**41 Meliponários — Transcript & Summary | SozAI**
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Aula sobre instalação de meliponários (criação de abelhas sem ferrão) em área urbana e rural, com o palestrante Alan, da Meliponário Belizário, em Muriaé (MG).

## Key Takeaways

- Antes de instalar um meliponário, defina o objetivo (mel, pólen, própolis ou venda de colônias).
- O planejamento do entorno e da flora local determina quais espécies são viáveis.
- Em área urbana o pasto é limitado; o plantio de árvores é essencial.
- O manejo cuidadoso evita perdas, pois erros com abelhas custam caro.

## What the video covers

- Aula de meliponicultura transmitida em 6 de outubro de 2026, com o convidado Alan, pós-graduado em biotecnologia em meliponicultura e apicultura.
- Alan apresenta o Meliponário Belizário em Muriaé (MG) e sua formação pela Unimontes, com agradecimentos a mentores como Mestre Zig e Fernando Matelli.
- O tema central é a instalação de meliponários, exigindo primeiro definir o objetivo: coleta de mel, pólen, própolis, venda de colônias ou combinação deles.
- Em área urbana, a falta de pasto meliponícola é o principal desafio; é preciso estudar a flora local antes de escolher as espécies.
- Em área rural, há mais espaço e possibilidade de diversificar o pasto e plantar árvores que sirvam de alimento e abrigo.
- Discute-se a escolha de espécies como Jataí, Iraí e Trigona spinipes, considerando o clima e o bioma (ex.: cerrado).
- São abordados manejos como divisão de colônias, cuidado com saques e roubos entre colônias e o controle de predadores como calangos e cupins.
- A aula também trata da produção de própolis e da produção de mel, com comparações de rendimento entre espécies.
- Enfatiza-se que erros de manejo com abelhas são caros e que o planejamento do entorno é fundamental.

## Chapters

1. 00:00 Abertura e apresentação do curso
2. 00:09 Planejamento: pasto meliponícola na área urbana
3. 00:35 Plantio de árvores e flora do entorno
4. 01:05 Escolha de espécies e objetivos da criação
5. 01:21 Manejo de colônias e divisões
6. 01:43 Produção de própolis e mel
7. 02:05 Perguntas, manias de manejo e considerações finais

Answers

## Questions about this video

Qual o primeiro passo para instalar um meliponário?

Definir o objetivo da criação, como coleta de mel, pólen, própolis ou venda de colônias, pois isso orienta todo o restante do projeto. Em seguida, deve-se analisar a lógica do local para escolher as espécies adequadas.

Como é a instalação de meliponários na área urbana?

Na cidade há pouco pasto meliponícola, então é preciso estudar a flora existente e plantar árvores para garantir alimento às abelhas. O espaço limitado exige um planejamento mais cuidadoso do que na zona rural.

Por que plantar árvores é importante para as abelhas?

As árvores fornecem néctar, pólen e resina (própolis) e permitem que as abelhas forrageiem e retornem com recursos. Segundo o palestrante, para criação de abelhas é preciso plantar muitas árvores, não apenas plantas pequenas.

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00:03

Speaker A

Então, então, então. Nós estamos aqui de novo hoje, hoje dia 6 de outubro de 2026, e hoje nós temos aqui na nossa seleção muitos candidatos, né? Candidatos a aprender alguma coisa. Isso aí.

00:27

Speaker A

aprender alguma coisa a mais no dia de hoje. Independente do que esteja rolando por aí, né, a gente está aqui mais uma vez para tentar oferecer para vocês a melhor eh a melhor maneira de ensinar vocês alguma coisa, OK? Como eu sempre

00:45

Speaker A

Então, todos nós somos, né, candidatos a aprender alguma coisa a mais no dia de hoje. Independente do que esteja rolando por aí, né, a gente está aqui mais uma vez para tentar oferecer para vocês a melhor, eh, a melhor maneira de ensinar vocês alguma coisa, OK?

01:01

Speaker A

Ah, hoje nós vamos ter a, vocês viram que estamos num horário diferente aqui, então a gente tem que se adaptar também aos colaboradores. Vocês sabem que esses serviços aqui do pessoal que eh não faz parte do IFC, todo esse pessoal trabalha

01:18

Speaker A

Como eu sempre digo, a gente não é o dono da verdade, mas a gente tenta passar aquele conhecimento que a gente tem. Então, recebam aí o meu boa noite, né? Não importa onde você esteja e se está assistindo à gravação, olá, olá, olá também, tá?

01:35

Speaker A

sempre sou grato por isso. Aliás, né, sem esses colaboradores, o curso ficaria meio monótono. Só eu falando, falando, falando, né? Não ficaria legal. E por falar aí, só eu falando, não, não, não.

01:47

Speaker A

Ah, hoje nós vamos ter a, vocês viram que estamos num horário diferente aqui, então a gente tem que se adaptar também aos colaboradores. Vocês sabem que esses serviços aqui do pessoal que, eh, não faz parte do IFC, todo esse pessoal trabalha voluntariamente, e eu agradeço muito esse pessoal que gentilmente cede o seu tempo, seu conhecimento e tudo mais, né, para compartilhar isso com vocês.

01:53

Speaker A

Boa noite. Boa noite, mestre. Eh, muito obrigado eh por estar presente novamente e Deus abençoa que que eu consigo passar um pouco de informação para para os amigos, amigas e e a gente tá aqui para poder ajudar, aprender e vamos em frente,

02:14

Speaker A

Uma mostra da grandeza que essas pessoas têm. Coração grande, né? Enfim, para compartilhar tudo isso com vocês. E eu sempre sou grato por isso.

02:29

Speaker A

institucional. OK. Eu vou então passar a palavra pro Alan. Ele vai se apresentar e aí ele vai depois também já passar para o assunto em si, que é meliponários e outras coisas a mais, manejos, etc. e tal, que estão lá fervendo no coração

02:45

Speaker A

Aliás, né, sem esses colaboradores, o curso ficaria meio monótono. Só eu falando, falando, falando, né? Não ficaria legal.

03:05

Speaker A

abelhas, por isso que é o nome Beliponário Belizário. Eh, fiz o curso eh graças ao Mestre Zig e depois do curso, ele mandou no no grupo dos ex-alunos uma pós-graduação pra gente poder se especializar, que foi uma vaga que tinha na Unimontes aqui em

03:27

Speaker A

E por falar aí, só eu falando, não, não, não. Vamos chamar o convidado aqui. Então, o convidado de hoje é o Alan. Alan Jones.

03:40

Speaker A

Hoje eu sou pós-graduado em biotecnologia em Miliponicultura e Apicultura. Então, eh deixar aqui meu agradecimento novamente ao mestre Zigue. Eu não posso começar essa aula sem agradecer aos meus mentores, a Deus em primeiro lugar.

03:56

Speaker A

Boa noite.

04:07

Speaker A

Eh, eu tenho o mestre Capas, não posso deixar o meu meu agradecimento pro mestre Capas aqui porque a gente eh conversa no WhatsApp também. E que que eu que que eu resolvi fazer na aula de hoje? Eu eu acompanho também as aulas

04:21

Speaker A

Boa noite, mestre. Eh, muito obrigado, eh, por estar presente novamente. E Deus abençoe, que eu consigo passar um pouco de informação para os amigos, amigas, e a gente tá aqui para poder ajudar, aprender, e vamos em frente, certo, né?

04:33

Speaker A

Vocês tiveram a aula, ela ela manje muito do manejo da trigôn spinf, né, que a ela tem um trabalho eh fenomenal com essa espécie. E ela falou também dos meliponários. O meu tema seria instalação de meliponários, só que eu vi

04:46

Speaker A

Lembrando então que a nossa aula hoje é das 19:30 até às 22, porque aqui o horário institucional, né, 22 horas. Então, aliás, se acabar antes também tudo bem, né, mas digamos assim, horário, né, eh, 22 horas, horário institucional. OK.

05:00

Speaker A

e tentar ajudar e aprender com vocês. Então assim, quando a gente vou começar, então quando a gente fala em instalação de meliponários, temos que levar em considerações alguns fatores.

05:13

Speaker A

Eu vou então passar a palavra pro Alan. Ele vai se apresentar e aí ele vai depois também já passar para o assunto em si, que é meliponários e outras coisas a mais, manejos, etc. e tal, que estão lá fervendo no coração dele, ele quer compartilhar com vocês, certo? Alan, manda ver aí.

05:27

Speaker A

entender que que é ali a lógica desse local para mim poder ver quais as espécies que eu posso trabalhar.

05:34

Speaker A

Muito obrigado de novo. Eh, então, eh, meu nome é Alan e eu sou do Meliponário Belizário aqui em Muriaé, em Minas Gerais. O Meliponário, ele tá no distrito, né? Eh, onde a gente cria as abelhas, por isso que é o nome Meliponário Belizário.

05:46

Speaker A

É muito raro. Eu nunca vi algumas melípolas na cidade, pelo menos em ninho natural, em algumas árvores mais centenárias, eu ainda não consegui ver na cidade, entendeu? Então eu acho que é isso aí. É um alerta pra gente já

06:00

Speaker A

Eh, fiz o curso, eh, graças ao Mestre Zig, e depois do curso, ele mandou no grupo dos ex-alunos uma pós-graduação pra gente poder se especializar, que foi uma vaga que tinha na Unimontes aqui em Minas Gerais. Ela aceitava como critério os candidatos que fossem de Minas, e com a graça de Deus e com a ajuda do mestre, a gente conseguiu fazer essa pós-graduação.

06:14

Speaker A

a a gente coloca o asfalto na terra, que ele ali atrapalha o crescimento do solo.

06:21

Speaker A

Hoje eu sou pós-graduado em biotecnologia em meliponicultura e apicultura. Então, eh, deixar aqui meu agradecimento novamente ao Mestre Zig.

06:35

Speaker A

vizinho eh me ajudando também. é preciso eh polinizar eh plantar mais a dentro da cidade. Já quando a gente leva para uma zona rural, a gente leva para pra área rural, eh você tem uma área mais tranquila, entre aspas, porque a área rural hoje

06:55

Speaker A

Eu não posso começar essa aula sem agradecer aos meus mentores, a Deus em primeiro lugar. Agradecer ao Fernando Matelli porque me ajuda muito. Agradecer ao Marcelo Batis do canal Polinizantes. Agradecer ao Luiz, que tá aqui online também acompanhando.

07:10

Speaker A

entender o que que você quer primeiro com as suas abelhas, se é se é tirada de mel, se é coleta de de pólen, se é trabalhar com própolis, se é os três, se é venda de colônia. Então esse fator

07:25

Speaker A

Eh, eu tenho o Mestre Capas, não posso deixar o meu agradecimento pro Mestre Capas aqui, porque a gente conversa no WhatsApp também.

07:42

Speaker A

gente trabalha lá no meliponário e tentar fazer um manejo com ela aqui de colheita de mel. Eu sei que esse aqui não vai ser viável, não vai ser possível, pelo menos aqui, não é a realidade de outros lugares. Então a

07:54

Speaker A

E o que que eu resolvi fazer na aula de hoje? Eu acompanho também as aulas igual vocês assistem, eu também gosto de assistir, porque cada ano acontece uma novidade. E eu vi que esse ano o professor e o mestre trouxeram a Patrícia Durumon.

08:08

Speaker A

a gente vai conseguir atender a demanda das abelhas, entendeu? No no no na zona rural você consegue ter um, se você tiver uma área que consegue plantar, você consegue diversificar esse esse pasto e você consegue dar uma condição

08:23

Speaker A

Vocês tiveram a aula, ela manja muito do manejo da Trigona spinipes, né, que ela tem um trabalho fenomenal com essa espécie. E ela falou também dos meliponários. O meu tema seria instalação de meliponários, só que eu vi que muita gente já foi falando. Eu pedi liberdade ao professor Zig. Eh, eu não trouxe slide. Eu vou tentar fazer uma aula cara a cara com vocês aqui. Eu vou tentar passar um pouquinho do conhecimento que eu aprendi nesses anos e tentar ajudar e aprender com vocês.

08:34

Speaker A

bugia. O que plantar para bugia? poder forragear, voltar com recurso, voltar com própolis, né, que é que é a resina, desculpa, voltar com água, o que que eu preciso ter no meu entorno?

08:48

Speaker A

Então, assim, quando a gente vai começar, quando a gente fala em instalação de meliponários, temos que levar em consideração alguns fatores.

09:02

Speaker A

o sol nasce para ela para ela entender ali, de tenta botar suas caixas para esse nascente para tomar um pouco do sol da manhã. Não tomar o sol da manhã todo, mas é um pouco. Ah, mas tem espécie ah,

09:13

Speaker A

Eh, se eu for criar a abelha na área urbana, eu tenho que ter noção que eu não vou ter aquele pasto meliponícola, aquele pasto apícola, né? Correto, meliponícola para essas abelhas. Eu tenho que fazer um estudo, eu tenho que entender qual é a lógica desse local para eu poder ver quais as espécies que eu posso trabalhar.

09:30

Speaker A

temperatura e fazer uma proteção extra ou com sombrite ou com a telha. E o sol chegar na caixa e aquecer a caixa por um determinado momento, tudo bem. Agora o sol chegar na caixa e esse sol começar a

09:43

Speaker A

Eh, se você vê ninhos naturais nas cidades, naturalmente, assim, a gente consegue ver aqui, pelo menos, Iraí, Jataí, algumas Tubunas e algumas Borás. É muito raro. Eu nunca vi algumas Melipona na cidade, pelo menos em ninho natural. Em algumas árvores mais centenárias, eu ainda não consegui ver na cidade, entendeu?

09:58

Speaker A

aprendeu, que eu aprendi aqui para passar para vocês. A abelha ela precisa hoje é, a gente tem que tomar muito cuidado com a espessura da madeira que a gente vai trabalhar. Eu já não trabalho mais com espessura aqui de 2,5. As

10:13

Speaker A

Então eu acho que é isso aí. É um alerta pra gente já começar já pensante. Se eu não tenho meliponíneos na cidade, é porque a nossa ação aqui na cidade já tá bem avançada no quesito que a gente tá, destruindo ao invés de preservar, né? Que a gente coloca o asfalto na terra, que ali atrapalha o crescimento do solo.

10:27

Speaker A

eu já consegui ver uma melhora nas abelhas com caixa de 3,5 4 cm. Eu vou fazer um um conjunto de vídeos, depois eu vou mandar pro mestre Zig e vou pedir para compartilhar para vocês eh no grupo lá de vocês que estão estudando com ele

10:44

Speaker A

Normalmente nas cidades a gente planta aí as árvores que estão na calçada, normalmente coloca aquela moldura de cimento naquela árvore. Então ela não tem um crescimento, e eu tenho a pouca oferta de alimentos, então eu preciso do meu vizinho me ajudando também. É preciso, eh, polinizar, eh, plantar mais dentro da cidade.

10:56

Speaker A

que a gente consegue trabalhar com as abelhas. Eh, esse ano, esse ano e ano passado eu levei eh três caixas de mombocões, né, que a C falou trigon na capitata, e uma Borá pro Marcelo Bates do canal Polinizantes. Marcelo tem um

11:12

Speaker A

Já quando a gente leva para uma zona rural, a gente leva pra área rural, você tem uma área mais tranquila, entre aspas, porque a área rural hoje ela tá mais monocultura do que a gente tentar fazer um sistema SAF, né, que é o sistema agroflorestal, que seria bem melhor para as abelhas. É o pulo do gato pra gente poder fazer esse manejo, pra poder fazer essa adaptação: é entender o que que você quer primeiro com as suas abelhas. Se é tirada de mel, se é coleta de pólen, se é trabalhar com própolis, se é os três, se é venda de colônia.

11:28

Speaker A

faço isso por amor. É, quando eu quando eu quis levar as mbucões, que as abelhas que eu tô criando hoje e com maior quantidade, eu queria entender porque que a mambucão precisa de uma de um de uma altura maior de caixa, de um espaço

11:44

Speaker A

Então esse fator junto com o que você consegue colocar em volta vai ser o denominador ali e vai ser o sucesso do seu resultado. Não adianta eu colocar aqui na cidade um exemplo, eu colocar 10 caixas de Bugia, Melipona, na Mondré, que é a que a gente trabalha lá no meliponário, e tentar fazer um manejo com ela aqui de colheita de mel. Eu sei que esse aqui não vai ser viável, não vai ser possível, pelo menos aqui, não é a realidade de outros lugares.

12:00

Speaker A

pouquinho assim. no canto da caixa, mas com o passado do dia ali, ela vai coletando ali com a boca e vai tirando aquele resto de lixo da caixa e vai jogando fora. Normalmente ela joga eh para bem longe ali da da entrada dela.

12:14

Speaker A

Então a minha, hoje, na cidade, é Melíponas, eu não consigo trabalhar por um fator que eu não tenho aquelas árvores que ela precisa para coletar esse recurso. E aí, o que que a gente tem que fazer? É o que eu falei: a gente planta. Só que nem sempre a gente vai conseguir atender a demanda das abelhas, entendeu?

12:26

Speaker A

tá? Quem não conhece o Elson, ele é o é o para mim o que começou mesmo a divulgar a falou trigon na capitata.

12:32

Speaker A

No na zona rural, você consegue ter um, se você tiver uma área que consegue plantar, você consegue diversificar esse pasto e consegue dar uma condição melhor para as abelhas. Porém, existe uma pergunta que a gente tem que fazer: o que plantar para elas? Isso eu acho que é o que a gente mais tem que pensar antes de colocar. Ah, eu vou colocar uma Bugia. O que plantar para Bugia? Pode forragear, voltar com recurso, voltar com própolis, né, que é a resina. Desculpa. Voltar com água. O que que eu preciso ter no meu entorno?

12:41

Speaker A

Então vamos lá. Aí eu passei pro Marcelo para ele estudar. Ele falou assim: "Oláan, me manda uma mombucão fraca, uma forte e uma média, que eu vou tentar tirar parâmetros e entender como é que essa abelha trabalha e como é que ela

12:53

Speaker A

Então, isso aí seria a pergunta inicial. Os cuidados que a gente tem que ter no meliponário, igual eu ouvi muita gente falando e tá certíssimo, é posicionamento de caixa. Sempre, eh, faça a saída da abelha pro nascente, né, onde o sol nasce, para ela entender ali. Tenta botar suas caixas para esse nascente, para tomar um pouco do sol da manhã. Não tomar o sol da manhã todo, mas é um pouco. Ah, mas tem espécie, ah, Marmelada, Borá, que precisa do sol, que gosta que o sol bata mais na caixa para poder t

13:07

Speaker A

esse trabalho. A gente observou que é uma abelha que tem um costume muito primitivo. É uma abelha que é pouco estudada e ela tem uns costumes assim, ela ela guarda o lixo dela dentro da caixa. Mas Alan, mas por que que ela

13:23

Speaker A

guarda esse lixo dentro da caixa? Esse lixo, eh, ela tem a simbiose que a gente fala ali, é o, é o que ela trabalha a os microsorganismos dentro da caixa dela.

13:36

Speaker A

Vocês aqui já já perceberam que a abelha não é só a abelha, né? A abelha ela ela coleta na natureza microrganismos quando ela vai buscar água, quando ela vai buscar barro, quando ela vai forragear, ela leva e traz microrganismo para

13:54

Speaker A

dentro da caixa. Isso é fato. Qualquer espécie de abelha, se você trazer pro seu milhoponário e estudar, você vai ver que ela coleta, conserva e precisa de ter essa simbiose com o microorganismo.

14:07

Speaker A

Então a gente observou, foi trabalhando que que que a cefalotrigona faz e especificamente ela nesse momento, ela faz uma uma camada de lixo, só que essa camada de lixo, ela vai trazendo abelhas que já morreram, vai trazendo um polem

14:23

Speaker A

característico que ela que ela coleta em toda a região do Brasil, um polem mais alaranjado, joga para esse lixo e vem e vem resinando. Esse lixo é um lixo que eh que ela vai trabalhando ele ao longo dos anos. ela vai eh pegando pegando o

14:39

Speaker A

recurso desse lío que ela vai cultivando aquilo ali, aquilo atrabalha aquela microbiota que ela precisa ter para sua colônia ficar sadia. É uma abelha que normalmente a gente tem 100% de chance de captura quando é é isca enterrado em

14:53

Speaker A

balde. Por isso que você vê sempre quando arma isca para mcucão e a é furar o fundo do balde e furar mesmo, fazer quatro furos para poder aquele contato da terra e esses microorganismos, desculpa, entrar para dentro dessa

15:08

Speaker A

caixa. E ela cultiva ele com o passar do tempo, com dejetos ali que ela foi colocando com resto de abelha. Aí suja ali, né, entre aspas o esqueletinho da abelha que morreu, ela começa a jogar para fora esse lixo, mas a a a

15:26

Speaker A

microbiota dela só aumenta com o passado do tempo. Isso aí ela ela ensinou pra gente que ela consegue eh eh produzir e conservar a sua microbiota dentro da caixa. E ela faz três a quatro sons para poder fazer comunicação. E o som dela é

15:43

Speaker A

alto, cara. É uma abelha, uma abelha que tá me encantando muito, sabe? É uma abelha que eu pretendo eh investir mais nela. Eu tô com aproximadamente 25 caixas de mombucão.

15:54

Speaker A

Eu tô querendo chegar agora em dezembro. Eu vou trazer uma, eu ia, eu queria fazer um vídeo de multiplicação para trazer para vocês aqui, só que eu acho que o que eu tô passando aqui, acho que a maioria do pessoal do Brasil tá, que é

16:05

Speaker A

a mudança de tempo. Uma semana aqui tá um calor absurdo, uma semana aqui tão frio que não dá para você fazer manejo.

