HMCP AULA5PT2 — Transcript

Vídeo aborda a gestão da raiva, desmistificando crenças familiares disfuncionais e sugerindo formas saudáveis de lidar com a ira.

Key Takeaways

  • Reprimir raiva e sentimentos gera mal-estar e doenças psicossomáticas.
  • Famílias disfuncionais promovem não sentir, não confiar e não falar, prejudicando o desenvolvimento emocional.
  • Confessar e compartilhar sentimentos é um caminho para cura e saúde emocional.
  • A raiva é uma emoção natural; não confiar em quem nunca a demonstra é um alerta.
  • Lidar com a ira requer autoconhecimento, controle emocional e decisões conscientes.

Summary

  • A raiva pode ser irracional e muitas vezes justificada por pensamentos desastrosos e reativos.
  • Famílias disfuncionais ensinam três mandamentos negativos: não sinta, não confie e não fale, que prejudicam a saúde emocional.
  • A repressão da raiva e dos sentimentos pode causar mal-estar, doenças psicossomáticas e isolamento social.
  • As escrituras recomendam confessar os pecados e orar uns pelos outros, contrariando os mandamentos disfuncionais.
  • É importante falar, sentir e confiar, mas direcionando a fé para Deus e crédito para o próximo.
  • A dificuldade em abrir o coração pode ser superada com terapia ou apoio de líderes espirituais confiáveis.
  • Pessoas que nunca demonstram raiva não são confiáveis, pois a raiva é uma emoção natural e necessária.
  • Para lidar com a ira, deve-se eliminar mitos sobre ela, reconhecer sentimentos associados, examinar pensamentos e agir racionalmente.
  • Tomar decisões responsáveis e não deixar que a raiva controle as ações é fundamental para o equilíbrio emocional.
  • O vídeo enfatiza a importância de não reprimir emoções para evitar consequências negativas na saúde mental e social.

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00:01
Speaker A
Temos sentimentos irracionais de raiva que podem ser injustificados e causados por pensamentos de reação e desastrosos.
00:10
Speaker A
Os deverias, horríveis, nuncas e sempre. Nós justificamos a raiva, todos os sentimentos alucinados que alguém sentiria se alguém fizesse aquilo com ele ou ela. Então, não justifique a sua raiva.
00:32
Speaker A
Assuma a sua raiva. Não justifique. Muitos de nós vivemos em um verdadeiro dilema com nossa raiva, principalmente de pertencer a um sistema familiar que diz: "Não sinta". Principalmente, não sinta raiva.
00:47
Speaker A
Nós aprendemos três coisas numa família funcional: não sinta, não confie e não fale. E as escrituras vão totalmente contra esses mandamentos. E uma família disfuncional, quando ela diz: "Confessai os vossos pecados uns aos outros." Quando eu vou até você e confesso, eu vou
01:04
Speaker A
contra a lei do não fale. Quando vou até você e confesso, eu vou contra a lei do não confie. Quando eu vou até você e confesso e falo dos meus sentimentos, eu vou contra a lei do não sinta. Se eu não sinto, eu
01:18
Speaker A
me torno insensível. Se eu não confio, eu me torno desconfiado. Se eu não falo, eu me torno uma pessoa emudecida.
01:25
Speaker A
Então, eu não ponho para fora o que eu preciso pôr. Eu vou azedar, eu vou ficar com mal-estar. É como um vômito que você não põe para fora, você engole. Eu vou ficar com mal-estar, eu vou ficar
01:35
Speaker A
com dor de cabeça, tá? Isso fala de tormento, isso fala de mal-estar, isso fala de não ficar bem porque eu vou engolindo, não falo.
01:46
Speaker A
Isso vai gerar doenças psicossomáticas, como eu já citei aqui alguns exemplos, tá? Se eu não confio, eu vou me tornar uma pessoa não relacionável. E se eu não sinto, eu me torno uma pessoa insensível. Que tipo de pessoa vai me
01:57
Speaker A
tornar insensível? Eu posso me tornar um psicopata. Eu não falo, eu vou me tornar uma pessoa adoecida, enferma, eu não sinto, eu não confio, vou me tornar uma pessoa totalmente desconfiada.
02:17
Speaker A
Como é que eu vou relacionar? Como vou interagir? Como vou conversar? Que tipo de pessoa vou me tornar? Eu vim me tornar um selvagem, adoecido, tóxico, doente.
02:29
Speaker A
Isso não é viver, isso é sobreviver. Será que vale a pena mesmo? Eu gosto muito do "confessai os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros para que sejais curados". Esse versículo vai contra os três mandamentos
02:44
Speaker A
de uma família disfuncional: não sinta, não confie e não fale. Fale, sinta e confie. Não confie fazendo essa pessoa o seu Deus.
02:55
Speaker A
De crédito. As pessoas merecem crédito. A sua fé, quem merece é o Senhor. Direcione sua fé para o Senhor.
03:05
Speaker A
Direcione crédito para o seu semelhante, para o seu próximo. Não perca a oportunidade de ter amigos.
03:11
Speaker A
Não perca a oportunidade de abrir o seu coração. Se você tem dificuldade de ter amigos, de abrir o coração com alguém, faça terapia. Então, se você tem um discipulador confiável, maduro, com realmente chamado para isso, um chamado pastoral, vá até seu
03:26
Speaker A
discipulador. Se você tem um pastor que realmente exerce essa função de pastor, procure-o, mas não sujeite a essas três regras de uma família disfuncional, esses três mandamentos: não confie, não sinta, não fale. Quem tem a perder é você.
03:46
Speaker A
Quando as pessoas não se perguntam o que está errado, quantas pessoas eu não te perguntei isso: o que está errado? Alguma coisa errada. Nós retesamos e dizemos nada. Tô bem, obrigado.
04:00
Speaker A
Alguma vez você já disse isso? Quando alguém perguntou para você: "Quer alguma coisa errada com você? Você está bem?" E se fala não, você reteza. "Não, tô bem. Obrigado."
04:14
Speaker A
Alguma vez você já disse isso? Põe lá nos comentários, Luiz. Várias vezes eu falei isso quando na verdade eu não estava bem. Você sabe o que é isso?
04:24
Speaker A
Você está sujeita aos três mandamentos da família disfuncional: não sinta, não confie e não fale.
04:33
Speaker A
Você está perdendo a oportunidade, na verdade, de ser curado. Não minta. Quando fala que está tudo bem, é claro que você não vai dizer para qualquer um que não, não está legal.
04:45
Speaker A
Eu tive um paciente que ele falou assim: "Para pessoas lá fora, eu digo que está tudo bem, mas para você eu digo: 'Está tudo mal'."
04:55
Speaker A
Por que isso? Porque ele também não vai falar, até porque é uma pessoa pública, não vai falar para todo mundo que assim, ele não está legal, não vai falar para pessoas confiáveis, ele vai fazer o social, tá tudo bem. Aquela pergunta de
05:09
Speaker A
sempre: "Olá, como está? Boa tarde, tudo bem? Como vai a família?" É uma introdução a um diálogo, mas dependendo se você tiver uma boa intimidade com essa pessoa, você pode abrir o coração com ela, mas não. Você
05:21
Speaker A
vai responder o social porque você não tem satisfação da sua vida. "Tudo bem, graças a Deus."
05:27
Speaker A
Então, você está respondendo ela socialmente, tá? Não perca a oportunidade, não sujeite essas três regras, elas são mortíferas.
05:39
Speaker A
Não confie em pessoas que nunca ficam com raiva. Sabia disso? Não confie. Por acaso você conhece alguém que nunca ficou com raiva?
05:55
Speaker A
Põe lá nos nossos comentários. Sinceramente, eu fico curioso. Eu, particularmente, não sei você, acho que na sua cidade você já encontrou gente assim, mas onde eu moro e onde eu já morei, eu nunca encontrei alguém que
06:06
Speaker A
nunca ficou com raiva. Mas se você conhece alguém que nunca ficou com raiva, por favor, coloca lá nos nossos comentários. Eu quero muito conhecer essa pessoa e eu quero andar com essa pessoa e aprender com essa pessoa a não ter
06:16
Speaker A
raiva, né? Então, olha, é um caso a ser estudado, tá? Então, assim, na verdade, não confie em pessoas que nunca ficam com raiva.
