**ARQUITETURA DE RECEITA - Igor Mello | Papo de Escala #trafegopago #negocios #pmes — Transcript & Summary | SozAI**
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Igor Mello explica a arquitetura de receita, metodologia para planejar marketing, vendas e CS, visando escalar negócios no Brasil com eficiência.

## Key Takeaways

- Arquitetura de receita é essencial para escalar negócios de forma sustentável e planejada.
- Marketing, vendas e CS são pilares que devem estar integrados para maximizar resultados.
- Diagnóstico inicial é fundamental para identificar onde o negócio precisa melhorar.
- Empreender por necessidade sem planejamento resulta em negócios frágeis e improvisados.
- O mercado brasileiro está começando a adotar essa metodologia, que já é consolidada nos EUA.

## What the video covers

- Arquitetura de receita é uma metodologia originada no Vale do Silício para escalar negócios de forma planejada.
- No Brasil, muitos negócios começam como 'gambiarras' e precisam evoluir para um planejamento estruturado.
- As três áreas principais da arquitetura de receita são marketing, vendas e CS (Customer Success/atendimento ao cliente).
- CS é fundamental para manter e fidelizar clientes, sendo um diferencial competitivo ainda pouco explorado no Brasil.
- O custo de aquisição de clientes (CAC) está cada vez mais alto, exigindo maior eficiência na gestão de receita.
- O primeiro passo para implementar arquitetura de receita é realizar um diagnóstico profundo para identificar os gaps do negócio.
- Cada negócio tem suas particularidades, e a arquitetura deve ser adaptada conforme o problema principal: geração de demanda, conversão ou retenção.
- Nos EUA, o mercado é mais maduro e verticalizado, exigindo planejamento rigoroso para prosperar, diferente do Brasil.
- A arquitetura de receita ajuda a substituir improvisos por processos planejados, aumentando a chance de sucesso e escala.
- O planejamento para 2026 deve considerar a integração das áreas e o uso de tecnologias como IA para otimizar vendas.

## Chapters

1. 00:00 Introdução e contexto da arquitetura de receita
2. 04:09 Definição e origem da arquitetura de receita
3. 08:29 Diferenças entre o mercado brasileiro e americano
4. 12:35 Áreas principais: marketing, vendas e CS
5. 18:23 Importância do diagnóstico para planejar a arquitetura
6. 23:40 Desafios e exemplos práticos no mercado brasileiro
7. 29:48 Planejamento para 2026 e uso de tecnologia

Answers

## Questions about this video

O que é arquitetura de receita?

Arquitetura de receita é uma metodologia para planejar e integrar marketing, vendas e atendimento ao cliente visando escalar negócios de forma eficiente.

Quais são as principais áreas envolvidas na arquitetura de receita?

As principais áreas são marketing, vendas e CS (Customer Success), que juntas ajudam a gerar, converter e reter clientes.

Por que é importante fazer um diagnóstico antes de planejar a arquitetura de receita?

O diagnóstico identifica os principais problemas do negócio, como baixa geração de demanda, conversão ou retenção, permitindo um planejamento focado e eficaz.

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00:00

Speaker A

Então, se for parar para ver, a maioria dos negócios hoje são uma gambiarra que foi acontecendo, foi acontecendo, foi acontecendo. Acontecer é o empreender por necessidade, né?

00:06

Speaker A

Porque hoje tá cada vez mais caro de aquisição de cliente. Então são essas três áreas principais: marketing, vendas e CS.

00:17

Speaker A

Que mais me deixa puto é ver empresário que reclama que não tem o resultado que quer, mas tu pergunta pro

00:28

Speaker A

cara quanto que ele paga por cliente, ele não sabe. Por que que é bom o cara identificar o CAC? Porque um negócio nada mais é do que injetar dinheiro para sair dinheiro. Todo mundo quer que tu tenha resultado. Todo mundo quer um

00:49

Speaker A

cliente satisfeito. Essa que é real. Sensacional. Sejam muito bem-vindos a mais um papo de escala, claro, sempre acompanhado aqui do nosso diretor de marketing, Léo Rodrigues. E hoje um grande convidado. Hoje a gente vai aprofundar sobre o tema arquitetura de

00:58

Speaker A

receita com ele, um dos maiores conhecedores sobre o tema, Igor Melo. Muito obrigado. Muito obrigado, Liderry.

01:04

Speaker A

Posso chamar de Lídia aqui, né? Porque Lídia é a parada para quem é marqueteiro, para quem é marqueteiro. O Lídia acho que é o mais famoso, né?

01:16

Speaker A

E Léo, muito obrigado pelo convite, gente. É um prazer enorme estar aqui. Falar de arquitetura de receita, que é algo que é novo nesse nosso Brasil ainda, mas já é bem difundido para quem se aprofunda mais nos temas de marketing,

01:24

Speaker A

vendas. Então, a gente tá aqui para trazer tema que provavelmente quem tá aqui assistindo isso daqui descobriu, vai descobrir ou já está descobrindo esse novo universo.

01:30

Speaker A

Boa demais. Então, para quem tá nos assistindo aqui, já explica pra galera o que que é essa arquitetura de receita, de onde surgiu isso.

01:44

Speaker A

Uhum. Cara, arquitetura de receita basicamente é uma metodologia desenvolvida dentro do Vale do Silício, tá? Aonde as empresas de tecnologia elas descobriram um método muito mais eficiente para trazer escala. O que que eu gosto de dizer? É uma forma de eu

01:58

Speaker A

explicar arquitetura de receita. O que que acontece no Brasil? A gente tem um mercado que ele tá começando a ficar agora vermelho quando se refere a vender através da internet, tá? Nos Estados Unidos isso já é muito mais difundido.

02:07

Speaker A

Ou seja, os Estados Unidos ele é muito mais difícil de tu ter um negócio crescendo. Porque acontece, se for pensar nos Estados Unidos é difícil tu ver uma carrocinha, a não ser que tu vai para Nova York, mas é difícil tu ver uma

02:22

Speaker A

carrocinha de um cara que começou pequenininho e as coisas aconteceram. Tem isso de pequenos negócios no tempo que o McDonald's surgiu, no tempo que as primeiras surgiram. Hoje em dia qualquer negócio pequeno lá, ele é muito vertical. Então, tu vê, por exemplo, uma

02:33

Speaker A

uma lavanderia que o cara muitas vezes é listado na bolsa. Tu vê um negócio que é pequeno, um negócio de café, mas o cara também tem capital aberto. Então lá é muito difícil de tu ter um negócio, tu

02:49

Speaker A

criar um negócio e tu prosperar ele sem planejar. Então arquitetura, cara, de receita é você planejar para acertar ao invés de você só fazendo a gambiarra. E no Brasil, como esse mercado ainda ele é muito, ainda tem, né, tu tem que, tu

03:00

Speaker A

vai conseguir, as coisas vão dar certo, tu tem que ir lá, tu tem que fazer. Aí tem o churrasquinho do João, aí tem o a lancheria do Fernando, aí tem a lojinha da Bruna, aí o que que acontece?

03:06

Speaker A

Essa galera começa numa gambiarra. Então se for parar para ver a maioria dos negócios hoje são uma gambiarra que foi acontecendo, foi acontecendo, não foi acontecendo acontecer.

03:18

Speaker A

É o empreender por necessidade, né? Exato. E aí agora o que que acontece? Agora a gente começa a surgir uma necessidade de ter que arquitetar esses negócios para eles conseguirem ter o resultado que tanto eles querem, porque hoje tá cada vez mais caro custo de

03:26

Speaker A

aquisição de cliente, tá cada vez mais caro manter um cliente mais competitivo e aí é onde a arquitetura de receita começa a se fazer sentido no Brasil.

03:37

Speaker A

Beleza? E quais áreas entram na arquitetura de receita? É comercial, é marketing? Real? O que que tem dentro dessa tal arquitetura de receita? Cara, arquitetura de receita, eu gosto de dizer que ela é algo, tipo assim, ela é

03:48

Speaker A

algo que ainda ele é muito novo, tá? Sendo bem sincero. Arquitetura de receita, cara, no macro a gente fala de marketing, vendas e CS. Para quem não sabe o que é CS, porque eu gosto de falar com o empreendedor aqui, cara, CS

03:59

Speaker A

é atendimento ao cliente, é experiência do cliente, atendimento ao cliente, como que tu faz para manter aquele cliente, tá? Se tu tem, por exemplo, um vendedor na tua loja, por exemplo, tu tem uma loja de roupa, tu tem uma loja de

04:09

Speaker A

eletrônico, CS é o teu vendedor, pô, que é o cara que converte o cliente, ele é parte de vendas também, mas ao mesmo tempo ele é um cara que dá o suporte pro cliente, que mantém o cliente ali

04:24

Speaker A

fidelizado. É um CS, tá? Então são essas três áreas principais, marketing, vendas e CS. Porém, dentro de cada área existe, tipo assim, existe um universo porque vai de acordo com cada negócio, vai de acordo com cada estrutura e aí tu pode

04:30

Speaker A

ter um zilhão de subáreas dentro de cada cluster desse de marketing, vendas e CS.

04:40

Speaker A

Boa demais. E CS até um negócio que no Brasil tá começando também a ser aplicado, né? Eu lembro que há dois anos atrás eu tava na V4 e lá a gente tava implementando a área de CS como algo

04:51

Speaker A

novo. A massa. Eh, porém, cara, eu sou natural de São Leopoldo, pô. É. É. Tá, sim. A matriz era lá, eu trabalhava na V4 de Canoas, depois eu fui pra matriz também.

05:06

Speaker A

Eh, mas cara, beleza, é sobre planejamento da área de vendas, marketing e CS, porém como que a gente começa a planejar e acho que é legal até a gente trazer essa visão já para 2026, como que eu posso arquitetar?

05:18

Speaker A

É, arquitetar, tá certo? Arquitetar, acho que é uma boa. Arquitetar, planejar é, como que eu posso fazer essa arquitetura de receita para 2026? Quais são os primeiros passos para quem quer implementar isso, cara? O que que acontece? O que que é a

05:30

Speaker A

nossa tese, tá? Se for parar para ver até, por exemplo, próprio LDER aqui, fala-se muito de máquina de venda, arquitetura de vendas ligado mais para IA, né? Então, o que acontece?

05:43

Speaker A

Depende muito, o primeiro passo depende muito de onde que tu tá com problema, porque o que que acontece? Tu falar tipo assim, ah, eu vou arquitetar meu negócio. Depende. Por exemplo, quando a galera chega para fazer reunião conosco

05:53

Speaker A

lá, os empresários, primeira coisa é um diagnóstico aprofundado. Até tem cliente que fala: "Putz, mas eu só quero saber o preço, pô, cara, mas não tem como falar só o preço aí, etc e tal". A gente, cara, como que eu vou falar o

06:04

Speaker A

preço se eu não sei onde tá o teu problema? Então, a primeira coisa que tem que entender é para planejar é o que que tu quer planejar. Onde que tu tá com problema? Tá com problema em marketing, geração de demanda, tu tá com

06:16

Speaker A

problema de vendas, tu não consegue converter essa galera. A baixa conversão ou até mesmo o ticket, a margem que tu tá tendo, tá com problema de retenção de clientes, os clientes estão abandonando o teu negócio, compra uma

06:21

Speaker A

vez, nunca mais volta. Então, a primeira parte para planejar, cara, é literalmente tu fazer um diagnóstico do teu negócio.

06:37

Speaker A

Para mim, esse é o primeiro ponto, porque quando a gente fala de arquitetura, cara, como envolve marketing, vendas e CS, pode parecer pouco, mas é muita coisa, entendeu? Essa que é a verdade. É tipo assim, é fácil a

06:50

Speaker A

gente falar, faz isso, isso, isso, isso, isso. Só que de fato tu fazer dá muito trabalho. Fazer esse podcast aqui, por exemplo, é simples, é só sentar aqui e gravar, né? Na teoria. Na teoria é isso, mas para quem faz, tem que se planejar,

07:01

Speaker A

tem que saber o roteiro, tem que ter o convidado, tem que pensar no tema, tem que ter o estúdio. Então, para não perder energia, até porque a gente já tá em dezembro aqui, né? Basicamente dezembro, falta poucos dias aí.

07:14

Speaker A

Sim. Onde que tá o gap do teu negócio? Eu acho que esse é o principal ponto de clareza. Onde tá o gap? Tu tem problema de geração de valor, marketing, vendas ou CS? Acho que esse é o primeiro ponto.

07:25

Speaker A

Vamos.

07:39

Speaker A

eu quero vender mais. Ex. Mas aí eu vejo que assim, vender mais não vai resolver o problema dela. E aí a gente precisa dar alguns passos para trás, mostrar falta o planejamento. A pessoa não sabe nem o básico do básico,

07:50

Speaker A

missão visar valores da empresa dela, para onde ela quer ir. Ela quer acelerar pro lugar errado.

07:54

Speaker A

Tu quer ver qual que é o principal problema dos empresários? Eu acho que aqui vai gerar muito valor, cara. É o seguinte, o que mais me deixa posso falar a palavrão aqui? O que mais me deixa puto, velho, que mais me deixa

08:05

Speaker A

puto, tá, de fato, é ver empresário que reclama que não tem o resultado que quer, mas tu pergunta pro cara quanto que ele paga por cliente, ele não sabe.

