Então, se você adora os idiomas élficos da Terra Média e quer ver como criar idioma para o seu mundo, escute esse podcast até o final porque vamos dar muitas dicas para isso e para você não fazer cagada.
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Depende também da obra, isso para algumas pessoas isso está tudo bem, para outros leitores quebra a imersão quando eles percebem que a língua é da Terra.
Mas mesmo assim, a conlang, né, as palavras fantasiosas, tipo nomes de fantasia, dá toda mais imersão para mostrar que aquilo é um mundo de fantasia e que, e que você realmente é transportado para aquele mundo quando você vai ler.
Então, aqui um exemplo rápido aí para você que já assistiu e leu o Senhor dos Anéis, o Silmarillion, Minas Tirith, que fica em Gondor, Torre da Vigília, se eu não me engano, aquela cidade branca, parece um bolo, né, em plataformas, pelo menos lá no, no filme.
Ela é, tem esse nome, ela tinha um outro nome que eu não lembro agora, mas esse nome ficou ali porque ela está ali na fronteira com Mordor e ela serve ali para monitorar ali toda a parada dos orcs, do Sauron.
Não é tipo no meu RPG que eu dou, eu invento um monte de nome de fantasia que depois que eu vou dar algum significado, ou pego umas coisas do inglês também para misturar.
Mas lá tem muita propriedade, Tolkien ele era linguista também, estudava muita língua e tudo mais e ele criou várias coisas nos idiomas baseado em vários ali que ele sabia.
Sim, esse lance de não usar o nome para lugares, o nome da Terra no nosso idioma, também depende, porque assim, você usar um nome que é de conlang para lugares, dá uma sensação mais de algo estrangeiro.
Outra coisa também que a conlang ajuda, se você tem vários idiomas no seu mundo aí, você, o nome dos locais ou de personagens também são, você vê que o nome é diferente um do outro, dá uma puta sensação de diversidade, que o seu mundo é mais completo, porque, por exemplo, é, o nome Pedro versus o nome John.
Se você tem dois personagens que têm nomes que dá para ver que não são parecidos, a forma como ele é construído, ou locais, você abre um mapa e tem lá, sei lá, Ruder Arcanox, é o nome de um local, eu sei que eu peguei de um da Guerra da Destruição, Gako, mas tanto faz, é que me veio na cabeça agora.
Sim, você faz, você faz várias conlangs ali com uma pegada bem diferente, uma mais árabe, outra mais chinesa, uma mais russa e isso vai também da sensação de diversas culturas e nações e povos diferentes ali dentro do seu mundo.
Então você tem um, você fica num estado de fluxo, de desafio com diversão e com progresso também, cada coisinha que você vai colocando na sua conlang, você está havendo um progresso se formando, a língua se formando.
Você, em vez de realmente criar o que é importante para o seu mundo, para o seu RPG, para o seu livro, escrever o seu livro, criar as aventuras, você vai ficar fazendo língua.
É, isso aí Tolkien, que é o criador do Senhor dos Anéis, etc, tem bastante, é, é, outro, é, conteúdo falando que, obviamente, ele era linguista e a vida inteira estudando língua e criando e tudo mais, Hobb, etc.
E o Senhor dos Anéis também teve bastante enrolação para ele escrever e platôs que ele teve, teve uma parte do, antes do Balrog no, no Fellowship of the Ring, esqueci agora o nome em português, mas ele, é, aquela parte que eles ficam presos, se eu não me engano, antes dos orcs virem, o Tolkien deu uma travada ali, começou a enrolar para escrever o resto.
Só que então, pensa o seguinte, não fica muito tempo criando um, um idioma fictício, cria ali para o essencial, porque vai demandar muito do seu tempo para criar outras coisas que são mais importantes para a história ou para outras coisas e para RPG principalmente, se você está mestrando, para não ser um foco, porque no final isso é um bônus, né?
Se você for usar alguma frase ou algum nome que tem mais de uma palavra, que é tipo uma frase no seu livro, daí pode ser uma boa você ir na parte de sintaxe, que é como que a frase é construída.
A gente fala aqui no Brasil, se fala brasileiro, porque eu acho meio bosta, né, um país do tamanho de uma Europa, ficar roubando o nome da língua dos portugueses, né, porra?
Aí você decide também se você vai tacar outros detalhes visuais na pronúncia da língua também, como, por exemplo, a harmonia vocálica, como no finlandês, em que as vogais da sua língua tem que obedecer a uma regra de pronúncia de acordo com as primeiras vogais que vieram.
Você vai ter aglutinação na sua língua, que é um monte de palavra junta e forma uma palavra gigante de uma vez, como no finlandês, você vê lá a palavra com mais de 10 letras e é frequente isso no finlandês.
E aí você usa essas coisas aí, essas regras, elas vão deixar a sua conlang bem mais natural do que ser um monte de sílaba aleatória que você juntou para formar um nome de fantasia, que daí vai ter chance de ser tudo parecido e não, não ter meio que uma personalidade, não vai ser único.
Isso aí é uma coisa que eu falo no meu vídeo de como criar nomes de fantasia para o RPG, mas você também para escrita, é, que eu falo numa parte, o card está aqui, está aqui no card na descrição, o vídeo, que eu falo sobre dar um, um tempero para o, para a língua, para o nome que você está falando, tanto, tanto faz ser um local ou uma pessoa, um ser, um animal, que tem peso.
Mas eu estou falando aqui é mais para quem quer realmente criar conlang, porque você pode correr o risco de criar uns nomes de fantasia que seja bem parecido, mesmo.
Para criar uma conlang inteira, tipo, tudo bem se você estiver fazendo World Building por hobby mesmo, é, porque o que eu estou falando aqui de não criar um idioma inteiro é para quem quer, o, a criação de mundo é para livros, entendeu?
E ou se a sua conlang for realmente mesmo importante para a história, que você até que vai ter que ensinar o leitor talvez um pouco dela, daí é uma boa talvez você se aprofundar mais na conlang e ela ser importante para a trama, ser usada pelos personagens.