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Análise das características da ferida da rejeição desde a concepção até a vida adulta, abordando aspectos emocionais, psicológicos e comportamentais.

Key Takeaways

  • A ferida da rejeição tem origem precoce e afeta múltiplos aspectos da vida emocional e física.
  • Reconhecer os sinais visíveis da rejeição pode ajudar na compreensão e no tratamento emocional.
  • A máscara do fugitivo é um mecanismo comum para lidar com a dor da rejeição.
  • Sentimentos de não pertencimento e negação do direito de existir são centrais na ferida da rejeição.
  • A rejeição pode desencadear problemas de saúde física e mental, incluindo pensamentos suicidas.

Summary

  • A ferida da rejeição desperta da concepção até um ano de vida, influenciando memórias intrauterinas.
  • Pessoas com ferida de rejeição apresentam características psicológicas, emocionais, fisiológicas e de linguagem específicas.
  • A rejeição gera sentimentos de não pertencimento, não aceitação e negação do direito de existir.
  • A máscara comum dessas pessoas é a do fugitivo, que evita exposição e busca invisibilidade.
  • Características físicas incluem corpo contraído, olhos pequenos e postura retraída.
  • Comportamentos incluem isolamento, oscilações emocionais entre amor e ódio, e dificuldades sexuais.
  • A rejeição pode manifestar-se em doenças físicas como anorexia, arritmia e alergias.
  • A pessoa rejeitada tende a se identificar com indivíduos similares e evita grupos sociais.
  • O vídeo destaca a importância de reconhecer a rejeição pelo semblante e comportamento visível.
  • Há uma distinção entre rejeição (pessoa do mesmo sexo) e abandono (pessoa do sexo oposto).

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Speaker A
Olá, características da ferida da rejeição. Então, vamos falar um pouquinho sobre essas características. Eu não sei se você já parou para observar que cada pessoa que tem um determinado tipo de ferida, ela tem características, características psicológicas, características emocionais,
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Speaker A
características fisiológicas, né? característica de linguagem, como conforme nós falamos esses dias, a questão da da palavra nulidade, né, e os seus derivados, né, o vocabulário de uma pessoa rejeitada, vocabulário de uma pessoa abandonada, o abandonado fala: "Eu não posso, o rei aquele que rejeita
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Speaker A
características fisiológicas, né? Característica de linguagem, como conforme nós falamos esses dias, a questão da palavra nulidade, né, e os seus derivados, né, o vocabulário de uma pessoa rejeitada, vocabulário de uma pessoa abandonada, o abandonado fala: "Eu não posso, o rei aquele que rejeita
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Speaker A
Então, vamos lá. Então, o despertar da ferida, então da concepção até um ano de vida. Esse é o despertar desta ferida. Da concepção até um ano de vida. da concepção.
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Speaker A
fala: "Eu não quero". Então, são características, características na linguagem, características na postura, características fisiológicas, características psicológicas, características de comportamento. Então, quero brevemente aqui, de uma forma bem resumida, falar de algumas características da ferida da rejeição.
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Speaker A
Então, de imediato vem uma reação negativa, como, por exemplo, não, não é possível. Eh, o semblante, não precisa nem falar nada, apenas o semblante lido pela mulher que está diante desse homem, que por sua vez sabe da notícia dada por
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Speaker A
Então, vamos lá. Então, o despertar da ferida, então da concepção até um ano de vida. Esse é o despertar desta ferida. Da concepção até um ano de vida. Da concepção.
01:51
Speaker A
criança, porque ela vai comunicar isso, a corda umbilical para criança, isso vai ficar nas memórias intrauterino, isso não se apaga.
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Speaker A
Exemplo, quando vem a notícia, estou grávida, de imediato vem a rejeição, conforme até eu citei o exemplo do meu pai, né?
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Speaker A
que por sua vez é culpa a criança. Você é oculpado em estar aí. ela cai numa numa numa irracionalidade.
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Speaker A
Então, de imediato vem uma reação negativa, como, por exemplo, não, não é possível. Eh, o semblante, não precisa nem falar nada, apenas o semblante lido pela mulher que está diante desse homem, que por sua vez sabe da notícia dada por
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Speaker A
criança como se a criança decidisse ir para a barriga dela. E sabemos que não é bem assim, né? A ciência não tem como provar isso, que a criança decide pra barriga da mãe. Não, não é assim que funciona. Nós sabemos disso. Mas o
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Speaker A
ela de que ela está grávida de um filho que é dele. O semblante dele já comunica, o semblante dele já fala e de acordo com a leitura que ela faz, o semblante dele, isso vai gerar um sentimento, uma emoção que vai afetar a
03:07
Speaker A
pudesse eu sumia, né? Saía sem destino, desaparecia". Enfim, são características, tá? Então assim, não se sente, não sente o direito de existir.
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Speaker A
criança, porque ela vai comunicar isso, a corda umbilical para criança, isso vai ficar nas memórias intrauterino, isso não se apaga.
03:31
Speaker A
Aí vem a a o sentimento de não pertencente, de não incluso, de não aceito, de que ninguém gosta dele. Então da concepção até um ano de vida, é o despertar da ferida. não sente o direito de existir, manifesta-se com a figura
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Speaker A
OK? Então, o despertar dessa ferida vem da concepção até um ano de vida. Não é meu filho. Eh, sugestões de aborto, negações acerca da filiação da criança, os avós que negam o neto, os tios, não é? Ou até mesmo a própria mãe
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Speaker A
que ela apresenta? Qual é a máscara? A máscara de um fugitivo, aquela pessoa que sempre expressa um meio de fuga, né? Então ela não quer aparecer, então ela faz de um tudo para não aparecer. Cores neutras e frias, não
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Speaker A
que por sua vez culpa a criança. Você é oculpado em estar aí. Ela cai numa numa numa irracionalidade.
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Speaker A
Então assim, com pouco se identifica e ele se identifica com aqueles similares a eles. Essas são algumas características. Então, qual é a máscara que ele põe? A máscara do fugitivo, tá?
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Speaker A
Eh, eh, o impacto, a frustração é tamanha devido o ato irresponsável não planejado, imaturo, né, dependente do caso. Claro. Então, assim, ela chega a responsabilizar a criança. São momentos de insanidade, são momentos de uma não lógica em que ela responsabiliza a
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Speaker A
Contraído, estreito, esguio ou fragmentado, né? Seus olhos, quais são as características, quais são as características dos olhos de uma pessoa que tem 50% aí da frida, da rejeição?
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Speaker A
criança como se a criança decidisse ir para a barriga dela. E sabemos que não é bem assim, né? A ciência não tem como provar isso, que a criança decide pra barriga da mãe. Não, não é assim que funciona. Nós sabemos disso. Mas o
05:18
Speaker A
A fuga dessa pessoa, açúcar, álcool, porque é quando ela pode descontrair, ela pode rir, ela pode falar, aí daqui a pouco ela diz que ama a pessoa, né?
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Speaker A
despertar dessa ferida vem justamente daí, vem da concepção até um ano de vida, né? Não sente o direito de existir. É uma outra característica. Ela não sente o direito de existir. Então, frases como tipo: "Eu quero sumir, se eu
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Speaker A
da ferida, como eu disse, da concepção até um ano de vida, não sente o direito de existir. Manifesta-se com a figura aparentando o mesmo sexo, máscara de fugitivo, tá? Corpo contra estreito, olhos pequenos com medo, por vezes com
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Speaker A
pudesse eu sumia, né? Saía sem destino, desaparecia". Enfim, são características, tá? Então assim, não se sente, não sente o direito de existir.
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Speaker A
alimenta muito. Isso explica anorexia também, né? Não se alimenta muito, ele não engorda, então não é destacável, né? Então assim, são meios inconsciente dele buscar ser invisível, tá? Então algumas características aí, tá? da pessoa que por sua vez tem em 50% a
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Speaker A
Aí entra o pensamento de suicídio, aí vem o o o esse sentimento de não relevância, né? O isolamento é é um é uma característica comportamental.
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Speaker A
Intelectual, tá? Passa de fases de grande amor a fases de ódio profundo. Ela oscila, OK? Não acredita em seus direitos de existir, dificuldades na área sexual, julga-se sem nenhum valor.
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Speaker A
Aí vem a a o sentimento de não pertencente, de não incluso, de não aceito, de que ninguém gosta dele. Então da concepção até um ano de vida, é o despertar da ferida. Não sente o direito de existir, manifesta-se com a figura
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Speaker A
verdade foi aí que tudo começou, tá? Então, esse é o poder da rejeição, esse é o frio da rejeição, esse e essas são as características da rejeição, a dor personificada, a dor expressa no emocional, no físico, no biológico,
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Speaker A
parental do mesmo sexo. Lembre-se, você só se sente rejeitado pela pessoa do mesmo sexo, abandonado pela pessoa do sexo oposto. Ok? Então, qual é a máscara que essa pessoa coloca, né? Qual é a o disfarce? Qual é a imagem
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Speaker A
mesmo se você é essa pessoa, tá? Mas essas são as características da rejeição. Então você pode ver a rejeição com seus próprios olhos, você pode identificar a rejeição com seus próprios olhos, você pode encarar a rejeição com seus próprios olhos, tá? E é possível
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Speaker A
que ela apresenta? Qual é a máscara? A máscara de um fugitivo, aquela pessoa que sempre expressa um meio de fuga, né? Então ela não quer aparecer, então ela faz de um tudo para não aparecer. Cores neutras e frias, não
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Speaker A
alguém, tá? Ou você lembrou de alguém, mas você acabou de identificar as características palpáveis e visíveis da rejeição. E um ícone que representa muito bem a rejeição é a Olívia Palito, conforme nós falamos aqui nesses dias, OK?
