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Discussão sobre a ausência paterna e seus impactos profundos na vida emocional, social e no destino dos filhos.

Key Takeaways

  • A ausência paterna impacta profundamente o desenvolvimento emocional e social dos filhos.
  • Presença física não é suficiente; o pai deve ser funcional e cumprir seu papel.
  • Filhos de pais ausentes enfrentam dificuldades em direção, limites, segurança e afirmação da identidade.
  • A falta de limites pode levar à delinquência e comportamentos abusivos ou abusáveis.
  • O papel do pai é crucial para o equilíbrio, iniciativa e responsabilidade na vida dos filhos.

Summary

  • A ausência paterna pode ocorrer por falecimento, trabalho, divórcio, abandono ou falta de funcionalidade do pai.
  • A presença física do pai não garante sua funcionalidade; ele deve exercer direção, limites, segurança, proteção e afirmação.
  • A ausência paterna afeta o destino do filho, dificultando decisões, escolhas e relacionamentos, especialmente com outros homens.
  • Filhos sem pai funcional enfrentam problemas de identidade, insegurança, dificuldade em estabelecer limites e podem desenvolver comportamentos abusáveis ou abusivos.
  • A ausência paterna pode gerar delinquência pela falta de limites claros e respeito ao espaço do outro.
  • A insegurança gerada pela ausência paterna pode se manifestar como agressividade ou medo, dependendo da personalidade do filho.
  • A figura do pai é fundamental para a afirmação da identidade masculina e para o desenvolvimento da iniciativa e responsabilidade.
  • O pai deve amar e proteger a família, agir como líder espiritual e emocional, e estabelecer regras para o bem-estar familiar.
  • A ausência paterna causa um desgoverno na vida do filho, comparado a um carro sem volante, dificultando o entendimento do propósito e missão.
  • A sociedade tem o desafio de definir papéis masculinos adequados para evitar que homens fiquem desgarrados e sem rumo.

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Speaker A
Vamos falar, nesse momento, sobre ausência paterna. É um assunto interessante, um assunto que precisa ser falado. Existem várias maneiras de um pai ser ausente. É claro que não é só o pai ausente, mas uma mãe também não pode ser ausente. E
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Speaker A
hoje os pais podem ser ausentes. Mas, especificamente, vamos falar sobre a figura do pai ausente, uma figura fundamental, de suprema importância, muito relevante. Então, esse pai pode ser ausente por questões de falecimento, por questões profissionais, porque
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Speaker A
houve um abandono realmente do lar, por uma questão de divórcio ou ele pode ser ausente por não ser funcional.
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Speaker A
Então, estão aqui alguns modelos, algumas explicações, alguns meios pelos quais um pai pode ser ausente.
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Speaker A
Se ele, por um acaso, não cumpre com a sua função de pai: a direção, o limite, a segurança, a proteção, afirmação, que são as cinco principais funções de um pai, em minha opinião, ele vai ser ausente, ainda que seja fisicamente
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Speaker A
presente. Ter um pai presente não significa apenas tê-lo fisicamente visível, palpável. Não. Como eu disse, ele pode ser ausente se ele não exerce as suas funções.
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Speaker A
Ser ausente por falecimento é uma coisa, faleceu, uma diversidade que acontece, né, uma situação, uma circunstância, faleceu. Temos aí a COVID. Quantos pais não faleceram por causa da Covid?
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Speaker A
Naturalmente, obviamente, ele vai se tornar ausente por causa do falecimento, mas ele também pode ser ausente devido à sua profissão, passa muito mais tempo no trabalho do que em casa, às vezes dependente do horário, e pode pegar o filho dormindo e, quando o filho acorda,
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Speaker A
ele também já saiu de casa. Ou ele pode trabalhar embarcado, passa 15 dias sem colocar os pés em casa e passa 15 dias em casa. Então isso também comunica. A profissão pode comunicar uma ausência. Então ele pode
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Speaker A
ser ausente por causa do trabalho, porque faleceu, porque houve um divórcio, porque separou, abandonou o lar ou porque ele não é funcional. Então é muito importante estar atento para essas maneiras como um pai pode ser ausente. Mas a grande problemática dessa
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Speaker A
ausência, o que é, em minha opinião, a ausência paterna, ela vai implicar no destino.
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Speaker A
Enquanto a ausência materna implica nas relações, a ausência paterna vai implicar um destino. Então, se um pai é ausente na vida de um filho, esse filho vai ter uma dificuldade com destino. Ele vai ter dificuldade com
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Speaker A
direção, ele vai ter dificuldade com escolhas, ele vai ter dificuldade com decisões, ele vai ter dificuldades em decidir para onde vai, como vai, quando vai, por onde eu vou, como eu vou, quando eu vou.
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Speaker A
E ele vai estar casado com uma mulher que vai lhe perguntar: "E agora?" Então, ele vai ter essa dificuldade. Ele vai ter uma dificuldade também de relacionar com outros homens, porque ele não teve homem na vida dele para ele
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Speaker A
aprender a ser homem, a falar assuntos de homem, a ter iniciativa e responsabilidades. Um homem pode até ser responsável, mas se ele não tiver iniciativa, isso não completa a sombridade. Ele vai ter problemas com a sombridade. Ele
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Speaker A
precisa de iniciativa e responsabilidade. Essas duas coisas são como as duas pernas, vão gerar um equilíbrio.
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Speaker A
Então, homem se faz na presença de outros homens. E esse homem da vida desse filho ou filhos não foi presente por diversos motivos. Então, se um filho cresce sem um pai, ele vai ter uma sensação de
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Speaker A
desgoverno. É como um volante de um carro que não funciona. É como um carro desgovernado que não tem um motorista.
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Speaker A
Então, assim, ele vai ter dificuldade em entender o seu destino. Ele vai ter dificuldade em entender sua missão, chamada de propósito. Ele vai ter dificuldade, como diz, com escolhas. Ele vai ter dificuldade com decisões. Ele vai ter dificuldade de relacionar com
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Speaker A
outros homens. Ele vai ter problemas de humor. Então, ele vai se sentir não pertencente, não incluso, não aceito. Ele vai ter essa sensação de não desejado, de inferioridade. Ele vai ter uma sensação de que ele não vai conseguir ser uma
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Speaker A
pessoa próspera financeiramente. Ele vai ter a sensação de que ele sempre vai ouvir um não como resposta. Ele vai se tornar uma pessoa muito insegura, né?
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Speaker A
Então, se esse pai é ausente na vida desse filho, ele vai ter dificuldade com direção, ele vai ter dificuldade com limites, ele não vai saber, ele vai ter dificuldade de entender que o direito dele acaba quando o do outro começa.
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Speaker A
Ele vai ter dificuldade em saber dizer não. Ele vai ter dificuldades também, não só com limites, que vão gerar delinquência.
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Speaker A
O que é a delinquência? É ausência do limite. Se eu não estabeleço limites, se eu não tive um pai para me estabelecer limites, para que eu saiba até onde eu posso ir, para que eu saiba respeitar o espaço do
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Speaker A
outro, para que eu possa pôr limites para mim, eu tenho que estabelecer, eu tenho que aprender a estabelecer limites para mim e para os outros. Se eu não estabelecer limites para mim, se eu não me der limites, se eu não entender
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Speaker A
limites e aprender sobre limites por não receber limites, eu vou me tornar uma pessoa abusável ou abusadora.
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Speaker A
Eu vou ter dificuldade com sinal vermelho. Como eu disse, eu vou ter dificuldades em respeitar o espaço do outro, de entender que o meu direito acaba quando o do outro começa. Se eu for introvertido, vou me tornar uma pessoa abusável. Se eu
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Speaker A
for extrovertido, vou me tornar uma pessoa abusiva. Se eu for uma pessoa introvertida que teve uma ausência paterna, eu vou permitir que me atropelem, que me explorem, vou me tornar abusável, eu vou sempre assim, eu vou ter uma séria e
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Speaker A
grave dificuldade em dizer não, porque eu tenho medo de ser rejeitado, tenho medo de ser abandonado, tenho medo de ser traído, tenho medo de ser injustiçado, tenho medo de ser humilhado, eu tenho medo de desagradar e aí eu preciso da coragem para não
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Speaker A
agradar. Então, a falta do limite vai gerar esses danos na minha vida. Eu vou ter dificuldade em planejar.
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Speaker A
Eu vejo dificuldade de discernir os ciclos da minha vida, de viver ciclos, inclusive, de avançar, de progredir, limites. Se um pai foi ausente na vida de um filho, esse filho vai ter dificuldade com segurança e proteção, vai se tornar uma pessoa insegura.
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Speaker A
E ele pode ter dois comportamentos. Se ele for extrovertido, uma vez inseguro, ele vai se tornar uma pessoa agressiva.
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Speaker A
Se ele for introvertido, ele vai se tornar uma pessoa medrosa. Só que essa agressividade também é um sinônimo de medo com a proposta de proteger a si próprio e maquiar esse medo. Porque, quando você sente medo, você se protege
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Speaker A
agredindo, paralisando ou fugindo. Ele vai ter dificuldades e vai buscar um meio de poder fazer sua própria segurança e proteção na elite ou na ralé, arma a usar os seus dons e sua inteligência.
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Speaker A
Se um pai foi ausente na vida de um filho, ele vai ter uma severa dificuldade com a afirmação na sua identidade. Ou seja, é o desafio de cada sociedade descobrir papéis apropriados para os homens.
07:41
Speaker A
O homem tem o seu papel na sociedade. O homem é conquista, é poder, é status, é combate. O homem é ringue, o homem é realização.
07:53
Speaker A
Homem é isso, tá? Então, assim, ele tem essa responsabilidade do governo, ele tem essa responsabilidade de dar direção, de estabelecer o limite, de proteger e de afirmar aos seus filhos.
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Speaker A
Ele tem que ter iniciativa e responsabilidade. Ele tem que amar a esposa como Cristo amou a igreja, ponto de dar a sua vida por ela. Ele tem que ser aquele que sempre tem algo para dar como sacerdote. Ele tem que
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Speaker A
sacrificar, mas entendendo que quem libera a bênção é o Senhor. Ele é aquele que estabelece as regras e leis para que não venham se tornar uma causa à sua família.