16:12

Speaker A

Então eu respeito esse prazo, sabe? E eu eu tenho eu tenho que ter pelo menos ali uma semana, 10, 15 dias de prazo para para mim poder ter um mínimo de uma temperatura para mim lograr êxito nessa multiplicação, nessa nesse manejo que eu

16:27

Speaker A

vou fazer, porque eu tenho que observar esses fatores, entendeu? Aí eu queria fazer uma um manejo de multiplicação, eu filmei umas caixas e depois eu vou testar esses vídeos pro professor e encaminhar para vocês. Eh, isso aí eu

16:40

Speaker A

vou fazer, pode ficar tranquilo. Então assim, o que que a abelha ela mostra pra gente? Ela mostra pra gente que ela precisa, isso aí é muito importante e a gente só aprende isso com o tempo. Eh, que o seu solo, o local que

16:55

Speaker A

ela se encontra, você tem que ter um solo vivo. Esse solo ele tem que ter microorganismo, tem que ter os nematoides que cuida da da terra, que ajuda a sua planta enraizar. As raízes têm que ficar mais profundas, mas a

17:08

Speaker A

gente precisa de vida nesse solo. Se eu não tenho vida no solo, onde eu crio minha abelha, a minha abelha vai, é um dos motivos também que a minha abelha defino, sem sem mais, sem menos. Ah, mas eu trouxe a abelha tava linda da mata,

17:22

Speaker A

eu trouxe pro meu liponar dos seis meses, a abelha morreu. Como que tá a microbiota desse solo? Que que eu tô usando? Ah, eu vou eu tô colocando graxa no no no piquete para poder eh segurar a caixa para não dar formiga, mas enquanto

17:38

Speaker A

a partida, quando a chuva vem, quando essa gracha lava, esse óleo queimado vai pra terra e aí que que aconteceu? Então eu já entendeu, a gente tem que tem que ter essa e esse olhar. Eu passava muito óleo queimado na para proteger de

17:52

Speaker A

formiga, eu passava muito óleo queimado para proteger da dos calangos, né, que as largatixas. Hoje eu hoje eu não eu não preocupo com isso. Hoje eu sei que existe uma cadeia que eu tenho que respeitar essa cadeia. E eu sei que o

18:05

Speaker A

calango vai ali. Eu tenho tem muito no meliponário, não tem um, tem vezes que vem vem muito ali para comer a abelha dentro da caixa. Só que ele não e pelo menos para mim, tá? Não tô falando que

18:15

Speaker A

isso aí eh vai dar vai dar certo para todos, mas pelo menos para mim. Depois que eu percebi, eu parei de fazer armadilhas para tirar pr para guardar para tirar para lá. Para mim não faz não faz diferença mais. Ele tá ali para mim,

18:29

Speaker A

ele tá ele tá colhendo ali o coletando ali as abelhas que ele que ele tem que consumir. Ele vai embora, depois ele volta. Perco a abelha, não vou mentir, mas graças a Deus não interferiu na qualidade, na força da caixa. Eh, quando

18:42

Speaker A

a gente joga um óleo queimado na caixa, por mais que ele impregna naquela madeira, se você lavar isso vai pro solo. Ah, eu vou botar um fungicida para matar a abelha uva. Você contaminou seu solo, que ela levou eh levou fungicida

18:57

Speaker A

para para dentro do ninho. Ah, eu tinha uma abelha uva lá no cantinho do meu quintal, não tava atrapalhando em nada, fez as panelas dela lá e você fez questão de matar essa formiga. Aquela aquela aquele aquele trabalho que a

19:09

Speaker A

formiga fez ali, você envenenou aquela parte do seu solo e hoje para descontaminar um solo envenenado é muito difícil. Hoje a gente vê só a gente degradando, botando fogo, queimando, que é mais fácil do solo, né? Rebrotar, entre aspas, do que a gente realmente eh

19:26

Speaker A

ser pensar diferente, entendeu? Então assim, eh, tenha cuidado com esse solo onde você vai colocar suas abelhas, cultive, vê se esse solo tá tendo uma arrigação legal, se suas plantas estão recebendo eh todos os nutrientes, não precisa preocupar, tem que colocar, a

19:42

Speaker A

gente tem que ter o cuidado normal com as plantas, mas você tem que ter o olhar clínico paraas suas abelhas. É um dos fatores do sucesso, volto a deixar frisado aqui para vocês de coração mesmo, é colocar é as abelhas onde eu sei que o

19:57

Speaker A

meu solo ele tá bem cuidado, ele tá bem, ele tá bem cheio de vida, eu preciso de vida no solo. é o fator crucial pra sua abelha, independente de se é bugia, se você pegar a aquela abelha eh escaptrigona lá, a mandaguari

20:15

Speaker A

amarela, a se você pegar a espécie da mandaguari, quando ela vai opercular, quando ela vai fechar a língua, a rainha coloca o ovo, entra ali um um um microorganismo, se eu não me engano, não se é microorganismo, se é fungo, falhou

20:29

Speaker A

a memória aqui agora. Ela ela coloca ali junto, ela ele entra, ele precisa. Se não entrar esse esse esse microorganismo junto com a com a célula da rainha, aquela aquela célula aquela aquele ovo não vai pra frente, aquele ovo minga,

20:43

Speaker A

aquela aquela aquela abelha não nasce. Chantrótico, obrigado, Luiz. Ela não nasce, entendeu? Ela ela ela ela precisa. Então assim, eh, normalmente, eh, quando a gente vê, eh, manda-çaia, vou vou pegar um pouquinho da mandaça agora, eu peguei uma coluna de manda

21:01

Speaker A

saia, a gente abre a mandaçia, eu tenho pseudo escorpião e eu tenho aquele monte de ácarozinho branco. O que que você vê?

21:07

Speaker A

A pessoa fica doida com medo daquilo. Ah, minha abelha tá tá tá com isso.

21:12

Speaker A

Normalmente na mandaça eles aumentam e diminuem em questão de de umidade que tem dentro da caixa. A umidade eleva e diminui os ácaros. Mas isso é bom para para as mandar saias, porque ela sabe controlar eles, ela sabe o que precisa.

21:25

Speaker A

Se você vê eles normalmente eles estão na região dos potes ali de alimento, eles estão passeando, tão dentro do pote, tá pé da região de cria. Então, ou seja, ele anda, ele anda ali constante com a abelha e a abelha sabe que precisa

21:38

Speaker A

dele ali. Então ele ajuda também a trabalhar ah no ninho. Voltando um pouquinho pr pra questão da madeira da caixa, se eu tenho uma madeira mais densa, mais e com a com a espessura melhor, eu vou ter um controle de

21:53

Speaker A

umidade melhor. Eu vou ter um controle de temperatura melhor. Por incrível que pareça, os meliponínios, tá? Não tô falando eh não tô falando das escaptrigonas que hoje já foi reclassificado para não melipnas, se eu não me engano. Então assim, hoje você

22:09

Speaker A

tem melíponas e tudo que não é melíponos é não meliponos. É a nova classificação que eles deram. Então assim, os meliponinos eles não são muito bons para regular eh umidade dentro da caixa. Eles gastam muita energia para você para ele

22:24

Speaker A

poder regular essa umidade na caixa. Então uma coisa eu ter umidade no no ar e uma coisa eu ter umidade dentro da caixa. Se você pegar um e medir, você vai ter uma diferença. Você vai entender a umidade que a Mambucão trabalha é em

22:37

Speaker A

torno de algo de 80%. 77 a 80% é muita coisa. Então, ou seja, o nível de umidade dentro da caixa é é grande para uma abelha, entendeu? Isso aí eh a gente tem que observar também para o sucesso do manejo dessa espécie,

22:51

Speaker A

tá? Então, já começam a pensar que tamanho de uma de caixa que eu vou trabalhar para minhas espécies. Ah, eu tenho jataí. faz o teste, bota já tá aí no no 2 cm, já tá aí com 3, 3,5 e

23:06

Speaker A

observa a evolução, se você tem ali, né, um local que ela vai conseguir forragear. Observa a evolução da sua abelha, no que que ela vai coletar. No no no meliponário urbano, a gente tem um problema também quando chega, eu tô

23:23

Speaker A

vendo que tá dando reflexo ali, ó, quando a gente chega mais à noite, que que é os postes, né, de luzes da cidade e as luzes também que a gente tem em torno do nosso meliponico. Então assim, eh, saber, temigas espécies que fecham a

23:37

Speaker A

entrada, tranquilo, vai dar o horário ali da noite, ela vai fechar a entrada, você não vai perder a abelha, mas eu tenho espécie que não fecha e se a luz tiver bem forte, ela vai atrair essa abelha para pr essa luz. Então, uma vez

23:50

Speaker A

atraído, se for poste de luz, eu não eu não eu não consigo pegar essa abelha mais. Eu perdi aquela aquela aquela abelha ali. Então isso aí também atrapalha muito observar onde tá a luz no meu milonário eh urbano e rural

24:03

Speaker A

também, que se você coloca uma luz lá perto das caixas e deixar acesa, ela vai ela vai eh enxergar aquilo ali e vai tentar ir dali. E e quem já observou uma abelha na luz, você sabe que ela começa

24:14

Speaker A

eh rodar ali em cima ali, ela não ela não sai, ela perde ali, ela ela fica ali até morrer. Você apaga, ela cai, se você acender a luz, ela volta de novo. E se você colocar ela paraa caixa, eh, eu já

24:23

Speaker A

fiz os testes, umas morrem, outras voltam e não, não. Então, ou seja, a gente tem que evitar de acontecer isso, ó. Então, questão de cobertura para as caixas, a telha, né, com com uma telha bacana. Se você, se você não tiver, você

24:39

Speaker A

coloca uma proteção de sombrite, entender assim, ah, eu tenho uma temperatura aqui variando de 32 até 40º, tá? Aí agora 40º batendo, não acaixa, a abelha não. Se bater na espessura fina vai derreter parede, você vai perder sua

24:57

Speaker A

a sua abelha pro pro calor. Então assim, eu tenho que ter uma proteção por cima, né? Ou telha ou com sombrite ou uma trepadeira que me ajuda a fazer essa esse sombreamento, mas ela tem que tá protegida também, senão você vai vai dar

25:11

Speaker A

problema. Eh, quando teve esse auninho que a gente tá tá com medo que tá chegando, a gente teve acho que acho que dois anos atrás, se eu não me falha a memória, eu perdi muita mandaça e perdi bugia para calor mesmo em telha, tá?

25:26

Speaker A

Mesmo tendo a telha lá, eh, a incidência passou e as caixas que estavam na parte, a prateleheira tá aqui, eu tenho a telha pegando. Aí eu tinha uma diferencinha ali dentro de uns 20 cm, mais ou menos.

25:38

Speaker A

As caixas que estavam nessa parte aqui, todas e que que estavam nessa ponta ali, eu perdi quase todas, porque descolou a parede, passou ali aquela aquela aquela aquele calor, adentrou para para as lateral da madeira e derreteu aquela

25:52

Speaker A

aquela pilha de disco. Quando eu quando eu olhei já não tinha mais abelha, eu perdi ali mesmo pro por pro por pro por erro de manejo meu. Então é uma dica que eu falar, a temperatura dá passando aquele espaço de 10 aumenta para 50 cm,

26:05

Speaker A

deixa ali uns 60 cm de diferença da telha pro primeiro patamar de caixa, se for meliponário em condomínio que vocês forem criar, forem colocar, porque normalmente muuit das vezes a gente tem, né, eh, a gente consegue colocar mais

26:19

Speaker A

abelha em meliponado de condomínio. Não é errado. É, é um jeito que eu crio também. Eu só evito, quando é meliponário de condomínio, colocar várias espécies. Eu tento trabalhar com no máximo duas. Se vocês, se vocês trabalharem, eh, se vocês trabalharem

26:38

Speaker A

com bugia e manda saia junto, você vai ver que a mandaça vai encrencar na na entrada da caixa da bugia e vai e vai ficar ali na entrada atrapalhando as trabalhar. Vai vai dar uma briga, pode ser que não dá, mas você sempre vai ver

26:53

Speaker A

uma querendo entrar na caixa da outra e no calor isso aumenta, tá? Isso aí no calor as abelhas elas fazem isso mais.

26:59

Speaker A

Aí você você vai ter um confronto ali direto ali. Eu eu aconselharia vocês assim. Aí eu vou trabalhar com espécie ali no meu limponário. Ah, eu quero trabalhar com a bugia, eu quero trabalhar com a com a com a manda saia.

27:12

Speaker A

Eu aconselho vocês então assim, pelo menos essa prateleira aqui, eu trabalharia com uma espécie, essa daqui com outra e eu tentaria não colocar nada no meio, tentaria deixar espaço que elas vão do mesmo jeito que o espaço é

27:24

Speaker A

pequeno. Se você se você ver a dimensão, o espaço é pequeno, uma vai querer e aí a mandaçai é encrenqueira. A manda saia tem essa característica de ser encrenqueira, ela vai querer lá na eh xeretar a caixa da bugia, tá? Isso aí

27:35

Speaker A

ela vai fazer mesmo. Então, eh, meliponário de de condomínio, bugia também. Outra, outra dica, eu tenho as caixas que estão ali, ó, vamos supor, tenho tenho 50 caixas aglomerada no meio liponário. Se elas estão ali com 10 cm, 15 cm, 20 cm, 30 cm, 50 cm uma da

27:56

Speaker A

outra, eu vou ter a absorção de campeiras das caixas dos do meio sendo absorvida para as caixas das extremidades. Por que que acontece isso?

28:08

Speaker A

O feromônio da das rainhas estão muito próximas. As abelhas, ela é elas já, el já existe comunidades de abelhas, eh, que que a gente observa já, eu tenho vídeo, depois eu vou mostrar para vocês também lá, vou mandar de uma espécie

28:22

Speaker A

trabalhar em comunidade. A gente fala isso comunidade com a outra, porque mão de obra a abelha não vai rejeitar, ainda mais se o cheiro ali tá próximo, o feromônio tá próximo, ela vai ela vai aceitar de boa. Então, teoricamente,

28:35

Speaker A

as caixas da do meio tendem a ficar sem eh sem força quando eu tenho bugia criada em condomínio. A solução é fazer a rotatividade. A do meio vai para uma para uma ponta de uma ponta direita, pra ponta esquerda, vai para cima, vai para

28:52

Speaker A

baixo, vai pro outro lado. E a cada 15 dias você faz essa rotação. Se for um fluxo de mais abelhas, você aumenta, você diminui para 10 dias, mas tem que deixar pelo menos uns 7 dias. Aí o cheiro já tá tudo parecido, você não vai

29:04

Speaker A

perder, você vai, você vai equilibrar as campeiras em todas as caixas. Só que o raio de quando a abelha ela sai para forragear as caixas da da das extremidades, o raio de o quando a abelha ela solta, faz o raio, ela faz a

29:18

Speaker A

o o voo ensinando aonde tá o alimento. Outras caixas vão também porque elas normalmente costumam ir no próximo do mesmo local. esse esse raio, esse cheiro que ela deixa no ar, ela consegue capturar as campeiras de outras caixas.

29:34

Speaker A

Por isso que as caixas do meio vão vão se perder essas campeiras. Mas esse manejo vai resolver e vai ajudar eh a fazer esse trabalho de recuperar e as abelhas vão vão ficar as caixas vão ficar mais ou menos balanceado de 10 a

29:46

Speaker A

15 dias é suficiente para isso. Daí se você tem condição, tem espaço de criar em piquete, é muito melhor. Eh, você pode dar espaçamento ali de 10, 20, 30 m na bugia, pelo menos 10 m uma da outra,

30:03

Speaker A

20 m é o ideal. Por quê? que você vai conseguir ter uma uma quantidade maior de abelha entrando, não vai errar a caixa, ela vai sempre voltar pra mesma caixa, tá? E essa caixa ela vai ficar ali, você não vai ter competição de

30:18

Speaker A

outras abelhas querendo entrar. Então, a questão quesito de população de de perda de de operária no espaçamento aí acima de uns 10, 20 m, vai parar. Aí você consegue trabalhar cada 10, 20. Aí você aí você observa o espaço seu e observa

30:33

Speaker A

se tá tendo absorção de abelha. Teve absorção de abelha, você passa, aumenta mais um pouquinho, você vai espando, mas com bugia não começa com com menos de 10, 15 m, de preferência 15 m paraa frente vai ser o ideal. Voltando pro

30:50

Speaker A

meliponário urbano, eh vamos criar borá, né? Eu quero botar uma borá. Eu tenho aqui uma mandaguari amarela, eu tenho uma mandaguari preta, eu tenho uma tubuna. Que que essas abelhas têm de característica? Só de você passar, se elas tiver bem populosa,

31:06

Speaker A

pode ser qualquer uma dessas. Só de você passar perto da entrada, ela tende a vir a agarrar no seu cabelo e tentar te modiscar, porque é é elas têm a característica de defesa mais forte nelas mesmas. Elas têm, elas têm essa

31:19

Speaker A

presença e basta uma soltar um um cheirinho de ataque e vem aquela montoeira. Então, eh, para um meliponário para dentro de de que eu tenho que criar em condomínio com outras espécies, esse comportamento a gente tem que evitar. A gente evita porque eu vou

31:36

Speaker A

eu vou fazer essa abelha voltar, ela vai ficar zangada, ela vai querer encrencar com a abelha do lado. Eu desencadeio ali uma uma briga de caixa desnecessário.

31:44

Speaker A

Você pode jogar água, pode fazer o que for, você vai perder campeira das caixas. E normalmente campeira de escape trigono são muitas, são muitas mesmo.

31:52

Speaker A

Então a perda ali vai ser boa, entendeu? Não vai, não vai agarrar o como quando, quando você tem uma já tá aí, entra uma abelha maior errado, junta lá logo cinco, seis já tá aí. E normalmente se morder a asa dela ali, ela não volta

32:05

Speaker A

mais. Quando ela abraça, a abelha já é muito difícil ela saltar. Quando solta, ela solta deformada. Então aquela abelha ali vai, ela perde a utilidade dela.

32:13

Speaker A

Então entender esse comportamento, conseguir separar essas espécies, vai te dar um fator eh melhor na hora de de montar seu meliponário.

32:25

Speaker A

Outra coisa para meliponária importante, fonte de água. Eh, as abelhas elas elas têm várias formas de de coletar água na natureza, tá? Elas coletam na beira de de riachos quando quando tá em zona rural. Na cidade você pode fazer aquele

32:41

Speaker A

sistema de água. Eh, o Ângelo, acho, eu acho que o Ângelo da turma passada, se eu não me engano, e acho que acho que acho que formou comigo, desculpa aqui, eu não lembro. Acho que ele é da turma

32:52

Speaker A

passada, ele informou, ele mostrou um vídeo de um de um sistema que a pessoa pega uma garrafa PET grande, ela passa a corda nela e coloca a água. A água começa eh merejar pela essas cordas e deu para provar, deu para perceber que

33:08

Speaker A

na época de calor isso é muito bom pras abelhas. E você troca essa água, sempre que ela chegar ali, você der lodo, você lava essa garrafa, deixa bem limpa a abelha e tem que evitar te dar essa sujeira. E pelo amor de Deus, água com

33:20

Speaker A

cloro jamais tenta pegar uma água de qualidade, tá? E coloca para ela. Então ali vai ser uma fonte de água que você pode fazer no seu miliponário rural e urbano, que você vai conseguir ajudar essa abelha na época de calor. E

33:33

Speaker A

a água elas consomem, elas tem várias formas de de consumir e de coletar, tá?

33:37

Speaker A

a gente não é muito difícil você ver eh na natureza assim eh tentar observar a abelha, coletar água, dependendo da espécie, mas ela precisa e é um dos recursos que a gente não pode deixar de ter e ter de qualidade e de fonte limpa,

33:51

Speaker A

jamais com fonte de cloro. Vai dar um up na sua abelha, ela vai ela vai ter ela vai ter essa essa absorção, ela vai ter esse essa coleta mais rápida e tudo que eu tenho mais perto ali, né? é mais próximo do

34:06

Speaker A

meu meliponário de oferta paraa abelha, eu tenho menos, eu tenho menos raio de voo. Se eu tenho menos raio de voo, eu vou ter mais coleta de recurso, então eu vou ter mais estoque na dentro do meu meliponário. Quanto mais longe tá esse

34:21

Speaker A

recurso, dependendo da espécie, ela até vai, só que de 10 a abelha que for, se o trajeto for muito longo, você vai perder algumas campeiras nesse trajeto. Vai ter predador, sempre vai ter uma uma aranha entre as folhas, que aquela para para

34:37

Speaker A

poder pegar uma abelha. Você vai ter ali um percebe também que gosta de de acho que é percebe com gosta de comer abelha.

34:43

Speaker A

Você vai ter ela eh perdendo ali o caminho de cheiro, não conseguindo voltar se esse se esse essa se essa distância for muito longa. Então assim, eh saber posicionar as caixas aonde está, eh, o recurso floral paraa abelha

34:59

Speaker A

vai te dar uma vantagem também para ela poder coletar e polinizar eh esse alimento mais rápido, essa planta maior, melhor. E por incrível que pareça, tá gente, espécies maiores igual as as meliponas, não é não é não é plantar

35:14

Speaker A

plantinha, não. A gente tem que plantar é árvore e e muita árvore. Deixa eu te falar que vou pegar um exemplo aqui, tá?

