Mas aí eu finalmente aprendi a editar minha prosa de um jeito profissional e, principalmente, aprendi quais palavras cortar da minha escrita para deixar ela mais forte e impactante.
E só depois que eu aprendi isso que eu parei de sentir vergonha da minha escrita, porque agora eu sei que não importa se eu escrever um parágrafo ruim ou uma descrição ruim, eu sempre vou conseguir consertar.
Então se você quer parar de sentir que a sua escrita é muito amadora, você precisa aprender quais palavras estão ao seu favor e cortar as que não estão.
Se você não me conhece, meu nome é Olívia Lober, eu sou escritora, leitora crítica e professora de escrita criativa, eu faço edição e preparação de livros há seis anos.
Antes de começar, se você tá querendo melhorar não só a sua prosa, mas seu livro como um todo, eu tenho um curso de reescrita criativa chamado História com É, voltado para escritores que querem transformar seus rascunhos em livros que vão encantar os leitores. As inscrições estão chegando ao fim e essa turma inaugural tá com excelente desconto, então se você tem interesse não perde essa chance e dá uma olhada aqui na descrição para saber mais.
E quando você tem várias palavras fracas, você tem frases fracas, e aí você tem parágrafos fracos, páginas fracas, capítulos fracos, e aí você tem um livro fraco.
E eu não vou mentir, o leitor médio não vai reparar, porque o leitor médio só repara quando você erra, o leitor médio só repara quando ele tá lendo algo e ele não tá gostando.
Então se a sua prosa estiver boa, o leitor médio vai fluir, vai voar pelo texto, tipo aquele livro Coração de Tinta que as pessoas entram dentro dos livros e aí vivem a história, vai ser tipo isso.
Mas os leitores que sacam das coisas, tipo um jurado num concurso literário ou um editor que vai estar analisando o seu livro, esses leitores vão pensar, nossa, olha essa prosa, olha essa escolha de palavras, esse escritor sabe das coisas.
Mas claro, escrita criativa não é matemática, então você vai precisar analisar caso a caso e usar o seu senso crítico para decidir quando é melhor cortar alguma coisa ou quando é melhor manter. Mas o único jeito de saber se é melhor cortar qualquer uma dessas palavras que eu vou falar na lista de hoje é cortando, editando a frase de acordo, comparando as duas e vendo qual ficou melhor.
É muito fácil deixar a preguiça falar mais alto e se convencer de que todas as frases do seu texto são a exceção à regra, mas a realidade é que a preguiça não vai deixar o seu texto melhor.
E de novo, é muito importante que as suas palavras estejam adicionando algo, porque se elas não estão, 99% de chance que elas estão diluindo a força da sua prosa.
E a gente pode juntar essas duas dicas, muitas vezes as pessoas usam muitos adjetivos para descrever uma única coisa, e aí acaba que você escolhe um substantivo mais vago, e ele deveria ser mais específico, e também você dilui a força dos seus adjetivos, quando você usa muitos adjetivos, então tem intencionalidade no seu uso dos adjetivos e cortar os que estão sobrando.
E sempre parar para pensar se aquele adjetivo realmente é necessário, então coisas como uma rocha cinzenta, uma pequena joaninha, um esquilo peludo, a superfície áspera da pedra, etc., são coisas que a gente já sabe sem você precisar dizer.
Então elas são desnecessárias e elas acabam ocupando um espaço que você podia estar usando para criar descrições mais originais e interessantes, e isso complementa a próxima que é palavras ou frases óbvias.
Exemplo: Rafael desligou a ignição, abriu a porta do motorista e pegou a arma com sua mão direita. Se ele desligou a ignição, a gente sabe que ele tá no lugar do motorista, e a gente não precisa saber que ele pegou a arma com a mão direita, a não ser que isso seja uma informação muito importante para o seu enredo.
A gente tem que priorizar descrever o que é necessário e o que o leitor não consegue inferir, se o Rafael tocar a campainha com o dedo, você não precisa falar que ele tocou a campainha com o dedo, porque normalmente as pessoas não tocam campainha com o nariz.
E eu sei que isso tudo parece muito bobo, mas é muito mais comum do que a gente imagina, então eu vou dar uma listinha aqui dos usos mais frequentes para você tomar cuidado na sua própria escrita.
E uma que eu vejo muito, muito mesmo, você nunca ouve o que eu falo, Vanessa gritou, Rafael cruzou os braços, eu sempre ouço, não, Vanessa interrompeu, você nunca tá prestando atenção.
A gente já tá vendo com a pontuação que o Rafael foi interrompido, então você não precisa dizer, mesma coisa com, onde você mora, Rafaela perguntou, onde eu moro, João hesitou, a gente já tá vendo ele hesitar, então você não precisa falar que ele hesitou.