06:27
Speaker A
Você não acha estranho? Você acha normal a pessoa nunca ter ficado com raiva? As pessoas ou ficam com raiva ou ficam vingativas. Sabia disso?
06:41
Speaker A
Sharon George, especialista em saúde mental, disse isso. Repito, não confie em pessoas que nunca ficam com raiva. As pessoas ou ficam com raiva ou ficam vingativas. Sharon George, especialista em saúde mental.
06:59
Speaker A
E agora, o que você me diz agora? Algumas sugestões para lidar com a ira. OK?
07:12
Speaker A
Então, primeira coisa, primeira sugestão para você lidar com a sua ira: eliminar qualquer mito que tenhamos aceitado sobre a raiva.
07:23
Speaker A
Eliminar qualquer mito que tenhamos aceitado sobre a raiva ou sobre a ira. Elimina. Primeira coisa, para você lidar com a sua ira, elimina todos esses mitos.
07:36
Speaker A
Segundo, reconhecer os sentimentos que acompanham. Reconhecer os sentimentos que acompanham esse sentimento de ira. Reconheça quais sentimentos vêm junto com a ira, porque não vem só a ira, vêm outros sentimentos juntos.
07:56
Speaker A
Já parou para pensar que a ira nunca vem sozinha? Então, perceba quais outros sentimentos vêm junto. Então, reconheça os sentimentos que acompanham o sentimento de ira.
08:09
Speaker A
Pare para pensar nisso. Terceira sugestão para você lidar com a ira: examinar os pensamentos que acompanham os sentimentos. Examinar os pensamentos que acompanham os sentimentos. Se eu semeio um pensamento, eu vou colher um sentimento. Se eu semeio um sentimento,
08:27
Speaker A
eu vou colher uma palavra. Se eu semeio uma palavra, eu vou colher um ato. Se eu semeio um ato, eu vou colher um hábito.
08:32
Speaker A
Se eu semear um hábito, eu vou colher um caráter. Se eu semear um caráter, eu vou colher uma identidade. Se eu semear uma identidade, eu vou colher um destino.
08:41
Speaker A
Mas tudo começa com um pensamento. Então, examine os pensamentos que acompanham o sentimento de ira.
08:51
Speaker A
Que você está pensando? O pensamento é um ativador de sentimento. Já parou para pensar nisso? O que eu estou pensando que está me causando ira? Em que estou pensando? Em quem estou pensando? No que estou pensando?
09:07
Speaker A
Geralmente, eu não sei se você percebeu, geralmente nunca paramos para pensar no que estamos pensando quando sentimos.
09:12
Speaker A
Simplesmente sentimos. Focamos no sentimento, mas não no ativador, que é o pensamento. Quarta sugestão para você lidar com a ira: tomar uma decisão responsável sobre o que devemos fazer, se é que devemos.
09:27
Speaker A
Repito, tomar uma decisão responsável. Tomem a decisão responsável sobre o que devemos fazer e se devemos. Ou seja, não haja na emoção, aja no racional, tendo domínio sobre a emoção.
09:47
Speaker A
Quinta sugestão para lidar com a ira: não deixar que a ira nos controle. Não deixe que a ira te controle. Já falamos sobre isso. Sexta sugestão para lidar...
10:04
Speaker A
conforme também já falei aqui. E última sugestão, ou melhor, sétima sugestão, seja responsável por sua ira.
10:18
Speaker A
Assuma a responsabilidade da sua ira. As pessoas mais violentas, repito isso. As pessoas mais violentas, as pessoas violentas. Se você parar para analisar a história da humanidade, os impérios romano, Grego, Persa, Otomano, dentre outros.
10:42
Speaker A
Observe que as pessoas violentas e as mais violentas foram as maiores causadoras de destruição no mundo e elas não se responsabilizam por isso. Se uma pessoa violenta usar de violência contra o seu próximo, ele vai dizer que aquele
10:56
Speaker A
outro o provocou. Ele vai até falar assim: "Ele me obrigou a fazer isso porque está no ego cego. Quem tá dentro vê, não vê, mas quem tá fora vê". Ele não consegue enxergar, admitir, reconhecer pela insensatez, pela imaturidade, pela irresponsabilidade,
11:13
Speaker A
pela imprudência. Porque essa ir domina a ponto de ele cegar a ira cega, a religião cega, a imoralidade cega, a paixão cega, a idolatria cega, ele não consegue enxergar que ele é o responsável pela sua ira.
11:32
Speaker A
Seja responsável pela sua ira. Efésios capítulo 6 versículo 4 diz o seguinte: "Pazis, não provoqueis a ira".
11:49
Speaker A
Outras traduções dizem: "Pazis, não irritem seus filhos. Antes criam-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor." Veja bem, gente, nós somos somos muito bons aos que têm filhos, aos que já são pais.
12:06
Speaker A
muito mais do que meros genitores. Nós somos muito bons em fazer a seguinte afirmação: "Honra teu pai e tua mãe para que se prolongue teu dias de vida na terra". Aí o esperto do filho fala assim: "Mas também está escrito: pais, não
12:19
Speaker A
provoqueis a ira dos vossos filhos". Bem, eu peço o seguinte: se isso está escrito, é porque existe uma consequência.
12:27
Speaker A
Aqui é o mandamento. Pais, não irritem, não provoquem a ira dos vossos filhos. Antes criam-nos segundo a instrução, o ensino e o conselho do Senhor.
12:46
Speaker A
Não é bom provocar dos filhos. A história da humanidade tá repleta de desastres, de pais que fizeram isso e se deram muito mal.
12:56
Speaker A
O caso por exemplo, já vou falar de parricídio. O nome é típico, né? Esquisito.
13:04
Speaker A
Parricídio. O que que é isso? É quando um filho mata um pai. Matricídio é quando filho mare.
13:13
Speaker A
Então chama de parricídio e matricídio. Não estou dizendo que seu filho é uma homicida, não é isso. Mas eu tô te falando o que está escrito.
13:22
Speaker A
Pais, não provoquem a ira dos vossos filhos. Não provoquem. Não tem intenção de. E se isso está escrito, gente, é porque tem uma consequência. Ou seja, vamos respeitar os nossos filhos. Não vamos ultrapassar os seus limites. Eles têm
13:39
Speaker A
limites. Eles têm dignidade, integridade e liberdade. Assim como um líquido derramado dentro de uma garrafa de plástico não lhe dá forma e nem peso.
13:55
Speaker A
O filho precisa que seu pai ou a filha, quando eu digo filho, tô falando no sentido tanto menina como menino, tá?
14:01
Speaker A
Repito, assim como o líquido derramado dentro de uma garrafa de plástico não lhe dá peso e forma, o filho ou a filha precisa que seu pai derrame em sua alma algo substancial, ou seja, instrução e orientação sobre a vida.
14:14
Speaker A
senão ela vai se tornar como que um vasilhame, uma garrafa de plástico vazia, leve, sem peso, sem firmeza, sem expressão e facilmente elevada por ventos, inclusive ventos de doutrina, sem peso, sem resistência, sem firmeza.
14:41
Speaker A
Isso é porque acontece quando um pai é ausente na vida de um filho. Quando um filho não recebe isso, ou a filha começa a perder o ânimo pela vida, se sente mal sobre si mesmo, acha que sua vida não está indo a lugar nenhum,
15:05
Speaker A
fato não está, e começa a sentir raiva interior. Por quê? Porque julga é injusto.
15:12
Speaker A
A consequência de ter esses sentimentos, esses sentimentos, tá? Quando, veja bem, vou repetir aqui para vocês, ó. Assim como um líquido derramado dentro de uma garrafa de plástico não lhe dá peso e forma, o filho ou a filha precisa de um
15:25
Speaker A
pai que derrame em sua alma algo substancial, instrução e orientação sobre a vida. Tá?
15:34
Speaker A
O que eu tô lendo para vocês aqui são os meus slides das minhas dos meus seminários que eu ministro na minha escola. e nas igrejas que me convidam para OK? Se isso não acontecer, se esse pai não fizer isso, como eu falei, ele
15:47
Speaker A
vai se tornar sem peso, ele vai se tornar sem expressão, ele vai se tornar eh vulnerável.