35:21

Speaker A

Quem tá na Bahia aí vai se for vai entender o que eu tô falando, se já viu uma florada. A gente tem a Talia, talisa esculenta, que é a pitomba da Bahia. Ela é de óica, então eu preciso de ter

35:34

Speaker A

preciso de ter duas. quando ela ela tá na sua carga carga de flor, é um é é uma das árvores que mais fornece néctar e néctar de qualidade paraas abelhas. Eu tô falando em em néctar ali em coisa de

35:52

Speaker A

açúcares, entre 22 a 25% de concentração de açúcares. E você conseguir essa concentração numa árvore é excelente pra abelha. Por quê? que ela não vai precisar de várias vezes tomar aquela dose de café, entre aspas, e trazer paraa caixa. Então, eh, ela vai

36:11

Speaker A

conseguir trazer, ela vai consumir, porque quando ela coleta o neca, ela consome um pouco, mas ela vai conseguir encher e trazer para dentro da casa dela, entendeu? E, e essa vantagem de a gente entender, observar e e trazer pra

36:24

Speaker A

espécie o que ela precisa, porque eu falo, uma pitomba, ela dá uma caixa, depois vocês jogam no YouTube, quem tem, quem tem pé de pitomba em casa.

36:32

Speaker A

Eh, observa a floração, vocês vão ver quanto que essa ave ela dá flor, quanto que essa ave produz de néctara. Eu tô falando assim, se você aguar essa essa essa ave quando ela tiver na na época de dar carga floral,

36:46

Speaker A

você concentrar uma quantidade boa de água à tardezinha mais pra noite para ela poder produzir esse néctar, eu tô falando, não, não, não me chamem de doido não, por favor. Eu tô falando que ela vai dar algo em torno de 700, de 500

36:59

Speaker A

a 700 L de néctar numa carga de de florado. E isso paraa abelha é muita coisa. Só que dependendo da quantidade de espécie de de bugia que eu tenho, seria suficiente talvez para 5 a 10 caixas. Então, ou seja, eh a mensagem

37:15

Speaker A

que eu deixo aqui na questão de plantar não é uma só. A abelha precisa forragear. Ela vai forragear inúmeras inúmeras eh variedades florais. Ela precisa de qualidade, quantidade com qualidade.

37:29

Speaker A

Eh, uma planta, uma uma que eu que eu vejo todo mundo falando, eu respeito, mas eu vou deixar minha opinião aqui também, que eu não posso deixar de falar. Eu vejo muita gente falando do amor agarradinho. Ah, que o

37:40

Speaker A

amor agarradinho é isso aqui, excelente paraa abelha. Ah, que o amor agarradinho é muito bom paraa abelha. Eu não consegui observar ainda. Eh, que que ele possa encher meus olhos para plantar. Eu não planto, amor agarradinho. Eu não

37:52

Speaker A

recomendo ninguém plantar. Quem tem? Ah, mas as minhas mirins vão. Beleza, minhas mirins vão. Mas você vê também o quê?

37:58

Speaker A

Muita áp. Ah, para uns usa ela para afastar as áp das outras das outras e tipo de plantil que eu tenho. Eu deixo o amor agarradinho na cerca lá porque eu sei que a áps tá indo lá. Em

38:09

Speaker A

contrapartida, a outra a outra é árvore que eu tenho aqui, a não tá indo. Será que não tá? A gente tá falando de uma espécie que tem no mínimo aí 100.000 indivíduos, né? Então, a competição ali é muito grande. A abelha

38:24

Speaker A

que tiver o recurso mais eh mais próximo, ela vai sair vencedora, ela vai sair vitoriosa. E o amor agarradinho, igual eu sempre falo, é aquele café fraco de padaria ou aquele café fraco que você faz. Você vai fazer um café,

38:38

Speaker A

quem gosta de tomar café, lógico, se você tomar um café fraco, você vai tomar ele uma vez, você vai tomar duas, aquele treino não vai te satisfazer. Agora você faz um café no capricho, né? Basta uma xícara ali, é suficiente. Você tá, você

38:50

Speaker A

tá saciado daquele café, da que você, que você queria tomar. Então, a abelha, eh, eu não sei como ela faz isso, mas ela ela faz o cálculo de recompensa.

39:01

Speaker A

Isso é uma coisa que a gente tem que estudar e observar. A as abelhas e para mim, tá gente? Até emoção quando chega essas partes de falar de abelha, eu vou emocionar muito aqui durante o o aula, porque eu tenho amor, tenho carinho com

39:15

Speaker A

as abelhas como eu tenho para meus filhos aqui em casa. Eu, para mim foi a melhor, melhor bção que Deus me deu foi trabalhar com as abelhas. Então assim, ela mostra pra gente que ela sabe fazer o cálculo de recompensa como nenhuma

39:28

Speaker A

outra espécie. Então ela fala ali, se eu tô indo várias vezes, não tô conseguindo encher nada, ela tá mostrando pra gente que aquilo ali a gente tem que mudar os nossos olhos, mudar a nossa percepção e ajudar elas melhores, entendeu? Porque ela, o

39:41

Speaker A

que que ela faz, que que que a abelha faz de melhor que a gente tem que aprender com ela é trabalhar em sociedade. Qual espécie hoje que trabalha em sociedade, trabalha em comunidade, trabalha igual às abelhas?

39:52

Speaker A

Eu desconheço. Então, elas nos ensina muito. Tudo que você quer para você eh curar, para você se tratar, para você se eh ter sua imunidade alta, Deus deixou com as abelhas. Você pega uma própolis hoje eh do Amombucão, você pega uma

40:11

Speaker A

própolis da Jataí, que é uma das espécies mais limpas que a gente tem na natureza, pouco trabalhada. Tem gente que fala: "Ah, eu eu peguei eu peguei no ninho provisório, né, numa isca provisória, eu peguei uma já tá aí. Você

40:23

Speaker A

vê que tem muita gente que fica chateado. Eh, eu fico muito feliz porque você tá pegando uma espécie que tem muito na natureza e você foi um grande herói para ela, que ela escolheu seu ninho provisório. Então, ou seja, trate

40:34

Speaker A

ela com respeito também. Tem uma própolis eh de qualidade inigualável. É uma espécie que evita muitos eh ela vai ela vai em mais locais limpos. Então, ou seja, se você tem, já tá aí, ela tá coletando, tá enchendo Melgueira, isso é

40:49

Speaker A

um sinal muito bom que seu Melonário tá tendo florada da boa. Então, eh, trata ela com mais carinho. Se tiver condições de você ter, ah, mas tem que ter muita, tem que ter muita, mas se você tiver florada para ela, ela vai encher de como

41:01

Speaker A

qualquer outra abelha. Ela é populosa, ela é guerreira, ela é valente, só que ela tem um raio de voo menor. Então eu preciso ter uma aruera pimenteira para ela ali perto. Eu tenho que ter a família dos óximos, que é os

41:12

Speaker A

manjericões. Então, ou seja, eh eu tenho que ter aquelas florinhas, aquelas florzinhas que nascem na igual a xhanana, que é uma pan, que você pode comer, ela nasce naturalmente, espontaneamente, é excelente para já tá aí. Então assim, as abelhas na cidade,

41:28

Speaker A

se você vê, ela se vê muita já tá aí eh nessas nesse nessas ervas, né, que a gente fala ervas da ninha, mas foi criado por Deus. E aí e a o ser humano tem como principal coisa achar que

41:40

Speaker A

aquilo ali era para ele. Então a gente vai lá e arranca. Tudo que Deus criou tem um propósito na vida. tudo ele criou para se é dele, se ele fez, não veio da ação humana, a gente não tem, a gente

41:52

Speaker A

não tem esse poder para falar que aquilo ali é ervania, não. Então a gente tem que entender e trabalhar. Então, ou seja, é, a gente a gente acha que o ser humano é o único que pode colher os

42:02

Speaker A

recursos aqui. A gente, só que a gente esquece que a gente é o que mais detona a natureza. Então, a gente tem que ter esse outro olhar, entendeu?

42:10

Speaker A

A já tá aí. Ela mostra isso pra gente, que se você tiver na cidade, ela vai nessas florzinhas mais e que dá nas beiradinhas mesmo da da que é a Chanana.

42:20

Speaker A

Tem uma tem aqui aqui não dá, mas lá na roça dá dá tem CMO também que é lavão.

42:24

Speaker A

Tem uma pequenininha que eu não sei o nome, mas lota de botão branquinho. É um mato que ele flore e morre rapidinho, mas lota de jatí. Então, ou seja, na cidade ela para ela, esses matinhos que que nascem que nasc espontaneamente ou é

42:38

Speaker A

que Deus mandou para elas? Então, quando que Deus mandou para ela, é o que salva elas na cidade, entendeu? Eu consigo aqui na cidade ainda eu consigo ver Iraí também, eh, forrageando e e tendo aqui em muros. Uma uma observação muito

42:53

Speaker A

bacana sobre a Iraí é que ela a pelo menos a que a gente estudou aqui, que eu cheguei a conclusão, ela sempre vai nidificar próximo à mãe.

43:03

Speaker A

É muito difícil você uma ver uma colônia filha eh nidificando fora na colônia mãe. Se você achar um ninho de iraí na cidade, pode pesquisar nesse entorno que já tem mais colônias em volta. Eu contei 11 colônias num muro aqui na cidade, eh,

43:22

Speaker A

aqui pertinho de casa na cidade. Vou ver se eu filmo e mando pro professor pô no grupo também de vocês.

43:32

Speaker A

Vamos falar um pouquinho também eh de fonte de de resina, né? Para pra abelha coletar a resina, ela precisa fazer isso no nas horas mais quentes do dia, que é o exuda ali que a que a a árvore, a planta machucou, ela

43:51

Speaker A

vai exudar essa resina. Alguma vai, alguma, eu até assustei com com o barulho que deu aqui, desculpem aí.

43:57

Speaker A

Algumas vai e exudar a goma, mas ela só vai coletar. E não são todas as campeiras que coletam, são só aquelas que especializou em coletar a resina nas horas mais quentes. Então você imagina, tá um calor, tá tá quente e ela para

44:12

Speaker A

coletar essa resina, olha o trabalho sacrificante que ela faz para levar esse material tão precioso para dentro da caixa, né, que é que vai tá no serume, vai est em todas as paredes da caixa, em toda em toda a construção da casa, né?

44:27

Speaker A

Então assim, qual para mim hoje que eu vejo aqui na Mata Atlântica que é campeã de fornecer resina para pras abelhas? É o Jatobá.

44:36

Speaker A

Eu eu eu para mim de observar assim, se você fazer uma eh se ele se ele tiver machucado, se ele estalar um galho, se ele se ele você vê que ele ele jorra, ele ele brota a resina dele e ele é uma

44:47

Speaker A

resina de qualidade muito boa e todas as espécies vão. Tem o o pinos, né? O pinos também solta bastante resina e é bom ter também.

44:55

Speaker A

A gente tem a mescla, né, que é o breu branco paraas bugias. Quem tem ela pira nessa resina, é uma resina branca, um cheiro maravilhoso, só que é muito difícil, né, de de achar. Então, vale vale muito a pena eh colocar eh tentar

45:12

Speaker A

conseguir plantar eh o breu branco para ter resina para as abelhas. E sempre que você vê uma abelha coletando resina, você pode ter certeza que é uma campeira mais experiente que tá se sacrificando ali para poder ajudar e levar esse

45:26

Speaker A

recurso pra colônia. Porque as as op as campeiras mais novas, se ela não for de qualquer jeito, ela vai se ela vai ficar agarrada ali, ela não consegue soltar essa não. Ela já faz o trabalho, coleta e leva para dentro de casa. Outro outro

45:40

Speaker A

material, né? Outro, isso aí também é muito bacana. Eh, quando a abelha ela vai coletar o pólen, né? A abelha fez o trabalho, né?

45:50

Speaker A

Aí ela foi lá e coletou esse pól e levou para casa. Quando esse pól tá na pata da abelha, até ele chegar na caixa, ele é pólen. A partir do momento que a abelha ela entrou com esse material para dentro

46:06

Speaker A

da caixa, ele já não é mais pola, vai se tornar algo. Por que que eu tô falando nisso? Se vocês entenderem o pólen, ele tem duas camadas, tá? O pólen tem a camada da entina e da exina.

46:19

Speaker A

Uma dessas camadas pra abelha até é até suave. Essa uma outra camada é esporopolenina pura. Esse aí eu falo muito. Eu gosto e é verdade também. Se a abelha fosse o homem de ferro, ela ia fazer a armadura dela de esporolenina.

46:38

Speaker A

Por quê? Porque a esporopolenina, ela aguenta sol, ela aguenta fogo, ela ela aguenta o tempo, ela se propaga. Então, ou seja, ela ela resiste a muitos fatores que poderia destruir quase tudo e ela resiste a isso aí. Por isso que a

46:51

Speaker A

gente acha polem de não sei quantos anos de de e tá lá guardadinho. Então assim, a abelha ela precisa, quando ela leva esse recurso, que que ela que que ela tá querendo levar? Ela não tá levando só o

47:05

Speaker A

pó, né? Ela precisa adentrar esse grão, esse esse pólen, perdão. Para ela adentrar esse pólen, ela faz um trabalho que é é entre aspas um chucrute, tá gente? Que que ela faz? Ela o pólen, ele tem um buraquinho. Muitas das vezes esse

47:22

Speaker A

buraquinho é quase impossível da abelha colocar a glossa ali para poder absorver. Então, ou seja, muito polem abelha coleta, mas para ela consumir vai ser pouco. Ela tá, ela tá interessada no que tá dentro dessa casca, né? Então,

47:36

Speaker A

ela, o que que ela faz? Ela vai e saliva dentro desse pó, volta, saliva mais um pouquinho, guarda dentro do pote. Ela faz isso, a outra peráa faz isso, uma fazrofaloxia com a outra, passa esse material pra outra e

47:52

Speaker A

vai juntando esse polem, fazendo camadinha e camadinha para poder ter acesso eh dentro desse grão. Quando chega um ponto ali que ele que ele fermenta, que ele tá bem que ele tá bem ácido, né? É um ponto que ela já

48:05

Speaker A

conseguiu chegar para dentro. Normalmente nas melas o pólen quando ele tá pronto, ele tá bem ácido, né? O pH tá baixo. Quando o pH tá baixo, o pólen tá ácido, entendeu? E aí ela ela consegue adentrar o que tá ali dentro, tá? Então,

48:19

Speaker A

ou seja, o pessoal vai falar: "Ah, então eh pode ser que a minha minha abelha tá jogando o pól para fora". Pode, pode ser, mas muuit das vezes ela pode estar jogando a esporopolenina porque ela já conseguiu adentrar o que tava ali dentro

48:33

Speaker A

desse pole, ela fez o consumo que queria, ficou aquela casquinha, tem espécie a manduri. Quem tiver manduri criando mandur observar que você vai achar um polenzinho mais com a estrutura de pozinho dentro da caixa, dentro do pote.

48:50

Speaker A

Só que o que que a abelha faz? É do mesmo jeito que ela faz o cálculo de recompensa para coletar, ela faz o cálculo de recompensa para manter a temperatura. Se que vocês já tiveram aula aqui, vocês já viram que

49:02

Speaker A

normalmente depois da região de ninho de cria, ela faz alias camadas de pólen. Por quê? Porque o pólen ele ele segura calor, ele retém calor. Então, ou seja, se eu tenho calor, eu eu tenho massa, eu tenho calor, então ela usa para isso.

49:17

Speaker A

Então, vai ter espécie que não vai jogar fora por quase esse momento. E sempre quando você vê, ah, a abelha tá jogando polem fora, vocês não precisam preocupar. Se ela tiver jogando, se jogar fora, vai ser a casquinha da

49:27

Speaker A

esporopolenina, porque o pollen ela já, o que ela queria adentrar para fazer ali o seu alimento, ela já conseguiu, tá?

49:34

Speaker A

Ela já ela já conseguiu, já adentrou, já deixou para fazer a termorregulação da caixa, que ajuda, o pól ajuda muito para fazer isso, tá? E esse trabalho é para isso aí. Eh, vamos quando quando agora eu vou falar um pouquinho de

49:48

Speaker A

alimentação, né, da das abelhas, tá? Quando quando a gente muita gente faz do xarope, tá? Eu eu aqui para minhas abelhas, eu só forneço mel. Eu tenho acesso a mel de. Quem já me conhece sabe que eu sou do melhas abelhas, eh, eu

50:03

Speaker A

tenho um pouco, eu compro um pouco, dependendo da época quando não tem, eu espero o meu cristalizar, que fica mais fácil para mim dar para todas as espécies. Eu posso colocar por cima da tampa. Eh, eu parei também de de de

50:14

Speaker A

colocar copinho dentro das caixas, tá? Não coloco mais. Hoje, quando você precisar de levar alimento pr pra sua abelha, para dentro da caixa, faz um potinho de serume, faz o ceramista, né?

50:26

Speaker A

Se se você tiver ela ali, faz um potinho de ceramis, faz ele com aquele toquinho da madeira, um pouquinho mais comprido, dá ali duas duas voltas na na cera, na cera derretida, põe na água, tirou o copinho, não tá furado nem nada, coloca

50:39

Speaker A

o mel, coloca ali o o pólen, se você for fornecer pra espécie, se precisar, e você fecha e deixa ela pegar. É assim que eu devolvo os alimentos hoje para para as escapas do trigono. É assim que eu tô fazendo com as bugias. asi e pólen

50:53

Speaker A

eu não dou. Eu não, é muito difícil você ver eu dando pólen pra abelha. Eu vou devolver o pól para uma transferência, mas depois que a abelha estabilizou, alimentação ali e proteica para ela, não, eu não sou muito fã, eu não sou eu

51:07

Speaker A

não sou fã das misturebas, tá? Desculpa essa palavra dessas guarorobas que é vendida na internet, eh, que é a base de fubá, levedo de cerveja, grão de bico.

51:16

Speaker A

Ah, mas tem isso tudo. Tem, mas tem vários, tem vários contas do que é pró próximo. São alimentos voltados pra apicultura. A nossas a até até tantos dias a cria tá aberta. A nossa não. A partir do momento que o ovo tá ali em

51:30

Speaker A

posição retinha no alimento laval, ele já é fechado imediatamente, coisa de 3 a 5 minutos, dependendo da espécie. Então só eu já tenho, já tenho uma, eu já tenho uma forma de vida diferente. São espécies, são abelhas, mas eu tenho uma

51:44

Speaker A

forma de desse alimento ser trabalhado diferente. Por que que eu por que que eu vou oferecer fubá, farelo de levo, cerveja, farelo de soja paraa minha abelha, sendo que eu posso plantar para ela, eu posso o último caso, eh,

51:57

Speaker A

oferecer um pollem de áps para essa espécie. Ah, mas o polem de áps tem patógeno, ó. Esse poem de ápice, tá? Eh, se você souber da procedência, e outra coisa, não é pól de ápice, é pólen. Quem coletou foi abelho.

52:11

Speaker A

A áp não faz polem, não existe pé de de de ápice. Então é pólen, a gente falar é polemen, né? Porque o nosso é o samburá.

52:18

Speaker A

Então pól só tem de uma espécie que, vamos supor, pól desidratado ali, que a gente conhece normal, que a gente compra eh a granel hoje, mais falado é o de ápice, né? Mas eh a gente pode falar que é pólen, tá?

52:31

Speaker A

Se você sabe da procedência, por que que você não pode oferecer paraa sua abelha?

52:35

Speaker A

Aí, igual eu falei, ah, tem necessidade de eu bater no liquidificador e se você atrapalhar a abelha para adentrar esse esse furo que ele tem para ela poder fazer a sua o seu trabalho, né? Hoje eu tô autossuficiente em samburá graças às

52:49

Speaker A

escaptrigon. Por isso que vale a pena vocês terem eh escaptrigono no meu lipoário na época de escassez. Ah, mas não é a mesma espécie. Como eu tenho, mas a eu prefiro essa aí, essas ideias que tá que eu tô dando para vocês, mas

53:04

Speaker A

eu prefiro dar um pól de uma mandaguari, de uma borá, que é um pól muito gostoso por sinal, para pr do que eu dar um pól que a coletou pra minha abelha. Pois não professor.

53:15

Speaker A

Tô te interrompendo aí, né? Porque vou citar aqui Roberto Carlos, o pessoal que é o código número um aí.

53:22

Speaker A

É, então ele já cantava, eu quero ter um milhão de flores. [risadas] Só quero ver aqueles que não assistem a aula põe lá automaticamente amigos.

53:37

Speaker A

Não é flores. OK. Então, eu quero ter 1 milhão de flores. Obrigado. Vamos lá, então. Eh, quando a gente fornece ali o pole, né, o samburá, é da outra espécie, mas você tá levando ali uma um um um uma um material que já tá

53:55

Speaker A

pronto para ela consumir, né? Se se você tiver pouca quantidade, você coloca eh um pouco de de do pólen que a coletou, deixa ele trabalhar. Eu não gosto de colocar mel na mistura, tá? Já já fiz isso muito no início. Se você vê a

54:10

Speaker A

abelha, né, ela ela separa esses dois alimentos na em portes diferentes, por que que a gente entrega misturado para ela? Qual que é a lógica da gente entregar misturado? Talvez ela quer o mel, ela vai pegar o mel, vai jogar o

54:21

Speaker A

polem fora, então ela não precisa. E a gente tem uma percepção que que a abelha precisa de muito pólen, que a abelha precisa daquela de ter mais tem que ter muito pól na caixa da abelha. Ela precisa de pólen, sim. Só

54:37

Speaker A

que para ela fazer o alimento larval ali, para ela poder fazer esse alimento para colocar na região de cria, a quantidade não é tão grande, sabe? Ela consegue, ela tem as enzimas que está na saliva dela, ela tem outros e

54:49

Speaker A

microrganismos da colônia, então ela ela junta isso tudo e coloca ali onde o ovo vai ser depositado. Então assim, não preocupa, preocupa em ter um, se ela tiver entrando com pól já vocês já podem ficar feliz. Agora, se a abelha não

55:03

Speaker A

tiver entrando com pólen, aí você tem que preocupar com o que que você tem plantado e o que que eu tenho que melhorar ali. Porque assim, uma coisa é a abelha tá coletando e uma coisa toda semana eu tô eu tô fornecendo. Qual que

55:17

Speaker A

é o propósito da minha criação? Se eu tô toda semana fornecendo, não tenho, tô vendo que a abelha não tá pegando nada.