08:15

Speaker A

Então, tipo assim, a gente tá num momento no Brasil, cara, tu não saber o teu CAC, para quem não sabe, a custo de aquisição é basicamente é o quanto tu paga para ter cada cliente, né? É a mesma coisa que um cara que quer ganhar

08:23

Speaker A

mais. Ao meu ver, eu vejo exatamente assim. É um cara que quer ganhar mais, porém ele não sabe lidar com 2000 que ele ganha por mês. Ele não sabe lidar com 3.000 que ele ganha por mês. Cara, se tu não tem, não sabe o que que tu

08:34

Speaker A

gasta, tu nunca vai enriquecer. Não importa se tu ganha 10.000, 20.000, 30.000, 50.000, 60.000, tu continuará pobre.

08:41

Speaker A

A mesma coisa é no negócio. Então, tipo assim, cara, existe uma existe um um um o brasileiro é mas existe uma parada que é a falta de estudo e a falta de diagnóstico.

08:53

Speaker A

Uhum. Então essa parada é é do CAC, por exemplo, para nós, tipo assim, mano, tipo, como que tu não sabe? Mas a grande maioria dos empresários não sabem quanto que custa para ter um cliente.

09:05

Speaker A

Mas isso não é algo meio exclusivo do digital, entre aspas essa? Ah, não. Acho que todo negócio tinha que saber e cuja que de cliente, quanto você paga no seu cliente.

09:13

Speaker A

Mas eu vou vou trazer tópic aqui pra gente assim como que o cara, por exemplo, que tem uma loja ali de, sei lá, um atacadão do braço, pode fazer. A gente tem, a gente tem inclusive casos que Atacadão entra em

09:27

Speaker A

contato com a gente, a gente tem clientes lá. Boa. Como é que esse cara identifica o CAC dele? Como que eu vou saber, Porque normalmente é PDV, não necessariamente online. Como que ele vai identificar esse CAC, cara?

09:36

Speaker A

Cara, primeira coisa é tu querer identificar e tu saber o por que tu tem que identificar. Antes de de ter esse essa tua pergunta, eu vou fazer um passo atrás.

09:44

Speaker A

Por que que é bom o cara identificar o CAC? Porque um negócio nada mais é do que injetar dinheiro para sair dinheiro.

09:51

Speaker A

Uhum. O negócio é isso, velho. Negócio que o cara acredita que Deus existe uma força divina que Deus vai abençoar ele do nada ele vai dar certo, cara.

10:00

Speaker A

Empreender dá tanto trabalho que seja para fazer um caminão de dinheiro. Exato mano. Empreender, o cara não sabe nem quanto ele tá tirando na ponta, né? Tá pensando em faturamento em vez de pensar em lucro né?

10:09

Speaker A

Exato. E aí, o que que acontece? Por que que o cara vai entender isso? Simples assim, para tu saber. É, é tipo tu entrar num carro, né? Entra num carro, eu sei quanto que tem que ter de gasolina, a distância eu quero chegar.

10:19

Speaker A

Então é tipo assim, quanto que tu tem que botar de gasolina nesse carro? Aonde que tu quer chegar? Então esse é o primeiro ponto. Então tu saber esse número do K de aquisição é importante para isso, para tu saber até onde tu

10:28

Speaker A

consegue ir. Uhum. Tá. Porque vou dar exemplo, se custa R$ 1.000 para tu ter 10 clientes, ou melhor, R$ 1.000 para tu ter um cliente, tá? E tu quer ter 10, tu sabe que tem que investir 10.000.

10:40

Speaker A

Uhum. Agora o teu sonho é é ter 100 clientes. Tu tem 100.000 para investir?

10:45

Speaker A

Provavelmente não. Então tira o teu sonho da tua cabeça. Uhum. Simples assim. Acho que eu consegui desmentificar o por que é importante isso. Agora, como que se faz?

10:55

Speaker A

Existem várias formas, tá? Mas a forma para esse cara, para ele dar o primeiro passo, existe o mundo ideal e o mundo real. O mundo ideal é ele saber do detalhe. O mundo real é o seguinte, cara. calcula

11:08

Speaker A

o quanto que tu investe em marketing como um todo. Fachada, divulgação rede social, influenciador, ã, às vezes tráfego pago, um social, calcula tudo que tu investe ligado a marketing.

11:20

Speaker A

Quando, no caso do atacadista, quanto que você tá deixando de ganhar algum produto que você tá usando para vender mais, né? Que tem muito isso no atacado.

11:27

Speaker A

O cara pega um produto e põe o valor às vezes até com prejuízo para atrair o cliente, para ganar em outros. Então ali você tá perdendo, então você põe no curso de aquisição.

11:34

Speaker A

Ex. É exato. Aí o que que acontece? Mas eu eu gosto porque isso daí o cara é difícil, o cara ter essa cabeça de É, eu fui de um pass de isca.

11:42

Speaker A

Normalmente ele vai saber que isso aqui é uma isca, tá? Então o que que acontece, cara? É simplesmente pega quanto que tu investe em marketing, o que tu considera marketing e vê quantos clientes tu teve que tu fechou. Tu já

11:52

Speaker A

vai ter um CAC aproximado. Igor, mas teve gente que não venho de lá, teve gente que vem desse lugar. OK. Então tem um C aproximado. Quer ter mais a poracidade nesse dado? Pergunta pro teu cliente da onde que ele vem. Quer ter

12:04

Speaker A

mais a poracidade nesse dado? Coloca numa planilha. Acabou. Tu tem o CAC. Não sei se a gente tá falando de atacado no geral, né? Tipo supermercado, essas coisas. Só imaginar quem provavelmente implementa arquitetura de receita muito bem, que tá

12:17

Speaker A

fazendo todo esse trabalho e chegou não chegou o Walmart. Então tem isso na ponta, a constituição dele lá de roda das pesquisas para saber de onde a pessoa veio. Através desses dados fez um modelo preditivo inteligência artificial para fazer

12:32

Speaker A

entender quando o cara vai voltar. Tu tem isso da ponta e falta esse nível de maturidade no Brasil.

12:36

Speaker A

E aí você falou muito bem, né, que o brasileiro ele é e ele é nos dois lados. Ele é para caramba enquanto empreendedor. Ele é raçudo porque ele quer fazer. Ele tira do zero pro batendo cabeça. Ele vai fazer

12:47

Speaker A

empreendedor Donato. Falta virar a chave do empresário. Porque empreender e ser empresário é uma coisa que tem que estar junto, é um yang, né? Então assim, é o cara tem que equilibrar essa raça de empreender, de levar o zero pro um, de de acreditar em

13:01

Speaker A

coisas que teoricamente os outros vão falar que é impossível, que não deveria fazer, mas ele precisa cada vez mais. E aí entra muito o nosso trabalho, tanto o seu lá, né, Igor, quanto o nosso empresa independente, de fazer ele virar a chave

13:10

Speaker A

do empresário, cara. Aí que tá, cara. Eu, a gente sempre diz na reunião, né? Beleza, o empresário é raçudo, etc e tal. tem meus parabéns.

13:17

Speaker A

Enfim, o Brasil é A gente que nem fala o pessoal do G4, nós somos os verdadeiros ã ã ã ã heróis dessa nação.

13:25

Speaker A

Somos porque a gente é tributado de forma absurda, o governo suga para O Brasil é Mas cara, não pode ser só isso. Exemplo. Ah, mas é que não tem tempo, é que eu tô na correria, cara. Paga quem tem. Outro tem tempo,

13:38

Speaker A

outro tem dinheiro. Simples assim. Simples assim. Tem muita coisa que eu não sei fazer. Eu contrato alguém.

13:45

Speaker A

Então, ah, o cara tá rçudo, cara, só vai atrás, faz as perguntas e vai atrás de quem consegue te ajudar. Esse é o principal pontozinho que o cara tem que fazer, porque sendo bem sincero, até em reunião, a gente fala: "O cara, não,

13:55

Speaker A

porque eu vou vou vou fazer, não sei mais o que lá, pararã e parar". A gente fala assim: "Cara, antes de apresentar o preço, a gente fala assim: "Cara, baseado em tudo que eu te mostrei aqui, o quanto que tu gostaria de ter isso

14:07

Speaker A

aqui?" Muito. O quanto que disso aqui vai ajudar a tua, vai resolver tua dor?

14:11

Speaker A

muito. Tá beleza. Ô Ler seguinte, o quanto que tu acredita que sozinho tu conseguiria fazer isso, velho?

14:18

Speaker A

Não conseguiria, porque lá no final o cara vai falar o quê? Não, mas eu vou pensar porque eu vou analisar porque cara, tu vai analisar o quê? Tu não, ah, porque eu vou, cara, tu não vai voltar porque uma coisa que tu não tem é tempo.

14:29

Speaker A

Porque a gente fala com basicamente com um cliente que tem dinheiro, né? a gente fala com o cliente, a gente aumentou muito nosso ticket por causa disso.

14:34

Speaker A

Então a gente basicamente fala pro cara, cara, paga quem consegue te ajudar, paga quem consegue te ajudar para tu conseguir sair dessa loucura aí e jogar o jogo dos grandes, do Walmart, da Netflix, da Smart Fit, de todos esses

14:45

Speaker A

negócios aí, porque, cara, o que divide essa galera é conhecimento que a maioria não tem. A minha opinião pura é essa sobre arquitetura de receita. Eu queria dar uns passos para trás. Você falou algo interessante eh sobre eh poder táar

14:59

Speaker A

cobrando mais caro, vendendo high ticket, acho do caramba. E mas de onde você veio antes de tá?

15:05

Speaker A

Porque eu te conheci já sendo essa referência arquitetura de receita. Entrei lá, vira um conteúdo massa, a forma que você comunica o empresário, eu acho do caramba. Mas acho que era legal você dar um passo para trás, entender

15:15

Speaker A

aqui que que você tava fazendo antes de estar falando sobre arquitetura de receita enquanto business.

15:18

Speaker A

Isso até é um tema bem polêmico, porque que que acontece? Que que acontece? Eu eu tinha uma agência, beleza? Vendia tráfego pago, tivemos diversos cases. Eu fui inclusive para Milão com o cliente ser reconhecido pela Armani devido ao resultado que ele teve.

15:34

Speaker A

Primeira viagem internacional que eu fiz foi por causa de um de um cliente. Eu gosto de dizer que um cliente ele literalmente muda a tua vida, tá? Ele muda literalmente a tua vida. Um cliente pode mudar a tua realidade. E mudou. A

15:46

Speaker A

gente teve tivemos vários clientes, enfim, eu enriqueci já com a agência. Essa que é a realidade. Só que teve uma coisa, cara, que sempre me deixou muito puto, que é ao mesmo e não tem, cara, pode fazer o que for, pode ser a agência

16:00

Speaker A

que for, o cara é o fulano, o cara é o Beltrano, o cara é o Sobral, o cara é o grande player. Aí não existe agência que entrega resultado pra grande maioria dos clientes. Não existe. Não existe. A

16:14

Speaker A

grande minoria dos clientes que chegam para uma agência, eles não, a grande maioria não possui resultado. Essa que é a verdade. Porque eu fiz, aí eu comecei a me perguntar, cara, por que que eu gero? Eu sei que nós somos bons, eu sei

16:28

Speaker A

que a gente gera valor, eu sei que a gente é muito esforçado porque, meu time lá é tá? Os caras ficam putos, ficavam putos quando saiu, cara, energia lá embaixo quando saiu um cliente e muitas vezes cliente cliente

16:38

Speaker A

dava vida, velho, e cliente pagando pouco. Aí a gente começou a analisar, cara, por que que esse cara não teve resultado?

16:45

Speaker A

Como aí que que a gente fez? A gente a gente já teve mais de 5000 clientes.

16:50

Speaker A

5000 clientes, desculpa, não, a gente teve mais de 1000 clientes, 5 anos de mercado, tá? Nesses 1000 clientes, a gente puxou uma lista. A gente puxou uma lista, cara. Quais foram os nossos principais cases? a gente começou a

17:02

Speaker A

cruzar dados com IA fica mais fácil, né? Puxamos as planilhas e tudo mais, a gente começou a analisar tudo isso e a gente começou a ver, cara, que o grande motivo porque a gente sempre teve o dossiê do ch.

17:13

Speaker A

Que que é o dossier do turn? é porque o cliente saiu e todas as vezes que a gente fazia essas reuniões de doc do turn a gente computava o motivo do cliente sair. Só que na totalidade quando a gente analisou esses dados, a

17:23

Speaker A

gente viu problema ou de venda, problema ou de marketing, problema financeiro, problema de atendimento muitas vezes. E a gente entendeu, cara, então quer dizer que independente do tráfego pago feito e e essa é a grande realidade, independente do tráfego pago feito, não

17:41

Speaker A

quer dizer se o cara vai ter resultado ou não. A gente chegou a ter cliente, cara bizarro, que o cara teve o maior mês de faturamento em dezembro, final do ano, em janeiro, o cara quebrou.

17:52

Speaker A

Mas como que o cara quebra? Por descompensação de caixa. O cara vendendo fora de margem, descompensou caixa, formato que ele cobrava. Inclusive, a arquitetura de receita fala muito sobre questão de formato de pagamento. A gente mudou o nosso inclusive. E foi aí que a

18:04

Speaker A

gente, aí que eu comecei a analisar. Aí o que acontece? Eu comecei a pesquisar.