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Speaker A
engorda, não se manifesta, não dá opinião, não fala, né? Então não se percebe muito. A pessoa tá sempre acuada, se distancia, né? Não insere no meio dos grupos, não relaciona muito.
09:18
Speaker A
Essas são as doenças, ou melhor, diarreia arritmia câncer alergias vômitos desmaios coma são na verdade enfermidades.
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Speaker A
Então assim, com pouco se identifica e ele se identifica com aqueles similares a eles. Essas são algumas características. Então, qual é a máscara que ele põe? A máscara do fugitivo, tá?
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Speaker A
feridas. Agora vamos falar um pouquinho sobre eh os adultos, crianças ou conforme nós chamamos de adultescentes. Eu não sei se você já ouviu esse termo, adultescente.
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Speaker A
Corpo. Qual a característica do corpo de uma pessoa que tem a ferida da rejeição?
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Speaker A
né? E se ele tem 25 anos, a idade emocional durante é de 10 anos. OK?
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Speaker A
Contraído, estreito, esguio ou fragmentado, né? Seus olhos, quais são as características, quais são as características dos olhos de uma pessoa que tem 50% aí da ferida, da rejeição?
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Speaker A
pensamentos, né? Você pode até medir o caráter de um homem eh eh pelo motivo ele qual rir, do que que ele tá rindo, né? O que que leva ele a gargalhar? O que que leva ele a rir tanto, do que ele
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Speaker A
Pequenos com medo, por vezes com olheiras, né? Qual o vocabulário dessa pessoa? Conforme já falamos, nulidade, nada, inexistente, sumir são as palavras mais frequentes em seu vocabulário.
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Speaker A
postura, de seriedade, uma dificuldade em dar direção, de estabelecer limites, de gerar segurança, de proteger, de afirmar. uma dificuldade em ter iniciativa, uma dificuldade em exercer eh responsabilidade. Percebe-se uma pessoa totalmente dependente, tem que perguntar pra esposa, tem que perguntar
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Speaker A
A fuga dessa pessoa, açúcar, álcool, porque é quando ela pode descontrair, ela pode rir, ela pode falar, aí daqui a pouco ela diz que ama a pessoa, né?
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Speaker A
uma pessoa com dificuldade seríssima de resolver questões básicas, tanto externas como internas, né? Uma pessoa que faz questão de comer na frente da TV, uma pessoa que passa uma boa parte da sua carga horária no videogame, né? Os assuntos são de de
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Speaker A
Eh ou drogas, tá? E uma forte predisposição à anorexia, é uma outra característica física, tá? De uma pessoa que tem aí a ferida do da rejeição, tá? Então, essas são algumas características da ferida, da rejeição na pessoa, não é? O despertar
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Speaker A
tanta caneca, velho. Então você percebe o homem nessa idade disputando com a criança a caneca de tomar o café. Então que tipo de homem é esse? Não é um homem, é um macho, é um menino. Como é que você pode descrever? Como é que você
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Speaker A
da ferida, como eu disse, da concepção até um ano de vida, não sente o direito de existir. Manifesta-se com a figura aparentando o mesmo sexo, máscara de fugitivo, tá? Corpo contraído, estreito, olhos pequenos com medo, por vezes com
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Speaker A
apenas um dos dois. Mas se ele tem iniciativa e responsabilidade, ele pode ser visto identificado como homem.
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Speaker A
olheiras, vocabulário nulidade, nada, inexistente ou sumir. E a fuga dele, açúcar, álcool, drogas, predisposição anorexia. Tem mais o seu mau medo, o pânico, alimentação, perda de apetite em virtude das emoções ou do medo como em pequenas porções. Ou seja, ele não se
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Speaker A
Então, o que acontece? Ele foi engolido pela sua figura materna devido à ausência paterna ou a falta de força moral desse pai para usar o seu falo, que é símbolo de poder de acordo com a psicologia para romper. Aí entra a
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Speaker A
alimenta muito. Isso explica anorexia também, né? Não se alimenta muito, ele não engorda, então não é destacável, né? Então assim, são meios inconscientes dele buscar ser invisível, tá? Então algumas características aí, tá? Da pessoa que por sua vez tem em 50% a
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Speaker A
governo em sua vida, dando-lhe direção, lhe estabelecendo limite, gerando segurança protegendo afirmando falando sua linguagem de amor, sendo firme quando necessário, firme sem ser grosso, duro sem ser áspero.
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Speaker A
ferida da rejeição. Então vamos lá. Aspecto físico do fugitivo da pessoa que tem a ferida da rejeição, qual é o aspecto físico? Então, ela tem um caráter fugitivo, desprendimento com relação ao material. Ela não é presa a bens materiais, perfeccionista, OK?
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Speaker A
Uma criança que tá pedindo para o pai estabelecer limite e esse pai como prova de amor, assim como o senhor disciplina aos que aos filhos que amam, esse pai vai ter que disciplinar esse filho, inclusive e até com vara do verbal ao
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Speaker A
Intelectual, tá? Passa de fases de grande amor a fases de ódio profundo. Ela oscila, OK? Não acredita em seus direitos de existir, dificuldades na área sexual, julga-se sem nenhum valor.
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Speaker A
exigências, tá, normais, OK? E não de capricho, de uma criança não forem satisfeitas, se elas não forem satisfeitas, e a responsabilidade dos pais, porque são normais essas exigências, satisfazê-las.
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Speaker A
Procura a solidão como parceira e amiga, apagado. Ah, capacidade de se tornar invisível, conforme expliquei, julga-se incompreendido, dificuldade de deixar viver sua criança interior. Então, ele tem uma série de dificuldade em deixar viver a sua criança interior, porque na
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Speaker A
Então, existe nes maneiras de você eh educar, criar um filho delquente, treinar um filho delinquente. Primeiro de tudo que ele precisa, de tudo que ele quer, na hora que quer, como quer, tem a peninha dele sempre é do que ele é comendo na frente
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Speaker A
verdade foi aí que tudo começou, tá? Então, esse é o poder da rejeição, esse é o frio da rejeição, esse e essas são as características da rejeição, a dor personificada, a dor expressa no emocional, no físico, no biológico,
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Speaker A
isso é responsabilidade do pai, não da mãe, então você tem um forte candidato à delinquência.
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Speaker A
a dor expressa no comportamento, no social, no verbal. Então, você pode enxergar de uma forma personificada a rejeição. Então, a rejeição ela tem essas características. Então, quando você vê características como essa, eu não sei se você conhece alguém ou até
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Speaker A
começa. Vai ser uma pessoa irada, vai fazer birra, vai ficar sem falar, vai ser, se for extrovertido, pode se tornar até uma pessoa agressiva, por foi essa pessoa que o pai em sua passividade, devido a sua falta de força
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Speaker A
mesmo se você é essa pessoa, tá? Mas essas são as características da rejeição. Então você pode ver a rejeição com seus próprios olhos, você pode identificar a rejeição com seus próprios olhos, você pode encarar a rejeição com seus próprios olhos, tá? E é possível
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Speaker A
generoso com você, de oito para cima, hein? Eh, você faz o que eu quero, você me obedece, em contrapartida, se você fizer tudo certinho, eu faço o que você quiser, eu dou o que você quiser. É claro que essa essa conversa não vai ser
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Speaker A
que você está lembrando aí de algum amigo, de um parente, de um pai, de uma mãe, de um irmão, de você mesmo, às vezes de um vizinho, de um amigo, de um colega, enfim, ou você ouve falar de
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Speaker A
sair de casa é sair espiritualmente, é sair emocionalmente, é sair financeiramente e é sair fisicamente.
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Speaker A
alguém, tá? Ou você lembrou de alguém, mas você acabou de identificar as características palpáveis e visíveis da rejeição. E um ícone que representa muito bem a rejeição é a Olívia Palito, conforme nós falamos aqui nesses dias, OK?
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Speaker A
Não adianta você dizer que deixou fisicamente quando você vai e volta. Você vai dar uma voltinha, daqui a pouco você retorna para casa e fica mais uns a meses ou até mesmo alguns anos, depois você sai novamente e volta. Você não
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Speaker A
Então, quais são as possíveis doenças? Conforme falei, recapitulando, diarreia, arritmia, câncer, problemas respiratórios, alergias, vômitos, desmaios, coma. Tudo isso vem de um núcleo chamado rejeição.
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Speaker A
chega em casa, ela tá onde? na casa da mamãe, que por sua vez, quando ela casou, ela simplesmente disse o seguinte: "Filha, qualquer coisa seu quarto está aqui, tá?" Então, não, não tá não.
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Speaker A
Essas são as doenças, ou melhor, diarreia, arritmia, câncer, alergias, vômitos, desmaios, coma são na verdade enfermidades.