15:53
Speaker A
Então, quando o filho ou a filha não recebe isso do pai, começa a perder o ânimo. Ele cai numa porção de morte, ele começa a perder o ânimo, a disposição, a motivação, a alegria, o propósito de viver, porque ele não vê sentido na vida.
16:09
Speaker A
Gente, pai é destino, mãe é relacionamento. A ausência materna causa danos nos relacionamentos. A ausência materna vai gerar danos na nutrição, na organização, no vínculo, no afeto, no consolo, na percepção, na sensibilidade, no senso de justiça, no ensino. Ele vai ter problemas de
16:26
Speaker A
relacionamento. Feridas patena vai dar vai gerar danos no destino de um filho e na identidade.
16:33
Speaker A
Quando um filho não recebe isso de um pai ou uma filha, começa a perder o ânimo, ele começa a perder a motivação de viver.
16:39
Speaker A
Aí a depressão, a geração Z foi a geração que marcou a história da humanidade. Não porque simplesmente é uma geração Z totalmente diferente às demais, mas como a geração que mais praticou suicídio na história da humanidade.
16:55
Speaker A
Na minha opinião, a geração mais vazia, mais infeliz. da geração internet, para você entender melhor, foi a geração que mais praticou suicídio automutilação a geração mais ansiosa, a geração mais suicida, a geração mais solitária, a geração cabeça oca, a geração que nasceu
17:14
Speaker A
de 2000 para cá, para você entender, a geração Z, a geração cabeça oca, a geração pescoço de texto, a geração sem caligrafia, a geração que conseguiu ser onipresente através de um portal chamado celular.
17:28
Speaker A
onde tem acesso infinitamente ao mundo, ao fantástico mundo infinito de conhecimento, de acessos, de tudo que ele puder e quiser alcançar.
17:43
Speaker A
É um portal. A geração que não tem caligrafia, a geração que conseguiu criar um um alfabeto, conseguiu criar uma linguagem, a linguagem abreviada, geração que mal sabe falar português, geração que consegue, não consegue ficar 5 minutos calada em silêncio, não
18:03
Speaker A
consegue. Geração inquieta, geração instantânea, a geração Ya, geração microondas. Essa é a geração, gente. Café solúvel, bateu, dissolveu.
18:16
Speaker A
Geração que não tá preocupada em casar, tá preocupada em casar, mas assim, quer ficar, não quer compromisso.
18:24
Speaker A
Geração é eh eh totalmente fragmentada na sua identidade, inclusive pela intensa vida irresponsável, imoral, sexualmente falando.
18:35
Speaker A
Geração que promoveu muito divórcio. A geração Y promoveu o morar juntos, mas a geração Y promotora de divórcio.
18:45
Speaker A
Não conseguem permanecer, não consegue ficar 5 minutos sem falar, não conseguem ficar 45 minutos prestando atenção em uma mensagem. Você dá uma olhadinha, geração que fala três línguas, geração que com 18 anos já é milionária, 20.
19:03
Speaker A
Geração dos aplicativos e startups. Geração que não tá pensando em profissões como do passado, ah direito ã, medicina.
19:22
Speaker A
Você pergunta, você vai formar em quê? Não, eu quero ser youtubers. Ah influencers. Ah tiktkers.
19:32
Speaker A
Ah, seja lá o que for. Então, uma geração 100% visual e virtual. Essa geração e essa geração sem pai, gente, essa geração de pai ausente, como é que fica? É a geração de pai ausente.
19:50
Speaker A
Quem entregou esses filhos na mão de uma babá eletrônica? Celular, o tablet. Lamentável não?
20:02
Speaker A
Ele começa a perder ânimo pela vida, se sente mal sobre si mesmo, acha que sua vida não está indo a lugar nenhum e não está e começa a sentir raiva. Lógico, isso é injusto.
20:16
Speaker A
Eu vou te falar uma coisa, nós vamos responder por isso. Eles vão responder por isso. Mas o Senhor nos confiou seus filhos, suas flechas a nós, pais.
20:29
Speaker A
Se não exercermos a nossa responsabilidade, nossas funções de homem, de pai, de marido, de sacerdote, de mulher, de mãe, de esposa, de sacerdotisa, vamos responder por isso.
20:41
Speaker A
Vamos responder pela nossa irresponsabilidade, negligência para com a missão chamada e propósito de exercermos nossas funções como homem, mulher, marido e esposa, sacerdote, sacerdotisa, pai e mãe para com os nossos filhos.
20:57
Speaker A
Em nome de sucesso, conquista, poder, status fama. Você vai descobrir nos últimos dias da sua vida que você correu atrás do vento e você vai querer voltar e vai dizer neles: "Não tenho contentamento. Isso é pior do que morrer. É viver o inferno na
21:13
Speaker A
terra é pura vaidade. Você lembra quem ganhou o prêmio de música ano passado? Você lembra quem foi? Qual foi a melhor música do ano passado? Eh, o Oscar.
21:27
Speaker A
Ah, eh, você lembra de coisas significativas, pelo menos é muito rápido. Há quem diga que nós não estamos mais vivendo 24 horas. Isso em 12. Hoje é domingo, gente. Daqui a pouco, amanhã já é sábado.
21:43
Speaker A
Não sei se percebeu, mas parece que assim, tá passando instantaneamente os dias e conforme está escrito, os dias serão abreviados. Mas também tem um detalhe, os dias estão passando rápido ou você tá distraído?
21:55
Speaker A
Só uma pergunta básica, que dificuldades pessoais isso acarreta? Que dificuldades pessoais uma ausência paterna acarreta? O fruto do pai omício gera sentimentos de primeira coisa inferioridade.
22:13
Speaker A
O fruto do pai omisso. Pai, eh, eu precisava de uma direção sua. Eh, o que que você aponta para mim? Qual direção você me dá em relação a isso, isso, isso? Não, procura lá a sua mãe.
22:27
Speaker A
Pai, eh, até onde você acha que eu posso ir nessa situação? Não, pergunta lá a sua mãe.
22:34
Speaker A
Ah, pai, olha, eu eu queria eu queria que você pudesse me ajudar. Eu tô me sentindo insegura, inseguro.
22:44
Speaker A
Aí se vira de procura do pai, uma segurança e proteção. Não veja isso com sua mãe.
22:50
Speaker A
Pai, o que que você pensa sobre mim? Não pergunta a sua mãe, ele terceiriza.
22:55
Speaker A
Isso é ser omisso. Isso é um ser, isso é ser um um presente ausente.
23:00
Speaker A
Você é um pai simbólico. Fun, quer dizer, você tem um título de pai pela lei e pelo social, porque você registrou esse filho. Você registrou.
23:10
Speaker A
Legalmente falando, você é o pai. Socialmente falando, você é chamado de pai. Esse título é seu, essa promoção é sua, essa honra e privilégio é sua, mas talvez você não esteja exercendo essa função e negligenciando a maior honra e
23:20
Speaker A
privilégio e missão da sua vida. Representar a paternidade do Pai na terra para esses filhos como embaixador.
23:30
Speaker A
E você está falhando e você tá lançando a flecha para algo errado. Você é o arqueiro, sua esposa é aljava, as flechas são os filhos. E para a flecha acertar o alvo depende do arqueiro. Você precisa discernir a
23:42
Speaker A
oportunidade obsortos. Essa palavra oportunidade vem quando os mariros antigamente chegava no porto, eles percebiam a direção do vento e entendiam que aquela era a obportos oportunidade de alçar as velas e seguir destino.
23:58
Speaker A
Se você não fizer isso, você vai falhar. Eu quero futuramente gravar aqui um tema chamado pais maus.
24:12
Speaker A
para a gente entender, os nossos filhos entenderem o que que é os pais maus e que é os pais bons. E talvez cheguemos à conclusão que parece que esses pais bons não são tão bons assim. E esses pais
24:21
Speaker A
maus não são tão maus assim. Parece que na verdade os pais maus são bons ou os bons são maus. E agora o que que é ser pais bons e pais maus?
24:30
Speaker A
Depende do ponto de vista da cosmovisão, do conceito, da situação, da circunstância. Enfim, mas eu vou te falar uma coisa, ah, exerça a sua paternidade.