18:07

Speaker A

Eu comecei na internet com inglês, que eu comecei a a estudar inglês na internet, Gary V, aquela Mário Vergara, aquela coisa toda. E comecei a aprender marketing digital ali. E eu sempre consumi muito conteúdo gringo. E aí até

18:20

Speaker A

que eu vi um cara chamado Jaco e comecei a me deparar com a questão, não sabia, mas era Winnie by Design. E comecei a estudar, falei: "Cara, faz sentido, faz sentido, faz sentido". Até que um dia eu fui no Mastermind e no Mastermind que eu

18:32

Speaker A

tava, veio um cara do Vale do Silício e esse cara falou sobre essa metodologia.

18:36

Speaker A

Eu falei caralo, isso daqui eu tenho que estudar mais. Eu saí de dois dias de encontro de masterm e fui direto só estudar isso. E foi onde eu comecei a me aprofundar, me aprofundar, aprofundar. Que que eu comecei a fazer? Eu comecei a aplicar no

18:52

Speaker A

meu negócio. Aí começou a ter dias bizarro que a gente chegou a bater em um dia um mês de faturamento. Eu falei: "Caralho, é isso aí, velho? É isso aí.

19:02

Speaker A

Arquiteto de receita validado. Preciso fazer isso para meus clientes também". Aí eu comecei a analisar meus principais cases. A gente fazia muito além de tráfego, então da onde eu vim vir no mercado de agência. E eu comecei a

19:13

Speaker A

entender que, cara, literalmente tá mais do que óbvio isso daqui. Se o cara não tem uma um um negócio arquitetado, não importa o tráfego pago que tu faça.

19:24

Speaker A

Inclusive a própria arquitetura de receita deixa isso bem claro, que quanto a tua curva de aquisição, ela sempre vai ser negativa, que são as tendenciais lá que eles chamam, né? Então a tua curva de aquisição sempre vai ter negativa. Tu

19:35

Speaker A

sempre vai tende a lucrar menos na captação de cliente, sempre tende a ter menos clientes porque negócio vai ficando menor. Tu sempre tende a diminuir a tua lucratividade porque o negócio fica mais o mercado fica mais concorrido, mais concorrente entrando,

19:51

Speaker A

as ofertas ficam muito avaçaladoras. Então, por exemplo, quem trabalha com academia, como é que o cara vai bater a oferta Smart Fit? Não bate, Bate. Olha a estrutura dos caras.

20:00

Speaker A

R$ 99 por mês, tipo, não bate. Difícil a academia do bike, primeiro mês por R$ 1 também é É A Lov Seguros agora, inclusive R$ 1 o seguro do carro, pô, é Então a tua, sempre esses fatores vão baixar a tua a tua a tua a tua

20:13

Speaker A

margem de ganhos na parte da aquisição. E foi aí que eu vi, pô, isso daqui tá acontecendo todo o mercado, eu preciso me adiantar. Aí foi aí que eu me posicionei como arquitetura de receita e aí vem um monte de gestor de tráfego. E

20:26

Speaker A

aí, cara, eu apanho demais. Mas, mas aí eu apanho para dentro da tua história também, eh, já entra bastante uma área de CS, né?

20:34

Speaker A

Porque dos chur querendo ou não, é faz parte do do CS. Porém, pra galera que presta serviço e que tem agência, eu tive agência própria durante 5 anos e uma das coisas que eu aprendi na área de CS era justamente a gente

20:47

Speaker A

implementar uma rotina de CS, porque justamente dava para prever o porque que aquele cliente ia cair. Então, o que que a gente fazia na agência? Eu tinha lá no nosso Clickup uma lista com todos os clientes, ah, satisfação com tráfego,

21:02

Speaker A

satisfação com design, satisfação com atendimento, social media mídia. E ia marcando cluster de A até, acho que era até D que eu marcava e enfim.

21:10

Speaker A

E aí, que que a gente fazia também, cara? A gente pegava e ligava pros clientes, normalmente eu que fazia isso, ligava pros clientes e perguntava: "Cara, tô vendo aqui, a gente tá com métricas de tráfego boa, tá tudo fluindo

21:20

Speaker A

bem, porém eu vi que a tua nota de atendimento não tá legal. Por quê?" E aí eu entendia que muitas vezes o resultado que a gente botava como expectativa para aquele para aquele cliente aqui, a gente pensava que era

21:32

Speaker A

resultado, não era resultado de fato que ele queria. E aí a arquitetura de receita também prevê isso tá?

21:36

Speaker A

Exatamente. Que são são o o o os o VM, né, que tem as fases de VM, né, que é basicamente o valor que o cliente enxerga. Então, cada fase ele tem um valor. E aí que tá, quando tu façó tráfego, tu acha que o

21:47

Speaker A

valor que o cara vem aqui, ele vai enxergar durante toda a jornada, mas não é.

21:51

Speaker A

Uhum. Existem vários valores e vários momentos da jornada. Exemplo, teu amigo para um momento, teu amigo, tu é o melhor amigo dele, aí tu fala para ele que o quê? Que tu, ele fica empenhado, tu diz: "Cara, não vou te buscar

22:03

Speaker A

nesse momento de que tu deveria gerado valor para ele, tu não gerou valor. Putz, o Léo não gosta de mim". A mesma coisa é um cliente, velho. Mesma coisa é um cliente, tá? Então, por isso que, cara, não existe turn zero. Na verdade,

22:16

Speaker A

o turn bem alto no mercado, essa é a realidade. Todo o negócio, todo o negócio, tá? Inclusive, até porque ScaV4, inclusive agora tá falando muito sobre sobre a questão de monetizar clientes, aí o mercado todo começou a monetizar clientes, etc e tal.

22:30

Speaker A

Mas isso é a própria metodologia de arquitetura de receita que a V4 já sabe.

22:33

Speaker A

Sim. E aí até através do próprio setor de CS a gente fazia o serviço de farm, que é justamente isso que tu falou.

22:40

Speaker A

Então a gente ficava, pô, o cara ele não tá feliz porque daqui a pouco a estrutura de vendas dele, os vendedores não estão vendendo bem lá na ponto. A gente fazia o quê? vendia um treinamento de vendas e tal,

22:50

Speaker A

só que eu tenho certeza, o cara, a grande maioria não comprava. O cliente que vende tráfego, ele vem tendenciado a acreditar que o tráfego vai mudar a vida dele. Cara, a gente mudou. Eu gosto de dizer o seguinte, ó.

23:03

Speaker A

Todo negócio ele tem uma parcela, o resultado de um negócio, ele tem uma parcela de responsabilidade da qualidade do cliente. O negócio que tem os melhores clientes consecutivamente é o melhor negócio.

23:18

Speaker A

Tu traz um cara comprando de ti tráfego R$ 2000 e tu falou para ele lá que ia mudar.

23:25

Speaker A

Esse cara ele tende a não comprar mais nada de ti. Ah, Igor, mas eu monetizo meus clientes. Tu beleza, tu monetiza, só que tu tem que ter uma base gigantesca.

23:33

Speaker A

gigantesca. Essa aqui é a realidade. É. E normalmente as promessas para vender esse serviço de R$ 2000 também são absurdas, né? Mercado é Muit a gente vê as agências por aí prometendo a vida, prometendo que vai mudar a

23:45

Speaker A

empresa do cara com servos de tráfego de E sabe o que é Sabe por que isso funciona?

23:49

Speaker A

Hã? Porque o cara é leigo e acredita, O cara é leigo e acredita. A, e aí entra lá no que a gente falou aqui no início, a questão do cara ser leigo. Para nós, se o cara fala, por exemplo, para vocês,

24:00

Speaker A

ah, cara, eu vou mudar teu negócio, eu vou fazer isso aqui vocês na hora já Isso aqui não é verdade. Isso aqui o cara tá vendendo mentira. Isso aqui eu quero ver como que ele vai entregar. A gente que é marqueteira, a gente gosta

24:10

Speaker A

de analisar a oferta dos outros, né? Quero ver como que esse cara entrega isso. É, não é possível que ele tá prometendo isso. A gente sabe. Mas essa é a nossa bolha. Essa é a nossa bolha. O cara tá no dia a dia dele lá com o

24:22

Speaker A

negócio dele, com as picas dele. Cara, se tu falar para ele que tu vai fazer aquilo, ele vai, ele quer, na verdade, é ouvir aquilo. Ele quer ouvir aquilo. E aí o que que acontece? Ele acredita. Por isso que o mercado tem isso. E vai

24:33

Speaker A

seguir vendendo até e vai ser assim. E muita gente vai comprar de agência, muita gente vai. Cara, é por isso que eu digo, tipo assim, para mim a agência ele é um negócio que, na minha percepção, ele tem os dias

24:46

Speaker A

que contados, mas existe a percepção no mercado. Então, tipo assim, por que que tem dias contado? Porque cara, se tu tem um negócio que é para dar resultado pro cliente, a agência não é mais um modelo. Agora, se tem um negócio para

25:01

Speaker A

ganhar dinheiro, vai lá, meu amigo, vai ganhar dinheiro para E uma dor de cabeça do Vai ter muito dinheiro para tu ganhar.

25:07

Speaker A

Só que que tá, lembra que eu falei que eu tinha enriquecido já? Então, que que eu fiz? Por que que eu agora para fechar esse looping, vim de agência, entendi esse mercado, tudo isso aqui que a gente falou agora? E aí eu,

25:18

Speaker A

cara, eu não tô mais num negócio para ganhar só dinheiro, porque eu tava com muita dor de cabeça. Eu tava ficando, cara, tipo assim, não vale a pena tu ganhar dinheiro e perder tua alma e perder tua sanidade mental,

25:29

Speaker A

porque é uma ter que, cara, a pior coisa pode fazer é vender para pobre, porque o pobre ele paga pouco e acha que e quer comprar tua alma. O rico ele paga muito e sabe que ele tá comprando só uma

25:39

Speaker A

coisa, porque o pobre é tudo que ele tem, aquele dinheiro é tudo que ele tem.

25:43

Speaker A

Então, se ele tá dando tudo que ele tem, ele quer tudo que tu tem. Simples assim.

25:50

Speaker A

É. E aí o dono de agência para manter a carteira E o dono de agência para manter a carteira, ele vende isso, né? Tem que entregar sugando, tem que vender na alma mesmo.

25:56

Speaker A

Ex. Exato. O cara, o gestor de tráfego ou onde a gente tiver assistindo isso daqui, cara, entendam, eu não, até vou olhar para lá, eu não sou inimigo de vocês. A verdade é que se tu for um cara

26:07

Speaker A

que não for apertador de botão, tu vai entender que a arquitetura de receita ela tá mais para te ajudar.

26:13

Speaker A

o teu negócio, o teu cliente abrir a cabeça dele, que eu sei que o teu problema principal é tu conseguir fazer ele, esse cara abrir a cabeça dele do que não, ele tá falando de de mano, teve gente falando, cara, gente no mercado,

26:25

Speaker A

gestão de tráfego, dizendo que não, porque ã inventam lá a engenharia e eu só vendo os comentários. Cara, se eu pegar meus anúncios, é o gestor de tráfego o dia inteiro me batendo. O dia inteiro. Eu posso te mostrar aqui.

26:39

Speaker A

Excelente, para acender sempre vai ter hater surgindo. Então quer dizer que o sucesso tá vindo.

26:42

Speaker A

Exato. Exato. O dia inteiro bater até no YouTube, comecei a produzir conteúdo no YouTube agora, já tive o primeiro hater no YouTube. Falei: "Opa, tá dando certo". Aí que que acontece, velho? Hã, se tu for um pouquinho ciente e tu for o

26:53

Speaker A

cara que fazer o trabalho de casa, assistir isso daqui e pesquisar sobre talvez no trabalho de vocês através do meu trabalho ou souber inglês, vai na própria by design, tem os cursos deles gratuitos basicamente no próprio YouTube, só tem que saber inglês. Então,

27:06

Speaker A

tipo assim, tu vai ver que a arquitetura de tá aqui mais para somar e que por isso, sabendo desse ambiente que eu vim, eu não devo mais nada para ninguém. Não preciso fazer essa parada só por grana.

27:17

Speaker A

é para mudar realmente o jogo de quem me contrata que a gente saiu de agência e para ir pra parte de arquitetura de receita.

27:25

Speaker A

Então hoje a gente é uma empresa, eu gosto de denominar a gente como uma empresa de uma assessoria de receita.

27:31

Speaker A

Uhum. Uma empresa de uma assessoria de receita com foco em receita. Muito massa. Sensacional. Eu fui curioso para entender assim, a gente que trabalha no meio digital, eu consigo imaginar aqui mais ou menos como que poderia fazer esse trabalho dentro de

27:44

Speaker A

uma empresa que é ali a mãe for produtora. Eh, é do meio digital já e tem uma estrutura já preparada, já às vezes ele já tem uma área de CS ou uma área de suporte, só precisa estruturar aquilo

27:55

Speaker A

para para ter essa mentalidade de receita como um todo, né? Mas e uma empresa que não é do digital, como que vocês entram na operação e entra e e implementa CS, talvez, ou você muda isso, você diversifica? Como é que

28:08

Speaker A

funciona quando é um cliente que não é do digital, por exemplo? Cara, a verdade é que hoje não existe empresa que não é digital.

28:16

Speaker A

Então, tipo assim, hoje em dia eu até tava fazendo um, eu tava fazendo um story sobre isso, né? Tipo assim, ah, o morar em Floripa é bom, porque aqui tem várias pessoas do digital. A verdade é que não existe mais empresa que não é

28:27

Speaker A

digital. Empresa que não é, que não utiliza o digital. É, lembra que a gente fala vai acabar?

28:32

Speaker A

Cara, já acabou. Hoje em dia toda a empresa é digital, cara. Tu vê qualquer negócio, qualquer negócio chega a gente prende: "Ah, mas eu faço tal coisa".

