DNA: Replicação, Transcrição e Tradução.

Full Transcript — Download SRT & Markdown

00:01
Speaker A
APS GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL
00:05
Speaker A
DNA.
00:06
Speaker A
Nós falamos tanto sobre ele.
00:10
Speaker A
Ele é o diretor final das células e codifica nossas características.
00:14
Speaker A
É um dos principais componentes que faz você ser você.
00:20
Speaker A
Quando você tem uma molécula realmente importante como o DNA,
00:25
Speaker A
que é responsável por controlar a célula, por exemplo, faz sentido que quando você produza outra célula,
00:32
Speaker A
você também tem que fazer mais DNA para a nova célula.
00:36
Speaker A
E é isso que introduz o nosso tema de replicação do DNA,
00:40
Speaker A
que significa que o DNA precisa fazer mais DNA.
00:43
Speaker A
Primeiro, vamos falar sobre onde e quando.
00:47
Speaker A
Primeiramente, onde ela ocorre?
00:49
Speaker A
No núcleo.
00:50
Speaker A
Isso é, se a célula tiver um núcleo.
00:52
Speaker A
Lembre-se que nem todas as células têm um núcleo, este vídeo vai focar nas células que têm núcleo,
00:59
Speaker A
conhecidas como células eucariotas.
01:01
Speaker A
Procariotos, que são as células que não possuem núcleo, fazem as coisas um pouco diferentes.
01:08
Speaker A
Elas também fazem a replicação, mas esse não será o foco deste vídeo.
01:12
Speaker A
Agora, quando?
01:15
Speaker A
Quando isso acontece?
01:17
Speaker A
Geralmente, acontece durante o estágio conhecido como interfase.
01:22
Speaker A
Interfase é quando a célula está crescendo, está fazendo vários processos,
01:27
Speaker A
e está replicando o seu DNA.
01:30
Speaker A
Você sabe que ela não está fazendo ao mesmo tempo?
01:33
Speaker A
Dividindo.
01:35
Speaker A
Você não quer que a célula replique DNA e se divida ao mesmo tempo.
01:39
Speaker A
Isso seriam muitas tarefas.
01:41
Speaker A
Assim, a replicação do DNA não ocorre durante a divisão.
01:45
Speaker A
De fato, a célula replica o seu DNA antes dos processos de divisão, como a mitose e meiose,
01:51
Speaker A
porque uma vez que você fez uma nova célula, é melhor você ter DNA para colocar nela.
01:57
Speaker A
Vamos imaginar que a replicação do DNA seja um jogo de videogame.
02:03
Speaker A
Eu vou te apresentar os principais jogadores da replicação, de modo que você possa adquirir algumas informações chave.
02:09
Speaker A
A maioria desses jogadores são enzimas.
02:12
Speaker A
Então, lembrando, na bioquímica, quando algo terminar em -ase, você deve verificar,
02:19
Speaker A
porque é bem possível que seja uma enzima.
02:21
Speaker A
As enzimas têm a capacidade de acelerar reações e construir ou quebrar substratos
02:27
Speaker A
sobre os quais elas agem.
02:29
Speaker A
Então, vamos ver os nossos jogadores.
02:32
Speaker A
Primeiro, a helicase.
02:34
Speaker A
Essa é a enzima de descompactação.
02:37
Speaker A
Se você se lembrar de que o DNA possui duas fitas, você pode imaginar a helicase
02:42
Speaker A
separando as duas fitas de DNA.
02:46
Speaker A
Ela não encontra dificuldades para fazer isso.
02:49
Speaker A
Em seguida, temos a DNA polimerase,
02:51
Speaker A
que é a construtora.
02:53
Speaker A
Essa enzima replica as moléculas de DNA para construir uma nova fita.
02:58
Speaker A
Então, nós temos a primase,
03:00
Speaker A
a iniciadora.
03:02
Speaker A
Como o DNA é uma fita grande, a pobre DNA polimerase não consegue descobrir
03:07
Speaker A
por onde iniciar o trabalho sem algo chamado primer.