24:45
Speaker A
Quais dificuldades? Que dificuldades pessoais isso acareta na vida de um filho. O fruto de um pai, o fruto do pai omisso gera sentimentos de inferioridade.
24:53
Speaker A
Luís, eu tenho um sentimento de inferioridade. É provável que o seu pai foi omisso, principalmente afirmar sua identidade.
24:59
Speaker A
Luía, eu tenho um sentimento de incompetência. Essas são as dificuldades que a carta na vida de um filho quando o pai é ausente.
25:06
Speaker A
E quando eu digo filho, ah, não esqueça, você é avô, mas você nunca deixou de ser filho. Você é pai, mas você nunca deixou de ser filho.
25:17
Speaker A
Não tô falando só dos seus filhos, tô falando de você também que é pai, você também que é avô. Talvez você já seja até bisavô, você nunca vai deixar de ser filho.
25:25
Speaker A
E se os seus pais foram ausentes, esse é o sentimento que vem. Essa é a dificuldade pessoal que acarreta quando um pai ausente sentimento de inferioridade e de incompetência.
25:41
Speaker A
Você não consegue se enxergar competente, você se enxerga incompetente e inferior. Essas são as consequências. Por acaso você tem isso?
25:53
Speaker A
Põe lá nos comentários. Luiz, eu tenho sentimento de inferioridade infeliz. Luiz, eu me sinto muito incompetente. Já ganhei prêmio disso, promoção daquilo, mas eu não me sinto competente. Põe lá nos nossos comentários lá no Instagram, OK?
26:06
Speaker A
Então, eu quero apresentar para você algumas ilustrações diante de tudo que nós estamos falando, né? Então, vamos pensar.
26:15
Speaker A
Essas são as dificuldades quando nós, dentre tantas, sabe? Assunto de paternidade, gente, é um assunto muito vasto. Vamos entender que o maior problema da humanidade está na desconexão com a paternidade.
26:30
Speaker A
O que será que Malaquias capítulo 4, o último livro, último capítulo, último versículo, Malaquias capítulo 4 versículo 6, ele termina com a seguinte palavra: "A velha aliança encerra-se com essa, justamente essa dentre tantas, mas justamente com essa palavra e
26:45
Speaker A
converterei, inclinarei o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos seus pais, para que eu, o Senhor, não venha, não é para que envie um anjo ou uma entidade, um demônio, para que o Senhor não venha fir a terra com maldição,
26:59
Speaker A
maldizer. É maldição. Na verdade, a maldição, apesar de que muitas pessoas não gostam dessa palavra, ok, você não gosta, tudo bem, o direito se, mas tá na Bíblia de de mal dizer, de falar mal, para que o Senhor não venha e fira a terra. Terra
27:16
Speaker A
fala de pessoas, fala de rua, fala de bairro, fala de casa, fala de estado, fala de região, fala de nação. Do pó viestes ao pó, retornarás. Tá? Então assim, para que o Senhor não venir a terra com mal dizer, com maldição,
27:31
Speaker A
com falar mal, eu vou converter, inclinar, fazer voltar ao coração dos pais. Primeiro personagem, primeiro sujeito que aparece aos pais, aos filhos. Segundo personagem que aparece é os filhos.
27:44
Speaker A
Então, nós temos aí eh eh nós temos aí ah dois personagens, nós temos aí dois sujeitos, os pais e os filhos, né?
27:54
Speaker A
figurantes dentro dessa história. Então, vamos lá. E converterei o coração dos pais. Por que os pais? Porque esse sujeito vem em primeiro lugar? Porque eles são referenciais. Eles são diferenciais. Porque eles chegaram primeiro. Então, eu farei inclinar o
28:08
Speaker A
coração dos pais, daqueles que chegaram primeiro, do exemplo que devem ser e ser dado. Destes que são os seus antecessores, eu converterei e farei inclinar o coração dos pais dos exemplos aos filhos.
28:24
Speaker A
e dos filhos aos seus pais. Então, e dos filhos aos seus pais se comunica um reflexo e farei voltar e inclinarei e converterei o coração dos pais. Primeiro sujeito, os pais. Como disse, os pais são referenciais e diferenciais.
28:37
Speaker A
Chegaram primeiro, são exemplos e devem ser. Infelizmente nem sempre é um bom exemplo, mas ele deve ser um bom exemplo, porque ele é representante do pai na terra.
28:48
Speaker A
Ele é imagem paterna do pai na terra. e converter o coração dos pais aos filhos. Aí aparece segundo sujeito, e dos filhos aos seus pais.
29:00
Speaker A
Esse aos filhos aos seus pais fala de um refletir. Então, quando os pais convertem o coração aos filhos e os filhos convertem o coração aos seus pais, há um reflexo.
29:09
Speaker A
Esses filhos, eles refletem essa ação dos pais como uma reação de converter também os seus corações aos seus filhos.
29:19
Speaker A
Então, 430 anos depois, período inter bíblico, o tempo em que o Senhor ficou sem falar com o seu povo, segundo alguns teólogos estudiosos chamado de período interbíblico, período do silêncio, onde o Senhor falou de uma forma não direta, mas indireta, direta
29:33
Speaker A
através dos profetas, indireta através do seu povo. A nova aliança depois de 430 anos, período interbíblico, a nova aliança começa com o o com o batismo de João. A nova aliança também começa com essa mesma palavra que foi encerrada a velha
29:54
Speaker A
aliança há 430 anos atrás. Então a velha aliança termina com essa palavra de Malaquias, capítulo 4, versículo 6. E converterei o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. E ela começa com essa palavra, sendo declarada por João Batista na nova
30:07
Speaker A
aliança. Termina com essa palavra e ela começa com essa palavra. Eis que virá aquele, eis que vem aquele do qual não digo, desatar as alparcas ou sandálias.
30:15
Speaker A
E ele converterá o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Para então é interessante que e eis que virá, ou melhor, e eis que vem aquele do qual não sou digno de desatar as alparcas ou
30:28
Speaker A
sandálias. Isso fala daquele que vem no espírito de Elias, que representa o espírito da reconciliação.
30:34
Speaker A
O segredo do avivamento, gente, não está em uma visão, em uma teoria, não está eh em uma experiência que alguém viveu eh no seu país, tá? A experiência é algo eh particular, a experiência é algo peculiar, a experiência é algo pessoal.
30:52
Speaker A
Então, infelizmente, nós pegamos a visão de alguém e estabelecemos uma doutrina. A visão foi para aquela pessoa, de acordo com o propósito do Senhor, para aquela pessoa, para aquela denominação, para aquela rua, para aquele bairro, para aquela cidade, para aquele estado,
31:04
Speaker A
para aquele país, tá? Então, nós não podemos ser uma nação de marolas que vive de marola. A marola vem, faz aquele volume, depois ela desvanece. Não, o segredo do avivamento não está em uma fórmula, não está em uma
31:19
Speaker A
regra, não está em uma experiência de alguém, não está na visão de alguém. O segredo do avivamento. E o avivamento está dentro de mim e de você. Está na reconciliação entre pais e filhos e filhos e pais. A reconciliação das
31:31
Speaker A
gerações é o nosso mau objetivo como escola. O batismo de João era muito mais do que um um mero batismo ritualístico, religioso e cerimonial. Era conversão do coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais, que fez com que o céu se
31:49
Speaker A
abrisse e Yeshua viesse em pessoa para aquele batismo e o Espírito Santo repousasse sobre ele em forma corporea de bomba. Era em nome do pai, do filho e do espírito santo. Alguma novidade nisso? Nenhuma. Mas esse nome do pai, do
32:00
Speaker A
filho e do espírito santo, como eu disse, não é um mero batismo ritualístico religioso cerimonial não. Era invocação dos céus pra terra.
32:06
Speaker A
Era uma invocação em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Então, alguns teólogos estudiosos afirmam que os pais quando iam batizar com João, ao participarem desse batismo de João às margens do rio Jordão, eles confessavam seus pecados publicamente,
32:22
Speaker A
pedindo perdão aos seus filhos. Agora imagina você num batismo de igreja e os pais confessando seus pecados publicamente, pedindo perdão aos seus filhos. O escândalo do nosso arrependimento tem que ser maior que o escândalo do que o nosso pecado. Vamos
32:36
Speaker A
celebrar, gente, vamos dar ênfase, vamos ficar impactado, chocado. Não é pelo pecado do irmão, é pelo arrependimento.