28:41

Speaker A

Cara, existe uma forma de tu se posicionar, tipo assim, é uma obrigação tu se estar posicionado no digital, senão tu perde valor. E valor é uma das principais características de marketing.

28:52

Speaker A

Se tu não gera valor, tu não tem valor, não te vem como percepção de valor.

28:57

Speaker A

Então, hoje em dia, toda empresa é do digital. Agora, acho que tá querendo dizer sobre tradicional, né? Uma empresa tradicional, né? Uma empresa tradicional com viés, tipo assim, por exemplo, uma loja de carro.

29:07

Speaker A

Justo, pode ser uma loja de carro, tá? Vou dar exemplo para ti um caso nosso que é o da Auto Houseous, tá? Auto Houseous é um cliente que chegou para nós, ã, e ele vende somente carro super esportivo, tá?

29:19

Speaker A

Somente carro super esportivo. Então ele tem vários clientes. Auto cara, literalmente até vou vou deixar aqui um corte para ele, cara. Eles são os maiores revendedores de carro de super carros do Rio de Janeiro. Então eles tm eles atendem a Arrascaeta, eles atendem

29:35

Speaker A

William Bonner, eles atendem Luciano Hul. Cara, eles são O que que acontece? Ele era muito bom nos bastidores, muito bom. Só que a gente, a primeira coisa quando a gente diagnosticou ele, falando de CS, por exemplo, é que esse cara, que que é a

29:49

Speaker A

principal característica de um bom CS? De um uma empresa que faz um bom CS? É que é ampla essa pergunta, né? Mas uma das características principais é criar comunidade.

30:00

Speaker A

Boa. As marcas grandes fazem isso, Rolex faz isso. Esse é o principal ativo das empresas.

30:05

Speaker A

Elas precisam estar pensando em consução de comunidade. Exato. Toda a empresa. Que que a gente fez, tá? Que que a gente fez? Cada cliente faz um um faz um compra um veículo, só que não é sobre comprar o

30:18

Speaker A

veículo lá na Auto Houseouse. A experiência deles é Que que acontece? Cada pessoa que compra lá tem direito a entrar em um nível de comunidade. E aí tem evento e aí tem isso. Então, arquitetura de receita na na prática para um negócio de de

30:34

Speaker A

veículo, negócio tradicional. Que massa, que valor agregado, né? pô, vou comprar um carro e entro numa nova esfera, né?

30:42

Speaker A

É. E aí tem carro de 1 milhão. Exato. Tem carro de 1 milhão, tem carro de 3 milhões, tem carro de 800.000 e 400.000.

30:49

Speaker A

Então, cada pessoa que tá ali tá com aquele grupo. E sabe o que que é o mais louco?

30:54

Speaker A

Tu não aproveita o teu carro de 800.000 com cara que não tem 800.000, que não tem outro carro de 800.000. Normalmente, para tu aproveitar um item, tem que ter outra pessoa ter esse item para essa pessoa entender o que tu sente. Senão tu

31:08

Speaker A

é simples. MW M3, seu amigo tem um polo, você não consegue nem acelerar que se o cara fica para trás. Não, o cara fica para trás não somente isso. Primeiro que o cara já vai se sentir ofendido. Na

31:16

Speaker A

grande maioria das vezes o cara foi escasso, ele vai achar, entra na questão pessoal, o cara vai achar que o quê? Que tá querendo se aparecer, quer ir com o teu carro agora quer se aparecer. Então o cara vai começar a

31:25

Speaker A

diminuir. Então tem coisas que tu não pode falar para não querer, não meio que ofender. Então exemplo, se tu é um cara de marketing e tu é inteligente para vocês são inteligente para vocês chegam para qualquer pessoa falando com você são, o que que

31:38

Speaker A

ele vai pensar? Ah, tá querendo se aparecer velho. Ah, só para falar que ele sabe lá. Agora na nossa roda, se tu fala aqui, ó, lá ele, né? Mas no nosso nosso grupo, no nosso grupo, no nosso grupo aqui, se a

31:52

Speaker A

gente fala já se babar, né? Nosso grupo aqui, ó, água errada aqui. É, mas o nosso grupo aqui, se vocês falam sobre marketing, como assim? Putz, não tinha me ligado nisso, velho. Putz. Então essa tese de tribo, tu precisa ter outras pessoas igual a

32:09

Speaker A

ti. E é o que a gente faz lá na Auto Houseous, por exemplo. E para você que não tem 400.000 para comprar um carro ou 800, compre um 4x4 e aprenda o que que é uma tribo. Eu comprei uma 4x4 e a gente sofre, viu? É

32:22

Speaker A

difícil de achar donos de 4x4, mas quando acha cria um grupo. Aqui em Florip tem muitos encontros também, encontros de carro antigo, vários encontros. Então, essa mesma base de CS, porque, cara, olha só que louco, olha, olha o ápice de uma experiência.

32:35

Speaker A

Olha o ápice, velho. Por exemplo, existem Fuca. A Volkswagen nunca fez isso. É só parar para anotar. A Volkswagen nunca fez isso.

32:45

Speaker A

Tem pessoas que por livre espontâneo à vontade elas vão lá, criam os grupos, gastam mais com os carros, vão pros locais, se deslocam, preparam o dia para ficar juntos. E a Volkswagen nunca fez isso.

33:03

Speaker A

Olha que Olha que erro, olha que olha que perca de dinheiro que eles estão deixando na mesa, entendeu?

33:08

Speaker A

Porque o valor tá no seu tempo com cliente, né? Exato. Assim, o cara tá deixando de ter esse tempo com o cliente ali para aumentar relacionamento, para vender um novo produto depois, porque para vender fazer esses obcessos, cross pra frente e

33:19

Speaker A

continuar mantendo ele dentro para esse o ponto de partida é você aumentar o tempo de relacionamento com ele né?

33:26

Speaker A

E a marca tá lá, tá lá, né? Eu não, eu eu não sei se eu concordo 100%. Pode falar, porque vamos lá, o legal dessas comunidades justamente esse contato próximo. A Volkswagen não consegue ter esse contato próximo, mas o que que eles

33:39

Speaker A

fazem para homenagear essa galera? Lançam edições especiais. Então vai ter um Fusca, sei lá, 200 anos, um Fusca 100 anos, que querendo ou não é uma homenagem para essa galera e eles se sentem representados dessa maneira.

33:50

Speaker A

Então é, eu entendo isso, mas eu tenho um contraponto que é o seguinte: tu concorda comigo que essas comunidades elas continuam acontecendo? Uhum.

33:58

Speaker A

Tu concorda comigo que onde tem uma acumulação de pessoas que t dinheiro? Com certeza.

34:01

Speaker A

Tu concorda comigo então que eles estão perdendo dinheiro e dado, né? Dando dado que eles podiam ter na base para aumentar a a melhorar os produtos.

34:08

Speaker A

Cara, a Fulltec, vocês conhecem a Fultech? Com certeza. O que que a Fultec faz aos domingos lá?

34:12

Speaker A

Cerza. Ah, tá. Agora eles sempre tem contas e agora tem também. Eles compraram o Velopark, né?

34:16

Speaker A

Eles estão vendendo alguma coisa lá? Não é branding. É, vendem, né? Na verdade vendem, mas é automaticamente. Eles vendem automaticamente eles vendem a marca. É, mas é que fan boy normalmente gosta de ser judiado, né? Um pouquinho. Todo fan

34:30

Speaker A

boy gosta. O cara que é fan boy da Apple, ele não gosta de pagar, eu tenho só coisa da Apple, mas ele não gosta de pagar 15, 20 pau no lançamento.

34:37

Speaker A

De certa maneira a Volkswagen faz isso, entende? Então não isso, isso é real. Isso eles fazem certo, eles aproveitam. Mas será que a Volkswagen não teria mais senso de marca? Porque uma coisa é faturar, outra coisa é valorização de marca.

34:54

Speaker A

A, o McDonald's não é empresa de de não é a empresa que mais fatura de de fast food, mas ela vale mais do que todas as empresas de fast food dos Estados Unidos. Então são coisas diferentes. A gente tá falando sobre marca, porque CS

35:07

Speaker A

nada mais é do que comunidade. Comunidade cria marca, marca cria retenção, retenção cria empresa de longo prazo. E arquitetura de receita é sobre fazer empresas feitas para durar.

35:16

Speaker A

Uhum. Não, para ganhar só dinheiro. O se tivesse nesses eventos, às vezes alguém ali comentou alguma coisa, exemplo bem simples, mas que vai tangibilizar isso, né? Alguém comentou: "Ah, tô pensando em comprar um Bid." Se o cara tá lá, ele vai, se a empresa

35:31

Speaker A

tá lá de uma forma lógica, ela tem que ser uma forma, não tá vindo uma palavra, tipo lúdica, ela tá ali, não para, né, investigar, mas ela vai pegando esses pontos, insites, vai entender que que ela ajusta na rota para não perder esse

35:41

Speaker A

ano ali, não tá acontecendo ali não. E a própria comunidade não vai deixar. exemplo, putz, velho, não viaja, pô.

35:49

Speaker A

Mas entendeu que startou isso é importante para tomar a decisão do estratégico e você não tá enxergando. Se você não está enxergando esse movimento que mesmo que ele não aconteceu, teve a faísca ali, a comunidade não deixou acontecer,

35:59

Speaker A

mas você não sabe o que tratou essa faísca, então você não está se preparando sa até mesmo que todo mundo começa a querer fazer isso, pô. Agora todo mundo quer, putz, que que esses caras tão pô se assustar o negócio cresce e aí ela

36:09

Speaker A

acontece de verdade, você não estava preparado. Ou seja, você tá tomando decisões estratégicas por falta de um bom CS e de estar presente nas comunidades ou construindo as comunidades, você pego de surpresa.

36:20

Speaker A

Então você quer tomar decisão estratégica baseado no no passado, é importante no track record, nos seus dados que você tem lá das vendas de todos os anos, das taxas de conversões do marketing. Mas se você não tá lá

36:29

Speaker A

conversando com um cliente na ponta verdadeiramente aumentando o máximo possível de tempo de contato com ele, é risco de você tomar um tombo desse sem perceber.

36:37

Speaker A

Exato. Exato. Então acho que tem um grande ponto que eu tô falando sobre isso que foi um insite que eu tive baseado na nossa conversa, o poder disso, né?

36:42

Speaker A

Sim. E tem várias outras coisas que a gente pega aí, velho. Várias outras coisas. Várias outras coisas. Porque no fundo ah tu ter o cliente próximo é o grande desafio.

36:54

Speaker A

É difícil tu ter escala e tá e tá conversando com o teu cliente. É difícil, velho. É difícil. E quantos clientes, por exemplo, teu tempo de agência lá que tu tinha agência, quantos clientes eles não tinham o melhor

37:04

Speaker A

resultado, não. Mas pelo simples motivo de tu ser próximo dele, ele nunca saiu. O nosso turn era baixíssimo, baixíssimo, baixíssimo, justamente por esse contato próximo que a gente tinha, né? Então, eh, o CS meio que transfer o nosso turn.

37:17

Speaker A

Antes a gente caía, sei lá, sete, oito clientes por mês. Quando a gente começou a aplicar, entender os dados, fazer as ligações, a gente caia dois, três no máximo. Então, e a gente começou também depois implementar a indicação e aí vira e de

37:30

Speaker A

fato a arquitetura vira vira uma arquitetura de receita. Exato. Exato. Exato. Bom demais. E cara, vocês implementam 100% e fazem rodar e o cliente depois consegue seguir sozinho ou é um serviço?

37:45

Speaker A

Como é que como é que funciona? A gente como é algo extremamente novo ainda, né?

37:49

Speaker A

Porque vou dar exemplo, existem várias várias e várias linhas, várias várias vários formatos de tu aplicar que critor de receita e aí até um pouco com o que o Lenck mandou pra gente assim: "Tá, mas como é que aplica num negócio, né? Então

38:02

Speaker A

o que que no negócio tradicional? a gente nós tivemos que adaptar um pouco pra realidade dos dos empresários que chegam pra gente, né? Porque vou dar exemplo, se a gente começar a falar muito sobre apuração de dados fielmente,

38:17

Speaker A

cara, acabou, não, eu posso vender isso pro cara, vai ser bom de vender, mas na realidade o cara não vai conseguir ter.

38:23

Speaker A

A grande maioria dos negócios tem nem CRM hoje, isso aqui é a loucura, né? É nossa bolha aqui, tipo, é óbvio, mas na grande realidade os caras não tm. Então o que que a gente tem? A gente adaptou

38:32

Speaker A

isso um pouco para os clientes que chegam pra gente, que são SB e Small Business também, ão, empresas pequenas e médias empresas, tá? A gente não tem nenhuma empresa Enterprise que a gente atende hoje. Ah, que empresa Enterprise

38:44

Speaker A

aí, basicamente o cara tem tudo, né? O cara tem recurso, tem gente para tudo quanto é lado, gente para fazer o que for.

38:49

Speaker A

Então, o que que, como que a gente aplica? A gente aplica ela baseada em fases. Então, todas aquelas fases que tem desde do, vocês vão imaginar aqui a ampuleta, né? desde a parte eh de potencial de impacto até impacto

39:02

Speaker A

realizado, o cara tem todas as etapas. A gente aplica aquilo por etapas no cliente. E também tem clientes que pode ter o o o arquitetura completa, mas hoje a gente vende as duas formas, né? Como que a gente aplica isso? A gente entra

39:19

Speaker A

dentro do negócio do cliente. A gente entra dentro do negócio do cliente. Então, por exemplo, vamos dar exemplo que o cara tá com problema de posicionamento tá?

