**Nem toda verdade precisa ser dita ( e entender isso muda tudo) — Transcript & Summary | SozAI**
Source: https://sozai.app/transcript/truth-not-always-need-said/

Gisela Vallin discute a importância de comunicar a verdade com amor e sensibilidade, evitando humilhar o outro.

## Key Takeaways

- A verdade deve ser comunicada com amor e sensibilidade para não humilhar ou magoar o outro.
- Adaptar a mensagem ao nível de compreensão e ao momento do interlocutor é sinal de compaixão.
- Ensinar e corrigir deve ser feito com humildade e pelo exemplo, evitando arrogância e pedantismo.
- Nem toda verdade precisa ser dita imediatamente ou de forma direta; o silêncio também pode ser sábio.
- Muitas vezes, o que consideramos verdade pode ser uma projeção das nossas próprias limitações.

## What the video covers

- Gisela Vallin reflete sobre a frase de Chico Xavier que diz que a verdade não deve ser usada para humilhar, pois isso é contrário à lei de Cristo.
- Ela destaca o exemplo de Jesus, que silenciou diante de Pilatos, mostrando que nem toda verdade precisa ser dita na hora ou da forma direta.
- A comunicação deve considerar o momento, o preparo e a sensibilidade do interlocutor para evitar magoar ou humilhar.
- Ser direto e falar a verdade 'na cara' pode ser visto socialmente como sinal de caráter, mas pode causar mais dano do que benefício.
- É importante adaptar a linguagem e o conteúdo da mensagem conforme o nível de compreensão e a vulnerabilidade da pessoa.
- Gisela usa exemplos práticos, como conversar com uma amiga em sofrimento ou com uma criança, para ilustrar a necessidade de empatia.
- Ela critica a arrogância e o pedantismo de corrigir os outros publicamente, defendendo o ensino pelo exemplo e pela humildade.
- A autora ressalta que muitas vezes projetamos nossas próprias sombras ao falar 'verdades' e que nem sempre sabemos tudo.
- A comunicação compassiva e caridosa é fundamental para respeitar o outro e promover aprendizado verdadeiro.
- O vídeo incentiva a reflexão sobre como e quando dizer a verdade, priorizando o amor e o respeito nas relações humanas.

Answers

## Questions about this video

Por que Gisela Vallin diz que nem toda verdade deve ser dita?

Ela explica que a verdade, quando usada para humilhar ou sem amor, fere o outro e vai contra os ensinamentos de Jesus, que valorizava a compaixão e o respeito.

Como adaptar a comunicação da verdade segundo o vídeo?

É importante considerar o preparo, a vulnerabilidade e o nível de compreensão do interlocutor para ajustar a linguagem e a forma de transmitir a mensagem.

Qual é a crítica feita sobre corrigir os outros publicamente?

Gisela critica essa prática por ser arrogante e pedante, defendendo que o ensino deve ser feito com humildade, pelo exemplo e no momento adequado.

## Full Transcript — Download SRT & Markdown

00:00

Speaker A

Olá, pessoal, tudo bem? Tô aqui de novo para conversar com o seu coração e não com o seu cabeção. Se você sente afinidade com a minha energia, então esse vídeo é para você.

00:25

Speaker A

Gente, para abrir os trabalhos hoje, eu me senti inspirada a falar sobre uma frase do Chico Xavier que eu gosto muito.

00:35

Speaker A

Que é de uma profundidade gigantesca.

00:38

Speaker A

Eu até postei esses dias nos meus stories, né?

00:40

Speaker A

Nessa frase, ele fala o seguinte: Sou adepto da verdade, mas acho que a verdade não deve ser lançada na cara de ninguém. Jesus silenciou diante de Pilatos.

00:58

Speaker A

Naquelas circunstâncias, adiantava dizer alguma coisa?

01:00

Speaker A

Nunca prevaleça da verdade para humilhar alguém. A verdade que esmaga está destituída de amor, o que é totalmente contrário à lei de Cristo.