55:24

Speaker A

Ah, mas eu tô fazendo um manejo zotécnico, tô botando xarope pra abelha. A abelha, ela pediu para consumir esse xarope toda semana.

55:32

Speaker A

Ah, mas eu tenho para multiplicação, senão eu vou perder as espécies. E talvez é uma espécie que você trouxe para fazer um trabalho, talvez você não tem ela nativa ali, aí você tem que trazer quantidade boa para você não ter

55:43

Speaker A

endogamia e perder já logo nas primeiras multiplicações. Então assim, esse cuidado a gente tem que ter, esse essa tensão em observar, em sentar cedo, né?

55:53

Speaker A

Igual as abelhas ali, elas saem bem cedo mesmo. Tem abelha que forrajeia na madrugadinha, manda saia campeã. Isso é a gente observar normalmente nas primeiras horas elas tentam voltar com néctar, depois ela vem com pól e de vez

56:06

Speaker A

em quando ela vem elas já conseguem trazer os dois. Então assim, elas fazem esse esse trabalho bem cedo, as melibramas. Então, né, eu tenho a espécie, né, que é a mirim preguiça, né, que isso aí é isso aí eu aprendi com com

56:20

Speaker A

o mestre raro de brand, tá? deixar meu abraço aqui para ele também. Admiro demais o trabalho dele. Ele ele fala muito legal sobre a miri preguiça, porque ela sai mais tarde, por isso que ela tem esse nome de mirim

56:31

Speaker A

preguiça. Por que que ela sai mais tarde? Acabou aquela competição, né? As abelhas foram lá, coletaram os recursos, algumas coletaram os recursos extraflorais, que é o caso de algumas vezes a mirim preguiça vai fazer isso.

56:44

Speaker A

Que que é isso? aquele recurso, a abelha quer o néctar, mas ela não consegue, ela não encosta no pólen para fazer a polinização. Então, ou seja, ela pegou o néctar sem fazer o que a planta precisava, entendeu? Então, esse aí é o

56:55

Speaker A

é o coletador de recurso estafloral. Acabou aquela aquela aquele aquela briga de abelha, ela vai mais tarde, sempre sobra um pouquinho de néctar que as abelhas coletam ali. Ela vai lá e coleta aquele néct, aquele restinho de póli

57:08

Speaker A

muito e leva pra casa, pra casa dela. Se vocês verem a mirim preguiça eh voando, é muito bonitinho, porque ela faz um zigue-zague antes de entrar pra flor.

57:18

Speaker A

Então é quando ela vai coletar o alimento, a gente já sabe só de observar esse esse voo dela, entendeu? Então é muito bonitinha, muito legal. você a gente entender esse comportamento da das abelhas, tá? Professor, quer ler um

57:31

Speaker A

bocado de pergunta ou ou vamos continuar aqui? Eu vou eu tô falando aqui o que Deus tá iluminando aqui, tá? Talvez o pessoal quer perguntar, não sei como é que tá lá.

57:42

Speaker A

É, eu vi algumas perguntas ali, né? Vamos pessoal já respondeu, mas eu vou vou projetar umas aqui, então.

57:52

Speaker A

Tá bom. Por exemplo, até que horas é viável a caixa pegar sol pela manhã?

58:09

Speaker A

Fala, Rodrigues. Então, eu acho que assim, até umas 9, 9:30 tá bom, cara. Aquele aquela aquela o sol batendo na caixa, porque no verão 10 horas já, dependendo do estado, já tá instalando as costas. Então entre até umas 9 horas

58:23

Speaker A

ali você pode deixar, mas não depende também muito da espessura dessa madeira, tá? Então não deixa passar disso não. A partir desse momento, ah, eu tenho incidência de sol, já faz um trabalho ali com sombrite, alguma outra coisa

58:34

Speaker A

para proteger essa caixa, tá? Não deixa não. Qual o tamanho da caixa para abelhas mandassia, baú ou módulos?

58:42

Speaker A

Gustavo? Ela trabalha bem com as duas. Eu já criei mandar saia em baú, em ímpar. em baú. E normalmente ela vai costumar, ela vai fazer, eu separei, né?

58:52

Speaker A

Fiz a o baú assim, um pedaço menor deixei pra região de de de ninho de de cria e o restante do baú deixei pra mel.

58:59

Speaker A

Ela trabalha ali e ela vem pro baú, ela faz a parede de mel. Fica muito bonito de ver isso na manda saia, tá? Ela consegue, ela coloca um pote em cima do outro. Dá mais trabalho para você sugar

59:09

Speaker A

esse material, mas assim, questão de de produção, a manda saia ela vai super bem no baú e faz super bem na ímpar. Só que no baú eu já observei quantidade aqui para mim ela deu quantidade maior eh de

59:22

Speaker A

pótese, tá? Então para mim no baú aqui no meu no meu caso, ela foi bacana para isso, mas na multiplicação você pode ter que tirar ali, abrir a parte do ninho, né? Quem quem não gosta de fazer a multiplicação pro por pro

59:34

Speaker A

disco, gosta de levar já abelhas, né? Depois eu depois eu vou explicar um pouquinho sobre isso também. Eh, vai dar um trabalhinho a mais, mas dá certo também, tá? Então as duas para mandar saia, sendo ali um a ímpar, cara,

59:47

Speaker A

dependendo se for MQA, uns 15 por 15 interno, tá bom demais, não precisa ser mais do que isso não.

59:54

Speaker A

Quais as medidas para mambucão? Vamos lá. A mão bucão você pode trabalhar com 22 cm até 25, tá? Eu tô, eu tenho caixa que dá 25 por 25 interno e elas estão indo muito melhor do que nas caixas 22x2. Eu transferi uma mão

60:12

Speaker A

bucão para uma caixa de de bugia que tava dando 20x 20. Ela não tá indo tão bem quanto numa caixa maior. Essa eu vou trocar de caixa. Então, no mínimo começa com 22 por dentro. O aconselhável é 25x

60:24

Speaker A

25. Eh, comprei umas caixas prontas de eucalipto e elas vieram com cheiro de mofo. O que eu posso fazer para utilizar essas caixas sem o risco de intoxicar as abelhas?

60:37

Speaker A

Angélica, boa noite. Eh, vê de onde você comprou, né? Se é se não tem perigo nenhum, lava ela e depois você dá passa um pouquinho de maçarico nela antes de você botar a abelha. Eh, dá para você trabalhar, dá para você matar esse

60:49

Speaker A

fungo, eh, deixar essa caixa secar. Depois você dá uma queimadinha rápida nela por dentro ali com maçarico de hoje, que é maçarico de cozinha, tá? Tá fácil da gente fazer esses trabalhos nas caixas, não muito, só para esquentar ali

61:03

Speaker A

e observa e vai resolver seu problema. H, as minhas caixas são cobertas com bombona de plástico. Tem problema? Eu acho que fica bem porque não molha as caixas.

61:17

Speaker A

No caso, ela é uma proteção, né, acho que ela faz na ela em volta da caixa.

61:21

Speaker A

Bombona de plástico. Que que é? Seria seria uma garrafa PET maior, aquela aquela da do galão de 20 L. Se for, eh, a gente tem que tomar muito cuidado assim, porque eu eu Por que que eu parei? Agora eu vou vou falar um

61:34

Speaker A

pouquinho, aproveitar que a gente falou de de bombona de plástico. Por que que eu parei de de colocar pet, copinho dentro das caixas? A gente tem um problema muito grande hoje que é os microplásticos, né? E o pet ele é

61:45

Speaker A

campeão de levar esse material para dentro das caixas. Hoje já foi feito isso tudo, até no leite materno já tem microplástico. Então as abelhas quando a gente já põe ela no ninho provisório ali na garrafa PETET, elas já estão

61:59

Speaker A

trabalhando com microplástico. Então quanto menos material desse a gente tiver dentro da colônia, a gente vai ter um mel com menos contaminação de microplástico. É difícil, mas eu já eu não colocaria, sabe? Tudo que você vê que tem, deixa resíduo e ele ele é um

62:13

Speaker A

material que pode soltar microplástico. Eu que eu tô falando de microplástico, nem nanoplástico. Evita de deixar perto das abelhas, não deixa não.

62:22

Speaker A

No caso de rio diesío, de bugias, quando muda a posição da caixa, elas não perdem a rota?

62:28

Speaker A

Vânia, boa noite. Se ela tiver, Vânia num condomínio, né, igual eu expliquei, elas estão todas eh no mesmo no no mesmo local ali, uma caixa do lado da outra, eh você aquelas que estavam fracas absorver essas campeiras que estavam na

62:42

Speaker A

caixa da frente, por é alimento chegando. A abelha ainda não vai não vai perder essa oportunidade. As a as guardas não vai e impedir de entrar com esses alimentos, entendeu? E como o cheiro tá muito próximo, eh, você vai

62:55

Speaker A

balancear a quantidade de de campeira da caixa com esse trabalho simples que resolve o problema de absorção. E você pode fazer essa rotatividade sem problema nenhum, se elas estiverem próxima da outra. Agora, se for caixa, igual eu expliquei, você pega uma bugia,

63:07

Speaker A

tem 10 m, você tem uma outra com 10 m, fizer isso, vai dar briga porque o cheiro tá diferente. Tem que ter esse cuidado tá?

63:16

Speaker A

Qual seria a distância ideal do meliponário em relação a uma fonte de água, tipo um riacho?

63:23

Speaker A

Ia Carvalho. Então, boa noite. Dependendo da espécie, você tiver um riacho a 2 km, a abelha não vai pegar água, né? Dependendo o que for a abelha, assim, essa água tem que estar o mais próximo possível do melipolário. Se se

63:35

Speaker A

ela não tem o riacho ali pertinho, faz aquele esquema que eu falei, né? É, é o erro da garrafa PET, mas o um, um outro sistema com aquelas pedrinhas, uma água, uma água ali dentro numa bacia de vidro,

63:47

Speaker A

algum outro material que dê para para cober, não deixar esse vidro mostra, mas que fica ali as pedras para ela entender que tem um uma reserva de água. O mestre capas quando ele dá água pras abelhas, ele pega uma toalha, deixa um um tipo um

64:02

Speaker A

balde e por trás e essa toalha, metade dentro do balde, metade esticada. Aquele ali também é um campo que a abelha consegue entrar, buscar essa água e volta para casa depois. Agora, se o riacho for mandar, vamos pôr o exemplo,

64:15

Speaker A

ó, manda saia 2 km, ela vai, vai, mas vai ser um trabalho muito forte para ela ter que ir e voltar para coletar essa água. Então esse cuidado de quanto a gente fala próximo, é dentro do Mediponário mesmo em volta ali, coisa de

64:26

Speaker A

500 m seria o ideal, entendeu? Eh, poderia fornecer mais detalhes sobre esse sistema de água com garrafa PET.

64:36

Speaker A

Podemos usar anticloro usado em aquários na água. Eu vou complementar outras perguntas que eu já vi ali antes. O pessoal também pergunta se pode usar, por exemplo, água filtrada.

64:47

Speaker A

Então, a água não pode ter cloro, né? Igual eu vi ele também que perguntaram se se um filtro com um carvão ativado.

64:54

Speaker A

Eu aconselharia assim: "Ah, é caro eu comprar água, talvez um galão de 20 L.

64:58

Speaker A

Eu eu pegaria uma água isenta que ela normalmente a água que a gente tem fornecida pela concessionária de água é uma água que já tá cheia de de contaminantes ali nela mesmo. Por mais que ela chegue clara na sua casa ali

65:08

Speaker A

encolou sem cheiro, mas ela passou por um tratamento ali bem forte. Então eu não colocaria, eu compraria água para abelha pra gente, a gente a gente já compra mesmo. Ou se você tivesse um um hoje não fura mais, mas quem tem um poço

65:21

Speaker A

em casa de qualidade, você tem uma você tem uma mina de ouro aí e pode fornecer pras abelhas. Eu não eu não nada que der para tirar eu evitaria. Funciona, não vai morrer porque ela ele se o filtro é

65:32

Speaker A

carvão, ele vai ele é anticloro, ele vai tirar o cloro, mas pode ser que tenha mais coisa na água, então eu evitaria.

65:38

Speaker A

Mas se se tem se se assim vai encarecer não vai dar problema, entendeu? Só que eu para mim eu eu botaria uma outra fonte de água.

65:48

Speaker A

Alan, você tem uma lista de plantas e árvores boas para abelhas nativas, Ricardo? Aí vai depender muito do microclima, do bioma, entendeu?

65:59

Speaker A

Normalmente uma árvore que eu falo aqui para mim que é boa, talvez se você tiver numa área de cerrado não vai ser tão boa e entender eh a espécie que você vai trabalhar para você poder plantar. Tipo, eh, eu vou trabalhar com jataí, eu vou

66:13

Speaker A

citar algumas aqui. Eu eu posso ter eh aeira, penteira, eu posso ter os manjericões, eu posso ter as plantas rasteiras que elas vão em todas. Tem aquela, tem uma branquinha, chama hip hop, é uma, eh, as mirinha e já tá aí,

66:27

Speaker A

já observei bastante. Só que assim, se você pegou ali o estudo ali desde o início, você vê que vem uma evolução lá na época das das angiospermas, né? As nossas abelhas coevoluíram com que ela encontrava de nativo. Então, ou seja, as

66:42

Speaker A

as abelhas nativas elas vão associar com que é nativo para ela daquele local. Então, por isso que um trabalho de campo, entender o que que tinha na região, tentar voltar esse plantio, você vai ter um diferencial para oferecer

66:55

Speaker A

paraa sua abelha. Então a gente fala que a gente tem que voltar o tempo, entender o que que aconteceu, o que que eu posso voltar para ela ali e oferecer de melhor. As mirtasses hoje, né, que é as

67:05

Speaker A

famílias dos araças, as goiabas, eh as famílias do que a gente tem mais eh em quantidade, elas são excelente fonte de pólen. Eu não teria muito néctar, teria um pouco de néctar, mas as mirtasses para e a abelha mocinha preta e no araçá

67:21

Speaker A

fica doido. Tem vídeo, eu vou mandar. Eh, coleta e coleta absurdo. Eu tenho um limãozinho galego também que já tá aí e daí e as mocinhas preta faz um trabalho eh de excelência. Ele tá florindo o ano todo. Eu tô colhendo limão o ano todo e

67:35

Speaker A

tá lá um pezinho dando sombra pro melipo anário. É um cítrico e tá ele todas as abelhas estão tirando proveito. Então, ou seja, eh, a gente, o que que eu teria ali e o que que eu posso, pelo menos

67:47

Speaker A

assim, se não for eh, natural, que ela ela teve essa associação, pelo menos um que que forneça esse esse recurso, mas saber a espécie que você vai colocar vai determinar se você planta mais água, você se bota mais flores rasteiras para

68:01

Speaker A

você poder ter uma coleta melhor de de recursos entendeu? Vou juntar duas perguntas numa só. Já vi borai marmelada na resina da aroeira pimenteira. Seria uma outra boa de resina? E a outra pergunta é: você aconselha fazer uns cortes no jatubá

68:18

Speaker A

para que ele produza mais resina? Boa noite para vocês. Eh, corta a árvore, cara, não sou muito fã não, mas que, vamos supor, quando um galho seca e quebra, quando a árvore se machuca, na natureza, normalmente é o é o é os

68:31

Speaker A

saguis que fazem a ranhura na casca do jatobá, na dentro da mata mesmo, ele que faz esse esse trabalho ali para poder machucar a árvore e ela sudar isso daí.

68:42

Speaker A

Mas todo trabalho que você fere a a árvore, você faz uma ferida leve, dependendo você mata, entendeu? Quando a gente arma a isca para mucão, eu pelo menos eu tenho esse eu tenho esse compromisso, eu tenho esse cuidado. Se

68:55

Speaker A

eu comecei a cavucar, se eu vi uma raiz, eu já parei. Eu não enterro aquele balde ali, eu tento trazer mais para fora.

69:00

Speaker A

Você vê gente que vai lá e martela um prego na árvore. Ah, mas isso aí, infelizmente mata, cara. Tomar muito cuidado. Você vai, você vai levar ferrugem para dentro dessa madeira, você vai matar uma árvore por causa, por

69:10

Speaker A

causa de uma isca sua. Então esse cuidado, esse olhar a gente tem que ter.

69:14

Speaker A

E matar uma árvore aí de uns 30, 40 anos por causa de pegar uma abelha é complicado. O o jatobá se se você ferir a casca ló, você pegar uma faca e riscar, ele vai estudar sim, porque é

69:26

Speaker A

natural de toda, só que ele tem uma quantidade absurda. A arroeira também tem muita resina. A arua, foi muito bem perguntado por ele, porque as espécies menores na aeira ela ela ela faz diferença, então vale a pena. Na aueira

69:38

Speaker A

pega muito fácil. E a sementinha da arroeira, a e a florzinha, as as florzinhas, desculpa, as abelhas amam.

69:44

Speaker A

Tem tem pola necta ali para as pequenas com quantidade boa, entendeu? Bem bem bem colocado aí, tá? Sobre a ara.

69:52

Speaker A

Alguém perguntou se tu vai tem material, vai ter material escrito sobre isso depois ou não.

69:58

Speaker A

O material tá aqui. Eu acho assim, vale muito a pena vocês pedirem o professor, não sei se é aberto lá, se ele deixa vocês assistirem a aula que eu dei ano passado. Na aula do ano passado eu mostro os vídeos das caixas que eu perdi

70:12

Speaker A

para ataque de, erro de manejo meu. Eu cheguei a perder quase 50 caixas de bugia criando em condomínio. O que que eu fazia nessa época? Isso aí é um outro até emocionei de novo. Isso aí, isso aí eu acho que vale a pena vocês pegarem

70:26

Speaker A

essa aula para ver também. Eh, eu tinha um sistema de alimentação, aquele alimentador roso. Eu sempre gostava de alimentar as abelhas com alimentador roso, as bugias, porque minhas bugas quando estão nesse meliponário de baixo, elas ficam exclusivamente para

70:39

Speaker A

multiplicação. Eu pego elas, multiplico e volto pro outro meliponário para poder fazer o manejo do mel. Só que que eu faço? Eu não fico no meliponário. Hoje eu tô em molé. O meipanar ele fica 34 km de distância. Então, ou seja, o que

70:52

Speaker A

aconteceu tem duas semanas, três semanas que deu chuva, que eu não sei o que que tá acontecendo com as abelhas. Deus abençoe que estejam boas, mas eu não tô lá todo dia. Tem um rapaz que que toma conta das plantas para mim, das aves,

71:05

Speaker A

água, as plantas, água, as aves, as as plantinhas menores. Mas se você perguntar para ele assim como que tá as abelhas? para ele vai tá bom, porque ele vai ver as abelhas entrando todo dia.

71:14

Speaker A

Então ele ele não esse eu não posso pedir ele para fazer muita coisa, não fica mais caro para mim. Eu não tenho condição de de bancar para ficar uma pessoa só ali. Então eu vou de 10 em 10

71:24

Speaker A

dias ver as abelhas. Mas nesse intervalo que eu fui, eu tinha um alimentador roso. Que que eu fazia? Mel na entrada do alimentador roso. Coloquei e vim embora. Aspes quando é mel dela, elas rastreia. Elas sente esse cheiro longe.

71:38

Speaker A

Ela sente esse cheiro. Mas aqui foi que foi e o sol bateu, espalhou. Mais o cheiro, eu alimentei, vi que vi que não tinha abelha nenhuma, fui embora, falei que as abelhas, as bugas tava puxando, fui embora, fechei, fui para vir para

71:49

Speaker A

Muriaréia. Quando eu voltei, uns 15 dias depois, mais ou menos, se não me falha a memória, e aquelas caixas tava com aqueles paçocos de bugia fechando a entrada da caixa para se proteger. Elas tentaram fechar ali para á entrar. Eh, com esse m com esse

72:07

Speaker A

processo de fechar a entrada, eh, deu certo, porém as abelhas se espremeram ali, elas se mataram ali. Eu não fui tomar conta do meu limponário. Quando eu cheguei, era a caixa, era a caixa cheia de forídeo e todas as abelhas prensadas

72:21

Speaker A

eh atrapalhou que as abelhas saíssem e entrassem. Não teve entrada de recurso. A caixa defininhou aquele cheiro de abelha morta, atraiu o foríd e foi uma festa pros forídes. Por baixo ali, eu perdi de 40 a 50 bugia numa atacada só.

72:35

Speaker A

Nunca mais eu alimentei com alimentadoroso. Hoje quando eu alimento, eu já trabalho com mel. Eu espero o mel cristalizar, igual eu falei no início, eu prefiro que ele cristaliza. Pega uma colerada mesmo, independente se for bugir, coloca em

72:46

Speaker A

cima da caixa ali do acetato, rapidinho na parede, fecha e vejo. Ela consumiu, tá precisando demais. Como que eu vejo isso? Eu tenho mais potes abertos do que fechado. Tenho. Então eu coloco alimento. Aí eu tenho mais fechado do

73:00

Speaker A

que aberto. Aquela semana eu não faço nada. Eu espero passar mais 10 dias e olho de novo. Mas foi crescimento. Aí vocês imaginam vocês perder de 40 a 50 caixas de bugia que hoje deve tá valendo aí uns R$ 700 uma caixa de bugia a 1000.

73:11

Speaker A

Olha o prejuízo que eu tive. Eu eu cheguei a desanimar. Eu falei que eu não queria mexer mais com a abelha. Cheguei a anunciar nos grupos as minhas abelhas, mas graças a Deus não, isso não foi pra frente. Aquilo ali foi um motivo que me

73:22

Speaker A

que me deu mais vontade de crescer e graças a Deus eu não parei. Foi foi um foi uma foi uma baixa muito grande que eu tive, mas foi um motivo muito grande que Deus me ajudou para mim crescer,

73:31

Speaker A

entendeu? Da para lá eu nunca mais parei, comecei a a entender os benefícios que tinha esse maneja, mas eu entender que a gente erra e o erro que a gente erra para as abelhas é caro. Então a gente tem que tomar muito cuidado, tá?