39:27

Speaker A

que é outra coisa que pode parecer bizarro, cara. 100%, olha, não vou dizer sempre, mas 99% dos mercados, dos negócios hoje, o cara não sabe quem que é o cliente dele. Fazer uma simulação para vocês entenderem isso aqui na

39:39

Speaker A

prática. Olha o nível e tá tudo bem, nos paguem e a gente faz isso. Mas olha qual que é o nível que o mercado tá, cara, vem de agência, mas só chega ali de desqualificado para mim.

39:53

Speaker A

Putz, só gastei dinheiro. Aí a gente fala o seguinte: "É, beleza." Ô, ô, ô, Rafael, ô, Rafael, mas cara, o que que era leite de qualificado para ti? Aí ele fala: "Putz, velho, lead qualificado é cara que compra". Ah, lead qualificado é

40:09

Speaker A

cara que compra, Rafael. Tá, vamos lá, então. Rafael, me diz uma coisa. Ã, algum amigo teu já vendeu alguma coisa para ti? Algum amigo teu já vende alguma coisa? Tem algum amigo empresário? Aí o cara fala: "Sim, sim, tenho, tenho

40:22

Speaker A

vários amigos empresários." Beleza, teve alguém que tu já não comprou dele? Sim, deu. Então tu é um amigo desqualificado porque tu não comprou do cara?

40:30

Speaker A

Outra coisa não, mas a galera chegava e não respondia no WhatsApp, a gente ficava mandando mensagem, fala: "Ô, não entendi, Rafael". A galera não responde, né? Mas uma coisa, ô Rafael, tu já deixou outra família você responder no WhatsApp? WhatsApp é

40:43

Speaker A

corrido, né? Amigo, grupo de futebol, grupo de família, trabalho. Tu já ficou sem responder tua família, cara?

40:49

Speaker A

Já fiquei deu. Ah, então quer dizer que tu é um filho ou um parente desqualificado?

40:55

Speaker A

Não, não é bem assim. Então, a verdade é que o Rafael nesse caso, ele nem sabe o que que é um lead, o que que é um lead qualificado, o que é um lead desqualificado. O cara nunca ouviu falar sobre o que que é o ICP, que

41:07

Speaker A

que é o cliente ideal. Aí eu falo: "Ô, Rafael, me diz uma coisa, mas cara, o que que tu vende?" Cara, eu vendo, eu vendo carro, dar exemplo aqui de carro que a gente tá nessa, nessa linha.

41:18

Speaker A

Ó, melhor, vendo roupa, tá beleza? Tu vende roupa, Rafael? Show. Mas para quem que tu vende, Rafael? Cara, eu vendo roupa, cara. Eu gosto de quem tem dinheiro. Beleza, Rafael. E me tira uma dúvida, ã, quem que é esse cara? Cara,

41:33

Speaker A

dá exemplo de um cliente nosso, cara. É um cara ã ã emergente. É um um normalmente o cara tem de 17 a 30 anos.

41:42

Speaker A

Ah, beleza. Então, esse cara 17, 30 anos, show. Beleza. Esse cara é da onde?

41:46

Speaker A

Esse cara tem que ser da minha região. Então a gente começa a fazer o quê? Uma engenharia reversa para entender quem que é o ICP. A gente dá uma aula pro cara, o cara sai com o ICP montado. Aí

41:55

Speaker A

beleza. Ô Rafael, seguinte, agora sim, se chegar a gente nesse perfil para ti, aí é um lead qualificados.

42:03

Speaker A

Aí é um leíd desqualificado. Se o cara não tiver nesse perfil. Mas como é que tu vai descobrir isso, cara? Tu vai fazer as perguntas.

42:13

Speaker A

Qual que exemplo? Tá no Ah, Igor sou. Eu tenho uma loja de roupa que é um um negócio que o negócio que mais abre CNPJ no Brasil. Como que eu vou saber isso, Igor? Se o cara nem me responde,

42:22

Speaker A

primeiro tem que ter uma régua de contato básico. Isso aí tem que ter um CRM. Mas exemplo, o cara me chama, beleza? Primeira coisa que tu vai ver, tu vai lá olhar na fotinha do cliente para ver se o cliente é ele. Parece essa

42:33

Speaker A

pessoa. Parece. Bom, o DDD dele é qual? É daqui da cidade. Beleza. Por exemplo, Floripa 48. Putos daqui. Show, cara. Tu vai fazer perguntas para ele, cara, tu quer tu já conhece a loja? Sim, já conheço. Show. Então, o cara tem que

42:50

Speaker A

conhecer a loja porque o cara tá mais consciente. Então, tu já tem ali três perguntas que na grande maioria das vezes tu já pode dizer se o cara é qualificado ou não é. Tu só não sabe se o cara tem dinheiro para pagar. E aí é

43:01

Speaker A

outra parada. Mas é necessidade, né? Que se a gente for no band lá. Necessidade, cara, essa roupa tu quer para algo, tu quer para algum momento específico, tem algum aniversário, alguma coisa aí ou tu só tá pesquisando para porque tu se

43:13

Speaker A

interessou? Cara, na verdade é que eu tenho um evento para ir, o aniversário de 15 anos da minha filha, ou melhor que o aniversário de 15 anos da minha prima.

43:21

Speaker A

Se o cara tiver filho, nesse exemplo aqui, o cara é novo, já tem, pode ter filho 30 anos, mas vamos considerar que seja prima. Ah, aniversário da minha prima de 15 anos ou de uma amiga minha, pô, etc e tal.

43:31

Speaker A

Necessidade. Então, tu sabe da quem é o cara que ele ele parece ser o cliente ideal, ele é da região, ele tem a necessidade. Esse é um leite qualificado, pô. Só que a grande maioria da galera, eles não conseguem pegar

43:43

Speaker A

aquele comercial, por exemplo, e separar que que é lei qualificado, o que que não é. Porque le qualificado tu vai investir energia no cara, pô. Tu vai ligar, tu vai chamar no Instagram, tu vai fazer o que for, tu vai mudar de canal, tu vai

43:52

Speaker A

fazer o que for, né? Porque tu já pagou por esse cara. Então isso é são as formas que a gente vai aplicando nesse exemplo aqui. Por exemplo, um fluxo de marketing pro cara, né? Tipo, ou melhor, qualificação comercial pro cara. Aí

44:04

Speaker A

market, pô, como é que eu faço para atrair esse cara? Primeira coisa, quem são os influenciadores que esse cara, a gente faz todo marquetura de posicionamento aí, quem que é o influenciador que esse cara ã ouve? O que que a tua marca faz de melhor? Quer

44:15

Speaker A

ver um exemplo? Isso aqui é bem bom também. Exemplo de como que a gente implementa marketing pro cara, a parte de marketing.

44:23

Speaker A

Fernando, vamos usar o Fernando agora aqui. Exemplo. Ô Fernando, me diz uma coisa, cara. O cara tá na reunião. Não, porque eu quero gente que vai pagar caro, etc e tal. E eu quero gente qualificada que tem dinheiro, que me

44:35

Speaker A

responde e tudo mais. A gente fala o seguinte, tá? Beleza? Antes de eu te falar como que a gente vai alcançar esse cara, ô Fernando, por que que o Fernando tem que comprar de ti? Por que que eu

44:46

Speaker A

hoje compraria de ti e não do seu concorrente? Já teve cliente falar para nós o seguinte, lead, na verdade, nós tornou cliente, cara. Ã, ah, não sei te dizer.

44:59

Speaker A

Putz, velho. Tu é o dono do negócio. Tu não sabe falar teus diferenciados competitivos. Tu não sabe. Tu acha que o teu cliente vê isso?

45:06

Speaker A

Ele tá tudo estruturado. O time não sabe, ele não sabe, ninguém sabe, não sabe.

45:10

Speaker A

O negócio tá doecido. Exato. Aí que que a gente faz? A gente faz um, a gente chama isso de mapa, de fundação estratégica. a gente faz todo um estudo, todo um detalhamento, car, de umas 3 horas, todo um detalhamento, uma

45:23

Speaker A

pesquisa profunda com o cara depois que ele fecha, óbvio, com o nosso time para entender a tese e montar uma proposta única de valor, montar um posicionamento único, a gente monta tudo pro cara. E aí a gente, por exemplo, Instagram, os três

45:36

Speaker A

primeiros posts, a Bill, como que vai ser o destaques, como que vai ser o formato de a gente entrega pro cara.

45:40

Speaker A

Cara, agora tu tem que seguir esse plano aqui. Ah, eu tenho um videomaker que faz, traz ele pra reunião, a gente vai guiar para ele, manda o roteiro, como que ele faz? A gente estrutura o posicionamento do cara. Esse, por

45:50

Speaker A

exemplo, é a forma que a gente ajusta o a parte de marketing, posicionamento do cara. Então, assim que a gente faz normalmente é uma entrevista aprofundada, coleta todas as análises e depois traz a parada e depois aplica.

46:02

Speaker A

Mas cara, qual que é a importância do posicionamento nisso tudo? Porque o cara ele vai chegar com uma urgência de vender normalmente, né? pelo menos até pra gente que a gente estrutura a empresa e os processos eles têm urgência

46:13

Speaker A

de vender, eles não entendem a importância de algumas alguns processos nossos, por exemplo, MVV, eh estruturação de processo, enfim, várias coisas que a gente faz. E qual que é a importância do posicionamento hoje?

46:24

Speaker A

Existe algum exemplo de grandes pessoas que estão usando posicionamento para vender? Sim, eu posso dar o exemplo, por exemplo, né, de um cliente nosso que é, eu posso usar o meu, por exemplo. Por que que tanta agência me bate? Porque eu

46:37

Speaker A

tenho posicionamento único baseado em cima de direitor de receita. Uhum. Ponto. Se eu tivesse falando só de tráfego pago, mais de tráfego pago, eu seria somente mais um. Provavelmente não estaria aqui conversando com vocês, porque é uma tese única. Então a gente

46:50

Speaker A

estuda o mercado. O que que acontece? Putz, eu não tenho aqui, não tem como mostrar, mas o que acontece? Existe uma forma muito fácil de tu posicionar o negócio, que existe o diagrama de vem, que é o que os clientes querem, o que

47:03

Speaker A

tua marca faz de melhor e o que o teu cliente faz de melhor. É sempre essas três pessoas no campo, sempre o jogo de marketing. Existem três pessoas jogando, o cliente, tu e teu concorrente. Ponto.

47:15

Speaker A

Só que entre esses três existe algumas interseções que existe a tua zona de ganho. Que que é a tua zona de ganho? É o que tu faz, só tu faz. E normalmente só o que o que tu faz não é o produto

47:27

Speaker A

que tu vende, não é. A não ser que tu seja a meta, mas daí tem o TikTok.

47:36

Speaker A

Então nem próprio, nem mesmo as empresas grandes, elas têm um, tipo assim, tu não vai ter um produto único, mas tu tem como ter um marketing único. Vou dar exemplo aqui muito prático, que por exemplo a Dubai, tá? A Dubai é um

47:48

Speaker A

cliente nosso, eles vendem roupa, cara. roupa quer algo mais saturado do que roupa. Não existe.

47:56

Speaker A

Loja de roupa é o mercado que mais abre CNPJ no conforme segundo dados de BGE.

48:02

Speaker A

Então é o que mais abre. Se tu pegar os dados de que mais abriu o negócio foi vestuário, tá? E o que que acontece? Com uma grande concorrência, tu não tem diferencial, porque tu vende o mesmo produto. Inclusive, a Dubai, ela é uma

48:15

Speaker A

uma empresa que vende Armani, vende ã ã Lacost, vende Tomy Hill Finger, vende as marcas que existem franquias, que tu pode ir no shopping. Só o que que tu vê em todo shopping? Que que tu vê em todo

48:30

Speaker A

shopping em loja de roupa? O que que tu mais vê nas vitrines? Nas vitrines, além de roupa.

48:37

Speaker A

Além de roupa? É. Para mim é desconto. É sale. Ah, 50%ade. 30% 40% queima de estoque.

48:51

Speaker A

Se eu parar para ver, loja de roupa tá num momento, vestuário, tá num momento igual supermercado. Se tu vê promoção só hoje no supermercado, tu acredita ou tu não acredita?

49:02

Speaker A

Muito difícil. Tu não acredita. Por quê? Porque é algo que, tipo assim, tu já não sabe, tá nesse mesma coisa que tá acontecendo com o mercado de vestuário.

49:09

Speaker A

É tanta seio, é tanto disco que tu já nem mais acredita que é realmente desconto.

49:14

Speaker A

Isso e acho que isso tá até pulverizado. Acho que isso tá acontecendo em todos os mercados. Vídeo mercado digital também tudo é desconto, põe tudo num pacote só.

49:20

Speaker A

Isso é falta de disso, né, dessa estrutura, desse diferencial forte. Ah, e o que que é o diferencial que a gente fez no caso da Dubai, que é o caso que o Bill inclusive é muito bom nisso, que é o nosso cliente. Ah, que que a

49:31

Speaker A

gente fez, cara? Primeira coisa, a Dubai, ela é uma marca para emergentes. Então, a gente entendeu que na origem da marca é uma marca para emergente. Uma marca para emergente, ela é o quê? O emergente, que que ele gosta de fazer? O

49:44

Speaker A

emergente, eu sou emergente, pô. Eu sou emergente pô. E o emergente não é o cara que é pobre, não. O emergente é o cara que está em ascensão e enriqueceu. É o pobre que enriqueceu, tá? Então, o que que

49:54

Speaker A

acontece? Ser emergente é muito bom. O sonho de todo pobre é ser emergente. Essa que é a verdade. Me diz um pobre que não sonha ser emergente.