01:52

Speaker A

Vou repetir essa frase final: A verdade que esmaga está destituída de amor, o que é totalmente contrário à lei de Cristo.

02:05

Speaker A

Eu acho essa frase belíssima, extremamente profunda, né? Ele cita esse trecho bíblico no qual Pilatos pergunta para Jesus o que é a verdade.

02:17

Speaker A

E Jesus se cala.

02:18

Speaker A

Eu acho que Jesus nos ensinava muito pelo exemplo, mais do que pelas parábolas, né?

02:27

Speaker A

Ele nos ensinava muito pelo exemplo.

02:30

Speaker A

E muitas vezes, equivocadamente, numa sociedade tão doente como a nossa, tão competitiva, na qual a gente aprende a se comparar com os outros desde cedo, a gente aprende que para você receber reconhecimento público, muitas vezes você precisa falar as coisas na cara e ser muito direto ao falar e tem todo um endosso social para esse tipo de comportamento mais reativo, né?

03:52

Speaker A

Como se isso demonstrasse caráter, fala, olha, aquela pessoa fala na cara mesmo, ela não é uma mentirosa, ela fala mesmo.

04:06

Speaker A

Ela fala o que ninguém tem coragem de falar.

04:10

Speaker A

Ela vai lá e põe o dedo na cara do outro e fala e faz e acontece.

04:13

Speaker A

Muitas vezes a gente vê isso como uma qualidade.

04:20

Speaker A

Porém, como muito bem nos explica nessa frase, quando a verdade, ela é usada para humilhar outra pessoa, quando ela é destituída de amor.

04:40

Speaker A

Isso é totalmente contrário ao que Jesus nos ensinou.

04:47

Speaker A

Porque a questão, gente, não é só o que a gente faz.

04:55

Speaker A

Mas acima de tudo, como a gente faz.

05:00

Speaker A

Parafraseando o Osho.

05:02

Speaker A

Vou dar um exemplo para ficar mais claro, pra gente sair da abstração.

05:07

Speaker A

Imagina que uma amiga sua, por exemplo, tá no momento muito difícil da vida dela, tá sofrendo por problema de relacionamento, problema no trabalho.

05:22

Speaker A

Tá com doença na família, enfim.

05:25

Speaker A

Ela tá num momento muito delicado, muito frágil, passando por uma dor muito difícil.

05:32

Speaker A

E aí, naquele momento, ela te pede uma opinião sobre uma questão do temperamento dela.

05:40

Speaker A

E você acha que não, que quem é amigo tem que falar na cara, tem que falar a verdade.

05:50

Speaker A

Porque se você disser na cara dela o que ela precisa ouvir, ela vai acordar.

05:56

Speaker A

E de repente, você vai e despeja ali um monte de coisa que para você é muito verdadeiro.

06:08

Speaker A

Às vezes você até faz isso com boa intenção.

06:11

Speaker A

Mas a sua amiga sai daquele encontro muito chateada, muito magoada, se sentindo humilhada.

06:24

Speaker A

Porque ela já estava num momento de vulnerabilidade, já estava num momento difícil.

06:33

Speaker A

E você, sem muita sensibilidade, sem muito tato, despejou verdades que a ofenderam, que a humilharam.

06:42

Speaker A

E aí você pode pensar assim, ah, Gisela, mas a pessoa falou a verdade.

06:48

Speaker A

Se a outra se ofendeu, é problema dela.

06:52

Speaker A

E não é bem assim, gente, a gente é responsável também pela forma como a gente fala.

06:57

Speaker A

Pelo modo como a gente usa as palavras.

07:00

Speaker A

Né? Então não é porque uma pessoa nos pergunta alguma coisa que a gente vai sair falando tudo o que a gente acha de maneira explícita, sem a menor sensibilidade para conseguir perceber o nível de consciência do interlocutor.

07:19

Speaker A

Para conseguir perceber se o outro tem preparo para acolher aquilo que a gente está trazendo.

07:24

Speaker A

Para entender.

07:25

Speaker A

Imagina que você está conversando com uma criança de 5 anos.