32:44
Speaker A
Não é procurar o problema, mas a solução. Os filhos surpresos, maravilhados, impactados com esse ato dos pais, de se humilharem, de se exporem, de se tornarem vulneráveis, de denunciarem seus próprios pecados, de quebrar o pacto com oculto, jogando por terra a
33:02
Speaker A
seu o seu a sua rebelião, o seu orgulho. Eles confessavam diante dos filhos publicamente. Esses filhos, por sua vez, refletiam isso, decidiam batizar-se e ali eram batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. E confessavam
33:14
Speaker A
seus pecados publicamente, pediam perdão aos seus pais. Você já viu um batismo desse no Brasil?
33:21
Speaker A
Já ouviu falar de algum batismo desse no mundo? Esse é o batismo de Joãos Margens do Rio Jordão. Um batismo de reconciliação e arrependimento entre pais e filhos e filhos e pais, aonde as gerações se convergem, aonde as gerações
33:34
Speaker A
reconciliam. a ponto disso poder abrir os céus. E então o Senhor poôde falar: "Este é o meu filho amado em que minha alma sente prazer. O pai se manifestou diante desse ato do pai confessar pro filho, filho pro pai. Yesua veio e
33:48
Speaker A
pessoa para esse batismo. E ele pode se aproximar então e sujeitar a autoridade de João Batista como aquele que batizava como profeta, respeitando e dando exemplo de submissão a hierarquia. E ele, por sua vez se sujeita, não tendo
34:03
Speaker A
pecado, ele sujeita ao batismo para dar exemplo de submissão e de autoridade e pode se aproximar daqueles que estavam renunciando e confessando seus pecados.
34:13
Speaker A
E o Espírito Santo vem e repousa sobre o seu ombro em forma corpórea de pomba, simbolizando a paz. Quando os pais convertem o coração aos filhos e os filhos convertem o coração aos pais, o batismo de João acontece na sua casa, na
34:26
Speaker A
sua rua, no seu bairro, na sua cidade, no seu estado, na sua nação. Então, o céu se abre e o Senhor pode dizer: "Esta é a minha nação. Esta é a minha região.
34:34
Speaker A
Esta é a minha cidade. Este é o meu estado. Esta é a minha rua. Este é o meu bairro, esta é a minha casa amada, em que eu sinto prazer.
34:45
Speaker A
Yesua vem neste local. E o Espírito Santo vem, se manifesta estabelecendo a paz. Esse é o segredo da reconciliação. Esse é o segredo do avivamento. É quando os pais convertem o coração aos filhos e os filhos convertem o coração aos pais. Os céus se abrem.
35:05
Speaker A
Agora, quando isso não acontece, quando nós temos aí a ausência paterna, que é o desgoverno da humanidade, o mundo está numa decadência, sem elegância de forma degradante, porque ela tá desconectada da paternidade. Não conhece a paternidade. A humanidade
35:22
Speaker A
morreu quando se desconectou da paternidade por causa de Adão via pecado. A humanidade passou a ter vida e vida abundante e vida eterna. Tendo essa oportunidade de vida eterna dada por aquele que veio como filho. E todo filho
35:37
Speaker A
tem um dom salvívico e este, por sua vez, pagou a conta por nós. Deu sua vida por nós, levando sobre si nossas enfermidades, dores, transgressões e maldições. Ele nos reconcilia, ele paga a nossa dívida, ele apaga os nossos
35:50
Speaker A
pecados, que a única coisa que poderia apagar pecados é sangue. E com o seu sangue ele lava, ele limpa, ele remove nossos pecados. Fomos inocentados pelo sangue, reconciliados, reconciliados com o pai, nos tornamos filhos por adoção.
36:06
Speaker A
Aí sim, a humanidade tem esperança e pode ter paz. Mas quando não temos essa figura paterna presente, como eu disse, as dificuldades pessoais que isso acarreta inferioridade e competência.
36:17
Speaker A
Agora, algumas ilustrações que eu quero citar aqui para você. Algumas dicas, n, algumas ilustrações que eu quero te dar aqui como exemplo.
36:27
Speaker A
Alguns homens da igreja confessaram que procuravam entrar na polícia enquanto jovem para tratar os outros com o mesmo autoritarismo que foram tratados pelo próprio pai. Sabe qual é o nome disso?
36:40
Speaker A
Comportamento de repetição externa. Olha, olha a estratégia. Alguns homens da igreja confessaram que procuravam entrar na polícia. Quando nós estudamos sobre o caráter paterno do pai na sociedade, a polícia ela tem um caráter paterno. Por quê? Ela põe
37:01
Speaker A
limite. Por quê? Porque ela protege. Por quê? porque ela simboliza e é sinônimo de segurança e proteção.
37:12
Speaker A
Então, a polícia tem esse caráter paterno. Então, olha só a estratégia e a fuga desses homens em buscar segurança em uma instituição que tem caráter paterno, mas com a proposta vingativa de infligir em outros o que eles sofreram.
37:32
Speaker A
Esse é o problema da ira. ou você fica irado, ou você fica vingativo. Então eles confessaram alguns homens da igreja que procurava entrar na polícia enquanto jovem para tratar outros com o mesmo autoritarismo com quem foram tratados pelo próprio pai. Ou seja, eles
37:49
Speaker A
querem essa oportunidade legal através de uma instituição de liberar sua toxina sofrida na infância.
37:59
Speaker A
É uma justiça própria. Isso fala de orgulho. Isso fala de arrogância, soberba altivez orgulho coração abstinado duro rígido teimosia fúria ira agressividade ódio controle e possessividade.
38:17
Speaker A
Então, buscar segurança através de uma instituição que tem um caráter paterno com a proposta de infligir em outros aquilo que ele sofreu.
38:25
Speaker A
Então, a forma de se vingar indiretamente daquele que, por sua vez, usou de autoritarismo e não autoridade, não foi líder, foi chefe, não foi pai, foi genitor.
38:38
Speaker A
É lamentável. E aí nós nós vemos uma instituição que tem de tudo para ser a maior expressão patern distorcida por causa de pessoas machucadas que estão numa posição de poder. Como eu disse, posição te dá poder, mas unção vem do caráter. Se uma
38:52
Speaker A
pessoa ferida, machucada, traumatizada, abusada, seja psicologicamente, fisicamente, emocionalmente ou sexualmente, assume uma posição que lhe dá poder, o povo vai gemer.
39:04
Speaker A
Aí vemos uma instituição que tem de tudo para expressar e manifestar justiça, sendo corrompida, infelizmente, por algumas pessoas machucadas.
39:13
Speaker A
Então, a motivação tá totalmente errada. Uma outra ilustração. Em aconselhamento, mulheres têm admitido sua luta com dor, ira e ressentimento por causa da forma como foram criadas e não educadas. Com frequência isso se transforma no seu mecanismo de defesa
39:29
Speaker A
para lidar com outros homens. Acabam transferindo suas dores, suas carências, seus danos, seus traumas, seus abusos, seja psicológico, físico, emocional e sexual, inconscientemente para seus maridos.
39:46
Speaker A
Repito, em aconselhamento, mulheres têm admitido sua luta com dor, ira e ressentimento por causa da forma como foram criadas e não educadas. Há uma diferença entre educação e criação.
39:59
Speaker A
Com frequência se transforma no seu mecanismo de defesa para lidar com outros homens, porque reflete, transfere. A psicanálise chama-se de transferência. Eu tenho pacientes na na nas minhas consultas, tá? nas minhas terapias, eu tenho pacientes que deixa isso muito claro. Eu
40:17
Speaker A
tive uma paciente que ela deixou claro para mim, olha, Luí, eu fiquei esse tempo todo, ela ficou um ano, ela passou um ano fazendo terapia comigo, ela parou um ano. Quando ela disse assim, ó, bom, feliz ano novo,
40:30
Speaker A
Deus abençoe você, que você seja próspero, seja bem-sucedido. Eu falei assim: "Você tá se despedindo?" Ela falou assim: "Não, tô me despedindo do ano. Tô desejando um feliz ano novo para você". Mas eu percebi que ela estava se
40:41
Speaker A
despedindo. Ela ficou um ano sem fazer terapia. Um ano depois ela entrou em contato e ela disse: "Eu quero voltar para fazer terapia". Aí eu, prontamente, OK, concordei, né? Fiquei feliz com o retorno dela. E na primeira sessão eu
40:56
Speaker A
perguntei para ela, mas o que que aconteceu? Que você desapareceu? Ela falou assim: "Não, Luiz, eu su eu sumir da terapia porque você é homem".