E assim, eu já participei de um grupo de escrita em que eu era conhecida como Olívia Mãos de Tesoura, porque eu adorava falar para as pessoas cortarem várias coisas.
Mas então eu preciso deixar claro que não é cortar por cortar, é cortar tudo aquilo que prejudica o seu texto para abrir espaço para sua voz de autor, para sua originalidade, para descrições mais profundas e interessantes e para silêncios significativos.
E tudo isso só pode ser feito com muita intencionalidade, quanto maior o nosso grau de consciência e intencionalidade, mais profunda é a nossa escrita, porque a gente consegue atingir novas camadas de significado.
Que são aquelas palavras nas quais a gente se apoia para escrever, elas não são necessárias, mas a gente usa por mero costume o tempo todo, tipo aquele miojo que a gente guarda no armário e come toda vez que a gente tá com preguiça de cozinhar, a gente sabe que não é saudável, mas é fácil, é rápido, não dá trabalho, ele já tá ali, então a gente usa.
Cada escritor vai ter suas próprias palavras bengala, então cabe aí um autoexame, quais são as palavras que você sempre repete, que você usa o tempo todo, que você usa demais, mas tem algumas que são comum a todos, então eu vou listar para vocês.
De repente, na verdade, então, daí, quase, já, talvez, parece, basicamente, aproximadamente, mesmo, meio que, eventualmente, exatamente, finalmente, enfim, aqui, lá, agora, só, somente, apenas, mais ou menos, mas, praticamente, só então, muito, simplesmente, de algum jeito, completamente, e o verbo "começar", tipo, começou a correr ao invés de correu, isso é muito comum.
Isso vira, ele era forte demais para ela, com um soco, ela caiu. E aí, obviamente que a gente ia precisar adicionar mais descrições da briga e imagens mais específicas, etc.
O truque é você usar aquela ferramenta do Word de localizar e pesquisar cada uma dessas palavras quando você estiver editando o seu texto, e aí analisando cada uma e cortando.
E lembrando que isso é para narrativa, não para diálogos, essas palavras podem e devem aparecer em diálogos porque elas são naturais na fala, inclusive as grandes exceções a todas essas palavras da lista são diálogos e voz de personagem.
Então se você já tá aí digitando, ai Olívia, mas eu posso usar tal palavra, você pode tudo, o texto é seu, você é o autor, você pode fazer tudo e a literatura é um reino de infinitas possibilidades.
A pergunta que você deve fazer ao invés dessa é, eu quero fazer isso, por que que eu tô usando essa palavra, eu tô usando essa palavra porque ela é fácil e foi a primeira que veio na minha cabeça quando eu tava rascunhando, ou eu tô usando essa palavra porque eu acho que ela fica boa nessa frase, é essa pergunta que você tem que fazer.
Advérbios são palavras que modificam verbos, entre outras coisas, e normalmente é melhor você ter um verbo mais específico e mais forte do que um verbo vago mais um advérbio, e o que acaba acontecendo muito também é o escritor usar um advérbio que já tá implícito no verbo.
Você não precisa falar que a pessoa correu rapidamente ou gritou alto ou soluçou tristemente, fora que a maioria dos advérbios acaba com mente, então uma quantidade exagerada de advérbios acaba gerando uma cacofonia desagradável no texto.
Ela bateu a porta do carro com força e murmurou baixinho, merda, correu rapidamente para dentro de casa e vasculhou apressadamente os papéis na mesa de centro.
Quando você tira essas palavras, essa lama do seu texto, repara que a sua prosa fica mais limpa e você abre espaço para descrever outras coisas mais interessantes.
Quando você tem uma história no passado e você quer contar uma coisa que é no passado do passado, você vai ter que usar o pretérito mais que perfeito, mas esse tempo verbal chama muita atenção e soa meio cacofônico, então o truque é começar a cena no tempo certo e depois mudar para o pretérito perfeito.
Exemplo: naquela manhã de verão da sua infância, João havia acordado às seis da manhã, ele sentira o cheiro dos ovos mexidos que sua mãe cozinhara e seu estômago roncara, ele havia pulado da cama e se apressado para a cozinha.
Ao invés disso, a gente só precisa da primeira frase no pretérito mais que perfeito e depois a gente muda, então vai ficar assim, naquela manhã de verão da sua infância, João havia acordado às seis da manhã, ele sentiu o cheiro dos ovos mexidos que sua mãe fez e seu estômago roncou, pulou da cama e se apressou para a cozinha.
A terminação de todo gerúndio é igual, é sempre ando, endo ou indo, então quando você tem muitos, eles chamam a atenção e esse ando, ando, ando soa feio e repetitivo.
Por exemplo, você vai dar uma chance a ele, Bia perguntou, tirando o protetor solar da mochila, ainda não sei, Vanessa disse, colocando os óculos escuro e virando de bruços.