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Speaker A
Então, muitas vezes as mães já declara o divórcio das filhas ou dos filhos. Por quê? Porque esse pai não usou do seu poder de autoridade, de pai para romper com essa relação doentia. Aí entra a super proteção, que é abuso. Não sei se
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Speaker A
Outras que também podem ser desenvolvidas outra
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Speaker A
você vai gerar eh uma unanismo. Ele não vai crescer intelectualmente, emocionalmente, socialmente, ele não vai crescer eh ministerialmente. Ele não vai eh romper no seu destino.
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Speaker A
Ele não vai eh crescer na sua vida profissional, ele não vai crescer no seu casamento, não vai se tornar pai, não vai se tornar marido, não vai se tornar pastor da sua casa, nem sacerdote.
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Speaker A
Ele não vai. Ele vai ter uma série de dificuldade de sair de casa. Ele vai gerar um comodismo, uma passividade, entende? Ele é o delinquente, entende? Ele é aquele que acredita que as pessoas têm que fazer o que ele quer,
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Speaker A
come quando quer. E se ele não for extrovertido e se introvertido, ele vai se tornar o famoso banana.
19:10
Speaker A
E todo e qualquer mulher que se aproximar para relacionar com ele, é inimiga pública número um dessa mãe.
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Speaker A
Nenhuma delas vai prestar. Seria isso uma coincidência? Bem, eu não acredito coincidência, né? Mas vai que realmente elas não prestam, vai que essa mãe tá certa, né? Dizem que mãe geralmente nunca erra. Eu suspeito, não sei. Eu não consigo acreditar eh
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Speaker A
nessa nessa história como 100% verdade. Eu acredito que 90% ela acerta, mas 100% não. Principalmente se tratando desses tipos de mãe, né? Então, olha só, se ela se é uma filha que é super protegida pela mãe, essa filha também vai se tornar uma
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Speaker A
banana. aquele marido que vai fazer e acontecer com ela, ela vai continuar com ele, vai trair, vai deshonrar, vai desrespeitar, vai humilhar, vai praticar injustiça contra ela, vai abandonar, vai até bater e ela continua com ele.
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Speaker A
superproteção materna, que é um sintoma da falta de força moral do pai, que não exerceu sua função, mas se escondeu atrás da mãe, terceirizando a sua função, que era dar direção, proteção, limite, segurança e afirmação. Bem, gente, a história são nes. Cada caso é
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Speaker A
um caso. Não é uma regra, quem dera fosse, mas não é. Cada caso é um caso.
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Speaker A
Então, o que é que nós temos? Réplicas de famílias adoecidas. Então, se as exigências normais de uma criança não forem satisfeitas, chegaremos a à idade adulta com uma criança interior muito ferida. Se fosse insatisfeitas, não seriam. Adultos, crianças, é o adulto que se torna adulto
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Speaker A
biologicamente, tá? Eh, eh, eh, cronologicamente, mas emocionalmente ele não cresceu, ele não amadureceu, ele não rompeu, ele continua dependente, ele continua menino, ela continua menina. é quando ela casa, inconscientemente ela procura no marido as suas carências paternas.
21:04
Speaker A
Só que esse marido nunca vai poder dar aquilo que só o pai pode dar.
21:10
Speaker A
E chega uma hora que o homem, eu não sei se você, homem que tá me assistindo, né, ou se o seu marido, né, eh, já chegou a falar isso. Olha, eu não sei o que fazer mais com você. Eu não sei o que fazer,
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Speaker A
como fazer ou quando fazer, porque parece que nada do que eu faço é suficiente. Parece que você nunca tá satisfeita. Eu tenho impressão que assim, eu não estou no seu nível. Tô a quem do seu nível. Eu penso que eu não
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Speaker A
sirvo, eu penso que eu não presto, eu penso que eu não respondo, eu penso que nada que eu faço é suficiente. Então eu penso que você casou com um cara errado.
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Speaker A
Eu não sei se você que tá me assistindo já falou isso ou se você, mulher que tá casada, já ouviu isso do seu marido, mas é uma grande probabilidade de você estar exigindo e cobrando o seu marido inconscientemente aquilo que ele jamais
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Speaker A
vai poder suprir, porque não é teu pai, ele é teu macho, ele não é teu pai, ele é teu homem, ele não é teu pai, ele é teu marido. Só duas pessoas vai resolver o teu problema. O pai e o seu pai. O teu pai vertical, o
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Speaker A
Adonai, e o teu pai horizontal, que é o teu genitor, que deveria desenvolver. Espero que tenha desenvolvido sua função de pai. Caso contrário, no way, sem jeito.
22:18
Speaker A
Não tem como. Bate panela, bate pé, xinga. É engraçado que nessas horas, se for cristã, começa a orar, mas ora que é uma beleza, se torna mulher espiritual como nunca. uma referência, um diferencial surpreendente. De repente v unção do
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Speaker A
Espírito Santo, maior que uma beleza, mas quando tá com coração tranquilo e calmo, não ora como ora quando tá com raiva.
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Speaker A
Eu não, eu não sei que unção é essa, né? Não sei se é a unção da ira, mas a ira que não peca, eu não sei, sinceramente, eu não sei. A ira da Não sei se é a unção da indignação do
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Speaker A
coração do Senhor. Eu não sei que Senhor, se é o Senhor da ira ou se é o Senhor dos Exércitos. Eu eu não sei, sinceramente. Bate pezinho, faz bico. Aí alguns falam assim: "Vou dar um castigo para ele." Qual o castigo? Dorme de
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Speaker A
calça jeans e sintidade. Querida, você toma cuidado porque o nome disso é feitiçaria sexual. Você começa a manipular ele. Você tá dando um castigo é para você. Você tá condenando o seu casamento. Você tá colocando em risco a
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Speaker A
integridade da sua família. Isso não se faz. Isso é falta de respeito. Isso é adesões. Isso é rebelião. Então você tem que se tratar. Você tá com dificuldade com a figura de autoridade masculina.
23:28
Speaker A
Você precisa de terapia, você precisa de pastoreio e você precisa de discipulado e você precisa querer querer mudar, porque até aqui do seu jeito chegou aí onde você tá hoje.
23:41
Speaker A
E assim não foi bom, foi? Se você me disser que foi, então vou ter que repensar meu discurso.
23:49
Speaker A
Mas eu acho que não, porque até aqui eu nunca vi esse caminho dar certo. Em todos os casos que eu atendo já há 21 anos.
23:59
Speaker A
Agora, se esse filho ele é extrovertido, é super protegido pela mãe, ele pode desenvolver um transtorno de intimidade.
24:04
Speaker A
Que que é isso? Um transtorno de intimidade, né? Vamos, deixa eu nomeclar, deixa eu dar uma nomeclatura até.
24:13
Speaker A
transtorno de intimidade, ou seja, ele vai aprender a resistir a todas as mulheres, com exceção de uma, a mamãe.
24:26
Speaker A
Então, quando a garota com que ele começa a relacionar, começa naturalmente por ser uma mulher, por ser materna, por ter o código materno dentro dela, a nutrição, a organização, o vínculo, afeto, consolo, a percepção, acessibilidade, a justiça, o ensino, o carinho, o acolhimento.
24:45
Speaker A
Mãe é vida. Quando ela começa a externar essas características, como, por exemplo, você chegou bem, se alimentou bem hoje, como você está, você dormiu bem? Então isso são perguntas natural de toda mulher que se preocupa. Só que essas perguntas são perguntas que
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Speaker A
lembram alguém e que às vezes ele não ele não sabe exatamente quem, mas são perguntas que assim causa como que uma indignação, causa como que uma ira, causa como que assim uma resistência. Ele fica irritadiço quando ouve essas perguntas.
25:13
Speaker A
Por quê? E ele nem sabe o porquê, mas porque inconscientemente essas perguntas foram perguntas daquela que o super protegeu a ponto de saturar.
25:22
Speaker A
Então ele desenvolve mecanismo de defesa, ele começa gradativamente se afastar dessa mulher com que ele tá relacionando.
25:31
Speaker A
Então ele começa a inventar meios para começar a brigar com ela, se desentender. E gradativamente ele vai se afastando, vai se afastando, vai se afastando.
25:40
Speaker A
Daqui a pouco não deu mais o relacionamento ou então passa anos. o que chamam de namorido.
25:49
Speaker A
Então assim, já passam anos namorando. Eu não entendo esse namoro, né? Parece, como é que eu posso descrever isso, sabe? É, é, é, é, é um casal que casou, mas não tem coragem de assumir legalmente, assumir a responsabilidade, assumir
26:10
Speaker A
legalmente, assumir socialmente. Então, o papo é eh não, a gente é namorado, não é um casal falido, é como navio atracado nas rochas. Aí verdadeiramente não casa, leva anos nesse relacionamento até chegar à conclusão. Não deu certo. Só agora que
26:27
Speaker A
perceberam depois de anos, olha, é falido, é desgastado. Ou então vamos morar junto, não é? OK, vamos morar junto, tal, né? É, mas por que morar junto? Não, porque é melhor, sabe? Não tem aquela, não tem aquele investimento é para fazer casamento,
26:46
Speaker A
convidados convite festa bifet a a a as a roupa de noiva, o vestido de noiva, o trage do noivo e tal e não vamos morar junto e tá beleza, né? Para quê?
27:03
Speaker A
Casar, assinar o papel? Ué, e qual o problema? Qual o problema em em assinar um papel? Se o problema é esse, e qual o problema então em em assinar um papel?
27:16
Speaker A
Será que você não tem coragem de assinar um papel? O que o papel pode fazer contra você? Qual o problema do papel?