41:05
Speaker A
Achei estranho aquilo. Eu digo, não entendi como assim? Ela falou assim: "Não, eu percebi que eu tenho um problema com a figura de autoridade masculina por causa da minha figura paterna e eu transferi isso para você.
41:14
Speaker A
Isso chama-se transferência. É inconsciente gente. Essa mesma mulher, ela vai casar e ela vai acabar transferindo para o marido dela, né? Não tô falando exatamente dessa paciente, tô falando no sentido geral dos casos, tá?
41:35
Speaker A
as mulheres acabam casando com homens e transferem para esses homens inconscientemente todo esse mecanismo de defesa, toda essa dor, né, todo esse ressentimento para esses homens, para esses futuros cônjuges inconscientemente. E aí muitas vezes tem maridos que tá pagando uma
41:54
Speaker A
conta que não é dele, tá ouvindo um discurso que não é para ele. E muitas vezes esse marido para e pensa: "Mas puxa vida, a sensação que eu tenho que você parece que você tem um ódio de mim
42:05
Speaker A
e eu não entendo, mas de onde vem isso? O que foi que eu te fiz? Parece que é um ódio.
42:12
Speaker A
Parece que assim, você não me suporta. O que foi que eu fiz de errado? O que eu fiz para eh eh tá ouvindo isso para para sofrer isso, para vivenciar esse comportamento seu?" Então ele se sente desrespeitado, ele se sente às vezes humilhado, ele se
42:29
Speaker A
sente às vezes injustiçado, ele se sente abandonado e ele tenta entender e assim ele procura agradar o máximo que ele pode, não é? A ponto de assim, se você não tomar cuidado, ela acaba caindo uma passividade.
42:43
Speaker A
Mas nem ela mesma entende o porque que ela tá fazendo isso. Transferência. Ela tem uma visão distorcida da figura de autoridade masculina devido uma ausência paterna. E gente, futuramente eu quero aqui gravar eh uma uma uma um tema bem interessante que chama-se As
43:00
Speaker A
características das filhas adultas do divórcio. Meninas que vieram do divórcio tornaram-se mulheres e casaram e elas estão inflingindo isso seus esposas inconscientemente, sem entender o porquê. E na verdade são consequências, tá? Do trauma do divórcio dos pais. E também quero falar
43:18
Speaker A
futuramente aqui e vou gravar esse tema que é a síndrome da filha do pai ausente. Vamos falar especificamente sobre o efeito da ausência paterna na mulher, OK? Aguarde breve vamos trazer esse assunto para vocês. Então vamos lá, continuando com as ilustrações. Agora
43:36
Speaker A
vamos falar um pouquinho sobre o comportamento excessivo devido essa ausência paterna. Então, vícios servem para anestesiar a dor.
43:46
Speaker A
Como eu disse, a dor ela é terapêutica. A dor ela não é ruim. E ela é boa porque ela é ruim, seria melhor se fosse pior.
43:54
Speaker A
A dor é uma amiga carente. A dor, ela não quer deixar você em paz. A dor insiste com você. Ela é como aquela pessoa carente, aquele amigo carente que enquanto você não dá senso, ela não abre mão.
44:05
Speaker A
A dor parece que é narcisista. A dor, eh, sabe, ela ela ela parece assim, ela ela persevera com você. A dor, ela é terapêutica. A dor, ela tá informando o seguinte para você. Talvez você não esteja sabendo ouvir a voz da
44:20
Speaker A
dor quando diz: "Existe algo de errado com você. Eu estou chamando a sua atenção. Me dê atenção. Como é uma pessoa carente que enquanto você não dá atenção, ela não descansa. Ela não para de chamar sua atenção de alguma certa
44:31
Speaker A
forma, seja de forma positiva ou negativa. É aquele filho que você não dá atenção, não fala linguagem de amor dele. Então, se ele não consegue chamar sua atenção da melhor maneira, ele vai fazer alguma coisa que vai chamar sua
44:40
Speaker A
atenção. Seja quebrar um objeto, seja derrubar alguma coisa, mas de alguma certa forma ele vai tentar chamar sua atenção. Às vezes ele começa a se machucar do nada, ele tá chamando atenção.
44:51
Speaker A
Então a dor é assim, é como a luz um painel de um carro que tá ali piscando.
44:55
Speaker A
Enquanto você não der a devida atenção, não checar o que que tá acontecendo com o carro, o carro vai deixar você na estrada. Toda dor ela exige de você um desabafo.
45:03
Speaker A
Então quais são os meios para curar a dor? Viver a dor, encarar a dor, sentir a dor, entender a dor, entender a sua causa, definir essa dor, expressar com lágrimas e palavras e abrir mão dela. É um processo. Então, vícios servem para
45:15
Speaker A
anestesia e dor. Quando eu não encaro a minha dor, quando eu não lido com ela, e o único meio de você poder parar de estar sofrendo com essa dor crônica é você vivê-la.
45:27
Speaker A
Você fugiu até hoje, deu jeito, resolveu? Não, não resolveu. Você não dorme direito há anos. Você tá com enfermidade há anos. Já é crônico, uma tristeza há anos. Você não tem lutos bem vivenciados. Você tem lutos que você nem
45:43
Speaker A
sabe, mal vividos. Então o que é que você faz? Porque você não sabe lidar com a dor e vê-la como inimiga.
45:51
Speaker A
Você busca vícios. Só que todo vício, você só tem acesso ao fantástico mundo dos vícios quando você passa por uma vergonha tóxica.
46:04
Speaker A
E a ausência paterna é por demais toxicamente vergonhoso. Então, vícios servem para anestesiar a dor. Como eu não sei lidar com a minha dor, como eu não tenho coragem, como eu não quero, como eu não quero querer decidir em meu livre arbítrio, encarar a
46:19
Speaker A
minha dor, entender que o único meio de eu poder me livrar da dor ao qual já estou acostumado e por sua vez sinto até prazer nela, o que faz mim masoquista é encará-la. Então, eu não quero encará-la.
46:32
Speaker A
Então, o que que eu faço? Eu vou, eu busco um remédio, eu busco uma melhora, eu busco um paliativo, eu busco um prazer.
46:42
Speaker A
Então assim, não curou, melhorou. Parece que nós gostamos mais da melhora do que da cura.
46:49
Speaker A
A sua dor tá com a nota 10, ela vai para sete. Ah, melhorou. Então, parece que assim, parece que o melhorar é sinônimo de curar. E não é, melhorou, mas não curou. E o que você quer? melhor cura,
47:01
Speaker A
mas para cura é necessário mudança. A questão é, eu quero mudar, eu quero querer passar pela crise?
47:12
Speaker A
Eu quero querer encarar minha dor para me ver livre dela ou já fiz ela de hoje já fiz dela um estilo de vida, minha dor de estimação, hoje eu já comecei a como meio de sobrevivência sentir prazer nela. Isso é o masoquismo, como eu
47:26
Speaker A
disse. Então, o que que você faz? Você começa a doses meopáticas de vícios. Para quê?
47:36
Speaker A
Aliviar a dor, anestesiar a dor. Só que a anestesia passa a dor retorna, ela não vai embora. Então, vícios servem para anestesiar a dor. A pessoa acaba reprimido, perdão reprimindo a dor.
47:51
Speaker A
É só você observar o índice de alcoolismo no Brasil. Já parou para fazer um levantamento?
48:00
Speaker A
O al oculismo é um exemplo de um vício com a proposta de adormecer, de anestesiar a dor, se livrar dela por um tempo, mas depois ela volta novamente. O que você quer? Melhora ou cura? Coloca lá nos comentários, Luís,
48:17
Speaker A
olha, eu acho que eu prefiro ser a melhora. Ou você tem medo de ser curado? Será que você sabe lidar com a sua cura? Será que você tá pronto para ser curado? Será que você quer ser curado? Será que você se
48:29
Speaker A
permite ser curado? Põe lá nos comentários, eu quero te ouvir. Sentimento interior de perda, de ser incompleto.