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Speaker A
Então, ele é aquele que é responsável por limpar a sua casa, confessar pecados, iniquidades e transgressões, ser romântico, entender que a sua esposa é o vaso mais frágil. Então, ele é essa pessoa, ele é o caçador.
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Speaker A
Então, é papel, é o desafio de cada sociedade descobrir papéis apropriados para os homens. Mas, se isso não acontecer, os homens ficam desgarrados, flutuando pela vida. Assim disse Margaret Mead.
08:52
Speaker A
Então, eles ficam desgarrados,
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Speaker A
Essa é uma severa consequência na vida de um homem quando ele tem um pai, por sua vez, ausente. Hoje, infelizmente, 50% da população em nossa nação não tem sua cédula de identidade, certidão, sobrenome dos céus. genitores.
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Speaker A
Então nós temos aí a metade da população sem essa figura de autoridade masculina presente funcional.
09:30
Speaker A
Então, começamos a perceber um desgoverno na sociedade, um ca estabelecendo por causa de um ser chamado pai que não está presente. Eu com eu eu reconheço e afirmo que a ausência paterna é um dos maiores danos na vida de um filho.
09:50
Speaker A
A ausência paterna, repito, ela vai afetar o destino de um homem. Ausência materna vai afetar os relacionamentos de um homem. E isso são severos. Isso vai trazer sérios danos pra sua vida e pra vida da sua família.
10:07
Speaker A
Mas um testemunho pessoal que eu gostaria de relatar aqui para vocês. Um certo homem que teve um pai ausente, ele disse o seguinte: "Eu faltava confiança, uma outra característica de um homem que não tem de um homem que não teve um pai
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Speaker A
presente, onde o seu pai foi ausente, desconfiado. Homem naturalmente, naturalmente ele é desconfiado por causa da sua ancestralidade, por tudo que ele erdou dos seus ancestrais, não é? O homem por ser caçador, desbravador pioneiro conquistador.
10:41
Speaker A
Homens que construíram impérios, homens que foram desbravadores, homens que conquistaram cidades, homens que governaram, homens que foram imperadores. Então assim, homem é isso.
10:52
Speaker A
Ele é ring, ele é luta, ele é poder, é status, é conquista, é realização.
10:57
Speaker A
Então, homem é desbravador, homem é pioneiro, homem ele é provedor. Então, homem, naturalmente é isso.
11:03
Speaker A
homem, ele é a eh ele tá sempre a pronto emprego, então ele tem esse instinto de guardião, tá?
11:18
Speaker A
Então ele naturalmente ele é desconfiado. Perceba que um homem geralmente se ele tiver um amigo é muito.
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Speaker A
Homem tem pouco, ele tem uma forte tendência a ter poucos amigos. E todo homem, no mínimo, deveria ter três amigos. Um mais velho representando o passado, um da sua idade representando o seu o presente e um mais novo
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Speaker A
representando o futuro. Mas geralmente o homem ele personifica o cavaleiro solitário. Não sei se na sua época você assistiu o Cavaleiro Solitário, já teve filmes e desenhos. Parece que esse desenho encaixa bem com o homem. A primeira vez
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Speaker A
que ele assiste, ele se identifica, ele se vê e ele assume esse personagem porque ele tem uma tendência a ser solitário, mas até no reino animal, se um sair do bando, vira presa.
12:07
Speaker A
Então o homem naturalmente ela é desconfiado. E se ele teve um pai ausente em sua genética, ele já é desconfiado.
12:13
Speaker A
Por quê? Porque ele tem esse instinto de luta e de caça, né? Então assim, nós percebemos essa característica muito forte no homem.
12:24
Speaker A
Então ele diz, esse rapaz, eu faltava confiança, eu tinha dificuldade de relacionar com outros homens, de resolver conflitos e de ser um bom pai e um bom marido. Eu estava cheio de mágoas, ressentimentos, eu me irritava facilmente e tinha uma
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Speaker A
enorme luta interior com sentimento de rejeição. Eu posso parecer um pouco repetitivo porque o assunto que estamos abordando, ele é um assunto que tem como temática básica a paternidade.
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Speaker A
Mas assim, dentro do campo da psicologia, uma das linhas da psicologia defende o seguinte, que você só se sente rejeitado pela pessoa do mesmo sexo e abandonado pela pessoa do sexo oposto.
13:13
Speaker A
Então, quando ele diz, eu me sentia, eu sentia e rejeitado, né, e eu lutava enormemente contra o sentimento de rejeição. é muito compreensível porque esse homem da vida dele foi ausente. Por qual motivo? Não me interessa, mas foi
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Speaker A
ausente. Não importa. Agora, se esse pai ele cumpre com as suas funções, mesmo ausente, a sua referência presente. Esse filho não se sente rejeitado e ou abandonado no caso das meninas.
13:40
Speaker A
Então, é um relato de um testemunho pessoal de um homem que vivenciou essa desesperada ausência paterna. OK?
13:49
Speaker A
Então, como a gente pode definir a ausência paterna? Bem, uma contínua perda emocional, interpessoal ou espiritual, que normalmente é suprida pelo relacionamento saudável com o pai ou com aquele que ficou no lugar desse pai, mas que agora precisa
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Speaker A
ser superada por outros meios, tá? Então assim, pai é todo aquele que cumpre com essa função, né? Nós precisamos aprender a desassociar genitor de pai. Uma coisa é ser genitor, mas outra coisa ser pai, tá? Pai é direção, proteção, limite,
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Speaker A
segurança, afirmação. Gênitor é simplesmente aquele que gera. Então existem genitores que se tornaram pais.
14:38
Speaker A
Existem pais que nunca se tornaram genitores, que nunca foram genitores. Existem genitores que nunca existem genitores que se tornaram pais.
14:46
Speaker A
Então, existe aqueles que geraram, mas não exerceram função de pai. Existe aqueles que foram pais, mas nunca geraram, tá? E existe aqueles que geraram e se tornaram pais, que é a proposta ideal.
14:59
Speaker A
Então essa perda, Luiz, cara, meu pai, eh, assim como o seu, meu pai, eu perdi ele na infância, OK? Então, lamentavelmente, por uma adversidade, uma circunstância, uma situação, houve o falecimento do pai, perdi o meu pai, o meu pai faleceu,
15:18
Speaker A
OK? Tá? Então, assim, ou o meu pai eh ele foi embora, né? Ou meu pai, assim que soube que eu tava que ele que ele engravou minha mãe, ele foi embora. Eu não sei quem ele é até hoje, ou até sei,
15:30
Speaker A
mas assim, ele não quer conversa comigo, ele se mantém distante, né? Ou ele trabalha muito, enfim, não importa se ele comunica uma ausência, essa ausência ela é totalmente danosa, mas não significa que ela não pode ser redimida, que ela não pode ser suprida,
15:46
Speaker A
que ela não pode eh eh ser resolvida. A ausência paterna é possível resolver, é reversível. Então tem como tratar, tem como resolver, tem como reverter, tem como mudar, tá? Não é reversível. Não há nada que o sangue de Yeshua Ramashia não
16:04
Speaker A
reverta, não converta, não mude, não redima, não venha mudar o quadro, tá? Por que será que ele prometeu em João 14:18, que inclusive é o lema da nossa escola, não vos deixarei órfãos, porque com certeza ao longo da sua vida, ele
16:21
Speaker A
levantou homens que cumpriram com essa função de pai. Alguns homens te deram direção significativa em algumas ou em todas as áreas da tua vida. outros direção, outros limite, outros afirmação, outros proteção.
16:35
Speaker A
Então, se você parar para analisar os homens que passaram pela sua vida, homens que alguns te deram direção, outros limites, outros segurança, outros proteção, outras afirmação, esses homens, fazendo uma, duas, três, quatro ou as cinco funções, cumpriram e
16:54
Speaker A
foram e se manifestaram como pai para mim e para você. Então, não necessariamente precisamos do genitor para isso, porque uma vez que, por exemplo, seu genitor faleceu, como é que você vai resolver isso?
17:10
Speaker A
Eu não tenho como sair do túmulo para resolver isso, a não ser que Yeshua venha e haverá a a grande ressurreição.
17:17
Speaker A
Mas enquanto isso, tá, seu pai faleceu, tá? Você nem conhece seu pai, tá? O seu pai ele é muito ausente por causa do trabalho, tá?
17:27
Speaker A
Seu pai divorciou da sua mãe. E agora como é que fica então? O pai que chamou seu pai para ser pai junto com ele, que prometeu que não te deixaria órfão. Em João 14:18, o que ele promete? Ele cumpre,
17:47
Speaker A
ele zela pela sua palavra, ele não falha em sua palavra. Tudo que ele fala é lei.
17:53
Speaker A
O verbo se faz carne. O que ele promete, ele cumpre. Porque ele é fiel. Esse pai que chamou um homem para ser pai junto com ele sobre a sua vida, que infelizmente de alguma certa forma faltou, ele não vai descumprir a promessa dele.
18:07
Speaker A
Ele vai levantar homens significativos que vão marcar sua vida, que vão comunicar a função de pai, manifestando paternidade, comunicando eh eh reflexos de paternidade, sendo pai, ainda que por um curto, médio, longo prazo de tempo, para que através desses homens que são
18:27
Speaker A
pais, o pai se manifeste para você e cumpra o que ele prometeu, que não te deixaria órfão. No dia em que eu entendi isso, em um momento de crise em que eu questionei a minha existência, questionei ao Senhor e eh essa promessa, o Senhor
18:45
Speaker A
prometeu que não me deixaria órfão, mas eu perdi o meu pai. Ele me fez lembrar de homens significativos que marcaram minha vida, que exerceram essa essa função de pai, de dar direção, limite, proteção, segurança e afirmação. Quando eu entendi
19:00
Speaker A
que genitor não necessariamente é o pai, e quando eu abri mão de esperar o meu genitor ser pai, até que para mim era impossível, porque não tem como ele ressuscitar, a não ser que ele volte.