73:44

Speaker A

Vou juntar duas perguntas de novo aqui. Esabeles que fazem simbiose, tem problema usar o pól delas ou não tem nada a ver? Juntar com essa aqui. Dar samburá de uma espécie para outras diferentes não tem riscos sanitários possíveis transmissões de doenças e

73:59

Speaker A

patógenos. Pois é, fala-se muito patógeno das abelhas. Cadê qual onde tá esses estudos de patógeno comprovadamente? Isso aí eu eu bato eu bato nisso aí porque eu fiz um eu fiz um uma pós voltada em alimentação pra abelha na pós ensina a

74:16

Speaker A

colocar essas porcariadas pras abelhas que eu não sou fã é outro sistema, então eu não eu não faço isso paraas abelhas.

74:23

Speaker A

Mas como que esse patógeno passa? Cadê esse patógeno? você se alimenta para, vamos supor uma coisa, eu tenho um meliponário, tenho uma piário que eu sei que teve um varroa que é que é na piário e eu ten eu tenho que avisar a a pessoal

74:36

Speaker A

da vigilância para poder fechar, me ajudar a chegar no no num veredito nessa caixa. Mas quais os patógenos que passa de uma espécie para outra? Eu tenho eu tenho micro eu tenho microbiota ali, eu tenho microorganismos, eu tenho simbiose

74:50

Speaker A

e algumas espécies, mas eu tenho eu tenho uma vida nesse samburá. As abelhas, se você pegar um samburá, é muito mais fácil uma uma mandaça pegar um samburá de uma mandaguari do que eu entregar um polem simplesmente amassado,

75:03

Speaker A

moído para ela. Ela vai ter um que ela não vai pegar, ela vai ter um trabalho mais rápido, ela vai enzimar, ela vai salivar, ela vai trazer seu seus microorganismos para ali também. Ela vai botar a vida dela, os acros da caixa,

75:13

Speaker A

vai ajudar esse processo. Então assim, é alimento, tem tem sim, lógico, se você puder dar da sua espécie é muito melhor.

75:21

Speaker A

Vou dar pól de mandar saia para mandar saia, é o correto, mas se eu não tenho, que que você prefere? Você vai dar uma farinhada pra sua abelha ou você vai dar um pól, você vai dar um samurado na

75:30

Speaker A

outra espécie ou um pól que que a áps coletou? Eu não pensaria duas vezes. Se eu sei a procedência, eu vou alimentar essa abelha com samburá, eu vou alimentar essa abelha com pólen, porque é o que ela coleta na natureza. Ela não

75:40

Speaker A

coleta leveta cerveja. Ela não coleta grão de bico, ela não coleta essas farinhadas que a base de milho que a pessoa coloca, não pega nada disso. Ah, mas a abelha puxou, a de cria aumentou.

75:50

Speaker A

Será que aumentou? Durou quantos anos depois você vocês estudaram essa essa essa questão da abelha? Que que ela quanto tempo com essa caixa? Essa caixa não mingou, deu certo, então, entendeu?

76:00

Speaker A

Não, para mim não, não, não. Para mim eu não é, infelizmente eu tenho que eh eu quero ver mais iso, mas o patógeno para mim ainda é é uma é uma incógnita na na Meliponicultura, tá? Isso aí eu defendo

76:11

Speaker A

muito, respeito quem traz, porque a ciência tá sempre à frente do do que a gente acha. Mas eh não fique, eu não tenho dúvida, se eu tiver que alimentar, eu vou dar um samburá. Eu por isso que eu tô autossuficiente a samburar, porque

76:22

Speaker A

eu preciso para poder fornecer paraas outras espécies. Mas igual eu falei lá no início, é usado muito pouco. É um recurso que a abelha precisa, mas não nessa quantidade que a gente acha que tem que fornecer.

76:34

Speaker A

Aqui a pergunta se repete, mas eh pelo que eu vi a pessoa não entendeu, né? Que você fala do rodío de bugas ao mudar as caixas de posição, elas não perdem a rota. Na no caso da isca é preciso levar

76:45

Speaker A

para 800 a 1000 m de distância. Qual seria a diferença? Pelo que eu percebi, a pessoa não entendeu como é que funciona o rodízio, porque é tal, eu acho que ela entendeu que o rodízio é você levar a caixa para outro lugar. Mas

76:59

Speaker A

acho que is é assim, Vânia, que é o que eu quis dizer, a isca e hoje igual, você pegou uma bugia na isca, você pode levantar a mão pro céu, tá? Que isso aí a coisa mais rara de acontecer. Eh, mas

77:11

Speaker A

assim, eh, eu tô encriando em condomínio. Condomínio. Eu tenho uma caixa de bugia do lado. Eu tenho uma caixa de bugia aqui. Eu vou colocar outra caixa de bugia. Esse, esse espacinho aqui tem 5 m, mais 5 m aqui eu

77:23

Speaker A

boto mais duas caixas. Então, ou seja, eu tenho uma prateleira. Nessa prateleira eu tenho aqui 10 caixas de bujia. Na prateleira de baixo eu tenho mais 10 caixas de bujia. Eu tenho caixa, não tenho isco. Já a abelha já tá na

77:33

Speaker A

caixa. Aí a daqui tá fraca, a daqui tá forte. Eu pego essa, transfiro pro lugar dessa aqui, ó. Faço isso. 10 dias depois a daqui, a daqui já estabilizou. A daqui ficou fraca. Eu pego essa, pego a daqui

77:46

Speaker A

e faço isso. Eu faço o rodício. Posso fazer entre as é da ponta pro meio, do meio pra ponta, mas nunca das pontas pr as pontas. Senão vou eu vou trocar seis por meia dúas apontas sempre vai tá

77:56

Speaker A

forte. Faz um teste. Quem tem abelha em condomínio e bugia. Faz uma divisão de bugia. Pega a caixa da da ponta para eleger rainha. Como elege rainha mais rápido e como já tem por ter mais quantidade de campeiras, como que

78:09

Speaker A

acelera o processo da multiplicação? Espero que se você ficou com dúvida, coloca de novo. Eu eu vou tentar te ajudar, mas eu acho que deu para entender essa questão de rotatividade, de condomínio. Isso isso é uma é uma

78:22

Speaker A

característica exclusiva que dá nas bugias. A absorção eh Celso Arido Meliponário 21. Tem ele tem um vídeo, depois vocês pod que acabar aqui, eh, pesquisa no YouTube. Ele ele e essa dica é dele. Essa dica eu observei dele. Vale

78:36

Speaker A

muito a pena. É uma, é uma live, é uma aula que ele dá lá, acho que de 50 minutos. Ele ele tem ali o trabalho que ele faz, que eu observei, deu muito certo e eu repliquei. Esse aí foi

78:45

Speaker A

trabalho dele que deu que eu vi, tá? Mas muita gente já fazia, então, né? Não é invenção minha, já existia na internet, tá? Você ficou com dúvida, não é isso?

78:53

Speaker A

Põe aqui de novo que eu tento te ajudar. O Amanda Saia MQQ na divisão feita em janeiro não subiu postura para o Sobreninho. Alguma dica?

79:06

Speaker A

Fabiane Roberta Forte. Fabiane boa, boa noite. Então, MQQ, você fez a divisão em janeiro, não subiu, não subiu a postura da pro segundo módulo. Quantas caixas de manda saia que você tem? Essa caixa que você pegou para multiplicar era uma

79:25

Speaker A

matriz. Que que você levou em consideração para ser uma matriz de mandaçai MQQ? Ninho sobre ninho cheio com meueira ou simplesmente assim abriu a caixa, tava bonita de abelha, tava tinha postura chegando no sobreninho. Aí eu vi que dava para multiplicar. Janeiro

79:43

Speaker A

é uma época excelente de multiplicação, porque você tem todos os indicativos. Que que é indicativo? Eu tenho entrada de recurso, eu tenho Zangões sendo expulso da Caixa, eu tenho Princesa sendo expulsas da Caixa porque tem muita população, então eu tenho que liberar

79:58

Speaker A

ali a o pessoal que tá consumindo e tem só que tá entrando em recurso. Então tá nascendo naturalmente. Que que eh que que você fez? Você tinha mais ou foi de uma caixa só que você tentou fazer essa

80:09

Speaker A

multiplicação e deu certo? Eh, você pode tentar induzir, você tem que ver como é que tá a saúde desse enxame, dessa colônia sua, se essa mandaça tem campeira para poder observar.

80:20

Speaker A

Normalmente pode ser falta de algum de algum desses nutrientes que tá faltando na caixa ou pól falta de de de mel.

80:27

Speaker A

Algum desses recursos ela não tá encontrando aí no seu local, que ela para fazer postura, eu preciso fazer o alimento laval. Então, uma das bases das bases dele que a abelha vai enzimar é mel e samburar. Eu tenho que ter isso

80:39

Speaker A

paraa abelha fazer eh postura. E a e a rainha precisa ver a campeira saindo, entrando dentro da para pr para forragear para ser um indicativo que tá chegando as coisas ali, tá? Ela ela fica ela ela fica mais tranquila, entre

80:51

Speaker A

aspas, mas fica. Então assim, depois você coloca ali de novo para mim entender que que que você levou. Mas normalmente a manda saia, se você tem mais de uma caixa, ela tem que subir. Se tá minguando, tem rainha, pega depois.

81:04

Speaker A

Agora não sei se qual local que você tá, se dá para você pegar um disco maduro, coloca ali em cima dessa da e para essa caixa para poder pegar umas campeiras de de outras caixas daí de outra de outra

81:16

Speaker A

de outra caixa da sua abelha para ela poder ajudar com essa mão de obra que vai entrar ou um disco coroado nascentezinha que tá nascendo, coloca ali que vai ajudar também, entendeu?

81:24

Speaker A

Deixa eu ver ela. Acho que ela respondeu aqui embaixo, ó. fiz a multiplicação, tava com muita campeira e duas meueiras quando fiz a divisão. Então você já teve indicativo que você já tinha e recurso na natureza. Quantas caixas que você

81:38

Speaker A

pegou dessa mandaçai? Essa já era uma divisão, era uma matriz, isso é importante. E se for uma matriz, você já tinha mais, pega um disquinho de uma outra caixa, induz para essa rainha e ela vai vai ter grande chance. Se tem,

81:50

Speaker A

se a meogueira tá cheia, você pegou uma meueira, botou para essa caixa, teoricamente, deixa que vai dar certo, entendeu?

81:58

Speaker A

É adequado fazer o meliponar no meio da mata mata atlântica? Quais espécies se dão melhor? É necessário proceder de modo diferente em algumas espécies, colocando-a em local mais aberto ou não.

82:11

Speaker A

Diego, então na dentro da mata, você tem que observar o que que você consegue capturar. a gente tem a mata, que que você consegue capturar naturalmente. O que você conseguir capturar naturalmente ali na sua na sua região de mata fechada

82:24

Speaker A

é as espécies que vão sair melhor. Se eu capturo, né, nessa nessa que que a gente faz? Normalmente nas bordas da mata eu armo isca para para borá, eu armo isca para mandar guari, eu uma armo isca para

82:38

Speaker A

para mandar saia pro interior, por dentro da da mata, a gente tenta pegar uma uma guarai, tento pegar uma uma bugia, tento pegar uma outra espécie, uma mombucão. Aí eu preciso de uma mata mais densada, eh por causa de controle

82:51

Speaker A

de humidade, essas coisas. Se você tem a incidência, ah, aqui eu só tô capturando mandar saia, então teoricamente você vai ter um trabalho melhor para mandar saia e fazendo o mapeamento do que que você tem plantado nessa mata. Normalmente tem muita coisa

83:05

Speaker A

na mata, ainda mais se ela for nativa, você consegue fazer fazer esse trabalho de caixa em volta das bordas dessa mata e ter um resultado muito grande. Agora, que que eu posso pôr? Você pode pôr as espécies que você consegue naturalmente

83:18

Speaker A

aí e você tirar como eu quero pra mel. Para mel, você vai tentar pegar uma espécie de melipro que você consegue capturar, que você tem ela aí na natureza, você tem recurso, faz o teste.

83:27

Speaker A

Opa, coloquei 10 caixas, deu certo. Coloquei mais 10, tá, tá, tá enchendo o meu geira. Coloquei mais 10, encheu, opa, coloquei mais cinco, parou, começou. Aí você, você liga o alerta, tá em época de de recurso, eh, tá

83:39

Speaker A

diminuindo. Então, o que você tem tá dando suprimento ali para 30 caixas. Então, você já sabe que naquele entorno ali você pode pôr 30 caixa, entendeu?

83:50

Speaker A

Abelha pega água em brumelhas? Tem muitas bromelhas na região do Melipunário. Não, eh, isso aí não sei te responder.

83:57

Speaker A

Eu acredito que se a água tiver limpa, ela se ela tiver na área de voo dela, acredito que sim. Mas te dá uma resposta que ela vai pegar na bromélia, se a água tiver limpa, tem chance. Mas que eu já

84:05

Speaker A

vi assim para te dar certeza, eu não posso. Tenho algumas caixas de abelhas sem ferrão aqui na zona urbana em um corredor e o muro, entre o corredor e o muro tem os 3 m de altura. Interfere na rota das abelhas?

84:23

Speaker A

Tem algumas caixas de abelhas sem ferrão aqui na zona urbana e um corredor e um muro. Tem uns 3 m de altura. Dependendo da espécie, se for espécie pequenininha, vai interferir sim, cara. Ela vai ter mais, ela vai ter mais um trabalhinho.

84:34

Speaker A

Você sabe que a abelha tem ali um raio de voo ali de 500, dependendo da espécie de 500 m ali, você já aumentou esse raio de volta para ela ali 6 m para ela subir, 6 m para ela voltar. ela vai, ela

84:43

Speaker A

vai subir e vai voltar fora o corredor. Então não que não vai não vai atrapalhar para você perder o enxame, mas ela, ela pode sim você ter mais um impensílio. O ideal eh se você não conseguir colocar essa caixa eh acima desse nível, pelo

84:56

Speaker A

menos a metade ali para você, quanto menos eh espaços você deixar para abelha ter como eh como ter que passar esse espaço, até até essa barreira, quanto menos barreira essa abelha tiver, melhor vai ser a volta de recurso pra sua

85:10

Speaker A

caixa, entendeu? para para sua colônia. Desculpa. Meleponário escola, iniciando com 30 caixas dentro de uma unidade de conservação no litoral de Santa Catarina. Quais as espécies nativas, fontes de resina você recomendaria?

85:27

Speaker A

Caramba, hein? Santa Catarina, ela quer [risadas] bastante coisa, né? Eu acho assim que é é é é eu acredito que é o mesmo bioma nosso aqui, mas eh eu nunca fui, eu nunca fui aí eu não tem que tem

85:40

Speaker A

que fazer um trabalho de campo para ver que que você tem em volta dessa área sua. Talvez eu te indico uma coisa que aí não vai pra frente. Eu sei que no Sul, mas não é nativo que as pessoas

85:49

Speaker A

plantam muito que enche meueira é a uva do Japão, né? Que a uva n é dulces, né?

85:54

Speaker A

Que não é uva e muito menos do Japão, mas é o que é o que encheueira. É o que salva muitas culturas. É o que salva muita escultura. Não, desculpa, é o que salva muita caixa de abelha no sul é a

86:06

Speaker A

uva do Japão. Não sei se se você tá na área de mata igual você tá falando, botar uma uma exótica vai ser vantagem.

86:12

Speaker A

Eu estudaria essa área sua, tentaria ver que que você tem de nativo ali. Ah, eu tenho, vamos supor um exemplo, não sei que você vai achar. Eu achei, eu achei, não vai ter um exemplo. Eu achei Jurema, pô. Replica Jurema, só que a Jurema você

86:26

Speaker A

não vai ter aí. Jurema também na área, na área da catinga ali não tem. Não tem para, não tem igual para néctar e póle não tá? Ela ela perde ela perde toda a folha, ela morre na época de seca, né?

86:38

Speaker A

Ela quando é, quando começa o período de chuva, ela estarta. No que ela estarta já estarta florindo. No que ela flore ela dá uma carga absurda de néctar e póli. Quem tem jurema na região que é de Jurema, sabe o que eu tô falando. Ela

86:51

Speaker A

tem uma, ela tem uma prima também, acho que é calumbi, dá a mesma quantidade de carga. Entendeu? Uma pergunta interessante aqui, ó. Tem um melipunário urbano num raio de 200 m, deve ter umas 15 piscinas nas casas. Isto é muito

87:06

Speaker A

prejudicial? A água ela dá aquele brilho, né? A água ela faz o brilho eh quando o sol bate.

87:13

Speaker A

Pode ser que se tiver ali no raio das abelhas, você pode perder algumas campeiras na volta. Você é é válido, tá?

87:21

Speaker A

tem grande chance, você não vai perder todas, mas talvez uma campeira que começou a sair, uma uma campeira que não entende aquilo ali, se ela cair, não tiver como sair, ela vai morrer. Então assim, eh, faz sentido que você pergunta

87:32

Speaker A

assim, você vai perder um bocado de de campeira assim, cara. Eu acredito que aquele brilho que o sol bate na água e reflete, a abelha vai vai dar uma atrapalhada, assim, tá? Até ela entender aquilo ali, algumas abelhas vão vão vão

87:43

Speaker A

ser perdidas, sim, algumas campeiras. Desculpa. H caixa de eucaliptos que comprei foi atacada por cupins. Será que teria que massaricar fora e dentro ou passar verniz orgânico de geoprópolis e etanol?

88:00

Speaker A

E outra pergunta, como afugentar os cupins do meliponário? Cupins é a coisa mais difícil, né, pra gente afugentar. E ele mostra que a nossa madeira chegou no na vida útil dela ali pra gente trocar a caixa. O melhor manejo seria a troca de caixa,

88:16

Speaker A

tá? Eh, se for uma parede, tudo bem, você troca aquele pedaço. As iraís aqui são muitos suscetíveis a dar cupins. A cada 4, 5 anos eu troco algumas caixas.

88:26

Speaker A

Eu acho mais vantagem. Eu respeito o cupim ali na no meliponário. Eu eu quebro ali a aquela estrutura da caixa que tá o boto uma caixa nova, limpo.

88:35

Speaker A

Não, eu não eu não faço igual ele ah bota etanol. Etanol, cara, evita tudo que é a base de de que vem o que vem do combustível. faz um verniz ali, se você for usar o etanol, faz com álcool de

88:46

Speaker A

cereais. Eh, troca ali. Ah, mas é pro meu atrativo. Faz atrativo com álcool de cereais também, entendeu? Dá dá dá uma qualidade melhor para essa isca, mas captura, vai capturar do mesmo jeito, que a abelha vai, se ela escolher o seu

88:58

Speaker A

ninho provisório, que você tem, você tem um cheiro bom para ela ali e na, naquele local, ela não acha o lugar melhor.

89:03

Speaker A

Então, por isso que ela vai, para sua, para, para aquele local. Mas tratamento assim, eu eu te aconselharia, eh, se a caixa já deu o cupim, se ela tá velha, faz, acaba de fazer a troca dela. Eu não

89:14

Speaker A

aplicaria nada. Tudo que você aplicar, a abelha tá em contrato, o, a própolis tá ali, vai ser absorvido alguma coisa, então evita de de fazer isso. Eu não faria isso. Eu eu trocaria a caixa, descartava a caixa e botaria uma caixa

89:27

Speaker A

de eucalipto nova. O eucalipto ele tem, por mais que é uma madeira mais eh mais fácil da gente encontrar, pelo menos aqui para mim também, ela tem uma vida, se ela ficar no tempo, ela vai ter uma vida útil, reduzida mesmo, né? Normal.

89:39

Speaker A

Então, vale a eu te aconselharia trocar a caixa, não fazer nenhum outro manejo. E com relação a esses outros cupins, local onde tem cupinzeiros, que distância manter deles?

89:50

Speaker A

Então tá aí, já vou te dar, vou te falar uma coisa que acontece que você vai você vai ver que cupim não tem problema nenhum. Se você eh vê a abelha cupira, olha que olha que observação importante aqui. Se você vê a abelha cupira, não é

90:04

Speaker A

palavra minha, essa aqui é a palavra do mestre capas. Então eu vou passar o conhecimento que eu aprendi com ele. A cupira tem uma espécie de específica de cupim que ela gosta de nidificar.

90:16

Speaker A

Aí quando ela identifica esse cupinzeiro, ela vai e entra com eh chameia para esse local. Tem foto, tem tudo aqui. Vou pedir a autorização do MS Cap e faço questão de mandar para vocês.

90:28

Speaker A

Ela consegue induzir o cupim para trabalhar. Olha, olha o que que a abelha faz, cara. Por isso que eu falo, é é o ser vivo que Deus que a gente tem a capacidade de pensar e de entendeu? Mas

90:39

Speaker A

a abelha tem a capacidade, cara. Ela consegue, ela consegue botar o cupim para trabalhar para ela. A abelha cupira bota o cupim para trabalhar para ela, faz caminhos falsos, pede ele, ela, ela consegue manter o cupim com o feromônio,

90:51

Speaker A

com com o jeito dela ali aquecendo a parte do ninho com aqueles caminhos que ele faz. Eles vivem em comunidade, vive vive ali, depende ali, e ela trabalha e não atrapalha. Eh, tem um trabalho do que ele fez sobre o mel da cupir que é

91:03

Speaker A

uma coisa maravilhosa. Então assim, é uma por tá em em simbiose, né, tá em sociedade com esse cumpim, olha olha talvez mais qualidades que essa própolis pode ter. Olha, olha, olha uma abelha bacana para para despertar estudo em

91:18

Speaker A

alguém, igual o professor eh tá abrindo lá, né, a parte do pra gente poder fazer a posse. Olha que ideia bacana para quem já quem quer fazer a aula lá depois, eh, tentar ver essa associação do cupim com

91:31

Speaker A

a cupira não tem trabalho, tem a tem o mestre Caps, mas isso aí não tem não tá em revista científica. E olha, olha, olha que perfeição. Então assim, a abelha a gente tem que entender assim tudo é ser a gente não tem que tirar, a

91:45

Speaker A

gente a gente tem que eh entender e trabalhar a favor. A gente não não tem que matar. Ah, eu mato. Ó, vocês vão ficar com raiva de mim que eu vou falar aqui. Ah, mas eu mato a abelha limão.