27:24
Speaker A
Então, por que que você não assina o papel? Ué, é um papel, uma caneta. Assinou, pronto.
27:30
Speaker A
Qual o problema com isso? Porque assim, ah, não, mas aí a a os direitos é o mesmo infelizmente.
27:41
Speaker A
Não, então deixa como está. Não, você vai ficar na ilegalidade. Se você é que você quer, vai em frente. Só que tem um detalhe, os fornicários não herdarão o reino. Tá escrito, não sei o que tô dizendo, tô inventando. Qualquer coisa,
27:51
Speaker A
você vai lá no sindicato da Bíblia e fala com o responsável, o Espírito Santo, e faz uma queixa, põe na justiça, pede uma restituição, uma indenização, porque assim tá escrito, os fornicários de fornicação, a perversão sexual que tá
28:05
Speaker A
em alta, que tá em moda, que se tornou comum, mas não é normal, não herdarão o reino.
28:11
Speaker A
Então, muitos estão convencidos, mas não são convertidos. Estão na igreja, mas não estão em Cristo. Converta-se, arrependa-se ou morra.
28:22
Speaker A
Então, só observação a fazer. Então essa pessoa vai ter uma séria dificuldade de relacionar, vai aprender a resistir todas as mulheres com exceção de uma a mamãe, porque ele tá casado com a mamãe. Até que um dia ele consegue
28:34
Speaker A
casar, mas ele tá casado com a mamãe. Então qualquer coisa ele tem que perguntar a mamãe, a direção da mamãe, o limite da mamãe, a opinião da mamãe, a afirmação da mamãe.
28:46
Speaker A
E ele acaba de sair da casa da mamãe. Aí a mamãe fala assim: "Filho, amanhã eu vou fazer ela aquela comidinha que você gosta muito, tá? Vou fazer aquele prato que você gosta muito no almoço. Você não vai me abandonar com sua família, né?
29:01
Speaker A
Amanhã você vem para cá, né?" E ele se sente refém e com dificuldade de dizer assim: "Não, mãe, não vem". A esposa vai lá, faz a queixa e ele fala assim: "Você está sendo insensível, é a minha mãe".
29:15
Speaker A
Ou seja, ele ele é bígam e não sabe, ele tá casado com a mãe e tá casado com a esposa. Só que ele não pode assumir a posição do pai, o poder do pai, a autoridade do pai, assumir a
29:24
Speaker A
mulher do pai e nem tampouco tornar pai dos irmãos. É o herói. Futuramente eu quero falar, eu vou gravar também uma aula sobre eh personagens de uma família disfuncional, o bod expiatório, o herói, o palhacinho, a vítima, o o o mascote. Eu vou falar sobre esses
29:42
Speaker A
personagens de uma família disfuncional. máscaras para sobreviver. E esse é o herói, é o que assumiu a posição do pai, porque o pai é um passe bom.
29:55
Speaker A
Ou às vezes até mesmo o pai faleceu, OK? Mas às vezes é um ativo passivo, é um um falecido vivo, é um presente ausente.
30:05
Speaker A
Ele não exerce a sua função de pai. É um pai simbólico, social, legal, mas não é funcional. é um mero genitor.
30:14
Speaker A
Ninguém merece. E aí você coloca em risco seu casamento, você coloca em risco os seus filhos por causa da mamãe.
30:25
Speaker A
Deixa eu falar uma coisa para vocês aqui, ó. Quem emancipa filho não é mãe, é pai.
30:30
Speaker A
Quem corta o cordão umbilical é pai. Quem faz o rito de passagem é pai. Quem afirma é pai. Quem dá direção é pai.
30:38
Speaker A
Quem ponimite é pai. Quem gera segurança e proteção é pai. Quem dá destino paraa filha é pai. Quem ensina as escrituras paraa família é pai.
30:48
Speaker A
Pai é lei e ordem. É Pai que vai ensinar o filho a encarar o mundo lá fora.
30:55
Speaker A
Pai vai ensinar sobre conquista, poder, realização combate caçar desbravar pioneirar visões projetos planos proposta curto, médio, longo prazo, é pai, não é mãe.
31:10
Speaker A
E por mais que ela tente fazer isso, não vai dar certo, porque macho e fême os criou, não dá certo, nunca deu e nunca dará.
31:18
Speaker A
Eu lembro que há um tempo atrás eu estava em Macaé, morro de São Jorge, no interior do Rio, dando um seminário chamado Raiz da Orfandade.
31:30
Speaker A
E quando eu falava sobre essa cultura da do pai ausente e a mãe que assumem, haviam três senhorinhas naquela noite, no primeiro dia. Aí uma delas falou assim: "Eu fui pai e fui mãe". Aí a outra também pegou embalo e falou: "Eu
31:46
Speaker A
também fui pai e foi mãe". E a outra também aproveitou a situação e também afirmou que era pai e mãe. Eu disse: "Não, vocês não foram pais e mães não.
31:54
Speaker A
Nós fomos". Digo, não foram. Nós nós fomos não, não foram. Nós fomos não, não foram.
32:01
Speaker A
Vocês malmente tiveram tempo de ser mãe. Quem dirá pai? Primeiro macho e fême os criou masculino e feminino. Não tem como o pai fazer uma função que é de uma mãe, nem tampouco a mãe fazer uma função que
32:10
Speaker A
é de um pai. Nele não há confusão. Tudo que ele faz, inclusive o homem, chamou de muito bom.
32:16
Speaker A
é belo e é formoso. Ele fez de forma perfeita, cada um com a sua essência, cada um com seu código, cada um com seu chamado.
32:25
Speaker A
Márcio e fêmeos criou. Mas eu que saí para trabalhar. Eu digo, alguém tinha que sair para trabalhar, mas eu que botei comida em casa. Alguém tinha que colocar, mas isso não te faz pai. Sair para trabalhar, nem botar comida.
32:37
Speaker A
Mas eu que tive que pagar as contas. Digo bem, alguém tinha que pagar a César, da César, o que é de César e a Deus que é de Deus. Ou você paga a César, ou César corta sua água. Ou você
32:44
Speaker A
paga a César, ou César corta sua luz, ou você paga a César, ou César põe você para fora da casa dele.
32:50
Speaker A
Mas eu que dei estudo. Digo, alguém tinha que dar estudo, mas isso não te faz pai. Vocês malmente tiveram tempo de ser mãe, quem dirá pai?
32:58
Speaker A
Porque saíam para trabalhar de manhã e só voltava à noite. Como a minha mãe saía 6 horas da manhã e voltava às 23 no distrito de João Pessoa, quando o ônibus vinha trazer os funcionários e o último ônibus a entregar os funcionários era o
33:09
Speaker A
nosso. Eu ficava com a minha avó e meu avô, quando não na creche e eu fui menino de creche. Eu vou falar para vocês onde hoje a moda é colocar filho com três meses de idade, quatro, cinco, menos de um ano. Um ano na creche, é
33:20
Speaker A
claro, cada caso é um caso. Louvado seja Deus pela creche. Agora a creches e creches. A experiência para mim não foi boa. Eu não recomendo. Eu sugiro que você, mãe, se você pode, fique em casa, desista da ideia de competir com seu
33:33
Speaker A
marido. Estatus, poder, conquista, sucesso, dinheiro, fama. Nem nenhum sucesso vale em cima da família. Depois você vai pegar tudo isso que você conquistou e vai ter que investir para recuperar seu filho e vai chorar lágrimas amargas. É só ler Provérbios.
33:48
Speaker A
Ô, gente, vamos ler o manual. O manual é a Bíblia. quer dar certo na vida, quer acertar o caminho. Bíblia, o que a gente semeia hoje, a gente colhe mais tarde. Você abandona seu filho agora ou terceiriza educação com a babá
34:00
Speaker A
eletrônica, como tablet ou celular TV, mais tarde ele vai colocar você de frente para uma TV também, vai te dar um tablet e um celular para você se distrair e se distrair lá no asilo.
34:14
Speaker A
Já parou para pensar nisso? Vale a pena mesmo não criar vínculo, afeto, consolo percepção sensibilidade justiça, ensino. Aí eu não sei com que esse menino parece. Ué, parece com todo mundo na rua, menos com vocês.
34:31
Speaker A
Vocês não investiram tempo de qualidade. O seu filho vai querer lembrar de você não é pelo herói que você é, mas pelo humano que você é, pelo pai, pela mãe que você é. Uma coisa que eu sempre ensino pro meu filho, adultos erram.
34:46
Speaker A
Ele precisa saber disso, que adultos erram. Em nenhum momento eu quero aparentar ou me apresentar para meu filho como herói, alguém perfeito. Não, não quero que ele me veja perfeito, porque não quero que ele seja perfeccionista. Eu não quero que seja
34:59
Speaker A
medíocre, mas também não vou exigir que ele tire 10 em todas as matérias de todo ano letivo.
35:08
Speaker A
Isso é e se isso é ser burro, eu fico pensando como homens como Einstein reprovou tantas vezes na escola e não tirou tantas notas excelentes e o cara era um gênio. E agora qual o conceito de inteligente? Existem tipos
35:21
Speaker A
de inteligência, apesar que existem psicólogos de fama que não acreditam. problema dele. Eu acredito.