07:33

Speaker A

Essa criança, sei lá, ela faz uma pergunta super complexa para você.

07:39

Speaker A

É uma pergunta que tem.

07:41

Speaker A

Uma pergunta simples, mas teria uma resposta muito complexa.

07:45

Speaker A

É óbvio que para essa criança, você não vai responder do mesmo jeito que você responderia para um adulto.

08:00

Speaker A

Porque você entende que o nível de compreensão da criança, aquilo que ela pode entender naquele momento, é uma coisa.

08:10

Speaker A

Né? E um adulto é algo totalmente diferente, porque ele já tem maturidade para perceber coisas.

08:20

Speaker A

Que a criança de 5 anos ainda não tem nem estrutura no cérebro, não tem nem configuração cerebral para conseguir acolher uma informação que você está passando.

08:30

Speaker A

Uma informação mais profunda, mais filosófica.

08:34

Speaker A

A criança de 5 anos não vai entender.

08:37

Speaker A

O adulto entenderia.

08:38

Speaker A

Então você tem que adaptar a linguagem de acordo com o interlocutor, de acordo com a disponibilidade e o preparo do interlocutor.

08:47

Speaker A

Isso é sinal de caridade, é sinal de compaixão.

08:51

Speaker A

Imagina que uma pessoa.

08:55

Speaker A

Que é uma pessoa muito simples.

09:00

Speaker A

Às vezes a pessoa nunca estudou, às vezes a pessoa não sabe nem ler nem escrever.

09:06

Speaker A

E essa pessoa te pergunta, sei lá, alguma coisa de biologia.

09:14

Speaker A

Vamos supor que você entenda do assunto.

09:17

Speaker A

É óbvio que por perceber que aquela pessoa às vezes não tem condição de entender um vocabulário, às vezes mais profundo, mais erudito.

09:30

Speaker A

Você vai usar palavras mais simples.

09:33

Speaker A

Para você se fazer entender.

09:36

Speaker A

Você não está sendo falso, né?

09:38

Speaker A

Não é que você está subestimando a pessoa, não é isso, você está reconhecendo aquilo que a pessoa pode aceitar, que ela pode entender, que ela pode acolher naquele momento.

09:53

Speaker A

Isso é um sinal de compaixão, inclusive, pela condição do interlocutor, pelo preparo do interlocutor.

10:04

Speaker A

Você conseguir chegar no nível do outro.

10:06

Speaker A

Se fazer entender.

10:07

Speaker A

Então se você vai ter uma comunicação muito erudita, muito complexa com uma criança, óbvio que ela não vai te entender.

10:19

Speaker A

A menos que seja uma criança superdotada, né?

10:21

Speaker A

E às vezes eu acho curioso, porque eu vejo assim na grande mídia, né, algumas perguntas que eu, eu até acho assim curioso alguém falar dessa forma.

10:30

Speaker A

A pessoa fala assim, nossa, você estava numa rodinha em que você viu que uma pessoa falou algo que é errado e você não corrigiu essa pessoa.

10:40

Speaker A

Eu fico perguntando, né?

10:41

Speaker A

Imagina o pedantismo que seria você estar numa roda de amigos, alguém fala uma coisa errada e no meio de todo mundo você expõe a pessoa.

10:55

Speaker A

E você se sente no direito de julgá-la ali publicamente e de corrigi-la.

11:03

Speaker A

Olha o nível de arrogância, né?

11:05

Speaker A

Que uma pessoa tem que ter para, para ter essa postura.

11:10

Speaker A

Como se corrigir o outro publicamente, de fato, ensinasse algo para alguém.

11:20

Speaker A

Sendo que o maior avatar que a gente teve na humanidade, que era Jesus Cristo, não fazia isso.

11:30

Speaker A

Ele ensinava pelo exemplo.

11:31

Speaker A

Ele falava por parábolas.

11:33

Speaker A

Ele não jogava verdades na cara do outro assim, como se ele fosse o detentor do saber.