50:03

Speaker A

Todo mundo busca ser. Eu, graças a Deus, me tornei emergente, porque senão só seria pobre.

50:09

Speaker A

Essa que é real. Então, a Dubai a gente entendeu quem que é o cliente dele. E o cliente dele é o cara que começa a ter ascensão de dinheiro. E aí o cara, que que acontece? A Dubai, quando o cliente vai

50:21

Speaker A

lá, o cliente tira foto. O cliente tira foto e gosta de mostrar que comprou na Dubai, não o que ele comprou na Dubai.

50:30

Speaker A

Então, uma sacolinha laranja, a loja deles tem bar, a loja deles tem perfumaria e a loja deles Pasmen, não é uma loja de fachada.

50:39

Speaker A

A loja da Dubai é em prédio comercial. Então, o cara quando vai lá não vai para dar uma olhadinha, o cara vai para comprar. Então o cara chega lá, tem uma recepção, ele tem uma uma exclusividade, porque não tem várias

50:53

Speaker A

pessoas entrando, normalmente é o cara e mais um ou outro ou só ele lá. Então todo o atendimento música já, porque o público dele é emergente. Jovem, que que jovem gosta de emergente? Funk trap.

51:07

Speaker A

É isso que gosta do público dele que usa aquela. Então eles entenderam o mercado e começaram a trazer o quê? Qual que é o diferencial que nenhum outro faz? Eu vou dar exemplo. Se tu entra numa loja da

51:18

Speaker A

Lacost no shopping autorizada, quem te atende é tua tia. Quase é uma senhora que não representa nada da marca.

51:28

Speaker A

A música é uma música de shopping. O cara não te oferece uma água. Mas o branding da Lacoche por muito tempo, por exemplo, ficou em cima do quê? Ficou em cima dos MCs. E os MCs é o quê?

51:44

Speaker A

Funk. uma certa ostentação, Red Bull ou uma cerveja, uma parada, tudo isso os concorrentes não estavam fazendo. E foi aí que a gente posicionou a Dubai. E aí, como é que a gente faz? a gente prepara isso e começa a

51:59

Speaker A

externalizar isso, externalizar, externalizar isso. Exemplo resultado de tudo isso, a gente foi ã ã ã para Milão ser reconhecido porque a Dubai não só foi a primeira loja a vender Armani em prédio comercial, porque normalmente quando a marca vem, as marcas elas

52:16

Speaker A

querem um local que agreguem a elas, né? Tanto que tu não vê grandes marcas, por exemplo, tu não vê Luis Viton em qualquer cidade, tu não vê em qualquer shopping, tem que ser o tem que agregar o posicionamento da marca. E eles não só

52:29

Speaker A

foram autorizados, como foram os que mais venderam no sul do Brasil. Por isso que ele foi para Milã, porque a gente foi para Milã para ser reconhecido lá e tudo mais. E tem mais contato, porque eles querem as

52:38

Speaker A

marcas, as as fabricantes mesmo, as marcas, elas querem ter mais contato com os melhores revendedores, entendeu?

52:43

Speaker A

Questão do CS. Uhum. ão experiência, pagaram a passagem para ele, primeira classe, ele foi, voltou primeira classe, tô no rolê, entendeu?

52:50

Speaker A

Então, na parte do posicionamento, cara, se tu não tiver esse posicionamento para finalizar o o loop aqui da tua pergunta, é o quê? O posicionamento é uma roupa.

53:01

Speaker A

Se eu uso um Rolex, é porque eu quero mostrar para ti. Não adianta enganar, pô, eu tenho Rolex no meu pulso, paguei caro esse relógio. Eu quero te mostrar que eu sou uma pessoa de sucesso.

53:12

Speaker A

Ponto. Não existe quem compra Rolex que quer ver hora. Inclusive o meu tá sempre desatualizado, sempre.

53:20

Speaker A

Porque ele para depois eu fico tempo sem usar, não tem aquela caixinha daqui gira, tá ligado? Ã, então eu quero te mostrar isso. A mesma coisa é um negócio. Tu precisa mostrar pro teu cliente o porqu é a melhor

53:32

Speaker A

escolha. Só que isso não tem a ver com teu produto. Cara que chega: "Ah, o que que tu tem de bom? Ah, meu produto, meu atendimento." Isso não é diferencial competitivo, porque isso todo mundo fala. Então, tu tem que entender qual

53:44

Speaker A

que é o teu diferencial e botar a roupa do teu diferencial pro cara quando ele olhar para ti, ele vai dizer: "Putz, é isso aqui que eu quero".

53:53

Speaker A

Boa? E aí? Eh, beleza, estruturei meu posicionamento. A gente sabe que o mais uma das partes mais importantes é gerar demanda, né? Porque demanda vai gerar receita.

54:05

Speaker A

E qual que é a visão de vocês perante a gerar demanda? Empilhamento de funil?

54:09

Speaker A

Eh, qual estratégia você tem utilizado, cara? Sim, cara. Ótima pergunta. A gente tem utilizado, a gente até o Alfredo fala bastante sobre isso do G4, ele fala que marketing é empilhamento de sucesso, né? Então, cara, tu pode utilizar de existem

54:24

Speaker A

diversas formas de tráfego, existe como tu fazer tráfego em cima de uma polêmica, que é um tráfego que a galera mais tá usando aí com polêmica. Hoje em dia Instagram basicamente é um local de polêmica, é uma rinha de opinião. Essa

54:36

Speaker A

que é real. Ninguém tá mais no Instagram para aprender, ninguém tá ali para aprender, porque aprender hoje em dia tudo chat é PT e não vai ter ninguém que vai te ensinar melhor que ele. As pessoas estão no Instagram para ver a

54:48

Speaker A

opinião. E por quê? Porque a galera se ligou que isso é um ótima, uma ótima fonte de tráfego.

54:56

Speaker A

Então tem essa questão de polêmica que tu pode fazer. Inclusive, tem um player no mercado, ã, que ele fala que tem como tu escalar o negócio sem fazer tráfego, sem investir em anúncio, tá? Eu discordo disso, porque uma coisa é tu vender,

55:11

Speaker A

você tem uma alavanca que não vou usar. É, né? É assim, dá para você diluir, né?

55:15

Speaker A

Mas eu entendo seu ponto. Eu também descob, mas é que ele usa só como essa polêmica né?

55:19

Speaker A

É, ele usa como essa polêmica. Tipo assim, ah, vou zerar o teu custo de tráfego. Não existe, velho. Eu falo que tr aí que tem a minha tese. A minha tese é o seguinte: a agência não vai te fazer

55:28

Speaker A

escalar. Agora tu arquitetar o teu negócio em conjunto entre uma agência, aí tu vai. Por isso que eu digo que na minha na minha tese, na tese que eu entendo dos gringos e na tese que a gente utiliza e na tese dos nossos

55:41

Speaker A

maiores negócios é dono, planejamento de arquitetura de receita, planejar o teu negócio e aí tu passa pro nível operacional. Agência é nível operacional. Essa aqui é real falar: "Ah, não, porque eu vou criar estratégia, não sei mais o que lá parar

55:54

Speaker A

parar parar". Não vai, não vai. O cara não vai fazer isso. O cara vai ter um insightezinho ali tático, mas estratégico mesmo. Não vai saber custo, saber quanto que é e quanto que não é, etc. Tá, o cara não vai saber. Então,

56:06

Speaker A

nesse caso aí, no caso dele, ele gera tráfego assim, como que a gente faz, tá?

56:11

Speaker A

normalmente influenciadores, produção de conteúdo básica para posicionar ali o cara, ã, tráfego nas plataformas Facebook Google principalmente Facebook, Ads, meta, né, que é a melhor. Ã, outra forma também de fazer isso é através de de colab. Então isso é uma forma da gente fazer também,

56:30

Speaker A

pegar eh eh ã parceiros, né, que possam fazer isso e e gera um tráfego. Então a gente basicamente é empilha diversos diversos canais para conseguir gerar uma demanda ã ã uma demanda eficiente, uma demanda eficiente pro cliente.

56:48

Speaker A

E aí vocês aplicam o tráfego para essa galera também ou vocês terceirizam? Cara, aí que tá, a gente faz tráfego, sim, a gente faz campanhas de tráfego e aí vai ter os, "Ah, mas tu diz que não vem, que a agência é ruim, mas tu faz

57:01

Speaker A

tráfego." Mas eu não vendo só tráfego. Hoje quem chega para mim, quiser comprar só tráfego, inclusive a Isa aqui, a Isa vai poder dizer: "Cliente chega para mim: "Ah, mas eu só queria tráfego, a gente não vende." Por que que a gente

57:11

Speaker A

não vende? Porque nunca é só tráfegoo. A gente tem que dar muito, não. A gente tem que saber. Você falou um ponto muito legal que é: "Eu não vendo para pobre".

57:18

Speaker A

Vai dar maior problema. Fato. É fato. É, você já bateu cabeça com isso aí e viu que não é. Então a gente tem que saber dar muito não também enquanto empresa.

57:25

Speaker A

E sabe por que eu não vendo para pobre e digo muito não? Vou te dar o pronto central disso aqui. Não é só que eu não quero o dinheiro do cara, mas é que tem uma coisa que a galera meio que liga o

57:34

Speaker A

Eu sei que nem todo mundo consegue fazer isso, tá gente? Então tipo assim, não faça o que eu tô falando aqui, senão você vão queimar a oportunidade que vocês têm. Eu faço isso porque eu já tenho caixa para Eu faço isso

57:44

Speaker A

porque eu já enriqueci. Eu faço isso porque eu me liberei, mas antes eu não conseguia fazer isso. Antes eu tinha que realmente atender o pobre e fazer o que tinha que ser feito e tudo certo. Só que tem um efeito colateral. Que que é o

57:54

Speaker A

efeito colateral disso de tu atender um pobre? O cara que não tem estrutura nesse caso, que o cara, velho, ele tem uma coisa que o rico também tem, que é boca.

58:06

Speaker A

E quem tem boca e é frustrado, velho, te vai te denegrir muito, vai denegrir muito a tua marca. Então, cada pessoa que tu vem, por exemplo, um e compra de ti, o cara não tá no momento, o cara não

58:18

Speaker A

tá pronto e o cara só quer fazer aquilo ali, ele vai e tá frustrado e sai porque o cara vai dar merda. Vai dar merda. É fato. Pode não ser agora. Ele pode ter um muita gente fala: "Não, o cara vem

58:28

Speaker A

aqui para mim, teve muito resultado, agora saiu". Não cara, ele teve resultado para quem não tem nada, tu ter dois, três é resultado, mas quando o cara chega no trê, ele quer mais e aí ele bate no teto que não adianta, não

58:36

Speaker A

vai conseguir fazer. Então, para quem para quem não corre, sair para correr já é uma grande vitória. Para quem corre 5 km, tu correr 5 km não quer muda nenhuma, porque tu já corre 5 km, entendeu? Então o que acontece? Esse

58:48

Speaker A

cara, mano, ã, ele vai falar muito mal de ti, muito mal. E aí foi isso que a gente quis fazer. eu tô, eu vou, vou, se eu continuar assim, eu vou tá denegrando o mercado. Que foi o que a V4

58:58

Speaker A

fez, por exemplo, com as franquias. A V4 parou de vender franquia porque viu que tava a marca. Agora eles vão reabrir de novo em janeiro. Vão reabrir de novo franquia de novo.

59:07

Speaker A

Inclusive eles estavam com movimento interno de franquias maiores, comprando franquias menores para evitar o prejuízo. Porque grande parte das franquias lá só dava prejuízo entre pro caixa do cara que comprou a franquia.

59:20

Speaker A

Então eles começaram a se é aí eles começaram a se movimentar. As a top um vai comprar, sei lá, a franquia 60, porque daí pega os clientes, tenta dar um jeito e tal. Então, eh, foi um jeito que eles também acharam de,

59:32

Speaker A

exato. De de travar essa parada. Então, tipo assim, eles poderiam ganhar dinheiro, Den? Poderia ganhar para mas, cara, vai chegar, ia chegar um momento que já estava quase chegando, que existe um senso comum.

59:42

Speaker A

Quando falava de V4, falava de quê? Problema. Então, o que que eu não queria fazer?

59:48

Speaker A

Que que eu fiz quando essa parada de não vender pra prober tráfego pro cara?

59:52

Speaker A

Porque eu não quero que chegue um ponto da minha marca e chegar o seguinte, cara. Problema provisão, problema Igor, problema, não tive resultado.

60:02

Speaker A

Porque uma mentira falada muitas vezes por muitas pessoas se torna uma verdade. Se torna uma verdade. Então a para depois tu conseguir tirar isso é uma Então o que que eu fiz? Eu literalmente não simplesmente não vendo para quem é quebrado, não vendo para

60:18

Speaker A

quem tem muita pressa. Eu não vendo para quem quer fazer só tráfego, eu não vendo para essa galera. Eu vendo para quem quer ter um negócio de fato. Para quem quer ter um negócio de fato, para quem quer ter um negócio duradouro, para quem

60:30

Speaker A

quer ter um negócio consistente, para quem quer ver métricas, para quem quer ter diferenciais, para quem de fato quer dizer assim: "Mano, eu sou acima da média. Eu sou acima da média". É isso aí.