35:29
Speaker A
Eu particularmente tenho três tipos de inteligência. Então, se a gente parar para pensar, nós estamos cometendo sérios e graves erros com os nossos filhos.
35:41
Speaker A
Nenhum sucesso vale em cima da família. A família borda de cristal, as outras são de borracha. Se a de cristal cai no chão, para juntar os caquinhos vai dar trabalho.
35:51
Speaker A
Família quebrada é sociedade caótica. E eu não quero contribuir com isso. Eu não quero ter parte nisso, nem quero responder por isso. É por isso que a maioria dos filhos de cristãos não quer conta com Cristo e nem a igreja, porque
36:06
Speaker A
associa cristianismo com religiosidade, com religião, e associa Adonai com qualquer deus por aí, vingador, opressor, que só abençoa se der alguma coisa em troca. Isso é religião de órfão.
36:21
Speaker A
Marcos capítulo 10 versículo 14 diz: "Deixai vir os meninos a mim ou os pequeninos, porque dos tais é o reino de Deus".
36:33
Speaker A
Quando você para para pensar em uma criança, o que vem à sua mente? Como você pode escrever uma criança? Quando você pensa em uma criança? Quando você olha para uma criança na rua, na praia, nos braços dos pais ou de um adulto? Quando você
36:48
Speaker A
olha para uma criança, o que você vê? Porque o que você vê fala da criança dentro de você.
37:02
Speaker A
O que você vê, o que você disse, está dentro de você. Fala da criança dentro de você.
37:09
Speaker A
E as escrituras falam que aquele que não for como a criança, não literalmente, não, o adulto criança, aquele que não for como criança, com essas qualidades como pureza, inocência, ingenuidade, dependência criatividade singeleza, humildade. Aquele que não for como criança
37:28
Speaker A
não herdará o reino. Você quer dar o reino? Seja como criança, inocente, pura ingênua dependente criativa alegre, uma criança totalmente assim vulnerável, disposta, que tem uma cosmovisão totalmente inocente do mundo. Ah, Luís, eu sou adulta, eu sei que o mundo não é
37:58
Speaker A
inocente. O mundo não é inocente. É verdade, mas você pode encarar com a cosmovisão totalmente de uma criança o mundo lá fora. Isso não significa anular o seu discernimento.
38:16
Speaker A
Anular o discernimento é uma coisa. Algumas pessoas falam assim: "É porque falando não tem malícia". Não precisa de malícia, ele precisa de discernimento.
38:24
Speaker A
É diferente. Não confunda a malícia de maldade com discernimento. E realmente tem pessoas que são ingênuas porque elas não têm uma cosmovisão maldosa. São pessoas que acreditam, são pessoas que vê dentro de uma cosmovisão de inocência, de pureza, porque isso tá
38:41
Speaker A
dentro delas. E tem pessoas que só vem maldade, oportunismo. É porque essa maldade tá dentro delas.
38:51
Speaker A
É porque essa criança dentro delas é muito adoecida e ela precisa de cura. Então aquele que não for como criança não ajudará o reino. Se você quer dar o reino, seja como essa criança que tá dentro de você, com suas qualidades, não
39:05
Speaker A
com as suas feridas. Jung chama essa criança dentro de nós. E como eu disse, todos nós temos uma criança dentro de nós. Quem é essa criança dentro de nós, Luiz? São as nossas memórias de infância de 0 a 12
39:21
Speaker A
anos. Então, Kau Yung chama esse filho natural de criança maravilha, né? Nosso potencial inato. Quem é essa criança maravilha? O que é essa nossa criança maravilha? é o nosso potencial inato para exploração e criatividade.
39:38
Speaker A
Todos nós temos esse senso de exploração e criatividade. Você tem isso dentro de você. Muitas pessoas afirmam: "Não, não sou criativo." Claro que é, tem uma criança dentro de você, só não foi ativada e desenvolvida. Mas você tem criatividade,
39:54
Speaker A
você tem senso de exploração. Você precisa ativar isso na sua vida. Existe uma criança maravilha dentro de você e dentro de mim. dentro de nós, a criança reflete o que ela vive.
40:12
Speaker A
Dorotla, psicopedagoga norte-americana, escreveu um livro muito interessante chamado As crianças aprendem o que vivenciam. Na parte inferior, à esquerda do livro, ela colocou a seguinte frase: "O poder do exemplo dos pais na educação dos filhos.
40:27
Speaker A
O único evangelho que nossos filhos vão crer, converter, seguir e não se desviar chama-se o evangelho segundo o bom exemplo. Filho é a cópia dos pais.
40:34
Speaker A
Children see, children do. Criança vê, criança faz. Então, o único meio que nós precisamos usar para ensinar os nossos filhos o caminho que devem andar não é forçando-os a ler em Provérbios do dia primeiro ao dia 31, porque cometeram uma
40:52
Speaker A
falha. É não usar a Bíblia para discipliná-los. Ou seja, tirando-lhes o prazer e forçando-os a fazerem algo que não querem numa situação como esta, eles vão atribuir associar a Bíblia que se torn tornará sinônimo de punição. Então, um
41:10
Speaker A
tipo de livro que eles não vão querer ver. Então essa imagem de evangelho, essa imagem de pai, essa imagem de Senhor vai estar distorcida quando o único evangelho que eles estão lendo é o seu comportamento. Nós estamos agora com a geração que tá se formando
41:26
Speaker A
chamada geração C, que é a geração COVID. Mas antes da geração C, que é a geração COVID, temos a geração alfa que nasceu em 2010.
41:34
Speaker A
Geração que irá superar a inteligência dos seus pais. Geração Z. Geração altamente dominante, geração que o único medo de você liderá-los, conquistá-los, é com uma coisa, comerência. Eles querem conferir se o que você fala tá de acordo com o que você faz.
41:50
Speaker A
Eu cansei de evangelizar no carnaval em Salvador na minha época, quando estava fazendo ETED, escola de treinamento e e discipulado. No dia em que você tiver uma oportunidade de fazer uma ETED, faça, vai mudar a sua vida. Eu costumo
42:04
Speaker A
dizer que eu me converti na ETED. Escola de treinamento e discipulado, curso porta de entrada para você se tornar o nome missionário de Jocum e ter o seu nome registrado na Universidade das Nações. O curso que você imaginar da
42:16
Speaker A
Universidade das Nações e University of the Nation, você vai encontrar, seja religioso ou seja social.
42:27
Speaker A
Aqui você vai ter certeza do seu chamado. Então esse curso ele mudou a minha vida.
42:34
Speaker A
Eu entendi que o único evangelho que os nossos queridos vão querer, converter, seguir nos desviar é evangelho, segundo o bom exemplo. Quando evangelizava por quase do anos em Salvador, nos carnavais, nas festas populares, eu não lembro de uma situação em que
42:50
Speaker A
evangelizando, eu encontrei alguém que falou assim: "Olha, eu nunca ouvi falar de Jesus, mas quando eu começava um versículo, a pessoa na minha frente completava e eu julgava cristã e perguntava: "Por acaso você foi cristão? Eu não lembro de
43:04
Speaker A
um que evangelizei que não era desviado. Filhos de diáconos, pastores, mestres, apóstolos, diretores de campo, bispos, profetas evangelistas.
43:19
Speaker A
Mas o que que aconteceu, mano, que você desviou? Ele falou assim: "Cara, olha, eu cansei porque na igreja meu pai era uma coisa, mas fora da igreja meu pai era outra. Minha mãe era uma coisa, minha mãe era outra. Meus pais eram uma
43:31
Speaker A
coisa na igreja e fora da igreja meus pais eram outra. Eu não conseguia acreditar nessa verdade, autenticidade, nesse evangelho, nessa hipocrisia.
43:42
Speaker A
É o evangelho de fariseu, como canta a moça. Há muitos anos atrás, eu atendi um rapaz aqui, ele morava no Maranhão, hoje eu não sei onde ele mora, casado, bem-sucedido, advogado.
43:54
Speaker A
Ele me contou essa história em que ele cresceu a na dimensão e no contexto da sua denominação, uma denominação centenária no Brasil. Não convence tá aqui qual denominação, seu pai pastor.
44:12
Speaker A
E ele conta o que ele o que lhe aconteceu, que ele sofreu. Mas ele disse uma frase que marcou minha vida. Ele falou assim: "O meu pai Luiz, ele fedia e fede a ovelha, mas ele nunca conheceu o meu cheiro". Essa frase marcou minha
44:26
Speaker A
vida. O pai ficou sabendo que ele estava aqui em Curitiba. O pai de Curitiba veio aqui.
44:32
Speaker A
O pai se colocou à disposição. Coloquei ambos de frente, direcionei esse pai, emancipai esse filho. Esse pai pede perdão por todas as falhas e erros que ele cometeu como pai, como homem, como sacerdote, como pastor, acreditando que estava fazendo bem para o filho, estava
44:48
Speaker A
fazendo-lhe mal. E diz que nos na mesma idade em que o filho cometeu certos eres, também cometeu. E ali se cumpriu a palavra de Malaquias, capítulo 4, versículo 6, último livro e último versículo da velha aliança. E converterei o coração dos
45:01
Speaker A
pais aos filhos e dos filhos aos pais, para que o Senhor não venha f da terra com maldição. Na minha opinião, esse é o segredo do avivamento. Eu sei que o amor ao dinheiro é as raízes de todos os
45:09
Speaker A
males, mas em minha opinião, a semente, porque só se tem raiz, se tem semente. É a desconexão entre pais e filhos e filhos e pais.