03:10
Speaker A
A primase sintetiza esse primer, de modo que a DNA polimerase consiga saber
03:15
Speaker A
por onde começar o trabalho.
03:18
Speaker A
Você sabe de um fato interessante sobre o primer?
03:22
Speaker A
Ele é, na verdade, uma molécula de RNA.
03:26
Speaker A
Em seguida, nós temos a ligase.
03:29
Speaker A
É como se fosse a cola.
03:31
Speaker A
Ela ajuda a juntar os fragmentos de DNA.
03:35
Speaker A
Vamos falar sobre por que você precisa dela mais tarde.
03:39
Speaker A
Não se sinta sobrecarregado.
03:42
Speaker A
Nós vamos passar pela sequência em ordem.
03:46
Speaker A
A replicação do DNA inicia em uma parte chamada ponto de origem.
03:51
Speaker A
Geralmente, essa parte é identificada por certas sequências de DNA.
03:56
Speaker A
Podem existir múltiplas origens em uma molécula de DNA.
04:00
Speaker A
Na origem, a helicase entra e desenrola o DNA.
04:04
Speaker A
As proteínas SSB se ligam ao DNA para manter as fitas separadas.
04:09
Speaker A
A primase entra e sintetiza primers de RNA em ambas as fitas.
04:14
Speaker A
Lembrem-se,
04:16
Speaker A
isso é importante, caso contrário, a DNA polimerase não saberia por onde começar.
04:21
Speaker A
Agora, a DNA polimerase pode começar a trabalhar.
04:24
Speaker A
Lembre-se que essa é uma enzima importante que adiciona nucleotídeos de DNA.
04:28
Speaker A
Agora você tem duas fitas, certo?
04:31
Speaker A
Mas elas não são idênticas.
04:34
Speaker A
Lembre-se,
04:35
Speaker A
elas se completam.
04:37
Speaker A
Elas são também antiparalelas.
04:41
Speaker A
Então, isso significa que elas não vão na mesma direção.
04:45
Speaker A
Com o DNA, nós não dizemos que vai para o norte ou para o sul.
04:50
Speaker A
As indicações para as fitas de DNA são um pouco diferentes.
04:55
Speaker A
Nós dizemos que o DNA ou vai de 5 para 3, ou de 3 para 5.
05:00
Speaker A
Isso pode parecer confuso.
05:04
Speaker A
Então, o que é que isso significa?
05:07
Speaker A
Então, a pentose faz parte da coluna do DNA.
05:11
Speaker A
Ela possui carbonos.
05:13
Speaker A
Os carbonos da pentose são numerados à direita do oxigênio, no sentido horário.
05:19
Speaker A
1, 2, 3, 4, 5.
05:24
Speaker A
O carbono 5 está do lado de fora dessa estrutura de anel.
05:28
Speaker A
Agora vamos fazer a mesma coisa para o outro lado.
05:31
Speaker A
Mas, tenha em mente que a outra fita está invertida, porque as fitas de DNA são antiparalelas
05:36
Speaker A
umas das outras.
05:38
Speaker A
Então, vamos contar novamente, no sentido horário após o oxigênio.
05:43
Speaker A
1, 2, 3, 4, 5.
05:48
Speaker A
E o carbono 5 está fora do anel.
05:51
Speaker A
A fita da esquerda vai do 5 para o 3, e a fita da direita vai do 3 para o 5.
05:56
Speaker A
Acontece que a DNA polimerase só consegue trabalhar no sentido de 5 para 3.
06:01
Speaker A
Então, a fita que vai do 5 para o 3 está OK.
06:05
Speaker A
É chamada de fita líder.
06:07
Speaker A
Mas a outra fita vai ser um pouco mais complicada.
06:11
Speaker A
A DNA polimerase só pode ir na direção 5 para 3.
06:16
Speaker A
Então, a primase tem que produzir uma série de primers extras, como mostrado aqui.
06:22
Speaker A
Leva mais tempo também.
06:24
Speaker A
Essa fita é chamada de fita tardia.