Isso vira, você vai dar uma chance a ele, Bia perguntou e tirou o protetor solar da mochila, ainda não sei, Vanessa colocou os óculos escuro e virou de bruços.
Várias frases preposicionadas na mesma frase confundem o leitor, eu tô usando o termo frase para substituir sintagma porque eu não queria usar um termo muito técnico, mas enfim, só esclarecendo para as pessoas que são mais conhecedoras.
E aí no final a gente não sabe o que que tá do lado do que, o que que tá na frente do que, o que que tá com quem, o que que tá na frente, atrás e fica muito confuso, então quando você explica demais a geografia de uma cena, ela fica mais difícil de visualizar e não mais fácil.
E eu sei que eu tô sempre falando da importância do assentamento da cena e é importante, mas o equilíbrio também é muito importante, um bom assentamento de cena não é você descrever absolutamente tudo e descrever as coordenadas de tudo.
Mas sim você escolher detalhes específicos e significativos, se você tá gostando das dicas, mas você sonha em aprender as técnicas de escrita criativa mais a fundo para você se tornar o escritor que você sempre sonhou em ser.
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Parece meio óbvio quando eu nomeei o negócio de frases enroladas, mas é muito mais comum na nossa escrita do que a gente acha que é, às vezes a gente descreve as coisas de um jeito enrolado sem motivo.
Bônus, quase é uma palavra bengala, então corte duplo. Quando você usa palavras concretas, precisas e específicas, você consegue descrever as coisas de um jeito menos enrolado e mais preciso.
A chamada prosa púrpura é uma linguagem demasiadamente ornamentada, confusa, complexidade pela complexidade, falta clareza, clichê, falta originalidade, e melodramática, linguagem intensa que não é sustentada pelo impacto emocional da obra.
Uma prosa descritiva adiciona imagética e textura ao seu texto, enquanto a prosa púrpura só chama a atenção para o fato de que o escritor tá tentando demais ser literário.
Exemplo: a dúvida o sobrecarregou, como um avião circulando a pista de pouso no meio de uma tempestade cada vez mais forte, os trovões e raios o atingindo como uma nuvem de vespas zumbindo em sua cabeça.
O passo a passo para evitar a prosa púrpura é se perguntar, tá ornamentado demais, tá confuso sem motivo, tá clichê, o momento da obra pede esse nível de impacto emocional, tem mais de uma metáfora no mesmo parágrafo, eu usei essa metáfora de forma intencional, clara e concreta, essa metáfora tem a ver com o ecossistema linguístico do texto ou eu só enfiei ali de qualquer jeito porque eu achei bonito?
Tem uns aplicativos e sites que contam quantas vezes você usou cada palavra num texto, e aí você pode colar o seu capítulo ou cena ou conto, e aí ver quais são as palavras que você mais usa para depois localizar no Word todas elas e sair cortando e substituindo.
E aí outra coisa para tomar cuidado também são metáforas ou imagens repetidas ou clichês, e aí é importante se perguntar se você não pode substituir aquilo por algo novo, mais interessante, mas ainda respeitando o ecossistema linguístico do seu texto.
Verbos dicendi, para quem não sabe, são aqueles verbos que marcam um diálogo, então se a gente já sabe quem tá falando ou se a gente tem uma ação acompanhando o diálogo, a gente não precisa desse verbo dicendi.
Exemplo: você vai dar uma chance a ele, Bia perguntou e tirou o protetor solar da mochila, ainda não sei, Vanessa colocou os óculos escuro e virou de bruços, ah, ele é bonitinho, Bia disse.
Isso vira, Bia tirou o protetor solar da mochila, você vai dar uma chance a ele, ainda não sei, Vanessa colocou os óculos escuro e virou de bruços, ah, ele é bonitinho.
A parte da frase que mais chama a atenção é o final, porque é a última parte que fica na memória do leitor, então é a mais fresca até ele ir para outra frase.
Então é interessante às vezes você tentar colocar a parte mais impactante ou importante da frase no final, claro que isso vai depender do contexto, mas para dar alguns exemplos.
Ou ainda melhor, tentar fazer com que a estrutura das suas frases reflitam o conteúdo delas, por exemplo, João bateu na porta depois de um momento de hesitação, isso vira, depois de um momento de hesitação, João bateu na porta, a gente consegue enxergar melhor o momento de hesitação porque a frase está na ordem linear dos acontecimentos e também porque a construção da frase hesita junto com o João.
E principalmente, você não precisa explicar o que você já descreveu, então se você descreveu o Rafael fantasiando sobre a ex-mulher dele, e aí de repente ele ouve uma buzina e ele pisca, e aí ele vê que o sinal abriu e aí ele acelera o carro.