11:40

Speaker A

Até porque passaria uma postura extremamente arrogante, extremamente pedante.

11:49

Speaker A

Você ficar corrigindo pessoas publicamente.

11:52

Speaker A

Como se você fosse o detentor do saber.

11:54

Speaker A

Então, eu, eu não sinto que é dessa forma que a gente pode ensinar algo para alguém.

12:08

Speaker A

Até porque para a gente ensinar algo para alguém, em primeiro lugar, a gente tem que saber muito daquilo.

12:12

Speaker A

A gente tem que ter humildade também de reconhecer que a gente não sabe tudo.

12:20

Speaker A

A gente tem que saber se o outro tem preparo para entender.

12:25

Speaker A

Se o outro quer aprender aquilo.

12:28

Speaker A

Se ele nos perguntou, se ele nos pediu ajuda.

12:30

Speaker A

Senão o que a gente acaba passando é uma arrogância, é um pedantismo.

12:36

Speaker A

Então essa coisa de querer falar a verdade a todo custo, muitas vezes, se isso envolve humilhar o outro, desqualificar o outro.

12:50

Speaker A

Como fala Chico Xavier, é algo totalmente contrário às leis do Cristo.

12:56

Speaker A

Né? Então ter humildade também de reconhecer que nem sempre aquilo que a gente está falando é a verdade.

13:08

Speaker A

Porque às vezes a gente acha que é a verdade.

13:11

Speaker A

Mas se a gente também não se conhece, provavelmente quando a gente vai jogar aquela verdade na cara do outro.

13:18

Speaker A

Não necessariamente a gente está falando a verdade, muitas vezes a gente está projetando as nossas próprias sombras.

13:25

Speaker A

E ainda que seja verdade, será que o outro tem preparo para acolher aquilo naquele momento?

13:33

Speaker A

Será que se eu disser aquela verdade para aquela pessoa de uma certa forma.

13:40

Speaker A

E é assim que ela vai aprender algo?

13:43

Speaker A

Né? Comigo ditando regras para ela.

13:46

Speaker A

Será que ela quer aprender?

13:48

Speaker A

Será que ela está aberta a aprender?

13:50

Speaker A

E estando aberta, será que o jeito de falar, o tom de voz, o momento de falar também não influencia a forma como a pessoa vai absorver aquilo que eu estou trazendo?

14:00

Speaker A

Então, gente, essa coisa de, ah, tem que falar a verdade mesmo.

14:03

Speaker A

Porque amigo que é amigo não passa a mão na cabeça.

14:07

Speaker A

Eu não vejo dessa forma, eu acho que cada caso é um caso.

14:10

Speaker A

Eu acho que a gente tem que buscar muito autoconhecimento para procurar ser muito perceptivo, sensível e empático nas nossas relações.

14:23

Speaker A

Não é porque uma coisa é verdadeira que ela tem que ser dita a todo custo, de qualquer forma.

14:30

Speaker A

De uma maneira grotesca para outra pessoa.

14:33

Speaker A

Até porque a gente gera um karma quando a gente é grosseiro com alguém.

14:41

Speaker A

Quando a gente é direto demais e não doura a pílula no momento que a pessoa não tem preparo para acolher o que a gente está trazendo.

14:50

Speaker A

A gente vai construindo um karma ali.

14:53

Speaker A

Porque as palavras têm poder.

14:55

Speaker A

Se você lança aquela flecha na direção do outro sem o mínimo de percepção e empatia, em algum momento você vai ter que lidar com aquilo.

15:04

Speaker A

Aquilo vai voltar para você.

15:05

Speaker A

Nem que seja a energia negativa da pessoa que ficou com raiva de você.

15:09

Speaker A

Então, ter essa sensibilidade e essa percepção do que falar e quando falar, isso vem muito desse processo de autoconhecimento.

15:20

Speaker A

De integração das sombras.

15:22

Speaker A

E da humildade também da gente saber que não é porque a gente acha que uma coisa é verdadeira que necessariamente ela é.