06:27
Speaker A
Na fita tardia, você tem que produzir pequenos fragmentos de DNA.
06:31
Speaker A
Esses são chamados de fragmentos de Okazaki.
06:35
Speaker A
Os iniciadores têm de ser substituídos com bases de DNA, uma vez que foram feitos de RNA.
06:41
Speaker A
A ligase, a enzima da colagem, precisa preencher os buracos entre os fragmentos de Okazaki.
06:46
Speaker A
Agora, no final, você terá duas moléculas idênticas de DNA dupla hélice,
06:49
Speaker A
obtidas a partir da molécula original de DNA dupla hélice.
06:53
Speaker A
Nós chamamos o processo de semiconservativo,
06:57
Speaker A
pois cada uma das cópias contém uma fita da molécula original e uma recém-sintetizada.
07:02
Speaker A
Uma última coisa.
07:05
Speaker A
Certamente, você já teve que revisar seu trabalho para verificar se havia erros.
07:10
Speaker A
Bom, nós definitivamente não queremos que a DNA polimerase cometa erros.
07:17
Speaker A
Se ela parear as bases de DNA de forma errada, então, você teria um código genético incorreto,
07:22
Speaker A
que poderia gerar uma proteína incorreta ou nenhuma proteína.
07:26
Speaker A
Só que a DNA polimerase é simplesmente incrível.
07:30
Speaker A
Ela possui capacidade revisional, o que significa que ela raramente deixa passar um erro,
07:33
Speaker A
o que é muito bom.
07:38
Speaker A
Depois de aprender sobre o DNA,
07:41
Speaker A
você já se perguntou como ele pode resultar em uma característica?
07:46
Speaker A
Vamos dar um exemplo.
07:48
Speaker A
Como a cor dos olhos.
07:51
Speaker A
Sim, seu DNA tem informação genética que codifica a cor dos seus olhos.
07:56
Speaker A
Mas, para produzir esse pigmento, você possui genes,
08:02
Speaker A
porções de DNA capazes de codificar proteínas que ajudam a produzir esse pigmento.
08:08
Speaker A
Então, vamos falar sobre como o seu DNA pode levar à produção de uma proteína.
08:13
Speaker A
Esse processo é chamado de síntese proteica.
08:16
Speaker A
Síntese significa fazer alguma coisa.
08:19
Speaker A
Então, a síntese proteica significa produzir proteínas.
08:23
Speaker A
Bem, você não pode perceber isso,
08:25
Speaker A
mas as proteínas são muito importantes.
08:29
Speaker A
Elas fazem todo tipo de coisas.
08:32
Speaker A
Proteínas estão envolvidas no transporte, na estrutura, em agir como enzimas,
08:37
Speaker A
que fazem todos os tipos de matérias, na proteção do corpo,
08:40
Speaker A
e muito mais.
08:42
Speaker A
Você precisa produzir proteínas.
08:45
Speaker A
Isso é essencial para que você viva.
08:48
Speaker A
E o que é mais legal é que você está produzindo proteínas agora mesmo,
08:53
Speaker A
sentado, assistindo a este vídeo.
08:56
Speaker A
Está acontecendo nas suas células.
08:59
Speaker A
Agora, então, voltemos ao DNA e sua função em tudo isso.
09:03
Speaker A
Todas as suas células têm DNA.
09:06
Speaker A
Bem, existem algumas exceções.
09:09
Speaker A
E esse DNA está no núcleo.
09:12
Speaker A
Parte do DNA é DNA não codificante.
09:15
Speaker A
Parte do DNA compõe genes que não estão ativos.
09:19
Speaker A
Mas nós vamos falar sobre genes.
09:22
Speaker A
Genes que codificam proteínas ativas.
09:25
Speaker A
Então, como vamos levar as informações desses genes para fora do núcleo, para que a célula
09:31
Speaker A
possa começar a produzir as proteínas que precisa?
09:35
Speaker A
Pois então, nós vamos te apresentar o incrível trabalho do RNA.
09:39
Speaker A
Na síntese de proteínas, podemos observar dois momentos importantes.