Você não precisa falar o som da buzina tirou o Rafael de seus devaneios, porque a gente já tá vendo que o som da buzina tirou o Rafael de seus devaneios.
E tem vários pássaros berrando na minha janela nesse momento, bacana, se você quiser aprender mais sobre mostra e não diga, eu tenho um vídeo só sobre isso.
Isso acontece quando as frases são todas do mesmo tamanho ou quando elas têm todas a mesma estrutura, sem nenhum motivo estético, e normalmente esses dois acontecem juntos.
Exemplo: João pegou o binóculo e o levou ao rosto, estreitando os olhos, o pássaro pulou de um galho para o outro e voou, comendo uma minhoca, João colocou o binóculo de volta na mochila, suspirando.
As frases são todas parecidas com a mesma estrutura de um jeito que fica monótono de ler, e para consertar isso você tem que variar o tamanho das frases, variar a estrutura das frases, variar o sujeito das frases e variar entre ação, descrição, diálogo e pensamentos do personagem.
Após desembaraçar seus longos fios escuros e cacheados, fechou o registro de água, pegou a toalha e secou delicadamente a pele e o cabelo, em frente ao espelho do banheiro separou o cabelo úmido em três grandes mechas e fez a longa trança lateral que era sua marca registrada, voltou para o quarto e fez carinho no gato que a aguardava na cama, então tirou do guarda-roupas seu uniforme de guarda florestal que vestiria pela última vez depois de quinze anos de profissão, primeiro vestiu a camiseta de algodão verde musgo que tinha o símbolo do parque, um urutau, bordado no lado esquerdo do peito acima da inscrição Parque Estadual e, na parte de trás, nas costas, bordado em amarelo e em maiúsculas o órgão para o qual trabalhava, o Serviço Florestal.
Depois vestiu as calças da cor que ela chamava de cor de lama, mas que outros diriam bege escuro ou até mesmo palha, colocou o cinto, calçou o coturno preto por cima da calça e foi para a frente do espelho de corpo inteiro que havia no quarto, olhou atentamente para sua imagem refletida, estava satisfeita com o que via, alta, com um corpo atlético devido às corridas que fazia sempre ao final da tarde e ao ciclismo que praticava em seus dias de folga, talvez um pouco magra pois havia perdido peso nos últimos meses desde que tomara a decisão de sair do Parque.
Estava satisfeita com o que via, alta, com um corpo atlético devido às corridas que fazia sempre ao final da tarde e ao ciclismo que praticava em seus dias de folga, talvez um pouco magra pois havia perdido peso nos últimos meses desde que tomara a decisão de sair do Parque.
Eu acabei deixando o advérbio, mas eu juntei com embaraçar porque eu acho que a imagem é um pouco mais interessante, né, de desembaraçar delicadamente, é, eu cortei vários dos adjetivos, eu deixei só os mais fortes e eu cortei também de água, deixei só o registro porque já dá para entender que ela tá no chuveiro, etc., e eu também deixei só se secou porque eu acho que o leitor já consegue imaginar ela se secando, então a gente não precisa descrever tanto essa parte.
Em frente ao espelho, separou o cabelo em três mechas e fez uma trança lateral, sua marca registrada, voltou para a cama e fez carinho na Selva, que ronronou satisfeita, depois tirou do guarda-roupa seu uniforme de guarda florestal, que vestiria pela última vez depois de quinze anos.
Eu dei um nome para a gata para adicionar uma especificidade à personagem, também pra gente se indiga, a gente conhece ela melhor, e eu também tirei grandes mechas, longa trança e também de profissão que eu achei desnecessário.
Então, basicamente, cortei algumas coisas para deixar o que é principal para a imagem, né, que é a inscrição do Parque Estadual e o urutau, enfim, e uma descrição básica do que ela tá vestindo, e aí eu deixaria essa informação do Serviço Florestal para outro momento no texto, porque eu senti que ali ficou muita coisa junta, muita informação junta.
Obviamente que isso não basta para escrever um bom livro, porque não é só uma questão de tirar palavras, é também reestruturar cenas, construir bons personagens, escolher o que que mostrar, o que deixar de fora, enfim, construir, criar uma experiência que emocione o leitor.
E isso exige uma abordagem mais estruturada, então se você já terminou seu rascunho, mas sente que ele ainda não atingiu o seu potencial, o curso de reescrita criativa História com É foi feito para você.
Nele eu ensino um passo a passo de reescrita profunda e personalizada para você transformar o seu rascunho no livro que você sempre quis escrever e que você tenha orgulho de mostrar.
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Me conta aqui nos comentários se esse vídeo te deu insights sobre como melhorar sua prosa, e se você quiser aprender mais sobre como melhorar suas descrições e também ver a continuação da edição desse trecho que eu li aqui no final, vê esse vídeo aqui e eu te vejo lá.
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