19:12
Speaker A
Quando eu entendi que genitor não é pai, desassociei genitor de pai, eu pude então lembrar de homens que que foram significativos na minha vida, que marcaram a minha vida, que expressaram, representaram manifestaram paternidade na minha vida. E através do
19:29
Speaker A
Pai, e junto com o Pai, esses homens marcaram a minha vida com paternidade, me dando direção, outros limites, outras segurança, outras afirmação.
19:39
Speaker A
Aí eu pude verdadeiramente crer o que ele prometeu em João 14:18. E os meus olhos se abriram quando eu desassociei genitor de pai, que ele realmente nunca me deixou órfão. E ele sempre me acompanhou e sempre me cuidou
19:54
Speaker A
e manifestou sua paternidade através desses homens. de uma forma direta ou indireta. Então isso é real.
20:05
Speaker A
Aí eu pude ter paz no meu espírito e crer cabalmente na sua presença. Então essa perda emocional, repito, definição de ausência paterna, uma perda contínua emocional, interpessoal e espiritual, que normalmente é suprida pelo relacionamento saudável com o pai, que
20:24
Speaker A
não significa o genitor, mas que agora precisa ser superada por outros meios. E esses outros meios são homens que ele vai levantar na minha vida e na sua vida para manifestar essa paternidade em áreas e momentos, tá, de nossas vidas que vamos precisar
20:40
Speaker A
de forma direta ou indireta, visível ou invisível natural sobrenatural conhecida ou desconhecida essa paternidade, então ela pode sim ser suprida. OK?
20:54
Speaker A
Então pergunta que pergunta e ou observações você tem agora sobre essa definição? Então, vai lá no nosso Instagram, tá? Escola Casa do Pai, OK? Põe lá nos comentários, tá bom? Eu quero ver os teus comentários, quero interagir com você, quero
21:13
Speaker A
responder, quero compartilhar com você, quero aprender com você também. Então, assim, vai ser muito bom, mas traz para mim esses comentários. vai lá no nosso Instagram, põe lá nos comentários, OK?
21:25
Speaker A
Então, quais perguntas ou dúvidas você tem sobre essa definição, tá? Mas quais seriam as consequências da ausência paterna dentre tantas coisas que eh eu falei aqui? Tá?
21:40
Speaker A
Então, assim, duas coisas, não uma consequência assim, mas quais feridas, né? Quais feridas são infringidas com esse pai ausente?
21:52
Speaker A
Então, duas características é a ira e a dor. Essas são as consequências da ferida da ausência paterna, a ira e a dor. A ira, além dela ser uma emoção e as emoções são presentes do eterno para nós, a ira foi um presente do
22:17
Speaker A
Senhor para Caim. Não entenda mal as emoções como ira, medo vergonha alegria, tristeza, dentre tantas, OK? Eh, o sentimento de nojo, né? Ah, enfim, as emoções elas são presentes do eterno para nós, tá? Existem cinco emoções básicas. Então, as emoções são
22:51
Speaker A
presentes do eterno para nós. E nós temos o direito de viver essas emoções, de explorar essas emoções, de desfrutar essas emoções.
23:05
Speaker A
As emoções não são coisas ruins, porque ele não nos daria coisas ruins. As emoções não são ruins. As emoções não representam nem são sinônimos de fragilidade ou desequilíbrio, tá? As emoções elas nos equilibram, as emoções nos fazem humanos, as emoções
23:22
Speaker A
são excelentes, são terapêuticas, elas precisam ser vividas, ainda que algumas desagradáveis e outras agradáveis.
23:32
Speaker A
Então, em outro momento, eu quero falar bem sobre as emoções com vocês, mas vamos entender que as emoções são amorais, é você que dá forma. Então, Caim, ele pega essa ira que o Senhor lhe deu como emoção, que lhe deu a todo o
23:44
Speaker A
ser humano e ele usou de uma forma errada. Ele deu uma forma errada e usou a ponto de pecar através dessa emoção.
23:52
Speaker A
Você pode pecar também através da tristeza, você pode pecar também através do medo. Você pode pecar através da angústia, você pode pecar através da vergonha. Você pode pecar, não só se peca através da ira, você pode pecar através de outras emoções também, mas a
24:08
Speaker A
consequência da ausência paterna é a ira e a dor. Por que a ira? Porque a ira ela nasce de um sentimento de injustiça, que é uma ferida da infância, a injustiça, tá? E ou vergonha, que é uma emoção.
24:27
Speaker A
Só que essa vergonha pode ser tóxica, que vai abrir a porta para o fantástico mundo dos vícios, tá? Em um outro momento, eu quero falar sobre a raiz, ou melhor, a árvore da vergonha. Gente, é muito interessante.
24:42
Speaker A
Então assim, a ira que vem de vergonhas, injustiças, toda vez, se no dia de hoje, por exemplo, você se irou, é porque você julgou alguma coisa ou injusta ou você julgou alguma coisa vergonhosa, ou você se sentiu envergonhado por
24:56
Speaker A
alguma situação, circunstância e ou adversidade, ou você se sentiu injustiçado. Então, quando você se sente injustiçado ou envergonhado, naturalmente você vai sentir ira. A ira é um sinalizador de que você sentir injustiçado ou envergonhado.
25:12
Speaker A
A ira é um um sentimento forte, é uma expressão, é um sentimento quente, forte, tá? É uma expressão de indignação contra o que você jogou injusto ou vergonhoso, que faz a outra pessoa tomar um choque e refletir.
25:28
Speaker A
E com isso ela se retratar. uma expressão de protesto, uma reivindicação. Então, não ter um pai na sua vida é justo. Eu tenho direito a um pai.
25:40
Speaker A
Eu preciso de um pai, eu quero um pai. Então, tudo que o pai faz, ele faz junto com o homem. Se você ler de Gênesis, Apocalipse, você vai ver o Senhor agindo junto com o Espírito Santo, com o seu
25:52
Speaker A
filho Yesua e com o homem. Façamos, criemos confundamos. O pai é nosso, o reino é nosso, mas livrai-nos.
26:00
Speaker A
Vou preparar-vos lugar. Então não reina muito para todos, tá? Então assim, é justo que eu tenho um pai, eu sou digno de ter um pai, eu quero ter um pai, é necessário ter um pai, é fundamental ter um pai. Eu
26:14
Speaker A
preciso, eu sou digno de saber a minha origem, quem contribuiu, quem colaborou, quem me lançou como semente na face da terra, qual é a minha origem, né? Qual é o meu início? Qual é a minha gênesis? Quem é o meu cocriador?
26:38
Speaker A
Quem é o meu pai? De quem eu nasci? De quem eu descendo? De quem eu herdei dons, qualidades valores inteligência.
26:51
Speaker A
De quem é esse DNA que tá em mim? Eu eu eu tenho necessidade de saber minha origem e não ter isso dá uma sensação de injustiça.
27:00
Speaker A
E além disso é vergonhoso você tá lá na escola e a professora, não sei como é nos dias de hoje, mas na minha época tinha uma caderineta e ela chamava o nome dos alunos.
27:09
Speaker A
E aí a grande maioria dos alunos, pelo menos na época, década de 80, a grande maioria tinha o sobrenome dos seus pais.
27:18
Speaker A
Então naquela época, não sei, hoje eu penso que não é tão vergonhoso assim, tornou-se comum, mas não é normal. É a denúncia de uma grande transgressão, falha no sistema, falha da sociedade, família disfuncional em decadência, tá?
27:36
Speaker A
e degradação. Não ouvir o nome, o seu nome com sobrenome do pai e da mãe, quando a grande maioria, quando o nome era citado por completo, tinha lá o sobrenome do pai e da mãe, era muito vergonhoso. Dia dos pais, o meu pai não
27:55
Speaker A
tá lá, o meu sobrenome não tem um sobrenome do meu pai. Então, parece que ele é um sujeito oculto ou indeterminado. Ele não aparece, parece que ele não existe.
28:05
Speaker A
Então, o filho ele agoniza, ele acha injusto. Isso vai gerando uma ira dentro dele, porque ele acha injusto. E é vergonhoso eu não ter o sobrenome dele. É vergonhoso eu não saber quem ele é. É vergonhoso ele não ir no dia dos pais. É
28:20
Speaker A
vergonhoso ele não comparecer quando chamam na escola. É vergonhoso ele não ser presente, a não ser em caso de falecimento.
28:32
Speaker A
Então, dá essa sensação de desamparo, de desproteção, né? Dá essa sensação que é péssima.
28:41
Speaker A
Então, vem um sentimento de ira e vem um sentimento de dor. E onde tem dor, tem quebra. Agora, ira e dor sempre anda junto. Você quer ver uma coisa? Você topa o dedinho lá na quina da porta.
28:51
Speaker A
Parece que quina da porta e dedinho tem um acordo. E quando você bate o dedinho naquina da porta, você sente aquela dor horrível, mas ao mesmo tempo vem uma ira junto.
29:02
Speaker A
Então, perceba que geralmente junto com a dor vem uma ira. Você assiste um filme e de repente alguém morreu e esse alguém que morreu é alguém muito querido de uma outra pessoa que por sua vez encontra aquela pessoa
29:19
Speaker A
morrendo. Ela chora ao mesmo tempo, ela faz uma expressão de ira e vai em busca de vingar aquela pessoa.
29:26
Speaker A
Então você percebe que ira e dor anda junto. E se tem dor é porque tem quebras.
29:35
Speaker A
Então, pessoas podem nos dar bons conselhos, né, em relação a ira. Então, vamos aqui falar um pouquinho sobre esses bons conselhos, tá, que as pessoas nos dão. É muito importante a gente esclarecer sobre a ira, tá? Esclarecer sobre essa dor.
30:00
Speaker A
Então, assim, quais são os conselhos que geralmente nos dão quando nós sentimos ira? Fique com raiva, mas não peque.