60:42

Speaker A

Boa. E aí, eh, saindo do marketing, como que vocês entram na parte de vendas, de estruturação comercial, que eu acredito que faça parte também do É a mais fácil de todas.

60:52

Speaker A

Por quê? Porque normalmente o cara não tem nem CRM. É hora que você gera mais valor, né?

60:57

Speaker A

É simples. Vou dar exemplo. Primeira coisa que a gente faz, vou dar exemplo de um negócio muito tradicional que todo mundo usa é WhatsApp. Que que é a primeira coisa que tu faz, cara? O cara chega lá, tu fala para ele: "Não, mas

61:08

Speaker A

meu time de vento tem vendedor?" Não, eu tenho vendedor e tudo mais. Aí tu fala assim: "Tá, mas como é que funciona?

61:13

Speaker A

Qual que é o Qual que é a a Quer ver? Qual que é o o a régua de contato?" Régua de contato. Como assim régua de contato? Quantas vezes você chama o cara até ele te responder?

61:26

Speaker A

Aí tu vai ver o cara chamou uma, duas vezes no WhatsApp e desistiu. Pelo amor de Deus, velho. Aí entra aquela parada, tá? Então, lead desqualificado quer dizer que se ele não te responde, ele não é qualificado. Mano, na nossa

61:36

Speaker A

estrutura, a gente chama o cara durante a gente fica quatro dias em contato com ele em canais diferentes, em formatos diferentes, em quantidades diferentes, até o cara nos dar um oi, até o cara nos responder e a gente vê que a grande

61:53

Speaker A

maioria não tem isso. Então, o que que a gente faz? A gente mapeia todos os gargalos, CRM, régua de contato, definição de CP, ã, fluxo de cadência ali na hora da do na hora de de priorizar as etapas

62:09

Speaker A

e plugas sendo negócio do cara. E aí vocês ã entram também na parte de contratação de vendedor ou a gente auxilia o cara nesse processo, mas hoje no nosso formato a gente não tem. Hoje no nosso formato a gente não contrata

62:23

Speaker A

alguém pro cara, a gente não faz isso daí, tá? Por que que a gente não faz isso? Porque senão, sendo bem sincero, a gente ia acabar sendo muito 360 no momento que a gente tá.

62:35

Speaker A

Então, se eu tiver que a gente, inclusive, a gente já vendeu isso. A gente, quando a gente era uma agência, a gente vendia também contratação. A gente tem fun de contratação, a gente tem tudo. Por que que a gente não faz isso

62:45

Speaker A

agora? Porque o nosso foco tá em fazer a arquitetura do cara passo a passo a gente tem mais escala. Porque hoje se eu pegar o time e eu começar a fazer tudo que tá em volta dele, por exemplo,

62:55

Speaker A

financeiro, eu também não faço financeiro, a gente não faz isso, mas eu poderia ter alguém para fazer pro cara.

63:00

Speaker A

Por que que eu não faço tudo isso? Porque no momento que a gente tá agora, eu preciso tá no core, tá no core da arquitetura de receita, tá no core do desde o potencial de impacto até impacto realizado do cara

63:11

Speaker A

que der marketing de vendas CS, entendeu? Entendi. É, e para quem chegou até essa etapa de estruturação de fundo de receita e quer crescer mais, tem a empresa dependente. Ó, até brochou. Não, ele ficou ereto. Ficou ereto.

63:28

Speaker A

Porque quando eu saí, por exemplo, da academia lendária, fui focar em prestar serviço de estruturação de área comercial, eu entrava nas operações e eu até resolvi um problema, mas quando eu saí, o problema voltava, porque o problema é sempre muito mais macro, né?

63:45

Speaker A

a empresa tá tá tudo errado dentro da empresa. Se eu arrumar um pedacinho aqui, aquele gás inicial ele até performa, mas a estrutura ela tende a voltar, né? Então o passo que você deu, ele ele foi ele é espetacular nesse

63:58

Speaker A

sentido, porque você antes você resolveu o problema pontual. Uhum. Ele é ele é contínuo, mas é pontual.

64:04

Speaker A

Tráfego. Se for olhar mais macro, não, só tráfego não vai resolver verdadeiramente. Então vou olhar mais macro. Falou CP, pensar regra, vou pensar as vou pensar todo estrutura de arquitetura receita. Sensacional.

64:15

Speaker A

E aí entra muito do nosso trabalho depois que é beleza, eh, vou crescer, mas aí eu preciso começar a contratação, preciso construir os processos, formar a liderança.

64:26

Speaker A

E esse é muito do trabalho que a gente faz na empresa independente, eh, ajudando essas pessoas a, ao empresário que fez o primeiro momento de escala, ele precisa estruturar para ele ir pro segundo nível de escala. ele tem

64:37

Speaker A

que, né, construir todos os valores, cultura da empresa. E inclusive, isso é uma das coisas, velho, que a gente fazendo estudo também naquela questão do dossiê que a gente viu que é um dos principais motivos das empresas, quer ver, ó, um dos principais

64:49

Speaker A

motivos das empresas não terem resultado quando contrata alguém é cultura. Cultura, cara. É cultura, velho. Cultura. Porque eu vou dar exemplo, se tu contrata um personal, o cara vem dedicadaço para ti, ele quer o teu resultado. Porque no fim

65:06

Speaker A

o cara que tá prestando serviço, o cara quer que tu tenha resultado, pô. Todo mundo quer que tu tenha resultado. Todo mundo quer um cliente satisfeito. Essa que é real. Mas se tu já, ah, mas acho que esse cara aí tá querendo se aparecer

65:16

Speaker A

para mim. Ah, mas eu, putz, mas ele tá me forçando muito, ele tá me xingando, ele tá me chamando atenção. Aí que começa aí a cultura da empresa de não fazer, por mais que tu esteja ali 100% focado, não bate com a tua cultura

65:29

Speaker A

de resultado. Então, os principais motivos realmente é a questão de cultura e nem só dentro da empresa, até quando eles contratam terceiros. Ah, mas cara, aí é um problema que no geral, eh, pelo menos é o que a gente tem visto aqui, o

65:41

Speaker A

cara que fundou a empresa, muitas vezes eles ele foi fez por necessidade e ele não sabe o que ele quer, nem para ele, ele empreendeu por necessidade. É uma das coisas que a gente tá batendo bastante agora, que é justamente que o fundador

65:53

Speaker A

ele ache o propósito dele, que ele ache eh o por que ele começou e por que ele vai continuar. Inclusive, isso é isso é hein, mano? Isso é bem, isso aí pode parecer tipo parada de coach e tudo mais, mas é que quem começa

66:03

Speaker A

por dinheiro para por dinheiro, porque dinheiro não é fim, ferramenta, né? Exato. E aí você fica preso, o cara tá preso lá pensando tanto, por isso que eles chegam um tanto querendo vender mais, porque eles acham que é isso, né? Por business

66:12

Speaker A

da minha empresa é venda, vendas é o coração da empresa, ela postou dinheiro para todas as áreas, mas sua empresa, ela não é uma empresa de vendas.

66:18

Speaker A

A venda ela é um motor para algo maior e às vezes o cara não sabe, o cara tá lá vendendo a roupa que você falou, mas ele não sabe por nada daquilo.

66:25

Speaker A

Ele tá, ele virou escravo. O cara, ele, o empreendedor brasileiro, ele empreende para ser livre, para ter liberdade financeira, geográfica, dinheiro para poder comprar as coisas que ele quer pra família, mas ele vira escravo no final das contas do próprio negócio por tá

66:36

Speaker A

focado ali, preso em vender mais. É. E o cara que ele não tem clareza, ele vai sempre ficar sofrendo com isso. Até tu mesmo pivotou o teu negócio, que era uma agência de tr. Eu disse, eu fechei tudo que eu tinha, velho.

66:48

Speaker A

Mas justamente, provavelmente por causa do teu propósito, porque aquilo não tava ligado contigo. Pô, eu quero gerar resultado, eu quero gerar impacto, então eu vejo que isso aqui não vai não vai funcionar, então vou pivotar para isso aqui.

66:57

Speaker A

Eu tava no remoto, pô. Eu tava no remoto. Eu saí do remoto e olha que eu tive filha pequena. E remoto, querendo ou não, ele te cara, o remoto é que o remoto tu se acostuma, velho.

67:08

Speaker A

Tu se acostuma, tu acha que tu fala: "Não, mas eu quero". Aí tu fica olhando a galera, putz, ó lá os cara, mano, vibrando e putz, eu tô aqui. Aí tu vai sentindo aquilo aquele gosto de parece que tá parado,

67:18

Speaker A

saca? Ã, mas ele ac tu se acostuma porque ao mesmo tempo é bom tu poder tomar um café no meio da tarde com a tua esposa. Ao mesmo tempo é bom tu poder sair talvez para correrem um horário e

67:28

Speaker A

voltar e continuar trabalhando. Então tu se acostuma, tu se acostuma, fica tudo tipo, traz algumas facilidades.

67:35

Speaker A

Eu saí do remoto, juntei todo o time, contratei outras pessoas. Mudei, fechei mentoria que eu tinha, fechei consultoria que eu tinha, parei de vender o que eu mais vendia. Parei de vender o que eu mais vendia para literalmente acreditar nisso, porque foi

67:51

Speaker A

uma renovação assim de ambição, tá ligado? Porque se o cara não tem isso muito claro, mano, é vai ficar depressivo.

67:58

Speaker A

E hoje, qual que é a tua missão como empresário? Cara, a minha a minha missão, a missão da provisão é que a minha missão é diferente da missão da provisão, tá? Eu quero saber as duas, justamente porque a

68:08

Speaker A

gente tá agora com o podcast fazendo uma análise eh dos empresários nessas duas frentes. O que que esse cara, quem são quem são eles e por eles fazem isso? Da onde que ele vem, que que se alimenta? É mais ou menos isso. Mais ou

68:20

Speaker A

menos isso. E depois sobre a empresa. Mas cara, a minha missão, eu sempre tive muito forte, eu, Igor, como representar oportunidade. Sempre tive muito forte isso. Eu sempre soube que eu sou uma pessoa que eu vou representar a

68:30

Speaker A

oportunidade. Eu vou representar oportunidade, velho. Aí em várias escalas eu posso representar a oportunidade para um cara. Exemplo, ontem a gente foi no supermercado comprar pão de queijo por escritório.

68:39

Speaker A

Tinha um cara no sinal que não sei se vocês já viram aqui em Florip ficar todo pintado de prata. e dei um pon de queijo para ele, representei a oportunidade. Ao mesmo tempo, esse café foi pro time, representei a oportunidade de uma

68:51

Speaker A

alimentação. Ao mesmo tempo, pra minha família, por exemplo, teve enchente lá no Sul, eu ajudei dois parentes com móveis, oportunidade. Eu me fodo para O empresário se para Mas é uma coisa que eu escolhi para mim, até falar assim no meu

69:07

Speaker A

Instagram, que é o seguinte: eu não escolhi ter felicidade. Eu não escolhi ter felicidade.

69:14

Speaker A

Essa é mais vida que eu escolhi para mim. Eu escolhi ser realizado. E ser realizado e ser feliz são coisas totalmente diferentes. Ser realizado é tu é porque acontece felicidade ela é um estado, né? Tô feliz, não tô feliz. Tô

69:31

Speaker A

aqui agora com vocês trocando essa ideia da hora. Putz, tô feliz para Esse aqui é o glamur que todo mundo quer. Mas na realidade eu vou estar nos bastidores me e resolvendo e falando com o time, resolvendo problema e cliente e contador e receita

69:46

Speaker A

e os quatro e ritro no Instagram e tudo mais. Então isso me deixa em estado de mais, putz, uma tristeza, não é legal isso aí, mas isso é o caminho que me faz eu em poucos momentos, por exemplo, ser realizado a ponto de chegar

70:00

Speaker A

na minha família de, ó, tem enchente, ó, vou te ajudar aqui, precisa de uma TV, eu vi que tu tá sem mesa, vou te dar uma mesa, um sofá, vou te dar um sofá. Então eu sou realizado com a minha família,

70:10

Speaker A

por exemplo, trazer minha família para cá, para Floripa, passar a temporada inteira, ir paraos Estados Unidos e ficar lá. A gente fica, sei lá, a gente os dois que a gente foi esse ano só a gente ficou mais de mês lá. Então isso é

70:19

Speaker A

realização. São poucos momentos. Isso me deixa feliz. Eu sou realizado. E ser feliz é algo que é o cara que, cara, todo dia ele quer comer um churrasco, todo dia ele quer assistir uma série porque todo dia ele quer se sentir bem e

70:32

Speaker A

você sabe, vocês empreendem. Tu não se sente bem todo dia. Então que que é a minha parada? Minha parada missão é literalmente representar a oportunidade porque eu escolhi, eu escolhi de fato ser realizado e não feliz. Então eu me

70:47

Speaker A

foldo, faço o que eu tenho que fazer, faço o que eu tenho que fazer sempre, todo santo dia, para eu conseguir representar o máximo de oportunidade para as pessoas, porque isso me deixa realizar.

70:56

Speaker A

Boa demais. E aí, dentro da empresa dependente, a gente tem um lema que é: fundadores nasceram para ser livres.

71:03

Speaker A

Eh, primeiro, hoje tu te considera um fundador, o teu fundo é livre? Não tô brincando.