91:55

Speaker A

Cara, não mata a abelha limão, não. Eh, ela tá, mas é uma praga, não é praga.

92:00

Speaker A

Ela é criada por Deus, então não é praga. Tem um propósito. Tudo que foi criado tem um propósito nessa terra. Se não foi eu que criei e a gente não cria, a gente só destrói. A gente errado, a

92:10

Speaker A

gente. Então assim, eu não tenho. Ah, mas ele veio cá, adentrou, saqueou minha caixa, defininhou minha colônia. Aí vamos pensar um pouquinho, vamos analisar o meliponário do cara que teve o saque da pessoa que teve o saque da

92:22

Speaker A

abelha limão. Tem lá 300 caixasentrensada no local que não poderia ter nem cinco. Você acha que a abelha limão vai ter trabalho de lá para de lá pra floresta?

92:31

Speaker A

sendo que que na naquele meliponário ela tem n caixa que ela pode saquear, pode adentrar, ela vai morar ali mesmo. Você tá dando condição para ela fazer isso.

92:40

Speaker A

Ah, mas tem que botar, cara. Não tem. A, o erro é tipo assim, sempre quando a gente perde assim, é, o erro é nosso. A abelha não erra. Então, eh, entender, né? Ah, é inimigo, inimigo da abelha.

92:51

Speaker A

Igual o foríd é um erro de manejo que a gente fez. a gente transferiu eh quando eu transfiro o Borá, quando eu pego uma isca de Borá, isso é o segredo para qualquer escapa do trigono, mandaguari, principalmente. Peguei uma isca de

93:04

Speaker A

mandaguari, peguei uma isca de borá, tá pesada, tá a abelha, né? Tá lotada de abelha. Que que eu vou ter o cuidado no inicial? Vou cortar essa isca, eu vou separar os alimentos. Não vou levar alimento nenhum na primeiro, nos

93:16

Speaker A

primeiros dias. A abelha vai morrer. A abelha não vai morrer. Eu vou explicar. Você vai, você vai cortar ali, tu guarda esse alimento, congela ele, pega a região de ninho, tenta pegar aquela estrutura da cera que tiver mais macia,

93:28

Speaker A

pega o máximo, leva aquele bloco, tenta levar o máximo do bloco, só a caixa não comporta ele inteiro, separa ali o o a armadura com com verde e bota niveladinho, tampa. Não dê ser a missa logo na transferência. Você já deu um

93:45

Speaker A

trabalho, olha só que que dica de ouro. Vocês fazem o teste, depois vocês v diferença ou não e vocês reportem depois. Você já deu um trabalho da abelha de de ter que refazer toda a entrada dela ali. Ela vai ela vai

93:57

Speaker A

refazer de ser húa a entrada dela. Ela vai ter que colar a estrutura desse ninho. Ela tem cera ali. Você acha que ela vai querer mais um material para ela poder mastigar e trabalhar? sendo que os as lamelas de serú dela, ela consegue

94:09

Speaker A

pegar um pedacinho e já trabalhar ele ali. Então assim, nos primeiros dias da transferência não leva nada, a não ser o ninho. Levou tudo certinho, que que vocês vão fazer? Congelou o alimento, né? congelou o o o samburaco, vai lá,

94:24

Speaker A

eh, o potinho só rompeu em cima, mergulha ele na ceramista, fecha e devolve depois de dois dias paraa abelha, que a abelha já vai, você olhar a caixa, você vai ver que ela já até construiu alguns potes e depois ela vai

94:36

Speaker A

pegar isso ali. Aí sim, aí você devolve. Ah, eu o mel não consigo. Você vai fazer o potinho que eu falei lá no início, vai fazer os potinhos com a madeirinha, vai encher ele. Ah, deu cinco potinhos de

94:45

Speaker A

mel. Beleza, cola. O mel você pode deixar destampado, ela não vai morrer eh sufocada nesse mel. Ela não vai, ela porque ela é o mel é dela. A o ser humeú dá dá condição da abelha entrar e sair.

94:57

Speaker A

E o que ela não quiser, lá vai, ela vai fechar em cima. Então é só fazer isso que vai dar vai dar certo. Depois vocês testam com a mandaguari, testa com a borá, vocês vão ver se vão perder borá

95:06

Speaker A

mais para algum manejo com alimento. Nunca mais perde essas abelhas. Esses alimentos ploteicos paraas abelhas são bons ou é fria? Tipo bombons proteicos. Ricardo e Maria Teresa. Esse é fria, cara. Eu e esse é fria também, Maria Teresa. É igual eu

95:26

Speaker A

falei desde o início, a nossa preocupação, o nosso cuidado em ter oferta de pól e néctar para essas abelhas é a base para ela poder fazer o alimento. Ah, mas fulano famoso dá e dá certo, cara. Sai, sai fora. Dá, deixa

95:41

Speaker A

dar certo, deixa ele vender o produto dele lá. Você tem a obrigação, se você quer criar abelha, se você quer ter um ambiente paraa abelha de plantar, a minha obrigação, antes de eu ter uma abelha, eu tenho que ter, eu tenho que

95:52

Speaker A

já fazer um mapeamento. Eu acho que é uma aula que vale muito, é uma coisa que a gente tem que muito pensar. Isso aí eu não eu não sei nem 10% é que o mestre Fernando Matelli me replica de

96:04

Speaker A

informação sobre planta, mas assim, se a gente pudesse, né, falar, ó, esse aqui é igual a concentração de açúcares, a concentração de néctar que tem uma uma determinado eh espécie de de árvore, espécie de planta, a gente sabe que

96:19

Speaker A

aquela determinada espécie de abelha vai naquela naquela naquela qualidade. Então a gente sabe, eu já sei que é para espécie tal, vou ter que plantar tal.

96:26

Speaker A

Então assim, eu preciso suplementar. Realmente tô vendo que minhas abelhas nig igual eh tô vendo que não tá eh entrando com pól enchame tá defiando. Eu tô vendo que eu vou perder por falta de alimento. Na época de entreafra começa

96:40

Speaker A

eh separar um pouquinho de pól da outra espécie que você tem, mas não tem outra espécie. Vê quem tem quem tem o pól ou o samburar da abelha e para poder te passar. Mas não pega mistureba não. A

96:51

Speaker A

abelha não. Se você se você fizer análise na no no na soja, vai ter dois tipos ali. Eh, eu acredito que seja de açúcar, que é altamente e tóxico paraa abelha e digerir aquilo ali. Se você pega ali o levê de cerveja, você vai ter

97:06

Speaker A

ou esqueleto da das mistureba é a menos pior, mas não é em forma de bombom. Ela é outra forma de ser servida pra abelha.

97:12

Speaker A

Mas eu não gosto. Eu não gosto de fornecer xarope pra abelha. Ah, mas tem que botar umas gotinhas de limão para quebrar não sei o quê para ele durar mais para fazer invertase. Ninguém sabe a fórmula certa da invertase. E outra coisa, para você

97:25

Speaker A

fazer a invertase, né, que é para você transformar, levar pros açúcar que a abelha tá acostumado eh transformar esse essa cadeia de açúcar em outra que a abelha consegue absorver, você vai ter que fazer um trabalho de fogo ali. Aí

97:36

Speaker A

você vai fazer mais, você vai queimar aquele trem, você vai transformar o endroximetil fulfural também pra sua abelha consumir. Então, eh, por isso que por isso eu, Alan, eu dou mel. Ah, mas aqui melhor que que eu consigo minhas

97:48

Speaker A

abelhas. Melhor que quando eu sei que um colega meu tem também melonário, tem apiário, eu sei que o mel dele de procedência, eu não tenho quantidade, mas dele cristalizou. Eu dou preferência aqui quando porque muita gente quando você vai vender um produto, né, quando

98:00

Speaker A

você vende mel de ápice, cristalizou, para eles não é melhor falsificado. Aquilo ali é o prato cheiro para mim devolver pras abelhas. Eu não, eu nem eu nem esquento a cabeça quando cristalizo aqui que eu já levo direto para elas,

98:10

Speaker A

entendeu? Eh, desculpa ficar falando assim negócio da, é, porque a gente sempre vê eh mais gente falando: "Ah, tem que dar esse bombonzinho paraa abelha aqui, tem que dar esse bifinho, pô, não dá nada. Planta, gente, planta para abelha. Observa primeiro o que que

98:24

Speaker A

você tem em volta. Chama alguém para te ajudar nesse início. Aí eu quero fazer um, eu quero viver do mel da abelha. Eu quero, eu quero ter dar condição para abelha. Aí você, você tem que plantar, não vai adiantar. Mas espera então antes

98:35

Speaker A

de você começar, foca ali na no que que você quer para depois você, tipo assim, ó, vou focar em produção de própolis.

98:42

Speaker A

Produção de própolis, eu tenho que trabalhar com escaptrigonos, não tem outras espécies. Eu tenho que trabalhar com tuba, mandaguari, borá, mombucão.

98:50

Speaker A

Mombucão tem uma própolis. Eu eh vou fazer um negócio aqui, tá, professor? Você vai fazer um favor para mim depois dessa aula. Eh, o pessoal aí você vai você vai fazer um sorteio entre eles.

99:01

Speaker A

Não precisa ser hoje, você pode fazer na sua semana lá. Você vai sortear para mim uma pessoa. Eu vou eu vou mandar 300 ml de própolis de mambucão para consumo humano e vou mandar eh vou tentar mandar pelo menos umas 300 g de cera de serume

99:15

Speaker A

de seramissa feita à base da próp da Mombão. Então, ou seja, quem for participar realmente veja se vai precisar da da do serume, não vai gastar nada com correia. Eu vou pagar, eu vou mandar para minha conta, pode ficar

99:27

Speaker A

tranquilo. Só para vocês verem a qualidade que é trabalhar com a própolis. Eh, e se vocês terem a própolis da Mombon, a própolis capta para vocês consumir, aí vocês vão ver, vocês vão vocês vão querer, ah, mas a

99:39

Speaker A

própolis vermelha é muito boa lá de Alagoas. A própolis verde tem isso, né? Eh, quando eu mandei a Própois de Mombão, outra coisa que por isso que eu eh é uma das coisas que se Deus abençoado passar lá, é por isso que eu

99:53

Speaker A

quero estudar esse esse material. Quando você manda paraa parametrização o seu pólen, sua própolis, eu cheguei mandar, eu mandei o Mel da Mombão, eh, e mandei o, o, o o própolis da Mombão paraa análise. Paguei caro, não ficou barato essa análise, eu precisava

100:10

Speaker A

de um resultado para mim terminar minha pós-graduação. Então, eu mandei eh eu aprendi uma coisa. Própolis para consumo, eh, a gente tem que coletar na época quente. Eu coletei a, olha que olha que informação valiosa para vocês.

100:24

Speaker A

Eu coletei a própolis da Mambucão no frio e no frio os flavonoides da própolis, ele tá, eles estão estão adormecidos, eles estão fraco. No calor, os flavonoides da própolise estão ativos. Quando eu mandei a a análise da própolis, deu flavonoides baixo, deu e

100:40

Speaker A

só que ela deu ela deu mais coisas acima que a própolis verde. Então, ou seja, eu tenho certeza que eu tenho a própolis de a gente, quem tem a mão bucão tem uma própolis que é igual ou superior a

100:52

Speaker A

própolis verde. Por que que eu falo própolis verde? Porque a própolis hoje que todo mundo usa como parâmetro para coisa boa de própolis. Só que a marrom é excelente, a verde é excelente, a vermelha. Só que não tem. Eh, por isso

101:03

Speaker A

que eu tô falando, a gente tá trabalhando para você ver a abelha nativa brasileira. Depois de anos que a gente descobriu que a era nativa, importamos a abelha, achando que ia fazer um bem danado na época, que queria

101:15

Speaker A

poder ter vela na na nos locais aí nas igrejas, não sei aonde mais, queria ter.

101:19

Speaker A

Aí traz as danadas, aí você tem você tem um ser vivo maravilhoso que produz um serume, eh, produz uma próprios que não tem na história todo, se a gente conseguir patentear mesmo em escala, a gente fica milionário, trilhões só para

101:35

Speaker A

mandar para fora, porque é um é um produto que cura tudo, gente. Vocês não tm noção. O samburá pro ser humano, se você consumir dependendo em uma colher por dia, você já tem toda a proteína aminoar que o seu corpo precisa para

101:45

Speaker A

aquela semana você consumiu. Então, ou seja, a abelha além, além de ela fazer isso tudo, ela dá cura pra gente. Se você consumiu própolis, então é que o própolis, ele não pode ter dó de consumir própolis. É, é 50 pro adulto é

101:56

Speaker A

de 50 a 60 gotas por dia para dar algum resultado. Eu tomo é 30 gotas de manhã, 30 à noite e se der eu tomo próprio seu dia inteiro. Para poder dar um resultado no corpo, tem que ser muita quantidade.

102:08

Speaker A

Eh, eu acho que eu já vi a Mar, se vocês tiveram a aula da Marina, Mariana Cena, Mar, ela deve ter falado isso com vocês, própolis ter quantidade. Ela defende muito a própolis verde. Só que eu defendo muito a própolis eh da nossa

102:19

Speaker A

nativa. E eu acho que já tá aí, vale a pena ser estudado é pela pela limpeza dessa abelha. A Borá faz uma própolis vermelha maravilhosa, um cheiro que não tem igual, mas a mombocão quando você pega a próp, né? Aí você quer quer fazer

102:33

Speaker A

o teste? Ah, vamos ver se a água ficou branquinha. Basta uma gota que ela joga aquela água na cor branca, tudo. Então assim, mandei a própolis pra análise, mandei no frio. Eu quero fazer uma segunda contraprova, mas eu vou tirar no

102:45

Speaker A

calor. E a mão bucão, eh, que que eu fiquei encantado com essa abelha. Se você, outra coisa aqui, por isso que eu falo, por isso que a gente tem que entender as abelhas, respeitar o manejo dela e tentar fornecer o que a

102:59

Speaker A

gente sabe de melhor. Por que que Por que que as bambucões ali em Belizário estão indo muito bem? Porque eu tenho muita aeira plantada e elas amam. Você quer ver mambucão ser disparada? É quando as auiras florem, elas disparam,

103:10

Speaker A

elas amam a florada da aueira. Uma das melhores floradas para mbucão é aeira. Seja salsa, ara brava, pimenta. Tem que ter florada. Tendo florada de alueira, elas vão, tá? Que que a gente faz? Se eu tirar a própria da mão bucão hoje, se eu

103:26

Speaker A

volso aqui não dá para ver, mas chega a rupear isso aqui, ó. Por Deus do céu, se eu tirar, eu tiro e uma e uma caixa de mambucão não me dá 50 g de própolis, não. Uma caixa de mambucão me dá quase

103:36

Speaker A

500 g de própolis numa caixa. Se eu for lá rapar essa essa essa camada de própolis, no no início do outro mês, a mão já propolizou igual. E essa e essa abelha ela tem uma ela tem uma saliva branca

103:52

Speaker A

que ela ela, eu acredito que ela ela consegue produzir essa própolis através dessa simbiose que ela cultiva lá embaixo. Então, ou seja, olha o poder dessa dessa lixeira que ela tem. Ah, mas é lixo. Lixo nada. É a vida que ela tá

104:06

Speaker A

cultivando. Ela entendeu que ela precisa daqueles microrganismos para fazer a sanidade da caixa, para ter a proteção dessa caixa. E ela consegue trazer isso pras paredes de própolis que ela faz pr pra caixa. E a gente absorve um pouco,

104:20

Speaker A

né, quando você coloca em contato com algum veículo para poder eh, no caso nosso é o álcool de cereais para poder absorver. a gente perde um pouco, mas absorve, mas a gente consegue absorver bastante. E quando você pega essa

104:30

Speaker A

própolis, coloca numa cera de ápice, vocês não têm noção da como essa cera, que essa cera missa fica maleável. Eu fazia receita de cera aqui com, eu colocava eh eu colocava óleo, não sei o quê, botava mel, acabou, não tem nada, acabou

104:47

Speaker A

esses trem. Abelha é coisa simples, cara. É, é um, é um pouco da da própolis da Mombucão com a pouco da cera de ápice, de preferência aquela cera de opérculo, aquela cera mais clarinha, você vai ser uma cera de de melhor

104:58

Speaker A

qualidade. E cera, gente, vou fazer cera missa pra abelha. Pelo amor de Deus, vocês nunca bota aquilo em contato com a água. Você vai fazer um banho maria, uma panela em cima desse banho maria.

105:10

Speaker A

Temperatura vocês tem que fazer. Seram missa é um dom, gente. É, não é não é um trabalho que eu vou ligar a panela em 8 horas, 8:05 tá pronta não. Eu vou ligar a panela 8 horas, se beçar da quantidade

105:21

Speaker A

é meio-dia que vai ficar pronto. Não, eu tô brincando, mas é mais ou menos você vai gastar um tempo grande. Botei o banho maria termômetro na água. A a fervura bateu 65º, você desliga, espera e vai trabalhando. E deixa, se você

105:34

Speaker A

pegar uma cera pura da abelha, da o serúe da abelha e colocar na água, ele vira que você você você estraga ele, porque a água absorve muitos nutrientes desse ser humente perde pra água e depois el a gente não consegue colocar

105:46

Speaker A

ele de volta. A gente coloca a cera, a cera da ápice para poder colar, mas a água já levou, a água já esquentou, queimou e levou esses recursos. Então, sempre quando vocês for fazer a missa, não põe em contato com água, não. Água e

105:59

Speaker A

vocês vão fazer um banho maria. Esse banho maria mantendo ali a 65º, espera, deixa a cera derretendo, vai ligando de novo e mantém a temperatura. Derreteu, aí você vem, coloca a cera, eh, faz a proporção ali. Aqui eu faço é 50 50. que

106:13

Speaker A

eu que eu tenho, graças a Deus, agora a gente tá com propós dá dá para fazer bastante, só que eu tô preferindo guardar para fazer o próprios para consumo. Se vocês me perguntar hoje a quantidade de próprios de mambucão, eu

106:26

Speaker A

vou falar baixo que eu devo ter uns 30 L pronto para consumo guardado. Então assim, eh, a mambucão, eu sei que a escap, não tô, eu tô falando mombucão, mas eu vou falar das escaptrigonas em geral. Vocês tiveram, né? Eu não posso

106:39

Speaker A

deixar deixar um abraço aqui. Vocês tiveram a aula a aula das escapes com Maurinho. Você vocês querem outro ser abençoado por Deus igual o professor Maurinho? Ele fala das abelhas com amor, ele fala das abelhas com excelência.

106:52

Speaker A

Então, emociona aqui de novo. Essas pessoas a gente tem que ouvir de joelho, sabe? Porque são conhecimentos que são passados, que eles aprenderam, né, com muito tempo e passaram pra gente, pra gente simplesmente tá aqui repassando.

107:08

Speaker A

Então assim, a oportunidade ela bate na porta da gente, então a gente tem que saber eh eh aprender, a gente tem que a absorver essas informações. Vocês quer que é pessoa de conhecimento igual o mestre Harold de Brand, quem teve o

107:21

Speaker A

prazer de assistir alguma aula do mestre Haroldo Joga no YouTube depois, eh, Ro, quem é Raro? vai ver a aula que ele dá sobre o sobre o pólen. Vocês vão ver o pól com outro olhar. É uma pena que o

107:32

Speaker A

Fernando Matélio não tem rede social, ele fica mais retraído. Mas eu desconheço aqui na face da terra alguém que eu conhece abelha e conhece nativa.

107:41

Speaker A

É igual ele. Eu desconheço aqui na face da terra e humildade em pessoa. Se ele sentir que você tá com coração aberto para ouvir, ele se abre para você. E quando ele se abre é é só é só agradecer a Deus.

107:53

Speaker A

Porque é cada aula, é cada áudio que ele manda para mim de meia hora, 40 minutos, que parece que você tem que, você tem que ouvir duas, três vezes, porque você nunca viu tanta coisa grandiosa que você aprende com as abelhas, tá? Então o que

108:06

Speaker A

eu falo para vocês, eu deixo sempre bem claro aqui, faz o simples pras abelhas, mas faz o simples bem feito. Eh, observe o que que você tem de recurso, que que eu posso oferecer. Eu sempre vou batendo essa tecla com vocês aqui, ó. recurso,

108:19

Speaker A

recurso, porque as abelhas asas elas foram criadas para ser coletadoras, elas são polinizadoras, elas é o que elas fazem de excelência, então elas têm que ter recurso. Contrapartida, ela traz todos esses benefícios que eu falei da própolis, o serume, né, que a gente pode

108:34

Speaker A

fazer o serume, você faz a pomada cicatrizante, a base de da própri dela, eh, a base de um pouco do serume dela.

108:41

Speaker A

Então você vai ter uma pomada que cicatri mandei para uma menina fazer um trabalho no em em feridas de cachorro.