30:08
Speaker A
Não deixe o sal se pôr sobre a sua ira. Ok? Isso está escrito. E por estar escrito, muitas pessoas nos dão esse conselho. Irai-vos, mas não pequeis. Sentir ira não é pecado. Eu posso mirar, mas eu preciso ter domínio
30:25
Speaker A
sobre a minha ira para não virar pecar como Caim pecou. O primeiro homicídio. Olha que coisa interessante, tá? Então, preciso ter domínio sobre a minha ira, que não se ponha o sol sobre a vossa ira. O que que isso quer dizer? Para o
30:40
Speaker A
judeu, um novo dia começa quando o sol se põe. Então, isso significa que eu tenho até no máximo 24 horas para resolver o meu problema de ira. Não é bom, não é saudável. E quando e quando diz que não se põe o sol, é um conselho,
30:54
Speaker A
que não se põe o sol sobre a vossa ira. Por quê? Quando o sol se põe novo, o dia começa. Então, para judeu, o dia não começa quando o sol raia, mas quando o sol se põe quando escurece, não quando
31:04
Speaker A
amanhece. Então, se eu não deixo, não posso deixar o sol se pôr sobre a minha ira, é porque isso tem uma consequência. E tá escrito, é porque tem uma consequência. Então, preciso resolver minha ira antes que o sol se
31:16
Speaker A
ponha, porque essa ira pode se tornar em algo pior. Essa ira pode se tornar em uma raiva.
31:25
Speaker A
Essa raiva pode se tornar eh ela pode se tornar em um ódio. Esse ódio pode se tornar em uma fúria.
31:36
Speaker A
Eu posso surtar. Então é uma angústia que vai acumulando que eu posso em algum momento perder meu equilíbrio, que eu vou acumulando, eu vou acumulando, eu vou acumulando, eu não administro. Nós precisamos aprender a gerenciar nossas emoções.
31:55
Speaker A
Por isso a importância de uma terapia, por isso a importância de uma de uma de um discipulado, por isso a importância de um pastoreio para você poder botar isso para fora. Por isso a importância de ter amigos, mas amigos saudáveis e
32:07
Speaker A
maduros. principalmente os homens que tm a tendência a não ter amigos, tem muitos colegas, mas poucos amigos.
32:17
Speaker A
Então, no mínimo, se ele tem um e que maravilha se ele tivesse um, mas que esse seja funcional na vida dele.
32:25
Speaker A
Então, se você vai acumulando ira, vai acumulando ira, vai acumulando ira, você vai ter um problema do Hul, mas chegou uma hora que você vai surtar, você vai perder o equilíbrio, você vai cair numa fúria e aí você vai sair de si. E quando
32:37
Speaker A
você perceber, você já fez um grande estrago, porque você tem um acúmulo de ira dentro de você. Então não é bom que o sol se ponha sobre a vossa ira.
32:49
Speaker A
Então preciso gerenciar essa minha ira. Poxa, então eu tô ir. Mas pera aí, por que que eu tô irado?
32:55
Speaker A
Porque eu tô achando alguma coisa injusta ou vergonhosa. Tá? Então a ira ela é momentânea. A raiva ela se estende por mais tempo.
33:07
Speaker A
O ódio já é adoecimento. A fúria é o transbordar do copo. Então tem pessoas que têm iras incontidas por causa de questões da infância não resolvidas, casos de injustiças, como abuso sexual, a pessoa pode se tornar muito irada, tá? A pessoa
33:28
Speaker A
ter sofrido eh eh eh violência na infância. seja psicológica, seja física, seja emocional e ouosexual, isso pode desengadear numa ira incontida, tá? Então assim, é uma forma de proteger-se da dor, só que é uma falsa proteção, porque ela tá reprimindo a dor
33:46
Speaker A
e vai buscar um vício para suprimir, mas ela nunca externou essa sua dor. Então, veja bem, eu preciso, se você não quer adoecer, você precisa resolver seu problema de ir antes que o sol se ponha. Então, geralmente as pessoas nos dão esse
34:02
Speaker A
conselho, né? Então, meio que solto, meio que religioso, mas não de uma forma muito consciente. Irai-vos, mas não pequeis. Excelente conselho. Está escrito. Um outro conselho que nos dão, não procure vingança.
34:16
Speaker A
E é um bom conselho. Por quê? Porque a vingança, há quem diga, há uma frase, há um ditado, melhor dizendo, que eu acho bem interessante. A vingança é um prato que se come frio.
34:26
Speaker A
Comer frio, eu penso que a maioria de nós não gosta. Mas tem gente que come frio.
34:35
Speaker A
E o frio ele não tá muito relacionado à vida. No frio você encolhe. No frio você fica rígido.
34:46
Speaker A
No frio você encolhe. No frio você se protege muito. No frio você eh pode ficar seco.
35:01
Speaker A
Então assim, quando a pessoa morre, ela fica fria. É interessante isso, não? Então, um coração frio pode indicar que esse coração ele tá envolvido por um gelo que fez das suas emoções insensíveis.
35:29
Speaker A
E é interessante que o Senhor prometeu nos dar um coração de carne, tirar o coração de pedra. A pedra ela é fria, naturalmente ela é fria. Ela pode ser aquecida com o calor do céu, mas a pedra naturalmente ela é fria.
35:49
Speaker A
Percebe? Duro e frio. Um cadáver. Ele esfria e endurece. No frio, as coisas ficam rígidas, sem movimento, sem expansão, sem liberdade, sem flexibilidade.
36:04
Speaker A
Assim é um coração que procura vingança. E as escrituras deixam bem claro que a vingança pertence ao Senhor.
36:16
Speaker A
Então, a nossa justiça não traz a justiça que é dele. A nossa justiça para ele é como trapo de imundice. Que que é um trápo de imundice? Uma atadura suja de puso um absorvente sujo.
36:28
Speaker A
Repito, a nossa justiça não traz a justiça que é dele. A nossa justiça para ele como trápo de imundice.
36:35
Speaker A
Mas o que é a justiça dele? Bem dizer quem te maldiz, tratar bem quem te maltrata, orar pelos que te perseguem.
36:40
Speaker A
Se alguém pediu uma vai duas, se alguém pediu um manto, dar a capa. Se alguém se feria a tua face, dar outra. Pagar o mal com bem.
36:48
Speaker A
A justiça do Senhor é essa. Essa é a justiça do Senhor. Sinceramente, eu não sinto vontade de praticar a justiça do Senhor, mas eu preciso praticar a justiça do Senhor. A vontade que eu tenho é de ir lá e fazer minha própria
37:00
Speaker A
justiça, mas a minha justiça não traz a justiça que é dele. A minha justiça para ele é como trápo de imundice. A minha justiça me faz dispensar com a oraça da justiça que protege o meu coração.
37:11
Speaker A
Protege o meu coração da corrupção, protege o meu coração da amargura. Protege o meu coração, tá, de ser ferido.
37:22
Speaker A
Protege o meu fígado do veneno da serpente, a imoralidade. Protege os meus rins, protege os meus filtros, protege o meu intestino, o meu segundo cérebro, protege minhas emoções.
37:37
Speaker A
A corácia protege os órgãos vitais. Nós temos muit, muitas pessoas com problemas cardíacos, emocionalmente falando, com problemas cardíacos no fígado. A diabetes, por exemplo, ela é um problema, ela é uma enfermidade, ela é de cunho emocional, apesar que ainda
37:55
Speaker A
hereditário. Problemas intestinais, 90% das doenças estão relacionadas a intestino preso, tá? Problemas de rins.
38:03
Speaker A
Ah, tem, ah, porque não bebe água, OK. Mas tem gente que mesmo que bebendo água, ainda assim tem problema nos rins.
38:10
Speaker A
Isso, gente, chama-se doenças psicossomáticas ou enfermidades. Qual é a diferença? É que a enfermidade você controla no cura. Você toma remédio há anos e a doença você toma um remédio curou.
38:21
Speaker A
Porque a enfermidade é de cunho emocional. E as escrituras afirmam que Jesus curou todas as enfermidades.
38:26
Speaker A
Quando ele curava a enfermidade, questões na alma, nas emoções, o corpo automaticamente curava. Então, enfermidades como encefaleia, bruxismo lupos vitiligo fibromialgia rinite sininusite tá? Câncer são enfermidades, são de cunho psicossomático.
38:52
Speaker A
Quando você não externa, você vai acumulando, vai chegar hora que vai estourar no corpo. Então, se eu busco vingança, eu estou dizendo o seguinte: "Senhor, a minha justiça é suficiente.
39:05
Speaker A
Eu mesmo irei fazer minha justiça. Não preciso da sua justiça. Eu mesmo resolvo. Eu mesmo irei fazer minha justiça. A minha justiça é suficiente.
39:14
Speaker A
Eu estou negando ao Senhor que ele é suficiente na minha vida. Eu estou negando que a vingança pertence a ele. Eu estou sendo autossuficiente. Eu estou sendo arrogante. Eu não vou pagar o mal com bem.
39:30
Speaker A
Eu estou rejeitando a palavra do Senhor. Eu vou adoecer emocionalmente, eu vou me tornar uma pessoa enferma. Eu vou reduzir os meus dias de vida. Eu vou procurar vingança.
39:44
Speaker A
Eu vou levar anos pensando nessa pessoa de manhã, pela manhã, pela tarde, pela noite. Eu não paro de pensar nela.
39:52
Speaker A
sempre estou observando ela, acompanhando ela, estudando a vida dela, planejando como fazer o mal para ela.
40:03
Speaker A
Então, acabo fazendo essa pessoa o meu ídolo. Eu não foco em outra coisa não sendo essa pessoa. Aí eu me pego com a inveja dela e mais vai se tornando amarga a minha vida, mais vai crescendo amargura, mais vai crescendo eh eh o sentimento de
40:18
Speaker A
indiferença. Eu vou reduzindo meus dias de vida, vou prejudicando a minha saúde, porque eu busquei vingança. Ao invés de permitir que o Senhor se vingue em meu favor, decidindo perdoar essa pessoa.
40:35
Speaker A
Então, não procurar vingança é um excelente conselho. Primeira coisa, não deixa a tua ira passar do pôr do sol para que não chegue nesse extremo da tua ira para uma raiva que é uma ira estendida.
40:51
Speaker A
A ira é momentânea, mas a raiva ela perdura para não se tornar em uma em uma a em um ódio para não se tornar em uma fúria. O Hulk, por exemplo, isso fala de problema de domínio próprio.
41:09
Speaker A
Quem não tem domínio próprio tem um demônio próprio. Eu vi um grande líder falar isso. Achei interessante.