48:42
Speaker A
A ausência paterna, ela causa essa sensação. Sentimento interior de perda. Gente, qual o indicativo que eu tenho esse sentimento interior de perda, Luiz?
48:51
Speaker A
Tristeza. A tristeza é um sentimento de perda. Ninguém quer perder e toda perda causa dor.
49:00
Speaker A
Sentimento interior de perda. Então isso é uma consequência de ausência paterna, de ser incompleto. Tá me faltando algo porque quem afirma identidade é pai. É uma peça fundamental.
49:15
Speaker A
Olha só o que um um um ator famoso da década de 80, né? Ã, até um pouco ali de 90. Aí depois ele aposentou, né? Mas muito forte ali na década de 60, 70 até 80.
49:33
Speaker A
Olha o que esse ator ele fala sobre seu pai. Ele traz a seguinte declaração: "Meu pai era o chefe da delegacia de polícia. Quando ele entrava na sala, todo ar saíam. Olha só, quando o pai dele entrava em casa ou quando o pai
49:49
Speaker A
dele chegava eh eh da delegacia, a sensação que dava é que parece que ficou apenas uma fase de luz com aquela penumbra.
49:59
Speaker A
Também o impacto da presença dele que mudava a dimensão da casa. Todo ar e luz saíam. todo ar e luz dava essa sensação de sufocamento, né, de lugar assim difícil, pesado.
50:17
Speaker A
E ele diz: "Tem um ditado no sul que ninguém é homem até seu pai lhe disser que é".
50:24
Speaker A
Isso significa que um dia, quando você estiver com 30, 40 anos, esse ator americano falou isso, 30, 40 anos, que assim para mim isso é inconcebível e dizem que estão querendo estender a adolescência até 35 anos, eu não sei
50:37
Speaker A
onde isso vai parar, ok? Então, ainda bem que eu não sou desse tempo, tá? 30 35 anos de adolescência, gente, como é que vai ser isso?
50:48
Speaker A
Então ele diz, isso significa que um dia, quando você estiver com 30, 40 anos, aquele homem que você mais respeita e mais ama colocará os braços ao seu redor e lhe dirá: "Olha a afirmação paterna, você é um
51:00
Speaker A
homem agora. Mas comigo isso não aconteceu", disse esse ator. Por dentro eu estava perdido.
51:09
Speaker A
Pela maior parte da minha vida, eu não conectava. Eu era incompleto. Eu não sabia naquele tempo que eu precisava saber agora.
51:21
Speaker A
Bert Reynolds, revista Payd, esse ator americano, uma lenda, um excelente ator. Eu lembro quando criança assistindo os filmes dele da sessão da tarde, um ator fantástico. Esse homem disse isso.
51:38
Speaker A
Sensação de incompleto, de perdido. Essa é a consequência, principalmente, gente, no homem. Um relato dele, isso me chocou, né?
51:50
Speaker A
Filhas necessitam se relacionar com o pai, o primeiro homem de suas vidas. Quando entram na adolescência, elas começam a olhar com intensidade para seu pai, querendo receber afirmação sobre sua identidade feminina, sua beleza exterior e interior, seu valor pessoal,
52:10
Speaker A
esperando que ele vá modelar diálogo, afeto e proteção, enquanto esperam que o seu príncipe encantado apareça para confirmar e validar a sua feminilidade, ou seja, beleza interior e exterior, valor pessoal e diálogo. Mas primeiro ela espera isso do homem da vida delas.
52:27
Speaker A
Então assim, que que ela espera? Que esse pai afirme ela nos seus valores, nas suas qualidades, nos seus dons, nas suas virtudes, nas suas ações, na sua conduta, na sua postura, que ele faça a sua emancipação, que ele fale
52:46
Speaker A
linguagem de amor, que ele faça seu rito de passagem. Então, na espera desse homem, o homem da vida dela, o primeiro homem da vida dela.
52:56
Speaker A
Então, ela espera, esse homem vai amar e cuidar dessa filha e vai entregar para um outro. É duro isso, né?
53:04
Speaker A
Mas paciência, né? Então, de acordo com esse modelo de homem que ela tem, ela vai procurar um homem similar a esse homem da vida dela, esse primeiro homem da vida dela, que é o seu pai.
53:20
Speaker A
Então, olha a responsabilidade que isso tem. Então eu acho melhor, se você que tá me assistindo nessa aula, eu acho melhor se você tem uma filha, eu acho melhor você olhar para ela.
53:34
Speaker A
Eu acho melhor você contemplá-la, começar a enxergar a beleza interior dela, as qualidades dela, os valores, as virtudes, os dons, o caráter, as ações, a conduta, a postura, o que você enxergar de bom nela?
53:51
Speaker A
afirmar, validar as emoções, falar linguagem de amor, fazer o rito de passagem. Não importa a idade dela, passa.
54:00
Speaker A
É melhor você investir na sua filha para que não venha qualquer um com a garganta aberta e simplesmente venha com meia dúzia de palavras ridículas e mulher capturada pelo que ouve e acabe levando sua filha com papo furado, com a conversinha boba,
54:18
Speaker A
ridícula. Uma mulher que teve homem de verdade na vida dela, não vai ser qualquer um que vai levar ela na conversa.
54:28
Speaker A
Mas uma mulher que não teve um homem de verdade na vida dela, infelizmente, vai ser levado pela primeira conversinha, a primeira pergunta de uma mulher que não teve o homem da vida dela, que não teve o homem da vida dela,
54:42
Speaker A
que falasse sua linguagem de amor, que afirmasse suas qualidades, seus valores, seus dons, sua conduta, suas ações, que não a emancipou?
54:50
Speaker A
A primeira pergunta de uma menina dessa é: "Amor, você me ama?" Ela vai perguntar para qualquer carinha.
54:57
Speaker A
E o que que você acha que o carinha vai responder? Claro que eu te amo. E vai pedir uma prova e o duro. Ela vai cair nessa para provar que o ama e ele tira um proveito. Fala para mim que na sua
55:09
Speaker A
cidade não tem garotas que caem nessa. Sabe por muitas garotas caem nessa? órfã de pai, muitas vezes presente, ausente, porque o pai ele não sabe apreciar. Sabe por que não sabe apreciar? Porque ele também não aprendeu a apreciar com o pai dele.
55:33
Speaker A
Homens que as mulheres escovam o cabelo, põe, faz reflexo no cabelo, pintam, fazem a sobrancelha, põe uma boa de uma maquiagem, põe uma roupa para ele provocante, põe uma bela roupa, uma roupa elegante, põe um bom perfume, sabe assim, dá um capricho na casa, na
55:56
Speaker A
comida, na roupa, enfim, dá uma dá assim, ela ela se expressa na nutrição, na organização, no vínculo, no afeto, no consolo, na percepção, na sensibilidade.
56:10
Speaker A
Ela faz a sobrancelha e fica assim, ó, para ver se ele se liga. Ele já percebeu, ele viu que ela fez a sobrancelha, ele viu que ela tá maquiada levemente ou é mais assim, evidentemente, ele viu que ela tá com uma roupa diferente, mas ele
56:27
Speaker A
não aprendeu a apreciar. Olha, gostei dessa roupa que você colocou. Uau, seu cabelo tá lindo hoje. Hã, você fez a sobrancelha, ficou ótimo. Mas não é falar para encher a bola, não. É falar por por você observar e validar essa
56:43
Speaker A
observação, deixando claro que você percebeu. Você falar o que você pensa, dar sua opinião. Se você não gostou, ficar calado.
56:55
Speaker A
Mas se você ela perguntar, você fala assim: "Olha, eu penso que assim fica melhor com você, cai melhor com você".
57:01
Speaker A
Mas quando você não fala nada, é difícil. dá uma sensação de que sofere estima, ela se sente, não se sente confortável, não se sente querida, desejada, não se sente aceita, acredita que tem algum problema com ela. Isso vai minando
57:17
Speaker A
o casamento. E a filha espera isso de você, porque você é o primeiro homem da vida dela.