71:09

Speaker A

Lair, eh, tu te considera um fundador livre? Primeira pergunta. Sim ou não? Cara sim.

71:17

Speaker A

Beleza. Mas eu não quero isso agora. OK. E qual foi eh a ação ou insite que mais fez tu atingir o estado de liberdade como um fundador?

71:30

Speaker A

Simples essa daí. Essa daí é muito simples, velho. É muito simples. Basta tu acreditar nas pessoas que estão vol de ti. Pô, o que eu vejo é que o dono ele não é livre não é por falta de

71:40

Speaker A

pessoas. Ele não é livre porque ele quer ter controle. Exemplo, o cara que quer escalar, tu não pode ter controle, velho. A escala ela traz falta de controle.

71:52

Speaker A

Exemplo, tu tá com filho, tu educou um filho. Alguém de vocês aqui é pai? Não. Tu educou um filho.

72:00

Speaker A

Quando tu educa um filho, eu falo disso por causa que é o parado que eu tô estudando. Enfim, sou tornei pai agora 1 ano e se meses a Lara tá. Então eu vou educar um filho e vai ter um momento que

72:10

Speaker A

o sucesso dela é não depender de mim, é eu não precisar fazer nada, a não ser dar amor e carinho. A mesma coisa é uma empresa velho.

72:19

Speaker A

Tu desenvolve as pessoas não para ficar em volta das pessoas, tu desenvolve as pessoas para elas conseguirem tomarem as decisões, para elas conseguirem fazer o que tem que ser feito. Só que na grande maioria das vezes o dono, ele quer tudo.

72:31

Speaker A

Sabe aquele dono que fala: "Ah, eu quero tudo perfeitinho". Não, mas tem, eu sou muito perfeccionista. Esse cara nunca vai ter escala. Nunca vai ter escala.

72:38

Speaker A

Por quê? Porque ele quer estar no controle. E ter controle é diferente de ter escala. Escala tu tá disposto abrir mão. Control títese da escala, né? Quem controle não vai ter escala.

72:46

Speaker A

Exato. Exato. E daí o que que acontece? Que que é a parada? Que que me fez ter essa liberdade? Simplesmente acredito nas pessoas. Quem me conhece, inclusive a Isa tá aqui, por exemplo, quem tá assistindo vai saber, cara, se tu

72:57

Speaker A

mostrar para mim, eu posso te conhecer hoje, tu é o começou lá com a gente, tu é o beleza, eu tô dois dias, eu já entendo totalmente como que tu é.

73:06

Speaker A

Se eu ver consegue abraçar as paradas, mano, tu não precisa nem mais conversar comigo. Eu sou assim. Ao mesmo tempo, se tu falou que tu é bom e tu não fez, tu não me aguenta um mês, porque eu vou te

73:18

Speaker A

dar tanta pressão, mas tanta pressão para te performar logo, para eu sair logo. Se tu não, se tu não render que eu vou ter que ficar sempre em cima de ti, eu saio e pego outra pessoa. Então, cara, é

73:30

Speaker A

acreditar nas pessoas e investir energia nas pessoas certas. Simples assim. Isso me dá muita liberdade. Se eu quiser ir pro escritório, eu vou. Se eu não quiser, eu não vou. Fui paraos Estados Unidos, fica um mês, tem gente que

73:40

Speaker A

resolve, tem gente que não resolve. E em paralelo com isso é tornar as pessoas sócias né?

73:45

Speaker A

Mas eh isso é uma dificuldade, na verdade, da grande maioria dos empresários que que é burro, que é burro. O cara que é burro, ele faz isso, quer confiar, cara que é escasso, ele acha que ele vai perder o negócio dele, dele mesmo para

73:56

Speaker A

uma outra pessoa. Pelo amor de Deus. Mas tu acredita que isso partiu de ti só por mentalidade ou teve também questão de estruturação de processo? Teve a uma parte de gestão que te ajudou a confiar ou foi pura mentalidade mesmo?

74:08

Speaker A

Não, cara, a mentalidade estuda. Eu acho que se tu tiver tua mentalidade correta com isso, tu vai correr atrás, pô. Que aquele sistema de gestão estratégico, tático, operacional, tu vai ter essa essa parada. Mas se tu não tiver entre

74:19

Speaker A

parada da cultura, se tu não tiver alinhado, tu pode ver o que for, o cara pode assistir isso daqui, o cara pode fazer o que for, ele vai continuar preso onde que ele tá. Então pode estar o melhor personal do mundo com ele, ele

74:29

Speaker A

vai continuar gordo. Pode ter a melhor empresa gerando assessoria, ele vai continuar sem resultado, entendeu?

74:36

Speaker A

Uhum. Então, basicamente, se o cara tiver isso em mente, ele vai buscar a parte técnica. Cara, a parte técnica é coisa mais fácil do mundo. Essa que é real.

74:44

Speaker A

Boa demais. E aí, cara? É isso, né? Então, que essa conversa ter sido um start, né?

74:52

Speaker A

Com IG trouxe tantos pontos fortes de da importância de você viver com paixão, de você desenhar processo para fazer uma boa arquitetura e aí naturalmente você vai crescer, vai você vai passar um processo de escala, é natural.

75:04

Speaker A

Isso vai precisar da ajuda para poder construir os processos, fazer uma boa contratação. E aí eu quero te fazer o convite para você conversar com o nosso time de especialistas. O link vai tá aqui embaixo na descrição do vídeo, onde a

75:14

Speaker A

gente vai também, como muito bem o Igor trouxe, é uma importância no bom diagnóstico para dizer quais são os gargalos operacionais aonde você quanto empresário tá colocando energia que consequentivamente é seu é o seu valor e seu dinheiro no local que poderia ser

75:26

Speaker A

alguém que poderia estar fazendo concurso muito menor do que o seu, que é o maior ativo, te levando pro estratégico e o time vai te dar esse direcionamento. Como você pode fazer isso naturalmente sozinho e como a gente

75:35

Speaker A

consegue te ajudar? Posso dar um adendo aqui, mano? Na verdade, tu não consegue fazer sozinho.

75:41

Speaker A

Essa aqui é a verdade. Tu não consegue fazer sozinho. E sabe o que que é um ponto bem importante? Se tem empresário aqui ouvindo isso daqui ou isso daqui se virar um corte, cara, clica no link deles e agenda um diagnóstico. Que sabe

75:54

Speaker A

o que que eu vejo, velho? Que tem tanta gente que tem tanta oportunidade, mas eles acreditam que são bons e eles ficam naquilo ali, não ten a humildade. Não ten humildade de ir lá e clicar e fazer.

76:07

Speaker A

Porque cara, vou dar bem, vou ser bem sincero. Vocês, como vocês estão ligados na arquitetura de receita também, sendo bem sincero aqui, no pior a gente fala isso na reunião do cara com com ele faz a reunião com a gente. Cara, tu fazer

76:18

Speaker A

uma reunião com nós, no pior das hipóteses, no pior, se der tudo errado, tu vai ter uma aula sobre o teu negócio.

76:27

Speaker A

E sendo bem sincero, eu queria cobrar sobre a reunião que a gente faz. Eu gostaria de cobrar porque ela me custa em média R$ 500 a R$ 600. Eu tenho meu inside sal bem certinho. Eu sei quanto que custa cada reunião que o cliente faz

76:37

Speaker A

com nós, sendo um cliente bosta, sendo um lead bosta, não sendo, porque a gente sabe o ICP, mas às vezes o cara não tem cultura, o cara é fraco. Ah, fatura mais de 100.000, mas o cara é um bosta. Chega

76:48

Speaker A

lá e fica todo cagão. Então o que que acontece? No pior dos pior das hipóteses, no pior das hipóteses, esse cara vai ter uma aula de negócio. Então, cara, clica nesse link, tá assistindo isso aqui, clica nesse link deles. No pior das,

77:01

Speaker A

sabe o que que eu mais, o que eu mais faço? É, é. Eu, cara, eu entro em contato com a galera do G4, eu faço cliente oculto numa galera, velho.

77:06

Speaker A

Faço cliente numa galera, porque no pior das hipóteses, eu vou entender o que que os caras estão melhor que eu. No pior das hipóteses, isso vai acontecer. E na melhor talvez eu consiga, talvez contratar algo. Tem vezes que eu quero, eu vou lá e ouço a

77:20

Speaker A

proposta, ouço o que que é, faça um diagnóstico. Então, cara, parabéns pelo trabalho, parabéns até por tá fazendo esse espaço aqui que vocês têm. Muita gente não sabe que é criatura de receita. Então eu gosto de dizer, mano,

77:30

Speaker A

que às vezes a gente acha que a gente ã ã tá fazendo algo que não tá ajudando, mas se uma pessoa tiver aqui, uma pessoa tiver aqui e uma pessoa ouvir isso aqui fazer, velho, eu tenho certeza isso aqui

77:42

Speaker A

foi foi essencial para mudar a vida de uma pessoa, de uma em uma. E pro cara, para você que é um empresário Ratazana, além de fazer o nosso diagnóstico que fala sobre gestão empresarial, gestão de empresa, planejamento estratégico, a gente vai

77:57

Speaker A

fazer o convite, fazer planejamento estratégico. Massa. É, aconselho também fazer o diagnóstico de vocês, porque daí, ó, tu vai ter um diagnóstico de gestão na empresa e de receita e com todo o conteúdo que tu vi, se tu pesquisar os termos que a gente

78:09

Speaker A

utilizou, as estratégias que a gente falou cara eh, claro, te aconselho a adquirir ambos os serviços porque acredito que a escala vai ser exponencial, mas só de implementar tudo que a gente falou, fazer um dos dois diagnósticos, só que que aconteceu, eu é que é

78:25

Speaker A

velho, que é essa é a nossa cultura que a gente tem lá. Mas tipo assim, tu não vai ser conseg, tu não vai, tu não vai ser o nosso cliente. Não dou, não dou certeza que consegue nos contratar. E essa é a parada, mano. A

78:35

Speaker A

gente não dá certeza o cara consegue nos contratar. A gente literalmente avalia o cliente que entra em contato conosco.

78:41

Speaker A

Então, se tu quiser entrar em contato conosco, faz um diagnóstico. Se tu tiver o potencial, tu vai ser o nosso cliente, porque a gente não quer cliente ruim.

78:50

Speaker A

Porque lembra que eu falei, o sucesso de uma empresa depende muito da qualidade do cliente.

78:55

Speaker A

Porque se o cliente fala bem, por mais que o produto seja bom, a empresa é Se o cliente fala bem, por mais que a empresa seja uma bosta, o que que a empresa vai ser percebida como boa. Se o cliente falou bem, é per se o

79:07

Speaker A

cliente for um bosta, por mais que a empresa seja boa, a empresa vai ser visto como ruim.

79:10

Speaker A

Ruim. Então, bom demais. Eh, eu sou o Léo, R diretor. Diretor, né? Diretor de marketing, bom entrevistador entrevistador.

79:20

Speaker A

Diretor de marketing aqui da empresa independente, ao meu lado, Liderry. Para nos achar no Instagram, @realmento, @ldiderry, como que escreve Liderry para quem não sabe?

79:29

Speaker A

Bem, meu Instagram, pelo meu nome diferente, vai ser só meu nome mesmo, então L Rry vai tá aqui embaixo também.

79:35

Speaker A

E de onde que esse nome? Boa, é boa, é boa, é boa. É francesa. E a pronúncia? E a pronúncia? Líder R. Tri rer. Aí eu sou o líder deles. É o líder. Lider ri, eu fico, eu lidero e ao mesmo tempo. Aí

79:49

Speaker A

é só alegria, né? A galera lider. E para quem que é te achar, Igor?

79:53

Speaker A

Cara, Igor Melo eu. Bem, I G O R M E L L O eu.

79:59

Speaker A

Bom, de qualquer forma, todos os links vão estar aqui na descrição. Estamos junto. Obrigado pelo convite, viu, gente? Obrigado pelo convite.

80:05

Speaker A

Agradece. Espero que ter agregado de certa forma. Espero também que a gente consiga manter contato e ajudar, talvez fazer algumas coisas juntos aí.

80:13

Speaker A

Com certeza. Ajudar os empresários. E é isso, mano. Vamos para cima que a gente tem uma uma guerra que vale a pena lutar.

80:19

Speaker A

É isso. Muito obrigado pela sua visualização. Não se esquece de se inscrever no nosso canal porque 80 Não, 80 não, mentir, 70% das pessoas que assistem o nosso conteúdo recorrentemente não são inscritas e a partir de amanhã quem não fori inscrito e tiver

80:36

Speaker A

assistindo não vai aparecer mais para ele. Então você tem que escrever agora, senão não aparecer nunca mais para você.

80:40

Speaker A

Vai ficar pobre, pô. Ah, se tu, ó, se tu assiste, tu consome, ó, ó, olha o princípio. Se tu é um cara que tu suga e tu não dá nada de volta, tu é pobre, pô, porque tu só quer, tu só quer, o pobre

80:54

Speaker A

só quer, tu é escasso. Cara, o mínimo para ver se tu realmente é um cara de riqueza, se tu é rico de fato, é tu clicar em seguir os caras aqui, curtir e deixar um comentário. Não vou nem pedir para te

81:07

Speaker A

repostar, só fazer isso que tá bom. É isso, gente. Obrigado, viu? quer aula de possibilidade.

Topics: arquitetura de receita Igor Mello marketing vendas customer success CS negócios PMEs planejamento estratégico custo de aquisição de cliente

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