09:43
Speaker A
Acompanhe pela escadinha.
09:46
Speaker A
Um é transcrição,
09:48
Speaker A
e o outro é a tradução.
09:51
Speaker A
Transcrição tem um C nele,
09:54
Speaker A
e tradução tem um D nele.
09:57
Speaker A
Então, seguindo o alfabeto, o C vem antes do D. Então, isso me ajuda a lembrar
10:02
Speaker A
que a transcrição vem antes da tradução.
10:06
Speaker A
Agora, a transcrição é quando vamos transcrever o DNA em uma mensagem.
10:11
Speaker A
Nas suas células, o DNA está no núcleo, portanto,
10:15
Speaker A
estamos fazendo a transcrição no núcleo.
10:19
Speaker A
No passo de transcrição, uma enzima chamada RNA polimerase irá ligar as bases
10:25
Speaker A
complementares de RNA no DNA.
10:28
Speaker A
Essas bases de RNA são ligadas entre si para formar um mRNA de cadeia simples.
10:34
Speaker A
O M em mRNA significa mensageiro.
10:39
Speaker A
O RNA mensageiro consiste em uma mensagem de RNA que foi baseada no DNA.
10:46
Speaker A
É importante dizer que esse RNA mensageiro geralmente não está pronto para ir imediatamente.
10:52
Speaker A
Geralmente, há uma quantidade significativa de edição que ocorre no RNA mensageiro,
10:58
Speaker A
e é fundamental para que o processo funcione corretamente.
11:03
Speaker A
Então, o que há de incrível em ser um RNA mensageiro?
11:07
Speaker A
O RNA mensageiro pode sair do núcleo para o citoplasma, onde vai se ligar a um ribossomo.
11:14
Speaker A
O ribossomo é feito de rRNA.
11:17
Speaker A
E isso é fácil de lembrar,
11:21
Speaker A
pois o R significa RNA ribossômico.
11:25
Speaker A
O ribossomo vai construir nossa proteína no próximo passo, chamado tradução.
11:31
Speaker A
No citoplasma, você ainda tem inúmeras moléculas de tRNA disponíveis.
11:35
Speaker A
tRNA significa RNA transportador.
11:39
Speaker A
Eles carregam um aminoácido neles.
11:42
Speaker A
Um aminoácido é o monômero de uma proteína.
11:47
Speaker A
É um bloco de construção para a proteína.
11:50
Speaker A
Já que estamos produzindo proteínas, vamos precisar desses aminoácidos para construí-la.
11:55
Speaker A
Se você tem um monte de aminoácidos juntos, você pode construir uma proteína.
12:00
Speaker A
Então, é o tRNA que vai juntar esses aminoácidos para fazer isso.
12:05
Speaker A
É por isso que o mRNA, a mensagem, é tão importante,
12:10
Speaker A
pois é ela quem vai dirigir quais RNAs transportadores vêm e, portanto,
12:15
Speaker A
quais aminoácidos são encaixados na proteína.
12:19
Speaker A
Todos esses RNA transportadores estão procurando por bases complementares.
12:23
Speaker A
Quando encontram as bases complementares no RNA mensageiro, transferem seu aminoácido.
12:28
Speaker A
Quando o RNA transportador está trazendo os aminoácidos, ele lê as bases,
12:32
Speaker A
que são representadas por essas letras, aqui, no RNA mensageiro, em trios.
12:37
Speaker A
Mas ele não lê uma letra de cada vez.
12:40
Speaker A
Ele as lê em trios.
12:43
Speaker A
Esses trios são chamados de códon.
12:46
Speaker A
Então, por exemplo, nesse RNA mensageiro, o RNA transportador leria o código AUG.
12:51
Speaker A
Um desses RNA transportadores contém um anticódon complementar, que, neste caso,
12:56
Speaker A
é o UAC.
12:59
Speaker A
Todos os seus RNA transportadores que possuem um anticódon UAC estarão carregando o aminoácido
13:05
Speaker A
chamado metionina.