45:22
Speaker A
Percebeu que a velha aliança termina com essa palavra e a nova aliança começa com essa palavra. João Batista declarando: "Eis que vem aquele do qual não sou digno de desatar as alparcas ou sandálias e ele converterá o coração dos
45:31
Speaker A
pais aos filhos e dos filhos aos pais". A velha aliança termina com essa palavra. A nova aliança começa com essa palavra, com tantas palavras para terminar de começar, porque justamente com essas.
45:45
Speaker A
Esse relacionamento entre Yesua e o seu pai Adonai. Esse esse desespero dos filhos pela figura paterna, Jacó e seus filhos.
46:02
Speaker A
Então vamos botar uma coisa na cabeça. Se você não assumir a paternidade dos seus filhos, não se preocupe.
46:12
Speaker A
O mal fará. O mal vai assumir de diversas facetas, formas meios. Se você não pastorear o seu filho, não se preocupe. O TikTok fará, o Facebook fará. O TikTok é proibir alguns países, inclusive na sua terra de origem China. E os
46:34
Speaker A
filhos do do dono do TikTok não permitem que os filhos façam conta no TikTok. Por que? Será? Como assim? Estranho? Você não acha?
46:43
Speaker A
Que coisa, né? Então, os filhos do dono TikTok não tem conta no TikTok porque o pai não permite. Também não é permitido na China e nem na Coreia, nem em outros países, inclusive comunistas.
46:59
Speaker A
Há quem diga que é uma ferramenta para manipular as nações e fazer dos jovens, que é o futuro da nação, é o futuro das nações e a força das nações, alienados. E hoje o que mais nós vemos é uma geração de alienados.
47:14
Speaker A
conectados desconectados. A geração foi a única geração que mais conseguiu seguidores. Eles conseguiram serem onipresentes. Está em vários lugares ao mesmo tempo.
47:26
Speaker A
Videochamada é um exemplo disso. Uma online, conectar várias pessoas ao mesmo tempo, várias pessoas conversarem em um só momento. Eles assim simplesmente acabaram com as fronteiras. Não existem mais fronteiras, não existe mais limites.
47:45
Speaker A
Eles estão conectados com o mundo inteiro através de um portal chamado celular. Eles entram na dark web, eles conseguem decodificar, conseguem invadir sistemas, eles conseguem eh eh eles conseguem coletar informações sigilosas, privadas, acessar documentos, imagens, fotos, tudo.
48:13
Speaker A
Consegue falar com várias pessoas ao mesmo tempo. Então eles estão conectados com o mundo inteiro, mas desconectados relacionalmente presencialmente já não se sabe. É uma geração que tem dificuldade de ficar 5 minutos calada.
48:29
Speaker A
Geração que não olha nos olhos, mas olham bem na lente de uma máquina, como eu estou olhando agora.
48:36
Speaker A
Geração que não sabe olhar nos olhos, geração que não consegue ouvir, geração que não sabe mais falar, geração que não tem caligrafia, geração que tá perdendo a digital, geração que aprendeu e desenvolveu uma linguagem decodificada, linguagem abreviada, VC, KD,
48:55
Speaker A
NDS. Já falou para pensar nisso? Geração pescoço de terço, geração com problema de coluna, geração com problema de vista, a geração que mais teve e tem problema de vista precocemente. Nunca houve uma geração no mundo tão precoce com problemas de vistas
49:14
Speaker A
como essa geração. Eu tô usando um e-mail agora com 50 anos de idade. da minha filha com 29 já usa óculos e com um grau considerável.
49:35
Speaker A
Geração com problemas de coluna, geração pescoço de texto. Geração cabeça baixo, geração cabeça oca, geração que não tem caligrafia, geração conectada e e conectada virtualmente desconectada da realidade.
49:50
Speaker A
Geração sem contato. Geração que se queixa com a mais solitária, tendo milhares, milhões de seguidores.
49:58
Speaker A
Geração que aprende duas, três línguas, não tem interesse em casar, não estão pensando em faculdade, são milionários com 18 anos de idade, YouTubers, influencers, um filósofo disse: "Se existe o influencer, é porque existe o idioters".
50:14
Speaker A
Não foi eu que disse. Se você tiver oportunidade, infelizmente, tiraram da Netflix. Por que será que tiraram da Netflix?
50:24
Speaker A
O dilema das redes sociais. Os próprios que criaram as ferramentas para o Instagram, Facebook, dentre outras redes sociais, eles mesmos dando palestras e conselhos e explicando que tudo começou com uma boa motivação. Mas em meio à caminhada, em meio à evolução,
50:41
Speaker A
eles foram se perdendo e se tornaram cativeiros. As redes sociais se tornaram cativeiros. percebeu que eh quando você para para pensar no termo usuário, o que que você lembra?
50:53
Speaker A
Dependente químico. Pois é, você que tem redes sociais, quando você vai colocar lá seu nome, sua senha, o seu login, tem lá usuário.
51:02
Speaker A
Percebeu? Pois bem, se você quer que seu filho se torne alienado e que tem uma série dificuldade para pensar, continue dando lente para ele. Continue dando celular, continue dando tablet, continue dando televisão.
51:19
Speaker A
Não dê tempo de qualidade, não relacione com ele, não sente na mesa com ele. faça o que ele quer e se prepare para ele não ter você nas suas memórias, porque o que mais vai marcar um filho é ele estar na sua
51:34
Speaker A
memória. Agora vamos falar um pouquinho sobre repetição externa. Vamos dar mais uma ênfase sobre comportamento e repetição externa. Então isso explica porque algumas pessoas sempre escolhem certos tipos destrutivos de relacionamentos.
51:50
Speaker A
É quando a pessoa fala assim, ó, menina, você não tá vendo não que esse relacionamento que você se envolveu é igual que você teve anteriormente. Você tá louca, você não tem vergonha na cara, não?
52:03
Speaker A
Aí a pessoa fala assim: "Não é porque eu tenho um dedo podre". Então faz o seguinte, ó. Amputa o dedo podre.
52:10
Speaker A
Não é dedo podre, é que você tem um padrão. Veja bem, a psicologia, a Dra.
52:15
Speaker A
Ctia Botroyod, se eu não me engano o nome dela é essa. Ela é uma psicóloga canadense, ganhou um prêmio por isso.
52:21
Speaker A
Ela diz que todo homem ele tem um modelo de mulher dentro dele e esse e essa mulher é a mulher da sua vida, saber a sua mãe, a primeira mulher da sua vida.
52:30
Speaker A
E geralmente homens casam-se com mulheres similares à suas mães, algumas até fisicamente falando. E toda mulher tem um modelo de homem dentro dele e alguns até fisicamente falando.
52:42
Speaker A
E essa mulher é a mulher da sua vida, a saber sua mãe, a primeira mulher da sua vida. Então, homens casam-se com mulheres similares à suas mães, algumas até fisicamente falando. Eu conheci um casal no interior do Mato Grosso que
52:54
Speaker A
quando eu olhei pra moça, a moça aparece demais com a mãe do rapaz. a ponto que se eu não soubesse que ele era o filho do casal, eu acreditaria que ela era a filha e ele era o gerro.
53:08
Speaker A
Eu fiquei chocado e eu pude comprovar o como e o quanto isso é real. Agora, se você foi bem resolvido com os seus pais, você não vai procurar no seu esposo papai, nem na sua esposa, a mamãe. Caso
53:20
Speaker A
contrário, você vai. Mas voltando aqui na repetição externa, isso explica porque algumas pessoas sempre escolhem certos tipos destrutivos. de relacionamento, né?
53:33
Speaker A
Por exemplo, na minha escola eu tive duas alunas do interior da Bahia, uma de Feira de Santana, a segunda maior cidade depois de Salvador, um sertão plano e também outro de de uma cidade chamada Senhor do Bom Filho. Já estive lá muitos anos atrás,
53:52
Speaker A
há mais de há quase 21 anos atrás, eu estive nessa cidade. E chegou um momento em que eu comecei a falar sobre isso e uma dessas moças me interrompeu e afir e e me fez a seguinte pergunta: "Você está me dizendo
54:08
Speaker A
então que os homens com que eu me relacionei?" Não, você está me dizendo então que eu estou procurando no meu namorado, meu pai? Eu falei assim: "Bem, eu não sei". Está devolvi a pergunta para ela. Falou assim: "Você me
54:21
Speaker A
perdoe, mas olhe, eu não tô procurando no no meu namorado do meu pai, não. Eu disse: "Que bom que você discorda?" Ótimo. Então, tudo bem. Só que aí o Espírito Santo me trouxe uma pergunta que ele fez e a pergunta foi: "O que
54:35
Speaker A
havia ou que há em comum entre o seu namorado e o seu pai ou os namorados que você teve com o seu pai?" Ela falou assim: "Ah, ela já se defendeu?" "Não tive muitos". Eu digo: "Não, não estou
54:45
Speaker A
dizendo que você teve muito ou pouco, só uma pergunta, não quero saber quantos". Ela falou assim: "Olha, eu nunca parei para pensar".
54:55
Speaker A
Eu disse: "Então pense". E ela pensou, pensou, pensou e ela começou a dar algumas características e ela percebeu que os namorados com quem que ela teve um dia, eles tinham muito em comum. Ela começou a descrever o que
55:06
Speaker A
havia em comum entre eles. E eu fui listando. Quando ela terminou, eu fiz a seguinte pergunta para ela.