108:48

Speaker A

Ia ser uma aí outro material também usando outra outra ideia de de teses também mandei para ela, né? Só que ela não terminou a pos dela no Unimontes.

108:58

Speaker A

Ela, eu mandei para ela e a pomada, a base do serume, e ela cur, ela ela é ela é veterinária, operou alguma quantidade, algumas quantidades de cachorros e gatos e usou essa pomada na parte da cicatrização.

109:12

Speaker A

Ela teve eh resultado muito maior do que usando aqueles sprays que pedem para ser colocado na cicatrização para não dar, para não bicho não poar nem nada. A próprio cicatrizou e curou essa esse essa ferida mais rápido, entendeu? Então

109:25

Speaker A

assim, eh, é o ser vivo que a gente tem que trabalhar com muito respeito, com muito carinho, tá? E ela retribui, tá? A bilha para retribuir.

109:36

Speaker A

Eh, ela, ela a gente precisa plantar, mas a retribuição dela é muito grande. O professor, desculpa essa pergunta que ele mandou, aproveitei, falei um monte.

109:44

Speaker A

Eh, nem sei se você lembra onde a gente tava, mas se tiver mais para nós responder, vamos embora. E eu emociono mesmo, tá gente? Isso aí é uma coisa que eu tenho, porque o que eu tô falando para vocês aqui, eu não tô tirando de

109:53

Speaker A

trás da orelha, não. Eu tô falando com coração e eu tô, eu espero que se um aqui já, já absorveu um pouquinho, para mim o que o meu intuito aqui já foi válido, tá? De coração mesmo.

110:05

Speaker A

Vou aproveitar então falar o código número dois. A frase é a seguinte: primeiro pagamento é só depois do feriado. Então a palavra é feriado. F E R I A D O feriado.

110:22

Speaker A

Aliás, mês que vem tem um monte aí, né? Um monte de feriados. Eh, individual ou coletiva alimentação.

110:32

Speaker A

Aí depende. Eh, se você consegue fazer a coletiva e se não tem muita APS chegando no seu miliponário, é bonito de ver.

110:39

Speaker A

Vale a pena você fazer a coletiva, né? Você faz a, você consegue ver as abelhas, você consegue ver, você não consegue saber qual caixa tá pegando mais, né? Mas você consegue observar a entrada e saída de abelha. Eh, quando eu

110:52

Speaker A

faço, eu faço individual. Eh, já tentei fazer coletiva lá, não consigo porque eu tenho um criador muito, tenho um amigo lá em Belizário muito forte com áp, né?

111:00

Speaker A

Ele tem por baixo aí umas 400 caixas de ápice, então a concorrência minha lá é muito grande e as abelhas dele chegam no meio de porário, então não adianta.

111:09

Speaker A

Então para mim sempre tem que ser individual, mas no visual o coletivo é muito bonito, tá?

111:15

Speaker A

Explicam mais sobre essa questão da alimentação. Se tiver mais potes fechados de samburá. Eu acho que falou potes de mel, né?

111:25

Speaker A

Percebi que aqui tem uma caixa forte que tá cheio de pote fechado de samburá.

111:29

Speaker A

Alimento e com o quê? Retira o excesso. Ô Débora, boa noite. Então, eh, você vai tirar o excesso se você tem uma divisão, uma multiplicação para fazer, se você quer fornecer esse recurso, tá fechado.

111:46

Speaker A

Mas qual que é essa quantidade que tá fechada? É uma melgueira toda que tá fechada? Eu expliquei aqui no início, porque em volta do ninho, né, a abelha ela ela faz ali também vai ter potes em volta do ninho, tá? E ela vai, esses

112:02

Speaker A

potes, ela vai usando, ela vai pegar logo e os os que estão mais próximos do ninho, mas ela vai adentar, ela vai acessar a meueira também. Ela coleta na meogueira porque ela, igual eu falei, deixei ela, ela vai, ela é

112:12

Speaker A

característica dela é coletar mesmo, ela é coletadora mesmo, é normal dela buscar muito recurso. Se você tem muitas caixas, né, você é uma época de multiplicação, a época que tá entrando, eh, isso é muito, é muito importante deixar aqui. Uma época que tá entrando o

112:25

Speaker A

recurso, você pode tirar, mas tira e samburá. É, você pode o você pode tirar um samurá, mas já tira é com cuidado, tenta não rasgar esse pote. Se você rasgar esse pote, se ficar excesso de samburar por cima, você tira tudo e

112:40

Speaker A

congela, congela esse recurso, tá? Porque depois, primeira coisa, você tirou, vai guardando para um pote. Esse pote você tenta, tenta pegar um pote que é para alimento, mantém para esse fim, evita de misturar o mel que você pegar com o

112:54

Speaker A

samburá, porque o samburá vai ser a base para você depois fazer qualquer multiplicação. É uma espécie que eu sei que tem bastante, eu tô vendo que tem muito, tá chegando bastante. Você pode coletar, você pode coletar para você consumir e

113:07

Speaker A

você pode coletar para guardar para dar para as próximas abelhas. Na época de entrefa ou samburá, você congela. Que que você vai fazer? Congelou. Eu preciso fornecer para uma mandaçia, eu preciso fornecer para uma bujia que eu fiz uma

113:19

Speaker A

multiplicação e ela tá fraca. Então, depois de dois dias, né, você vai lá nesse nesse material que você coletou, você vem, faz uma bolinha, o samburá já tá pronto, você só dá uma amassadinha nele, eh, dá duas descidinhas nele na

113:34

Speaker A

ceramissa quente ali, ó, eh, para ele pegar uma capinha e põe pra caixa da abelha. E se for para consumo humano, guarda um pouquinho no pote de vidro, né? Não precisa ser muito não, uma quantidade, umas quatro colher normal. E

113:46

Speaker A

vem todo dia ali, faz o consumo de uma colher de sopa, duas, até se acostumar com gosto. Da da da Jataí é docinho. Da Jataí, da Tataí da Caca Fogo, mas é uma abelha que é difícil de você de de

113:57

Speaker A

manejar. Eu tenho bastante tataíra lá. Para mim é o pól mais doce que existe das abelhas escap, entendeu? Eh, tanto que tá antigo quanto novo, todo o pól dela é extremamente doce, mas doce mesmo. Eu nunca vi um pól tão doce igual

114:10

Speaker A

da Tataída Cacafuga. Só que é uma espécie que se você manejar, manejar errado, se você não tiver um cuidado, mesmo a gente com cuidado, eu tenho a perna toda queimada do ácido dela, é uma defesa dela. Eh, admiro ela por isso,

114:22

Speaker A

que é uma forma dela se defender. E eu aprendi com ela que para mim coletar recurso dela mais calmo tem que ser no frio. Então, eu eu tenho um manejo melhor com elas de recurso no frio e é

114:33

Speaker A

um dos pólens mais doces que eu já vi até hoje, tá? Hoje fiz uma multiplicação de bugas.

114:41

Speaker A

Pois o sobrininho estava muito cheio, com várias princesas. Tem problema fazer divisão nessa época do ano?

114:48

Speaker A

Yácara, boa noite, Deus abençoe. Então, eu não fiz, eu não, eu não startei as minhas divisões ainda, não. Para, para começar a fazer divisão, eu espero a temperatura esse ano vai tá complicado por causa do Elninho. A gente vai passar

115:01

Speaker A

uma onda de calor aí que vale a pena a gente proteger os meliponários primeiro, pensar na saúde das colônias, tá? Mas aqui eu só começo depois da segunda quinzena de outubro, porque é onde eu consigo observar que realmente a

115:14

Speaker A

primavera lá no Meliponário começou. Eh, tem ninho sobre ninho cheio, mas quantas caixas dessa mesma espécie você tem?

115:22

Speaker A

Essa que você tá multiplicando é matriz ou foi uma caixa adquirida de um outro meliponicultor que dividiu essa espécie quantas vezes que ele te deu essa garantia? Ah, é uma matriz, tem 5 anos que ele não põe a mão nela. Aí, show de

115:34

Speaker A

bola. Mas é uma matriz que todo ano ele divide ela e ele só tinha 10 caixas, eu comprei cinco dele. Então você tá levando abelhas próximas pro seu liponário. Então assim, eh se você tá vendo aí indicativos entrada de

115:47

Speaker A

alimento, eh zangão e sendo expulso, princesa expulsa da caixa e tá entrando alimento, você não não tem porque você não fazer, né? Agora eu observo pelo menos 7 dias aqui se a temperatura vai manter entre 28 e 30º. Se manter, se se

116:01

Speaker A

eu tenho essa, esse quesito da temperatura, eu não, eu, eu faço minha divisão. Agora, se eu não tenho, eu espero. Tem um vídeo que o que o Marcelo lançou no canal dele da caixa da caixa térmica que ele faz. Vale muito a pena

116:14

Speaker A

vocês olharem esse vídeo. Eu tenho essa caixa também. Eu faço isso quando é divisão, quando é quando é transferência de abelha que tá muito fraca, quando a abelha precisa de um de uma temperatura, porque assim, quando você mantém a

116:24

Speaker A

temperatura da abelha estabilizada, ela já sabe que aqui ela não vai consumir muito recurso para ter que preocupar com isso. Então você ela vai preocupar com outras fases desse processo de crescimento dela. Então você e a parte da temperatura é é ela você vai suprir

116:41

Speaker A

para essa abelha sua, entendeu? Vale a pena ver esse vídeo dele também. Qual o distanciamento entre meliponário, tipo condomínio de bugias e mandaas?

116:52

Speaker A

Ó, eu vou te falar 10 m, 15 m, 20 m, mas se elas tiverem ali, né, no mesmo com as mesmas entradas virada pro mesma posição ali, aí eu tenho eu tenho bugia saindo aqui, eu tenho mandassia saindo aqui.

117:04

Speaker A

Esse rastro de cheiro vai ficar parecido aqui. Então elas vão, elas vão, não é que vai brigar, mas você vai confundir as abelhas. Agora se eu consigo botar uma entrada para cá, uma outra entrada para esse lado aqui, eu tenho elas

117:15

Speaker A

próximas, eu tenho já com raça de cheiro separado. Então eu vou eu vou criar aqui uma barreira, entre aspas, para elas eh eh brigar. Então eh tenta separar pelo menos aí as entradas e se você deixar 10 m uma da outra, eh condomínio de

117:30

Speaker A

mandaçai, é só de manda saia e condomínio de bug não vai ter problema, porque você pode criar, mas dar esse espaçamento pelo menos das entradas, vai ser um diferencial bacana, tá?

117:41

Speaker A

As bugias visitam flores do ingá. Essa é uma boa planta para você ter perto do meliponário.

117:47

Speaker A

Eh, visita e visita bastante. O ingai ele é nativo, né? Então vale a pena plantar bastante. É uma excelente uma igá também tem um pouco de resina, não tem muita, tá? Outra que tem resina também é ciguela, tá? Vale a pena plantar. E o

118:01

Speaker A

engá ele é excelente pr as melipnas, tá? Ó, o botão floral dele é é é de excelência para elas.

118:12

Speaker A

Fiz duas transferências de burá e coloquei tudo dentro no mesmo momento e fechei e deixei fechada por quatro dias para estabilizar e tive sucesso. Você condena esse método?

118:22

Speaker A

Jamais, meu amigo. É seu manejo. Você entendeu aí que com quatro dias fechados foi o suficiente para ela preparar, estruturar esse ninho, colocar essa colônia em ordem. Por que que ela não deu errado? Porque com quatro dias fechado, você teve condições de deixar

118:37

Speaker A

ela fechada ali. Você viu que foi suficiente? Ela teve recurso ali dentro, por mais que ela não forrageou, mas ela teve mão de obra que tava ali dentro e já teve alimento que ela precisava de pegar. Você não fez errado não, seu mar

118:48

Speaker A

tá certo igual eu tô falando, não é, não existe uma receita de bolo certinha para vocês seguir. O que eu aplico aqui, talvez se você tiver no sul não vai dar resultado. Talvez se você tiver no Nordeste não vai dar resultado, porque

119:01

Speaker A

são microclimas. Além da gente ter o bioma, que é o fator, a gente tem um microclima. Eu tenho um microclima aqui diferente. Então assim, seu march tá corretíssimo. Você tá dando certo?

119:11

Speaker A

Mantém, não muda. E meus parabéns, cara. É assim que sempre relata, ó, tá dando certo e e é mais um indicativo. Talvez o que eu falo aqui, aí eu travo uma pessoa, ah, não vou fazer, mas talvez o

119:21

Speaker A

seu manejo aí dá mais segurança pra pessoa startar. Obrigado, tem que fazer mesmo. Tá dando certo, não tem que parar não, entendeu? Certinho.

119:30

Speaker A

O que você acha da própolis da manda saia? É verdade que ela usa argila suja?

119:37

Speaker A

As abelhas elas col a mandaçai ela coleta eh grânulos, né? Eh, a gente fala argila igual a tiúba, né? A tiúba coleta um grânulo eh bem específico. Por isso que o serume, a o serúbe da tiuba é mais

119:50

Speaker A

escuro, é um serume mais procurado, porque ela tem um grano específico de uma da terra específica que ela gosta de coletar. Mas assim, a mandassia vai na terra suja. Tem gente que fala que a mandaçaia vai no cocô do cachorro para

120:04

Speaker A

pegar não sei o quê, para poder deixar a caixa dela fedida entre aspas, para poder mostrar um predador, uma outra caixa que ela tá forte, uma defesa dela.

120:13

Speaker A

Eh, a própolis, a geoprópolis em geral, eu já tenho muito barro, dá para você limpar esse barro, né? Só que para consumo eu faria e tentaria pegar mais aquela resinosa dentro da a mandaçar e no início ela consegue ficar mais

120:26

Speaker A

resinosa antes dela preencher ali com com o barro. É. É, e o que o sinal dela é pegar, se ela se tiver contaminado, estiver suja, ela ela vai saber. A abelha, ela abelha consegue identificar n n coisas que a gente não consegue para

120:40

Speaker A

ver se tá contaminado ou não. Então é muito difícil ela trazer alguma coisa que vá vá fazer e alguma coisa para ela de mal, tá? Você pode ficar tranquilo e aproveitar o gancho dessa pergunta sua.

120:52

Speaker A

Uma coisa que vale muito a pena a gente plantar para as abelhas, que eu não falei aqui. Deixa, gostaria de deixar registrado.

120:59

Speaker A

Quando a gente planta o girassol, né, ele tem ele ele é grande, né, ele tem aquela área de de pouso perfeita para todos os tipos de abelha e ela vai coletar um recurso ali. E o girassol ele libera para as abelhas o ácido láurico.

121:16

Speaker A

Quando você tem girassol plantado, esse ácido láico, ele como se fosse o própolis pra gente. Então, quando você tem o girassol no seu miliponário, você tá deixando a sua abelha coletar o ácido láico. Então assim, se ela tá, se ela

121:30

Speaker A

pegou alguma coisa ali, esse ácido vai ser tipo um própolis paraa abelha. Então, vale a pena vocês plantar o girassol. Giraçol é comum mesmo, tá? Não é o não é o margaridão mexicano não. Não é o montanô bipatifida e nem o o outro

121:42

Speaker A

não. Eu tô falando girassol comum. Deixa no seu meliponar, você vai ver que várias espécies vão. É uma planta bonita, ela tem um cheiro maravilhoso e ela e ela dá essa ela ajuda a abelha a ter um pouco mais de cura para certas

121:55

Speaker A

doenças, entendeu? Para certas coisa que ela pode pegar eh em contato com algumas coisas que ela coleta, você vai poder dar uma ajuda para ela, entendeu?

122:06

Speaker A

Ah, eu assim depois que depois que eu descobri que a argila, né, que a manda saia colete tá no própolis, ela libera minerais dentro do da própria composição do própolis. Aí eu parei de de inculcar com isso, né? Porque você tem mais

122:24

Speaker A

propriedades, mais propriedades que outros tipos de própolis não vão ter, né? Então você ganha de um lado, perto pro outro, mas enfim, você tem propriedades de mesma coisa ali.

122:35

Speaker A

Muito bom, hein, professor? Se eu não for sorteado, como faço para adquirir a própolis da sua produção?

122:43

Speaker A

Depois eu posso passar meu contato, mas o meu intuito aqui não é fazer venda, tá? O meu intuito aqui é mostrar para vocês que é possível, tá, as abelhas produzirem. Eu não sou, eu não gosto de vender, não. Eu gosto de, de pegar na

122:56

Speaker A

mão de vocês assim e ajudar vocês, vocês conseguirem chegar no resultado de vocês, que eu eu acho muito mais gratificante. Eh, se você tomar próprio de mão bucão uma vez, você vai você não vai parar. Então você vai é seria ideal

123:07

Speaker A

você ter uma mão bucão depois. Não, não precisa, não é que eu tô querendo vender a abelha, não, para você entender, entendeu? Mas assim, se você precisar um pouquinho ali, se não for sorteado, eu te arrumo. Pode ficar tranquilo. O meu,

123:18

Speaker A

lógico, eu eu quero vender material, mas não é não é o meu intuito aqui. O meu intuito aqui é é mostrar que a gente tá num meio, né, que elas podem produzir tudo pra gente consumir, pra gente ter

123:29

Speaker A

saúde, pra gente ter eh eh flavonoides que elas vão liberar nessa prova, que vai ajudar a nossa imunidade. E a gente vai ter a gente vai ter o quê? Uma abelha que a gente vai conseguir dar os retornos. A abelha só vai produzir pra

123:42

Speaker A

gente se ela tiver o retorno da natureza. Então é fácil, planta que ela te retribui. É isso que eu quero deixar de mensagem para vocês aqui, tá? a questão da props ali, depois você pode pegar meu contato, eu te arrumo um

123:53

Speaker A

pouquinho, não tem problema não. A questão de eu dar de eu de eu por que que eu quis eh fazer a a pessoa ser ganhar para ela entender o quão o quão importante as abelhação e qual é o

124:04

Speaker A

produto valioso que a gente tem que apró para consumo. E uma vez você consum começa a consumir próprio, você não pode parar não, porque o seu corpo precisa desse desse anti-inflamatório natural que a abelha fornece pra gente.

124:19

Speaker A

Que técnica você utiliza para coletar própolis? Marti, Martins, aroma. Não sei se é, desculpa que não sei, é marta, né? Vamos lá. Boa noite. Eh, a pro, você vai ter que fazer uma coleta, você vai ter que proteger sua mão, proteger seu rosto,

124:34

Speaker A

porque a gente respira, a gente só de falar pinga saliva, tá? Você vai coletar ali por volta de, igual eu falei, tenta coletar na hora mais eh na época quente, pode coletar cedo, pode coletar, não evita de coletar à noite porque você vai

124:47

Speaker A

perder a abelha, ela não vai voltar pra caixa. Faz a coleta, você vai pegar ali, eh, você vem raspando, pode pegar uma uma faca, mas essa faca não. Você tenta pegar uma pega uma faca de cabo inox todinha, não pega que tenha madeira,

125:00

Speaker A

não. Vai pegar um material que não só seja um material só. Ou seja, ah, vou pegar uma espátula só para esse fim.

125:05

Speaker A

Beleza. Essa espátula tem que ser da ponta a ponta. Vou pegar um formão. Esse formão aí não pode ter contato com outra coisa. E se ele tiver uma um acabamento de plástico, você não vai usar. Mas tem que ser uma peça que eu consigo

125:15

Speaker A

esterilizar ela. Então você vai vir. A mão bucão é muito fácil de escolar. Só de eu faço passar ali a faca nas beiradas e puxar já sai, entendeu? Eu normalmente assim já eu já pego, já tenho uma embalagem própria de alimento

125:28

Speaker A

que eu coloco, eu congelo. Chega na quantidade ali, eu já tenho ali. Ah, tô eu tô com 1 kg, eu já consigo fazer. Se for a proporção de 30%, né, já consigo fazer com uma quantidade boa de propós

125:40

Speaker A

para consumo. Então, já começo a fazer. E e aqui, eh, eu mando manipular. Eu tem farmácia, não é barato, mas fica fica mais confiável comprar o óculos cereal manipulado do que eu comprar aquelas bombonas. Não tô falando que é errado e

125:53

Speaker A

é certo, mas é é mania. Cada um tem sua mania. Talvez você tenha um acesso a um álcool de cereal, que seja de cereal de verdade na metade do preço, por que que você não vai comprar para fazer, tá?

126:07

Speaker A

Eh, recomenda melipunário prateleira de mandaguari preta com caixas a menos de 20 cm de distância uma da outra.

126:16

Speaker A

Danilo, a mandaguari, cara, por incrível que pareça, se for da mesma espécie, você pode pôr uma colada com a outra. A mandar guari não vai ter, você não vai ter problema não. Lógico você tem que entender assim, se eu quero produção

126:28

Speaker A

escap trigônio, eu preciso em piquete, mas se você não tiver jeito, você precisa de adensar. É uma espécie que você pode adensar desde que num raio ali deuns 30, 40 m, se eu tiver, tá, se eu tiver 20 mandaguari, se eu tiver cinco

126:43

Speaker A

tubuna, elas vão cheirar essa tubuna sua e vai matar essa tubuna para para tomar conta dessa caixa. Elas não aceitam abelhas diferente da mesmo do mesmo tipo ali próximo delas. Aqui você tiver mais, se eu tiver mais tuba, vai fazer a mesma

126:57

Speaker A

coisa que na época que elas tiver forte com a mandaguari. Uma tende a exterminar a outra para poder ter o domínio do cheiro daquele território ali. E é normal delas fazer isso. Ah, mas eu vejo na na natureza, na árvore, tanto, é

127:09

Speaker A

porque o cheiro ali, a o as entradas estão voltadas diferente ali. Se tivesse pro mesmo local, você pode saber que elas iam iam se atracar. Então assim, você pode ter, pode ser que você não tenha produção, mas que vai dar briga

127:21

Speaker A

entre elas, não vai. Já fiz teste, deixei mais de meses ali para ficar próto uma da outra e eu todas elas fortes, não tive problema nenhum, tá? a [limpando a garganta] a Marta Isabel.