57:24
Speaker A
Então, se você não quer que qualquer um carinha leve a sua filha, então acho melhor você começar a deixar claro o exemplo de homem com quem ela vai querer casar. E esse exemplo é você.
57:35
Speaker A
Então fica aqui um conselho. Aprecie sua filha, aprecie a sua esposa. É melhor você apreciar do que outros apreciarem.
57:46
Speaker A
Então, filhas necessitam se relacionar com o pai. Quando entram na adolescência, né? Eu não acredito em adolescência.
57:54
Speaker A
Elas começam a olhar com intensidade para seu pai, querendo receber afirmação sobre sua identidade feminina, sua beleza exterior e interior. Ou você afirma a beleza da sua filha interiormente, exteriormente, ou as redes sociais vai fazer isso por você,
58:09
Speaker A
não tem problema. A moda vai fazer isso por você, as novelas vai fazer isso por você.
58:16
Speaker A
E qual o exemplo que nós temos aí? Então, presta atenção. Quem tá arrastando hoje milhares de jovens?
58:28
Speaker A
Quem são as figuras de autoridade? Quem são as figuras de influência que através das mídias sociais, através das redes sociais, através da mídia, através dos meios de comunicação, tem hoje sido esse pastor e essa pastora dos seus filhos?
58:47
Speaker A
É a moda que tem afirmado o seu filho e a sua filha. É as redes sociais?
58:54
Speaker A
É as novelas? O que tem feito a cabeça dos seus filhos? É dessa forma. Então, quem tá discipulando os seus filhos?
59:08
Speaker A
Você tem filhos para serem pensantes ou seguidores da última moda? Você nasceu para ser pensante ou seguidor da última moda?
59:18
Speaker A
Eu sempre tive um conceito comigo, a minha moda eu mesmo faço, porque não é uma moda que vai que vai me afirmar que eu sou. Eu sei quem eu sou.
59:28
Speaker A
Não é uma moda, não é um bem, não é o dinheiro, não é nada disso. Eu sei quem eu sou.
59:35
Speaker A
O que eu estou fazendo aqui nesse exato momento faz parte de quem eu sou.
59:39
Speaker A
Ela não diz quem eu sou, ela faz parte de quem eu sou. Então, quem que vai ditar? Quem que vai pastorear seus filhos? Hã? Os youtubers, os influencers, cantores, cantoras, atores atora atrizes.
59:56
Speaker A
São essas pessoas, as redes sociais, a moda, as novelas? São essas pessoas? Olha, eu penso que os pais são maiores responsáveis pelo caos social que nós estamos vivendo nos dias de hoje.
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Speaker A
Porque o homem e a mulher não estão exercendo suas funções e assumindo suas responsabilidades para com seus filhos.
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Speaker A
Isso tem um preço. Você vai responder por isso. Arrependa-se antes que você chore lágrimas negras.
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Speaker A
Se isso não acontecer de forma natural e saudável, as filhas podem adotar diversos mecanismos de defesa para se autoproteger. Uma delas, uma das mais evidentes na sociedade atual, é vista, no próximo ponto, qual? Os homens vão para homossexualismo,
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Speaker A
as mulheres vão paraa promiscuidade. O que você escolhe? É um rompimento do relacionamento com o genitor do mesmo sexo. O que, Luiz? O homossexualismo. O homossexualismo é um rompimento do relacionamento, é uma fratura com o genitor do mesmo sexo. O
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Speaker A
homossexualismo, então, se torna um nível, no nível adulto, um frustrado esforço erótico para recuperar aquela fratura.
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Speaker A
Repito, é um rompimento do relacionamento com o genitor do mesmo sexo. O homossexualismo, então, se torna, no nível adulto, um frustrado esforço erótico para recuperar aquela fratura. Porque quando chega 13 anos de idade, todo ser humano entra na fase
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Speaker A
genital que nos acompanha até os últimos dias de nossas vidas. Então, o único meio agora de buscar supressa carência é erotizando a carência.
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Speaker A
Antes disso, buscava chamar atenção de outras formas. um desenho, às vezes buscava chamar atenção de alguma certa forma, convidando para brincar, mostrando um desenho, às vezes eh eh começa a se machucar, cair, quando não, começa a quebrar as coisas.
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Speaker A
São formas de chamar atenção. Vai buscar e eh vai buscar sobre isso de alguma certa forma. Vai buscar na tela, vai buscar na TV, vai buscar no tablet, vai buscar no celular, vai buscar brincando vai enfim ele vai buscar chamar atenção de alguma
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Speaker A
certa forma. se rebelando, te desafiando, não dormindo bem, quebrando as coisas, se automachucando, que pode ser até indicativo de outras coisas, como abuso também, mas ele vai buscar chamar atenção de alguma certa forma.
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Speaker A
Então, quando chega na fase genital, essas carências tendem a ser erotizadas, porque agora ele tá na fase genital, ele não tá mais na fase oral, onde põe tudo na boca, não tá mais na fase anal, onde sente prazer defecando e aonde aonde ele
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Speaker A
procura chamar atenção também, inclusive nessa fase oral defecando em certos lugares que assim os pais já falou que não era para fazer, só que para você deslocar o seu filho do cantinho da parede, onde ele gosta de fazer o cocô
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Speaker A
dele para o vaso, tem que ter toda uma estratégia para você não acabar gerando no seu filho um problema de prisão de ventre por você bater no bumbum dele, chamar a atenção dele, repreendê-lo de forma severa, agressiva áspera
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Speaker A
grossa, porque ele fez cocô na calça ou porque ele pegou o cocô e colocou na boca, ou porque ele pegou o cocô e pintou a parede. É a obra dele, é a arte dele. Ele não entende que aquilo é um
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Speaker A
cocô. para ele, aquilo é a obra dele e é é o máximo. Eh, ele quer te mostrar o que ele fez e aí ele percebe que aquele troço mancha para ele é uma pintura abstrata.
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Speaker A
Então assim, uau, você fez um cocozão, ohó, que legal. Uau! Aí você vai de uma forma lúdica na linguagem, de acordo com a idade dessa criança, explicar para ela aonde ela vai colocar aquele bolo fecal dela, onde ela vai colocar aquele dejeto
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Speaker A
dela. Mas você gritar com a criança, você bater na criança porque ela fez o cocô do lado de fora do pinico ou então do vaso sanitário, ela deixar o cantinho dela, aonde ela faz cocô e bota a mãozinha porque tá com vergonha para
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Speaker A
levar ela para o o vaso, isso tem toda uma estratégia de encaminhar ela pro vaso, senão você vai acabar desferindo nela um golpe aonde ela vai travar, porque ela vai entender que fazer cocô não é bom, fazer cocô é errado e fazer
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Speaker A
cocô dói. Então ela vai aprender a travar isso. E acredite, isso vai refletir nas finanças.
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Speaker A
Talvez em outro momento a gente possa falar sobre isso. Então é um rompimento, repito, do relacionamento com o genitor do mesmo sexo. O homossexualismo, então, se torna no nível adulto um frustrado erótico para recuperar aquela fratura. A Dra.
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Speaker A
Elizabeth Moberley da Inglaterra disse isso. Então assim, não tá na fase oral onde tudo põe na boca, não tá na fase anal, onde sente o prazer defecando, os esfíncteres estão amadurecendo, não está na fase fálica onde tudo pega no pênis,
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Speaker A
nem tá mais na fase latente, agora tá na fase genital, então naturalmente vai erotizar essa carência, tanto o menino como a menina.
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Frequently Asked Questions

Por que não devemos justificar a raiva segundo o vídeo?

Porque justificar a raiva a partir de pensamentos desastrosos pode torná-la irracional e prejudicial, enquanto assumir a raiva permite lidar melhor com ela.

Quais são os três mandamentos de uma família disfuncional mencionados?

Não sinta, não confie e não fale são os três mandamentos que famílias disfuncionais impõem, causando repressão emocional e dificuldades relacionais.

Como o vídeo sugere que devemos lidar com a ira?

Devemos eliminar mitos sobre a ira, reconhecer os sentimentos que a acompanham, examinar os pensamentos que a ativam, tomar decisões responsáveis e não deixar que a ira nos controle.

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