55:15
Speaker A
Quando você olha para essas qualidades aqui, essas características, o que é em comum com o seu pai? E ela parou e ela olhou, ela leu e ela abaixou a cabeça.
55:22
Speaker A
Ela fez assim: "Eu não acredito." E ela ficou muito mal com isso. Ela voltou pra cidade dela e terminou com o namorado dela. Acho que o namorado dela me procura até hoje, no mínimo, porque ela entendeu o que ela precisava
55:43
Speaker A
não era do namorado, ela se acertar com o pai e com a paternidade do Altíssimo.
55:47
Speaker A
Aí a outra escandalosa falou assim: "Ah, gente, agora eu tô entendendo tudo agora entendi tudo.
55:58
Speaker A
Painho, painho sempre bateu em mainha. E eu sempre vi painho bater em mainha. Quando painho terminava de bater em mainha, painho dizia assim: "Eu tô te batendo porque eu te amo".
56:10
Speaker A
Oxe, é policial militar e todo homem que eu me relacionei ou era policial, ou era segurança, ou era da Guarda Municipal.
56:19
Speaker A
Há homens que sempre trabalhavam assim armado e homens fortes e todos eles me bateram. E quando eles terminaram de me bater, eles dizem a mesma coisa que painho. Eu tô te batendo porque eu te amo. Oxe, mas que negócio é esse, gente?
56:31
Speaker A
Isso deu um pânico na zona sul que, vocês não tm ideia. comportamento de repetição externa.
56:43
Speaker A
Além de ser um comportamento repetitivo padrão, era um comportamento de repetição externa. Elas estavam revivendo os seus traumas. Uma estava revivendo o trauma e a outra estava buscando os relacionamentos à sua paternidade.
56:59
Speaker A
Então vem a própria vida como uma série de traumas reciclados. E porque tantas deixam de aprender com os próprios erros, comete um erro atrás do outro de mesma natureza. A ponto que as pessoas falam assim: "Menina, você não tem
57:13
Speaker A
vergonha na cara não?" Isso gosta. Não é uma questão de vergonha na cara, gente.
57:18
Speaker A
Hoje para mim chamar uma pessoa de vagabundo, sem vergonha, cachorro, você não vale nada, você não presta, vai demorar um pouco. E quando eu penso em hereditariedade, em ancestralidade, quando eu penso em DNA, quando eu penso em maldições hereditárias, quando eu
57:35
Speaker A
penso em bênçãos hereditárias, quando eu penso em tipos de família, traumas, feridas da infância, abusos, vai demorar um pouco para me chamar a pessoa de vagabundo, cachorro, safado, sem vergonha.
57:46
Speaker A
Nós gostamos muito de falar assim: "Não justifica isso para mim é intolerância". Jesus não estava preocupado se justifica ou não, até porque o justo não justificou. e por ele somos justificados. Mas explica, gente, na sua vez, o que você o que você não
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Speaker A
quer ouvir é justamente o que você gosta muito de falar. Não justifica. Você quer que alguém pelo menos te compreenda.
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Speaker A
Eu tô preocupado em entender. Não tô preocupado se justifica ou não. Repetição dos atos de violência contra outros.
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Speaker A
Quando você não repete o que você sofreu na infância, é porque você tem medo de pegar uma boa vara e dar umas três varadas no seu filho ou na sua filha, porque ao fazer isso, você vai reviver o
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Speaker A
que você sofreu na infância, que não foi uma disciplina, foi uma surra. Então, para não doer em você, na criança que tá dentro de você, para não reviver esse trauma, você nem toca o dedo nos seus filhos. Só que aí você condena seus
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Speaker A
filhos a ser espancado pelo mundo, porque você não põe limite. Repetição dos atos de violência contra outros. A testemunha da violência é uma vítima da violência.
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Speaker A
Se um irmão fica vendo o outro irmão apanhar, ele tá sendo da ele está sendo vítima da violência tanto quanto o irmão que está sofrendo a violência.
59:15
Speaker A
Ele tá sendo violento, ele tá sendo é vítima da violência passiva, mas eles também tá sendo vítima da violência.
59:24
Speaker A
Então, tanto quanto, porque veja bem, o que está sofrendo a violência de forma ativa dói na hora e passa, fica na memória.
59:33
Speaker A
Fica na memória, mas o ardor passa. Esse é até mais propenso a perdoar, mas o que testemunha não dói na pele, dói na alma, dói na memória.
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Speaker A
Então, repetição dos atos de violência contra outros. A testemunha da violência é uma vítima da violência passiva. Fazer ou dizer aos nossos filhos o que já dissemos que jamais faríamos ou diríamos.
59:58
Speaker A
E aí entra o comportamento de repetição externa. É justamente isso, regressão etária espontânea, crises de raiva, distanciamento e etc.
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Speaker A
Porém, em prática regras idealizadas dos pais ou aquilo que foi declarado como regra para você, você também acaba declarando como regra paraos seus filhos. Rebelião exagerada, dentre outras coisas.
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Speaker A
E aí nós temos também o comportamento de repetição interna. Vamos voltar lá naquele exemplo de você lendo, tem, aprendendo a ler e a mamãe impaciente, batendo na mesa, dando um tapa nas suas costas e chamando você de burro e você chorando.
60:40
Speaker A
Aí você se tornou um adulto e aí você vai fazer algo que não deu certo, seja no trabalho, seja em casa, seja no que for. Quando você erra aquilo que você está fazendo, você fala assim: "Ó, tá vendo que você é burro?
60:53
Speaker A
Você tá vendo que você não aprende? Você tá vendo que você é idiota mesmo?
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Speaker A
Você está repetindo em você. o trauma, ou seja, é uma repetição, é um comportamento de repetição interna. Você está fazendo consigo aquilo que fizeram com você. Externo é quando você faz com o outro, como complexo de superioridade. Por
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Speaker A
exemplo, eu preciso humilhar alguém para me sentir superior, o famoso bullying. Eu humilho o outro para me sentir superior ao outro. Isso é o indicativo de uma baixa autoestima.
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Speaker A
Isso é uma ferida da infância. Repetição de comportamento externo. Eu faço no outro que fizeram comigo. Repetição, comportamento de repetição externo. Eu faço no outro que fizeram comigo.
61:37
Speaker A
Comportamento de repetição interna. Eu faço em mim o que fizeram comigo. Espero que você tenha entendido.
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Speaker A
A repetição interna consiste em repetir em si mesmo as violências do passado. É um autoabuso.
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Speaker A
Diz coisas como: "Seu idiota, como pode ser tão burro?" Frases típicas. Então, é provável que sua mãe fazia isso com ele ou com você quando você era pequeno.
62:13
Speaker A
A energia emocional que é repetida contra a pessoa, perdão, a energia emocional que é repetida contra a própria pessoa pode provocar graves problemas físicos, incluindo distúrbios gastrointestinais, dores de cabeça, tensão grave, artrite, asma, ataques cardíacos e câncer. Olha o que essa
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Speaker A
ferida pode causar no teu fisiológico. Repito, essa energia que você tem que externar numa terapia, na psicanálise ou na psicologia, né, ou no discipulado. essa essa essa essas emoções, esse conectar com a criança que nunca conectou para externar essas emoções que
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Speaker A
estão aí dentro, essa comida azeda, vamos assim chamar, essa energia emocional que é repetida contra você mesmo, contra a própria pessoa, ou seja, o a a o comportamento de repetição interna quando você faz em você aquilo que fizeram contra você,
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Speaker A
pode provocar graves problemas físicos, incluindo distúrbios gastrointestinais, incluindo dores de cabeça. incluindo tensão grave, incluindo artrite, incluindo asma, incluindo ataques cardíacos e câncer. E todos eles, de acordo com essa natureza é de ordem psicossomática, acaba sendo no corpo aquilo que você não externou,
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Speaker A
aquilo que você não falou, aquilo que você não colocou para fora. Então, acabou saindo no corpo. Essas angústias acabaram saindo no corpo em formas de doenças. Mas não são doenças, como já expliquei, a doença você toma um remédio e cura, mas é enfermidade. O que
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Speaker A
que é enfermidade? Você não cura, você controla. Então, o que que é isso? Acúmulos de coisas que você engoliu. O famoso engolir sapo. Pois bem, por este meio, o rei soube a verdade a tal respeito. E, indignado pelo engano
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Speaker A
praticado para com ele, reprovou a Abraão e restituiu-lhe a esposa, dizendo: "Que é isto que me fizeste?" O faraó disse isso para o homem de Deus. E quando um faraó chama o homem de Deus na xincha, é porque o negócio tá feio, né? É como um
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Speaker A
demônio manifestar e dizer assim: "Você não tem vergonha na cara não, você esqueceu que você é crente? Imagina por dissestes é minha irmã.
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Speaker A
Porque essa foi a sacada de Abraão, com medo de ser morto por causa da formos e da beleza da sua esposa. Ele omitiu uma informação que ela era a sua esposa. Ele apenas falou que ela era a sua irmã e era fato,
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Speaker A
era irmã e esposa. Mas ele omitiu que ela era esposa e apenas afirmou que era uma irmã. foi uma meia verdade, que é pior do que uma mentira completa. Então, aquilo que ele mais temia, ele aconteceu.