41:15
Speaker A
OK. E aí você vai se tornar uma pessoa vingativa, só que você vai se tornar uma pessoa amargurada, desagradável, doente, infeliz, vazia, depressiva, enferma. Você vai sobreviver na terra. Então, um conselho interessante que vale a pena ouvir, a
41:39
Speaker A
vingança pertence ao Senhor. Se você crê realmente no Senhor, você vai deixar que ele se vingue. Mas se você não crê, você mesmo vai querer resolver. Por o fato de você ver a pessoa no outro dia dando risada tranquilo aparentemente
41:53
Speaker A
você dá a sensação como que o Senhor não se importou, ele está sendo indiferente, não é? Não é porque você quer que seja do seu jeito na hora que você quer, como você quer e quando você quer. E não é
42:02
Speaker A
bem assim. aquilo que homem semear, não se esqueça disso. O semear é gratuito, mas o colher é obrigatório. Certamente se fará.
42:14
Speaker A
Então assim, não se preocupe em fazer sua própria vingança, mas deixe que o Senhor cuide disso por você.
42:23
Speaker A
Isso significa não ficar torcendo para que a pessoa se tem mal e nem desejando o mal da pessoa, mas decidir perdoar essa pessoa e entregar nas mãos do Senhor.
42:41
Speaker A
Isso significa não ficar acompanhando a vida da pessoa, não ficar planejando mal para ela, nem desejando mal para ela.
42:49
Speaker A
Mas você decidir não sentir de perdoar e você não ficar pensando nisso, mas você buscar pensar na sua vida e cuidar do seu coração.
43:01
Speaker A
Muitos de nós, né? É interessante que muitos de nós achamos que quando a pessoa fala assim: "Olha, eh, iráis, mas não pequeis". Então, muitos de nós achamos que isso significa o seguinte: o que que a pessoa tá querendo
43:14
Speaker A
dizer? Muitos de nós acreditamos que a pessoa tá dizendo o seguinte, ó: "Não fique com raiva.
43:19
Speaker A
Não fique com raiva. Eu quero dizer para você, fique com raiva. Reconheça a sua ira.
43:27
Speaker A
Expresse a sua ira com gritos, com gestos". É interessante que eu não sei se isso existe aqui em Curitiba, mas eu não sei nem exatamente o nome disso, mas tem lugares eh as pessoas são incríveis.
43:49
Speaker A
Existem lugares que você vai tem vários objetos, objetos de casa, TVs, mas tudo velho, coisas de vidro, enfim, bens materiais.
44:04
Speaker A
E a pessoa ela pega um taco de beisebol e ela sai quebrando tudo. É uma forma dela extravazar a ira dela. Tem lugares que as pessoas pagam para fazer isso, né? Você também pode pegar, sabe, um bom saco aí ou você mesmo ir para uma
44:18
Speaker A
academia e você socar o saco, né? Então assim, você dá uns bons socos, tá? Você praticar um esporte é uma forma de você extravazar essa ira, ok? falar a respeito, você reconhecer essa emoção, esse sentimento, você falar sobre isso é
44:36
Speaker A
importante. Isso tem um poder terapêutico muito grande. Isso vai te ajudar muito você falar a respeito, você expressar essa emoção, esse sentimento, esse desejo, essa vontade, expressar o que você pensa, expressar as suas escolhas, você se permitir viver a sua
44:54
Speaker A
ira, mas você ter domínio sobre. Por isso a importância da terapia, por isso a importância do disciplo, por isso a importância de um amigo, por isso a importância de um pastoreio, mas não engolir essa emoção. Então quando a pessoa fala assim, ir, mas não
45:08
Speaker A
pequena não tá dizendo para você o seguinte: "Não, não fique com raiva, não. Fique com raiva, só não peque.
45:15
Speaker A
Desabafe com respeito, fique com raiva assim, por quê? Ela é uma emoção do criador para nós e é uma expressão de protesto e indignação. E você tem o direito de expressar sua indignação.
45:31
Speaker A
Você tem o direito de protestar. Não há nenhum problema com isso. A questão é a motivação.
45:39
Speaker A
Então não significa não fique com raiva. Fique com raiva. Mas lembre-se, a vingança ela pertence ao Senhor.
45:47
Speaker A
Então vamos falar um pouquinho aqui sobre os mitos da ira, OK? Primeiro mito, não se deve sentir raiva. Eu não sei se algum dia na sua vida você já ouviu esse comentário.
46:03
Speaker A
Eu não sei se você já ouviu alguém falar isso para você, mas existe, gente. Tem pessoas que falam isso, tem pessoas que não nos dizem isso, tem pessoas que nos dão esse conselho. Olha, não sinta raiva. Sentir raiva não é bom.
46:19
Speaker A
Não, sentir raiva é bom. O que não é bom é guardar essa raiva. Não está escrito: "Não, sire diira-vos, mas não pequeis".
46:29
Speaker A
Então, veja bem, tem pessoas que dão esse conselho e se tornou um mito. Não se deve sentir raiva, se deve. Não se deve sentir raiva porque não faz bem, faz bem. O que não faz bem é acumular essa raiva e guardá-la,
46:43
Speaker A
tá? E outra coisa, não tem como não sentir raiva. Você é um ser humano. E o criador nos deu essa emoção que é ira.
46:51
Speaker A
Então assim, é um tipo de conselho que assim não é saudável, porque se você vai acumulando raiva, vai acumulando raiva, vai chegar uma hora que vai, essa tampa, ela vai voar da panela, essa gota vai transbordar o copo. Um outro
47:11
Speaker A
mito, raiva é perda de tempo e energia. Não, raiva não é perda de tempo, é inevitável.
47:20
Speaker A
E você precisa viver essa raiva, sentir essa raiva, encarar essa raiva, entender a causa dessa raiva, entender as raízes dessa raiva, definir essa raiva, mas abrir mão dela não é perda de tempo.
47:34
Speaker A
E ela só é perda de energia se você buscar externá-la da forma saudável, praticando um esporte, por exemplo, compartilhando com alguém, enfim, mas não acumular. Um outro mito sobre a raiva. Pessoas boas e decentes não sentem raiva. É verdade isso?
47:54
Speaker A
Será que Jesus não sentiu raiva? E aquilo que aconteceu quando estavam fazendo a casa do templo, a casa do seu pai coviu de ladrões.
48:07
Speaker A
E aquela expressão de João Batista, raça de víboras, ele falou o quê? de forma carinhosa. Olha, vocês são uma raça de víbora.
48:18
Speaker A
Então, como assim pessoas boas e decentes não sentem raiva? Você conhece alguém bom e decente que não sente raiva?
48:27
Speaker A
Então, se você conhece, põe lá nos comentários, vai lá no Insta, escola Casa do Pai, põe lá: "Luí, eu conheço alguém que não sente raiva. Eu quero conhecer essa pessoa".
48:37
Speaker A
Porque até hoje eu não conheci ninguém que não sentisse raiva. Que coisa, né? Então, olha que mito.
48:44
Speaker A
Pessoas boas e decentes não sentem raiva. Então, só quem sente raiva são pessoas más, indecentes. OK. Um outro mito da ira. Não deveríamos sentir raiva quando a sentimos. Não deveríamos. Como assim não deveríamos? É inevitável.
48:59
Speaker A
Tudo que você julgar injusto, você vai sentir raiva. Você vê um adulto maltratando uma criança, você vai sentir raiva.
49:11
Speaker A
Você vai sentir a dor da criança porque vai ativar as memórias da sua infância.
49:15
Speaker A
Se por um aco você passou por aquilo, ainda que você não tenha passado, mas você julga injusto um adulto abusar de uma criança, de um vulnerável, alguém maltratar uma outra pessoa, maltratar um idoso, exemplos básicos.
49:33
Speaker A
Não tem como você não sentir raiva. Você trabalha, trabalha, trabalha, a pessoa faz um acordo com você, depois ela descumpre esse acordo, ela diz que vai pagar um x valor e paga outro bem a quem? Você vai sentir raiva.
49:44
Speaker A
Então como não? Não deveremos sentir raiva quando a sentimos. É inevitável. Isso é ridículo. É um mito. Um outro mito. Perderemos o controle e ficaremos loucos se sentimos raiva. Não.
49:57
Speaker A
Exatamente. Quando é que eu perco o controle? Quando eu não reconheço a minha ira. Quando eu não a sinto? Quando eu não a entendo.
50:07
Speaker A
Quando eu não entendo a sua causa, quando eu não encaro ela? Quando eu não expresso com lágrimas, quando eu não a expresso, quando eu não defino ela, quando eu não expresso ela com lágrimas e palavras, eu vou acumulando.
50:20
Speaker A
Aí se eu acumular, pode ter certeza que vai chegar a hora que eu vou perder o controle, porque eu vou engolindo, eu vou inchando, vou acumulando, vou acumulando.
50:30
Speaker A
É como você encher o pulmão de ar, vai chegar a hora que você vai ter que soltar. Se você encher o pulmão de ar e segurar, você não vai aguentar.
50:38
Speaker A
Assim é a ira. você vai acumulando, vai acumulando, vai chegar a hora que vai ter que sair.
50:43
Speaker A
Então, por isso que a melhor coisa é você falar a respeito. Então, assim, pensa na por que que eu tô irado. Eu tô irado porque eu achei isso injusto.
50:53
Speaker A
Eu tô irado. Agora, não significa que você achar injusto realmente seja injusto, porque o seu quadro de justiça, seu senso de justiça, possa ser que não esteja correto. Então, vários são os mitos sobre a ira, não é? E como eh eu
51:09
Speaker A
tenho aqui exemplificado para vocês sobre alguns mitos, como por exemplo, não se deve sentir raiva. Isso é um mito. Não tem como não sentir raiva.
