Se hoje ostentas na sala com tuas pompas e de galas e seus brasões de rainha, amanhã talvez quem sabe este orgulho se acabe e torne-se a sorte mesquinha.
Mas no entanto ignoras aquele a quem tanto adoras e que conquista e seduz, embora seja da nada e as plenas figuras achar que as costas por que não dá luz.
E quando eu olho e te vejo com esse desdém de altivez, me humilho tanto de ti que chego a chorar talvez, mas choro sim porque calculo, ao ver de ti tão nulo, tão desagradante e sem sal, uma mulher desprevenida, tão lavada e varrida, só mesmo ignorando o ruim banal.
Fui despedir dela, ela danou a chorar, maninho, aí eu falei: Despediste de mim chorando, de ti despedi a sorrir, chorando tu me esqueceste e sorrindo não te esqueci.
Quando voltei era um palácio em festa, a voz dela e de um homem da orquestra preenchia de amores o azul do céu, entrei, ela olhou-me branca e indefesa, e foi a última vez que de Teresa, ela queixando murmurou: Meu Deus.