a gente se a gente vê lucro entrando na nossa empresa, tô nem aí.
86:32
Speaker A
Coloca uma roupa de linha. Você você quer fazer dinheiro, você quer vamos fazer isso aqui acontecer, então você perde esse medo de aparecer, esse essa vergonha. Mas se você mesmo se raquete, nossa, não quero, não quero, não quero,
86:47
Speaker A
dá para crescer sim. Só que aí você vai ter que criar uma personalidade para essa marca. Vai ter que criar uma persona, vai ter que sim, ã, ter pessoas que representam ela, né? Trabalhar com influenciadoras ou com amigas suas.
87:02
Speaker A
funcionárias, pessoas que queiram aparecer nessa marca, que queiram dar esse essa pessoalidade pra marca, porque ela precisa ter uma personalidade mesmo não tendo ali um líder, né? A gente sabe que para criar uma comunidade precisa de um líder. Não existe uma comunidade sem
87:17
Speaker A
ali uma liderança ou sem o sentimento de o que estamos seguindo, quem estamos seguindo.
87:21
Speaker A
Então a gente precisa ter esse sentimento. Mas tem tipo do Olingo, do Olíngo não tem dono, mas tem aquele mascote, né?
87:29
Speaker A
né? Virou um super case, mas tem aquele mais forte que a gente olha e fala: "Ai, ali é o é o doing". Mas claro que é uma marca gigantesca, é outro budget, é outro momento. Então tem como, mas aí
87:40
Speaker A
você vai ter um trabalho de passar esse bastão de líder para outra coisa, para outro sentimento, para uma vibe, né? A marca vai ter que ter uma vibe ali que todas as pessoas têm em comum, sentem em comum. E às vezes é um pouco mais
87:53
Speaker A
difícil. Às vezes você aparecer e encarar ali a jornada de tô criando essa marca mais fácil.
87:59
Speaker A
é muito mais difícil assim. Tô falando de experiência própria. Hoje é igual eu falei, né? Tenho dois empregos e como diretora de marketing de uma empresa de nutrição clínica, a gente tem toda a estratégia da purify é 100% baseada, sem
88:14
Speaker A
a presença dos fundadores de ninguém. é muito mais penoso, muito mais, muito mais mesmo. É o meu sonho de princesa, o dia que a Juliana falasse: "Não, agora eu vou resolver aparecer, eu vou ficar só criando conteúdo no meu Instagram".
88:29
Speaker A
Então você fica muito dependente, né? Dependente de outras pessoas. Aí às vezes as outras pessoas não conseguem passar a mensagem que você quer passar realmente que tá alinhado com o posicionamento daquela marca. Então é é muito muito desafiador mesmo assim. E
88:44
Speaker A
quando você trabalha em uma empresa que você já tem, já tem vários personagens igual Steuk, que tem a Isa, tem a Manuela, tem a clau, tem várias pessoas envolvidas, daí já é outra outro outra outra outra vibe, outra situação e e a
89:02
Speaker A
forma de conexão também das pessoas com isso. É porque a gente tem mais confiança quando a gente vê alguém por trás, né?
89:09
Speaker A
que nem tipo atendimento de robô, por mais que resolve é diferente diferente, não dá para poder confiar naquilo, né?
89:17
Speaker A
Total. Então, acho que essa confiança que a marca tem a ao expor um fundador ou ou até personagens, né? Tem aquela a padaria real que é acho que até de Sorocaba, elas expõe os não expõe, né, no pejorativo, mas traz os próprios
89:34
Speaker A
funcionários para construir o conteúdo, né? Então eles vão brincando ali com os clientes, então ok, funciona também, mas tem pessoas ali por trás.
89:43
Speaker A
Boa. Eu acho que são essas todas as dúvidas, Kat. Muito obrigada. A gente já estourou nosso tempo aqui.
89:51
Speaker A
Você deve estar cansada. Vou descansar que essa semana foi puxado, mas adorei. Desculpa por ontem também não deu para ser ontem, mas hoje a gente conseguiu entregar muito.
90:02
Speaker A
Deu tudo certo. Obrigada, gente. Amei. Obrigada a participação de todo mundo. E K depois a gente vai te chamar para poder falar outras coisas aí, tá bom?
90:10
Speaker A
Pode. E me sigam lá, acompanha que a gente sempre tem conteúdo novo. Boa. Fechou. Obrigada, gente. Boa noite.
90:17
Speaker A
Tchau.
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