51:18
Speaker A
Raiva é perder tempo e energia também não tem sentido. Não é perder tempo, não tem como. Ah, a as emoções são inevitáveis. Podemos ter governo sobre elas, podemos ter domínio sobre elas, podemos gerenciá-las, mas são inevitáveis. Vamos sentir raiva, vamos
51:36
Speaker A
sentir medo, vamos sentir tristeza, tá? Vamos sentir vergonha, OK? Vamos sentir nojo, aversão, OK? Então assim, esses essas emoções elas são normais, elas não avisam, elas não têm, elas não têm agenda contigo, elas não agendam com a sua alma a hora de chegada e a hora de
51:56
Speaker A
saída. Elas simplesmente surgem diante de situações, circunstâncias e adversidades. Sempre fique atento para situações, circunstâncias e adversidades. Eu sempre vou falar esses três pontos: situações, circunstâncias e adversidades. É o que nos cerca diariamente, situações, circunstâncias e adversidades. E elas nos surpreendem,
52:13
Speaker A
elas não avisam quando vão chegar, não avisam quando vão embora. Cabe a nós o gerenciar as emoções, cabe a nós governar essas emoções. Aí entra o livre arbítrio, que é o direito e a decisão de escolha. Eu decido. Ainda que você não
52:26
Speaker A
decida, o decidir é uma decisão, o não decidir é uma escolha. Isso traz consequências. Então, eu preciso querer querer entender que eu sou a maior autoridade sobre mim mesmo e que eu decido se eu deixo minhas emoções me dominarem ou se eu as
52:42
Speaker A
dominam. Então, não tenho como eh eh gerenciar a a chegada das emoções, as manifestações das emoções. Estão muito relacionado a como eu acordo, a estou muito relacionado se eu não tive uma noite boa de sono ou se eu tive um
52:59
Speaker A
pesadelo, não tem como eu ter um pesadelo e acordar sorrindo. Não, eu vou acordar assustado, vou ficar pensativo. Então, adversidade, situações, circunstâncias sempre estão ao nosso redor e elas ativamas emoções, seja de ira, seja de angústia, seja de
53:17
Speaker A
medo, seja de responsabilidade, seja ah a ah de vergonha, enfim, elas de nojo, elas vêm, né, elas nos surpreendem, mas cabe a nós gerenciar essas emoções. Então não tem como é não perder, eu não sei, não, não enquadra
53:35
Speaker A
nem com essa questão de perda de tempo. Sentir raiva é perda de tempo. Como assim perda de tempo? Não é? Então eu preciso sentir raiva. Eu sou digno de sentir raiva. Eu mereço sentir raiva. Eu posso sentir raiva. É um direito meu.
53:49
Speaker A
Agora cabe a mim decidir através do meu livre arbítrio se eu me deixo governar pela ira como Caim fez ou se eu a governo.
53:58
Speaker A
Tá? Então assim, ela vem para que ela seja externada, de forma equilibrada, para que eu continue saudável. Agora, se eu vou acumulando essas emoções, eu vou reduzir meus dias de vida. Então isso também é um mito. Raiva é perda de tempo
54:11
Speaker A
e energia. Não, não é perda de tempo e nem de energia. Pessoas boas e decentes não sentem raiva também. Isso é um outro mito. Como assim pessoas boas e decentes não sentem raiva? Então, as escrituras fala que sobre a ira de Deus, é claro que é uma
54:27
Speaker A
uma uma simbologia, é claro que uma, vamos chamar de uma linguagem figurativa, mas é perceptível.
54:38
Speaker A
Então, será que Deus não é decente, né? Já que só pessoas boas e decentes não sentem raiva, então Deus não é nem boa e nem decente. O Senhor não é uma pessoa nem boa e nem decente. Boa no
54:49
Speaker A
sentido figurado. Não deveremos sentir raiva quando a sentimos. Como é que faz isso, né? Um outro mito, perdemos o controle e ficaremos louco se sentirmos raiva.
55:01
Speaker A
Então, se ficaremos louco, eu já deveria estar no sanatório. Eu não sei você. Tá.
55:07
Speaker A
Um outro mito. As pessoas irão embora se ficarmos com raiva delas. OK? Se as pessoas querem ir embora porque ficamos com raiva delas, é um direito delas, é uma escolha delas, é uma decisão delas e não temos o direito
55:21
Speaker A
de tirar isso delas. Paciência fazer o quê? Mas que a ira vem, vem, que ela virá virá virá. Agora, se você vai esboçar essa ira, se você vai esboçar para essa pessoa que você ficou irado, se você vai
55:36
Speaker A
expressar isso, tá? E sugiro que seja da melhor forma possível, sempre você tendo governo sobre suas emoções e sentimentos, sobre seus desejos e vontades. Lembre-se, tudo que o Senhor nos dá, ele não toma de volta. Ele te deu algo que que ele
55:51
Speaker A
não tem como. Tudo tudo que ele nos dá, ele não toma de volta. E ele te deu algo dentre tantas coisas que ele não vai tomar de volta. Nem quando Davi pecou, especificamente adulterando, matando Urias, aquele que estava dando a sua
56:08
Speaker A
vida por ele, ele não revogou os dons de Davi. Então, aquilo que o Senhor nos dá, ele não toma de volta. Cabe a nós gerenciar, cabe a nós decidir o que fazemos com aquilo que ele nos dá. Adão, tudo que o
56:21
Speaker A
Senhor deu para Adão, ele deu para o inimigo. E o inimigo lá no deserto, tentando Jesus, diz: "Tudo isso te darei se prostrar me adorares". Quem deu pro inimigo para ele poder oferecer? Você só pode oferecer algo que é seu. Adão deu
56:34
Speaker A
para ele, porque foi dado para Adão. E Adão ao pecar deu tudo para o inimigo.
56:39
Speaker A
Então assim, as emoções elas te pertencem, cabe a você ter governo sobre ela. Então, lembre-se, decida. Se você não dominar sobre suas emoções e sentimentos, sobre seus desejos e vontades, sobre seus pensamentos, sobre suas escolhas, elas vão te dominar, ou
56:54
Speaker A
melhor, elas vão te desgovernar. Quando nós deixamos que as nossas emoções, sentimentos, desejos e vontades, pensamentos, escolhas e crenças nos dominem, então nós iremos eh ser desgovernados por esse domínio. Cabe a nós seres pensantes com livre arbítrio, entender
57:14
Speaker A
que nós somos a maior autoridade sobre nós, porque o livre arbítrio é o poder de escolha. Então eu escolho.
57:21
Speaker A
Eu posso perguntar para você nesse exato momento, quem domina sua mente? Eu não sei que resposta você vai me dar. Eu já ouvi vários tipos de resposta, cada uma mais estranha do que outra.
57:31
Speaker A
Mas as pessoas eh falam o seguinte, geralmente as pessoas falam o seguinte: Eu outras falam: "Não sei, outras falam: "Não, não sou eu, então outras falam assim: "Deveria ser eu, deveria. Então, ué, então quem é que tá dominando sua mente?"
57:52
Speaker A
Ah eh tal coisa. Mas quem deu direito a tal coisa? Quem deu liberdade? Quem deu autonomia para tal coisa dominar sua mente?
58:02
Speaker A
Eu não sei. Você foi você. Então, quem deu? Você. Mas geralmente a resposta que me dão é eu. OK. Já que você domina sua mente, quem você permite que domine a sua mente por você? Quem você quem você convida?
58:18
Speaker A
perdão. Quem você convida para governar sua mente junto com você? Geralmente as pessoas respondem: Deus, mas quem decide? Eu. Então você é uma autoridade sobre você.
58:28
Speaker A
Porque você decide através do seu livre arbítrio, você decide escolher. Então, decida escolher governar sobre suas emoções e sentimentos, sobre seus desejos e vontades, sobre seus pensamentos e escolhas.
58:42
Speaker A
Caso contrário, você viverá uma vida de sobrevivência desgovernado, cativo e refém. das suas emoções, julgando que isso é liberdade. Eu faço o que eu quero, como quero e quando quero. Não.
58:51
Speaker A
Você é escravo das suas emoções e sentimentos. Você é escravo dos seus desejos e vontades. Você é escravo dos seus pensamentos e crenças.
58:59
Speaker A
Isso não é liberdade. Liberdade junto com responsabilidade. Como eu já disse, liberdade sem responsabilidade é libertinagem. Não confunda as coisas.
59:08
Speaker A
Não confunda liberdade com libertinagem. Então sim, nós podemos, tá, ter esse domínio. As pessoas irão embora se ficarmos com raiva delas. Então elas vão, porque eu não vou me anular. Eu não vou desrespeitar uma emoção e um sentimento. Eu não vou desrespeitar um
59:26
Speaker A
desejo e uma vontade. A não ser que esse desejo e a vontade, essa emoção e sentimento, vá contra os princípios do caráter do eterno, vá contra os princípios da palavra. Mas se as emoções são presenças do Eterno para mim e elas
59:38
Speaker A
são amorais, eu que dou a forma. Então assim, eu eu decido da forma que eu quero e eu decido da forma conforme os princípios da palavra. Eu decido ser o governo sobre minhas emoções, sentimentos desejos vontades pensamentos e escolhas. Por mais fortes
59:53
Speaker A
que ela venha, eu decido ter domínio. Eu preciso querer querer decidir ter domínio. Ah, eu não consigo, Luiz. OK.
60:00
Speaker A
Se sua vida dependesse disso, sabe que geralmente as pessoas me respondem? Eh, bem, nesse caso a maioria, Ah, bem, então nesse caso é, eu teria que fazer, né? Então você não consegue ou você não quer?
60:14
Speaker A
Essa é a questão. Então, se as pessoas eh querem ir embora por causa disso, que elas vão?
60:24
Speaker A
É um direito delas, é uma escolha delas e você não pode interferir nisso. O que não é saudável é você, por sua vez, ah, você dissimular estar bem.
60:35
Speaker A
você eh eh fingir que está bem, não expressar a sua indignação, não expressar que você não julga justo ou que você não se sentiu bem, possivelmente se sentir envergonhado, que são as bases da ira, a vergonha, a injustiça. O que não é saudável é você
60:53
Speaker A
fingir, é você dissimular que você está bem, é você negar pra pessoa e até para você mesmo, ou não para você, mas pra pessoa que tá tudo bem quando na verdade não tá e você tá com raiva.
61:05
Speaker A
Ela precisa saber que você não gostou. Tem eles maneiras de você comunicar que você não gostou, que você ficou com raiva e é um direito seu. E aí você é digno de sentir essa emoção. Cabe a você gerenciar. O que não
61:17
Speaker A
seria saudável é você sujeitar sua escala da emoção, mas você gerenciar suas emoções, deixar claro que você não gostou.