65:06
Speaker A
Porque qual era o medo dele? Se eu disser que ela é minha esposa, possa ser que pela beleza e formosura dela, venham tomá-la para si e veio me matar.
65:15
Speaker A
não chegou a matar, mas tomaram ela para si justamente por causa da omissão, por ele afirmar que era só esposa. O próprio faraó, por descobrir que ela era só esposa e não era, foi que por esse motivo, justamente o que ele omitiu que
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Speaker A
era marido, porque se ele soubesse que ela era, que ele era marido dela, ele não a tomaria, mas ele acreditou no contrário, foi que faraó a tomou para si aquilo que ele mais temia e sobreveio.
65:40
Speaker A
Olha o poder do medo. Por este meio, o rei soube a verdade a tal respeito, e, indignado pelo engano praticado para com ele, reprovou Abraão e restituiu-lhe a esposa, dizendo: "Que é isso que fizeste?
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Speaker A
Por que dissestes é minha irmã?" De maneira que houvera tomado por minha mulher. Agora, pois, eis aqui tua mulher, toma e vai-te. Gênesis, capítulo 12, versículo 18 e 19.
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Speaker A
Então, percebemos que Abraão não teve uma preocupação com a esposa, mas teve uma preocupação com ele.
66:18
Speaker A
Parece que ele não estava disposto a dar a vida pela esposa, assim como Cristo estava disposto a dar a vida pela igreja e deu. Aí você pode dizer, mas é porque Jesus ainda não tinha nascido e Jesus ainda não tinha declarado isso, né? E
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Speaker A
Jesus não tinha morrido pela igreja, sua noiva, que somos nós. OK? Mas ele sabia que o ofício dele como homem, como marido, como sacerdote era cuidar da sua esposa e está pronta a dar sua vida por ela.
66:46
Speaker A
Então ele não pensou nela. Então, percebemos ele com medo de perder a sua vida, preocupar com a sua própria vida, sendo egoísta, responda a sua esposa, acreditando que com isso iria livrar, livrá-la, omitindo e negociando a verdade.
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Speaker A
Nós sabemos que é um pai da mentira. E nessa brecha foi que aconteceu aquilo que ele mais temia, justamente por apenas ouvir que era irmã e não esposa.
67:12
Speaker A
Pois se faraó soubesse que era esposa, não a tomaria, a tomou. Agora não se sabe ao certo se chegou a possuí-la ou quase possuir. O Senhor interviu feró com enfermidade.
67:26
Speaker A
Ao descobrir que era esposa de Abraão, ele o repreende. Porém, eu começo a acreditar que realmente assim possa ser que faraó tenha a possuído porque ele dá um dot. O Dot é uma oferta de restituição.
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Speaker A
Talvez não a tenha tocado sexualmente, mas uma restituição pela moral, pela vergonha. Mas é engraçado que diz assim: "Por que dissestes a minha irmã de maneira que houvera tomado por mulher?" O que que você entende sobre isso?
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Speaker A
Qual o seu entendimento acerca dessa expressão ao ver a tomado por mulher? E para que dá um dote se ele não a tomou por mulher?
68:09
Speaker A
E o Dot foi justamente uma mulher além de presentes. Junto com esses esses presentes foi dado também uma escrava egípcia.
68:18
Speaker A
Ele vai para o Egito. Ele sai do Egito, leva o Egito junto com ele, mas parece que o Egito não sai dentro dele.
68:27
Speaker A
E lá na frente a escrava dela, Agara, a escrava da sua senhora, ou seja, de Raquel. Esta por sua vez, que não podia lhe dar filhos, Raquel, na sua ânsia, em sua angústia e frustração, aconselha o marido a dormir com a sua escrava para
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Speaker A
que os filhos dela fosse de Raquel. Quando o Senhor lhe disse e lhe prometera que daria um filho, abriria a madre da sua esposa, não ouvindo ao Senhor, como Adão não ouviu ao Senhor e nem Eva, frustrado por não acreditar como deveria acreditar
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Speaker A
na promessa, ele se precipita e gera um filho. E aí nós sabemos que Ismael é o pai dos povos árabes e nós sabemos que ele casa-se com a egípcia e dele descende as tribos árabes, onde hoje nós temos o islam.
69:21
Speaker A
Então a guerra entre cristão e islâmicos são a guerra de dois irmãos, Isaque e Ismael.
69:27
Speaker A
O poder da desobediência de um homem e de um conselho errado de uma mulher.
69:32
Speaker A
Ele não deveria ter aceitado aquela eh aquela oferta, aquele dote. Agora, por que será que ele aceitou?
69:45
Speaker A
Bem, essa conversa para outro dia. O que que eu tô querendo dizer para vocês com esse versículo, tá, Luiz? Mas o que que esse versículo de Gênesis capítulo 12 versículo 18 e 19 tem a ver com o comportamento de repetição externa
69:56
Speaker A
simples? Gênesis, capítulo 26, versículo 7, diz: "Quando os homens do lugar lhe perguntaram sobre a sua mulher, ele disse: "Ela é minha irmã. Teve medo de dizer que era sua mulher, pois pensou: "Os homens deste lugar podem matar-me
70:12
Speaker A
por causa de Rebeca, por ser ela tão bonita. Isaque, filho de Abraão, fez a mesma coisa que o seu pai fizera".
70:21
Speaker A
Então, nós temos aqui um comportamento de repetição geracional, tá? na Bíblia. O comportamento e repetição está na Bíblia. Abraão e Isaque, o mesmo erro do pai.
70:38
Speaker A
Freud chamou essa necessidade de básica de repetir o passado de compulsão de repetição. Repito, Freud chamou essa necessidade básica, inconsciente, muitas vezes de repetir o passado de compulsão de repetição. A grande terapeuta moderna, Alice Miller, a chama de lógica
70:55
Speaker A
do absurdo. Freud cita um exemplo de uma mulher que se casou três vezes e que em todas as vezes teve que cuidar do marido em seu leito de morte.
71:08
Speaker A
Ela casou a primeira vez, o marido morreu em seus braços. Ela casou a segunda e cuidou do marido até morrer.
71:14
Speaker A
Ela casou a terceira e cuidou do marido até morrer em seus braços. Ela repetiu por três vezes a mesma coisa.
71:23
Speaker A
Ela escolheu um perfil de homem. Ela escolheu um padrão de homem. Ela fez uma escolha inconsciente. Todos os três morreram do mesmo jeito. Ela cuidando dos três e os três morreram nos braços dela.
71:35
Speaker A
Ela viu seu pai morrer nos braços da sua mãe. Ela ficou presa no trauma.
71:39
Speaker A
Ela repete. Há uma escolha inconsciente, traços que a pessoa identifica para fazer essa escolha e está revivendo essas situações traumáticas. Lembra quando eu falei para vocês que mulheres casam com homem similares aos seus pais? Algumas até fisicamente falando. E os homens casamse
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Speaker A
com mulheres similares à suas mães, algumas até fisicamente falando. Pois bem, é isso aqui. Há uma escolha inconsciente, traços que a pessoa identifica para fazer essa escolha inconsciente e está revivendo essas situações traumáticas.
72:11
Speaker A
Em análise, na própria fala da pessoa, nós vamos extrair se há uma escolha inconsciente.
72:20
Speaker A
Quando uma pessoa se dá conta das consequências danosas provocadas por determinada experiência, ela deve, em vez de se recriminar ou querer mal ao seu semelhante, a aprender a aceitar ter escolhido, ainda que inconsciente, viver aquilo e a perceber
72:37
Speaker A
que não era algo bom para si. Não concorde, mas aceite. Mas também é preciso salientar que mesmo quando você diz: "Não quero mais viver isso", tudo pode voltar a acontecer enquanto isso não foi resolvido, ressignificado, enquanto você não
72:56
Speaker A
lamentar o passado, enquanto você não liberar o perdão, enquanto você não se perdoar, enquanto você não reviver esse trauma, enquanto você não voltar lá com o Espírito Santo.
73:10
Speaker A
Entenda uma coisa, uma pessoa dominada por antigos sofrimentos, antigos sofrimentos diz coisas que não são pertinentes, faz coisas que não funcionam, não consegue enfrentar as situações, foge delas, sujeita ao sentimento terrível de que não tem nada a fazer
73:31
Speaker A
na vida.
Topics:ferida da rejeiçãocaracterísticas psicológicascomportamento emocionalmemórias intrauterinasmáscara do fugitivosentimento de não pertencimentoisolamento socialdoenças psicossomáticasrejeição e abandonoautoimagem

Frequently Asked Questions

Quando a ferida da rejeição começa a se manifestar?

A ferida da rejeição começa a se manifestar da concepção até o primeiro ano de vida, influenciando memórias intrauterinas e o desenvolvimento emocional da criança.

Quais são as principais características comportamentais de uma pessoa com ferida da rejeição?

Essas pessoas geralmente apresentam isolamento social, evitam se expor, usam a máscara do fugitivo, têm oscilações emocionais e dificuldades em se relacionar.

Qual a diferença entre rejeição e abandono segundo o vídeo?

Segundo o vídeo, a rejeição ocorre pela pessoa do mesmo sexo, enquanto o abandono é causado pela pessoa do sexo oposto, cada um gerando diferentes impactos emocionais.

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