13:08
Speaker A
Um RNA transportador com anticódon UAC parece com o códon AUG complementar no RNA mensageiro.
13:14
Speaker A
Ele transfere o aminoácido que carrega, a metionina.
13:18
Speaker A
O RNA transportador acaba por sair, mas deixa para trás o seu aminoácido.
13:23
Speaker A
Esse é o primeiro aminoácido antes de irmos para o próximo códon.
13:28
Speaker A
Antes de passarmos ao próximo códon para continuar, você deve estar se perguntando,
13:34
Speaker A
como você sabe que o RNA transportador que acompanhava o códon de AUG estaria carregando
13:39
Speaker A
um aminoácido chamado metionina?
13:42
Speaker A
Bem, para isso, você encontrará um gráfico de códons muito útil.
13:46
Speaker A
Você pode aprender a usar um gráfico de códons para determinar qual aminoácido cada códon
13:51
Speaker A
do RNA mensageiro codificará.
13:54
Speaker A
Não é fascinante que os cientistas sejam capazes de determinar
13:57
Speaker A
qual aminoácido corresponde a cada um desses códons?
14:02
Speaker A
Você pode ver no gráfico de códons que no RNA mensageiro, o códon AUG corresponde à metionina.
14:08
Speaker A
AUG também é considerado um códon de iniciação.
14:12
Speaker A
Então, a metionina normalmente será o primeiro aminoácido.
14:17
Speaker A
Existem muitos tipos de aminoácidos no gráfico de códons,
14:21
Speaker A
mas existem ainda mais possibilidades de combinações de códons.
14:27
Speaker A
Isso significa que pode haver mais de um códon para o mesmo aminoácido.
14:32
Speaker A
Por exemplo,
14:34
Speaker A
de acordo com o gráfico de códons, todos esses códons codificam para o mesmo aminoácido,
14:38
Speaker A
leucina.
14:41
Speaker A
Isso significa que todos os seus RNA transportadores complementares carregam o mesmo aminoácido,
14:45
Speaker A
leucina.
14:48
Speaker A
OK, então, voltando ao RNA mensageiro,
14:52
Speaker A
vamos seguir para o próximo códon nessa sequência, CCA.
14:57
Speaker A
No gráfico de códons, você pode ver que esse código corresponde ao aminoácido prolina.
15:02
Speaker A
O RNA transportador complementar tem um anticódon GGU.
15:07
Speaker A
E olha, tem a prolina que sabíamos que ele estaria carregando.
15:11
Speaker A
O RNA transportador irá transferir esse aminoácido e sair,
15:16
Speaker A
para poder pegar outro aminoácido.
15:19
Speaker A
Esses aminoácidos são mantidos juntos por uma ligação peptídica,
15:23
Speaker A
e a cadeia continuará crescendo.
15:26
Speaker A
Normalmente, no final do RNA mensageiro, há um códon de parada.
15:31
Speaker A
Os códons de parada não codificam um aminoácido.
15:35
Speaker A
Mas quando o ribossomo chega neles, indicam que a síntese da proteína está terminada.
15:41
Speaker A
Então, o resultado da tradução é que você construiu uma cadeia de aminoácidos,
15:45
Speaker A
que foram ligados em uma sequência baseada no código presente no mRNA.
15:51
Speaker A
Mas lembre-se que o RNA mensageiro foi criado como uma sequência complementar ao DNA.
15:55
Speaker A
Então, em última instância, o DNA é quem dirige toda a síntese da proteína.
16:01
Speaker A
Claro, ele não poderia ter feito isso sem a ajuda dos RNA mensageiro, ribossômico e transportador.
16:07
Speaker A
Ainda podem acontecer modificações.
16:11
Speaker A
As proteínas podem ser dobradas.
16:13
Speaker A
Mas para isso, ela precisa ser transportada.
16:18
Speaker A
Isso tudo é baseado na estrutura e função do DNA.

Transcribe Another YouTube Video

Paste any YouTube link and get the full transcript with timestamps for free.

Transcribe a YouTube Video