61:25
Speaker A
A ira é uma expressão de protesto, é uma expressão de discordância. Você comunica uma injustiça, uma vergonha. Então você tem todo o direito de comunicar isso que você sentiu, se você se sentiu injustiçado, você se sentiu envergonhado, que você não
61:39
Speaker A
concorda. E a direito da pessoa, se ela for madura, ela vai parar, ela vai pensar.
61:46
Speaker A
Ela vai julgar e se ela for sensata e madura, ela vai te pedir perdão.
61:53
Speaker A
Ainda que possívelmente ela não errou, porque às vezes você fica com raiva de alguém porque te fala a verdade, a verdade que você precisa ouvir, não que você quer ouvir e aí você se ofende. É um direito também você é um direito
62:04
Speaker A
também seu de se ofender. E outra coisa, o sentimento é seu, não é meu. Eu, nesse exato momento, sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você sente. O que você sente é um problema seu, o sentimento é seu. Assuma, tenha
62:17
Speaker A
dignidade, tem a umbridade, tenha a moral, tem a sensatez e a decisão através livre arbítrio, de assumir a responsabilidade sobre suas emoções e sentimentos.
62:28
Speaker A
Não transfira para o outro um sentimento que é seu, que é responsabilidade sua, seja a emoção qual for. Ah, mas você me provocou. Eu posso até ter te provocado, mas eu não tenho como o poder de gerar em você um sentimento, uma emoção,
62:42
Speaker A
porque ela nasce dentro de você. Se você souber quem você é, se você tiver maturidade, se você tiver domínio próprio, você vai amortecer.
62:50
Speaker A
Você pode até não gostar, você pode até achar desagradável, mas você não vai permitir que isso domine você e sim você vai dominar sobre amortecer, gerenciar, filtrar, não levar pro pessoal, tá? Não se permitir ferir. Isso é maturidade,
63:07
Speaker A
que é diferente de não gostei, foi desagradável. Tudo bem, não gostei, foi desagradável, mas eu não vou me permitir ferir por causa disso.
63:15
Speaker A
Então, se as pessoas forem embora porque você vai ficar com raiva, é um direito dela. Agora, você tem duas opções. Você se anula, finge que tá tudo bem, nega sua ira com medo de perder a pessoa, porque ela pode
63:27
Speaker A
ficar chateada, que é um direito dela, o sentimento é dela, a responsabilidade é dela, mas com medo de ser rejeitado e ou abandonado e ou traído e ou injustiçado e ou humilhado para não perder aquela pessoa que às vezes até você depende
63:39
Speaker A
dela ou pensa que depende dela. Cuidado para você não acabar negociando sua dignidade, integridade e liberdade. Cair na condição de escravo, seja lá do que for, de que natureza for, sexual, psicológica, física. E com isso, com medo, porque você tem um problema de
63:55
Speaker A
baixa autoestima, talvez possível, você acaba negociando sua moral, porque você tem medo de ofender outra pessoa.
64:04
Speaker A
E você, como fica você? Aí à noite você deita a cabeça no psicólogo camar travessiro, ele não consegue dormir. Aí você começa a ter raiva de você mesmo.
64:14
Speaker A
Aí você fica indignado com você mesmo. Ou seja, você julga injusto o que você fez. Você passa a ter raiva de você. E você ficar com vergonha de você mesmo.
64:20
Speaker A
Se sente mal com isso, sua estima cai, você não fica bem, pode desenvolver uma tristeza crônica.
64:29
Speaker A
E como você fica, o outro tá bem, mas e você vale a pena? Será?
64:36
Speaker A
Bem, um outro mito, as pessoas nunca deveriam sentir raiva de nós. Ué, por que não?
64:46
Speaker A
É um direito delas. É um direito delas se tirem raiva de nós. Afinal de contas, elas são humanas.
64:56
Speaker A
Afinal de contas, eu posso fazer alguma coisa com intenção ou não, de forma que ela venha se sentir chateada ou ficar com raiva, enfim.
65:06
Speaker A
Um outro mito, se sentem raiva de nós, é porque devemos ter feito algo errado.
65:09
Speaker A
Nem sempre. Nem sempre. Às vezes você relatar algo, às vezes você falar de algo que é real, olha, nessa época você estava nessa condição.
65:25
Speaker A
A pessoa pode simplesmente se ofender porque você fazendo uma leitura, uma linha do tempo, do histórico dela, você afirmou onde ela estava, como estava e onde estava.
65:33
Speaker A
E a pessoa por lembrar de um passado do qual ela não gosta, não é que não é lembrar, é trazer, não é, não é relembrar, mas assim, você trazer a memória dela, a condição em que ela estava e a
65:46
Speaker A
condição de ela está hoje, o como e o quanto ela cresceu. Às vezes, só porque você falou isso, a pessoa pode se ofender com você e simplesmente cortar a relação com você. Ir responsabilidade, imaturidade, sabe? Infelizmente são pessoas imaturas.
66:02
Speaker A
Ela tem que se resolver com o passado dela, não é com você. Pessoas imaturas é lamentável, porque são pessoas que perdem relacionamentos, perdem amizades, perdem oportunidades, entende? E às vezes são pessoas que estão em posições até de uma certa
66:20
Speaker A
influência, de um certo poder. Então, olha, olha que coisa complicada. Sabe o que que é isso? É problema de ego?
66:26
Speaker A
Futuramente eu quero gravar aqui uma matéria chamada os quatro tipos de ego. É, é lamentável. É lamentável. Isso chama-se estrutura de orgulho. O orgulho é um bloco que está numa parede chamada rebelião.
66:38
Speaker A
É lamentável. Então são pessoas que mesmo na miséria, parece que não aprendem. Há filósofos que chamam isso de burrice.
66:46
Speaker A
Eu não gosto dessa palavra. Eu acho grosseira, acho rude, né? Eu chamo de ciclo insano. Fazer as mesmas coisas querendo resultados diferentes.
66:54
Speaker A
Impossível. Por quê? Porque tem medo. Sabe quando é que eu vou parar de ter medo? Quando eu checar o meu medo, a causa do medo, entender o medo, encarar o medo, viver o medo, descrever o medo, expressar com lágrimas
67:10
Speaker A
ou palavras o meu medo, mas abrir mão desse medo decidindo amar aonde eu tenho medo, porque só o amor lança fora todo medo.
67:25
Speaker A
Outro mito da ira. Se alguém ficar com raiva de nós, é porque eu a fizemos sentir-se assim e somos responsável pela correção desse sentimento. Não, não somos.
67:39
Speaker A
Se alguém ficar com raiva de nós, é porque a fizemos sentir-se assim: "Eu não sou responsável, nem você é responsável pelo sentimento de ninguém.
67:50
Speaker A
Ainda que minha intenção seja provocar uma ira em você, mas ainda assim você é responsável pelo seu sentimento, porque ele brota no seu coração, queira querer exercer sensatez e uma sanconsciência de decidir ao julgar íntegro e correto o
68:13
Speaker A
assumir das suas responsabilidades. sentimento não brota no meu coração. Eu não eu não tenho esse poder de gerar no seu coração um sentimento.
68:26
Speaker A
Eu posso até usar de meios para provocar certas reações e sentimentos, mas isso não cabe a mim. É você que decide refletir ou não o sentimento e a emoção, refletir ou não o desejo e a vontade. E ainda que elas brotem no seu coração
68:42
Speaker A
mediante uma ação minha, ação e reação, ajudar e agir causa efeito, ser uma lei, cabe você governar sobre, não refletir, não dar uma resposta de acordo.
68:50
Speaker A
Porque quando você dá uma resposta de acordo, você deixa claro que assim, a pessoa é um ídolo para você.
68:59
Speaker A
Um outro mito, se sentirmos raiva é porque alguém nos fez sentir assim. Essa pessoa é responsável pela correção do nosso sentimento. Se sentirmos raiva é porque alguém, é o contrário agora, não se fez sentir assim. Se eu tô com raiva
69:11
Speaker A
é porque alguém me fez sentir assim. E essa pessoa é responsável por corrigir o meu sentimento. Não, o responsável sou eu. O sentimento é meu.
69:20
Speaker A
Sentimento é da pessoa, é meu. Cabe corrigir o sentimento de medo. Cabe corrigir o sentimento de ira. Cabe a mim corrigir o sentimento de nojo, de desprezo.
69:31
Speaker A
Cabe a mim corrigir o sentimento eh de vergonha. Cabe a mim. Não existe um mecânico para isso.
69:40
Speaker A
Alguém que vem abrir a minha alma, usa algumas chaves, algumas chaves de fenda, de boca, e vai e aperta o parafuso da alma ali, ajusta o da colá. Não existe isso.
69:51
Speaker A
É você. Na verdade, meu querido, você precisa se conhecer. Nós precisamos nos conhecer. Quando é que a gente vai entender que o alvo máximo do inimigo é identidade? Olha como é que tá a nossa geração. Uma geração sem identidade. Eu não tenho
70:07
Speaker A
nação, eu não tenho gênero, eu não tenho sexo, eu não sou se se eu sou macho, se eu sou fêmea, se eu sou homem, se eu sou mulher, é eh eu não tenho família, eu não tenho nada. O que que eu sou?
70:22
Speaker A
Um outro mito da ira. Se sentirmos raiva de alguém, o relacionamento está terminado e essa pessoa deve ir embora. Se toda vez que você sentir raiva de alguém, o relacionamento tá terminado, a pessoa deve ir embora, talvez você seja um
70:38
Speaker A
solitário na multidão. E ninguém anda só. As escrituras afirmam que é melhor dois do que um, porque se um cair, o outro levanta. Se um esfriar, o outro aquece.
70:50
Speaker A
E se um arremeter contra outro, dois lhe resistirão. Dois na Bíblia, esse número dois fala de unidade e fala de divisão, andando juntos, se não estiverem acordo.
71:01
Speaker A
Um outro mito da ira, se sentirmos raiva de alguém, essa pessoa tem que mudar.
71:06
Speaker A
Perdão. Se sentirmos raiva de alguém, essa pessoa tem de mudar o que está fazendo para que não tenha mais raiva.