15:32

Speaker A

E mesmo sendo verdadeira, há formas e formas de se falar, há o tom de voz mais adequado.

15:40

Speaker A

Para você conseguir viabilizar uma conexão empática com o interlocutor.

15:46

Speaker A

Há momentos também para falar.

15:50

Speaker A

Porque às vezes você quer falar a verdade, mas o outro não quer ouvir.

15:53

Speaker A

Ou ele não tem preparo.

15:55

Speaker A

Então tudo tem hora, gente, e cabe a gente se conhecer.

16:00

Speaker A

Para ter uma sensibilidade mais aguçada de saber o que falar e quando falar.

16:10

Speaker A

Entendendo que não é falando a verdade a qualquer custo que a gente vai de fato ajudar alguém.

16:20

Speaker A

Né? Até porque se falar adiantasse, bastaria falar coisas positivas.

16:26

Speaker A

Que as pessoas mudariam imediatamente.

16:30

Speaker A

Às vezes não é essa a melhor forma de ajudar alguém.

16:33

Speaker A

Muitas vezes a gente ensina muito mais pelo exemplo do que falando.

16:38

Speaker A

O próprio Chico Xavier era assim.

16:40

Speaker A

Ele falava muito pouco, né?

16:44

Speaker A

Mas ele agia muito.

16:46

Speaker A

Então ele ensinava pelo exemplo.

16:48

Speaker A

Sendo quem ele era, ele motivou o amor, a compaixão e a caridade em milhares de pessoas através do exemplo.

16:57

Speaker A

Ele não precisou ficar impondo nada para ninguém.

16:59

Speaker A

Então, muitas vezes, a verdadeira compaixão está aí, em ensinar pelo exemplo, ou em saber falar no momento certo, do jeito certo.

17:10

Speaker A

De modo a perceber se o interlocutor está receptivo para ouvir aquilo ou não naquele momento.

17:15

Speaker A

Gente, esse foi o meu recadinho de hoje.

17:19

Speaker A

Fez algum sentido para você?

17:22

Speaker A

Deixa seu like aqui para mim.

17:26

Speaker A

Compartilha esse vídeo com seus amigos.

17:28

Speaker A

E claro, se inscreva no canal se ainda não tiver inscrito.

17:31

Speaker A

Relembro a todos que eu tenho o meu clube de assinaturas.

17:33

Speaker A

É o Clube da Gisela Vallin com mais de 150 vídeos inéditos de autoconhecimento, espiritualidade, relacionamento, astrologia, desenvolvimento pessoal.

17:44

Speaker A

Então se você gosta do meu trabalho e quer ficar mais próximo de mim.

17:50

Speaker A

Se você quer ter acesso a esse material inédito e exclusivo.

17:55

Speaker A

É só você clicar no link que está aqui embaixo, no Clube da Gisela Vallin, aqui na descrição do vídeo e fazer a sua inscrição mensal ou anual.

18:04

Speaker A

Aquilo que você preferir.

18:05

Speaker A

Você será muito bem-vindo, muito bem-vinda ao clube.

18:09

Speaker A

Então é isso, gente.

18:11

Speaker A

Um grande beijo a todos.

18:12

Speaker A

Até os próximos vídeos e até os próximos áudios.

Topics: verdade comunicação amor sensibilidade Chico Xavier Jesus Cristo empatia humildade respeito relações humanas

Estudar este vídeo

- [Flashcards deste vídeo](https://sozai.app/pt/tools/ai-flashcard-generator/?from=transcript&id=15496)
- [Quiz sobre este vídeo](https://sozai.app/pt/tools/quiz-generator/?from=transcript&id=15496)

Grátis, feito por IA a partir desta transcrição. Sem cadastro.


---
This is the markdown twin of https://sozai.app/transcript/truth-not-always-need-said/ — the same content, without the markup.
Published by SozAI (https://sozai.app). Reuse and quotation are allowed with attribution and a link back.
Machine-readable index: https://sozai.app/llms.txt · data API: https://sozai.app/api/