127:35

Speaker A

Ah, tá. Né? É, é o nome dela. Há cerca de dois meses, uma colônia de melipuna se dividiu naturalmente. Quanto tempo devo esperar para fazer uma divisão por módulos? Ou o que devo levar em consideração que presente que Deus te deu, você

127:52

Speaker A

observar uma uma colônia sendo multiplicada naturalmente, né? Então, olha que pergunta maravilhosa que você fez, que eu tava esquecendo de comentar e que bom que você fez essa pergunta.

128:03

Speaker A

Qual que é o tempo de multiplicação de uma abelha? Porque raios eu tenho que dividir a abelha três vezes por ano?

128:09

Speaker A

Aonde que tá escrito isso? Eh, por que que eu tenho que Ah, o enxame tá tá bombando, o enxame tá bonito e já chegou de novo aqui. Tem três meses. A abelha tá suplementada de baixo em cima. Tá

128:21

Speaker A

linda. Eu vou eu vou dividir ela de novo na natureza. Talvez, talvez, dependendo da espécie, uma vez por ano, ela vai se multiplicado. Isso se os recursos que a gente falou desde o início, se eu tenho entrada de alimentos, se eu tô tendo eh

128:38

Speaker A

colônias ali, né, que que tenam sendo zangões sendo expulsos, que eu tenho outras espécies em volta, não adianta eu ter uma multiplicação. Se ela multiplicou, você tem um indicativo forte que você tem alguma delas na sua natureza e próxima e você pode saber que

128:50

Speaker A

é fato. algum zangão de outra caixa veio ou uma outra caixa sua que ajudou a fazer esse processo, tá? Por isso que é importante a gente ter quantidades de caixa da mesma espécie, mas você observou um trabalho que talvez

129:02

Speaker A

dependendo da espécie é uma vez por ano, duas vezes por ano, se atender esses requisitos, entrada de alimento, boa postura da rainha, eh eu tenho ali eh zangões e princesas sendo expulsa, né?

129:16

Speaker A

Então, e tem a época certa do ano. Então, falar que a gente pode multiplicar a abelha três vezes por ano, falar, fala, mas eu não aconselho uma vez por ano, pode, tem os requisitos, eu preciso. Eh, o motivo meu é

129:28

Speaker A

multiplicação. Eu consigo atender os requisitos da abelha, não vou, não vou atrapalhar. Tudo bem, você faz, tá? Mas se a gente falar que dá para fazer tantas, eu não consigo cravar. Eu não, eu não acredito que dê para ser. Eh,

129:41

Speaker A

porque assim, se você pegar uma espécie que faz de hoje, hoje a gente nem espera mais. Antigamente você ouvia muito falar que as espécies fazia diapausa naturalmente. Hoje a pessoa ela suplementa pra abelha não passar nesse processo. Pode ser bom e pode ser ruim.

129:55

Speaker A

Talvez você tá deixando de ver um um genótipo seu ali que seria mais fraco, mas você suplementou. Você não conseguiu observar se esse se essa abelha numa época de escassez, você não precisava deixar ela passar uma escassez até

130:06

Speaker A

morrer, mas numa época de escassez, ela ia ter condições de coletar recurso do que ela conservou ali dentro da caixa ia ser suficiente para ela poder ter vida.

130:15

Speaker A

Então assim, essa esse essa balança a gente tem que sempre estar pesando pros dois lados, pra abelha e pra gente. Eu preciso fazer por que eu vou fazer, né?

130:25

Speaker A

A natureza ela fez, então tá, então eu vou observar essas informações aqui, tá? Mas muito obrigado pel essa pergunta.

130:30

Speaker A

Você fez, tá? Eu vi minhas jataís sem potes. O que posso oferecer a elas? Aqui está chovendo e frio há meses.

130:42

Speaker A

Então a Jataí, você vai ter que ter recurso de outra Jataí para fanecer para ela, tá? Eu é muito difícil dar alimento para escaponas aqui, tá? Eh, já tá aí.

130:53

Speaker A

Então, para mim elas são indicativas, igual eu falei, tá? Tem aquelas espécies que talvez ela, talvez ela teve uma troca de rainha, ela não observou, não tinha mais abelhas em volta. O enxame não percebeu que a que tava precisando

131:07

Speaker A

de dessa princesa quando foi ver, pode ser uma das hipóteses, tá? Que aí ela ficou fraca. Eh, normalmente não não acaba alimento na caixa da Jataí. É um processo que já vem te informando que tá acontecendo ali dentro da sua colônia.

131:21

Speaker A

Então, ob, não é que a gente tem que abrir a caixa todas vezes, mas se você abrir uma melgueira, se ela tiver numa época, vamos supor, é ninho sobreninho, né? Tá, a melgueira ela já te diz, ela te fala muita coisa sobre sua, sua

131:32

Speaker A

abelha. A, a, a a a maciez do serume, ele vai te falar muita coisa sobre sua abelha. Se não tem um serume ressecado, se eu tenho um serum maleável, macio, se eu ten ali que aquela caixa tá tá

131:45

Speaker A

tranquila, eu eu tenho esse esse esse envolco tá bem protegido, eu não preciso preocupar, mas a partir do momento que eu tinha uma caixa ali, o serume começa a ficar quebradisco, quebradisco, desculpa. e os os potes começam a

132:00

Speaker A

diminuir e eu não observo, já tem sinal da rainha dando para que as operárias não estão trabalhando. Então, alguma coisa já desencadeou, algum efeito nessa nessa colônia. Começa a observar mais assim, talvez na época de frio é bom

132:12

Speaker A

evitar de abrir, mas tem aquelas espécies, igual eu falei, talvez eh trocou a rainha, não deu tempo, ela ia definhar, tá? Eh, já tá aí, eu não aconselho você pegar disco de uma tem os amigos nossos, irmãos bolivianos fazem

132:25

Speaker A

muita divisão e com e com excelência de jataí. Conheço alguns professores que fazem, mas eu acho, eu acho pelo tamanho e por ser mais fácil de capturar na natureza, eu não eu não faço, mas eu tiro chapéu para quem faz. É, é, é, é

132:37

Speaker A

bacana, é difícil, não é fácil. Só se você der sorte na hora de de puxar o ninho já sair a estrutura ali. Aí dá para você fazer e observa isso. Talvez ela já devia ter te dando sinal, você

132:49

Speaker A

não observou ou realmente ela eh tava chegando a definhar mesmo que não tinha como. Tem espécie que vai fazer isso mesmo. Ah, mas a explicação essa daí é porque ela tinha que fazer isso mesmo, na minha opinião, tá?

133:04

Speaker A

Tenho uma tubiba indo para o quinto módulo e está muito bem. Qual é o melhor período para dividir e qual seria o indicativo que está no ponto correto?

133:16

Speaker A

Jarbas, eu nunca trabalhei com a Turbiba, cara. Eh, eu acho que o Marcelo Batis falou que já teve dela aqui na região nossa, ela nativa aqui, mas é uma escapto, né? Eu acredito que eh observar pelo menos ali se a eu não sei tipo para

133:31

Speaker A

te falar qual que é a quantidade de abelha no ninho, se ela é se ela é mais se ela é menor, se ela é maior. Então assim, eu prefiro não te responder porque eu vou falar uma coisa que não

133:39

Speaker A

vai fazer sentido nenhum para você. Eu não tive trabalho com a Tubiba. Eu por ser cato eu eu olharia as questões do ninho sobre ninho Melgueira, mas qual que é qual que é a indicativa? Pelo menos ali parte de disco ali com real.

133:53

Speaker A

Mas se eu não conseguir ver real, eu faço. Então eu vou ficar te devendo essa resposta irmão.

134:01

Speaker A

Ah, bom. Por enquanto tá sem perguntas aqui, então eu não sei se você vai tocar em outro assunto.

134:08

Speaker A

Faltou, faltando é até 10 horas, né, professor? Faltando 16 minutos ali. É, é que essa aqui você já falou, né, as tubas, né, se podem ficar próxima uma da outra, você jáou nessando, é, tirando borá, tá? Eh, vou fazer um um

134:23

Speaker A

jatainário, um borazário. A jataí também já fiz jatainário. Não aconselho, tá? Esquece essa essa essa ideia de fazer jatainário. Borá também é uma espécie que quando ela tá quando ela tá no auge, se você botar uma outra borá do lado, é

134:36

Speaker A

pedir para perder as abelhas, tá? Que elas vão brigar até definhar mesmo, porque é é dela, é da essência dela ali, né? marcar aquele território melhor. Se você pegar um enxame de de tuba, de borá, você vê que sai aquela não sai 20

134:49

Speaker A

não sai 20 campeiras, sai umas 300 campeiras de uma vez para forragear. É uma espécie muito populosa e elas sempre ficam voando em volta da caixa e aquele voo maior. Então a espécie que ela mapeia uma área muito maior de voo,

135:01

Speaker A

então ela ela é uma espécie que sabe que vai que vai dar problema, então evita, tá? A tuba, eh, eu acredito que seja o mesmo. Eh, eu coloquei cinco, tá? Só que eu tinha mais mandaguari, eu precisava de ter mais mandaguari. Ela subiu pro

135:14

Speaker A

projeto do meu. Então assim, tava tinha cinco, cinco, uma do lado da outra, não teve problema. Eu não sei se eu colocasse mais daria alguma coisa. Eu acredito que é o que vale para mandar guari, mas eh foi pro projeto do Mel no

135:25

Speaker A

piquete e eu não colocaria, tá? Mas eu acredito que que possa se ela for se ela chegasse ali, se ela não fizer o mesmo sistema da Guariçou a brigar, você separa. O melhor de é separar, não dá bobeira não.

135:42

Speaker A

Bom, como eu disse, né, no momento não tem perguntas, então se você quiser, ó, o que eu quis deixar, o que eu quis passar ali, professor, foi a questão, só para recapitular aqui, né, o cuidado com com o sol nas caixas, eh, que a questão

135:56

Speaker A

ali da entrada das abelhas, né, a questão da luz, o que eu tinha que passar ali das informações, eh, não, eu acho que eu falei um pouquinho da seramista, falei que eu não dou xarope, eu não gosto de de dar xarope para mim,

136:08

Speaker A

prefiro mel. Não tem nada contra quem dá xarope. Já foi feito isso tudo que é que dá certo também. Não é para vocês ter que ah, porque o Alan da Melv não se tá dando certo, vocês não tem que mudar. É

136:17

Speaker A

só o meu manejo que eu tô passando para vocês aqui, tá? Eh, um pouco de plantas, talvez, que se eu lembrar aqui, ó, eh, campeã, campeã de de néctar, eh, para mim, Pitomba, Jurema, muito bom. Quem tem na região eh campeã de de de poli,

136:36

Speaker A

né? Ah, vamos pegar uma informação também. Eu tenho ali uma a as a palmeira, né? Eu tenho uma palmeira eh gerivá que tá dando uma quantidade de polem absurda. Só que se esse se esse pól não chegar colorido na caixa, chegar

136:50

Speaker A

só uma tonalidade de pólen, eu vou criar uma deficiência em alguma alguma outra qualidade de cabelo precisada. Então assim, eu tenho que ter pólen colorido entrando na caixa. Isso aí é principal, tá gente? Eh, sempre vê se a abelha tá

137:05

Speaker A

coletando mais de uma, porque ela sei que ela tá indo em mais de uma árvore diferente. Então, se tá entrando num pó laranja, um pó amarelinho, um polem mais vermelho, essa região minha tá bacana.

137:14

Speaker A

Agora, se eu tô vendo sempre uma cor de pólen, pode ser que falte algum outro nutriente para para essa pra qualidade desse alimento larval. Então isso é importante. Por isso que a gente tem que observar o que que planta para as

137:25

Speaker A

abelhas. Não só ter uma espécie, mas observar o que que ela tá coletando. É para quem tem acesso ao jambu, né? O jambu também dá florzinha para as abelhas mirim são excelentes. Já tá aí também gosta muito questão. Eh, eu tô

137:42

Speaker A

fazendo um teste, não é não é nativa. Eh, tá indo pro seu primeiro ano ainda de plantada. É a é uma é a é uma parente do eucalipto.

137:51

Speaker A

Ela dá uma ela é a chantostemo. Ela não é nativa, mas ela ela dá um depois vocês pesquisam, chama ela chama penda dourada.

137:59

Speaker A

Então não, vamos ver o que que ela vai dar primeiro. Se ela ela gosta de região mais fria, ela ela dá ela dá ela dá uma carga de ela faz uma árvore de de flor igual um eucalipto, só que ela flore ela

138:11

Speaker A

flore da em todos os ramos dela ali da todos os todos os galhos dela, desculpa, ela vai florir. E ela folha um pompom amarelo que lembra um jambo, que lembra uma floração de eucalipto e ali concentra muito néctar e muito polem.

138:25

Speaker A

Outra que eu não falei, né? As caliandras, né? As caliandras em geral são excelentes para as abelhas também.

138:30

Speaker A

Pode plantar, você faz um uma cerca viva maravilhosa com ela, entendeu? E é tão bonito de ver as abelhas coletando nela, porque quando a abelha quer coletar o pólen, ela abraça a todas as anteras ali e e faz o voo. Enquanto ela, como a

138:45

Speaker A

abelha tem a carga ali que segura os polemen, então quando ela agarra ali que ela e sobe, aqueles grãos de pólv vem colando na abelha. Então ela faz o trabalho de polinização. E aquele eu já vi de todos, já vi capita trigona, já vi

138:56

Speaker A

melíponos. Eh, eu eu acho que vale muito a pena, tá? Eh, eu falei do do dos cítricos, né? O limão tá sendo muito bom para mim.

139:05

Speaker A

Talvez se vocês tm e eh jabuticaba, a gente não pode esquecer de falar, só que é só que é uma florada rápida, né? A gente tenta, a gente tem que tentar trazer, dependendo da espécie que a gente tá trabalhando, uma florada que

139:16

Speaker A

segure mais um pouco, talvez uma semana, 15 dias de carga. É isso que vale a pena. Eu acho assim, saber é isso aí que vai colocar a gente um pouco à frente para ajudar as abelhas, entendeu? Quem tem a jurema nativa na região, igual eu

139:29

Speaker A

falei, é uma carga absurda de polinéctar e é pól de qualidade, não eh vale a pena para quem tem as melipas para tentar plantar a mescla, né, que é o Breu branco, procura, pega por semente, eh, região mais fria, entendeu? Dá, dá uma,

139:44

Speaker A

dá uma resina branca maravilhosa. O Jatobá, um campeão de resina da Mata Atlântica. Se a gente, a gente tem lá na a Talisa Esculenta, que a pitomba da Bahia, quem tem, quem puder eh passar passar perto, observa, tá? Quem mora na

140:00

Speaker A

região ali da Bahia, eu acho que já eh o pessoal vendia nas feiras, não sei se vende ainda n naquelas feiras, fazer uma amarradinho, cara, é uma delícia ali, lembra uma lix, uma longana, se eu não me engano, tá?

140:11

Speaker A

Eh, eu acho que é isso. Se a gente fosse falar para plantar, é, tem que plantar uma diversidade. Ah, mas a minha, o que eu plantei, minha abelha não foi. Mas talvez no quintal do seu vizinho, talvez tem uma outra coisa

140:22

Speaker A

que tá chamando atenção. Eu evito, eu isso aí é coisa minha, eu evito trepadeiras, tá? Eh, eu filmei uma vez um um um cipó uva, é maravilhoso para nossas abelhas. Dá dá um mel, não tem igual, tá? Eh, só que o que ele abraça

140:38

Speaker A

para poder crescer, ele vira a placa e aquele ali não pega sol. O que ele abraçar de água, ele vai matar, porque aquela copa ali não vai receber incidência solar. Ele vai absorver esse material todo e ele cresce e aquilo ali

140:50

Speaker A

vai embora. Tem um aqui na no terreno do hospital, vou ver se eu filmo e mando para vocês para vocês ver que que ele que que ele fez. Só que ele tá numa área de rua, então chega a época deles

140:59

Speaker A

cortar, só cortar que lá no início, porque ele abraçou, como é a área de rua mesmo, eles não esquenta a cabeça, eles deixam ali, mas ele tem mais de quilômetro que ele tá, ele tá alastrando e o que ele já abraçou, ele já matou. O

141:10

Speaker A

cipó café, né? Muita gente gosta, as mandaçai piram, mas eu não planto. Se você tiver como controlar numa cerca, num telhado, talvez aí tudo bem, mas toma cuidado, tá?

141:22

Speaker A

As trepadeiras elas fazem, tem um manto branco na trepadeira que muita gente fala bem. Acho que a região do Sul tem ele. Ele é bom paraas abelhas. Eu não sei se ele é agressivo, que eu não tenho dele aqui. Eh, vale talvez a pena

141:34

Speaker A

insertir, tá? E igual eu falei, eh, que que você tem na sua região, quais são as abelhas que você vai trabalhar e ver que que elas associam ali. Então, é uma pesquisa mesmo de campo. Eh, eu acho, professor, que que eu queria falar, né,

141:48

Speaker A

acho que pelo horário ali, não sei se tem mais algum, alguém tiver mais alguma dúvida, eh, o que eu queria passar para vocês, eu vou deixar até uma, deixa não, perguna, professor, ou você acha que pelo horário ali tá tá bom? Eu vou eu vou passar o

142:02

Speaker A

código número três, senão o pessoal vai ficar agoniado aí. [risadas] Então, a frase é mãos ao alto. O dinheiro ou a fé. Dinheiro ou a fé. Fé.

142:16

Speaker A

F E somente isso. Então código. Esse ano você não tá marcando não. Esse ano você tá dando a para completar, né?

142:25

Speaker A

Para não ter que para ter que assistir a aula mesmo, né? Não sabe onde que tá sendo o código, né? Olha que bacana.

142:31

Speaker A

É, é que o pessoal tava me passando a perna da outra forma. [risadas] É, mas eu se isso aí, isso aí é assim mesmo. A gente a gente isso aí é bacana que você fez. Muito bacana mesmo, porque

142:42

Speaker A

não tem como, o cara vai, ele pode acelerar, mas el vai ter que ouvir a aula do início ao fim para ver onde é que saiu os códigos, né? Ó, eu vou deixar aqui então, professor. Eh, eh, eu

142:51

Speaker A

peço desculpa, tá, gente, se eu se eu talvez o que eu falei aqui eh minha intenção não é não é não é uma verdade e escrita que tem que ser feita. Vocês validam, vocês testam, vocês vocês falan, você falou ali para mim não deu

143:04

Speaker A

sentido. Eu não tô eu tô aqui para ajudar, para passar o meu manetejo que dá certo aqui para mim, que deu errado no início, que é os que eu falei ali. E a gente tá aí para para somar. vocês

143:14

Speaker A

precisarem de mim, pode contar. O professor passou o meu contato ali, pode chamar. Eu eu costumo responder rápido, tá? Eh, quem me conhece sabe que isso que eu tô falando aqui é o que eu faço mesmo. Então, não precisa preocupar. Eu

143:26

Speaker A

não vou não vou induzir ninguém ao erro aqui. Vocês podem ficar tranquilo. E o que o que eu puder ajudar, pode contar comigo. Gostaria de deixar aqui o agradecimento pro professor mais uma vez, tá? Tudo que o Zig mostrar de

143:39

Speaker A

oportunidade para vocês nos nos grupos ali, não deixa passar batido não. Igual ali igual a gente tá fazendo a para pras turmas que já formaram, quem já tem ali uma graduação, né? A questão do mestrado, tanto de gente da posse,

143:52

Speaker A

desculpa, uma quantidade de gente que tá correndo atrás, você vai souber como é importante e vale a pena, a gente nunca pode parar, a gente sempre tem que sempre eh eh correr atrás de conhecimentos, tá? E a e a oportunidade

144:04

Speaker A

igual eu falei, no dia da Unimontes lá, ele colocou no grupo. Aí só que eh eu falei, aquilo ali me tocou. Então, ou seja, ele sempre vai passar alguma informação que vai ser útil para alguém.

144:14

Speaker A

Então, quando essa oportunidade bater, talvez ela não vai bater duas vezes nas portas de vocês. Não perca ela, não.

144:20

Speaker A

Analisa com carinho, pensa, vê seus esforços ali e cai para dentro, tá? Eu gostaria de deixar registrado aqui, meu professor, meu abraço, meu carinho por você. Obrigado mais uma vez e o que precisar eu tô tô à disposição, tá

144:33

Speaker A

pessoal? Muito obrigado mesmo. É isso aí, campeão, né? Muito obrigado por sua participação aqui. Eu só li elogios aí, né? Então, sinal que valeu a pena o tempo que a gente passou aqui, todos nós juntos, né? E para para quem

144:50

Speaker A

vai pra próxima aula, né? Ela vai ocorrer só na semana que vem. E ali nós vamos falar um pouco sobre, ô, esqueci, deixa eu ver, eu tenho o cronograma aqui rapidinho, eh, sobre o espaço toca, né, que o

145:07

Speaker A

Rafael Figueiredo vai falar um pouco sobre sistema agroflorestal, alguma coisa nesse sentido, para quem é mais dessa área e mais da, né, da preservação, etc. tal. Vai ser mais uma aula voltada assim para essa dinâmica, essa questão de você usar as abelhas

145:25

Speaker A

como eh sustentabilidade, OK? Então, eh fica o convite aí para vocês, né, para paraa semana que vem. Tem touros, então, uma boa semana e a gente se encontra lá. Boa noite para vocês.

Topics: meliponicultura meliponário abelhas sem ferrão instalação de meliponários jataí iraí trigona spinipes própolis manejo de abelhas pasto meliponícola

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