71:12
Speaker A
Para que não tenhamos mais raiva. Essa pessoa tem que mudar para que não tenha mais raiva. Não, ela não tem que mudar.
71:19
Speaker A
Se sentirmos raiva de alguém, essa pessoa tem de mudar. Não, ela não tem de mudar.
71:25
Speaker A
O que está fazendo para que não temas mais raiva? Não, ela não tem que mudar.
71:28
Speaker A
Quem tem que mudar sou eu. Quem tem que mudar é você. A mudança começa em mim. A mudança começa em você, não começa no outro.
71:39
Speaker A
Não queremos ouvir isso. Não é bom ouvir isso. Não é agradável isso. É mais fácil depositar no outra responsabilidade. É ele que tem que mudar. Porque eu julo que eu estou correto, que eu estou certo, que eu sou perfeito, que eu não
71:50
Speaker A
erro, que eu sou bonzinho. Mas até com o nosso lado bonzinho, o Senhor quer trabalhar, quer ajustar, quer alinhar, quer tratar.
71:59
Speaker A
Cuidado com gente boazinha demais. Existem esposas deixando maridos porque são bonzinhos demais. Ó, mulher não gosta de homem bonzinho não viu?
72:12
Speaker A
E nem de homem fraco. Deixa eu dar um recado para você, homem que tá me assistindo. Então assim, ó, mulher não gosto de homem bonzinho não.
72:19
Speaker A
Não tô dizendo para você ser mau, não é isso. Esse bonzinho, sabe? Passivo. Mulher não gosta de homem bonzinho, não.
72:29
Speaker A
Seja homem. O conselho de Salomão para Davi, meu filho, seja homem. Seja homem. Você não sabe esse homem, peça ajuda, faz curso aí da UDF, o meu máximo e etc, etc. Entendeu? Procura, procura andar com homens. A gente aprende a ser
72:46
Speaker A
andando com homem. Fazer curso é bom, teoria bom, entendimento, conhecimento, cresce o intelecto, mas a prática é andar com homem.
72:57
Speaker A
Então, anda com homem para você aprender a ter iniciativa e responsabilidade. Anda com homem para você aprender, sabe, a a a ser pai. Anda com pais de verdade, que não é o genitor, é o que dá direção, limite proteção segurança afirmação.
73:13
Speaker A
Anda com homem. Anda com homem para você aprender amar a esposa como Cristo amou a igreja, abundar a sua vida, entender que é a voz mais frágil e falar sua linguagem de amor. Anda com hom para você aprender a ser sacerdote. Aquele
73:24
Speaker A
que estabelece regras e leis, aquele que sempre tem algo para dar, aquele que sacrifica, sabendo que quem libera bênção é o Senhor.
73:33
Speaker A
Aquele que sempre está disposto a limpar a casa, confessar pecados, iniquidades e transgressões. Ele é o sacerdote. Ele vai adiante de Deus representando o povo.
73:41
Speaker A
O povo no caso é sua casa. Todo homem é pastor ungido ou não, com teologia ou não, ordenado ou não. Todo homem é pastor quando ele se casa, sua primeira vez chama-se esposa.
73:52
Speaker A
O nome da sua igreja, igreja evangélica, é minha família e nenhum sucesso vale em cima. Família é bola de cristal. As outras áreas são bola de borracha. Bateu no chão, volta de cristal. Se bater, quebra. Aí para juntar os caquinhos,
74:05
Speaker A
só o sangue. Se você falhar com a família, você falhou na vida. Essa é uma dura realidade.
74:14
Speaker A
OK. Mais um pouco sobre mitos da ira. Se estamos com raiva, temos de bater em alguém ou quebrar algo. Imagina se toda vez que você sentir raiva, você for bater em alguém. Eu nem eu nem eu nem sei se
74:30
Speaker A
ia falar uma coisa aqui incoerente. Se estamos com raiva, é, temos de bater em alguém. Olha, se você for nessa, eu vou te falar uma coisa. Você vai morrer antes do tempo.
74:42
Speaker A
Se toda vez que você sentir a raiva, você ter que bater em alguém, você vai morrer prematuramente.
74:48
Speaker A
Você vai preso, vai ser processado, você vai apanhar, você vai colher o que você semeou.
74:55
Speaker A
Você vai ser uma pessoa não relacionável, vai ser uma pessoa desagradável, vai ser uma pessoa rejeitada, vai ser uma pessoa desprezada, mal vista.
75:03
Speaker A
vão aprender a ter medo de você e não respeito. E você vai morrer cedo. Imagina toda vez que você sentir raiva, você tem que bater em alguém ou quebrar alguma coisa.
75:13
Speaker A
Então assim, você fica à vontade para você quebrar o que você quiser e bater em quem você quiser, mas você se prepara.
75:19
Speaker A
E se você for quebrar alguma coisa assim, olha, eu creio que você tem muito dinheiro, porque toda vez você sente, você tem que quebrar alguma coisa, OK, é um direito seu também, mas se prepara o bolso e prepara a estrutura
75:31
Speaker A
psicológica, emocional e fisga, porque você vai ser quebrado. Se você bater em alguém, você vai ser quebrado. Se você quebrar suas coisas, seu bolso vai ser quebrado. Então isso é mito. Você não tem que quebrar nada e nem bater ninguém. Você precisa aprender
75:44
Speaker A
a gerenciar suas emoções. Só isso. Só isso. Aprender a gerenciar suas emoções. Aprender a se conhecer é melhor, a estratégia é o primeiro passo para você aprender a gerenciar suas emoções. Se conheça. Qual o seu perfil de comportamento? Qual o seu perfil
75:59
Speaker A
geracional? Quais são seus dons inatos pessoais? Quais são seus dons ministeriais? Quais são seus dons espirituais?
76:07
Speaker A
O que você gosta? Qual é sua essência? Quais são suas inclinações? Tudo isso fala de você, dentre outras coisas.
76:19
Speaker A
Se estamos com raiva de alguém, isso significa que não amamos mais essa pessoa. Olha outro mito, gente. Isso é ridículo. Se temos raiva de alguém, a significa que não amamos mais essa pessoa. Se eu acreditar nisso, então assim, eu penso que eu já deixei de amar
76:32
Speaker A
muita gente. Eu lembro de uma cena de um filme que eu assisti, uma série que eu estava assistindo chamada eh Blind Spot, ponto cego, na Netflix. Muito bom.
76:46
Speaker A
e falava do FBI, grupo terrorista, tal, e havia dois agentes que se gostavam muito, um homem e uma mulher. Ela saiu do FB e foi pra CIA. Mas aí então a CIA entrou em parceria com a FBI e ela
77:00
Speaker A
voltou pra CIA para trabalhar em parceria com a FBI, porque agora ela era da CIA e esses amigos se encontram. Ele ficou no FBI, começaram a discutir. Ah, porque você foi pra CIA, mas foi você que foi embora, que não sei o que, que
77:11
Speaker A
ela começaram a discutir e uma outra gente vem que também amiga deles fala assim: "Parem com isso vocês dois". Na verdade, vocês não estão com raiva, vocês estão com saudade um do outro.
77:23
Speaker A
Já parou para pensar nisso? Raiva é uma coisa, indiferença é outra. Ok? Então eu me nego a acreditar. Se estamos com raiva de alguém significa que não amamos mais essa pessoa. Muito pelo contrário. O problema é quando é
77:43
Speaker A
indiferença. Quando é indiferença que nem fede nem cheira. Isso é indicativo que você matou a pessoa dentro de você.
77:51
Speaker A
Se alguém tem raiva de nós, isso significa que a pessoa não nos ama mais.
77:56
Speaker A
também não é verdade. Isso é mito. A raiva é um sentimento pecaminoso. Muita gente tem uma tendência a acreditar nisso, tá? Isso não é verdade.
78:09
Speaker A
Se eu não tomar cuidado, eu posso pecar através da minha ira, mas a minha ira em si não é um sentimento pecaminoso, porque então, no caso, o Senhor, ele tem humor negro.
78:18
Speaker A
Ele simplesmente depositou em mim um sentimento pecaminoso e naturalmente porque ele depositou em mim esse sentimento pecaminoso que é a ira, então eu vou pecar sempre.
78:32
Speaker A
Então não sei o que que ele quer na verdade porque ele fala irá, mas não pequeis, mas ele depositou em mim um sentimento pecaminoso que é a ira. Então ele também peca porque também se ira. Agora isso também é um mito.
78:47
Speaker A
Só é correto sentir raiva quando podemos justificar nossos sentimentos. Não, negativo. Isso também é outro mito. OK. Eu não sei se por um acaso você se identificou com alguns desses mitos, mas se você se identificou com algum desses mitos ou se
79:04
Speaker A
você ouviu algum desses mitos, põe lá em nossos comentários. Vai lá no nosso insta, escola Casa do Pai, põe lá os comentários. Luiz, eu me identifiquei com esse mito. Luiz, eu vi muito esse mito, Luiz. Eu falei muito esse mito,
79:15
Speaker A
Luiz. Eu nem sabia que isso era um mito. Gente, o meu povo se perde por falta de conhecimento.
79:23
Speaker A
A coisa mais fantástica do mundo, na minha opinião, não é conhecer pessoas, mas é você se conhecer.
79:30
Speaker A
A pessoa mais importante da sua vida, você mesmo.
Topics:ausência paternapaternidadedesenvolvimento infantillimitessegurança emocionalidentidade masculinaresponsabilidade paternarelações familiaresimpacto psicológicopapel do pai

Frequently Asked Questions

Quais são as principais causas da ausência paterna mencionadas no vídeo?

As principais causas da ausência paterna são falecimento, questões profissionais, divórcio, abandono do lar e a falta de funcionalidade do pai, mesmo quando presente fisicamente.

Como a ausência paterna afeta o destino dos filhos segundo o vídeo?

A ausência paterna dificulta a capacidade dos filhos de tomar decisões, estabelecer limites, entender seu propósito e se relacionar com outros homens, afetando seu destino e desenvolvimento pessoal.

Qual é a diferença entre ausência paterna e ausência materna conforme explicado no vídeo?

Enquanto a ausência materna impacta principalmente as relações interpessoais, a ausência paterna interfere diretamente no destino, direção e missão de vida do filho.

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